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mosquito

Saúde

Santa Cruz do Sul realiza força-tarefa no combate à proliferação de baratas na região central

Por Jonathan da Silva 20/03/2024
Por Jonathan da Silva

A região central de Santa Cruz do Sul receberá a aplicação de baraticida em gel no próximo sábado, 23 de março, em combate à proliferação de baratas. O serviço será executado em forma de mutirão, cuja realização é da Secretaria de Saúde do município, através do Setor de Vigilância e Ações em Saúde. Bueiros de vias serão o alvo do procedimento.

De acordo com a coordenadora do Setor de Vigilância, Francine Braga, a aplicação ocorrerá durante todo o dia de sábado. Conforme a coordenadora, ao mesmo tempo será também aplicado o larvicida biológico nos bueiros, mais uma medida no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A ação terá a colaboração do 7º Batalhão de Infantaria Blindado (7º BIB).

Santa Cruz do Sul no combate à proliferação de baratas

Nos bairros

Para a aplicação do baraticida nos bairros, em locais onde houver grande proliferação de insetos, a população deve entrar em contato para solicitar o serviço e o Setor de Vigilância fará o protocolo dos atendimentos. Para requerer a aplicação, o contato deve ser realizado pelos telefones (51) 2109-9501, e 0800 510 7588, ou pelo endereço eletrônico vig_sanitaria@santacruz.rs.gov.br.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2024 0 Comentários 459 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo recebe denúncias de focos de dengue no WhatsApp

Por Jonathan da Silva 15/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Vigilância em Saúde de Novo Hamburgo lançou nota informando que denúncias referente a focos de mosquito da dengue no município devem ser feitas exclusivamente pelo WhatsApp (51) 99831-6500. O objetivo da medida é tornar os registros mais ágeis. A partir deles, são realizados protocolo para verificação das denúncias, dentro das ações operacionais da Vigilância Sanitária, que incluem as demais atuações de combate à dengue e à proliferação do mosquito Aedes aegypti que são executadas na cidade.

Qualquer local com água limpa e parada pode se tornar um foco do mosquito da dengue. Os focos mais comuns são caixas d’água, pneus, vasos de plantas, lajes, piscinas, potes de água de animais e marquises. É nestes meios que o Aedes aegypti deixa seus ovos e se reproduz.

De acordo com dados do Painel de Casos da Dengue no Rio Grande do Sul, da Secretaria Estadual de Saúde, Novo Hamburgo soma 3.817 casos notificados de dengue em 2024.  Uma pessoa veio a óbito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2024 0 Comentários 661 Visualizações
Saúde

Vigilância Ambiental de Gramado desenvolve projeto ‘Boca de Lobo sem Mosquito’

Por Jonathan da Silva 28/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Administração Municipal de Gramado, por meio do setor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, desenvolveu um projeto chamado ‘Boca de Lobo sem Mosquito’, que tem como objetivo eliminar criadouros das espécies Aedes Aegypti (dengue) e Cúlex Quinquefasciatus (pernilongo). O projeto-piloto está sendo implementado através de uma parceria com a empresa PES Comércio Importação e Exportação, que doou larvicidas biológicos para Gramado.

O coordenador da Vigilância Ambiental de Gramado, José Mário, autor do projeto, explica que os produtos serão aplicados nas bocas de lobo com o objetivo de quebrar o ciclo reprodutivo dos mosquitos, já que as chuvas acabam levando os larvicidas até os locais onde possam haver água parada dentro da canalização. “Vamos iniciar a aplicação dos produtos nos bueiros nos próximos dias e seguimos desenvolvendo outras ações de combate à dengue, realizando visitas domiciliares e instalando armadilhas contra o mosquito em todo território urbano”, ressalta José Mário.

Já o secretário de Saúde, Jeferson Moschen, faz mais um apelo para que a população auxilie no trabalho de prevenção da dengue. “Estamos buscando novas alternativas e tecnologias para enfrentar a proliferação dos mosquitos. Mas tudo isso só terá real efeito se a população fizer a sua parte também, evitando entulhos e água parada nos terrenos”, destaca Jeferson.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/02/2024 0 Comentários 590 Visualizações
Saúde

Montenegro aplicará inseticida contra a dengue em três bairros

Por Jonathan da Silva 27/02/2024
Por Jonathan da Silva

A confirmação de mais um caso de dengue em Montenegro no fim da tarde de segunda, o quarto no total, está levando a Prefeitura Municipal a fazer a aplicação de inseticida em vários pontos de pelo menos três bairros da cidade, Municipal, Tanac e Timbaúva. A intenção é eliminar o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, nos locais onde residem os pacientes e no entorno. Nenhum deles chegou a ser hospitalizado.

A ação ocorrerá nos dois lados da rua. Para evitar problemas, é importante que sejam recolhidos os potes usados para a alimentação de animais. Aos moradores, é pedido que não circulem pela rua nos trinta minutos seguintes à aplicação do inseticida. Os trabalhos iniciam sempre às 19h.

A pulverização elimina os mosquitos adultos. Ou seja, os cuidados com latas, garrafas, pneus e outros possíveis focos do Aedes devem prosseguir, visando evitar a proliferação de ovos, larvas e pupas. Em caso de chuva, a programação sofrerá alterações.

Aplicação do inseticida

Atenção aos locais, datas e horários:

– Bairros Municipal e Tanac: dias 28/02, 04/03 e 07/03
Rua Torbjorn Weibull, do número 856 até a Rua Antônio Lisboa
Rua Antônio Moojen, Rua Mário Florian e Rua das Andorinhas

– Bairro Municipal: dias 29/02, 05/03 e 08/03
Rua Antônio Lisboa até a Rua La Salle
Rua Leblon

– Bairro Timbaúva: dias 01/03, 06/03 e 11/03
Rua Araçá
Rua Palmeiras
Rua Ipê (entre as ruas Palmeiras e Acácia)
Rua Acácia, até Araçá

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/02/2024 0 Comentários 443 Visualizações
Saúde

Cidades gaúchas atuam contra a dengue

Por Jonathan da Silva 23/02/2024
Por Jonathan da Silva

Diversas cidades do estado do Rio Grande do Sul têm realizado ações de combate à dengue. Com a alta da dengue no começo de 2024, prefeituras de municípios de diversas regiões e o governo do estado têm monitorado pontos de risco, bem como aplicado inseticidas e larvicida contra o mosquito Aedes aegypti. O Rio Grande do Sul soma quatro óbitos por dengue em 2024, até o momento.

Estância Velha, no Vale dos Sinos, que já pulverizou pontos estratégicos de risco e utilizou drones para encontrar focos do mosquito Aedes aegypti, realiza neste fim de semana um mutirão de limpeza para combater a dengue. Na semana anterior, Dois Irmãos realizou a aplicação de inseticida em escolas estaduais e municipais da cidade antes do retorno dos estudantes às aulas. Novo Hamburgo e Montenegro também já realizaram ações com inseticidas. No Vale do Rio Pardo, Santa Cruz do Sul tem aplicado larvicida em bairros do município desde o começo da semana e no sábado, o bairro a receber a ação será o Centro. Na serra, Gramado iniciou na quarta-feira (21) a instalação de armadilhas ovitrampas (tecnologia para o monitoramento do Aedes aegypti por meio de armadilhas para atrair a fêmea do mosquito).

Ainda na tarde da quarta-feira (21), os integrantes da força-tarefa da Secretaria do Estado do Rio Grande do Sul se reuniram no auditório da 2ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), em Frederico Westphalen, com gestores de saúde dos municípios do noroeste do estado. Na reunião sobre ações contra a dengue, estiveram presentes representantes de Alpestre, Barra do Guarita, Bom Progresso, Caiçara, Cristal do Sul, Derrubadas, Esperança do Sul, Frederico Westphalen, Iraí, Novo Tiradentes, Palmeira das Missões, Palmitinho, Pinheirinho do Vale, Planalto, Rodeio Bonito, Seberi, Taquaruçu do Sul, Tenente Portela, Tiradentes do Sul, Três Passos, Vicente Dutra e Vista Gaúcha. Tenente Portela é a cidade do estado mais afetada pela doença até o momento.

Reunião sobre a dengue no noroeste do estado

Foto: Divulgação | Fonte: Assessorias
23/02/2024 0 Comentários 513 Visualizações
Saúde

Recipientes pequenos são os maiores depósitos do mosquito da dengue

Por Jonathan da Silva 22/02/2024
Por Jonathan da Silva

Os recipientes pequenos que podem ser encontrados em praticamente todas as casas, como pratinhos de vaso de plantas, bebedouros de animais, garrafas desprotegidas, lonas mal esticadas e baldes, são os responsáveis pela grande concentração de larvas e/ou pupas do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. É o que aponta o resultado do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) do ano realizado pelo projeto de Prevenção e Combate à Dengue, desenvolvido pela Universidade Feevale e a Prefeitura de Novo Hamburgo. O trabalho, que indica o percentual de imóveis no município com a presença do vetor responsável pela transmissão da dengue, consiste em visitar, aproximadamente, 5% dos imóveis do município em um curto período, gerando um indicativo dos níveis de infestação na cidade, a fim de facilitar as ações de controle.

Em janeiro deste ano, agentes do projeto realizaram vistorias em 4.002 imóveis de Novo Hamburgo, distribuídos em todos os bairros do município. O principal indicador do LIRAa é o Índice de Infestação Predial (IIP), que é a relação percentual entre o número de imóveis positivos, ou seja, com a presença de larvas de Aedes aegypti, e o número de imóveis pesquisados. No primeiro mês do ano, Novo Hamburgo apresentou um IIP de 4,9%, ou seja, a cada 20 imóveis, um teve a presença de Aedes aegypti. Esse valor aponta que o município se encontra, atualmente, com alto risco de surto para a dengue e outras doenças relacionadas ao mosquito. Foram coletadas 278 amostras de larvas e/ou pupas para análise e identificação no Laboratório do Projeto de Prevenção e Combate à Dengue, das quais 75,2% se mostraram positivas para o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

De acordo com a gerente em Vigilância em Saúde, Débora Spessatto Bassani, o resultado do LIRAa confirma que o combate ao mosquito da dengue tem que ser uma luta de todos, pois as larvas e pupas estão depositadas em maior parte nos pequenos recipientes nas casas. “Convido a população a tirar 10 minutos do seu dia e fazer uma vistoria nos seus pátios e eliminar qualquer ponto de água acumulada”, convoca.

Comparativamente ao LIRAa realizado no mesmo período do ano passado, quando o IIP foi de 1,1, ou seja, de iminente perigo à saúde pública, o atual índice coloca Novo Hamburgo em alerta devido à maior presença de mosquitos. “O verão é uma época favorável ao desenvolvimento do mosquito devido às altas temperaturas e pancadas de chuva, situação possivelmente agravada em razão do fenômeno climático El Niño”, afirma o coordenador do projeto de Prevenção e Combate à Dengue, Tiago Filipe Steffen.

Principais depósitos

Conforme o LIRAa, confira os tipos de depósitos em que foram encontradas larvas e/ou pupas do Aedes aegypti:

– 66,5%: em recipientes pequenos, passíveis de remoção da água, como pratinho de vaso de plantas, bebedouro de animais, recipientes para enraizamento de plantas, garrafas desprotegidas, baldes, entre outros

– 15,3%: em ralos, calhas, piscinas e outros recipientes fixos, de difícil remoção de água

– 9,1%: em pneus e outros materiais rodantes

– 5,7%: em acúmulo de lixo, sucatas e entulhos de restos de construção

– 3,4%: em bromélias, ocos de árvores, materiais naturais

Vigilância em Saúde multiplica ações

A Vigilância em Saúde de Novo Hamburgo tem sido uma das mais atuantes do estado. Além das diferentes tecnologias nas aplicações de inseticidas em toda a cidade e das notificações dos serviços privados e públicos em tempo real, o Município já tem instituído o Comitê Intersetorial contra a Dengue, que une várias secretarias no alinhamento de estratégias de atendimento à população. Na próxima semana os agentes de saúde bem como outros servidores da atenção primária em saúde passarão por capacitação acerca das arboviroses (doenças causadas pelos arbovírus, que incluem os vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela).

O Município também adquiriu testes rápidos para diagnóstico precoce para dengue. Os testes estão disponíveis em várias unidades de atenção básica, UPAs e Hospital Municipal e são utilizados a partir da indicação do médico, possibilitando uma triagem mais rápida e um manejo mais adequado da doença.

Além disso, a luta contra o mosquito segue com ações diárias de aplicação de inseticida. Nesta quinta-feira, dia 22, ocorreu a aplicação nos chamados pontos estratégicos (floricultura, cemitério, borracharia e presídio) nos bairros Boa Vista, Canudos, Guarani, Hamburgo Velho e Santo Afonso. Nesta sexta-feira à tarde, ocorre a dedetização na área do Centro Administrativo.

Ações realizadas

– Criação do Comitê Intersetorial contra a Dengue
– Estruturação da rede de atenção primária contra a dengue
– Estruturação da rede de alta complexidade com boletins sobre internações
– Uso de testes rápidos contra a dengue na rede básica
– Capacitação de agentes de saúde e servidores da rede de atenção primária
– Aplicação de inseticida em toda a cidade, com especial atenção nos locais com maior incidência de casos
– Campanha de conscientização da população contra focos de proliferação do mosquito

Notificações

A vigilância hamburguense é a segunda que mais notifica casos de dengue em todo o estado. No final da manhã desta quinta-feira (22), Novo Hamburgo contabilizava 620 casos confirmados e aparecia na 24ª colocação em casos por 100 mil habitantes no Rio Grande do Sul, atrás de Dois Irmãos na região, e em segundo lugar em números absolutos. O Município vem registrando uma queda na curva de aumento de casos.

O trabalho de ações rigorosas realizadas no Município, envolvendo diferentes estratégias, pode ter contribuído para uma redução no percentual de crescimento. O Município já possui comitê de arboviroses instituído, e as articulações com a atenção primária de saúde, média e alta complexidade estão bem fortalecidas. Mas os números ainda são altos e continua sendo fundamental a participação dos moradores no combate à proliferação do mosquito, limpando seus pátios e evitando água limpa parada.

Auxílio da população

A população deve realizar semanalmente uma vistoria em sua residência e executar ações que auxiliem na eliminação dos focos do mosquito, tais como:

– Tampe os tonéis e caixa d’água;

– Deixe ralos limpos e com aplicação de tela. Coloque água sanitária nos ralos e em locais onde não seja possível alcançar para esvaziar;

– Mantenha as calhas sempre limpas;

– Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;

– Mantenha lixeiras bem tampadas;

– Elimine ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;

– Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;

– Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa;

– Semanalmente renove a água das bromélias com jato da mangueira.

Essas medidas simples podem ajudar a reduzir o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti e contribuir para a prevenção de doenças transmitidas por ele, como a dengue, zika e chikungunya.

Sobre o Aedes

O Aedes Aegypti tem em média menos de 1 centímetro de tamanho, é escuro e com riscos brancos nas patas, cabeça e corpo. O mosquito costuma ter sua circulação intensificada no verão, em virtude da combinação da temperatura mais quente e chuvas. Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação busca eliminar esses possíveis criadouros, impedindo o nascimento do mosquito.

Sintomas da dengue

Os sintomas de dengue incluem febre de início abrupto acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais.

Em caso de suspeita de dengue, a orientação é que a pessoa busque atendimento na Unidade de Saúde mais próxima, siga as orientações e procure ficar isolado, além de fazer uso de repelentes. O Aedes aegypti se contamina com o vírus da dengue, quando pica e se alimenta do sangue de pessoas infectadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2024 0 Comentários 400 Visualizações
Saúde

Picada Café não tem casos de dengue

Por Jonathan da Silva 09/02/2024
Por Jonathan da Silva

Com ações permanentes de conscientização e combate aos focos e ao mosquito Aedes aegypti, Picada Café não conta com nenhum caso confirmado de dengue. A Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social ratifica a importância da população seguir adotando medidas de prevenção à proliferação do mosquito, como limpeza das áreas internas e externas das residências e eliminação de objetos com água parada.

Campanha de combate à dengue

Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 2.314 casos da doença. Em 2023, o estado confirmou mais de 34 mil casos, com 54 óbitos em virtude da dengue.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2024 0 Comentários 463 Visualizações
Saúde

Surto de dengue segue preocupando no RS

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Se, no passado, a preocupação com a dengue era restrita ao período de verão, os números alarmantes em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul fazem com que, mesmo nas baixas temperaturas, a guarda tenha de ser mantida. Em um só bairro de Porto Alegre (Santa Rosa de Lima), foram registrados 93 casos recentemente.

O surto espalha temor entre a população e faz com que, mesmo no inverno, a sociedade busque ações preventivas e faça uso de repelentes. Conforme dados recentes da Secretaria Municipal de Saúde, foram registrados 109 pacientes com dengue desde o início do ano, sendo que 101 contraíram a doença na cidade. Dos casos autóctones, 92% foram infectados pelo vírus no bairro Santa Rosa de Lima. Outros oito são do bairro Jardim Floresta.

“Em temperaturas baixas, as larvas do mosquito pausam o seu processo de desenvolvimento, mas podem eclodir em minutos em qualquer situação de calor em água parada. Como o nosso inverno ultimamente não é constante e tem alternado dias frios com dias quentes, infelizmente não podemos dizer que estamos protegidos nesta época do ano. Ainda, com as chuvas e a umidade, deixamos de cuidar dos recipientes de água parada e acumulamos mais focos de reprodução do mosquito para os dias quentes e para o próximo verão”, explica o médico de Família e Comunidade, e diretor Científico e Cultural da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

Desde a última epidemia, ocorrida em 2016, não havia um número tão expressivo de casos confirmados, bem como o número de casos autóctones.

“As campanhas de prevenção em larga escala também diminuíram e não tem causado o mesmo impacto na população geral. Uma das sugestões é intensificar a fiscalização das casas e realizar dedetização em larga escala. Em 2016, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Governo do Estado criou um canal de comunicação por telefone e aplicativo para celular para os moradores denunciarem focos de dengue abandonados pelas prefeituras e propriedades privadas. Como houve uma mobilização e uma adesão interessante, esta parceria poderia ser reativada”, sugere Marcos.

O Rio Grande do Sul é um dos estados em que a incidência de novos casos em relação ao ano passado mais cresceu: dados do Ministério da Saúde apontam uma variação de 1.420% de crescimento de casos suspeitos. No país, o número de casos cresceu 264%. De acordo com a Vigilância em Saúde do RS, até o dia 15 de junho de 2019, já haviam 992 casos no estado em comparação aos 581 casos do ano passado inteiro. Já houve no RS três óbitos pela doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 559 Visualizações
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