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monólogo

Cultura

Monólogo sobre Helena Blavatsky volta a Porto Alegre em maio

Por Jonathan da Silva 07/04/2026
Por Jonathan da Silva

O monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio” retorna a Porto Alegre para duas apresentações nos dias 8 e 9 de maio, no Teatro da Amrigs. Estrelado pela atriz Beth Zalcman, sob a direção de Luiz Antonio Rocha, e com texto da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão, o espetáculo já foi visto por mais de 100 mil espectadores em todo o Brasil. A montagem instiga uma reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e místico. Após cada sessão, haverá um bate-papo com a equipe de criação.

A peça estreou virtualmente em 2020 e, depois do sucesso na primeira passagem pela capital gaúcha no ano passado, retorna ao público de Porto Alegre. Helena Petrovna Blavatsky, pensadora russa do século 19, é considerada uma figura notável para o pensamento moderno. Sua vida e obra inspiraram este texto teatral, que é o primeiro da carreira de Lucia Helena Galvão, cujas palestras na internet são acompanhadas por milhões de admiradores.

Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, destaca o diretor Luiz Antonio Rocha.

A autora Lucia Helena Galvão é professora voluntária de filosofia na organização Nova Acrópole do Brasil há mais de 30 anos. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, comentou Lucia Helena.

Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação, e transporta a plateia para um universo de possibilidades”, ressalta a atriz Beth Zalcman.

Sinopse

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio” é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

Ficha técnica

  • Texto original: Lucia Helena Galvão
  • Interpretação: Beth Zalcman
  • Encenação: Luiz Antônio Rocha
  • Cenário e Figurino: Eduardo Albini
  • Iluminação: Ricardo Fujii
  • Assistente de Direção: Ilona Wirth
  • Visagismo: Mona Magalhães
  • Fotos: Daniel Castro
  • Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo
  • Operador Técnico: Toninho Lobo
  • Operador de luz: Gabriel Oliveira
  • Marketing Digital: Reação Web
  • Idealização e Produção: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha
  • Parceria: Organização Internacional Nova Acrópole do Brasil
  • Realização: Teatro em Conserva / Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.
  • Produção local: Gana&Voga
  • Assessoria de imprensa local:Grazieli Binkowski
  • Instagram: @helenablavatskyavozdosilencio

Serviço

  • O quê: Monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”
  • Quando: 8 e 9 de maio, às 20h30min
  • Onde: Teatro da Amrigs (Avenida Ipiranga, 5311, Porto Alegre)
  • Quanto: ingressos inteiro R$ 160, meia-entrada R$ 80, desconto de 15% para Nova Acrópole. Venda online em tri.rs/event/blavatsky-13489b e na bilheteria do teatro no dia.
  • Classificação etária: 12 anos
  • Duração: 60 minutos
  • Gênero: biográfico e filosófico
Foto: Isadora Quintana/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2026 1 Comentário 106 Visualizações
Cultura

Monólogo sobre Helena Blavatsky terá curta temporada em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

O monólogo “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio”, escrito pela filósofa Lúcia Helena Galvão, será apresentado em Porto Alegre nos dias 26 e 27 de setembro, às 20h, no Teatro da Amrigs. A montagem, que estreou em 2023 em São Paulo e já foi assistida por mais de 100 mil pessoas, chega à capital gaúcha para uma curta temporada, unindo filosofia e arte cênica em um relato inspirado na trajetória da fundadora da Sociedade Teosófica.

A peça marca a estreia de Lúcia Helena Galvão na dramaturgia e traz a atriz Beth Zalcman no papel principal. Pela interpretação, Zalcman recebeu em 2023 o Prêmio Cenym de Melhor Atriz, concedido pela Academia de Artes no Teatro do Brasil. A direção é de Luiz Antônio Rocha, que também já encenou biografias de figuras como Frida Kahlo e Paulo Freire.

Enredo

O espetáculo se passa em Londres, no fim do século XIX, no último dia de vida de Helena Blavatsky. Em cena, a personagem revisita memórias e reflexões sobre sua missão de vida, relembrando passagens por diferentes países, sua ligação com a Índia e o encontro com Gandhi. A proposta é apresentar ao público fragmentos filosóficos e questões existenciais inspiradas na obra da pensadora russa.

Produção local

A curta temporada em Porto Alegre tem produção da Gana&Voga, estúdio de design experiencial e produção cultural, e integra o selo Terceiro Sinal, que busca incluir a capital gaúcha no circuito de grandes espetáculos nacionais. A realização é do Espaço Cênico e Mímica em Trânsito, em parceria com o Teatro em Conserva.

Serviço

  • O quê: espetáculo “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio”
  • Quando: 26 e 27 de setembro, às 20h
  • Onde: Teatro da Amrigs – Av. Ipiranga, 5311, Porto Alegre
  • Quanto: ingressos à venda em tri.rs/event/helena-blavatsky-a-voz-do-silencio
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação: 12 anos
Foto: Daniel Castro/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 1 Comentário 377 Visualizações
Cultura

Teatro CIEE-RS Banrisul será sede de apresentação única de “O Profeta Louco”

Por Jonathan da Silva 15/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Teatro CIEE-RS Banrisul, em Porto Alegre, será palco da apresentação única do monólogo “O Profeta Louco” no dia 9 de setembro, às 20h. Com texto do dramaturgo espanhol Paco Bernal, adaptado e dirigido por Suzi Martinez, o espetáculo é interpretado por Juliano Passini e retorna aos palcos após estreia com tradução inédita do texto original.

Na trama, duas figuras se fundem: o Messias, com suas emoções, angústias e solidão, e Manuel, um homem sob efeito de psicotrópicos. A peça questiona o limite entre lucidez e loucura, conduzindo o público por uma narrativa ágil e com humor ácido. A história se passa à noite, diante de um homem pregado a uma cruz — cuja identidade é incerta — e provoca a reflexão sobre se o cenário é uma capela ou um hospital psiquiátrico.

Ficha técnica

  • Elenco: Juliano Passini
  • Direção: Suzi Martinez
  • Produção: Rogério Beretta
  • Preparação corporal e provocação de movimento: Carlota Albuquerque
  • Música e dramaturgia sonora: Álvaro RosaCosta
  • Participação especial: Paola Kirst
  • Cenografia: Marco Fronckowiak e Rafael Silva
  • Luz: Maurício Moura
  • Figurinos: Ajeff Ghenes
  • Máscara: Samara Barros
  • Identidade visual: MainQuest
  • Fotos: Vilmar Carvalho
  • Filmagens: Júlio Estevan e Vitorio Beretta

Serviço

  • O quê: Apresentação do monólogo “O Profeta Louco”
  • Quando: 9 de setembro de 2025, às 20h
  • Onde: Teatro CIEE-RS Banrisul (Rua Dom Pedro II, 861, Bairro São João, Porto Alegre)
  • Quanto: R$ 30 (meia-entrada e Clube do Assinante) a R$ 60
  • Ingressos: tri.rs/event/o-profeta-louco-1
Foto: Vilmar Carvalho/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2025 0 Comentários 306 Visualizações
Cultura

Othon Bastos apresenta monólogo inédito em Porto Alegre entre 26 e 29 de junho

Por Jonathan da Silva 20/06/2025
Por Jonathan da Silva

O ator Othon Bastos apresentará seu monólogo inédito Não me entrego, não! entre os dias 26 e 29 de junho no Teatro Simões Lopes Neto, em Porto Alegre. Com texto e direção do dramaturgo Flávio Marinho, o espetáculo celebra os 91 anos de vida e mais de 70 de carreira do artista. Esta é a primeira vez que Othon encena um solo teatral. Os ingressos estão à venda no site theatrosaopedro.eleventickets.com, com valores entre R$ 50 e R$ 140.

O espetáculo é resultado de trocas entre o ator e o diretor, a partir de cerca de 600 páginas de textos, pensamentos e memórias entregues por Othon a Flávio Marinho. O trabalho reconstrói episódios marcantes da vida do ator em blocos temáticos como trabalho, amor, teatro, cinema e política.

Segundo o autor e diretor Flávio Marinho, “à primeira vista, o que temos é o próprio Othon Bastos quem estará em cena contando histórias divertidas e dramáticas da sua vida pessoal e profissional. Isto seria, digamos, o esqueleto dramático da peça”. Marinho explica que as lembranças dão lugar a reflexões sobre os temas abordados, com referências a autores diversos. “Por exemplo, depois que ele encontra o amor da vida, com quem está casado há 57 anos, o texto passa a refletir o sentimento do amor através de diversas referências e citações”, detalhou o autor.

Memória editada e presença em cena

Othon Bastos relata que a ideia do espetáculo surgiu após assistir à peça Judy: o arco-íris é aqui. “Eu pensei como é maravilhoso contar a vida de alguém no palco. E aí falei com o Flávio que eu queria fazer um espetáculo com ele sobre a minha vida — e entreguei umas 600 páginas de pensamentos escritos sobre coisas que eu gosto, autores, anotações… Ali tinha um resumo bom sobre mim. E fomos fazendo: ele leu, entendeu e foi montando o espetáculo”, comentou Bastos.

O ator reconhece a dificuldade de memorizar o texto. “É mais difícil me lembrar do texto, embora seja uma peça sobre a minha própria memória, porque ela chega editada, diferente das lembranças espontâneas”, afirmou Bastos.

Para auxiliá-lo em cena, a atriz Juliana Medela participa como “ponto” e faz observações ao longo do monólogo. “A ideia de ter a minha memória em cena foi minha, achei que seria interessante ter uma espécie de Alexa em cena. Ela entra para fazer descrições”, pontuou o ator.

Reflexão e entrega

Othon também compartilha a experiência de viver seu primeiro monólogo. “É um momento único, mesmo: meu primeiro monólogo e sobre a minha própria vida. É uma experiência muito forte eu ter que ser o meu próprio centro em cena”, exclamou o ator. Bastos destaca que a peça evita lembranças dolorosas. “Não trazemos nenhuma lembrança amarga, apenas as alegres e divertidas, para levar curiosidades que vivi ao longo desses anos todos ao público”, salientou o ator.

Segundo Othon Bastos, o espetáculo busca mostrar o ser humano por trás do ator. “Quero que elas vejam quem eu sou e como sou. Mas, quando se recebe um dom como esse, você tem a capacidade de doar o que recebeu. Então é isso que eu quero, me doar — e que as pessoas me leiam”, ressaltou o ator.

Temporada em Porto Alegre

A montagem tem produção local do selo Terceiro Sinal, da Gana&Voga, e conta com patrocínio da Unimed e da Heineken/Blue Moon, além de apoio do Art Hotel. A classificação indicativa é de 12 anos e a duração do espetáculo é de 90 minutos. As apresentações acontecem às 20h de quinta a sábado e às 18h no domingo, com abertura do teatro uma hora antes do início.

Ficha técnica

  • Elenco: Othon Bastos
  • Texto e Direção: Flávio Marinho
  • Participação Especial e Direção Assistente: Juliana Medela
  • Direção de Arte: Ronald Teixeira
  • Trilha Sonora: Liliane Secco
  • Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
  • Programação Visual: Gamba Júnior
  • Fotos: Beti Niemeyer
  • Consultoria Artística: José Dias
  • Assessoria Jurídica: Roberto Silva
  • Coordenação de Redes Sociais: Marcus Vinicius de Moraes
  • Assistência de Produção: Gabriela Newlands e Calu Tornaghi
  • Administração: Fábio Oliveira
  • Desenho de Som e Operação: Vitor Granete
  • Coordenação de Produção: Bianca De Felippes
  • Idealização: Marinho d’Oliveira Produções Artísticas
  • Produção Nacional: Gávea Filmes
  • Produção em Porto Alegre: Gana&Voga

Serviço

  • O quê: Espetáculo Não me entrego, não! – monólogo com Othon Bastos
  • Quando: 26 a 29 de junho (Quinta a sábado, às 20h | Domingo, às 18h)
  • Onde: Teatro Simões Lopes Neto, no Complexo do Theatro São Pedro (Rua Riachuelo, 1089 – Centro, Porto Alegre)
  • Quanto: Ingressos entre R$ 50 e R$ 140
  • Vendas online: theatrosaopedro.eleventickets.com
Foto: Beti Niemeyer/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2025 0 Comentários 679 Visualizações
Cultura

O Espantalho retorna ao Theatro São Pedro com interpretação de Werner Schünemann

Por Marina Klein Telles 09/01/2024
Por Marina Klein Telles

Depois do sucesso da temporada de estreia, realizada em agosto de 2023, o monólogo O Espantalho, com Werner Schünemann, retorna ao Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n° – Centro Histórico) para uma noite de apresentação. Dirigida por Bob Bahlis, a peça que relata a grande jornada sentimental em meio a escolhas difíceis que envolvem pais e filhos, poderá ser conferida dia 25 de janeiro, às 20h, dentro da programação do Porto Verão Alegre. Os ingressos já estão à venda no www.portoverãoalegre.com.br.

“A estreia nacional de O Espantalho foi em Porto Alegre. Foi no Theatro São Pedro e foi um grande sucesso. Por isso é tão gratificante retornar ao São Pedro, agora dentro desse maravilhoso festival que é o Porto Verão Alegre. Esse retorno é para reencontrar o público de Porto Alegre, para reencontrar aquela emoção tão grande e bonita que foi a estreia”, afirma Werner. Schünemann interpreta um ator bem-sucedido, que vai ao sítio do pai jogar as suas cinzas. Ao chegar na horta cultivada pelo patriarca, ele se depara com um espantalho e caixas de madeiras com objetos pessoais, que revelam vestígios de sua vida e de suas relações.

O personagem faz um exercício de recriação de sua memória, debruçando-se sobre a complexa relação estabelecida com o pai, desde a infância até a vida adulta. Entre as lembranças estão o período no internato, as primeiras relações amorosas, o casamento, a chegada do filho, a perda da mãe e reflete ainda sobre a alma masculina e a finitude humana. “O Espantalho vai emocionar e divertir como sempre e as pessoas na plateia irão se emocionar e se divertir como sempre acontece com esse espetáculo. Estou no Rio de Janeiro gravando a novela Dona Beja, mas ansioso para voltar a Porto Alegre, ao Theatro São Pedro e ao público da cidade que amo”, afirma.

Werner Schünemann

É ator, cineasta e historiador. Nasceu em Porto Alegre, mas foi criado entre Novo Hamburgo e São Leopoldo. Apaixonou-se pelos palcos aos 15 anos, primeiramente na escola e depois no Grupo Faltou o João. Integrou o grupo Vende-se Sonhos e a turma do Super-8, com jovens cineastas de Porto Alegre. Foi ator em Deu Pra Ti Anos 70, Verdes Anos e Inverno. Formado em História pela UFRGS, também foi professor desta disciplina. A partir de 2021, passou a se aventurar na literatura e lançou Alice deve estar viva, seu romance de estreia. Coleciona prêmios por sua atuação no cinema, televisão e teatro. Tornou-se nacionalmente conhecido por sua participação na minissérie A Casa das Sete Mulheres (2003) da Rede Globo. Desde lá, integrou elencos televisivos de novelas e séries em diferentes emissoras, sem nunca abandonar os palcos e a Sétima Arte.

Serviço

O que: monólogo O Espantalho
Quando: 25 de janeiro, às 20h
Onde: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n° – Centro Histórico)
Site: www.portoverãoalegre.com.br

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2024 0 Comentários 625 Visualizações
Cultura

Oficina “Ator x Monólogo”, que estimula descoberta de identidade artística, está com inscrições abertas

Por Gabrielle Pacheco 10/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas as inscrições para a oficina “Ator x Monólogo”, que acontece na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ). O projeto busca oportunizar ao ator a autonomia na criação, aprimorar sua linguagem estética e potencializar sua identidade artística.

Ministrada pela atriz Joana do Carmo, tem aulas de 20 de abril a 22 de junho, sempre aos sábados, das 10h às 13h, na Sala Marcos Barreto. São apenas dez vagas e o investimento é de R$ 300,00, que pode ser pago em duas parcelas.

“Sempre procurei linguagens diversas até descobrir a forma como gostaria de ser percebida como artista. O quo desejamos imprimir enquanto identidade estética e artística? O ator necessita investigar, aprimorar, exercitar sua criatividade até encontrar uma forma orgânica e prazerosa de criar”, afirma Joana, que montou a oficina por perceber a necessidade de um espaço onde o ator com experiência possa vivenciar um texto ou personagem que lhe desafie.

Para a artista, serão dois meses de imersão em um espaço criativo, para o ator, a partir de práticas em oficinas, encarar um monólogo e reinventar grandes clássicos ou aprimorar projetos pessoais de personagem.

As aulas são para atores e estudantes de teatro que desejam encontrar novas práticas de interpretação de texto e criação da personagem através da investigação para uma encenação.

A ideia principal da facilitadora Joana do Carmo parte do estudo de textos para monólogos breves. A oficina será o espaço para o ator realizar, através do estudo de um monólogo, a vivência do seu personagem ideal.

Contatos: (51) 98546.2777 / [email protected].

Serviço

O quê: Oficina de Teatro “Ator x Monólogo”;
Quando: de 20 de abril a 22 de junho, das 10h às 13h;
Onde: Sala Marcos Barreto, 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas 736, Centro Histórico – Porto Alegre);
Quanto: R$ 300,00 | em até duas parcelas.

Foto: Ronald Mendes/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2019 0 Comentários 660 Visualizações

Edição 304 | Mar 2026

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