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Ministério da Saúde

Saúde

Obesidade voltou a crescer entre os brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A obesidade voltou a crescer entre os brasileiros, com aumento de 67% nos últimos treze anos. Essa frequência saiu de 11% em 2006 para 19% em 2018. O crescimento da obesidade foi verificado maior entre os adultos de 25 a 44 anos. Além disso, foi observado que o excesso de peso também subiu. Mais de 55% do país tem excesso de peso, o que significa mais da metade da população.

Esses dados foram apresentados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25) com a divulgação da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018. A pesquisa é realizada por telefone com maiores de 18 anos, em todas as capitais do país, sobre diversos assuntos relacionados à saúde. Assim, é possível ter uma estimativa da realidade brasileira, como afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber.

“Os hábitos alimentares vem melhorando em um patamar mais baixo do que foi a obesidade e o excesso de peso. A gente tem observado um aumento nestas duas categorias. Lembrando que é um inquérito telefônico, é um dado referido, então as pessoas estão refletindo uma realidade da família, daquela localidade”.

A pesquisa aponta que o excesso de peso está mais ligado aos homens, enquanto as mulheres apresentam um número de obesidade maior. Para avaliar a obesidade e o excesso de peso, a pesquisa leva em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC). Por meio dele, é possível classificar se uma pessoa está um pouco ou muito acima do peso recomendado para a altura, bem como saber de complicações metabólicas e outros riscos para a saúde.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2019 0 Comentários 618 Visualizações
Saúde

IBGE realiza a Pesquisa Nacional de Saúde

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de agosto deste ano, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), terão a missão de levantar dados sobre as condições de vida e de saúde da população brasileira.

Essa é a Pesquisa Nacional de Saúde, que vai ajudar o Ministério da Saúde com informações que colaborem no aperfeiçoamento e formulação de políticas públicas eficientes. É o que explica a coordenadora Geral de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Luciana Sardinha.

“O objetivo da pesquisa é produzir dados para todo o território nacional sobre as condições de vida e de saúde de toda a população. E isso vai ajudar a fazer todas as políticas na área de saúde e os programas para população, para agirmos nas áreas de atenção à saúde, principalmente, em programas como o tabagismo, a estratégia saúde da família, Farmácia Popular e tantos outros programas que a gente tem dentro do Ministério da Saúde”.

As visitas dos pesquisadores do IBGE vão percorrer todo o país e entrevistar mais de 108 mil residências em mais de três mil municípios, pelas regiões urbanas e rurais.

“Eles estarão uniformizados com colete e crachá de identificação do IBGE. Por isso, é importante a população colaborar”, afirma Luciana Sardinha.

“Os entrevistadores têm uma conduta de abordagem nos domicílios. E a população pode nos ajudar muito recebendo essas pessoas e informando com a maior veracidade as informações que serão solicitadas. Isso vai nos ajudar muito com esses resultados para depois trazer as melhores políticas e programas para atender a população”.

A Pesquisa Nacional de Saúde é realizada a cada cinco anos pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, e os resultados deste levantamento devem ficar prontos em 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 541 Visualizações
Saúde

Tratamento da atrofia muscular espinhal via SUS

Por Gabrielle Pacheco 04/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os pacientes que sofrem com atrofia muscular espinhal (Ame), doença rara, genética e grave, uma das mais de 8 mil doenças raras conhecidas no mundo, celebraram recentemente, a assinatura da portaria SCTIE/MS Nº24[1] que determinou a disponibilização do medicamento Spinraza (nusinersena) no Sistema Único de Saúde (SUS) para pacientes com Ame 5q tipo 1.

Para pacientes com Ame 5q Tipo 1, a portaria estabeleceu a incorporação do Spinraza ao SUS, nos moldes tradicionais – ou seja, assim como qualquer outra tecnologia incorporada à rede pública. Já para os pacientes classificados com Ame 5q tipos 2 e 3, o Ministério da Saúde se comprometeu a disponibilizar o medicamento via compartilhamento de risco, modalidade inédita no Brasil.

Em menos de dois meses, dando continuidade ao processo de disponibilização do tratamento, a pasta formalizou no Diário Oficial da União (Dou) a portaria nº 1.297/2019[2] – que institui o projeto piloto de compartilhamento de risco para incorporação de tecnologias em saúde, com o objetivo de garantir aos pacientes com Ame 5q tipos 2 e 3 acesso ao tratamento.

A portaria evidencia que o Spinraza é o único tratamento para Ame 5q aprovado no Brasil e que dispõe de evidências científicas para os tipos 2 e 3, embora entenda que mais estudos são necessários – e, portanto, a escolha pelo compartilhamento.

O documento também ressalta a necessidade de acompanhar os dados de vida real para que se comprove a evolução do paciente.

“A construção desse novo modelo reforça uma dinâmica importante e ética entre indústria e o Ministério da Saúde. Além disso, estabelece uma nova política de acesso no país, uma vez que esse projeto piloto poderá servir de referência para outras doenças raras”, explica Christiano Silva, gerente geral da Biogen Brasil, farmacêutica responsável pelo medicamento.

Para Renato Trevellin, presidente da associação Unidos pela Cura da Ame, a publicação da portaria é um grande avanço para o paciente. “A inclusão do medicamento no SUS foi um primeiro e grande passo. Mas o paciente precisa estar respaldado com uma política de cuidado bem estabelecida e que funcione de forma efetiva. A portaria estabelece, de forma clara, a dinâmica do projeto de avaliação periódica assim como define que os centros de referência serão aqueles especializados no tratamento de Ame, por exemplo. E essas definições deixam a comunidade de Ameno Brasil mais amparada”, explica Trevellin.

O documento indica que os serviços de referência em doenças raras, hospitais universitários estaduais e federais serão responsáveis pela dispensação do tratamento e pela coleta de dados referentes aos desfechos e parâmetros de efetividade clínica estabelecidos.

“Compreendemos a necessidade de buscar soluções que garantam acesso a terapias transformadoras do curso natural de doenças graves. Entendemos como positivo e enriquecedor o debate sobre uma participação ética, responsiva e inovadora do setor privado na agenda social. Nosso objetivo é que os recursos públicos sejam investidos de maneira eficiente, mas que todas as necessidades clínicas e sociais da comunidade Ame no Brasil sejam atendidas, em sua completude e integralidade”, reforça André Liamas, diretor de acesso ao mercado e relações corporativas da Biogen.

Com a publicação da portaria, um ponto bastante questionado pela comunidade de Ame é sobre pacientes que estão em ventilação mecânica invasiva permanente, os quais não foram citados no projeto piloto e nem na primeira portaria. Durante audiência na Comissão de Pessoas com Deficiência (CPD), realizada em 12 de junho, o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, esclareceu que, caberá aos médicos assistentes que fazem o acompanhamento destes pacientes indicarem o uso do tratamento.

Com isso, a recomendação do profissional médico deverá ser respeitada pelo Ministério da Saúde e assim os pacientes em ventilação mecânica invasiva permanente terão acesso ao tratamento – respeitados os critérios necessários, como comprovação de teste genético.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2019 0 Comentários 1,2K Visualizações
Variedades

Um em cada cinco brasileiros dirige usando celular

Por Gabrielle Pacheco 26/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Segundo dados do Ministério da Saúde, 19,5% da população das capitais brasileiras afirma que faz o uso do celular enquanto dirige. O percentual mostra que de cada cinco indivíduos, um comete esse ato que é um risco para acidentes de trânsito.

A divulgação do dado inédito é do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, que também aponta que as pessoas com idade entre 25 e 34 anos (25,1%) são as que mais assumem esse comportamento de risco.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os acidentes de trânsito são a primeira causa de morte entre os 15 e 29 anos, a segunda entre os 5 e 14 anos e a terceira dos 30 aos 44 anos.

“Tão essencial quanto alertar sobre essas mortes é advertir sobre o impacto pessoal e social que acontece com os sobreviventes e suas famílias. Afinal, por ano, cerca de 600 mil pessoas ficam com sequelas permanentes, como dificuldade e até impossibilidade de se locomover e, consequentemente, de trabalhar, estudar, etc. Junte a isso o longo tempo de recuperação do acidentado e o sofrimento e o prejuízo financeiro dele e de sua família por meses e até anos”, explica Moisés Cohen, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT).

O médico ortopedista Sandro Reginaldo, presidente da Comissão de Campanhas Públicas da SBOT, explica que os ortopedistas atendem a maioria das vítimas de traumas de trânsito, sendo muitos de alta complexidade, o que onera bastante o custo da saúde pública e privada. “75% dos leitos de trauma dos hospitais públicos no país estão ocupados com vítimas do trânsito”, afirma o ortopedista.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/06/2019 0 Comentários 542 Visualizações
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