Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Teatro Feevale anuncia programação dos seus 15 anos
Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego
Feira Bêrga reúne marcas autorais e atrações culturais no próximo...
Risco de disseminação do Nipah no Brasil é baixo, segundo...
Prefeitura de Novo Hamburgo impede invasão de área pública no...
10º Festival do Japão RS ocorre em Esteio pela primeira...
Verão amplia consumo de sorvetes e movimenta pequenos negócios no...
Nova Petrópolis promove seu turismo em rodadas de negócios no...
Cresce a demanda de profissionais qualificados para cuidados de idosos
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

Ministério da Saúde

Variedades

Issur Koch e Luís Heinze terão reunião com Ministério da Saúde em busca de mais verbas para oncologia

Por Stephany Foscarini 08/12/2021
Por Stephany Foscarini

O deputado estadual Issur Koch e o senador Luís Carlos Heinze promovem no próximo dia 15, às 14h, videoconferência com a diretora do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET) do Ministério da Saúde, Maíra Basta Botelho. Em pauta, mais recursos para o tratamento oncológico no Vale dos Sinos, em especial das cidades que têm como referência para atendimento o Hospital Regina, em Novo Hamburgo.

O parlamentar enviou ofício ao prefeito de Campo Bom e presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio dos Sinos (Amvars), Luciano Orsi, solicitando que a entidade estenda o convite para que os prefeitos de Novo Hamburgo, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti, além de Campo Bom participem deste encontro.

“Há uma demanda muito grande para o início do tratamento e, não raro, pacientes aguardam tempo superior a 60 dias para este início, descumprindo diretriz estabelecida na Lei 12.732/2012. Cumpre salientar que o prognóstico da doença também está relacionado ao tempo de diagnóstico e tratamento”, destaca Issur.

É uma corrida contra o tempo. Precisamos repactuar esta questão junto ao Governo Federal para podermos atender um número maior de pessoas. Como está, não pode continuar”.

Com o apoio do senador Luiz Carlos Heinze, Issur vem tratando desta questão há alguns meses em Brasília junto ao governo Federal. “É uma corrida contra o tempo. Precisamos repactuar esta questão junto ao Governo Federal para podermos atender um número maior de pessoas. Como está, não pode continuar”, define o deputado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2021 0 Comentários 559 Visualizações
Cidades

Estância Velha é selecionada para participar de estudo nacional sobre Covid

Por Stephany Foscarini 16/09/2021
Por Stephany Foscarini

Estância Velha foi um dos 29 municípios gaúchos selecionados pelo Ministério da Saúde para participar de uma pesquisa que irá verificar a prevalência de infecção por Covid-19 no Brasil. O estudo PrevCov, que será realizado em somente 274 municípios brasileiros, vai gerar um mapa detalhado da transmissão e comportamento da Covid-19 no País e servir de base para criar novas estratégias de prevenção e combate à doença.

Ao todo, pesquisadores do laboratório Alfa irão visitar 16 residências do município e promover a coleta de amostras em três moradores do local. As residências que serão visitadas foram escolhidas pelo Ministério da Saúde, por sorteio, a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19.

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Eliane Fleck, que presta suporte aos pesquisadores indicados pelo Ministério da Saúde, informou que residências dos bairros Das Rosas e Sol Nascente, além de imóveis localizados ao longo da rua Presidente Lucena, foram os selecionados para participar do estudo. “Se você e sua família forem selecionados, participem e ajudem a salvar vidas”, solicita Eliane.

Os pesquisadores estão identificados com crachás e com uma camiseta. O morador que tiver qualquer tipo de dúvida relacionada ao estudo ou sobre os pesquisadores, pode ligar para a Vigilância, no número 3551-1417. Ou, então, pode ligar para o número 136 (Ministério da Saúde) e, depois, selecionar a opção 5.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 719 Visualizações
Cidades

Prefeito de Capão da Canoa realiza reunião no Ministério da Saúde

Por Stephany Foscarini 18/08/2021
Por Stephany Foscarini

Nesta terça-feira (17), o prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, realizou uma reunião com equipe do Ministério da Saúde, em Brasília. O objetivo da reunião foi habilitar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no município. O secretário de Saúde, Josiel Matos, também participou do encontro.

Atualmente, o espaço recebe a Unidade de Isolamento, espaço que funciona 24 horas para atender casos ligados ao coronavírus. Posteriormente, deverão ser instalados os serviços de uma Unidade de Pronto Atendimento. A procuradora do município, advogada Lidiane Scheffer Wenclevski, também esteve presente. O vereador Eduardo Sarmento e a vereadora Nuna Pereira integram a comitiva.

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, diz que a documentação foi entregue para habilitar a UPA. “A demanda da nossa cidade cresce a cada dia em todas as áreas e precisamos estar preparados para oferecer um serviço público de qualidade para a comunidade”, diz.

Conforme o Secretário de Saúde, Josiel Matos, a efetivação da UPA será de grande valia para a comunidade. “Hoje temos um serviço importante no local, que é a Unidade de Isolamento, e seguiremos aperfeiçoando o sistema público de saúde, como foco sempre no bem da população”, diz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2021 0 Comentários 600 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo já vacinou mais de 50% da população acima dos 18

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

“Precisamos que o Ministério da Saúde encaminhe mais vacinas. Manda mais que a gente faz.” A declaração da prefeita Fátima Daudt reforça a estrutura e preparação de Novo Hamburgo para imunizar sua população contra a covid-19. Conforme levantamento da Secretaria Municipal de Saúde, até a noite desta terça-feira (22), mais da metade da população hamburguense acima de 18 anos de idade já recebeu a primeira dose do imunizante.

Ao todo, Novo Hamburgo aplicou 129.149 doses de vacinas contra a covid-19, das quais 90.938 são referentes à primeira dose e outras 38.211 de segunda aplicação. Já a população hamburguense acima de 18 anos, segundo estimativas do IBGE, está em 181.519 (a população total é estimada em 247.032).

“Estamos prontos e ansiosos para acelerar a vacinação, basta o Ministério da Saúde retomar as remessas de doses”.

Ou seja, 50,1% da população hamburguense acima de 18 anos já recebeu a primeira dose de vacina contra a covid. Já a segunda dose foi aplicada em 21,05%, ou um quinto, da população acima de 18 anos. “Estamos prontos e ansiosos para acelerar a vacinação, basta o Ministério da Saúde retomar as remessas de doses”, acrescenta a prefeita.

Entre as dez cidades mais populosas do Estado, Novo Hamburgo está entre as que mais aplicam vacina em relação às doses recebidas. A prefeita lembra que Novo Hamburgo pode aplicar entre 6 mil e 7 mil doses diárias sem provocar aglomerações.

Fátima lamenta que por falta de vacina o município está sendo obrigado a suspender a realização de drives a partir desta quinta-feira, 24. O Município, porém, irá manter a aplicação de primeiras doses por agendamento em todas as 25 unidades de saúde da cidade, além da Casa de Vacinas.

O agendamento pode ser feito por telefone ou presencialmente. Neste caso, o agendamento segue aberto para quem tem 49 anos ou mais, além de professores e profissionais da educação, trabalhadores de transporte aéreo e portuários, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário e passageiros, trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário, trabalhadores de transporte aquático e pessoas com comorbidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

23/06/2021 0 Comentários 504 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis recebe emenda para o hospital municipal

Por Milena Costa 17/06/2021
Por Milena Costa

O prefeito Jorge Darlei Wolf recebeu na sexta-feira, 11 de junho, o deputado federal Afonso Motta, que acaba de destinar uma emenda parlamentar de R$ 100 mil para a saúde pública de Nova Petrópolis. O recurso é oriundo do Ministério da Saúde e será aplicado em despesas de custeio do Hospital Nova Petrópolis.

O anúncio da emenda contou com a presença do ex-vice-prefeito de Nova Petrópolis, Charles Paetzinger, e do ex-prefeito de Linha Nova, Guiomar Wingert.

“Muito nos alegra a notícia do recebimento de mais esta emenda parlamentar, pois são recursos que somam para que Nova Petrópolis tenha um hospital cada vez mais qualificado e com solidez financeira”.

“Muito nos alegra a notícia do recebimento de mais esta emenda parlamentar, pois são recursos que somam para que Nova Petrópolis tenha um hospital cada vez qualificado e com solidez financeira. Em nome do Hospital Nova Petrópolis, fica o nosso agradecimento ao deputado Afonso Motta”, afirmou o prefeito Jorge Darlei Wolf.

Foto: Francis Jonas Limberger/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2021 0 Comentários 511 Visualizações
vacinação
Saúde

Vacinação contra Covid-19 começa nesta segunda-feira no RS

Por Eduarda Ferreira 18/01/2021
Por Eduarda Ferreira

Com a autorização do Ministério da Saúde (MS), o governo do Estado do Rio Grande do Sul antecipará o início da vacinação contra a Covid-19 para esta segunda-feira (18).  Assim, o governador Eduardo Leite foi ao Centro de Distribuição Logística do MS, em Guarulhos (SP), receber de forma simbólica as primeiras 341,8 mil doses destinadas aos gaúchos.

Conforme Leite, o RS possui uma rede de saúde bem distribuída e toda a logística já preparada para a imunização. “Vamos receber as doses na tarde desta segunda e iniciar ainda hoje o processo de imunização. Para isso, já estamos com transporte, rede de frio, seringas agulhadas prontas para iniciar esse grande processo de vacinação assim que as doses chegarem à capital gaúcha”, comemorou. “Além disso, em 24 horas, as doses estarão em todas as regiões do Estado, para que elas também possam iniciar a aplicação, respeitando as faixas definidas no Plano Nacional de Imunizações (PNI)”, finalizou o governador.

Ao Rio Grande do Sul, estão sendo enviadas 341,8 mil doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceira com o laboratório Sinovac. Assim, 311.680 doses são destinadas aos grupos prioritários (profissionais da saúde da linha de frente e idosos que vivem em instituições de longa permanência) e outras 30.120 à população indígena.

Importância da vacinação

O Estado fará um ato inicial de vacinação em Porto Alegre para aplicar as primeiras doses. Conforme o governo, os detalhes da cerimonia ainda estão em definição. “Será um ato simbólico, uma forma de reconhecimento a todas as pessoas que estão há meses se arriscando para salvar vidas”, explicou Leite. “O importante é que já começaremos a vacinação com um grande volume. São mais de 340 mil doses no RS, o que garantirá a imunização de uma grande parte da rede hospitalar, das pessoas que estão mais expostas ao vírus, e em curto espaço de tempo”, destacou o governador.

A expectativa, segundo informações repassadas pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, aos governadores que participaram do início do processo de distribuição da CoronaVac, é que novas doses cheguem aos país nos próximos dias. Além disso, o ministro conta com a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a vacina envasada no Brasil seja incorporada ao PNI. “A vacina é a solução para permitir que as pessoas estejam mais tranquilas para conviverem, se encontrarem e poderem circular. Assim também permite retomarmos a economia e, evidentemente, preservarmos vidas”, afirma Leite. “Agradecemos ao Ministério da Saúde, que faz a aquisição das doses e que garante, dentro do PNI, que é a cultura do Brasil, a imunização de todos os brasileiros em todos os Estados”, acrescentou o governador.

Foto: Felipe Dalla Valle/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/01/2021 0 Comentários 578 Visualizações
Rio Grande do Sul
Saúde

Rio Grande do Sul registra queda no número de novos casos de aids

Por Gabrielle Pacheco 09/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um estudo produzido pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG) do Estado do RS, divulgado nesta terça-feira (8), constatou que o Rio Grande do Sul vem registrando queda no número de novos casos de aids em todo o estado. Além disso, a pesquisa faz um panorama sobre as metas fixadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para garantir melhor saúde e bem-estar da população. Assim, o chamado Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 – Saúde e Bem-Estar – tem nove metas a serem alcançadas até 2030, que servem como base para analisar a evolução dos resultados.

Conforme do estudo, entre 2007 e 2018, o Rio Grande do Sul consolidou uma queda acentuada no número de novos casos de aids. Assim, no ano de 2018, foram 3.083 notificações no Estado, sendo 1.845 homens e 1.238 mulheres. Entretanto, o Estado ainda mantém a taxa de detecção de casos de aids acima da média nacional. Enquanto no Brasil a taxa, em 2019, foi de 17,8 casos por 100 mil habitantes, no RS o número chegou a 27,2 novos casos para cada 100 mil pessoas. Dessa forma, o indicador segue elevado, mas também em tendência de queda quando comparado com 2008, ano em que a taxa era de 45,8 novos casos a cada 100 mil habitantes. Por fim, a taxa de mortalidade por aids no RS segue superior a do país, de 10 óbitos por 100 mil habitantes em 2018 ante 5,3 óbitos no Brasil.

Desenvolvida pelos analistas pesquisadores do DEE/SPGG, Guilherme Risco e Marilene Dias, a avaliação inclui dados do Ministério da Saúde, em sua maioria, atualizados até 2018 sobre mortalidade materna, neonatal e na infância, doenças transmissíveis e não transmissíveis, acidentes em estradas, acesso a serviços de saúde, entre outros. “Embora várias metas estabelecidas pela ONU não sejam de competência dos governos locais, as gestões do Estado e dos municípios podem fazer muito para que elas sejam cumpridas ao final do prazo”, destaca Risco.

Mortalidade infantil

Quanto à mortalidade neonatal (zero a 27 dias de vida), o RS registrou 7,1 mortes por 1 mil nascidos em 2018, número constante nos últimos anos e menor do que o registrado no início da série, em 2000, quando era de 9,5 mortes por 1 mil nascidos. Além disso, no Brasil a taxa caiu de 13,6 em 2000 para 8,5 em 2018. A meta estabelecida pela ONU para 2030 é de, no máximo, cinco mortes por 1 mil nascidos vivos. Da mesma forma, quando se considera a mortalidade de crianças menores de cinco anos, cuja meta no ODS é de, no máximo, oito mortes por 1 mil nascidos vivos, o Estado registrou 11,4 mortes por 1 mil nascidos vivos em 2018, o segundo melhor desempenho do país, atrás somente de Santa Catarina (10,8) e abaixo da média nacional (14,2).

Assim também, quando se refere à meta relacionada com a atenção à saúde da mulher na gestação e no parto, o Rio Grande do Sul estava em 2018 próximo dos valores estabelecidos pela ONU como referencial. No último ano analisado, o Estado registrou taxa de mortalidade materna de 36,4 por 100 mil nascidos vivos, contra 56,3 por 100 mil nascidos vivos no país. A meta do ODS é de, no máximo, 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030.

Suicídios

Entre as causas de morte prematura na população adulta (20 a 59 anos) por doenças não transmissíveis (cardiovasculares, neoplasia, doenças infecciosas, entre outras), as neoplasias (tumores) foram a causa de 41,2 mortes a cada 100 mil habitantes na idade indicada, seguida das doenças do aparelho circulatório (28,3), doenças do aparelho respiratório (9,5) e digestivo (9,4). Com exceção das doenças do aparelho circulatório, que registraram tendência forte de queda, passando de 47,1 mortes para cada 100 mil pessoas em 2000 para o patamar mais recente, as demais causas apresentaram estabilidade ao longo do período.

Relacionado à saúde mental, o suicídio registra números preocupantes no RS, com a mais alta taxa do país. Em 2018, ocorreram 10,9 mortes por suicídio a cada 100 mil habitantes no Estado, contra taxa de 6,1 no Brasil. O número no RS foi mais alto em 2017 (11,9), mas, ainda assim, a taxa registrada em 2018 foi a segunda maior da série histórica analisada, iniciada em 2000.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/12/2020 0 Comentários 2,1K Visualizações
telemedicina
Saúde

Evento internacional discute o futuro da telemedicina

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Se há alguns anos a telemedicina era vista com curiosidade ou alguma incerteza, a pandemia da Covid-19 consolidou sua importância para a saúde. Assim, com a necessidade do distanciamento social, as consultas remotas se disseminaram pelo Brasil, facilitando o acesso da população aos serviços médicos. Além disso, a tecnologia vem sendo utilizada para auxiliar profissionais a compartilhar conhecimento sobre o coronavírus. Porém, ainda existem desafios a superar para que essa modalidade seja uma realidade a todos os brasileiros.

Assim, a expectativa de um futuro cada vez mais digital, com inovações em saúde estão no centro do 1º International Innovation Telemedicine Summit, que acontece de forma virtual neste sábado (21). O evento é promovido pelo Hospital Moinhos de Vento e pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS).

Grandes especialistas internacionais e nacionais compartilharão suas experiências sobre a telemedicina. Entre eles, o australiano Alan Taylor, vice-presidente da Australasian Telehealth Society. Pesquisador dessa modalidade no Brasil e na Austrália, ele avalia que estamos muito à frente de outros países nessa área. Entretanto, ainda existem problemas a serem resolvidos, como a alta exigência de tecnologias para o atendimento. “O SUS precisa de financiamento integral para desenvolver formas de atenção que atendam a todos os brasileiros — pessoalmente e com tecnologia”, afirma Taylor. O evento está com inscrições abertas e gratuitas, que podem ser feitas pelo site https://eventoshmv.proadi-sus.org.br/teleuti/.

Experiências bem-sucedidas

Em parceria com o Ministério da Saúde, o Hospital Moinhos de Vento desenvolve dois projetos de telemedicina. Assim, lançado em 2017, o TeleOftalmo conecta os profissionais da instituição com consultórios de várias regiões do Estado. Em três anos, foram mais de 30 mil atendimentos e mais de 10 mil óculos entregues à população. Além disso, o TeleUTIP tem ajudado a qualificar o serviço de terapia intensiva pediátrica em hospitais do Ceará, Rio de Janeiro e Tocantins. Desde o início do trabalho, foram mais de 7.500 atendimentos, salvando 649 vidas.

Em 2020, com a pandemia, a experiência do TeleUTIP levou à criação do TeleUTI, para auxiliar os serviços de terapia intensiva no enfrentamento da COVID-19. “Conseguimos reduzir pela metade o tempo médio de internação de pacientes graves com a doença, em UTIs de sete hospitais SUS do Rio Grande do Sul ao Pará”, celebra Felipe Cezar Cabral, coordenador médico de Saúde Digital no Hospital Moinhos de Vento.

A instituição também reforçou sua estrutura, permitindo realizar mais de 15 mil atendimentos médicos remotos para pacientes e colaboradores. Além disso, avançou no projeto Regula Mais Brasil, iniciativa colaborativa dos cinco hospitais de excelência pelo Ministério da Saúde, que utiliza a telessaúde para apoiar médicos das unidades básicas e orientar a regulação das filas para consultas na atenção secundária. “Nossos profissionais estão atendendo pacientes do Recife nas especialidades de Cardiologia e Neurologia. Em breve, ampliaremos para a saúde mental. Com os teleatendimentos, estamos conseguindo reduzir a espera e oferecer melhores condições à saúde dos pacientes”, reforça Cabral.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2020 0 Comentários 746 Visualizações
Seminário
Saúde

Seminário internacional debate segurança dos pacientes na Atenção Primária

Por Gabrielle Pacheco 17/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

Fortalecer a atenção primária à saúde (APS) é fundamental para a qualidade do sistema universal. No Brasil, ela é a porta de entrada para o SUS e concentra a maior parte dos atendimentos. Assim, segundo a Organização Mundial da Saúde, esse nível de atenção deveria ser capaz de suprir entre 80% e 90% das necessidades em ações de prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e redução de danos. Com isso, uma parceria entre o Hospital Moinhos de Vento e o Ministério da Saúde promove o Seminário Internacional de Segurança do Paciente na Atenção Primária à Saúde, que será realizado de forma online e gratuita nos dias 18 e 19 de novembro, das 14h às 17h. As inscrições podem ser feitas pelo site do Hospital Moinhos.

“Com o volume de atendimento que concentra e com a importância que ela tem no cuidado integral das pessoas, é estratégico trabalhar a segurança do paciente na atenção primária à saúde no SUS”, explica o pediatra e especialista em Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente Tiago Dalcin. O médico é o líder do projeto Formação sobre Segurança do Paciente na Atenção Primária à Saúde, desenvolvido pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS).

Além disso, a iniciativa sai do âmbito hospitalar para desenvolver ações de segurança do paciente em todos os estabelecimentos de saúde. Assim, o objetivo é qualificar o atendimento e se enquadrar nas metas internacionais a partir da capacitação de profissionais. “É uma temática universal, que está presente em tudo o que fazemos: identificação correta do paciente, higienização de mãos, uso seguro de medicamentos, dentre outros”, pontua Dalcin.

Programação do seminário

Duas mesas-redondas sobre o contexto nacional e mundial, além de painéis de troca de experiências entre profissionais dos estados compõem a programação do Seminário. Com isso, um dos destaques é a palestra sobre segurança do paciente na APS no Brasil, com Victor Grabois, médico sanitarista que possui formação em Gestão Hospitalar na França; Simone Marchon, nutricionista e especialista em Gestão em Saúde, e Patrícia Sampaio Chueiri, médica especialista em Medicina de Família e comunidade, mestre e doutora em Epidemiologia.

Por fim, a segunda mesa-redonda, voltada à segurança do paciente na atenção primária no mundo, terá como palestrantes Neelam Dhingra Kumar, coordenadora de Segurança do Paciente e Gestão de Risco da Organização Mundial da Saúde; Maria Pilar Astier Peña, especialista em Medicina Preventiva e Saúde Pública e Medicina Familiar e Comunitária, e Amanda Caroline Howe, professora de Atenção Básica e Diretora da Escola Médica Internacional de Norwich, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/11/2020 0 Comentários 598 Visualizações
Saúde

Médicos veterinários também são profissionais de Saúde Pública

Por Gabrielle Pacheco 03/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O espectro de atuação do médico-veterinário é muito amplo, especialmente na área de saúde pública. Pela falta de informação e de conhecimento por parte de políticos, personalidades e profissionais de imprensa sobre esse vasto campo de exercício profissional, acabou causando perplexidade a nomeação do presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal (CRMV-DF), o médico-veterinário Lauricio Monteiro Cruz, para assumir o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, do Ministério da Saúde.

No entanto, o mesmo cargo já vinha sendo ocupado, de forma interina, por um médico-veterinário, o servidor de carreira do ministério Marcelo Yoshito Wada, com 22 anos de experiência profissional, o que não era tratado com estranheza dentro do meio científico, nem pelas equipes multidisciplinares do ministério. Inclusive, o departamento conta com outros 14 médicos-veterinários.

Lauricio, servidor público do Distrito Federal, chega ao cargo com 31 anos de atuação, na área de políticas públicas e no Sistema Único de Saúde (SUS). Seu desafio é contribuir para as políticas de prevenção e controle de doenças transmissíveis; de notificação de enfermidades; de investigação e vigilância epidemiológica; de orientação e supervisão da utilização de imunobiológicos; de investigação de surtos e epidemias, em especial doenças emergentes; de programação de insumos na área de Vigilância em Saúde; e suporte técnico aos estados e municípios. Estarão também sob a sua responsabilidade a coordenação dos principais agravos à saúde, como a dengue e a malária, duas patologias de grande magnitude no Brasil.

Saúde Pública

O médico-veterinário cuida de você. Nem todo o mundo sabe, mas 62% dos patógenos humanos conhecidos são transmitidos por animais, além disso, 75% das doenças emergentes tiveram origem na fauna silvestre (pág. 13, edição 84 da Revista CFMV). De acordo com a Lei nº 5517/1968, o estudo e a aplicação de medidas de saúde pública no tocante às doenças de animais transmissíveis ao homem, as zoonoses, é uma das funções do médico-veterinário, um profissional de saúde reconhecido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) desde 1998.

Como consequência, médicos-veterinários fazem parte das equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), desde 2011, realizando ações de educação em saúde e visita aos lares brasileiros para prevenir e diagnosticar o risco à saúde das zoonoses, como raiva, leptospirose, brucelose, tuberculose, dengue e febre amarela, dentre outras doenças que têm animais como hospedeiros ou vetores.

Saúde Única

Estudos recentes publicados pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e pela revista Science apontam a Saúde Única – união de conhecimentos entre as saúdes pública, veterinária e ambiental – como abordagem para prevenir e responder a novos surtos de doenças zoonóticas e pandemias. O médico-veterinário é o profissional que reúne essas competências e sua atuação vai muito além do cuidado com a saúde e o bem-estar dos animais e dos atendimentos em clínicas, hospitais e consultórios veterinários.

Capacitado para as atividades de inspeção e de vigilância sanitária dos produtos de origem animal consumidos pela população, o médico-veterinário trabalha para garantir alimentos saudáveis, mas, ao mesmo tempo, faz análise do solo e da água, visando à sustentabilidade ambiental nos ambientes de produção animal. Seu conhecimento em vigilância epidemiológica contribui em situações de surtos alimentares e outros agravos, transmissíveis ou não, no controle de zoonoses emergentes e reemergentes e nas campanhas de imunização. Exerce atividades em laboratórios, na pesquisa, no diagnóstico, na produção de imunobiológicos e participa da produção de vacinas e medicamentos de uso humano e animal.

A constante ameaça de novas pandemias originadas na interface homem-animal, como a covid-19, demonstra a necessidade de colaboração intersetorial, especialmente em vigilância, gerenciamento de riscos, biossegurança e comunicação. Na batalha contra a covid-19, em 2020, o médico-veterinário foi incluído pelo Ministério da Saúde entre os profissionais de saúde que poderiam atuar como voluntários da ação “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Segundo o ministério, 50% dos médicos-veterinários atuantes se cadastraram para participar e ajudar o país no esforço nacional de enfrentamento à pandemia.

“A MEDICINA VETERINÁRIA CURA A HUMANIDADE”

Assim como Lauricio, outros médicos-veterinários trabalham para configurar esse novo contexto de Saúde Única. É o caso do médico-veterinário Luis Eduardo Cunha, vice-presidente do Instituto Vital Brazil (IVB). Ele coordena uma equipe multidisciplinar, que conta com mais oito médicos-veterinários e trabalha na pesquisa com o soro produzido a partir de plasma de cavalos para tratamento e combate à doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). O instituto já anunciou o depósito de patente do novo soro para combater a covid-19.

Na Universidade São Paulo (USP), um estudo coordenado pelo médico-veterinário Marco Antonio Stephano estuda uma vacina por spray nasal contra a covid-19. A equipe desenvolveu uma nanopartícula, a partir de uma substância natural, na qual foi inserida uma proteína do vírus. Uma vez administrada, nas narinas, espera-se que o corpo produza anticorpos presentes na saliva, na lágrima, no colostro e em superfícies do trato respiratório, intestino e útero. “Além de inibir a entrada do patógeno na célula, a vacina impedirá a colonização deles no local da aplicação”, explica Stephano.

Tudo isso mostra que Louis Pasteur estava certo quando dizia: “A Medicina cura o homem, a Medicina Veterinária cura a humanidade.” Os médicos-veterinários são profissionais de saúde e, pelo seu conhecimento generalista, também podem ocupar cargos de gestão, atuando como secretários, diretores, coordenadores e gerentes de várias áreas estratégicas do comando da saúde, no Brasil e no mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Conselho Federal de Medicina Veterinária
03/09/2020 0 Comentários 537 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Teatro Feevale anuncia programação dos seus 15 anos

  • 3

    Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego

  • 4

    Feira Bêrga reúne marcas autorais e atrações culturais no próximo sábado em Caxias do Sul

  • 5

    Risco de disseminação do Nipah no Brasil é baixo, segundo Rede Vírus

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO