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mercado de trabalho

Ensino

Projeto ACI Talks vai abordar o mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 20/04/2023
Por Marina Klein Telles

Levar informações sobre mercado de trabalho, empreendedorismo e educação financeira, entre outras, a alunos de escolas da região e auxiliar em suas escolhas pessoais e profissionais. Este é um dos objetivos do Projeto ACI Talks, ciclo de bate-papos rápidos que será realizado a partir da próxima semana, pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos.

Com o slogan Experiência que Agrega, a iniciativa vai beneficiar alunos do 8º e do 9º ano do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, do EJA e jovens do Projeto Vencer, da Fundação Semear. Eles terão a oportunidade de conhecer as experiências de mais de 40 profissionais, de diferentes áreas e empresas, que integram os comitês internos da entidade e voluntariamente participam da iniciativa.

Divididos em duplas, durante um ou dois períodos de aula, os voluntários vão realizar um bate-papo informal com alunos de escolas municipais, estaduais e particulares das cidades que integram a área de atuação da ACI, cujas secretarias de educação são apoiadoras do projeto. As escolas interessadas em participar devem entrar em contato com a ACI (através do e-mail lilian@acinh.com.br), que irá definir, juntamente com os profissionais, os dias e horários em que o bate-papo será realizado, sem qualquer custo para os estabelecimentos e os municípios.

O presidente da ACI, Diogo Leuck, diz que a informação tem o poder de transformar a vida de uma pessoa. “O Projeto ACI Talks tem caráter formativo e pretende, por meio de palavras e exemplos, orientar futuros cidadãos para uma vida baseada no bem e uma carreira profissional de sucesso, seja ela qual for”, afirma.

Coordenadora do projeto, a vice-presidente de educação e cultura da entidade, Cristine Schneider da Rocha, acrescenta que o compartilhamento de experiências ajudará os jovens a identificarem o que pretendem relação ao futuro, num momento em que se aproxima o fim de uma etapa e o início de outra da vida escolar. “Teremos um período de trabalho intenso, pois há muitas escolas interessadas em participar do projeto, que terá impacto, em alguns anos, sobre a oferta de mão de obra às empresas da região”, explica.

No final de 2022, foi realizada a fase de testes do projeto com alunos do 9º ano de escolas municipais de Dois Irmãos. Cerca de 40 alunos participaram do bate-papo. “Tivemos resultados muito positivos, o que nos ajudou a formatar e desenvolver o projeto este ano”, finaliza Cristine.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 607 Visualizações
Business

Síndrome de Down: o desafio da inclusão no mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

Nas últimas décadas, os avanços médicos melhoraram a qualidade de vida dos indivíduos com Síndrome de Down e a longevidade desse grupo evoluiu de 35 para 60 anos. Essas pessoas também estão mais inseridas na sociedade, conquistando espaço inclusive no mercado de trabalho. No entanto, o desafio de assegurar plenos direitos a esse público ainda é enorme.

Por preconceito e falta de informação, muitos não são alfabetizados e a minoria consegue ser contratada. De acordo com o IBGE, enquanto 37% das pessoas com deficiência visual conseguem ser empregadas, no universo da deficiência mental (onde o Down está inserido), apenas 5,3% conquistam uma vaga de trabalho.

Neste 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down, Ana Paula Barbosa, Psicopedagoga, especialista em Psicopedagogia Clínica e Coordenadora do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Brasília (CEUB), defende que além de garantir a inclusão no mercado de trabalho, é importante pensar na qualidade dessa ocupação.

“O artigo 34 do Estatuto da Pessoa com Deficiência define que ela tem direito ao trabalho da sua livre escolha em um ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidade com os demais funcionários. Entretanto, a grande questão é que muitas empresas desconhecem a importância de se adaptar às necessidades desse colaborador”, comenta Ana Paula.

“É preciso considerar o tempo de trabalho, conscientizar os colaboradores para que a pessoa com Down se sinta acolhida por todos. Pensar em qual seria a ocupação ideal e adaptar esse posto, tanto no aspecto físico quanto emocional, respeitando suas necessidades. Essa é uma questão para a qual a gente não vê as empresas muito capacitadas”, acrescenta a psicopedagoga.

A coordenadora do curso do CEUB ressalta os ganhos que a inclusão no trabalho proporciona às pessoas com Síndrome de Down. “É muito importante que elas se sintam inseridas e independentes. Elas desenvolvem um olhar diferente para si mesmas e uma consciência sobre sua própria existência na sociedade. Isso melhora, inclusive, a autoestima”, lembra Ana Paula.

Segunda ela o maior fator limitante acaba sendo a família da pessoa com down, que cerceia o acesso ao trabalho com receio do preconceito e da exclusão. “Por isso, as empresas precisam contar com equipes multidisciplinares que estejam preparadas para trabalhar também o necessário apoio da família”, diz.

Em contraposição às dificuldades, frisa a psicóloga, os benefícios da inclusão não alcançam somente as pessoas com a Síndrome de Down, mas a própria organização que ganha em credibilidade e diversidade, enriquecendo as relações de trabalho. Para mudar a realidade e garantir uma verdadeira inclusão das pessoas com deficiência, Ana Paula afirma ser fundamental investir em uma educação que forme profissionais e cidadãos mais preparados e capacitados para lidar com as diferenças.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 754 Visualizações
Cidades

Projeto social forma 41 jovens de Campo Bom para atuação profissional em Serviços Administrativos

Por Amanda Krohn 18/07/2022
Por Amanda Krohn

A Fundação Francisco Xavier Kunst, de Campo Bom, e a Fundação Projeto Pescar, de Porto Alegre, realizaram a formatura de 41 jovens no curso de Iniciação Profissional em Serviços Administrativos. Dos 41 certificados, 25 já estão inseridos no mercado de trabalho. A formatura contou com a presença de familiares e amigos no Teatro do CEI, em Campo Bom.

Esta edição do Projeto Pescar, iniciada em 2021, teve um formato inédito, configurado como Polo do Pescar. “Foi o primeiro do Brasil, numa experiência piloto para viabilizar o aumento do número de vagas no curso”, afirma a presidente da Fundação Francisco Xavier Kunst, Simone Kunst, .

As turmas foram mantidas por um consórcio entre as empresas Artecola, Doctor Clin, Formello Formas e IAS, juntamente com a Fundação Francisco Xavier Kunst e Fundação Projeto Pescar, com parceria da Prefeitura de Campo Bom. As atividades ocorreram em formato híbrido, com aulas virtuais e um encontro presencial semanal, sob coordenação do educador social Léo da Silva. Voluntários do programa Arteiros do Bem ministraram parte dos conteúdos do curso aos participantes da turma 2021, que se encerrou em junho. A cerimônia de formatura aconteceu no dia 15.

Turma de 2022 em andamento

A turma de 2022 já está em andamento, voltando à configuração de Unidade do Projeto Pescar na Fundação Francisco Xavier Kunst. É a 27ª turma do projeto, o mais antigo no Vale do Sinos, com 18 jovens em formação. As mantenedoras são as duas fundações e as empresas Artecola, Cmak, Doctor Clin e IAS, novamente com a parceria da Prefeitura de Campo Bom.

O projeto oferece o curso Iniciação Profissional em Serviços Administrativos. Desde 2009, está habilitado para preencher cotas de Jovem Aprendiz. Com isso, cria condições para ampliar o número de vagas e contribui para o cumprimento da legislação que prevê abertura de espaço para jovens nas empresas. Ao todo, são 800 horas de desenvolvimento pessoal e profissional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2022 0 Comentários 632 Visualizações
Business

Bibi qualifica jovens para o mercado de trabalho no programa “Fábrica de Talentos”

Por Stephany Foscarini 17/03/2022
Por Stephany Foscarini

Desde agosto de 2010, a Calçados Bibi realiza o projeto social chamado Fábrica de Talentos que, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), qualifica profissionalmente jovens com idade entre 16 e 21 anos. O programa é realizado nas fábricas da marca em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, e já formou mais de 580 alunos. Anualmente, os jovens são capacitados para os desafios da vida e do mercado de trabalho, trazendo planejamento familiar e financeiro, integração com a cultura da empresa, ética profissional, assim como uma visão das áreas administrativas, o ofício de desenvolvimento e a produção de calçados. Muitos desses novos talentos são recrutados e passam a integrar o time da calçadista ao fim do curso.

Antes de ingressar no projeto, os candidatos são avaliados por meio de uma série de atividades em grupo e individuais. Para fazer parte desta iniciativa, os aprendizes devem estar estudando ou ter o Ensino Médio completo. Geralmente são 24 jovens aprovados no Sul e 30 na Bahia, com aulas ministradas para as duas turmas que se dividem nos períodos da manhã e da tarde. Além da qualificação profissional ser totalmente gratuita, os jovens estudantes são integrados ao quadro de colaboradores logo no início, tem carteira assinada e recebem remuneração durante o período de aprendizado. O curso proporciona ainda uma verdadeira vivência do dia a dia de uma indústria, já que tanto as aulas teóricas como as práticas ocorrem em um ambiente totalmente preparado dentro das fábricas da Bibi.

“Um dos objetivos da Fábrica de Talentos é capacitar jovens para o mercado de trabalho. Na Bibi podemos ensiná-los em diferentes setores da linha de produção, como corte, costura e montagem do calçado, além de expertises nas áreas administrativas, como Varejo. Posso garantir que profissionalizar esses adolescentes e prepará-los para o mercado de trabalho é uma forma de afirmar o nosso compromisso com a comunidade. Em média, 80% dos estudantes continuam trabalhando na Bibi depois da formatura. Isso é um sinal de que investir em novos talentos traz resultados não só para a empresa, mas também para toda a comunidade. Temos muito orgulho de colocar em prática esse projeto”, revela a presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch.

Em março, a Bibi formou mais uma turma de jovens na unidade da Bahia. Dos 25 aprendizes que participaram da Fábrica de Talentos, 76% deles serão efetivados e continuarão agora como colaboradores Bibi em busca de novos desafios”.

Com duração de um ano e três meses, os participantes desenvolvem um Trabalho de Conclusão de Curso, ao fim do programa, que consiste na criação de um calçado e na elaboração de um trabalho final com os conteúdos vistos ao longo do curso. Os trabalhos são apresentados a uma banca avaliadora que concede as notas a cada aluno e projeto. Finalizando esta etapa, a Bibi promove a formatura e entrega o certificado a todos. “Em março, a Bibi formou mais uma turma de jovens na unidade da Bahia. Dos 25 aprendizes que participaram da Fábrica de Talentos, 76% deles serão efetivados e continuarão agora como colaboradores Bibi em busca de novos desafios. Ainda no mês de março, uma nova turma será iniciada na Bahia. Já no Rio Grande do Sul, o projeto teve início com novos alunos no começo do ano letivo, em fevereiro. Seguimos promovendo a qualificação profissional constante de jovens das comunidades locais onde atuamos”, finaliza a presidente da Bibi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2022 0 Comentários 931 Visualizações
Variedades

Jovens gaúchos terão mil vagas gratuitas de capacitação para o mercado trabalho

Por Stephany Foscarini 27/11/2021
Por Stephany Foscarini

O Instituto Proa em parceria com o Instituto Cyrela anuncia a abertura de mil vagas gratuitas para capacitar jovens vindos do 3º ano do Ensino Médio de escola pública do Rio Grande do Sul. Essa ação busca desenvolver o jovem para o mercado de trabalho e gerar oportunidades de emprego, com vagas exclusivas com empresas parceiras. As inscrições podem ser feitas no site.

Para participar, é preciso ter entre 17 e 22 anos; estar cursando ou ter concluído o 3º ano do Ensino Médio em uma escola pública; e residir no Estado do Rio Grande do Sul. O curso é on-line e gratuito. A duração é de três meses e, após, há um processo de encaminhamento para vagas de emprego para esses jovens. As aulas iniciarão em 4 abril de 2022 e as inscrições podem ser feitas até o dia 29 de março de 2022.

Somos parceiros do Instituto Proa há alguns anos em São Paulo, e tínhamos muita vontade de levar essa oportunidade para os jovens de Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde também atuamos”.

“Somos parceiros do Instituto Proa há alguns anos em São Paulo, e tínhamos muita vontade de levar essa oportunidade para os jovens de Porto Alegre e Rio de Janeiro, onde também atuamos. Acreditamos que esta parceria tem potencial para transformar a vida de centenas de famílias e estamos muito felizes de fazer parte desta transformação”, afirma a gerente de Responsabilidade Social do Instituto Cyrela, Débora Costa Galvão.

“Sentimos que o mercado gaúcho é cheio de oportunidades e os jovens do Rio Grande do Sul são pessoas que buscam ter um futuro brilhante. São estudiosos e focados. Buscamos jovens assim, com o brilho nos olhos e prontos para agir e mudar a sua realidade para melhor”, destaca a CEO do Instituto Proa, Alini Dal’Magro.

Sobre

O Proa foi criado em 2007 a partir de um grupo de empresários que tinham um sonho em comum: ajudar jovens com poucas oportunidades a se tornarem protagonistas de suas próprias vidas. O Instituto desenvolveu uma plataforma e uma metodologia que pode ser ampliada para transformar a realidade de jovens de todo o país. Desde a fundação, passaram pelo curso 8.500 alunos e 9 de cada 10 alunos formados conseguiu conquistar um emprego em boas empresas.

Um dos nossos grandes sonhos é levar o Proa para todos os estados do Brasil. Como somos uma ONG e vivemos de doações, precisamos do apoio financeiro de alguma empresa parceira para financiar o curso”.

O Instituto nasceu em São Paulo e, desde 2021, passou a atuar no Rio de Janeiro. Para 2022, prepara sua implantação no Sul do País. Além do Rio Grande do Sul, Santa Catarina vai oferecer vagas na Plataforma PROA. “Um dos nossos grandes sonhos é levar o Proa para todos os estados do Brasil. Como somos uma ONG e vivemos de doações, precisamos do apoio financeiro de alguma empresa parceira para financiar o curso. Conseguimos fechar parceria com o Instituto Cyrela, uma forte aliada do PROA há anos e que possui raízes e operações no Rio Grande do Sul”, revela Alini.

Além do Instituto Cyrela no Rio Grande do Sul, a BrF é apoiadora do projeto em Santa Catarina, a P&G, no Rio de Janeiro; a Fundação Casas Bahia, iFood, Accenture, Fundação Arymax, J.P. Morgan e Itaú Educação e Trabalho patrocinam a plataforma em São Paulo. O ingresso no mercado de trabalho é um desafio para os jovens de todo país. Segundo o IBGE, no terceiro trimestre de 2020, o Brasil registrava uma taxa de desemprego de 31,4%, na faixa dos 18 aos 24 anos. Entre os fatores que dificultam a conquista do primeiro emprego estão a inexperiência, a falta de profissionalização, os problemas de comunicação e a dificuldade em reconhecer e estimular as próprias habilidades.

Para diminuir essas barreiras, a plataforma Proa oferece em sua formação básica aulas de Autoconhecimento (20 horas), Planejamento de Carreira (20 horas), Projeto Profissional (20 horas), Raciocínio Lógico (20 horas), Comunicação (20 horas). Depois dessa etapa, os estudantes podem optar por seis trilhas com capacitações mais específicas nas áreas de Análise de Dados, Varejo, Administração, Logística, Promoção de Marcas e UX Design.

Nosso objetivo é proporcionar oportunidades reais de empregos para os estudantes que finalizarem o curso de 3 meses”.

“Nosso objetivo é proporcionar oportunidades reais de empregos para os estudantes que finalizarem o curso de 3 meses. Temos um time de empregabilidade que está focado em fechar parceria com empresas locais para garantir as vagas necessárias para os jovens gaúchos”, conclui Alini.

Foto: Guto Garrote/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2021 0 Comentários 664 Visualizações
Cidades

Campo Bom oferece capacitação sobre o mercado de trabalho

Por Stephany Foscarini 13/08/2021
Por Stephany Foscarini

Os moradores de Campo Bom com pretensões de entrar no mercado de trabalho terão acesso a uma capacitação para melhor compreenderem o funcionamento do meio profissional. A Administração Municipal promove, no dia 2 de setembro, a palestra “Mercado de trabalho: o que esperar?”, que abordará as atividades dos diversos setores, os perfis profissionais e o que o mercado espera dos candidatos. O prefeito Luciano Orsi afirma que essa é a primeira atividade das inúmeras que serão promovidas por meio do programa Campo Bom é Oportunidade. “Com essa primeira capacitação, podemos ver tomando forma o projeto que criamos para fomentar a geração de empregos, conduzir jovens e adultos ao mercado de trabalho e, consequentemente, a um futuro próspero em nossa cidade”, declara.

O evento será em 2 de setembro, às 19h, na Sala do Empreendedor (térreo do Centro Administrativo). As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de setembro, no Sine. O serviço funciona junto ao Espaço Cidadão Cidadania, na Av. dos Estados, 900. Serão ofertadas 30 vagas presenciais e o restante poderá acompanhar de forma virtual. “O objetivo é que os interessados em entrar no mercado de trabalho conheçam melhor as atividades dos setores da indústria, do comércio e dos serviços, saibam identificar oportunidades profissionais e as exigências de cada atividade”, explica o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz.

O palestrante do dia será o coordenador da Sala do Empreendedor de Campo Bom, Antônio de Oliveira Filho. Ele é graduado em Letras com especialização em Metodologia do Ensino. Também atua como Agente de Desenvolvimento formado pela Universidade Sebrae.

Conheça o programa

O Campo Bom é Oportunidade é uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação, conduzido junto à Sala do Empreendedor e ao Sistema Nacional de Emprego (Sine). Uma das iniciativas propostas pelo programa é a qualificação dos jovens matriculados no ensino médio e das pessoas cadastradas no Sine. Com palestras e oficinas oferecidos pela Sala do Empreendedor, a Prefeitura vai ajudar quem está em busca de um emprego a ter melhores chances de obtê-lo.

Também faz parte da iniciativa uma campanha desenvolvida pelo Sine, para efetuar o cadastro de jovens que estejam saindo do ensino médio ou ingressando no ensino superior e para aposentados que querem se reinserir no mercado de trabalho. “Queremos que os moradores de nossa cidade tenham mais oportunidades no futuro, e acreditamos que a preparação para o mercado de trabalho tem papel fundamental nisso”, diz o secretário de Desenvolvimento Social e Habitação, Gabriel Colissi. O cadastro será dividido em categorias, de acordo com o perfil de cada candidato, região onde mora, suas aptidões e conhecimentos. Quando novas empresas chegarem ao município em busca de mão de obra, o Sine terá uma espécie de “catálogo” dos candidatos, apresentando quem é mais indicado para a vaga.

Foto: Jordana Fioravanti/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2021 0 Comentários 541 Visualizações
Cidades

Campo Bom auxiliará moradores a ingressarem no mercado de trabalho

Por Stephany Foscarini 02/08/2021
Por Stephany Foscarini

Um programa de geração de empregos criado pela Administração Municipal vai conduzir jovens e adultos ao mercado de trabalho. Através do Campo Bom é Oportunidade, quem está saindo do ensino médio ou já está aposentado, mas deseja voltar a trabalhar, poderá desenvolver competências, ter acesso a oportunidades e, principalmente, fortalecer o sentimento de pertencer a Campo Bom.

O programa é uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação, e será conduzido junto à Sala do Empreendedor e ao Sistema Nacional de Emprego (Sine). “Fizemos de Campo Bom uma cidade que abraça o empreendedor, mas queremos mais do que isso. Além de oferecer mão de obra qualificada para as empresas da cidade, vamos mostrar para o campo-bonense que aqui tem emprego, qualidade de vida e cuidado com o próximo. Afinal, nosso município não é apenas uma ‘cidade-passagem’, é um local para se viver”, declara o prefeito Luciano Orsi.

Qualificação para o mercado de trabalho

Uma das iniciativas propostas pelo programa, e que já tem seu primeiro evento marcado para 2 de setembro, é a qualificação dos jovens matriculados no ensino médio e das pessoas cadastradas no Sine. O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz, explica que com palestras e oficinas oferecidos pela Sala do Empreendedor, a Prefeitura vai ajudar quem está em busca de um emprego a ter melhores chances de obtê-lo. “Muitas empresas chegam ao município buscando candidatos com competências específicas e para cargos que exigem certo conhecimento técnico, e quem busca um emprego precisa estar preparado. Esse é um dos tantos objetivos que temos com o programa: preparar o campo-bonense e, assim, mostrar que ele pode construir uma carreira dentro da cidade”, aponta Scholz.

A capacitação do dia 2 de setembro dia será voltada ao mercado de trabalho e ao perfil profissional dos candidatos, com ações voltadas ao desenvolvimento das habilidades e a estruturação de um currículo, por exemplo. As inscrições para o evento podem ser feitas de 12 de agosto a 1º de setembro, no Sine. O serviço funciona junto ao Espaço Cidadão Cidadania, na Av. dos Estados, 900. Serão ofertadas 30 vagas presenciais e o restante poderá acompanhar de forma virtual. Ao longo do tempo, novos cadastrados no Sine terão a oportunidade de participar das qualificações oferecidas.

Cadastramento de perfil

Também faz parte do Campo Bom é Oportunidade uma campanha desenvolvida pelo Sine, para efetuar o cadastro de jovens que estejam saindo do ensino médio ou ingressando no ensino superior e para aposentados que querem se reinserir no mercado de trabalho. Este cadastro será dividido em categorias, de acordo com o perfil de cada candidato, região onde mora, suas aptidões e conhecimentos. Quando novas empresas chegarem ao município em busca de mão de obra, o Sine terá uma espécie de “catálogo” dos candidatos, apresentando quem é mais indicado para a vaga.

Conforme o secretário de Desenvolvimento Social e Habitação, Gabriel Colissi, esse sistema também permite que, ao serem cadastradas vagas que se enquadram em determinado perfil, seja chamado quem mais se encaixa para preenchê-las. “É um programa que beneficia, sim, o empreendedor em busca de mão de obra. Mas nosso foco é criar oportunidades para quem está em busca delas, seja através do primeiro emprego ou da reinserção no mercado para quem trabalhou uma vida inteira com algo que talvez não gostasse”, informa o secretário. A partir do programa, jovens e adultos poderão conhecer o mercado de trabalho, identificar oportunidades de emprego e conhecer melhor a si mesmos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/08/2021 0 Comentários 521 Visualizações
Variedades

Papel da escola é essencial para que as meninas se interessem mais na área de exatas

Por Stephany Foscarini 20/07/2021
Por Stephany Foscarini

Boneca, casinha, escolinha. A lista de brincadeiras para as quais as meninas são estimuladas desde cedo é conhecida e costuma se repetir. Em geral, são atividades relacionadas ao cuidado consigo e com os outros, voltadas a um papel social que, por séculos, foi designado como única ocupação possível para o gênero feminino. Enquanto isso, os meninos recebem muito mais incentivos para se envolver em atividades que, no longo prazo, ajudam a desenvolver uma maior habilidade e interesse em números, programação e outras áreas ligadas às ciências exatas.

É como se houvesse padrões de carreira para meninas e outros para meninos. Mudar isso também cabe às escolas, elas têm a missão fundamental de trabalhar pela equidade de gênero”.

Para a oficial de Programas de Educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Mariana Braga, é preciso parar de reforçar os estereótipos de gênero que pregam que o homem e a mulher têm papéis distintos a cumprir. “É como se houvesse padrões de carreira para meninas e outros para meninos. Mudar isso também cabe às escolas, elas têm a missão fundamental de trabalhar pela equidade de gênero. É na escola que se começa a garantir o acesso das meninas a melhores condições no mercado de trabalho”, explica.

Confio muito na criatividade dos professores brasileiros para chamar os estudantes a uma reflexão profunda”.

De acordo com a especialista, isso pode ser modificado por meio da desconstrução dos papéis designados às meninas, com atividades simples que mostrem a importância da participação de todos – meninos e meninas – nos trabalhos domésticos, por exemplo. “Confio muito na criatividade dos professores brasileiros para chamar os estudantes a uma reflexão profunda. Assim, eles poderão entender que as meninas são capazes de entrar nas carreiras científicas, da mesma forma que os meninos podem encarar outras carreiras historicamente vistas como femininas”, afirma.

O caminho da experimentação

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), apenas 35% dos estudantes matriculados em carreiras de ciências, tecnologia, engenharias e matemática (STEM, na sigla em inglês) são mulheres. Quando se foca nas engenharias (produção, civil e industrial) e na tecnologia, o cenário é ainda pior: elas não chegam a 28% do volume total de estudantes. Isso se reflete também no universo corporativo. Apenas 13% das empresas têm CEOs mulheres no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pela consultoria Talenses e pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) em 2019.

Os instrumentos didáticos e pedagógicos usados durante a infância precisam ser desenvolvidos para despertar a curiosidade por questões ligadas à tecnologia e à ciência”.

A gerente de produto do Sistema de Ensino Aprende Brasil, que atende a mais de 200 municípios brasileiros, Damila Bonato, ressalta que os materiais didáticos e atividades propostas desde a Educação Infantil são fundamentais para estimular o interesse das meninas em áreas que, historicamente, foram vetadas a elas. “Os instrumentos didáticos e pedagógicos usados durante a infância precisam ser desenvolvidos para despertar a curiosidade por questões ligadas à tecnologia e à ciência. Atualmente há muitos recursos tecnológicos que podem ser aplicados desde cedo e que, combinados com uma equipe pedagógica preparada, permitem que as meninas se sintam encorajadas a se aprofundar nesses assuntos”, avalia.

Precisamos trazer mais atividades experimentais para a escola básica, desde os anos iniciais”.

Sônia Elisa Marchi Gonzatti é professora de física e coordenadora do projeto Meninas na Ciência, na Universidade do Vale do Taquari (Univates), no Rio Grande do Sul, além de integrar o grupo de pesquisa “Ciências Exatas, da Escola Básica ao Ensino Superior”. Para ela, o que falta no Brasil é apresentar as meninas às muitas possibilidades das ciências desde a Educação Básica. “Precisamos trazer mais atividades experimentais para a escola básica, desde os anos iniciais. O Brasil não tem tradição em ensino experimental e investigativo, que é importante para meninas e meninos”, destaca.

No entanto, como as meninas já são minoria em cursos de graduação em STEM, elas precisam de uma atenção pedagógica ainda mais cuidadosa. “Elas precisam se sentir incluídas nessas atividades. É normal que os meninos tomem a frente porque recebem mais brinquedos voltados à lógica, então é papel dos professores permitir que as meninas coloquem a mão na massa, treinem suas habilidades, mexam nos experimentos”, pontua. Colocá-las em uma posição de protagonismo e liderança em projetos científicos e de experimentação é fundamental, nesse sentido. Outra maneira de permitir que elas sonhem com carreiras em STEM é levar para encontros e palestras de mulheres cientistas que já se destacam em suas áreas de estudo e atuação.

No episódio nº 26 do podcast PodAprender, Mariana e Sônia falam sobre como a escola pode estimular meninas a atuar em áreas ligadas às ciências exatas e à tecnologia. Todos os episódios do PodAprender estão disponíveis no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil, nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2021 0 Comentários 534 Visualizações
Variedades

Vagas em TI superam crescimento de 2020 e aumentam 20% só no trimestre de 2021

Por Caren Souza 07/05/2021
Por Caren Souza

O Banco Nacional de Empregos – BNE realizou levantamento que aponta que as vagas de TI continuam em crescimento. Segundo o site de currículos, a área já vinha em crescimento há alguns anos, mas ganhou mais fôlego após a eclosão da pandemia. Na comparação de janeiro a setembro de 2019 com o mesmo período de 2020, a ampliação de oportunidades foi de 63%.

A tendência se mantém no início de 2021. No primeiro trimestre, o aumento foi de quase de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 3.958 vagas somadas no trimestre do ano passado e 4.735 oportunidades neste ano.

Para o CEO do BNE, Marcelo de Abreu, a propensão é que a área de TI continue em expansão. “Com a pandemia, muitas profissões foram afetadas negativamente. Porém, algumas ocupações tiveram grande crescimento de vagas, como é o caso da área de TI, que espelha a mudança comportamental do empreendedor e do consumidor após os efeitos da Covid-19 no país”, comenta.

Os números

Em janeiro de 2021, o número de vagas na área foi quase 110% em relação ao mesmo período do ano anterior: 1.603 oportunidades contra 766. Em março, foram 1.633 contra 1.609. “Em março do ano passado, com o início da pandemia do Brasil, já se registrava aumento de vagas para os profissionais de TI”, explica Abreu. Além do aumento de vagas deste setor, as áreas de saúde, logística e construção civil também foram na contramão da crise.

“Devido aos esforços no combate à pandemia, houve crescimento de oportunidades para os profissionais na área da saúde. Além disso, os consumidores passaram a utilizar muito mais os serviços de delivery, internet e e-commerce, ou seja, áreas diretamente ligadas à tecnologia e à logística. Já o setor de construção civil cresceu por conta da compra da casa própria facilitada, pois houve redução dos juros e a criação de linhas de financiamento nos bancos”, finaliza Abreu.

BNE – Banco Nacional de Empregos

Há mais de 20 anos no mercado, o BNE é um dos sites de currículos mais importantes do Brasil. O principal objetivo é facilitar a interligação entre o empregador e empregado no mercado de trabalho de maneira rápida e eficiente. O BNE conta com mais de 135 mil empresas cadastradas, que buscam currículos diariamente e oferecem diversas novas oportunidades de trabalho todos os dias. Saiba mais em: http://www.bne.com.br/

Fonte: Assessoria
07/05/2021 0 Comentários 965 Visualizações
Business

Presença feminina em direções contribui para a lucratividade das empresas

Por Caren Souza 29/03/2021
Por Caren Souza

O mês da mulher reacende muitas reflexões sobre o mercado de trabalho no Brasil. O cenário da pandemia trouxe ainda mais indagações sobre as diferenças de oportunidade nos ambientes corporativos. Conforme a Pnad Contínua, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8,5 milhões de mulheres precisaram abandonar seus empregos no terceiro trimestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados mostram que a taxa de participação na força de trabalho ficou em 45,8%, registrando uma queda de 14% em relação a 2019.

Mesmo acostumada com o trabalho remoto, o momento foi desafiador.

Para a Economista da Universidade Federal da Bahia, Diana Gonzaga, “além das questões que afetam todos os grupos, como perda de renda e emprego, cai sobe elas grande parte dos cuidados com filhos e casa”. Assim, mesmo com um cenário desafiador para as mulheres brasileiras, é de se comemorar quando é possível encontrar casos de superação e de caminhada no sentido contrário às estatísticas.

Na liderança da Engaje!Comunicação no Rio Grande do Sul, Cíntia Miguel Kaefer, mãe de duas meninas, de 2 e 9 anos, afirma que o ano de 2020 foi de reinvenção. Além de liderar processos com os clientes de uma forma diferente, com mais agendas e reuniões de planejamento, foi preciso reorganizar o espaço da casa, uma vez que a família toda ingressou no home office e no homeschooling. “Mesmo acostumada com o trabalho remoto, o momento foi desafiador, servindo para organizar minuciosamente as demandas de trabalho e também os momentos de desligar de tudo e dar atenção total às crianças”.

Essa realidade tem relação direta com o relatório da Organização Internacional, do Trabalho (OIT), da ONU – realizado em 70 países, que demonstra as características femininas que impactam diretamente no mundo dos negócios, mesmo em cenários adversos. O levantamento mostra que a presença feminina em direções é um dos fatores que contribuem para o desempenho e lucratividade. Os dados apontam que as mulheres são mais empáticas e flexíveis, bem como, mais persuasivas e dispostas a assumir riscos.

No contexto afrontado pela pandemia há praticamente um ano, as pessoas tiveram que se adaptar ao novo contexto e pensar novas formas de fazer a gestão dos negócios. “A comunicação recuperou um espaço estratégico nas organizações, que precisaram falar com os seus funcionários, com a imprensa e com a sociedade de uma forma mais objetiva e transparente. E isso possibilitou a manutenção dos nossos negócios e até um crescimento no atendimento no segundo semestre do ano”, enfatiza a diretora da agência no Rio Grande do Sul.

É possível perceber que o Brasil está em caminhada quanto à igualdade de oportunidades no trabalho. Dados da Organização Internacional do Trabalho mostram que enquanto a Jordânia lidera o ranking com 62% dos cargos de chefia preenchidos por mulheres, o Brasil aparece na 25ª posição, com 39,4% de mulheres em cargos de chefia. Na área de comunicação corporativa, também existem dados que reforçam esse processo. Segundo a pesquisa “Perfil da Liderança em Comunicação no Brasil”, divulgada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), as mulheres ocupam 69% dos cargos de liderança na comunicação corporativa no Brasil e representam 45% do total de cargos de direção ou vice-presidência nas empresas onde trabalham.

Na Engaje! Comunicação, há mais mulheres na liderança dos processos atualmente e isso possibilita a abertura para esses espaços de reflexões, pois a agência precisa acompanhar os diálogos sobre as temáticas que acompanham seus clientes e a sociedade. Segundo Cíntia, é preciso avançar, o mercado de trabalho precisa acolher e possibilitar que as mulheres voltem aos espaços deixados na pandemia, como forma de persistir no processo de desenvolvimento das carreiras femininas. Este retorno precisa ocorrer sem que o sentimento de culpa e a falsa ideia de “precisar dar conta de tudo” impliquem no cotidiano profissional. A sociedade evolui a cada dia e as questões de gênero, de divisão de tarefas e de respeito às opções pessoais precisa evoluir no mesmo sentido, enfatiza.

Fonte: Assessoria
29/03/2021 0 Comentários 524 Visualizações
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