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mercado de trabalho

Business

Indústria calçadista criou 7,7 mil vagas de emprego no primeiro quadrimestre

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista gerou 7,7 mil postos de trabalho durante o primeiro quadrimestre de 2024 de acordo com dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). 1,13 mil vagas foram criadas em abril. Com o resultado, o setor encerrou os quatro primeiros meses empregando diretamente 288,28 mil pessoas, número que representa 4,9% de redução em relação ao registro de abril de 2023.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que existe uma retomada em curso, principalmente em função da melhora das vendas no mercado doméstico. “Devemos encerrar o ano com crescimento entre 2,2% e 3,8% no consumo interno de calçados. Com isso, a atividade deve registrar incremento produtivo entre 0,9% e 2,2% em 2024. Tivemos bons resultados na feira BFShow, no final de maio, e estamos otimistas para as vendas na segunda parte do ano”, ressalta Ferreira.

De acordo com o dirigente, embora não tenha sido com a taxação esperada pelo setor, a retomada do imposto de importação para remessas de até US$ 50 do e-commerce internacional, em 20%, deve ajudar na produção nacional, refletindo também no nível de emprego. “Também temos a manutenção da desoneração da folha de pagamentos para 2024, o que foi uma conquista importante”, acrescenta o executivo.

Estados

De acordo com os dados, o maior empregador do setor calçadista no Brasil continua sendo o Rio Grande do Sul, que tem cerca de um terço da mão de obra da atividade no país. Nos primeiros quatro meses do ano, a indústria gaúcha de calçados gerou mais de 3 mil novos postos de trabalho, encerrando o período com 87,3 mil empregos diretos na atividade, o que representa 3,5% a menos do que no mesmo período do ano passado.

O segundo estado que mais emprega no setor também segue sendo o Ceará. Entre janeiro e abril, as fábricas cearenses de calçados perderam 434 postos, encerrando o mês quatro com 64,72 mil empregos diretos na atividade, 3,4% menos do que no mesmo período do ano passado.

O terceiro maior empregador da atividade no Brasil foi a Bahia, que nos primeiros quatro meses do ano perdeu 117 postos no setor. Com o resultado, as fábricas baianas encerraram abril com 39,62 mil empregos diretos, 9,1% menos do que no mesmo mês de 2023.

Com a criação de 2,82 mil empregos nos quatro primeiros meses do ano, São Paulo encerrou o período com 32,63 mil postos de trabalho na atividade, 5,2% menos do que no intervalo correspondente de 2023.

Rio Grande do Sul

Embora os resultados sejam positivos, Ferreira alerta que o mês de maio foi de “instabilidade” para a indústria gaúcha, que responde por 24% da produção nacional do setor. Durante todo o mês, o setor foi atingido pelas enchentes que assolaram o estado. Segundo o executivo, para mitigar o problema, a entidade está solicitando para que sejam liberados o quanto antes os créditos para as empresas atingidas, visando honrar seus compromissos com folha de pagamentos e fornecedores.

Os dados completos do estudo da Abicalçados podem ser conferidos no link.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 332 Visualizações
Projetos especiais

Exatus promove curso sobre novas regras de contratação

Por Jonathan da Silva 11/06/2024
Por Jonathan da Silva

Um curso sobre as novas regras de contratação para o mercado de trabalho será promovido pela Exatus Contabilidade. O treinamento de atualização e prática trabalhista é estruturado em cinco módulos, dos quais o primeiro acontece nos dias 19 e 26 de junho, das 17h às 20h, no Auditório da Exatus, localizado na Av. Brasil, 900, em Estância Velha. O instrutor do curso será o especialista em direto e processo do trabalho Dr. Pedro Demétrio Júnior e a mediação será do diretor da Exatus, Gilberto Müller.

O mercado de trabalho moderno tem passado por constantes mudanças, desencadeando a inovação em Recursos Humanos (RH) e estabelecendo novas tendências de contratação. A flexibilidade tornou-se muito presente no contexto atual, especialmente após as alterações legislativas que modificaram significativamente as relações de trabalho no Brasil. Essas mudanças refletem a busca por arranjos empregatícios mais alinhados às necessidades econômicas e sociais contemporâneas e apontam para a concepção de um ambiente laboral voltado para a eficácia e a adaptabilidade.

Dr. Pedro Demétrio Júnior

O curso conduzido pelo Dr. Pedro Demétrio Júnior objetiva corrigir ou aprimorar procedimentos internos, evitar passivos trabalhistas e autuações da malha fiscal trabalhista e tributária, além de atualizar o conhecimento e obter domínio das normas trabalhistas aplicadas ao dia a dia, de forma teórica e prática. “O mercado de trabalho sofreu mudanças substanciais, mas ainda existem preocupações quanto ao equilíbrio entre contratação flexível e manutenção dos direitos do trabalhador”, explica o especialista.

Temas abordados no primeiro módulo

  • Formas de contratação;
  • Formas de contrato;
  • Garantia de emprego;
  • Aditivo e adendo contratual;
  • Documentos especiais;
  • Admissões obrigatórias e documentos necessários para a admissão (com ênfase na LGPD).

As vagas para o curso são limitadas e as inscrições para o primeiro módulo custam R$ 150 (clientes da Exatus) e R$ 190 (não-clientes). No caso de duas ou mais pessoas inscritas por empresa, há desconto de 10%. As inscrições e a obtenção de mais informações podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 99878-0143.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/06/2024 0 Comentários 473 Visualizações
Projetos especiais

A inserção da mulher negra no mercado de trabalho é tema de debate

Por Marina Klein Telles 20/11/2023
Por Marina Klein Telles

Um momento para refletir sobre a inserção da mulher negra no mercado de trabalho. Esta foi a temática do Seminário Vozes e Vivências, que ocorreu na manhã desta segunda-feira, 20, dentro da programação da Semana de Combate à Violência contra a Mulher.

Promovido pela Coordenadoria Municipal da Mulher, em parceria com o Escritório de Defesa dos Direitos da Mulher, dos conselhos municipais de Promoção da Igualdade Racial, e dos Direitos da Mulher, e do Movimento da Mulher Negra de Santa Cruz, no encontro foram socializados relatos sobre trajetórias de vida e de conquistas de espaços.

Graduada em administração, e atuando na área de tecnologia, a santa-cruzense Luana Hirsch, de 26 anos, falou de sua caminhada de formação e de busca de uma vaga no mercado de trabalho. “Passei por situações de rejeição por causa da minha cor de pele, nem por isso desisti. Foi difícil, mas superei e hoje atuo há um ano em uma empresa, além de continuar estudando e fazendo pós-graduação”, disse. Ela defendeu ainda que as empresas deveriam promover políticas afirmativas formalizadas, para que não fiquem só no discurso descomprometido.

A secretária de Desenvolvimento Social, Roberta Pereira, prestigiou a primeira ação da semana. “Quero parabenizar todas as mulheres envolvidas neste processo de busca de espaços na sociedade. Hoje é o Dia da Consciência Negra, e é muito oportuno que devemos debater e promover ações afirmativas, mostrando cases de sucesso, para que a mulher negra se sinta empoderada para também ocupar espaços de poder”, disse.

A Semana de Combate á Violência contra a Mulher terá sequência nesta terça-feira, 21, com uma palestra sobre atendimento pré-hospitalar para mulheres vítimas de violência doméstica.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
20/11/2023 0 Comentários 840 Visualizações
Projetos especiais

Parceria entre Prefeitura de Santa Cruz e Instituto Ana Hickmann forma primeira turma

Por Marina Klein Telles 01/11/2023
Por Marina Klein Telles

O sonho de alcançar a autonomia financeira pela ascensão no mercado de trabalho está cada vez mais próximo das meninas que receberam o título de manicure e pedicure profissional na tarde da terça-feira, 31. A formatura aconteceu no Instituto Ana Hickmann – escola onde as alunas receberam a formação de cinco meses custeada pela Prefeitura.

Com o certificado em mãos – que é requisito para atuar legalmente na atividade -, as nove alunas que concluíram a formação estão aptas a prestar serviços em estabelecimentos de estética, como também a abrir o próprio negócio. “Uma profissão que requer cuidado, comprometimento e competência, capaz de levantar a autoestima das clientes por meio das cores e oportunizar, a nós, a tão desejada independência financeira”, disse a formanda Cíntia Luiza de Moura Funk, emocionada em um pronunciamento feito em nome da turma durante a cerimônia. “Só temos a agradecer por termos recebido gratuitamente um curso que teríamos dificuldade de outra forma”, frisou a colega Carmen Letícia Rodrigues.

A formatura representa, para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social – responsável pela iniciativa -, o cumprimento de uma de suas principais metas: facilitar a inserção profissional dos jovens cidadãos santa-cruzenses. “É com muito orgulho que formamos esta turma dentro do que a prefeita Helena Hermany nos transmite enquanto diretriz do desenvolvimento social, que é oportunizar a qualificação profissional abrindo portas para novas oportunidades”, destacou a titular da pasta, Roberta Pereira.

É a primeira vez que uma parceria deste tipo é firmada entre a Prefeitura e o Instituto Ana Hickmann. “Estamos muito felizes com o projeto, porque o aproveitamento delas foi muito bom, bem dedicadas, e muitas já conseguiram vaga no mercado de trabalho”, relatou a diretora franqueada do Instituto, Jaqueline Fernanda Winck. A expectativa é de que a parceria seja renovada para novos cursos no ano que vem. Interessados podem entrar em contato com a Secretaria de Desenvolvimento Social ou seu Cras de referência.

O curso, que começou em maio, teve duração de 64 horas e concedeu às participantes certificação com validade nacional. Foram 12 vagas abertas a pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), que se matricularam por intermédio dos Centros de Referência em Assistência Social (Cras).

Foto: Jaime Fredrich/divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2023 0 Comentários 422 Visualizações
Projetos especiais

Programa Jovem Aprendiz do Senac-RS promove mudança na vida de novos talentos

Por Marcel Vogt 26/09/2023
Por Marcel Vogt

A Lei da Aprendizagem estabelece que empresas que tenham pelo menos sete empregados são obrigadas a contratar jovens aprendizes, sendo a quantidade variando de 5% a 15%, conforme o número de empregados cujas funções demandem formação profissional. Visando a formação de talentos para o mercado de trabalho, o Senac-RS oferece o Programa Jovem Aprendiz. Para quem tem dúvidas sobre a oportunidade, o Orientador de Educação Profissional do Senac Comunidade, Márcio da Silva Oliveira esclarece alguns pontos

O que é necessário para se inscrever?

Ter entre 14 e 24 anos incompletos (sem limite de idade para pessoa com deficiência), estar matriculado e frequentando a educação básica (ensino fundamental ou médio) ou já ter concluído o Ensino Médio, ter disponibilidade para trabalhar 4 horas no turno manhã ou tarde e disponibilidade de 10 a 20 meses para poder concluir todo o programa de aprendizagem do Senac Comunidade.

Importância do Programa

De acordo com o orientador, o programa tem uma contribuição bem significativa na vida dos jovens, pois, ao realizar as práticas nas empresas, bem como frequência nas aulas teóricas com atividades vivenciais e com desenvolvimento totalmente autônomo, cria uma visão de mundo crítica, criativa, inovadora e autêntica para ingressar no mercado de trabalho.

O início de Dean

Dandara Escobar Alves, mais conhecida como Dean, tem 18 anos, é natural de Porto Alegre e realiza o curso de Vendas do Programa Jovem Aprendiz do Senac há 6 meses. A aluna destaca quando recebeu a notícia de entrar no Senac e começou no mercado de trabalho. “Foi ótimo para mim, poder ter minhas coisas, ver que eu batalhei para aquilo e que todo mundo é capaz, porque eu me sentia inútil só estudando”, comenta.

Para a aluna, o Jovem Aprendiz é muito importante, pois antigamente, quando não existia, o acesso ao mercado de trabalho para os jovens era mais complicado. “Hoje o aluno consegue seguir seu caminho, indo direto à evolução de degrau a degrau, com os orientadores que ajudam, com o apoio de todos da escola. Aprende, tira dúvidas quando quiser, é uma coisa mais flexível. Dessa forma, é possível consegue desbloquear alguns cadeados no peito que tem a cada degrau da evolução, uma sensação ótima”, ressalta.

A mudança na vida de João

João Manoel Canedo tem 20 anos, é natural de Canoas e realiza o curso Técnico em Administração através do Programa Nova Geração do Caldeira há 6 meses. O canoense conta que, antes do Senac, estava sem rumo, sem uma carreira em mente, querendo encontrar qualquer trabalho e não querendo mais estudar. “Mudou o meu jeito de enxergar as coisas, já sei qual faculdade quero fazer e tenho uma carreira em mente. Planejo cursar psicologia após o término. Fui guiado para uma área que eu adoro”, afirma.

Atualmente, João trabalha na empresa Buffon e atribui a responsabilidade ao Senac por estar inserido no mundo profissional. “Antes, não tinha muita experiência. Hoje, estou na área administrativa. Provavelmente não estaria se não fosse o Senac. Aconselho a todo jovem para fazer parte do jovem aprendiz, pois pode ajudá-lo assim como me ajudou”, recomenda.

Como fazer para se inscrever?   

O jovem interessado precisa candidatar-se às vagas de aprendizagem encaminhando o seu currículo para empresas contribuintes para que ocorra o processo seletivo, sendo aprovado e encaminhado ao Senac para realizar sua matrícula. Para participar, basta acessar o link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2023 0 Comentários 551 Visualizações
Ensino

Parceria com o Senai leva formação sobre o mundo do trabalho às escolas

Por Marcel Vogt 15/08/2023
Por Marcel Vogt

Neste mês, escolas da rede municipal de Montenegro recebem, com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), encontros de formação para tratar do mundo do trabalho. Nesta primeira ação, três instituições participam da iniciativa. São elas, José Pedro Steigleder, Cinco de Maio e Lena Rozi da Rocha Pithan.

Os encontros de formação acontecem com alunos dos nonos anos, que estão mais próximos do ingresso no mercado de trabalho. As reuniões visam discutir e oferecer informações aos alunos sobre diferentes temas: impactos das redes sociais no perfil profissional, o mundo do trabalho e suas diversidades, elaboração de currículos, entre outros. Segundo a secretária municipal de Educação, Ciglia da Silveira, a proposta está sendo bem vista pelas escolas, pois favorece a organização de projetos de vida para os seus alunos. “É uma parceria que ajuda os alunos a terem uma noção do mundo do trabalho, que já está logo ali para eles”, enfatiza.

O Senai já é um grande parceiro da Prefeitura em vários projetos, como os cursos gratuitos da Secretaria Municipal de Habitação, Desenvolvimento Social e Cidadania (SMHAD), entre outros. Segundo Ciglia, é um apoio que tem trazido vários benefícios para a qualificação do mundo do trabalho em Montenegro. “É importante trabalhar com alunos dessa faixa etária para que cheguem mais preparados ao mercado”, ressalta a titular da pasta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2023 0 Comentários 510 Visualizações
Ensino

Voluntários compartilham experiências profissionais com alunos de escolas

Por Marina Klein Telles 18/07/2023
Por Marina Klein Telles

Aproximadamente 900 estudantes, de 15 escolas públicas e uma particular de Dois Irmãos, Estância Velha, Ivoti e Novo Hamburgo, tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre futuro profissional, mercado de trabalho e empreendedorismo com voluntários da ACI, nos últimos três meses.

Os resultados do Projeto ACI Talks foram divulgados na segunda-feira, 17, pela entidade. Com o apoio das secretarias de educação dos quatro municípios, a atividade consiste em bate-papo de uma hora e 40 minutos entre profissionais de diversas áreas e estudantes do 8º e do 9º ano, sem qualquer custo aos cofres públicos.

O objetivo é esclarecer dúvidas dos estudantes, orientá-los em suas escolhas e proporcionar-lhes segurança numa fase em que a preocupação com o futuro profissional começa a surgir. “A experiência tem sido marcante para os nossos 48 voluntários, e os relatos nos indicam que, sim, estamos auxiliando os estudantes com informações que permitem olhar com mais clareza para o futuro”, explica a vice-presidente de Educação e Cultura da ACI, Cristine Schneider da Rocha.

Segundo semestre

As atividades serão retomadas dia 8 de agosto, no VII Encontro com as profissões, no Instituto Ivoti. No dia 15, um evento vai reunir, na ACI, diretores de escolas da região e três profissionais que tiveram a sua educação básica em escolas públicas apresentam suas trajetórias aos participantes: Ângelo Rheinheimer, curador da Fundação Scheffel; Rogério Schmökel, diretor das Organizações Contábeis Schmökel, de Campo Bom, e Rosane Machado, diretor da Roma BC Consultoria, de Novo Hamburgo.

No dia 23, voluntários participarão, como palestrantes, da 8ª Semana de Ciência e Tecnologia de Campo Bom, que vai reunir 700 alunos. No mesmo dia, o ACI Talks será desenvolvido na Escola Estadual de Educação Básica Prof. Mathias Schütz, em Ivoti, durante o Encontro com o Futuro.

Em todos os meses, escolas públicas municipais e estaduais e particulares podem receber os voluntários da ACI. Interessadas devem encaminhar solicitação para o e-mail lilian@acinh.com.br

Escolas participantes
Dois Irmãos – EMEF Prof. Paulo Arandt, EMEF Albano Hansen, EMEF Felippe Alfredo Wendling, EMEF Prof. Arno Nienow, EMEF Carlos Rausch, EMEF Prof. Matheus Grimm, EMEF 29 de Setembro, EMEF Primavera e Colégio Imaculada Conceição
Ivoti – EMEF 19 de Outubro
Novo Hamburgo – EEEF João Ribeiro
Estância Velha – Escola Estadual Humberto de Campos, EMEF Walter Jacob Bauermann e EMEF Otávio Rocha

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2023 0 Comentários 641 Visualizações
Ensino

Bibi forma mais de 500 jovens para o mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 09/06/2023
Por Marina Klein Telles

Desde agosto de 2010, a Calçados Bibi realiza um projeto social chamado “Fábrica de Talentos” que, em parceria com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), qualifica profissionalmente jovens com idade entre 16 e 21 anos. O programa é realizado nas fábricas da marca pioneira em calçados infantis em Parobé, no Rio Grande do Sul e Cruz das Almas, na Bahia.

Realizado anualmente, ao longo do projeto os jovens são capacitados para o mercado de trabalho, por meio de aprendizados que englobam o planejamento familiar e financeiro, a integração com a cultura da empresa, a ética profissional, assim como uma visão das áreas administrativas, o ofício de desenvolvimento e a produção de calçados. Muitos desses novos talentos são recrutados e passam a integrar o time da Bibi ao fim do curso. Em 2022, por exemplo, 70% dos jovens que participaram da iniciativa foram efetivados para atuar na Calçados Bibi, que já formou mais de 500 alunos para o mercado de trabalho ao longo dos anos.

Antes de ingressar no projeto, os candidatos são avaliados por meio de uma série de atividades em grupo e individuais. Para fazer parte desta iniciativa, os aprendizes devem estar estudando ou ter o Ensino Médio completo. Geralmente são 24 jovens aprovados no Sul e 30 na Bahia, com aulas ministradas para as duas turmas que se dividem nos períodos da manhã e da tarde.

Além da qualificação profissional ser totalmente gratuita, os jovens estudantes são integrados ao quadro de colaboradores logo no início, tem carteira assinada e recebem remuneração durante o período de aprendizado. O curso proporciona ainda uma verdadeira vivência do dia a dia de uma indústria, pois tanto as aulas teóricas como as práticas ocorrem em um ambiente totalmente preparado dentro das fábricas da Bibi.

A presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch, explica que um dos objetivos da Fábrica de Talentos é capacitar jovens para o mercado de trabalho. “Na Bibi podemos ensiná-los em diferentes setores da linha de produção, como corte, costura e montagem do calçado, além de expertises nas áreas administrativas, como Varejo. Posso garantir que profissionalizar esses adolescentes e prepará-los para o mercado de trabalho é uma forma de afirmar o nosso compromisso com a comunidade. Em média, 80% dos estudantes continuam trabalhando na Bibi depois da formatura. Isso é um sinal de que investir em novos talentos traz resultados não só para a empresa, mas também para toda a comunidade”, revela .

Para Jonas Silva, o projeto promoveu uma transformação em sua vida. “A Fábrica de Talentos da Bibi foi minha porta de entrada para o mercado de trabalho, pois dei os primeiros passos e foi onde construí minha base profissional. O projeto me proporcionou experiências e aprendizados que trago comigo e que me tornaram o profissional que sou hoje. Agradeço a Bibi por esta iniciativa que faz o bem para a comunidade e ajuda jovens como eu a encontrarem seu lugar no mundo, na vida e no mercado de trabalho”, comemora.

Seguindo o propósito da marca, um passinho por vez, a empresa que está há mais de 70 anos no setor também se orgulha por suas atitudes junto ao meio ambiente, ao mercado brasileiro e à sociedade, levando em conta quesitos como gasto de energia, nível de poluição, descarte de resíduos, além da relação com funcionários e a comunidade. Vários movimentos da Bibi expressam a importância da empresa no cenário nacional de calçado infantil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2023 0 Comentários 646 Visualizações
Cidades

Fórum debate inclusão de deficientes no mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 26/05/2023
Por Marina Klein Telles

Derrubar barreiras para possibilitar o ingresso de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e assegurar a sua permanência. Esse foi o mote do 1º Fórum Municipal de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência de Santa Cruz do Sul, que reuniu na manhã de quinta-feira (25), na Câmara de Vereadores, representantes de entidades assistenciais do município, alunos e professores de escolas públicas, conselhos municipais, órgãos governamentais, empresas, vereadores, imprensa e comunidade.

Idealizado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Compede) e realizado através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, em parceria com o Sine/FGTAS RS, o fórum foi criado para sensibilizar a classe empresarial. O objetivo é incentivar as empresas para que abram suas portas a pessoas com deficiência, dando a elas chances reais para desenvolverem suas potencialidades.

Na cerimônia de abertura, o diretor do Departamento de Diversidade e Inclusão da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Inclusão, Moisés Bauer, militante e ativista na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, reconheceu a importância do debate. “O mais moderno conceito de deficiência está na Constituição Federal que diz que a deficiência não está apenas nas pessoas, mas está na sociedade, nos ambientes e nos serviços que muitas vezes nos apresentam barreiras que impedem a nossa plena participação. O debate hoje está voltado muito mais para olharmos para essas barreiras do que para as limitações de visão, audição, mobilidade”, observou.

Bauer, que é totalmente cego e teve a mão esquerda amputada, disse que é comum a preocupação com os obstáculos arquitetônicos, mas que há muitos outros a serem superados, como o da comunicação, da tecnologia, mas principalmente os atitudinais, que considera os mais difíceis de serem superados. “Para eliminarmos as barreiras atitudinais temos que combater o capacitismo que está para a pessoa com deficiência assim como o racismo está para os negros”, definiu.

Já o diretor-presidente da Fundação Gaúcha do Trabalho (FGTAS), José Scorsatto, afirmou que inclusão é palavra de ordem dentro da fundação e que a instituição vem executando um trabalho forte de aproximação com os gestores públicos e as empresas, no sentido de que as ações vão além do mero cumprimento da lei. “É uma mudança de mentalidade, é um processo lento, mas estamos tentando acelerar. Temos um trabalho muito forte dentro das empresas para que elas atendam a lei, deem oportunidades para as pessoas com deficiência, mas também para que deem a elas condições dignas de trabalho e outras garantias”.

Em sua manifestação a prefeita Helena Hermany apresentou um outro olhar sobre a questão. “Todas as pessoas têm deficiências, algumas visíveis, outras invisíveis. O que precisamos é colocar as pessoas nos lugares certos, onde possam expressar suas potencialidades, desenvolver suas habilidades. Quando a gente quer a gente promove a inclusão”, disse. Ela mencionou ainda criação do Selo Empresa Inclusiva para incentivar a classe empresarial a contratar pessoas com deficiência.

Após a abertura oficial, o fórum teve sequência com a palestra do auxiliar administrativo da FGTAS, Gilberto Pinto da Silva. Ele que é também tradutor em Libras e trabalha com foco na acessibilidade, contou que passou a entender as agruras de quem vive as barreiras impostas a quem tem algum tipo de deficiência, a partir da própria deficiência, que lhe reduziu a mobilidade.

Durante toda a manhã sua explanação foi direcionada aos profissionais que atuam no setor de RH das empresas. Ele foi enfático ao dizer que a sociedade são todas as pessoas e que o que falta agora, além de um olhar diferenciado para com quem tem alguma deficiência, é uma mudança de atitudes. “Não é mais olhar diferente, agora é olhar e agir diferente”, afirmou taxativo. Para ele acessibilidade e inclusão se resumem numa máxima: “Pela porta onde passa uma pessoa, passam todas”.

Para a presidente do Compede, Francine da Silva, o saldo do evento pode ser considerado altamente positivo. “Tivemos um número alto de inscrições, uma adesão acima do esperado, o que nos deixa muito felizes e nos permite pensar já em uma segunda edição, quem sabe com oficinas e oportunizando mais espaço para que as pessoas com deficiência possam se manifestar mais e esclarecer dúvidas”, disse ela.

Francine destacou ainda a participação de diversas empresas no evento, que aproveitaram a oportunidade para ofertar vagas de trabalho. Receberam currículos e fizeram contatos com candidatos as empresas UTC, Mor, Panvel Excelsior, Nevoeiro e Gam.

Com o apoio da família, o que é deficiência se torna desafio

O 1º Fórum Municipal de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência, ao mesmo tempo em procurou despertar o empresariado para promover a inclusão através da oferta de vagas e de condições de trabalho, buscou também suscitar nas pessoas com deficiência o estímulo para que elas rompam barreiras, ingressem no mercado de trabalho e continuem se capacitando. Com apenas 16 anos, Dienifer Vitória da Cruz Schuck já é um exemplo de determinação e com o incentivo dos pais mostra que não está disposta a desistir diante de qualquer empecilho.

Dienifer é deficiente visual, fruto de uma gestação que precisou ser interrompida aos seis meses, quando a mãe teve pré-eclâmpsia. A menina nasceu com glaucoma, pesando apenas 600 gramas e precisou ficar internada durante três meses e 20 dias na UTI Neonatal. Após nove cirurgias – uma delas para a implantação de três válvulas no olho sem resultados – a adolescente perdeu totalmente a visão do olho direito e ficou com apenas 20 por cento no olho direito, porém com o recurso de uma lente tem esse percentual ampliado.

Como qualquer criança com deficiência, na escola passou por situações de vergonha, tristeza e constrangimento. “Quando comecei na escola eu ouvia os comentários e isso me fazia muito mal, eu ficava com raiva. Foi bem complicado, mas com o tempo foi passando e hoje sou grata aos meus pais que me deram força e me ajudaram a enfrentar”, contou.

Estudante da Escola Santa Cruz, única da rede estadual no município a oferecer uma sala com recursos para deficientes visuais no contraturno, ela seguiu em frente e aprendeu a lidar com as dificuldades. Hoje, cursando o segundo ano do ensino médio, ela tem planos de ir adiante. Agora seu próximo passo é ingressar no mercado de trabalho e garantir um lugar ao sol, como qualquer cidadão. “Espero muito conseguir um emprego, esse é meu objetivo”, disse. Sobre o fórum, acredita que é um importante passo para a transformação de mentalidade. “Espero que as coisas mudem porque o modo como somos tratados faz toda a diferença. Somos todos iguais”.

Orgulhoso, o pai, Edson Daniel, é só incentivo. “Ela não perdeu um ano na escola, mesmo com toda a dificuldade ela vai, ela se puxa, ela gosta, ela quer. E hoje ela quis muito estar aqui, quer ser útil, se inscrever e começar a trabalhar. E como família a gente tem que incentivar, dar aquele empurrãozinho”.

 Foto: Isadora Oliveira/divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2023 0 Comentários 552 Visualizações
Business

Jovens no mercado de trabalho: dificuldades e oportunidades

Por Marina Klein Telles 16/05/2023
Por Marina Klein Telles

Atualmente, os jovens enfrentam muitos desafios no mercado de trabalho, incluindo a falta de experiência, de contatos e habilidades necessárias para se destacar em um campo altamente competitivo. No entanto, há muitas oportunidades disponíveis para aqueles que estão dispostos a se esforçar e aprender com mentores experientes.

Para André Minucci, mentor de empresários, uma das principais dicas para os jovens é estar aberto a diferentes oportunidades e estar disposto a trabalhar duro para alcançar seus objetivos profissionais. “É importante lembrar que as habilidades e experiências que você adquire em um emprego podem ser transferíveis para outras áreas e úteis em sua carreira futura”, diz.

Ele recomenda que os jovens considerem a cultura da empresa e os valores antes de aceitar um emprego. “É necessário trabalhar em um ambiente onde você se sinta confortável e onde possa se desenvolver como profissional”. Além disso, o especialista incentiva os jovens a buscarem oportunidades de networking e conhecimento, como: começar um treinamento de comunicação e se conectar com outras pessoas em sua área de interesse.

De acordo com dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos é quase o dobro da média nacional. No entanto, há sinais positivos, com a geração de empregos para jovens aumentando no último ano.

Desafios para os jovens

Os jovens enfrentam dificuldades no mercado de trabalho, desde a falta de experiência até a concorrência acirrada em busca de empregos. Algumas das principais incluem:

Falta de experiência: muitos jovens não têm experiência de trabalho anterior e, portanto, têm dificuldades em demonstrar suas habilidades e conhecimentos para os empregadores.

Falta de conhecimento: alguns não possuem as habilidades e conhecimentos necessários para desempenhar determinados trabalhos, o que pode dificultar sua contratação e progressão na carreira.

Concorrência acirrada: muitos disputam as mesmas vagas de emprego, o que aumenta a concorrência e torna mais difícil a contratação.

Baixos salários: Alguns empregos disponíveis para jovens oferecem baixos salários, o que pode tornar difícil manter-se financeiramente independentes.

Falta de crescimento: Trabalho que não oferecem oportunidades de crescimento ou progressão na carreira, o que pode desestimular os jovens a permanecerem em seus empregos.

Essas são algumas das principais dificuldades que os jovens enfrentam no mercado de trabalho, mas para Minucci, é importante ressaltar que com esforço, dedicação e investimento, muitos jovens conseguem superar essas dificuldades e alcançar sucesso profissional.

Investindo em áreas com alta demanda de mercado

De acordo com o mentor, o jovem deve aproveitar as oportunidades disponíveis, investir sua educação em áreas que estejam em alta demanda no mercado de trabalho. “Aprender novas habilidades, como programação, edição, marketing digital e gerenciamento de projetos, pode abrir portas para novas oportunidades e ajudá-lo a se destacar em sua carreira”.

Em resumo é preciso estar aberto a diferentes oportunidades, trabalhar para adquirir habilidades e se conectar com mentores experientes em sua área de interesse. “Com esforço e dedicação, é possível alcançar o sucesso profissional e encontrar uma carreira gratificante e de longo prazo”, finaliza André.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2023 0 Comentários 819 Visualizações
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