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MEI

Business

Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600

Por Gabrielle Pacheco 31/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Foi aprovada pelo Senado Federal nesta segunda-feira, 30, a proposta de auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda durante a pandemia do novo coronavírus. A medida deve dar fôlego a milhares de Microempreendedores Individuais e será destinado a cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas na condição de trabalhadores informais, MEI ou contribuintes da Previdência Social. O texto segue agora para sanção presidencial, mas o início dos pagamentos dependerá de regulamentação do Poder Executivo.

Os líderes do Senado concordaram em não fazer alterações que mudassem o mérito do projeto aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados para não adiar o pagamento dos R$ 600. Se sofresse mudanças, a proposta teria de ser analisada de novo pelos deputados federais. A medida aprovada pelos senadores deve durar, em princípio, três meses, mas poderá ser prorrogada. O valor poderá ser acumulado por até dois membros de uma mesma família, chegando a R$ 1.200. 

Para abranger mais categorias e pessoas como aptas a receber o benefício, o Senado deve elaborar um novo projeto com base em sugestões apresentadas e não contempladas para que o texto aprovado hoje já fosse à sanção presidencial. Deverão ser incluídos nessa nova proposta, por exemplo, taxistas, pescadores artesanais, mães menores de idade, indígenas, caminhoneiros e músicos.

“Mais do que positivo, este esforço do Legislativo é fundamental para que milhares de informais e MEI atravessem o período de crise. Estamos orientando e dando dicas de gestão para se reinventarem neste período de isolamento social, mas é preciso reforçar o caixa para garantir a sobrevivência destes negócios”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Critérios para o benefício

O projeto estabelece que, no período de três meses, o auxílio poderá ser concedido ao trabalhador maior de 18 anos, que não tenha emprego formal e cuja renda familiar mensal seja de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou de até meio salário mínimo (R$ 522,50) por pessoa. A pessoa também não pode receber aposentadoria, seguro-desemprego ou benefício de outro programa de transferência de renda federal, a não ser o Bolsa Família. Se receber o Bolsa Família, o trabalhador receberá o benefício de maior valor de forma automática. Também não pode ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

O benefício poderá ser pago a até dois membros da mesma família. Se a mãe de família for a única trabalhadora e responsável pelo lar, terá direito ao valor de R$ 1.200 mensais. Outro pré-requisito é que a pessoa atenda a uma das seguintes condições: ser microempreendedor individual (MEI), contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou trabalhador informal inscrito no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) até 20 de março deste ano.

Quem não estava inscrito até a referida data poderá fazer uma autodeclaração para ter acesso ao benefício. A regularidade da situação do trabalhador será verificada pelo governo posteriormente. Segundo o relatório do projeto no Senado, os trabalhadores por conta própria “não registrados como MEI ou contribuinte individual da Previdência também receberão o benefício” desde que cumpram os demais pré-requisitos. O auxílio será pago por bancos públicos federais em conta tipo poupança social digital, de forma automática, sem a necessidade de apresentação de documentos nem tarifas de manutenção.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/03/2020 0 Comentários 455 Visualizações
Business

Abertura de empresas no Brasil costuma crescer no início do ano

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com as estatísticas, o início do ano é sempre o período em que mais empresas são abertas no Brasil. Historicamente, o primeiro trimestre do ano tem 12% a mais de buscas por abertura de empresa do que nos outros trimestres do ano (Google Trends). Para se ter uma ideia, no primeiro trimestre de 2017 foram mais de 135 mil aberturas de empresas, mais de 147 mil em 2018 (+8,8%), e mais de 159 mil (+8,9%) em 2019, fora do modelo MEI (Microempreendedor Individual).

Somente em 2019, o primeiro trimestre do ano registrou um crescimento de 17,2% frente a 2018, no número de novas empresas, de acordo com o levantamento feito pela Boa Vista, com abrangência nacional. O quarto trimestre do ano passado ainda apresentou um avanço maior, de 24,9% e no acumulado do ano, o indicador cresceu 16,7%. “A maioria dos CNPJs abertos são pelo regime MEI, mas é possível ver uma crescente em todos os ramos e modelo de negócios, o que indica que temos cada vez mais microempreendedores e profissionais liberais assumindo o seu próprio negócio, mostrando mais confiança no momento do mercado”, afirma Guilherme Soares, VP de Growth.

A mesma pesquisa indicou que o setor de Serviços foi o que teve a maior alta e representatividade no número de abertura de empresas, com 61,6%, seguido do Comércio com 29,7%, e da Indústria com 8%. Na comparação por regiões, o que mais chama atenção é a região Nordeste com um aumento de 18,5%, apenas um pouco maior do que a região de maior pólo de negócios do país, a Sudeste com 18,2%. Norte (17,3%), Centro-Oeste (16,9%) e Sul (12,8%), também apresentaram alta.  A alta demanda em abertura de CNPJ, aumenta também as expectativas para as empresas que oferecem este tipo de serviço.

No Brasil, são mais de 8.9 milhões de micro e pequenas empresas, quais são responsáveis por 27% do PIB nacional e 52% dos empregos com carteira assinada, 40% e dos salários pagos.”Oferecer uma contabilidade mais econômica, inteligente e sem custo para iniciar a empresa gera impacto positivo direto na economia do país.” finaliza Soares. Por meio da tecnologia, a empresa já gerou aos seus clientes uma economia em serviços contabéis superior aos R﹩ 250 milhões

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/01/2020 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Revogada a exclusão de 14 ocupações do MEI

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) aprovou, em reunião virtual nesta quarta-feira (11), a Resolução CGSN nº 151 que revoga a exclusão de 14 ocupações do MEI, que estava prevista na Resolução nº 150, do último dia 3 de dezembro de 2019. O Comitê aprovou também a Recomendação CGSN nº 8/2019, que determina a proposição e formalização de critérios objetivos para inclusão e exclusão de ocupações permitidas ao MEI.

Além disso, a Recomendação orienta que seja feita uma revisão completa de atividades que podem fazer parte do regime. A proposta do comitê é que sejam estabelecidos critérios mais claros para definição das ocupações do MEI, em um novo rito que contará com uma ampliação da participação das entidades representativas dessas atividades. “O MEI é o futuro do trabalho no Brasil. Trabalhamos para que seja ampliado e possa gerar ainda mais empregos”, ressaltou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

“O MEI é o futuro do trabalho no Brasil.”

O músico brasiliense Vinicius de Oliveira comemorou a medida. Na semana passada, o artista havia mobilizado um grupo de amigos de Brasília para recolher assinaturas contrárias à exclusão dos músicos como uma das atividades previstas entre os Microempreendedores Individuais. Vinicius comentou que se tornou MEI há cerca de cinco anos e sentiu uma melhora em seu faturamento. “Com o MEI, a gente consegue se organizar melhor, podendo passar a emitir nota fiscal. Isso passa uma imagem mais profissional para quem nos contrata. Além de permitir o acesso a cachês de valor mais elevado”, enumerou o músico.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2019 0 Comentários 528 Visualizações
Business

Pequenos negócios apostam em vendas melhores para o Natal

Por Gabrielle Pacheco 28/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Mais de 68% dos empresários de pequenos negócios acreditam que as vendas de Natal serão melhores ou iguais ao ano passado. As melhores expectativas estão na área do Comércio, seguido do setor de Serviços, segundo pesquisa sobre vendas e contratações para o final de ano, realizada pelo Sebrae entre os meses de agosto e outubro. O levantamento, que ouviu mais de 5,8 mil empreendedores, apontou que quase 20% dos entrevistados pretendem reforçar o quadro de funcionários, com a contratação de temporários para o período que antecede os festejos natalinos.

Para 30% dos entrevistados as vendas de Natal de 2018 serão melhores que as vendas de 2017. Já 38% acreditam que serão iguais em comparação ao ano passado, enquanto 26,7% estão pessimistas. As melhores expectativas estão entre os Microempreendedores Individuais (MEI), segmento onde 35% creem na melhoria das vendas e 38% avaliam que serão iguais ao Natal passado e 24% responderam que irá piorar. Em seguida estão as Micro e Pequenas Empresas (ME), onde 43% acham que venderão igual a 2017 e 27% avaliam que haverá uma melhora, considerando ainda que 26% dos entrevistados não estão otimistas. Entre as Empresas de Pequeno Porte (EPP), 61% esperam uma melhoria ou que suas vendas se manterão iguais ao ano passado, mas 32% acham que serão piores.

O Comércio é o segmento mais otimista com a perspectiva de melhoria nas vendas. A pesquisa apontou que 33% acham que 2018 será melhor que 2017, enquanto que 38% avaliam que será igual ao ano passado, e 25% acreditam em uma piora. No setor de Serviços os números são praticamente semelhantes, mas na Indústria, os que acham que não haverá mudanças nos negócios em relação a 2017, são 38%, e os que creem em melhora ou piora somam 28%, cada. Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Nordeste, com 37% e 33%, respectivamente. Os pessimistas são do Sudeste, Sul e Centro-Oeste, que totalizam 30% em cada região.

Contratações

As Empresas de Pequeno Porte 15% pretendem contratar de dois a 10 funcionários temporários, conforme a pesquisa. Mas 80,1% dos empresários tanto de EEP, ME e os MEI responderam que não vão fazê-lo, isso nos segmentos do Comércio, Indústria e Serviços e praticamente em todas as regiões do país. Somente no Norte e Centro-Oeste os percentuais de empresários que não pretendem recrutar empregados no período natalino são inferiores a 80%, ficando em 75% e 79% respectivamente. Foi no Sul e Sudeste onde os índices foram maiores, com 84%.

Ainda segundo o estudo do Sebrae, mais de metade dos empresários (52,2%) têm encontrado dificuldade em contratar mão de obra qualificada, enquanto 25,8% não tiveram esse problema. Isso acontece principalmente nas EPP (63%), seguido pelas ME (57%) e, por último, os MEI (40%). O principal segmento prejudicado com a falta de qualificação é a Indústria (55%), tendo na sequência Serviços (53%) e Comércio (50%). A situação acontece praticamente em todas as regiões do país, mas é mais acentuada no Nordeste (55%) e Centro-Oeste (53%) e menor no Sudeste (49%).

Principais números da pesquisa

• Mais de 68% acreditam que as vendas irão melhorar ou que serão iguais a 2017
• Cerca de 26% acreditam que irão piorar em relação ao ano passado
• 38% do Comércio, Indústria e Serviços acreditam que manterão as vendas de 2017
• Mais de 80% dos entrevistados não pretendem fazer contratações temporárias neste final de ano
• 52,2% dos empresários encontram dificuldade em contratar mão de obra qualificada
• Expectativas de vendas estão melhores no Norte (37%) e Nordeste (33%)

Foto:

28/11/2018 0 Comentários 680 Visualizações
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