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língua portuguesa

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Antônio Hohlfeldt é um dos jurados do Prêmio Camões 2019

Por Gabrielle Pacheco 04/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Considerado o mais importante prêmio da língua portuguesa, contempla anualmente autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP. A comissão é composta por seis jurados, dois representantes do Brasil, dois de Portugal e outros dois de países africanos de língua oficial portuguesa.

Nesse ano, Antonio Hohlfeldt será um dos jurados desse importante prêmio. Nascido em Porto Alegre, jornalista, professor e crítico teatral, Hohlfeldt também é presidente da Fundação Theatro São Pedro, além de ser autor de vários livros sobre Teoria da Comunicação, Literatura brasileira, Literatura do Rio Grande do Sul e ficção para crianças e jovens.

O Prêmio Camões de Literatura foi instituído em 1988 com o objetivo de consagrar um autor de língua portuguesa que, pelo conjunto de sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural da língua portuguesa.

A Menção Internacional foi criada pelo Protocolo Adicional ao Acordo Cultural entre os governos português e brasileiro, representados, respectivamente, pela Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das bibliotecas/Secretaria de Estado da Cultura (Portugal), e pela Fundação Biblioteca Nacional/MinC (Brasil).

Cada ano são seis jurados, dois representando o Brasil, dois representantes de Portugal e outros dois pelos países africanos de língua portuguesa. Já passaram pelo júri nomes ilustres como Moacyr Scliar, Carlos Nejar, João Ubaldo Ribeiro e Arnaldo Niskier. Já entre os ganhadores brasileiros estão escritores consagrados como Dalton Trevisan, Lygia Fagundes Telles, Jorge Amado e Rachel de Queiroz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2019 0 Comentários 417 Visualizações
Variedades

Professor de língua portuguesa dá dicas para a redação do Enem

Por Gabrielle Pacheco 23/10/2018
Por Gabrielle Pacheco

Mais de 5,5 milhões de estudantes devem realizar as provas do Enem este ano. Com as datas se aproximando, a ansiedade dos candidatos cresce e a preparação vai chegando à reta final. Mais que das 180 questões aplicadas nos dois dias de prova, é da redação a fama de calcanhar de Aquiles de muitos estudantes em busca do sonho de entrar na faculdade. O Professor de Língua Portuguesa do Colégio Santo Ivo, em São Paulo, Ronan Colombi Gava lista algumas dicas para quem quer se sair bem e, por que não, garantir nota 1000 na tão temida redação que, este ano, vai ser aplicada no dia 4 de novembro.

“O gênero textual pedido pelo Enem é o dissertativo-argumentativo, que exige a defesa de um ponto de vista por meio de argumentação consistente. O corretor vai analisar o texto a partir de cinco competências (valendo 200 pontos cada uma) e é muito importante que elas deem o norte para a produção textual”, explica.

A competência 1 avalia se o texto foi escrito respeitando as regras gramaticais (ortografia, acentuação, concordâncias etc), analisando o conhecimento do candidato sobre as regras básicas da Língua Portuguesa. “Leitura e análise linguística de textos são muito mais eficientes para dominar esta competência do que a simples memorização de regras”, comenta o especialista.

A competência 2 analisa se o candidato produziu um texto fiel ao tema, ou seja, se escreveu sobre o assunto proposto sem perder o foco, e sua capacidade de defender seu ponto de vista com argumentação consistente. “Neste caso, é importante saber que o texto deve conter a problematização do tema e a apresentação da tese (primeiro parágrafo), a argumentação baseada no ponto de vista a ser defendido (segundo e terceiro parágrafos) e a conclusão com proposta de intervenção que respeite os direitos humanos (quarto parágrafo)”, explica Gava.

A competência 3 está ligada à coerência textual, que é a capacidade de organizar as ideias de forma que as orações tenham relações lógicas entre si, assim como os períodos e os parágrafos. “É fundamental que os argumentos utilizados sejam coerentes com a tese e tenham relação entre si. Além disso, é importante garantir que a conclusão tenha ideias que ‘conversem’ com as apresentadas nos parágrafos anteriores”, diz o professor.

A competência 4 tem como foco o uso correto dos elementos coesivos (conjunções, preposições, pronomes, pontuação etc.) para deixar o texto bem articulado. “Ter conhecimento dos significados das conjunções e das preposições e de como usá-las é um grande passo para garantir uma boa pontuação. Além disso, é imprescindível que o candidato saiba o momento certo de terminar um período ou um parágrafo e que use elementos para uni-los”, afirma Ronan Colombi Gava.

Por fim, a competência 5 analisa se a conclusão do texto apresenta propostas de solução ao problema exposto no tema, além de verificar se elas respeitam os valores humanos e se não se restringem a apenas uma cultura ou sociedade. “É preciso levar em consideração a diversidade sociocultural e não escrever algo que induza ao preconceito, à segregação ou ao menosprezo. É imprescindível, também, que as propostas sejam plausíveis”, explica.

Para Gava, é fundamental que o candidato esteja bem informado sobre os problemas do Brasil, uma vez que as propostas de redação do Enem sempre trazem temas de cunho social. Cabe, ainda, ao aluno, saber como aproveitar tanto seus conhecimentos culturais quanto aqueles adquiridos ao longo da formação escolar na produção do texto. “Conseguir relacioná-los ao tema proposto irá fazer com que sua redação se destaque e ganhe uma ótima pontuação”, finaliza.

Fundado em 1967, o Colégio Santo Ivo possui duas unidades, localizadas nos bairros do Alto da Lapa e Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo. Desde o início, a instituição se destaca por formar pessoas com espírito crítico, atuantes na sociedade em que vivem, capazes de intervirem na realidade existente.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/10/2018 0 Comentários 473 Visualizações

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