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Levantamento

Cidades

Aturvarp prepara levantamento de perdas do turismo no Vale do Rio Pardo

Por Jonathan da Silva 13/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (Aturvarp) iniciou um levantamento junto aos empreendimentos turísticos dos 13 municípios associados. A iniciativa tem como objetivo quantificar as perdas causadas pela catástrofe climática, além de ajudar na orientação para que os empreendedores tenham acesso a auxílios da União, do estado e da iniciativa privada.

De acordo com o presidente da Aturvarp, Djalmar Marquardt, a expectativa é reunir a maior quantidade de informações para contabilizar as perdas ocorridas. “Em vários municípios houve prejuízo e destruição. Nosso papel agora é registrar estas informações, com a intenção de sensibilizar os governos do estado e do Brasil na busca por recursos”, pontua Marquardt.

O presidente da Associação destaca que o levantamento já iniciou, e, com as dificuldades de acesso e comunicação com alguns municípios, não há uma data estipulada para a conclusão. A iniciativa conta com o auxílio da Associação Pró-Turismo em Santa Cruz do Sul (Aprotur), que elaborou um questionário a ser preenchido por todos os empreendimentos turísticos do Vale do Rio Pardo. “O importante é termos estas informações para que, via associação, possamos encaminhar estes dados para que recursos possam ser destinados à recuperação”, explica Marquardt.

O Ministério do Turismo anunciou a destinação de recursos para o Rio Grande do Sul para a recuperação de empreendimentos turísticos. A Secretaria de Turismo do RS também terá recursos a destinar. O presidente da Aturvarp conta que a entidade irá procurar meios de acesso a estes recursos para os empreendedores da região. “Estes recursos poderão beneficiar meios de hospedagem, agências de turismo, parques temáticos, restaurantes, bares entre outros segmentos do setor atingidos pela tragédia climática”, salienta Marquardt.

Liberação de vias terrestres

Com o cancelamento de dois grandes eventos regionais, a Expocande em Candelária, e a Fenachim em Venâncio Aires, empreendedores e negócios no ramo de serviços, hospedagem e turismo receptivo foram afetados. “Está sendo um momento muito difícil para todos no setor. A não-realização destes eventos, e de outros que possivelmente venham a ser cancelados, prejudica toda a economia, pois ao turismo, somam-se vários outros segmentos da economia impactados”, avalia o presidente da Aturvarp.

Como ação emergencial, a Associação encaminhou um ofício à Secretaria Estadual de Turismo (Setur) informando o interesse do Vale do Rio Pardo em participar da Campanha de Retomada das Atividades Turísticas no RS, pedindo, em especial, atenção à recuperação das vias terrestres afetadas e que impedem a circulação de automóveis de passeio, ônibus e caminhões. “Isso é muito importante para que se estabeleçam conexões e que os visitantes possam retornar aos municípios da região. O próprio socorro aos empreendimentos que necessitam de obras e reformas acaba dependendo destes acessos”, complementa Marquardt.

Foto: Prefeitura de Venâncio Aires/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 387 Visualizações
Cidades

Balanço mostra tamanho dos estragos em rodovias gaúchas

Por Jonathan da Silva 10/05/2024
Por Jonathan da Silva

Levantamentos que mostram a evolução da situação das estradas gaúchas desde o início das fortes chuvas em 29 de abril foram realizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (Daer) e pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), vinculados à Secretaria de Transportes e Logística (Selt) do estado. Os dados apontam que na manhã de 30 de abril, a chuva havia causado oito bloqueios totais, um parcial e quatro pontos de observação nas rodovias estaduais. No pior momento, foram 170 pontos de bloqueios de 79 rodovias em 97 municípios. Nesta quinta-feira (9), eram 73 trechos com bloqueios totais e parciais em 43 rodovias.

As fortes chuvas e enchentes que afetam o Rio Grande do Sul provocaram danos significativos nas estradas e pontes do estado. Obras como pontes, viadutos, passarelas e túneis também foram muito afetadas. Apenas nestes casos, relatório preliminar do Daer estima que sejam necessários quase R$ 230 milhões para recuperação. Os trabalhos de desobstrução de rodovias estão acelerados, com 40 trechos em 20 rodovias já liberados para tráfego.

Diante da evolução dos problemas, surgiu o mapa interativo, que reuniu as informações coletadas pelo Daer, Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre pontos com bloqueios em rodovias. Antes, a integração das informações entre esses órgãos já vinha possibilitando iniciar o mapeamento das rotas para a entrega de produtos essenciais e para o tráfego da população.

Mapa interativo mostra bloqueios totais e parciais em rodovias

EGR avança em liberação de rodovias

Na área administrada pela EGR, apenas dois trechos permanecem totalmente bloqueados por haver danos estruturais, no km 75 da ERS-130, entre Lajeado e Encantado, onde a ponte sobre o Rio Forqueta desabou, e no km 80 da ERS-129, em Muçum, devido ao desmoronamento da pista. Para esses casos, a empresa já anunciou a execução de um plano de ação emergencial de recuperação. Nas demais, o trânsito está liberado.

Daer trabalha para desobstruir rodovias

Os trabalhos de desobstrução são realizados em todas as superintendências regionais do Daer. Na região metropolitana e parte do vale do Caí, os maiores danos verificados foram nas rodovias federais. Nas rodovias estaduais, os eventos que mais geraram bloqueios foram água na pista e erosões, que já estão sendo contidos, por meio do contrato de conservação de rodovias.

Na região de Bento Gonçalves, mesmo em locais como a ERS-431, onde ainda havia uma ponte colapsada na enchente de setembro, novos danos ocorreram. Em Lajeado, a balsa foi levada pela correnteza, colidindo com a ponte do Rio Taquari. Na região, houve também danos em rodovias municipais, como na ponte da ERS-444, em Santa Tereza. Por ser a única ligação asfáltica do município, o Daer solicitou apoio ao exército para a instalação de uma ponte móvel.

As rodovias da região de Santa Maria também foram bastante prejudicadas. Na via estadual de acesso ao município de Dilermando de Aguiar, a ponte teve dano estrutural irreversível, com a ruptura de um dos pilares. Como é o único acesso ao município, o Daer solicitou apoio junto ao exército para a instalação de ponte móvel.

A região do Vale do Taquari foi uma das mais afetadas. Entre Travesseiro e Marques de Souza, a ponte colapsou. Apesar de ser uma via municipal, é a única ligação do município de Travesseiro com a BR-386. Por isso, o Daer também solicitou apoio do exército para avaliar a instalação de ponte móvel. Quedas de barreira, erosão no asfalto e água sobre a pista atingiram diversos pontos da região. Os trabalhos seguem em busca da desobstrução dos trechos bloqueados.

Na região de Cachoeira do Sul, na ERS-403, a água passando sobre a ponte do Rio Botucaraí provocou a interdição do trecho situado no km 39. Entre Agudo e Dona Francisca, na ERS-348, quilômetros de asfalto foram destruídos pela força das águas.

As demais regiões tiveram danos menores, com bloqueios causados principalmente por água sobre a pista.

Fotos: EGR/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2024 0 Comentários 501 Visualizações
CDL Santa Cruz
Cidades

CDL Santa Cruz contabiliza estragos da enxurrada junto aos lojistas

Por Eduarda Ferreira 03/02/2021
Por Eduarda Ferreira

A CDL Santa Cruz está iniciando uma pesquisa junto aos lojistas de Santa Cruz do Sul para contabilizar os estragos feitos pela forte enxurrada da última quinta-feira (28), que atingiu a cidade. Conforme registros foram mais de 100 milímetros de chuva em menos de uma hora, o que causou uma série de estragos em zona residencial e nos empreendimentos comerciais do município.

Segundo o presidente da CDL Santa Cruz, Ricardo Fernando Bartz, este levantamento se faz necessário para a entidade oportunizar melhorias aos lojistas, em especial, na busca de linhas de crédito para recuperação das perdas. “Assim, é essencial que todos os lojistas que foram atingidos pela enxurrada nos seus empreendimentos, nos informem sua situação”, enfatiza. “Queremos somar para buscarmos soluções”, acrescenta o presidente.  Por fim, para participar, basta responder ao questionário acessando o link.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/02/2021 0 Comentários 602 Visualizações
Business

Comércio local deve ser preferência de 88,3% dos consumidores neste Dia dos Pais

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise do coronavírus não deverá ser um impeditivo para a compra de presentes para os pais por parte dos porto-alegrenses. É o que indica a sondagem realizada pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, sobre a intenção de consumo para o Dia dos Pais. Com a data, cerca de R$ 128 milhões devem ser movimentados no comércio, e a maior parte deste dinheiro deve entrar em circulação a partir desta semana, de acordo com o levantamento. O valor representa uma variação nominal de -14,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o cálculo foi de uma injeção de R$ 149 milhões na economia com a data. O ticket médio deverá ficar em torno de R$ 173.

Ainda que com as restrições de funcionamento para o setor, grande parte dos entrevistados disse que pretende buscar pelos presentes na sua região: 88,3% devem dar preferência ao comércio local. No entanto, a internet terá destaque este ano, com 42,9% das intenções de compra, 36,6 pontos percentuais a mais do que em 2019. Se as lojas físicas retomarem as atividades nos próximos dias, 35% das pessoas pretendem comprar em loja de shopping e 34% no comércio de rua. Os revendedores também deverão ter mais procura, com 7,7% das intenções, 3,8 pontos percentuais a mais que no ano passado (respostas múltiplas).

Dos consumidores que pretendem comprar pela internet, 92,6% afirmaram que vão utilizar o site da loja. Facebook (4,6%), WhatsApp (2,6%) e Instagram (2%) aparecem na sequência, mas com bem menos destaque. Outros 2% não souberam responder qual meio digital será o escolhido.

Em relação aos produtos que devem ter maior procura, roupas, perfumes/cosméticos, calçados, bebidas e artigos esportivos foram os itens mais listados, tanto por quem gostaria de ser presenteado, quanto por quem deverá presentear. O valor gasto com o presente deve ser semelhante ao desembolsado no ano passado por 58,6% das pessoas. Outras 21,7% pretendem gastar menos e 14% devem desembolsar um valor maior este ano.

Sobre a forma de pagamento preferida, 34% das pessoas responderam que pretendem pagar à vista, em dinheiro; 33,7% no cartão, parcelado; 20,3% no cartão de débito; 18% no crédito em 1x; 3,7% no cartão da loja/crediário; 0.6% no cheque e 5,7% não souberam responder.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 548 Visualizações
Business

CDL Santa Cruz pesquisa situação do comércio no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A CDL Santa Cruz está fazendo um levantamento de dados referente ao comércio do município neste primeiro semestre de 2020. Afetado em função da pandemia do coronavírus, o setor vem buscando uma recuperação ao longo dos últimos dois meses – maio e junho – depois de amargar mais de 30 dias de paralisação entre março e abril.

A pesquisa, segundo o presidente da CDL Santa Cruz, Marcio Farias Martins, é importante para dar um norte para as entidades que atuam na defesa dos lojistas e também para que se busque alternativas para fomentar a cadeia do comércio no município e no Vale do Rio Pardo.

“Entendemos que nosso setor foi um dos mais afetados pela pandemia, mas para isso é necessário que os lojistas nos digam, respondendo a pesquisa, como foi que ela afetou o seu negócio nestes primeiros seis meses do ano, a fim de que se possa buscar políticas e implantar ações para direcioná-las a fim fortalecer nossa economia aqui na região”, observou.

Segundo ele, a pesquisa é aberta não apenas aos lojistas associados à CDL Santa Cruz, mas de todos os setores do comércio de Santa Cruz do Sul e região. “Nossa meta é atingir ao mínimo 300 lojistas até sexta-feira (3) a fim de fecharmos os dados e podermos compartilhar os números com nossa comunidade. Acreditamos que os números serão o recorte de uma leitura da realidade que vive nosso comércio aqui na região e assim, iremos poder estabelecer algumas estratégias de ações aos nossos lojistas da CDL Santa Cruz e também com as demais entidades”, citou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Pesquisa do Sebrae aponta que desde o início da crise, apenas 16% das pequenas empresas que procuraram crédito conseguiram

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quatro meses depois da confirmação do primeiro paciente no país, a pandemia de Covid-19 continua provocando danos também na economia brasileira. Levantamento feito pelo Sebrae mostra que entre a primeira semana de abril e o início de junho, período em que as pesquisas foram concluídas, a proporção de pequenos negócios que buscou crédito variou 9 pontos percentuais (de 30% para 39%). Isso significa que desde o início da crise, cerca de 6,7 milhões de Pequenos Negócios buscaram empréstimos em bancos. Por outro lado, a mesma pesquisa também aponta que continua elevado o número de empresários que tiveram o crédito negado ou ainda aguardam resposta das instituições financeiras. Dos 6,7 milhões de empreendedores de pequeno porte que tentaram, apenas 1 milhão efetivamente conseguiu obter crédito desde o início das medidas de isolamento social,

“Nos países desenvolvidos, existem políticas de crédito a juros zero porque os pequenos negócios são essenciais para o funcionamento do sistema econômico. No Brasil, o crédito continua caro e burocrático. Em cada sete pequenos negócios que buscam empréstimo em banco só um consegue. Elas são 99% das empresas e respondem por a maior parte dos empregos. Em tempos de pandemia, a prioridade deveria ser manter as empresas vivas. Se não socorrermos as empresas que precisam de crédito, não vai haver empresa para voltar a produzir e não sairemos dessa crise tão cedo”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Segundo os entrevistados, o CPF com restrições foi a principal razão (19%) apontada pelos bancos para a negativa do crédito. A negativação no CADIN/Serasa também foi citada por 11% dos entrevistados para a negação dos empréstimos, este foi o quarto item mais citado. Outros 11% dos empresários ouvidos afirmaram que a falta de garantias ou avalistas teria sido o principal obstáculo.

O mais recente levantamento feito pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (quarta edição da série de pesquisas iniciada em março), ouviu 7.703 donos de pequenos negócios de todos os 26 Estados e do Distrito Federal. Além de confirmar a dificuldade no acesso a linhas de crédito, a pesquisa mostrou também um crescimento do número de empresas com dívidas/empréstimos em atraso (a variação foi de 33% para 41%) entre a primeira semana de maio (dia 5) e o início de junho (dia 2).

Mudança de comportamento

A pesquisa do Sebrae e FGV revela outros aspectos da realidade enfrentada pelos microempreendedores individuais e donos de micro e pequenas empresas e identifica um movimento de retomada da atividade econômica que já começa a acontecer na maior parte do país.

Entre as mudanças apontadas pelo levantamento, está uma elevação significativa do número de empresas que conseguiram se adaptar à conjuntura de isolamento social e passaram a usar as redes sociais, aplicativos ou internet para realizar vendas. Antes da crise essas empresas representavam 47% dos pequenos negócios. No último levantamento do Sebrae, esse percentual subiu para 59% dos empreendedores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 499 Visualizações
Variedades

Segundo levantamento do SHPOA, mais da metade dos hotéis de POA ainda estão fechadas

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Capital dos Gaúchos já completou três meses de combate à disseminação da Covid-19 e os impactos econômicos no setor hoteleiro gerados pela pandemia ainda são muito latentes para a economia. Em abril, o SHPOA – Sindicato de Hotéis de Porto Alegre divulgou um levantamento que revelava que mais de 70% dos hotéis da Capital Gaúcha estavam fechados. Dois meses depois a porcentagem de empreendimentos fechados em Porto Alegre é mais de 50%.

“É grave identificarmos que ainda há um grande número de estabelecimentos fechados. A retomada da movimentação está sendo feita de forma gradual e segura, porém ainda existe a incerteza de alguns empresários do setor em relação ao retorno do funcionamento em plena capacidade, com a demanda de público, e a situação do setor na Capital continua delicada”, afirma o presidente do SHPOA, Carlos Henrique Schmidt.

O mesmo levantamento também expôs que dos hotéis entrevistados que revelaram não estarem funcionando, mais de 70% não possui previsão de reabertura. “Existem empreendimentos que planejam seu retorno às atividades apenas em agosto. Mas a maioria dos que estão fechados ainda nem sabem quando vão abrir, esse cenário ainda é preocupante. Estamos trabalhando para que possamos orientar todos os donos e gerentes do setor hoteleiro sobre como voltar a trabalhar e garantir a saúde e segurança de seus hóspedes e funcionários”, explica o presidente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 638 Visualizações
Business

Finanças: pequenos negócios contam com mais de 150 linhas de crédito para enfrentar a crise

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Sebrae divulgou o décimo levantamento de linhas de crédito. O mapeamento identificou que os pequenos negócios no Brasil já contam com 153 linhas de crédito específicas, nesse momento da pandemia do coronavírus. O número integra o relatório semanal feito pela instituição desde março, e que vem monitorando notícias e ações das instituições financeiras em todo o país, voltadas aos donos de micro e pequenas empresas para o enfrentamento dos efeitos da crise econômica.

De acordo com o analista de serviços financeiros do Sebrae, Weniston de Andrade Abreu, esse seria o primeiro passo. “Esse é um indicador de que as instituições financeiras estão mais atentas à importância do crédito para a sobrevivência dos pequenos negócios, neste momento de superação de uma pandemia. Com as linhas ofertadas, agora precisamos avançar no quesito agilidade e na redução das exigências, fatores que distanciam os recursos das empresas que precisam de capital de giro – utilizados para aquisição de insumos, pagamentos, explica.”

Desde o início da coleta das informações, em 27 de março, o Sebrae registrou um crescimento de 363% do número de linhas de crédito oferecidas pelas instituições financeiras oficiais, regionais, privadas e cooperativas de crédito. No primeiro levantamento, foram verificadas 33 ofertas de crédito específicas para pequenas empresas. O trabalho é feito pela Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, com o apoio das equipes das unidades estaduais do Sistema Sebrae.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 736 Visualizações
Business

RS concentra mais de 420 startups de tecnologia

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A KPMG e o Distrito Dataminer concluiram um levantamento sobre startups que atuam no Rio Grande do Sul. Intitulado como “Gaúcho Tech Mining Report”, o relatório mostra que o estado conta com 422 startups divididas em 26 categorias e 33 cidades, com Porto Alegre concentrando a maioria delas (56,8%). A pesquisa apresenta ainda que 46,4% dessas empresas possuem um faturamento de 360 mil a cinco milhões de reais e 0,8% delas faturaram mais de 100 milhões de reais.

O levantamento apontou que 43,6% faturou menos de 360 mil reais; 7,6% recebeu entre cinco milhões a 25 milhões; 1,6% faturou 25 milhões a 100 milhões. Além da capital Porto Alegre, as startups estão localizadas nas seguintes cidades: São Leopoldo (7,6%); Caxias do Sul (6,3%); Santa Marina (4,3%); Pelotas (3,9%); Canoas (2,7%) e Novo Hamburgo (2,4%).

“Quando houve a união do potencial da indústria e da agropecuária com um ecossistema de empreendedorismo e inovação sólida, foi criado um cenário favorável para o surgimento de startups que trazem resultados positivos para a economia do estado. Isso vem acontecendo na região em uma escala crescente nos últimos anos”, explica sócio-líder do escritório de Porto Alegre da KPMG no Brasil, Wladimir Omiechuk.

Adtech é o principal segmento de startups no Estado

De acordo com o relatório, as 422 startups da região estão divididas em 26 categorias, sendo a principal dela a Adtech (tecnologia em publicidade) com 57. Outros segmentos com presença no estado são as seguintes: TI com 52; HealthTech (saúde) com 37; FinTech (financeiro) com 36; RetailTech (varejo), 32; Indústria 4.0, 26 e Agtech (agronegócio), 25; Serviços, 18; Energia e Real Estate (imobiliário), 17; Entretenimento, 16; EdTech (educação), 14; ConstruTech (construção), 10; HRTech (recursos humanos), 9; FoodTech (alimentício), Mobilidade e Negócios Sociais (8); Supply Chain (cadeira de suprimento) 7; LegalTech (jurídico), 6; Gestão de Negócios, 5; InsurTech (seguros), 4; Turismo, 3; Pets, SportsTech (esportes) e RegTech (regulamentação), 2; e Governo, 1.

“O ecossistema gaúcho está ganhando cada vez mais destaque no cenário nacional e deve se tornar em breve um dos principais do país. Startups gaúchas como Zenvia, Waren e RocketChat demonstram a maturidade do ecossistema pela tração que já atingiram, ao passo que as aceleradoras Wow, Ventiur, Grow e Winova se encarregam de alimentar o mercado de startups em estágios mais iniciais, juntas elas já aceleraram aproximadamente 90 startups”, explica o cofundador da Distrito, Gustavo Araujo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2019 0 Comentários 674 Visualizações
Business

Número de novas empresas sobe 14,0% em 2018

Por Gabrielle Pacheco 04/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

O número de novas empresas cresceu 14,0% em 2018 contra o ano anterior, segundo levantamento da Boa Vista, com abrangência nacional. No 4° trimestre houve queda de 13,6% em relação ao trimestre anterior.

Forma jurídica

Na classificação por forma jurídica, a variação em relação ao 3° trimestre mostrou queda nas aberturas para MEIs (-13,3%) e demais tipos de empresas (-14,0%).

Já em termos de composição, no resultado em 2018 as MEIs representaram 77,3% dos casos. No ano anterior a participação dessas empresas foi um pouco menor, de 74,0%.

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento mostrou que o setor de Serviços atingiu 58,7% de representatividade no ano de 2018, estando maior que os 55,8% observados no mesmo período 2017.

O Comércio também teve queda na participação, chegando a 32,9% em 2018. Assim como o setor industrial, que passou de 7,9% para 7,4% dos casos no período.

Regiões

Ainda na análise acumulada do ano, todas as regiões registraram aumento das aberturas em 2018. As Regiões Sul (14,9%) e Sudeste (15,6%) foram as que registraram maior crescimento, como pode ser visto no gráfico 4.

Todo o levantamento foi realizado pela Boa Vista, empresa que administra do Serviço Central de Proteção ao Crédito – SCPC, a partir das novas empresas registradas na Receita Federal, considerando todo o território nacional.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/02/2019 0 Comentários 753 Visualizações
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