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jovens

Business

Bibi qualifica jovens para o mercado de trabalho no programa “Fábrica de Talentos”

Por Stephany Foscarini 17/03/2022
Por Stephany Foscarini

Desde agosto de 2010, a Calçados Bibi realiza o projeto social chamado Fábrica de Talentos que, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), qualifica profissionalmente jovens com idade entre 16 e 21 anos. O programa é realizado nas fábricas da marca em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, e já formou mais de 580 alunos. Anualmente, os jovens são capacitados para os desafios da vida e do mercado de trabalho, trazendo planejamento familiar e financeiro, integração com a cultura da empresa, ética profissional, assim como uma visão das áreas administrativas, o ofício de desenvolvimento e a produção de calçados. Muitos desses novos talentos são recrutados e passam a integrar o time da calçadista ao fim do curso.

Antes de ingressar no projeto, os candidatos são avaliados por meio de uma série de atividades em grupo e individuais. Para fazer parte desta iniciativa, os aprendizes devem estar estudando ou ter o Ensino Médio completo. Geralmente são 24 jovens aprovados no Sul e 30 na Bahia, com aulas ministradas para as duas turmas que se dividem nos períodos da manhã e da tarde. Além da qualificação profissional ser totalmente gratuita, os jovens estudantes são integrados ao quadro de colaboradores logo no início, tem carteira assinada e recebem remuneração durante o período de aprendizado. O curso proporciona ainda uma verdadeira vivência do dia a dia de uma indústria, já que tanto as aulas teóricas como as práticas ocorrem em um ambiente totalmente preparado dentro das fábricas da Bibi.

“Um dos objetivos da Fábrica de Talentos é capacitar jovens para o mercado de trabalho. Na Bibi podemos ensiná-los em diferentes setores da linha de produção, como corte, costura e montagem do calçado, além de expertises nas áreas administrativas, como Varejo. Posso garantir que profissionalizar esses adolescentes e prepará-los para o mercado de trabalho é uma forma de afirmar o nosso compromisso com a comunidade. Em média, 80% dos estudantes continuam trabalhando na Bibi depois da formatura. Isso é um sinal de que investir em novos talentos traz resultados não só para a empresa, mas também para toda a comunidade. Temos muito orgulho de colocar em prática esse projeto”, revela a presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch.

Em março, a Bibi formou mais uma turma de jovens na unidade da Bahia. Dos 25 aprendizes que participaram da Fábrica de Talentos, 76% deles serão efetivados e continuarão agora como colaboradores Bibi em busca de novos desafios”.

Com duração de um ano e três meses, os participantes desenvolvem um Trabalho de Conclusão de Curso, ao fim do programa, que consiste na criação de um calçado e na elaboração de um trabalho final com os conteúdos vistos ao longo do curso. Os trabalhos são apresentados a uma banca avaliadora que concede as notas a cada aluno e projeto. Finalizando esta etapa, a Bibi promove a formatura e entrega o certificado a todos. “Em março, a Bibi formou mais uma turma de jovens na unidade da Bahia. Dos 25 aprendizes que participaram da Fábrica de Talentos, 76% deles serão efetivados e continuarão agora como colaboradores Bibi em busca de novos desafios. Ainda no mês de março, uma nova turma será iniciada na Bahia. Já no Rio Grande do Sul, o projeto teve início com novos alunos no começo do ano letivo, em fevereiro. Seguimos promovendo a qualificação profissional constante de jovens das comunidades locais onde atuamos”, finaliza a presidente da Bibi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Variedades

Deputada gaúcha coordena grupo de combate ao suicídio de jovens

Por Ester Ellwanger 22/09/2021
Por Ester Ellwanger

Com um mandato pautado na defesa da vida e da família, a deputada federal Liziane Bayer conhece bem a importância de ações para prevenir casos de suicídio. Integrante da Frente Parlamentar em Combate e Prevenção ao Suicídio e Automutilação na Câmara dos Deputados, a deputada gaúcha assume mais um protagonismo em relação a essa pauta.

Recentemente, foi instituída a criação de um grupo de trabalho que vai estudar formas de combater o aumento de casos de suicídio, a automutilação e problemas psicológicos em jovens brasileiros. Além da deputada, integram a iniciativa outros 14 deputados de diversos partidos. A primeira reunião do grupo aconteceu no dia 14 de setembro.

O trabalho consistirá em fazer um apanhado das legislações que tramitam na Câmara sobre essa pauta e sugerir outras — além de propor políticas públicas, debatendo o tema a partir dos principais problemas psicológicos identificados entre a juventude brasileira que levam ao suicídio e à automutilação.

“Isso passa pelas redes sociais, questões familiares, na carreira profissional e os próprios desafios da vida sociedade. Também contaremos com sugestões da comunidade acadêmica e de famílias, que serão convidadas a integrar as discussões”, destaca Liziane Bayer (PSB-RS).

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, para cada suicídio, há muito mais pessoas que tentam se matar a cada ano – sendo fator de risco na população em geral. Uma em cada 100 mortes ocorre por esse mesmo motivo. Esses dados só reforçam que falar sobre esse tema não pode ser um tabu.

“A instituição desse grupo de trabalho reforça a importância de falarmos sobre o assunto. Esse é um problema de saúde pública”, conclui a parlamentar, que também integra a Comissão de Seguridade Social e Família.

Liziane foi uma das palestrantes do III Simpósio Nacional de prevenção ao suicídio e automutilação, realizado este mês. A programação faz parte das do Setembro Amarelo, que ocorreu na véspera do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado no dia 10 de setembro.

Foto: Sergio Francês/Divulgação| Fonte: Assessoria
22/09/2021 0 Comentários 692 Visualizações
Business

Instituto Crescer Legal: seis anos criando oportunidades para os jovens do campo

Por Caren Souza 20/04/2021
Por Caren Souza

Sim, nós podemos! O chamado para um despertar empreendedor já ecoa na vida de centenas de adolescentes do meio rural. História que teve início em 23 de abril de 2015, com a fundação do Instituto Crescer Legal, e que vem se desdobrando com ações inovadoras de valorização do campo, do olhar empreendedor e do respeito ao gênero. A iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) contou com o apoio e adesão de pessoas envolvidas com a educação e com o combate ao trabalho infantil, em especial em áreas produtoras de tabaco, na Região Sul do País.

Passados os primeiros seis anos, muitos foram os desafios e vitórias. O Programa de Aprendizagem Profissional Rural, responsável por tornar real a presença de jovens aprendizes nas zonas rurais, pode ser considerado uma das ações mais inovadoras no combate ao trabalho infantil e na qualificação dos jovens da agricultura familiar.

“Os adolescentes são contratados como jovens aprendizes, mas não realizam atividades laborais como ocorre com os aprendizes nas cidades. Eles são contratados pelas empresas de tabaco para frequentarem o curso de empreendedorismo e gestão rural. A formação é feita por educadores do Instituto em instituições de ensino parceiras, localizadas em comunidades rurais. Assim, os jovens continuam vivendo com suas famílias, frequentando o ensino regular e, no contraturno, participam de atividades próprias a sua idade e voltadas à realidade do campo”, explica a gerente do Instituto, Nádia Fengler Solf.

Em seis anos, o Programa de Aprendizagem já beneficiou 474 jovens de 11 municípios gaúchos. Mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia, o Instituto Crescer Legal, com o apoio imprescindível de suas associadas, manteve os contratos de 141 jovens em 2020. Em 2021, 135 adolescentes participam do Programa, oriundos de sete municípios gaúchos: Boqueirão do Leão, Canguçu, Cerro Branco, Herveiras, Passo do Sobrado, Santa Cruz do Sul e Sinimbu.

“O combate ao trabalho infantil pauta o setor do tabaco há pelo menos duas décadas e o Instituto foi uma das soluções que encontramos para oportunizar aos filhos de produtores uma oportunidade de qualificação integrada à vida escolar. Ao enfrentarmos o problema, conseguimos vislumbrar soluções possíveis e que trazem ainda mais valor ao agronegócio, por meio do espírito empreendedor”, avalia o presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke.

Recentemente, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural foi homenageado na 17ª edição do Prêmio Innovare. Das 189 práticas de todo país inscritas na categoria Justiça e Cidadania, o programa do Instituto ficou entre as duas finalistas. “É o reconhecimento de um trabalho que conta com o apoio de muitas pessoas e que temos certeza que trará ainda bons frutos para o meio rural”, comemora Schünke.

Henrique Teichmann, egresso do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, avalia que a experiência foi transformadora. “Passei a ver o mundo de forma diferente, um mundo de oportunidades. Aprendi a ser mais responsável e a colocar em prática projetos de vida que imaginava não serem possíveis realizar”, enfatiza.

Além do programa voltado aos jovens aprendizes, o Instituto também promove desde 2017 o programa “Nós por Elas – A voz feminina do campo”, com a participação de egressas do Programa de Aprendizagem. A ação visa capacitar jovens rurais em comunicação através da produção de programas de rádio, com promoção da reflexão sobre a questão de gênero e temas sensíveis à realidade feminina no campo. E, desde 2020, a entidade atua junto a professores das escolas do campo do município de Canguçu, abordando as Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação.

Para Camila dos Santos, egressa do Programa de Aprendizagem Profissional Rural e participante do Programa Nós por Elas, o grande diferencial do Instituto está nas oportunidades. “O Instituto abriu portas para diversas oportunidades que me trouxeram grandes aprendizados, como valorizar e empreender no lugar em que vivo, o meio rural. Também me mostrou que o mais importante é dar o primeiro passo e que precisamos ser protagonistas dos nossos sonhos”, avalia.

Crédito: Junio Nunes | Fonte: Assessoria
20/04/2021 0 Comentários 644 Visualizações
Variedades

Feira de educação virtual gratuita EduCanadá acontece no dia 24 de setembro

Por Gabrielle Pacheco 20/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para compensar o distanciamento físico em decorrência da pandemia, o Governo do Canadá promoverá no Brasil sua tradicional feira de educação, a EduCanadá, em formato virtual e gratuito no dia 24 de setembro (quinta-feira), das 16h às 20h. Estudantes de todo Brasil terão a oportunidade de falar com representantes de mais de 50 instituições de ensino do país, bem como representantes do Governo federal e de províncias, para planejar sua futura experiência de intercâmbio no destino preferido dos brasileiros.

Na pesquisa da BELTA (Brazilian Educational & Language Travel Association), lançada no início de setembro, o Canadá voltou a despontar no topo da lista dos destinos escolhidos pelos brasileiros para estudar no exterior. É o 15º ano consecutivo que o país é eleito pelo público brasileiro como o melhor lugar para estudar.

Quem participar da EduCanadá Virtual Fair terá acesso à informações sobre todas as modalidades de ensino (idioma, high school, graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e cursos técnicos) e contato com representantes do governo do país e de algumas províncias para tirar dúvidas sobre os cursos disponíveis, o sistema educacional canadense e vistos. Em uma plataforma com design atrativo e muitas ferramentas de buscas, descritivos, fotos e vídeos, os estudantes terão ainda a possibilidade de quatro horas de interação on line com as instituições e Governo do Canadá. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo link https://educanadavirtual.com/assessoria.

Na disputa de atributos no ensino internacional o Canadá sai na frente com muitos pontos a seu favor. O sistema educacional do país está ranqueado entre os melhores do mundo. Segundo o Times Higher Education 2020, 14 universidades canadenses estão entre as 300 melhores do planeta e seus diplomas e certificados são reconhecidos mundialmente. Ocupa a posição de líder em Qualidade de Vida e o segundo lugar em cidadania, de acordo com a U.S. News & World Report 2020. É o 6º país mais pacífico do mundo e o número um entre os países da América, diz a Global Peace Index 2019.

No quesito custo-benefício, também se destaca: em relação ao real, o dólar canadense chega a ser até 60% mais competitivo do que as moedas de outros países. Outro ponto ressaltado na pesquisa são as políticas que facilitam aos estudantes internacionais trabalhar enquanto cursam um programa de educação superior. No Canadá é possível trabalhar dentro do campus e até 20 horas por semana fora da instituição de ensino durante o período de aulas e 40 horas durante as férias. Além disso, alguns programas também são elegíveis para o visto de trabalho pós-graduação, que permite ao estudante obter experiência profissional depois de terminar seu curso.

“A feira oficial de estudos do Canadá, EduCanada, é uma excelente oportunidade para os brasileiros que planejam estudar fora do país de conversar com representantes das instituições educacionais canadenses e aprender mais sobre seus programas. O Canadá é reconhecido mundialmente pela qualidade do ensino, os custos muito acessíveis, a possibilidade de estudar em inglês ou francês e de ter uma experiência multicultural. E isso acontece em um país seguro, com infraestrutura e tecnologia de ponta, além de acesso a um magnífico cenário natural. O Canadá tem muita experiência em receber alunos estrangeiros. Somente no ano passado, as instituições de ensino canadense receberam mais de 620 mil alunos estrangeiros, sendo 40.000 brasileiros. E isso não surpreende, pois pelos últimos 15 anos consecutivos o Canadá é o destino preferido de estudos dos brasileiros, de acordo com o estudo anual da Belta”, afirma a embaixadora do Canadá no Brasil, Jennifer May.

Na pesquisa da BELTA, realizada com 2.837 estudantes e 534 agências de viagens de 22 estados, de dezembro de 2019 a março deste ano, por meio eletrônico, a experiência multicultural está entre os quesitos destacados pelos brasileiros para definir o Canadá como lugar para viver o sonho de morar fora do país de origem. Com 37,9 milhões de habitantes, o segundo maior país do mundo em extensão territorial é oficialmente bilíngue, então existe a possibilidade de estudar em inglês ou francês no país. No recorte sobre o impacto da pandemia no setor de intercâmbio, o Canadá se mantém em primeiro lugar no interesse dos brasileiros que responderam a pesquisa. O país também foi destacado como referência em protocolos e medidas de apoio aos estudantes.

PESQUISA SELO DA BELTA 2020 SOBRE IMPACTO DA PANDEMIA NO INTERCÂMBIO APONTA CANADÁ COMO DESTINO Nº 1 APÓS COVID-19 E REFERÊNCIA EM PROTOCOLOS E APOIO AOS ESTUDANTES

O Canadá segue na linha de frente entre os países de maior interesse dos intercambistas (79,5%), seguido pelos Estados Unidos e Reino Unido. A maior parte dos 498 estudantes brasileiros que responderam a pesquisa nacional Selo BELTA 2020 sobre o impacto da pandemia no intercâmbio se mantêm firmes nos planos de estudar fora do Brasil nos próximos anos e 100% deles disseram que preferem assistir aulas presenciais do que acompanhar o conteúdo on-line do seu país de origem.

Os estudantes estão otimistas e acreditam que já no segundo semestre de 2021 poderão arrumar as malas para a tão sonhada viagem de estudos. Embora apenas 13% dos entrevistados tenham desistido de viajar a curto prazo, as agências pesquisadas estão enfrentando uma queda de 46% em suas vendas. Eles acreditam no retorno à normalidade somente após o início do surgimento da vacina.

O país que lidera rankings internacionais de qualidade de educação e de vida está na liderança, ao lado da Nova Zelândia, como uma das principais referências de competência em protocolos de controle da pandemia (85,7%), segurança sanitária e infra-estrutura adequadas para recepção de estudantes internacionais em um futuro próximo, além de recursos tecnológicos ajustados às exigências de aulas em formato híbrido (on-line+presencial).

Para aliviar o impacto da pandemia sobre os estudantes internacionais, as diferentes esferas de governo no Canadá, assim como as instituições acadêmicas, colocaram em vigor diversas medidas, que incluíram desde mudanças no processamento de vistos e implementação de regras mais flexíveis para o post-graduation work permit, até o auxílio financeiro para algumas categorias de estudantes afetadas pela crise.

Os estudantes internacionais que permanecem no Canadá podem solicitar a renovação de sua autorização de estudos e continuar a estudar e trabalhar enquanto a renovação de seu status está sendo processado. Aqueles que possuíam uma permissão de estudos válida concedida antes ou em 18 de março de 2020, podem viajar para o Canadá, desde que demonstrem aos oficiais do Serviço de Fronteiras que sua viagem não é discricionária. Mais informações sobre restrições de viagem ao Canadá e exceções estão disponíveis no site oficial do Governo: https://travel.gc.ca/covid-19-travel

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/09/2020 0 Comentários 688 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis supera metas do IDEB previstas para 2021

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Educação (MEC) divulgou os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2019 e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2019. O anúncio foi realizado no dia 15 de setembro na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Nova Petrópolis registrou 7.3 no índice geral do IDEB, superando a meta prevista para 2021, que é de 6.8.

De acordo com os resultados do IDEB, Nova Petrópolis registrou aumento no índice geral alcançado em 2019, que foi de 7.3. Nos anos iniciais (4ª Série/5º Ano) houve aumento no índice alcançado em 2019, que foi de 7.3 e em relação a 2017, quando teve o índice 7.2. A meta projetada para 2020 era de 6.6 e, para 2021, é de 6.8. Nos Anos Finais (8ª Série/9º Ano) houve redução no índice alcançado em 2019, que havia sido 6.2 e, em relação a 2017, 6.4. A meta projetada para 2020 era de 4.8 e, para 2021, é de 5.1.

O IDEB, criado em 2007, é calculado de dois em dois anos, a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, das médias de desempenho nas avaliações do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – para as unidades da federação e para o país – e também da Prova Brasil – para os Municípios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2020 0 Comentários 617 Visualizações
Business

ENEJ 2020 será online

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A 27ª edição do maior evento de empreendedorismo universitário do Brasil irá acontecer online pela primeira vez em sua história. Realizado pela Brasil Júnior, Confederação Brasileira de Empresas Juniores, o ENEJ (Encontro Nacional de Empresas Juniores) acontecerá entre os dias 9 e 11 de outubro e já conta com mais de sete mil inscritos, número maior do que na edição presencial do ano anterior.

O encontro ocorre em formato televisivo e traz palestras, cases, workshops, simultâneos apresentados em formato de programa de TV, com temas sobre autoconhecimento, liderança, vendas, engajamento de time, gerenciamento de projetos, metodologias ágeis, inspiração, inovação e impacto. Entre os palestrantes confirmados estão Franklin Luzes, COO da Microsoft e o Mauricio Louzada, mergulhador que ficou preso em uma caverna por 44 horas.

“Neste ano teremos um evento tecnológico e conectado, para podermos cumprir com o nosso papel de potencializar o impacto das empresas juniores no país. Preparamos trilhas de conteúdos com games, vídeos, podcasts e e-books, em uma plataforma lúdica e gamificada. Além disso, teremos três dias de evento ao vivo, com workshops, palestras e em formato televisivo com programas matinais, game show, programa de variedades e talk shows”, afirma Ana Beatriz Cesa, Presidente Executiva da Brasil Júnior.

No ano passado, o ENEJ reuniu cerca de cinco mil jovens em Gramado/RS e movimentou mais de R$12 milhões. O evento também representa o impacto do Movimento Empresa Júnior (MEJ). No Brasil, existem mais de 1.100 empresas juniores e 22 mil empresários juniores deste perfil em mais de 210 universidades. O movimento já impactou R$70.000.000 na economia brasileira, que são reinvestidas, integralmente, na educação empreendedora dos estudantes e a Brasil Júnior atua com o objetivo de incentivar o empreendedorismo para tornar o país mais competitivo, ético, educador e colaborativo.

Para participar, adquirir um ingresso ou obter mais informações sobre o ENEJ 2020, é preciso acessar o link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2020 0 Comentários 1,5K Visualizações
Business

Bayer e Farsul firmam parceria para desenvolver jovens talentos no agronegócio

Por Gabrielle Pacheco 16/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IRFS) com 743 filhos de agricultores no Estado, com idades entre 13 e 21 anos, embora o cenário externo influencie na decisão de sucessão familiar, o ambiente que ele encontra no negócio da família será decisivo para o caminho escolhido pelo jovem. Segundo dados divulgados no Censo Agropecuário de 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos 11 anos, o percentual de produtores com mais de 65 anos aumentou de 18% para 23% no campo, enquanto o de jovens produtores entre 25 e 35 anos caiu de 14% para 10%. O campo tem tido dificuldades em reter profissionais jovens.

Em meio a esse desafio e com o foco no desenvolvimento de competências de um futuro líder no campo, a divisão agrícola da Bayer se uniu à Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) para contribuir com o aumento da presença de novos talentos no agronegócio gaúcho e acelerar o desenvolvimento da juventude no setor.

O resultado dessa parceria será o programa “Talentos do Agro” – que visa estimular ações que ampliem o conhecimento dos jovens em relação aos processos de inovação e transformação digital no agronegócio, estimulando a capacidade em criar soluções para desafios complexos e estratégias de comunicação.

“O Agro é um setor muito importante para o Brasil. Para que possamos continuar crescendo, aumentando nossa competitividade e nos posicionando como líder no mercado global é fundamental que tenhamos pessoas preparadas para liderar, suas propriedades e o setor. Essa deve ser é uma pauta estratégica para a agropecuária brasileira, pois precisamos preparar nossos jovens para que eles assumam esse papel no futuro. O Talentos do Agro terá o foco no desenvolvimento desse líder. É uma capacitação que abordará questões técnicas de agricultura e agropecuária, mas também de gestão de negócios e de pessoas. Todos pontos que irão ajudá-lo a ter confiança ao liderar o campo”, afirma o diretor do negócio de soja e algodão da Bayer para o Brasil e líder do programa na companhia, Marcelo Neves.

O presidente da Farsul, Gedeão Pereira, destaca que a entidade sempre vai apoiar ações que desenvolvam líderes da nova geração do agro. “A responsabilidade dos jovens produtores é muito grande na sucessão das empresas rurais. Eles precisam manter e melhorar o trabalho já existente buscando a adaptação aos novos tempos.”

“A comissão de Jovens Empresários Rurais da Farsul vem trabalhando na identificação e formação de novas lideranças no setor. E este programa vem para coroar esta iniciativa contribuindo com a preparação de jovens produtores em empreendedores com um embasamento diferenciado”, conta o coordenador da comissão da Farsul, Rafael Macedo.

Segundo Marcelo Neves, a parceria com a Farsul foi firmada devido ao histórico e pioneirismo da entidade no estado. “Muitas das pessoas que transformaram a agricultura nacional são do Rio Grande do Sul. Queremos, como empresa, ajudar a construir esse futuro para o agro gaúcho e de todo o país. O programa será dividido em três etapas. A ideia é que os participantes conheçam um pouco mais sobre as tendências que vão gerar impacto no mundo do agronegócio nos próximos anos. Aprendam sobre estratégia e networking. Vejam o quanto a inovação e transformação digital no campo são necessários para uma agricultura sustentável; além de debater o tema da sucessão familiar e a gestão dos negócios”, relata o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2020 0 Comentários 640 Visualizações
Variedades

Em Canoas, projeto estadual que prepara jovens empreendedores tem 100 vagas abertas

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Visando amenizar os efeitos que a pandemia do novo coronavírus vem lançando sobre a economia, a Secretaria Estadual da Justiça Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) resolveu adiantar as inscrições do projeto Juventude 4.0. A ideia é oferecer a jovens de 15 a 29 anos a oportunidade de aprender sobre a abertura novos negócios e como encontrar oportunidades em meio ao cenário de crise. Para Canoas, há 100 vagas disponíveis. 

Entre os conteúdos programáticos, estão tópicos relacionados ao marketing, financeiro e inovação. Os escolhidos para participarem do projeto farão, ao final, um plano de negócio. A conclusão do curso renderá um certificado e os 30 alunos que tiverem melhor desempenho receberão uma mentoria especializada com esclarecimento de dúvidas e soluções para empreender.

Em Canoas, a mediação do projeto é feita pela Diretoria da Juventude, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Participação Social (SMDHPS). 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 824 Visualizações
Variedades

Jovens possuem menor chance de serem contratados e maior de serem demitidos

Por Gabrielle Pacheco 21/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Atualmente, o Brasil conta com 12,7 milhões de desempregados, que têm permanecido cada vez mais tempo nessa situação. Os mais jovens continuam sendo os mais afetados.

Além de registrar uma retração de 1,3% na ocupação no trimestre móvel encerrado em janeiro, o grupo entre 18 e 24 anos possui a menor probabilidade de ser contratado e tem a maior chance de ser demitido.

Os dados constam na seção Mercado de Trabalho da Carta de Conjuntura divulgada nesta quarta-feira, 20, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os cálculos são feitos a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE, e do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda.

Após iniciar o ano de 2018 com claros sinais de dinamismo, avançando 2,0% em termos interanuais, o crescimento da população ocupada desacelerou, de modo que, no trimestre móvel encerrado em janeiro deste ano, o aumento observado foi de 0,9%.

A análise do Ipea mostra que o mercado de trabalho não vem apresentando melhora substancial: sua retomada ocorre, basicamente, nos setores informais da economia e, dos postos de trabalho formais, um em cada quatro empregos criados são contratos em tempo parcial ou intermitentes.

O ritmo de criação de novas vagas formais vem perdendo fôlego nos últimos meses, considerando tanto os dados da Pnad Contínua, quando os do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged). Além disso, o grupo dos desalentados e dos subocupados continua crescendo.

Essa lenta recuperação do mercado de trabalho vem gerando aumento no número de domicílios que declararam não possuir renda de trabalho e nos domicílios de renda de trabalho muito baixa.

O Brasil registrou cerca de 16 milhões de casas sem renda proveniente do trabalho no último trimestre de 2018, o que equivale a 22,2% das quase 72 milhões de residências no país. No último trimestre de 2017, a proporção era de 21,5%. O número é o maior para o período em seis anos e superior ao registrado antes da recessão do final de 2013 (18,6%).

Em relação aos salários, mesmo com o crescimento da renda dos mais pobres, desde o início de 2018 a renda dos mais ricos cresceu três vezes mais. A média da renda média domiciliar dos mais pobres variou 0,84% no período, enquanto que a dos mais ricos cresceu 2,6%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/03/2019 0 Comentários 478 Visualizações
Variedades

Jovens levam mais tempo para sair do cadastro de inadimplentes, aponta Boa Vista

Por Gabrielle Pacheco 25/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Jovens com idade até 18 anos levaram mais tempo para quitar as suas dívidas e ter o nome excluído do cadastro de inadimplentes, o Serviço Central de Proteção ao Crédito – SCPC, segundo constatou a Boa Vista.

No entanto, também foi nesta faixa etária que o estudo identificou a maior redução do prazo para a quitação da dívida, após a inserção no banco de dados de negativados.

Em 2018, os jovens com até 18 anos levaram em média 152 dias para quitar a dívida que causou a inadimplência. Em 2017, o tempo médio havia sido de 239 dias. Foi nesta faixa, contudo, que se observou a maior redução do prazo em relação a 2017, 87 dias.

Os adultos com idade entre 19 e 30 anos vieram logo em seguida, com uma redução no tempo médio de 204 para 144 dias, na comparação entre 2017 e 2018. Os idosos com 60 anos ou mais, por sua vez, foram os que levaram menos tempo, cerca de 114 dias do momento da negativação até o pagamento da pendência financeira, para ter o nome excluído do SCPC.

Na análise da segmentação por sexo, o levantamento da Boa Vista não identificou diferença significativa entre os grupos, já que o tempo médio para a quitação da dívida, após a inserção no SCPC, foi de 151 dias em 2017, tanto para o público masculino quanto para o feminino, e em 2018, de 118 e 115 dias, respectivamente.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/02/2019 0 Comentários 852 Visualizações
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