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Diário Popular de Pelotas encerra atividades

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

O jornal Diário Popular, de Pelotas, anunciou nesta terça-feira (11) o fim de suas atividades. Fundado em 27 de agosto de 1890, o veículo atuou por 133 anos e foi foi considerado por anos o principal jornal diário da região sul gaúcha. O processo de encerramento contou com a assessoria do escritório MSC Advogados.

De acordo com a diretora-superintendente do Diário Popular, Virgínia Fetter, questões envolvendo serviços terceirizados resultaram na ruína das finanças da empresa, somados aos prejuízos causados pela catástrofe climática de maio, pela pandemia e pelas revoluções dentro do jornalismo. “Estamos até hoje pagando caro o preço desses problemas. Agora, com as enchentes, fizemos o impresso apenas nos últimos finais de semana, em Cachoeira do Sul. Foi uma tentativa que não deu certo. A nova logística não colaborou para a chegada do jornal no horário habitual, gerando insatisfações”, lamenta a arquiteta que, há 28 anos, se dedica ao negócio, dando sequência à administração de seu avô, Adolfo Fetter, e de seu pai, Edmar Fetter.

A empresária relata que, nos últimos anos, foi necessário, inclusive, injetar grandes quantias de recursos próprios e obter empréstimos para manter as operações e honrar os compromissos com os colaboradores. Apesar dos esforços, a situação se tornou insustentável, obrigando o fim da publicação, que estava há três gerações na família. “Por ser um jornal prestador de serviços à comunidade, não foram raras as vezes em que ele foi confundido com órgão público. Faço questão de deixar claro que nunca contamos com ajuda financeira de nenhum órgão governamental. Sempre fomos iniciativa privada mantida por acionistas, assinantes e verbas publicitárias. Nossa dedicação exclusiva com o apoio do trabalho de nossos colaboradores foram as únicas forças propulsoras que fizeram movimentar as bobinas e rodar as máquinas”, comenta Virgínia.

Autofalência

Para honrar o legado do Diário Popular, Virgínia contou com a consultoria do escritório MSC Advogados a fim de buscar maneiras de encerrar as atividades de forma responsável e respeitosa. Um ativo que está sendo disponibilizado para a quitação dos débitos é o prédio que hoje abriga todos os setores da empresa, com valor estimado de R$ 2,9 milhões. “Esse processo permite que a própria empresa que, atualmente, contava com 58 colaboradores diretos, encerre suas atividades de forma controlada, tendo como objetivo liquidar seus ativos e quitar suas dívidas. Isso irá beneficiar tanto a empresa, que consegue encerrar suas atividades de maneira regular, como os credores, que têm a chance de receber o que é devido. É uma atitude responsável e que encerra com dignidade uma história de mais de um século”, esclarece o sócio do escritório MSC, Guilherme Caprara.

Foto: Dilermando Dias/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 433 Visualizações
Variedades

Brasil é um dos países que mais confia em jornais e revistas

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil é o quarto país que mais confia no conteúdo produzido por jornais e revistas, aponta a pesquisa global “Trust in the Media”, da Ipsos. Seis em cada dez brasileiros (65%) confiam em veículos impressos. Globalmente, o índice é de 47%. Por outro lado, 8% dos brasileiros não confiam e 23% não têm muita confiança. A Sérvia é a nação que menos confia, com 11%.

O estudo mostra que outros meios de comunicação também possuem boa aceitação entre a população brasileira: 65% afirmam que confiam na televisão e no rádio e 58% em sites de notícias e plataformas online. No mundo, os índices são de 49% e 45%, respectivamente.

O Brasil também está entre os países que mais acreditam que os jornais e revistas são relevantes. Enquanto a média global é de 54%, a brasileira está em 70% (empatada com Malásia), atrás apenas de Índia (82%) e África do Sul (74%). A relevância dos outros meios no país também está em alta: televisão e rádio (69%) e sites de notícias e plataformas online (70%).

Globalmente, metade dos entrevistados (50%) acreditam que jornais e revistas agem com boas intenções. No Brasil, o percentual é de 63% (o mesmo para os veículos online). Os brasileiros acreditam ainda mais na boa intenção da televisão e do rádio (65%).

“O Brasil tende a ser uma população que valoriza e confia na mídia mais do que grande parte dos países do mundo. O brasileiro acredita na mídia e no valor que ela tem para informar e instruir”, afirma Diego Pagura, diretor na Ipsos Brasil.

Fake news

O Brasil está entre os países que também mais acredita que o conteúdo falso prevaleça em jornais e revistas (59%). A Sérvia é o que mais acredita, com 82%. O índice global é de 52%.

Entre os entrevistados brasileiros, a percepção de que as fake news prevalecem na internet é ainda maior, com 68% – média acima do que a global (62%). Para a televisão, os índices são de 61% e 52%, respectivamente.

As informações obtidas entre os amigos também geram desconfiança, já que 61% dos brasileiros acreditam que eles podem trazer conteúdo falso. A média global é de 37%. A possibilidade de conteúdo falso é ainda maior entre conhecidos apenas pela internet, com 67% no Brasil e 54% no mundo.

A pesquisa online foi realizada com 19,5 mil entrevistados em 27 países, incluindo o Brasil, entre 25 de janeiro e 8 de fevereiro de 2019. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 p.p.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2019 0 Comentários 591 Visualizações

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