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ISTs

Saúde

Mapeamento de ISTs no Estado começa testagens na Região Metropolitana

Por Milena Costa 17/06/2021
Por Milena Costa

Será retomado neste mês um estudo pioneiro e coordenado pelo Hospital Moinhos de Vento, para mapear o comportamento, as práticas e os cuidados da população gaúcha em relação às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). O Projeto Atitude irá percorrer 56 municípios do Rio Grande do Sul. Além de responder a questionamentos, os participantes serão testados para HIV, sífilis e hepatites B e C. A coleta de dados se iniciou em dezembro de 2020 e, devido à pandemia, foi interrompida.

O principal objetivo é identificar os motivos pelos quais o RS aparece em primeiro lugar nos casos de HIV e outras ISTs no país. É a primeira vez que uma pesquisa desse tipo acontece no Brasil. O Projeto Atitude deve entrevistar, ao todo, 8,2 mil pessoas no Rio Grande do Sul e começou pelo sul do Estado, nos municípios de Pelotas e Capão do Leão. Agora, os pesquisadores vão retomar a coleta de dados no próximo dia 22, em Porto Alegre e na Região Metropolitana, seguindo os protocolos de saúde determinados pelo Estado. No decorrer do processo, o estudo se expandirá para todas as regiões do Rio Grande do Sul.

“Responder a essas entrevistas é fundamental para identificação de grupos de maior risco e para o desenvolvimento de estratégias de prevenção direcionadas a estas populações”

De acordo com a epidemiologista Eliana Wendland, que lidera o projeto, “a estratégia é facilitar o acesso das pessoas aos testes sorológicos. Responder a essas entrevistas é fundamental para identificação de grupos de maior risco e para o desenvolvimento de estratégias de prevenção direcionadas a estas populações”.

Programação

Além de Porto Alegre, outras cidades estão programadas para receber as equipes no dia 22. É o caso de Gravataí, Esteio, Canoas, Cachoeirinha, Novo Hamburgo e Sapucaia do Sul. A iniciativa é desenvolvida em conjunto com o Ministério da Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), e conta com a parceria da Secretaria Estadual da Saúde.

As equipes — compostas por entrevistadores e um técnico de enfermagem — foram treinadas, e os profissionais estão identificados com colete e crachá com foto e um QR Code que pode ser scaneado para que as pessoas que estão sendo visitadas tenham a certeza de que a equipe faz parte da pesquisa. Também é possível conferir a identidade dos pesquisadores pelo telefone (51) 3537-8092.

Mortalidade alta no RS

Dados da Secretaria Estadual da Saúde de 2019 indicam que o Rio Grande do Sul apresenta a maior taxa de mortalidade por Aids no país, com nove óbitos por 100 mil habitantes — a média nacional é de 4,8 óbitos. Já a taxa de infecção de HIV em gestantes também é a maior do Brasil, com 9,5 casos para cada mil nascidos vivos — sendo em 2,8 o indicador nacional. O RS tem a segunda maior taxa de detecção de sífilis adquirida no país, com 116 casos por 100 mil habitantes — o indicador nacional é de 58 — e a terceira maior incidência de sífilis congênita em menores de um ano, com 14,2 casos a cada 1 mil nascidos vivos, quando a taxa brasileira é 8,6.

Confira a lista de municípios participantes da pesquisa neste link.

Foto: Luan Pedrotti/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

17/06/2021 0 Comentários 507 Visualizações
Saúde

Projeto para enfrentar epidemia de sífilis é lançado em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma equipe pesquisadores do Projeto SIM iniciou nesta quarta-feira, 11, os trabalhos de abordagem e coleta de informações que vão gerar uma avaliação estratégica para enfrentar a epidemia de sífilis no Brasil. A unidade móvel de pesquisa está em operação no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico de Porto Alegre. Quem passa pelo local, um dos maiores pontos de circulação da capital gaúcha, pode se voluntariar para participar do estudo, fazer os exames para diagnóstico da doença e também teste de HIV e hepatites virais.

O Projeto SIM é uma parceria do Hospital Moinhos de Vento, do Ministério da Saúde e da Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre, sendo desenvolvido por meio Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS).

Porto Alegre foi escolhida para a realização da pesquisa por ter uma das maiores taxas de detecção da sífilis adquirida no Brasil, registrando 166 casos para cada 100 mil habitantes, contra 75 da média nacional. A unidade móvel ficará disponível até o final do ano como base para a pesquisa e também para a comunidade buscar orientações.

No lançamento da iniciativa, o superintendente executivo do Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, reforçou que o Projeto SIM é um exemplo de mais uma relevante e fundamental parceria público-privada para a área da saúde. “O PROADI-SUS vem contribuindo, a cada dia, para aperfeiçoar, fortalecer e qualificar o SUS. São projetos de educação, pesquisa, estudos de avaliação e incorporação e novas tecnologias, gestão e assistência especializada que fazem desta parceria um exemplo para o país”, destacou.

O secretário de Saúde da Capital, Pablo Stürmer, ressaltou o trabalho alinhado entre a administração municipal e o Hospital Moinhos de Vento, e expôs a realidade da sífilis na cidade de Porto Alegre. Ele apontou para a necessidade dos serviços essenciais à saúde estarem próximos da população que mais precisa.

Durante sua manifestação, o superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social do hospital, Luciano Hammes, explicou as principais atribuições do Projeto SIM. Os objetivos da iniciativa são facilitar o acesso para a população, com uma mensagem leve e convidando as pessoas a fazerem o teste, além de estabelecer estratégias para monitorar o tratamento, com acompanhamento por aplicativo de celular, por telefone ou presencial, nas Unidades Básicas de Saúde.

A técnica do departamento de HIV/AIDS do Ministério da Saúde, Flávia Moreno, destacou que o Projeto SIM irá auxiliar o Governo Federal a verificar as melhores políticas públicas a serem implantadas nos próximos anos para o enfrentamento da sífilis, do HIV e das hepatites virais.

Como vai funcionar a pesquisa

Os pacientes com resultado positivo para sífilis serão divididos em três grupos de acompanhamento: por aplicativo de celular, por contato telefônico e pelo protocolo atual, que é a indicação do tratamento com orientação de retorno para novas doses de medicação e monitoramento nas unidades de saúde. A ideia é identificar a eficácia desses métodos, especialmente em termos de logística e integração, e avaliar a viabilidade de implementação em outros estados e municípios.

“Temos de testar formas novas de estimular a adesão ao tratamento. O uso de jogos de celular, por exemplo, é uma prática comum. Vamos tentar mobilizar os pacientes por meio dessa interação”, explica a responsável técnica pelo Projeto SIM, Eliana Márcia Da Ros Wendland, “A ideia é que o estudo aponte quais são as principais lacunas existentes no diagnóstico, tratamento e monitoramento, para que a possamos experimentar novas estratégias de controle”, ressalta.

Além das pessoas que serão incluídas na pesquisa, os pacientes com testes de HIV positivo serão orientados a buscar o sistema de saúde com carta de encaminhamento e exames solicitados.

Aumento de casos

Entre janeiro de 2017 e junho de 2019, a sífilis foi a infecção que mais teve incidência no país. Foram mais de 348 mil casos notificados. A sífilis, tanto a congênita como a adquirida, apresenta aumento de casos no Brasil nos últimos anos. De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde 2019, dados de notificação compulsória apontaram que as taxas da doença adquirida passaram de dois casos para cada 100 mil habitantes em 2010 para 42,5 casos em 2016, ano em que o agravo foi considerado como epidemia pelo Ministério da Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2020 0 Comentários 430 Visualizações

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