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Business

Potencial de consumo de Novo Hamburgo atinge R$ 9,5 bilhões

Por Amanda Krohn 19/07/2022
Por Amanda Krohn

Investimentos e ações que possibilitaram um clima altamente positivo para empreender em Novo Hamburgo e que fazem a cidade se destacar na geração de empregos em todo o Estado já começam a aparecer também em outra ponta. Segundo o estudo IPC Maps 2022, especializado há quase 30 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, Novo Hamburgo avançou em seu potencial em relação ao ano passado. O município pulou da sétima para a sexta posição entre as cidades de todo o Estado.

Segundo a pesquisa do IPC Maps, o consumo das famílias hamburguenses deve movimentar cerca de R$ 9,5 bilhões na economia do Município ao longo deste ano. O valor representa um crescimento nominal de R$ 1,5 bilhão em relação ao ano passado. “O crescimento real da cidade em relação ao ano anterior foi de 7,0%”, pontua Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa. Percentual este bem maior que o Brasil, que teve aumento real de apenas 0,92%.

“Quando avançamos em nosso potencial de consumo, isso significa que mais hamburguenses estão inseridos na economia, ou seja, que temos mais emprego e renda”, destaca a prefeita Fátima Daudt, lembrando que, desde agosto de 2020, em plena pandemia, Novo Hamburgo tem sido destaque na geração de postos de trabalho, segundo balanço do governo federal. “O potencial de consumo também mostra que Novo Hamburgo é um dos lugares mais promissores para receber empresas e investimentos”, acrescenta Fátima.

O IPC Maps mapeia o perfil de consumo das populações urbanas e rurais dos 5.570 municípios brasileiros. O perfil de cada município é detalhado com dados demográficos, número de empresas e potencial de consumo de 22 categorias segmentadas por classe socioeconômica e atualizado ano a ano.

Cidadania

“Tenho dito que gerar emprego é viabilizar o exercício pleno da cidadania. Com trabalho e renda, as pessoas têm condições de realizar seus sonhos”, completa a prefeita. O potencial de consumo de Novo Hamburgo, que estava na sétima posição em 2021, superou o município de Gravataí neste ano, e está próximo de Santa Maria e Pelotas, respectivamente quarto e quinto colocados (atrás de Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas).

O desempenho de Novo Hamburgo fez a cidade saltar oito posições no ranking nacional (de 96ª em 20221 para 88ª em 2022). É o maior crescimento neste ranking entre as sete cidades melhor colocadas no Estado: Porto Alegre permanece em 8º no ranking nacional; Caxias do Sul perdeu duas posições (de 32ª para 34ª); Canoas avançou seis (de 67ª para 61ª); e Pelotas caiu 20 ((de 60ª para 80ª); enquanto Gravataí caiu uma (de 92ª para 93ª).

Em termos de quantidade de empresas, diferentemente do que ocorreu no Brasil, onde todos os setores tiveram queda na quantidade de empresas, com exceção do agronegócio, em Novo Hamburgo, além do agronegócio, o setor de serviços também teve desempenho positivo, com aumento na quantidade de empresas instaladas na cidade.

Marcos Pazzini acrescenta que, em todo o Brasil, o consumo das famílias deve movimentar cerca de R$ 5,6 trilhões ao longo deste ano — um aumento real de apenas 0,92% em relação a 2021, a uma taxa positiva de 0,42% do PIB. “Esse resultado é reflexo da lenta recuperação pós-crise pandêmica agravada pelo atual cenário de confronto entre Rússia e Ucrânia, na Europa”, explica.

Brasil possui cerca de 215 milhões de cidadãos. Destes, 182,2 milhões moram na área urbana e são responsáveis pelo consumo per capita de R$ 28.708, contra R$ 12.614 gastos individualmente pela população rural. Essa edição aponta, ainda, para uma nova tendência no comportamento do consumidor, que passa a gastar mais com veículo próprio em detrimento até das despesas com alimentação. “Como na pandemia muitas indústrias pararam de produzir, principalmente autopeças eletrônicas, as empresas tiveram de prolongar os prazos de entrega e reajustar seus valores. Enquanto isso, crescia a demanda por transportes via aplicativos e deliveries, tanto pelo consumidor — que passou a usar mais esses serviços —, quanto pelos trabalhadores — que viram nesse segmento uma oportunidade de compensar a perda do emprego ou de parte do seu salário, ou ainda, de ter uma renda extra”, avalia o diretor do IPC Maps.

Foto: Lu Freitas/PMNH/ Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
BusinessCidadesVariedades

Gastos dos brasileiros chegarão a R$ 4,4 trilhões em 2018, segundo pesquisa do IPC

Por Gabrielle Pacheco 06/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Após um longo período de estagnação, as famílias brasileiras retomam os hábitos de consumo e devem movimentar R$ 4,4 trilhões na economia até o final deste ano, o que significa um aumento real de 3% (variação de R$ 240,7 milhões) em relação a 2017. Esses são os principais destaques do estudo IPC Maps 2018, especializado no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais.

A abertura de novas empresas passa a manter um padrão de crescimento, sobretudo sadio, compatível com a realidade atual. O trabalho conclui, ainda, que, o fenômeno da interiorização, em ascensão desde 2015, começa a perder sua participação no cenário do consumo (de 55% em 2017, cai para 54% neste ano), cedendo espaço ao restante do Estado, representado pelas capitais e, principalmente, suas regiões metropolitanas, cuja evolução é da ordem de 45% para 45,8%.

 Esse novo cenário deve-se muito mais pelas cidades próximas das capitais, também conhecidas como cidades-dormitório, do que pelas capitais propriamente ditas, que também sofreram uma pequena redução”, afirma Marcos Pazzini, responsável pela pesquisa.

De acordo com o levantamento, o perfil dos gastos nas capitais de 29,8% caiu para 29,6%. A população total registra 209,2 milhões de habitantes, com 84,7% (177,2 milhões) residindo na área urbana. O consumo per capita urbano soma R$ 23.365,89, enquanto o rural, R$ 9.511,79.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2018 0 Comentários 467 Visualizações

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