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inovação

Variedades

Startup gaúcha inova no mercado imobiliário para driblar o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 13/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

As novas dinâmicas proporcionadas pelo isolamento social também criaram novas demandas e oportunidades. Contudo, existem empresas à frente do seu tempo que chegaram a este momento com uma lógica de atuação completamente inovadora. É o caso da Agencie Imóveis, plataforma web criada com o intuito de agilizar, facilitar e otimizar o tempo dos proprietários de imóveis na hora de vender ou alugar, acelerando assim os resultados alcançados.

Os empresários gaúchos Jonata Nunes e Cristiano Souza, ambos com mais de dez anos de mercado, e o programador Ronaldo Hoch, criaram a startup  Agencie Imóveis para facilitar a vida de quem quer vender ou alugar seu imóvel, principalmente em tempos de restrição como a quarentena causada pelo novo coronavírus.

Através do uso da tecnologia, com geolocalização e avaliações, a Agencie Imóveis busca qualificar e direcionar o imóvel para as imobiliárias mais adequadas. Neste processo, é o proprietário quem as escolhe, além de facilitar a procura, com ferramentas simples e intuitivas. Após o cadastro do imóvel de maneira muito fácil, o proprietário escolhe quais e quantas imobiliárias poderão anunciar seu imóvel. “A partir disso, sugerimos as mais adequadas com base na tecnologia de geolocalização e nas avaliações dos usuários”, explica Hoch.

Após cadastro, a Agencie envia um fotógrafo para fazer as fotos profissionais – que aumentam em até 60% o interesse de quem vê o anúncio – e produzir o Tour Virtual “interativo” do imóvel. “A tecnologia é similar ao Google Street View dentro do imóvel e possibilita visitas 24h por dia, durante toda a semana”, analisa Souza.

A Agencie Imóveis tem sede em Porto Alegre e visa facilitar todo o processo que envolve as relações entre as imobiliárias e seus clientes neste momento delicado do mercado, com restrição de mobilidade, utilizando os mecanismos mais modernos para tornar ainda mais eficiente este mercado. “A capacidade de adaptação veloz é o que vai entregar valor para mercados tradicionais, como o mercado imobiliário”, ressalta Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2020 0 Comentários 486 Visualizações
Variedades

Sociedade civil de olho em projetos que trazem soluções para problemas sociais, econômicos e ambientais

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 e o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) abriram um edital para selecionar entre cinco e dez soluções criadas no Brasil, que contribuam para o alcance de um ou mais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no país. Projetos que apresentem respostas para as consequências da pandemia da Covid-19 e que promovam a igualdade de gênero terão maior peso, dentro dos critérios estabelecidos pelo edital. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site.

As soluções inovadoras escolhidas receberão como prêmio mentoria técnica com profissionais especializados em negócios sociais, participarão de uma rodada de negócios com potenciais investidores e parceiros estratégicos, além de serem apresentadas num seminário que, por conta das necessidades de isolamento social impostas pela pandemia, será transmitido via internet para todo país, no dia 6 de agosto de 2020. O II Seminário de Soluções de Inovadoras tem o financiamento da União Europeia, como uma das atividades do projeto do GT Agenda 2030, que tem como objetivo contribuir para implementação da Agenda 2030 no Brasil.

As inovações contempladas também farão parte de uma publicação em formato online e offline, para que ganhem ainda mais visibilidade e conhecimento do público em geral e possibilidade de conexão com futuros apoiadores, fundações privadas e gestores/as públicos/as que queiram apoiar ou investir nas práticas vencedoras.

“São consideradas soluções inovadoras projetos, tecnologias ou outras iniciativas estruturadas, alinhados com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) com potencial de transformação de políticas públicas e que possam ser replicados, isto é, tenham capacidade de adaptação para serem implantados em outras localidades”, explica Carolina Mattar, coordenadora executiva do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), instituição facilitadora do GT Agenda 2030 e responsável pela coordenação geral da chamada pública e do seminário.

Podem participar da chamada pública organizações da sociedade civil (OSC), que não tenham fins lucrativos, de qualquer região do Brasil, bem como instituições de pesquisa, ambos com CNPJ ativo, e grupos informais ou coletivos (com ou sem CNPJ), que tenham como meta o alcance dos ODS. Entre eles os que promovam a melhoria da saúde e educação básica; a gestão do território e economia circular, para tornar cidades mais seguras, resilientes e sustentáveis; o combate às mudanças climáticas e à perda da biodiversidade, para a proteção de todos os ecossistemas; a disponibilidade de recursos básicos: água, saneamento, energia; e a segurança alimentar, melhoria da nutrição e promoção da agricultura sustentável.

Todo o processo é gratuito. O prazo de inscrições vai se estender até o dia 4 de junho. Cada organização da sociedade civil interessada poderá inscrever no máximo três soluções, cadastradas individualmente.

As propostas serão analisadas por uma banca composta por até 8 curadores, entre representantes de organizações-membros do GT Agenda 2030 e especialistas externos convidados, reconhecidos por sua experiência em temas relacionados aos ODS e ao investimento de impacto social. O resultado será divulgado no dia 17 de julho. Entre os critérios também estarão a solidez da ideia, o nível de inovação, a capacidade de articulação com multiatores, a viabilidade operacional, a capacidade de avaliação e monitoramento e a sustentabilidade financeira.

Na primeira edição realizada em 2019, foram selecionadas 10 ideias inovadoras com impacto na vida de habitantes das mais variadas regiões do país. Os vencedores foram o projeto Costurando vidas, de capacitação em costura, bordado e artesanato sustentável para mulheres, de Itabira (MG); o Circuitos de Comercialização Agroecológica de fortalecimento da agricultura familiar, com funcionamento em seis estados da Rede Ecovida (SP, MG, BA, SC, RS e PR); o Arquitetas em Casa, da Ilha do Maranhão, na Região Metropolitana de São Luís (MA); o Redes de Produção Agroecológica Solidária, de agricultura familiar e pesca artesanal do Território do Baixo Tocantins, no Pará; Sistema Rac/Saf, de reutilização de águas cinzas do semiárido pernambucano; o Mãostiqueiras, programa de reaproveitamento de lã de ovelha em Campos do Jordão (SP); o Teia da Sustentabilidade, de Icapuí (CE); o Plantando Jardins Filtrantes e Água Boa que abrange os municípios de Cotia, Embu das Artes e Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo com a questão do tratamento do esgoto esgoto doméstico por zona de raízes; o Aqualuz, que criou um dispositivo que utiliza luz solar para tornar potável água de cisternas (BA, CE, AL e PE) e o Centro de Referência Indígena Ikolen e Karo, de Rondônia.

Sobre o GT Agenda 2030

O GT Agenda 2030 reúne 48 entidades de diferentes setores que, juntas, cobrem todas as áreas dos 17 ODS, que devem ser alcançados até o ano de 2030. No Brasil, o grupo foi formalizado em 9 de setembro de 2014 e, desde então, atua na difusão, promoção e monitoramento da Agenda 2030 e busca divulgar os ODS, mobilizar a sociedade civil e incidir politicamente junto ao governo brasileiro e o sistema das Nações Unidas para a sua implementação. O GT é financiado pela União Europeia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 639 Visualizações
Variedades

Projetos gaúchos são finalistas de concurso de inovação nacional

Por Gabrielle Pacheco 30/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul é representado por dois aplicativos finalistas da 8ª edição do Campus Mobile, concurso de inovação e empreendedorismo realizado pela Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), com patrocínio do Instituto Claro e apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

O certame busca estimular os estudantes universitários e jovens recém-formados a desenvolverem soluções por meio de aplicativos, produtos e serviços do segmento mobile que promovam impacto social e benefícios à população.

O ALMA é um aplicativo que atua em conjunto a um hardware usado para facilitar o monitoramento em cirurgias de fístulas arteriovenosas, procedimento cirúrgico para interligar veias e artérias, aumentando com isso a pressão sanguínea em pacientes que fazem hemodiálise. A solução foi criada pelas estudantes Jaqueline Dahmer Steffenon, Márcia Cunha dos Santos e Carolina Rosa Kelsch, da Universidade do Vale do Rio do Sinos (Unisinos).

A tecnologia proposta tem como público-alvo pessoas com doença renal crônica em tratamento de hemodiálise, além de hospitais, clínicas e sistemas de saúde que podem vir a prover a tecnologia para seus pacientes.

Concorrendo na categoria de Educação, o aplicativo Mindland – A jornada do aprendizado tem como principal objetivo introduzir o conceito de pensamento computacional para crianças por meio de exercícios lógicos e matemáticos de maneira lúdica e interativa, buscando a preparação desses jovens para a resolução de problemas cotidianos de forma mais efetiva.

O app foi criado pelos estudantes Guiherme Piccoli, da PUC-RS, Saulo Gustavo Busetti, da Faculdade Senac-RS, e Gustavo Igor Gonçalves Travassos, da Unisinos.

Oportunidade de conhecer o Vale do Silício

Cada aplicativo concorre com outros dois projetos em suas respectivas categorias do Campus Mobile. Ao todo são 18 projetos finalistas divididos em seis categorias: Saúde, Diversidade, Smart Cities, Smart Farms, Educação e Games.

Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto Claro com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo. O resultado, com a indicação dos vencedores, será divulgado no mês de maio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/04/2020 0 Comentários 575 Visualizações
Variedades

Inova RS lança plataforma digital que reúne projetos contra o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 08/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O programa Inova RS, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), em parceria com a startup uBegin, lançou uma plataforma de colaboração estadual com o objetivo de reunir as ações que estão sendo desenvolvidas no combate ao novo coronavírus.

O propósito é auxiliar os ecossistemas de inovação gaúchos a organizar as informações de suas iniciativas de forma sistemática e dinâmica, conectar participantes e apresentar as demandas de cada projeto para todos que possam contribuir.

A ferramenta foi baseada nas linhas de atuação principais levantadas pelos Comitês Estratégico e Técnico dos oito ecossistemas regionais de inovação do Rio Grande do Sul. Todo projeto criado pode ser adicionado sob a categoria onde se enquadra, conforme os links.

  • Coleta e tratamento de dados
  • Diagnóstico/teste para Covid-19
  • Produção de EPIs e insumos hospitalares
  • Produção de respiradores e acessórios
  • Saúde pública e conscientização
  • Medidas de incentivo ao empreendedorismo
  • Assistência a populações vulneráveis

Na plataforma uBegin.com, é possível gerenciar todas as principais informações das iniciativas contra a Covid-19, como os potenciais patrocinadores, as necessidades e pontos críticos, os participantes, a agenda de eventos on-line e um chat para comunicação.

“A Sict tem trabalhado com inovação baseada em dados e evidências. Esse processo de sistematização e organização de informações é essencial para fomentar as iniciativas inovadoras no atual cenário de pandemia”, destaca o secretário Luís Lamb. A ferramenta é gratuita e está disponível para quem desejar criar ou inserir um projeto que já está em desenvolvimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/04/2020 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Fábrica de chocolates inova na Páscoa durante pandemia

Por Gabrielle Pacheco 08/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise do novo Coronavírus pegou diversos empresários de surpresa, justamente em um momento em que se projetava maior crescimento dos negócios. Por isso, muitos estão buscando novas soluções para manter o faturamento evitar maiores prejuízos. Um deles é a Chocolates Alaska, fábrica de Cachoeirinha que tinha projeções otimistas para a Páscoa desse ano.

“Nós tínhamos capacidade de até três toneladas e meia, mas, com o agravo da Covid-19, interrompemos a produção e ficamos em duas toneladas”, conta Viviane Goular, proprietária da chocolateria. Com isso, a preocupação de Viviane aumentou, mas ela encontrou uma saída: disponibilizou os produtos em apps de delivery com um diferencial – no fim de semana de Páscoa, alguns pedidos serão entregues pelo Coelhinho. “Estou confiante com essa ideia! Não podemos nos deixar abater”, afirma.

Foto: Divulgação
08/04/2020 0 Comentários 652 Visualizações
Cidades

Porto Alegre incentiva startups a participarem do combate ao coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um pacto contra o coronavírus. Esse é o projeto StartHealth: Startups vs Covid, que vai selecionar startups que têm soluções já desenvolvidas e maduras capazes de ajudar no combate imediato ao coronavírus no Rio Grande do Sul. As inscrições para as empresas que quiserem firmar parceria estarão abertas até 31 de março pelo site e, conforme as recomendações mundiais, o processo de seleção será on-line.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) e Secretaria de Saúde de Porto Alegre fizeram um mapeamento dos principais desafios enfrentados hoje. O objetivo é que as startups identifiquem soluções inovadoras existentes em áreas críticas, como monitoramento de pessoas com maior risco, gerência do fluxo de informações em tempo real, educação e coerção de aglomerações ou comportamentos inadequados.

“É da natureza das startups ter agilidade e crescimento rápido. É dessa velocidade e produtividade que precisamos no combate ao coronavírus. A ajuda deles será fundamental para somar aos esforços que estamos fazendo na nossa cidade”, afirma o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior.

Em um processo ágil de seleção, de 1° a 3 de abril, serão priorizados testes imediatos para posterior processo de mentoria e mais testes, finalizando com monitoramento e escala das soluções.

O StartHealth: Startups vs Covid é uma realização do Pacto Alegre, Aliança para Inovação, Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS (Sict), prefeitura de Porto Alegre, Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além do apoio de diversas entidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2020 0 Comentários 470 Visualizações
Business

Estado enfrenta desafios para alcançar competitividade e avançar na inovação

Por Gabrielle Pacheco 10/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Presente entre os estados com maior capacitação acadêmica e de participação bem acima da média nacional em termos de programas de pós-graduação considerados de excelência, o Rio Grande do Sul registrou, nos últimos anos, um crescimento importante no número de parques tecnológicos em operação. Mas o desenvolvimento de inovações segue sendo um desafio importante para um Estado que precisa aumentar sua competitividade na comparação com outros centros industrializados, em especial por parte de investimentos das empresas em pesquisas e desenvolvimento de tecnologias. Há um risco de diminuição no dinamismo da economia gaúcha se não houver um fortalecimento do sistema de inovação do RS.

Estes são alguns dos indicativos de um estudo inédito lançado nesta segunda-feira, 9, com o objetivo de apurar a evolução dos indicadores das capacitações em ciência e tecnologia (C&T) do sistema de inovação gaúcho. Desenvolvida por uma equipe de pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), a pesquisa “Análise de Indicadores das Capacitações Científicas e Tecnológicas do RS” teve a colaboração da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) e foi apresentada em evento no auditório da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, em Porto Alegre.

“É fundamental termos um diagnóstico mais abrangente sobre este tema, dada sua importância ao desenvolvimento da nossa economia. A capacidade para desenvolvermos inovações é determinante para a própria sobrevivência num mercado cada vez mais competitivo”, salientou a titular da Seplag, Leany Lemos. Mesmo o Rio Grande do Sul estando numa posição intermediária de capacitações e desenvolvimento de tecnologias em nível nacional, alertou Leany, é preciso focar em estados e países que alcançaram crescimento na medida em que conseguiram incorporar inovações em produtos e serviços. “Precisamos olhar para os melhores para avançarmos”, resume.

Um ponto de alerta é a taxa de matrículas em cursos de graduação no grupo STEM (junção dos termos em inglês para ciências, tecnologia, engenharia e matemática). Mesmo em crescimento nos últimos anos, neste quesito o Rio Grande do Sul fica abaixo dos estados mais industrializados e numa distância maior ainda na comparação a países com destaque na economia mundial. “O desempenho na nossa formação STEM precisa ser melhorado, pois pode gerar falta de profissionais qualificados para as empresas, afetando negativamente a sua competitividade, em particular no contexto da indústria 4.0”, alertou o pesquisador Rodrigo Morem, que atuou na elaboração do estudo.

A pesquisa aponta que a participação dos programas de pós-graduação em nível de excelência acadêmica coloca o Estado entre os três melhores no panorama dos mais industrializados do país (abaixo de São Paulo e Rio de Janeiro). Neste universo, algumas das universidades gaúchas igualmente figuram entre as melhores do país nas áreas de conhecimento vinculadas ao desenvolvimento de tecnologias, com destaque majoritário às instituições federais.

No entanto, a faixa líquida de alunos matriculados nos cursos de graduação nestas áreas de formação (STEM) coloca o Rio Grande do Sul abaixo dos estados das regiões Sul e Sudeste, ficando mais próximo do patamar de unidades com baixa atividade industrial. “Um sistema de inovação compreende diferentes atores, e todos precisam atuar suas capacitações nas atividades de ciência e tecnologia”, acrescentou Morem.

Nova economia

Após apresentar a lista das maiores corporações globais pelo valor de mercado, evidenciando com dados que o mundo mudou e, consequentemente, a economia, o titular da Sict, Luís Lamb, fomentou a reflexão dos presentes. “Quero deixar uma provocação, um desafio: quais são as métricas para o século 21? Como a nova economia deve ser medida? Afinal, de acordo com alguns dos principais economistas modernos, continuamos usando o PIB, um indicador de 1930, para mensurar produtividade enquanto deveríamos medir conhecimento e quanto esse conhecimento gera riqueza para o Rio Grande do Sul e para o Brasil”, afirmou Lamb, reforçando que essa medida será subsídio para políticas públicas.

Perfil

A pesquisa da equipe do DEE aponta que os investimentos das empresas gaúchas em atividades de inovação têm um perfil similar à média nacional. Os gastos majoritários (47,3%) são na aquisição de máquinas e equipamentos e apenas 30% em atividades internas de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Neste aspecto, o Rio de janeiro difere do perfil dos demais estados muito em decorrência das atividades de P&D da Petrobras, observou o pesquisador.

As empresas industriais daqui, porém, apresentam percentuais menores de profissionais com pós-graduação ocupados nas atividades de P&D: 5,1%: em 2014, se comparadas com a média nacional, de 7,4%, ou com a de São Paulo, de 7,7. Esse é um aspecto a ser melhorado no sistema de inovação do RS, para elevar a competitividade da indústria gaúcha.

Parques

Nos últimos cinco anos, o RS saltou de três para 14 parques tecnológicos em atividade. No segmento, 34,4% dos profissionais empregados têm graduação (perde apenas para empresas de serviços em TI, com 52,1%). Porém, nestes centros de excelência a presença de pós-graduados (4,3%) é, em média, duas vezes superior a setores como serviços intensivos em conhecimento (1,8%), serviços de tecnologias da informação (1,7%) e indústria de eletrônicos e TICs (1,5%).

O estudo identificou que existe um grande potencial para ampliar o número de empresas residentes e start-ups. No levantamento mais recente e que foi incluído no trabalho, o setor de parques tecnológicos emprega mais de 10 mil pessoas em cerca de 300 empresas (majoritariamente atuando no desenvolvimento de software e em indústrias de alta e média intensidade tecnológica).

Após a apresentação do estudo, o diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, professor Carlos Henrique Horn, coordenou um debate com a participação dos secretários e pesquisadores. Os secretários-adjuntos Gilberto Pompilio Filho (Seplag) e Fernando de Mattos (Sict), assim como o diretor do DEE/Seplag, Liderau Marques Júnior, estiveram presentes à apresentação, que foi acompanhada por alunos da área.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2020 0 Comentários 509 Visualizações
Variedades

Universitários desenvolvem primeiro veículo híbrido rural do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 03/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A autonomia energética de propriedades distantes de centros urbanos, como grandes fazendas, é a preocupação de um projeto desenvolvido na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. Em parceria com a empresa gaúcha Agrovec, o grupo de pesquisa Energias Renováveis e Eficiência Energética, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, realiza a pesquisa Desenvolvimento de um veículo elétrico híbrido – solar e biomassa.

Coordenado pelo pesquisador Moisés de Mattos Dias, o estudo visa desenvolver uma carreta agrícola híbrida: o veículo, anteriormente movido a gasolina, passará a contar com um motor elétrico, um módulo solar flexível e um gerador a biocombustível.

Uma equipe multidisciplinar e formada por acadêmicos da Feevale vem trabalhando no desenvolvimento do motor elétrico do veículo, além de toda a sua parte elétrica-eletrônica, como o desenvolvimento de conversores e inversores, carregadores de baterias e um controle a partir de microprocessadores. A ideia é que, em maio, essa etapa seja concluída e o carro possa retornar à Agrovec para as montagens finais.

“Este protótipo ainda não poderá ser comercializado, pois servirá para estudo dos mais diversos.”

Baterias que podem ser alimentadas de três formas

O motor padrão, movido a gasolina, está sendo substituído por um Motor Elétrico Síncrono de 9kW, com rotor construído a partir de processos de Metalurgia do Pó, em que blocos maciços de ferro foram compactados e sintetizados. O motor elétrico será alimentado por um conjunto de baterias, que poderão ser carregadas por meio de energia fotovoltaica, fazendo uso de uma película solar flexível de 100W fixada no topo do veículo; pelo gerador a combustão de 5kW acoplado na traseira do veículo. O gerador foi modificado para trabalhar com fontes renováveis, como biometano e biodiesel, por convencionalmente funcionar, apenas, com diesel comum; este conjunto também poderá ser carregado, alternativamente, pela rede elétrica, por meio de uma tomada convencional.

“Quando o setor privado acredita e potencializa os projetos de pesquisa, os problemas e suas descobertas se tornam cada vez mais reais.”

A previsão é que a tecnologia possa ser aplicada comercialmente a partir de 2022. “Este protótipo ainda não poderá ser comercializado, pois servirá para estudo dos mais diversos, referentes ao desenvolvimento de veículos elétricos híbridos aplicados para a área agrícola”, explica Dias. Assim, existe a previsão do desenvolvimento de um segundo protótipo a partir de 2021, sendo que, neste outro veículo, serão realizadas as modificações necessárias para o desenvolvimento de um protótipo definitivo, ou seja, comercial.

De acordo com o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, João Sganderla Figueiredo, a pesquisa transmite mais que descoberta acadêmica cientifica. “Ela é fonte inspiradora de transformação de um novo ciclo econômico que devemos pensar. Sustentar a dinâmica do capital, com responsabilidade socioambiental. Sobretudo, novamente, vale destacar que, quando o setor privado acredita e potencializa os projetos de pesquisa, os problemas e suas descobertas se tornam cada vez mais reais”, afirma. O projeto tem parceria com a Agrovec Indústria de Equipamentos Ltda., JSA Engenharia Ltda. e Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Foto: Fernanda Carvalho/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2020 0 Comentários 795 Visualizações
Saúde

Startup gaúcha lança plataforma digital para cuidados com a saúde

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para muitas pessoas, o custo fixo mensal dos planos de saúde nem sempre agrada, uma vez que o cliente acaba pagando mesmo que não utilize os serviços. Pensando em mudar esse conceito de investimento em saúde, uma startup gaúcha está lançando uma nova plataforma cujo o principal objetivo é destinar esses valores para a prevenção.

“O dinheiro aplicado na higya é direcionado apenas para a área da saúde, onde o usuário poderá eleger suas prioridades na hora de gastá-lo.”

A hygia inclui oferta de banco digital, aplicativo de saúde e uma loja de serviços do segmento. Para ter uma conta não é necessário nenhum aporte financeiro, o cadastro é totalmente gratuito. O usuário poderá iniciar o preenchimento dos formulários para estruturar o seu próprio planejamento de cuidados com a saúde. A partir daí, cada pessoa define a quantidade de dinheiro que deposita na sua conta. O dinheiro acumulado na hygia só pode ser usado com saúde.

Consultas, exames, restaurantes saudáveis e academias são alguns dos serviços que aceitam o “hygia Money”. “É uma forma de transformar aquele gasto fixo mensal do plano de saúde em um custo variável, de acordo com as necessidades e prioridades de cada pessoa. O dinheiro aplicado na higya é direcionado apenas para a área da saúde, onde o usuário poderá eleger suas prioridades na hora de gastá-lo”, explica o CEO da startup, Maikol Parnow.

Atualmente, a hygia está na fase de cadastramento de serviços parceiros. Médicos e empresas da área da saúde podem oferecer os seus serviços na plataforma. Com a conta, o prestador pode receber pagamentos de clientes de forma digital, sem contato com máquinas de cartão, podendo usufruir dos rendimentos na conta investimento ou retirar o dinheiro através de transferências bancárias.

“Nossa ideia é entregar para os clientes informação, planejamento e disciplina para que possam cuidar da saúde.”

O médico Alexandre Parma, sócio e fundador, explica que esse é o primeiro SuperApp de saúde do mundo. “Nossa ideia é entregar para os clientes informação, planejamento e disciplina para que possam cuidar da saúde. Faremos isso através de uma rede de prestadores interessada em facilitar seus atendimentos e obter ganhos para a sua empresa”, ressalta Parma.

Teste de DNA

Para saber a melhor forma de investir o hygia Money na prevenção, a plataforma, ativa desde dezembro de 2019, já está comercializando um serviço chamado de DNHygia. Trata-se de um mapeamento genético que aponta, analisando o DNA da pessoa, a melhor forma de se alimentar, praticar exercícios físicos, risco de doenças cardíacas e terapias personalizadas com elementos naturais.

O teste pode ser comprado por qualquer pessoa no site da hygia. Contudo, usuários cadastrados na plataforma possuem 5% de desconto no valor total. Quem adquire o DNHygia recebe em casa o kit de coleta, envia para o laboratório e recebe o resultado por e-mail, com relatórios completos e de fácil compreensão.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2020 0 Comentários 455 Visualizações
Variedades

Concurso premia jovens por projetos tecnológicos de impacto social

Por Gabrielle Pacheco 23/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto Claro lança a 8ª edição do Campus Mobile, concurso de inovação e empreendedorismo que incentiva a formação de talentos universitários, e recém-formados, para atuar no segmento de conteúdo e serviços mobile. As inscrições podem ser individuais ou em equipe com até três membros e estão abertas até o dia 17 de novembro, e podem ser realizadas pelo site do projeto.

“Essa iniciativa (…) gera soluções que impactam diretamente a vida das pessoas, por meio de soluções inovadoras para maior conexão em diversas áreas, da educação aos games.”

Estão aptos a participar universitários que estejam matriculados em um curso de graduação de uma instituição de ensino superior no Brasil ou recém-formados (em 2018 ou 2019). “Temos muito orgulho do crescimento do Campus Mobile e do comprometimento dos participantes ao longo dos últimos anos. Essa iniciativa cumpre um importante papel social, enquanto gera soluções que impactam diretamente a vida das pessoas, por meio de soluções inovadoras para maior conexão em diversas áreas, da educação aos games”, comenta Daniely Gomeiro, vice-presidente de projetos do Instituto Claro e diretora de Responsabilidade Social e Comunicação da Claro.

O Campus Mobile é dividido em cinco etapas: Inscrição das ideias e soluções; Seleção e Divulgação das Ideias e Soluções; Desenvolvimento dos Projetos; Finalização de protótipos; e uma Viagem de Imersão no Vale do Silício, São Francisco (CA), nos Estados Unidos, para concluírem seus projetos. Ao todo, após as inscrições serão selecionados cerca de 90 projetos.

Neste ano, serão, ao todo, seis categorias, com duas novidades: Saúde e Games. Em Saúde, são soluções que previnam ou facilitem o acesso a diagnósticos e tratamentos; na categoria Games, serão aceitos quaisquer jogos para plataformas móveis. Já em Educação, produtos ou serviços inovadores para dispositivos móveis que promovam e aprimorem a aprendizagem dentro e fora da escola ou o interesse pelos estudos; em Diversidade, projetos que contribuam com o empoderamento, redução da discriminação e promoção de direitos de mulheres e minorias. Por fim, Smart Cities busca soluções que contribuam para a infraestrutura urbana, tornem os grandes centros mais eficientes e melhorem a vida de seus habitantes; e Smart Farm traz iniciativas que tenham o objetivo de melhorar a infraestrutura e a vida dos habitantes em regiões rurais.

Maior participação feminina

Segundo Daniely, o Instituto Claro defende ações que promovam transformações na sociedade. Por isso, se esforça na mobilização e valorização do público feminino no âmbito científico, área em que a desigualdade de gêneros ainda é grande. “Mesmo com toda a expansão do mercado nas últimas décadas, a participação feminina em áreas que envolvem tecnologia é baixíssima. Para esta edição, o intuito é engajar mais mulheres para fazer parte desse universo, valorizando e fortalecendo o papel feminino na sociedade”, comenta Daniely.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2019 0 Comentários 601 Visualizações
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