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iniciativa privada

Política

Vereador de Santa Cruz do Sul sugere concessão do Parque da Gruta à iniciativa privada

Por Jonathan da Silva 05/02/2025
Por Jonathan da Silva

O vereador Eduardo Wartchow (Novo) sugeriu, durante a sessão ordinária desta segunda-feira (3), que a administração municipal de Santa Cruz do Sul conceda o Parque da Gruta à iniciativa privada. Segundo ele, a concessão seria uma alternativa para garantir a manutenção do espaço sem a necessidade de cobrança de ingressos.

Wartchow afirmou que a concessão poderia tornar o parque mais atrativo para turistas e evitar problemas estruturais. “O prefeito Sérgio Moraes publicou em suas redes vídeos mostrando o estado deplorável em que se encontra o Parque da Gruta, assim como o Autódromo. A concessão do parque é uma forma de garantir que o local tenha sempre uma manutenção adequada, afinal, estando nas mãos da iniciativa privada, o concessionário teria motivos de sobra para manter o local em condições adequadas e até oferecer mais atrações”, argumentou o vereador.

Inspiração paulista

Durante seu pronunciamento, Wartchow citou o Parque Ibirapuera, em São Paulo, como um exemplo bem-sucedido de concessão pública. “Hoje é muito bem cuidado, tem várias atrações, máquinas de produtos para consumo rápido e sem pagamento de entrada, a aprovação do público é altíssima”, avaliou o parlamentar.

O vereador destacou ainda que o modelo poderia ser um teste para futuras concessões de outros parques da cidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Projetos especiais

Parceria entre Vōrtica e Oscip oferece microcrédito sem juros na Quarta Colônia

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A incorporadora Vōrtica by GR e a Imembuí Microfinanças lançaram no dia 6 de dezembro o programa Juro Zero Empreender, uma linha de crédito sem juros inédita no Brasil subsidiada pela iniciativa privada. O objetivo é beneficiar pequenos empreendedores da Quarta ColôniaA, no Rio Grande do Sul, por meio de uma linha de R$ 250 mil destinada a apoiar negócios locais em nove municípios do território reconhecido como Geoparque Mundial pela Unesco.

De acordo com o diretor-geral da Imembuí Microfinanças, Arlimar de Oliveira, esta é a primeira vez que uma empresa privada subsidia integralmente os juros em um programa de microcrédito no Brasil. “A empresa privada é o braço forte que chega para somar, não para substituir. Tenho plena convicção de que esse incentivo aos municípios da Quarta Colônia ajudará a desenvolver a região de forma sustentável”, afirmou Oliveira.

O programa permitirá que empreendedores tenham acesso a até R$ 10 mil em crédito, desde que atendam aos critérios estabelecidos, como ter um avalista com renda compatível e manter o pagamento das 10 primeiras parcelas em dia. Nesse caso, o empreendimento Almai, da Vōrtica by GR, subsidiará as duas últimas parcelas, correspondentes aos juros.

Impacto regional e objetivos

O partner da Vōrtica by GR, Fabrício Kubaski, destacou o propósito do programa em fomentar o desenvolvimento econômico e social da Quarta Colônia. “Estamos comprometidos em inspirar mudanças positivas na região, acreditando no potencial do Almai como um catalisador para novos negócios e oportunidades. Essa iniciativa busca deixar um legado transformador, fortalecendo a comunidade do entorno em que estamos inseridos”, explicou Kubaski.

O diretor do Geoparque Quarta Colônia, Victor de Lima Maffini, ressaltou a importância da iniciativa para o desenvolvimento regional. “Este é um passo fundamental rumo ao objetivo final do nosso Geoparque, que é criar uma rede de sustentabilidade que abrange o desenvolvimento contínuo da região. Estamos criando uma base sólida para o futuro e o exemplo da Vōrtica marca o início de um ciclo positivo”, afirmou Maffini.

Funcionamento do programa

Segundo a Imembuí Microfinanças, o programa Juro Zero Empreender deverá beneficiar cerca de 30 microempreendedores individuais (MEIs), microempresas, agricultores familiares e autônomos dos municípios de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins.

Para participar, os interessados precisam atender a critérios como não ter restrições em órgãos de crédito e faturamento anual máximo de R$ 360 mil. Os créditos serão liberados até que o valor total de R$ 250 mil seja atingido.

Os responsáveis pelo projeto

O Almai é um empreendimento residencial da Vōrtica by GR, localizado no Recanto Maestro, em Restinga Sêca. O projeto envolve um investimento de R$ 62 milhões e prevê a geração de 1,2 mil empregos diretos e indiretos.

Já a Imembuí Microfinanças é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) fundada em 2001. Com atuação em mais de 160 municípios do Rio Grande do Sul, a instituição já concedeu R$ 162,3 milhões em microcrédito a 27,7 mil empreendedores no estado.

Mais detalhes sobre o programa podem ser obtidos pelos telefones (55) 99981-3586 ou (55) 99926-7442, no site imembuimicrofinancas.org ou nas redes sociais da Imembuí Microfinanças.

Foto: Azzo Estudio/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 401 Visualizações
Ensino

Escola infantil de Muçum é totalmente reformada após enchentes de 2023

Por Jonathan da Silva 26/02/2024
Por Jonathan da Silva

Cinco meses após ficar completamente submersa nas enchentes do Vale Taquari, a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Família Feliz, de Muçum, foi totalmente reformada e adaptada para novas situações de cheia. A reestruturação do espaço foi viabilizada por meio de doações da iniciativa privada. A solenidade de entrega do prédio aconteceu na manhã do sábado (24).

A mobilização para a reforma da escola que atendia mais de 80 crianças de quatro meses a quatro anos em 2023 foi liderada pela plataforma social Vvolunteer (VV). A entidade, que atua com voluntariado e ajuda humanitária no Brasil e no exterior, reuniu apoio de diversos empresários a fim de devolver a instituição para o município ainda melhor. “O prédio foi totalmente reformado e tratado, para que, em novas situações de enchentes, não ocorram tantas perdas”, explica o Coordenador Humanitário da VV, Fábian Chelkanoff, líder do projeto.

Algumas das medidas tomadas foram construir elementos de concreto, como bancadas, e utilizar esquadrias de alumínio em áreas mais baixas. Parte da estrutura também foi erguida para mais de 1,40 m, ficando a salvo em caso de cheias. Para além da reforma, foram feitas melhorias, como estruturação de uma sala de artes – desejo do corpo docente -, instalação de aparelhos de ar-condicionado, computadores e televisão nas salas de aulas.  “Nossa participação foi gerenciar a campanha, fazer a aproximação com os parceiros, levar voluntários e fazer, gerenciar a obra. E, agora, a gente vai adiante então com a etapa da educação” diz Chelkanoff.

A Allgayer Engenharia foi responsável pelas obras. Segundo o diretor da empresa, Maurício Allgayer, após tomar conhecimento da situação, a companhia se mobilizou para ajudar como podia. “No momento em que soubemos que a escola não poderia abrir as portas depois do verão, na volta às aulas – e quantas famílias e crianças seriam afetadas com isso –,  nasceu a nossa motivação”, lembra.

O Instituto Moinhos Social (IMS), pilar social do Hospital Moinhos de Vento, também apoiou a causa. Desde que as enchentes assolaram a região, o IMS se aproximou da Vvolunteer e, em conjunto, as entidades atuaram levando equipes de enfermagem para atender a população do município. Em paralelo a essa ação emergencial, o Instituto iniciou a arrecadação de recursos, que foram distribuídos ao longo de diversas ações. Parte das doações foi encaminhada para auxiliar na reforma da EMEI.  “Quando identificamos que a cidade tinha sido devastada, as primeiras áreas que pensamos em ajudar foram a saúde e a educação, afinal, são temas extremamente alinhados ao propósito do Hospital Moinhos de Vento. Portanto, foi natural destinarmos os recursos que arrecadamos para a reforma da Família Feliz”, afirma o superintendente de Responsabilidade Social e Gestão de Riscos do Hospital Moinhos de Vento, Admilson Reis, acrescentando que o hospital também atuou como interlocutor em conversas com empresários.

Vida e novas cores na Família Feliz

No cargo de diretora da EMEI Família Feliz desde fevereiro do ano passado, a educadora Alice Lorezon se dedicou à organização dos dez anos da instituição, celebrados em 2023. Conseguiu recursos para realizar um jantar e conquistou melhorias na infraestrutura. Contudo, em agosto, o prédio sofreu as primeiras avarias, depois de uma tempestade de granizo. Em 4 de setembro, então, foi registrada a maior destruição com a tragédia ambiental  sofrida pelo Vale do Taquari. “Erguemos os móveis, mas foi muita água. Depois disso, começou nossa batalha. Graças a Deus, tivemos ajuda de anjos, chamados voluntários, que nos auxiliaram no processo de limpeza. Na sequência, soubemos que a Vvolunteer iria nos ajudar na reforma total”, relembra Alice.

Impossibilitada de utilizar o prédio, a instituição passou a atender na estrutura de outra escola do município. Após a nova enchente, registrada, dessa vez, em novembro, a Família Feliz entrou no processo de reestruturação. Para felicidade da comunidade, os alunos e professores puderam retomar as atividades no prédio totalmente novo em 29 de janeiro deste ano. “Agora, é levantar a cabeça. A escola está colorida, alegre novamente. É gratificante estar de volta, receber calorosamente cada família e testemunhar a empolgação de cada criança. Seguimos trabalhando para dar o melhor a elas”, comemora a diretora.

Pais dos alunos da Família Feliz reagiram de forma positiva à entrega do prédio reformado. “Quem viu como a escola ficou não imaginaria que estaríamos aqui, hoje, vendo esse espaço tão bonito”, disse o agricultor Marciano Brandão, pai Luiz Guilherme, de sete meses, e do João Vicente, de 4. “É uma alegria entrar nessa escola com minha filha, que adora a escola, os professores e os colegas”, comemorou Viviane Stumm, mãe da Alice, de 3 anos.

Para o prefeito de Muçum, Mateus Trojan (MDB), toda a reforma e restabelecimento da EMEI Família é um símbolo de reconstrução. “É, de certa forma, uma motivação para as demais ações que o município precisa tomar nesse processo de recuperação. Então, a gente conseguiu elevar o nível da escola, entregar ela ainda melhor do que era antes. É um exemplo de parceria com a iniciativa privada, com instituições como a Vvolunteer, que vieram a somar e demonstrar o quanto tem pessoas, instituições e empresas boas no mundo” avalia.

Participaram da reforma da escola: Instituto Moinhos Social, Volkswagen Brasil, QuintoAndar, Arquitetura Nacional, Martiplas, Allgayer Engenharia, PUCRS, NT Consult, Sirtec Sistemas Elétricos, E-projeti Soluções em TI, Ingecon Instalações Comerciais, Mundo Educação Infantil – Porto Alegre, Rede de Escolas Anjinho da Guarda – Passo Fundo, Instituto Ascendendo Mentes, Andrade Maia Assessoria Jurídica e Tramontina.

Fotos: Cassius Souza/Hospital Moinhos de Vento/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2024 0 Comentários 575 Visualizações
Business

Três aeroportos gaúchos serão concedidos à iniciativa privada

Por Caren Souza 08/04/2021
Por Caren Souza

Três aeroportos localizados no Rio Grande do Sul foram leiloados pelo Ministério da Infraestrutura, por meio da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), à iniciativa privada na quarta-feira (7). São eles o aeroporto Internacional João Simões Lopes Neto, o aeroporto Rubem Berta e o Comandante Gustavo Cramer, localizados em Pelotas, Uruguaiana e Bagé, respectivamente.

Os três terminais integram o Bloco Sul da 6ª rodada de concessões aeroportuárias, que também é formado pelos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu, Londrina, Bacacheri, Navegantes e Joinville.

A previsão do Governo Federal é de arrecadar pelo menos R$ 516 milhões em outorgas com este bloco que contempla nove terminais. É considerado vencedor o consórcio que oferecer o maior valor de outorga para todo o bloco. E a previsão total de investimento nesses terminais é de R$ 2,8 bilhões. O prazo de concessão é de 30 anos, período em que devem ser criados quase 48 mil empregos.

Transportes – A importância do Bloco Sul se traduz na sua vocação econômica voltada ao turismo de eventos e negócios, além do transporte de cargas para exportação e importação. A região abriga importantes polos industriais nos setores de saúde e tecnologia, tendo os dois maiores portos secos da América Latina localizados nos municípios de Foz do Iguaçu e Uruguaiana.

Outros dois blocos também foram a leilão no mesmo dia: Norte I e Central. O primeiro é formado pelos aeroportos de Boa Vista (RR); Manaus, Tefé e Tabatinga (AM); Cruzeiro do Sul e Rio Branco (AC); e Porto Velho (RO). Já o Central tem os terminais de São Luís e Imperatriz (MA); Teresina (PI); Petrolina (PE); Palmas (TO); e Goiânia (GO).

O investimento total nos três blocos, já considerando os R$ 2,8 bilhões no Bloco Sul, supera os R$ 6 bilhões, sendo R$ 1,8 bi no Bloco Central, e R$ 1,4 bi no Bloco Norte. Em um único dia, o Governo Federal repassou a mesma quantidade de terminais aeroportuários do que o total atualmente concedido (22).

Infra Week – Além dos leilões dos 22 aeroportos, o Governo Federal também realizará a concessão da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), nesta quinta-feira (8), e o arrendamento de 5 terminais portuários, na sexta-feira (9). A concessão do trecho de 537 quilômetros da Fiol vai garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão das obras. O prazo de concessão será de 35 anos.

Já o arrendamento dos quatro terminais no Porto de Itaqui – IQI03, IQI11, IQI12 e IQI13 -, no Maranhão, e um no Porto de Pelotas (PEL01), no Rio Grande do Sul, vão gerar mais de R$ 600 milhões em melhorias.

No total, os 28 leilões vão injetar mais de R$ 10 bilhões em investimentos no Brasil. Ou seja, em apenas três dias, o MInfra vai assegurar um montante superior ao orçamento da Pasta para um ano inteiro – em torno de R$ 7 bilhões. Além disso, essas concessões vão gerar mais de 200 mil empregos, de forma direta, indireta e efeito-renda, ao longo dos contratos de arrendamento e concessões.

Programa de concessões – Em dois anos, o programa de concessões do MInfra já leiloou 41 ativos e contratou R$ 44 bilhões em investimento – e outros R$ 13 bilhões de outorga -, garantindo a ampliação da logística de transportes do Brasil. Em 2021, a expectativa é sejam concedidos mais de 50 empreendimentos, o que garantiria mais R$ 140 bilhões para o setor. A expectativa da Pasta é chegar até o final de 2022 com a contratação de R$ 250 bilhões em infraestrutura – mais de 40 vezes o orçamento público para investimentos na área por ano.

Fonte: Assessoria
08/04/2021 0 Comentários 629 Visualizações

Edição 304 | Mar 2026

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