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Variedades

Conheça as 15 profissões que mais pedem inglês como requisito

Por Milena Costa 28/07/2021
Por Milena Costa

As 15 profissões que mais exigem o inglês como condição são: Analista de Relações Internacionais, Analista de Comércio Exterior, Analista de Importação e Exportação, Engenheiro de Telecomunicações, Secretária Bilíngue, Gerente de Projetos, Tradutor, Analista de infraestrutura, Gerente de TI, Engenheiro Eletricista, Analista de Business Intelligence, Analista de Comunicação, Gerente de Marketing, Analista de Processos e Analista de Redes, segundo dados do Banco Nacional de Empregos – BNE.

“A exigência do inglês chega aparecer em até 95% em uma das profissões mencionadas. Dessa forma, o conhecimento de uma segunda língua para algumas profissões é mais do que um diferencial no currículo, mas uma necessidade para o recrutador tomar sua decisão”, comenta Marcelo de Abreu, CEO do BNE.

Inglês no mercado dos negócios

É um grande diferencial para quem busca aquele ‘algo a mais na carreira’”

De acordo com a pesquisa do British Council e do Instituto de Pesquisa Data Popular, apenas 5% da população brasileira fala um segundo idioma e desses, apenas 1% é fluente na língua inglesa. Para Ricardo Leal, CEO da influx Escola de Idiomas, a formação do inglês é uma vantagem para quem busca se inserir no mercado ou até mesmo perseguem uma promoção. “Há cursos específicos para quem quer aprender o idioma para o mundo dos negócios. É um grande diferencial para quem busca aquele ‘algo a mais na carreira’”, ressalta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2021 0 Comentários 1,3K Visualizações
Ensino

Currículo escolar em Sapiranga conta com língua inglesa já nos anos iniciais

Por Caren Souza 27/05/2021
Por Caren Souza

Desde o início deste ano letivo, todos os alunos da Rede Municipal de Educação (escolas de Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano) de Sapiranga contam com aulas de inglês. “Inglês nos anos iniciais é uma grande conquista para o município e para as nossas crianças. É comprovado em estudos que quando ensinamos inglês para uma criança, ela aprimora o desenvolvimento cognitivo e a habilidade de escuta, memória e atenção”, destaca Nathalia Sabina da Silva, supervisora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Sapiranga.

Iniciar o ensino do inglês já no primeiro ano, para Nathalia, é um sonho realizado. “Claro que é uma construção, um trabalho de formiguinha, visando o longo prazo. Estamos plantando sementinhas agora para colher daqui uns anos. O objetivo é, com as ferramentas que estão sendo dadas, fazer com que a criança chegue ao 9.º ano falando e entendendo inglês”, explica a supervisora, salientando que o contato semanal com a língua faz toda a diferença no aprendizado. “O aluno, lá no 6º ano, já vai ter adquirido um grande vocabulário, já vai conseguir ouvir e entender porque a base foi feita anteriormente”, justifica.

Conforme explica a docente, é muito mais fácil desenvolver a fala trabalhando com crianças menores. “Antes, tínhamos um tempo menor pro inglês, somente do 6º ao 9º ano. Então agora a criança, começando aos 6 anos com inglês, já no 1º ano, vai ter um desenvolvimento muito melhor. Sem contar que as crianças pequenas não têm tanta vergonha para falar, o que acelera ainda mais o aprendizado”, salienta Nathalia. Os professores relatam uma aceitação positiva das crianças. Estão gostando e tendo o interesse despertado por esse novo componente curricular.

Janelas de aprendizagem

É fundamental salientar que na educação de crianças existe o conceito de janelas de aprendizagem, um tempo propício para aprender. “Não quer dizer que não irão aprender, neste caso, o inglês, depois de adultos. Mas, aos 6 anos, a janela de aprendizagem da linguagem está aberta. Por isso que alfabetizamos nesta idade. Então, para aprender uma outra língua é muito mais fácil”, explica a professora.

E diferente do que se pode achar, a criança não irá se confundir. Pelo contrário, o ensino de uma segunda língua vai estimular o raciocínio e várias conexões cerebrais. “Este um período já faz a diferença porque desperta o gosto e o interesse pela língua inglesa”, explica Nathalia. A aprendizagem do inglês para as crianças dos anos iniciais é completamente diferente do que para os anos finais. O ensino e planejamento das aulas inclui muita brincadeira, jogos e música.

Foco é na expressão oral do aluno

O objetivo geral do ensino de qualquer língua é desenvolver no aluno a capacidade de leitura, fala, escrita e audição. Mas, para a compreensão e utilidade de uma segunda língua, o foco deve ser no desenvolvimento contínuo da fala, principalmente para os alunos dos anos iniciais.

“Com os pequenos, trabalhamos pouco com a parte escrita. Conforme vai subindo o ano, vamos aumentando a dificuldade. O objetivo é desenvolver a oralidade e não ensinar o inglês de forma fragmentada. Queremos que o aluno aprenda as cores, por exemplo, e saiba utilizar isso em uma frase, saiba se expressar na língua, consiga se comunicar e perder a vergonha”, salienta Nathalia.

Os professores priorizam, nos anos iniciais, a aprendizagem significativa que é, por exemplo, pular amarelinha contando em inglês ou levar os alunos para o pátio da escola e nomear alguns elementos da natureza na nova língua.

Dessa forma, o aprendizado acontece aliado a uma prática que tem mais valor para o aluno, não o deixando esquecer do que aprendeu. “É muito gratificante quando conversamos com os professores e eles nos dizem que os alunos estão amando ter inglês, que ficam felizes em fazer a atividade proposta, utilizando estes momentos para desenvolver o vocabulário”, comemora a supervisora.

Flashcards para auxiliar os professores

A equipe pedagógica da Smed desenvolveu um material exclusivo para o ensino da língua nas escolas. Os Flashcards foram disponibilizados aos professores com o objetivo de enriquecer as aulas. São três grandes conjuntos de cartas: colors (cores), fruits (frutas) e places in the city (lugares na cidade).

Este último é todo composto por fotos da cidade de Sapiranga, principalmente dos pontos turísticos. “Desenvolvemos este material especificamente para os anos iniciais. Ter esse recurso com imagens é muito bom. Um recurso criado especialmente para os nossos professores, com design desenvolvido aqui na Secretaria e finalizado e impresso na gráfica”, explica Nathalia.

A entrega dos Flashcards para as escolas aconteceu na última semana. Cada escola recebeu, ao menos, um conjunto de cartas, dependendo do tamanho da instituição. “Junto com esse material, enviamos também algumas sugestões e dicas de como aplicar e utilizar em sala de aula. Assim conseguimos ampliar o repertório dos professores e auxiliar neste planejamento”, define.

Estes recursos visuais e pedagógicos, conforme a Secretaria, são muito importantes para o professor, considerando que não se encontram bons materiais na internet, por exemplo. “Um recurso visual, atrativo, colorido e bonito para os alunos, e já pronto para o professor utilizar, é um ganho. O Flashcard é um recurso que utilizamos bastante no inglês quando vamos introduzir algum assunto específico, porque fica visível ao aluno”, finaliza a professora.

Fonte: Assessoria
27/05/2021 0 Comentários 834 Visualizações
feevale
Variedades

Feevale lança novo modelo de aprendizado para línguas estrangeiras

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o crescimento exponencial de novas tecnologias, o Idiomas Feevale, em parceria com a University of Oxford, lança um novo modelo de ensino para línguas estrangeiras, o Idiomas On-live. Focada no que existe de mais inovador para o aprendizado do aluno, a Universidade Feevale buscou um método diferenciado para revolucionar o modo como os estudantes aprendem e passou a utilizar o formato tecnológico da Oxford.

Por meio do modelo sincrônico, os alunos conseguirão construir e aprimorar suas habilidades comunicativas, por meio de uma plataforma virtual e um e-book, editado pela Oxford. Esse novo modelo possibilita a interação, ao vivo, com o professor, que estará disponível para conduzir a aula, esclarecer dúvidas e auxiliar no processo de aprendizagem. O livro on-line foi elaborado para que o estudante consiga desenvolver as quatro habilidades linguísticas: reading (ler), writing (escrever), listening (ouvir) e speaking (falar).

O English On-live, modalidade ofertada para língua inglesa, está organizado em três módulos: básico, pré-intermediário e intermediário. O certificado é emitido ao final de cada um dos módulos e a Feevale, segue o Quadro Comum Europeu de Referências para Línguas, que é um padrão internacionalmente reconhecido para a descrição do nível de proficiência em um idioma. Além disso, há, também, cursos on-line para pessoas com mais de 50 anos, de Inglês e Alemão.

“Esse curso tem relevância fundamental para os alunos que se identificam com as tecnologias e que gostariam de estudar a língua no seu próprio espaço, no conforto do lar, de acordo com sua agenda de horários. É um curso vinculado à tecnologia e à comodidade do aluno”, declara a coordenadora do Idiomas Feevale, Vera Flores. Segundo ela, a abordagem comunicativa, que já é tradicional nas aulas presenciais, se mantém, pois o aprendizado transcorre em uma sala virtual na qual professor e aluno interagem, ao modo que faziam na sala física. As inscrições podem ser realizadas pelo site. Mais informações sobre o novo modelo de ensino podem ser acessadas no mesmo endereço.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Escola de idiomas Beetools inaugura em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 27/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Beetools, startup brasileira que quer revolucionar o ensino de idiomas por meio do uso de novas tecnologias, inaugurou, no dia 19 de novembro, a sua primeira unidade em Novo Hamburgo. Essa é a primeira escola de inglês na região, que utiliza tecnologias como Realidade Virtual (VR), Gamificação, Big Data e Inteligência Artificial (AI) associadas ao ensino adaptativo, sala de aula invertida e acompanhamento de um professor presencial.

Quem traz a primeira unidade para Novo Hamburgo são Rafael Henrique da Silva e Daniela Paula Gräwer. “Estávamos buscando algo capaz de transformar a sociedade. Já havíamos cursado aulas de inglês em escolas tradicionais e não nos adaptamos aos métodos do século passado. Encontramos na Beetools um método totalmente inovador e capaz de mudar a vida das pessoas de verdade”, pontuam os franqueados.

“Estávamos buscando algo capaz de transformar a sociedade.”

A franquia da Beetools em Novo Hamburgo fica na Rua Lima e Silva, 60, no centro da cidade, próximo ao Bourbon Shopping e à estação do metrô. Há planos para crianças e adolescentes a partir dos 9 anos de idade e adultos de todas as faixas etárias. A unidade de Novo Hamburgo funciona de segunda a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados, das 8 às 12h. O agendamento das aulas é feito através do aplicativo, disponível para sistemas Android e IOS, e todo o material didático utilizado é digital, portanto o aluno não tem nenhum custo adicional ao plano de aulas.

De acordo com Fábio Ivatiuk, CEO da Beetools, a união desses fatores em uma só escola permite que o aluno obtenha um resultado muito mais rápido e eficiente, além de se divertir no processo de aprendizado. “A principal proposta da Beetools é utilizar as diversas tecnologias de maneira integrada às suas operações, por isso deixamos nossos alunos livres para agendar (ou reagendar) suas próprias aulas e no melhor horário por meio de nosso aplicativo”, explica.

Os alunos da unidade de Novo Hamburgo poderão escolher entre os dois diferentes planos de aula da startup: Bee (limitado) e Orange (ilimitado). Com o Bee, o aluno participa das aulas duas vezes por semana e com o Orange participa quantas vezes quiser, pagando um mesmo valor mensal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2019 0 Comentários 1,K Visualizações
Variedades

Startup de ensino de idiomas chega a Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Beetools, startup brasileira que busca revolucionar o ensino de idiomas por meio do uso de novas tecnologias, abre, no dia 19 de novembro, a sua primeira unidade em Novo Hamburgo.

“Deixamos nossos alunos livres para agendar ou reagendar suas próprias aulas, no melhor horário, por meio de nosso aplicativo.”

A escola de inglês é uma das primeiras na região a utilizar tecnologias como Realidade Virtual (VR), Gamificação, Big Data e Inteligência Artificial (AI) associadas ao ensino adaptativo, sala de aula invertida e acompanhamento de um professor presencial.

De acordo com Fábio Ivatiuk, CEO da Beetools, a união desses fatores em uma só escola permite que o aluno obtenha um resultado muito mais rápido e eficiente, além de se divertir no processo de aprendizado. “A principal proposta da Beetools é utilizar as diversas tecnologias de maneira integrada às suas operações, por isso deixamos nossos alunos livres para agendar ou reagendar suas próprias aulas, no melhor horário, por meio de nosso aplicativo”, afirma.

Para ajudar na fixação do conteúdo, o aluno participa, em todas as aulas presenciais, de uma série através dos óculos de Realidade Virtual da startup – essa imersão frequente estimula a memória de longo prazo. Já por meio da AI e Big Data, os professores conseguem acompanhar o desenvolvimento de cada aluno dentro e fora da sala de aula – quando ele pratica o inglês em casa, com o aplicativo da startup. A tecnologia oferece um feedback da pronúncia e envia os dados coletados para o professor analisar. Esses dados são analisados, tanto individualmente como junto com os de outros alunos, de forma a entender melhor o desempenho do aluno, sua jornada de aprendizado e oferecer otimização constante do curso.

Os alunos da unidade de Novo Hamburgo poderão escolher entre os dois diferentes planos de aula da startup: Bee (limitado) e Orange (ilimitado). Com o Bee, o aluno participa das aulas duas vezes por semana; com o Orange, quantas vezes quiser, pagando um mesmo valor mensal.

Os planos de aula seguem o objetivo da Beetools de impactar positivamente a sociedade, levando o ensino de idiomas mais inovador do mundo por um preço acessível a todos. Esse objetivo foi moldado dentro da startup pelo CEO da Beetools durante sua participação no programa de aceleração da Singularity University (Global Startup Program 2019).

“Um dos principais pontos do programa foi direcionado a nos educar quanto ao impacto social de nossas operações, isto é, como poderíamos tornar nossos serviços e produtos mais acessíveis para toda a população. Com isso em mente, desenvolvemos novos modelos de negócios, como aulas por assinatura e InCompany (B2B), visando a democratizar o máximo possível o ensino de qualidade e inovador do idioma”, completa Fábio Ivatiuk.

Beetools em Novo Hamburgo

Quem traz a primeira unidade para Novo Hamburgo são os empreendedores Rafael Henrique da Silva e Daniela Paula Gräwer. “Estávamos buscando algo capaz de transformar a sociedade. Já havíamos cursado aulas de inglês em escolas tradicionais e não nos adaptamos aos métodos do século passado. Encontramos na Beetools um método totalmente inovador e capaz de mudar a vida das pessoas de verdade”, pontuam os franqueados.

A franquia da Beetools em Novo Hamburgo fica na Rua Lima e Silva, 60. Há planos para crianças e adolescentes a partir dos nove anos de idade e adultos de todas as faixas etárias. O agendamento das aulas é feito através do aplicativo, disponível para sistemas Android e iOS, e todo o material didático utilizado é digital, portanto o aluno não tem nenhum custo adicional ao plano de aulas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2019 0 Comentários 564 Visualizações
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