Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego
Divulgados os projetos que receberão R$ 3 milhões do Fundo...
Paleta Atlântida reúne público de 180 mil pessoas em celebração...
”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de...
MC Tubarão vence o GP Cidade de São Paulo –...
CDL Novo Hamburgo promove evento sobre tendências do varejo Pós-NRF
Prefeitura de Igrejinha realiza demolição de imóveis em área de...
Estado e CIEE-RS inauguram unidades do CRJ em Gravataí e...
Coletivo Pretas de NH realiza primeiro encontro de 2026
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

Indústria calçadista

Business

Calçadistas apontam desafios para o desenvolvimento

Por Stephany Foscarini 31/05/2022
Por Stephany Foscarini

A indústria calçadista, desde a segunda metade do ano passado, experimenta uma recuperação na atividade. Com crescimento de 9,8% na produção de calçados em 2021, dado que foi impulsionado pela exportação, que cresceu mais de 30%, o setor vislumbra a continuidade da recuperação em 2022. A expectativa da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é de um crescimento produtivo entre 1,8% e 2,7%, para mais de 820 milhões de pares produzidos.

Hoje, o custo produtivo no País ultrapassa R$ 1,5 trilhão por ano, o que representa 6% do PIB. Apesar de alguns avanços nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à desburocratização, existe um longo caminho a ser trilhado”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o crescimento poderia ser ainda maior, caso existissem melhores condições de competitividade, especialmente no que diz respeito à redução de custos tributários, melhorias mais profundas na legislação trabalhista, melhores condições logísticas, entre outros pontos que fazem parte do chamado “Custo Brasil”. “Hoje, o custo produtivo no País ultrapassa R$ 1,5 trilhão por ano, o que representa 6% do PIB. Apesar de alguns avanços nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à desburocratização, existe um longo caminho a ser trilhado”, comenta o executivo.

Somam-se aos problemas relacionados aos custos produtivos, a oscilação cambial, a quebra do fluxo da cadeia produtiva global em função da pandemia de Covid-19, que encareceu fretes e o preço de insumos, e dificuldades de contratação de mão de obra em um momento de reaquecimento do mercado.

Oscilação cambial

Para o empresário Giuliano Gera, diretor da PG4 Galleria, de Franca/SP, a instabilidade cambial é “a mãe dos problemas” no que diz respeito à competitividade, tanto no mercado doméstico quanto internacional. Atualmente, a empresa exporta entre 55% e 60% de sua produção de mais de mil pares de calçados masculinos e importa cerca de 5% dos insumos utilizados na fabricação, isso fora a importação indireta. “Hoje temos a quinta maior indústria de calçados do mundo. Se tivéssemos mais estabilidade, certamente estaríamos muito à frente. A oscilação cambial tirou do nosso cluster a possibilidade de alçar voos maiores, de poder reinvestir em tecnologia e produtividade. A variação impede a criação de um bom ambiente de negócios”, avalia.

Além da questão cambial, Gera destaca os constantes aumentos de custos de matérias-primas, efeito direto da quebra de fluxo de abastecimento em nível global, e a inflação persistente no mercado interno, que vem minando o poder de compra do consumidor. “No meu ponto de vista, também existe um equívoco na condução da política de juros. Não existe uma inflação por demanda, mas o Banco Central aumenta os juros. Acabam piorando as condições de investimento e ainda aumentando o endividamento do consumidor”, comenta o empresário.

Esse problema vem aumentando nos últimos cinco anos. Não é de hoje. Penso que a solução seria um resgate do prestígio da atividade. O jovem não quer mais trabalhar com calçados. Temos um curso excelente na área do Senai de Franca que não consegue preencher as vagas existentes”.

A dificuldade na contratação de mão de obra é outro desafio do setor calçadista, segundo Gera. “Esse problema vem aumentando nos últimos cinco anos. Não é de hoje. Penso que a solução seria um resgate do prestígio da atividade. O jovem não quer mais trabalhar com calçados. Temos um curso excelente na área do Senai de Franca que não consegue preencher as vagas existentes”, pontua, ressaltando que o problema ficou ainda mais evidenciado no momento de retomada da atividade pós-Covid 19.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2022 0 Comentários 725 Visualizações
Business

Programa de apoio às exportações de calçados deve gerar mais de US$ 2 milhões

Por Milena Costa 04/08/2021
Por Milena Costa

As rodadas digitais promovidas por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), seguem gerando volumes significativos em negócios para calçadistas brasileiros. As rodadas mais recentes, com compradores da Rússia, ocorreram entre os dias 21 de junho e 2 de julho e devem gerar US$ 2,2 milhões entre negócios efetivados e alinhavados durante o evento.

“Para se ter uma ideia da importância do evento, foram vendidos, durante as rodadas, 15% do total exportado para a Rússia em todo o primeiro semestre”

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, destaca que, somente durante o evento foram comercializados mais de 26 mil pares, que geraram US$ 366 mil, número que deve chegar a US$ 2,2 milhões em função dos negócios que ficaram alinhavados. “Para se ter uma ideia da importância do evento, foram vendidos, durante as rodadas, 15% do total exportado para a Rússia em todo o primeiro semestre”, comemora, ressaltando que, mesmo com a pandemia tendo afetado muitos dos players russos, o evento possibilitou reuniões assertivas e que efetivaram negócios. No total, foram realizadas 109 reuniões. Além de reuniões com compradores da Rússia, as rodadas permitiram atingir compradores de outros países, como Ucrânia, Cazaquistão e Bielorussia.

Matchmaking

Os participantes ficaram satisfeitos com os encontros proporcionados. O representante da Usaflex, Rodrigo Matos, destaca que o matchmaking – reuniões marcadas cruzando demandas e oferta dos calçadistas – realizado pela Abicalçados foi efetivo, gerando negociações e ótimos contatos para a marca, que deseja ampliar a presença no mercado russo.

“a organização foi impecável, com um matchmaking que proporcionou contatos efetivos”.

Mateus Giaretta, gerente de exportação da Bibi, faz eco: “a organização foi impecável, com um matchmaking que proporcionou contatos efetivos. Foi um grande trabalho.”

O mesmo feedback foi da Beira Rio. Segundo a gerente de exportação da empresa, o serviço foi “incansável” no agendamento das reuniões.

Buyerstar

Visando seguir promovendo o calçado brasileiro na Rússia, a Abicalçados é apoiadora da Vitrine Brasil na plataforma digital Buyerstar, um showroom virtual de moda no qual as marcas são visitadas por alguns dos principais compradores da Rússia. O evento é promovido pela Apex-Brasil e as inscrições estão abertas no link até o dia 13 de Agosto.

Participaram das rodadas digitais com compradores russos com o apoio do Brazilian Footwear as marcas Actvitta, Andacco, Azillê, Beira Rio Conforto, Bibi, BR Sports, Bracol, Capodarte, CCR Shoes, Cravo & Canela, Dijean, DOK, Dumond, Guilhermina, Kildare, Killana, Luz da Lua, Marina Mello, Melissa, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Ortopé, Pegada, Piccadilly, Renata Mello, Schutz, So.Sí, Suzana Santos, Usaflex, Vizzano e West Coast.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2021 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Piccadilly tem planos para abertura de 150 unidades

Por Milena Costa 26/07/2021
Por Milena Costa

Presente em mais de 13 mil pontos de vendas no Brasil, a Piccadilly acelera o processo de expansão da marca via franchising, que deu início em 2018, e traça planos ousados: inaugurar 150 unidades nos próximos cinco anos. “Para concretizar essa meta, já estamos com negociações avançadas em diversas frentes, principalmente em regiões como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, que são mercados com maior potencial”, comenta Marcos Finokiet, Head de Franquias. Ainda em 2021, a marca deverá abrir 25 unidades.

Para ter a certeza de que o formato de negócio funcionaria, a Piccadilly contratou as melhores consultorias, que identificaram mercados potenciais e o território alvo a ser explorado. “Validamos todas as premissas do negócio durante um ano. Acompanhamos a performance da unidade piloto, o que trouxe muita segurança para a marca expandir como franquia”, comenta.

Com foco em shopping centers, mas com modelos também adaptados para lojas de rua e galerias comerciais, as franquias visam maior exposição da marca, além de oferecer ao cliente grande mix de produtos em um único lugar.

Caminhando em terras estrangeiras

Presente em mais de 100 países, totalizando 7 mil pontos de vendas no exterior, a Piccadilly também levará o projeto de franquias para solos internacionais. Ainda esse ano, a marca irá inaugurar duas unidades no Equador. “Nossa marca já é muito querida em diversos países, o que corrobora nosso projeto de expansão internacional. Para 2021, a previsão é de inaugurar 2 unidades, mas pretendemos crescer esse número nos próximos anos”, comenta Bruna Kremer, Gerente de Exportação.

Unindo forças com as multimarcas

“Ao nos relacionarmos mais de perto com nossas consumidoras, conseguiremos aperfeiçoar nossos produtos de acordo com os desejos do público.”

De acordo com Marcos, com a entrada da marca no franchising, a Piccadilly potencializará a relação entre todos os canais de distribuição que a calçadista está presente. “Ao nos relacionarmos mais de perto com nossas consumidoras, conseguiremos aperfeiçoar nossos produtos de acordo com os desejos do público. Dessa forma, teremos lançamentos que irão posicionar melhor nossa marca em todos os canais de venda, seja multimarca, loja própria, e-commerce e franquia. Todos ganham com essa estratégia”, finaliza.

Foto: Piccadilly/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2021 0 Comentários 776 Visualizações
Business

Abicalçados comemora retomada de prazos para NR-12

Por Milena Costa 16/07/2021
Por Milena Costa

Após intensos trabalhos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) visando a retomada dos prazos para a adequação do setor à NR-12 – norma regulamentadora de segurança em máquinas e equipamentos – hoje (16) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) um avanço importante que trará maior segurança jurídica para as empresas.

“Com isso, após a revogação total da portaria original, o setor perdeu os prazos que havia conquistado, gerando uma enorme insegurança jurídica e possibilidades de autuações”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, conta que a luta por mais prazos de adequação para o setor calçadista data de 2018, quando o Ministério do Trabalho assinou a Portaria nº 252, que incorporava à NR-12 uma nova redação do anexo X, com as especificidades de máquinas para calçados. Com o anexo, vieram também novos prazos de adaptação, que foram retirados em nova portaria (nº 916) publicada pelo Ministério da Economia, Secretaria Especial de Previdência e Trabalho em julho de 2019. “Com isso, após a revogação total da portaria original, o setor perdeu os prazos que havia conquistado, gerando uma enorme insegurança jurídica e possibilidades de autuações”, conta Ferreira.

“Traz um alívio e um enorme segurança jurídica para a atividade.”

Foi então que o pleito pela anulação da revogação da portaria original entrou para o dia a dia da Abicalçados, que após tratativas com o Governo Federal, apoiadas pelo senador Luiz Carlos Heinze (Progressistas-RS), conseguiu hoje comemorar o restabelecimento da do cronograma dos prazos de adequação. “Assim, ficam valendo as disposições do anexo X da NR-12, conquistado há mais de três anos, com os prazos para adequação originais. Traz um alívio e um enorme segurança jurídica para a atividade”, comemora o executivo da Abicalçados.

Com a medida, foram resgatados os prazos originais

Até 150 máquinas
Prazo: 3 anos
Finda em 10/04/21
Mínimo de 25% das máquinas nos primeiros 2 anos

De 151 a 200 máquinas
Prazo: 4 anos
Finda em 10/04/2022
No primeiro ano 15% das máquinas; no segundo 35%; no terceiro 65%; e no quarto 100%.

Mais de 200 máquinas
Prazo: 5 anos
Finda em 10/04/2023
No primeiro ano 15% das máquinas; no segundo 35%; no terceiro 55%; no quarto 75%; e no quinto 100%.

Mais informações pelo e-mail suely@abicalcados.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2021 0 Comentários 588 Visualizações
Business

Exportações de calçados se recuperam no primeiro semestre

Por Milena Costa 12/07/2021
Por Milena Costa

Depois de experimentar um ano de queda em função dos impactos da pandemia da Covid-19, o setor calçadista brasileiro indica uma sensível recuperação nos embarques de calçados no primeiro semestre de 2021. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no primeiro semestre as exportações de calçados somaram US$ 389 milhões, geradas pela comercialização de 57 milhões de pares.

As altas são de 17,7% em receita e de 32,3% em volume no comparativo com a base deprimida de 2020 do mesmo período do ano passado, quando o mundo passava pelo auge da pandemia do novo coronavírus. Já no comparativo com o período pré-pandêmico, com o primeiro semestre de 2019, houveram quedas de 19% em receita e de 0,3% em volume. O valor menor gerado pelas exportações, explica a Abicalçados, se dá em função do ajuste de preços para o mercado internacional, já que com o dólar mais valorizado é possível conceder valores mais competitivos.

Segregando apenas o mês de junho, em 2021 foram embarcados 7,78 milhões de pares, que geraram US$ 65,47 milhões, altas de 116% em volume e de 84% em receita no comparativo com a base deprimida de junho passado. Já no comparativo com junho de 2019, o avanço é de 19,7% em pares e a queda é de 2,6% na receita gerada.

“Estamos crescendo sobre uma base historicamente fraca, que nos levou a patamares de quase quatro décadas atrás”

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que, embora exista um indicativo de sensível recuperação dos embarques, possivelmente o setor encerrará 2021 em níveis abaixo dos registrados na pré-pandemia, em 2019. “Estamos crescendo sobre uma base historicamente fraca, que nos levou a patamares de quase quatro décadas atrás”, avalia o executivo, lembrando que no ano passado as exportações caíram mais de 18%.

Destinos

No primeiro semestre, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 6,36 milhões de pares que geraram US$ 88 milhões, incrementos de 44,4% em volume e de 30,8% em receita na relação com o primeiro semestre de 2020.

O segundo destino do semestre foi a Argentina, para onde foram embarcados 5 milhões de pares que geraram US$ 48 milhões, incrementos de 59,3% e de 48,4%, respectivamente, ante mesmo período do ano passado.

O terceiro destino do semestre foi a França, para onde foram embarcados 3,36 milhões de pares que geraram US$ 28 milhões, altas de 13,7% e 11,7%, respectivamente, ante igual ínterim de 2020.

Estados

O principal exportador de calçados do primeiro semestre foi o Rio Grande do Sul. Das fábricas gaúchas, partiram 14 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 166,8 milhões, incrementos de 33,8% em volume e de 14,3% em receita na relação com o primeiro semestre do ano passado.

O segundo exportador do semestre foi o Ceará, de onde partiram 18 milhões de pares por US$ 95,47 milhões, altas de 26,1% e de 16,5%, respectivamente, ante mesmo período de 2020.

O terceiro exportador do período foi São Paulo. Das fábricas paulistas partiram 4,25 milhões de pares, que geraram US$ 43,16 milhões, incrementos de 30,7% e de 25%, respectivamente, no comparativo com o primeiro semestre de 2020.

Para mais informações acesse o site da Abicalçados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2021 0 Comentários 769 Visualizações
Business

Reuniões digitais de negócios geram milhões em lucro

Por Milena Costa 23/06/2021
Por Milena Costa

Promovidas entre os dias 17 de maio e 11 de junho, as rodadas digitais de negócios com compradores latino-americanos devem gerar mais de US$ 2,3 milhões para calçadistas brasileiros. A ação foi promovida no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que as 36 marcas nacionais participantes da iniciativa reportaram a venda de 149,8 mil pares de calçados, durante as rodadas e também em negócios que ficaram alinhavados. As rodadas ocorreram com compradores selecionados dos mercados da Bolívia, Chile, Colômbia, Peru e Equador.

Como funciona

As rodadas digitais são reuniões virtuais entre empresas calçadistas brasileiras e compradores de países selecionados, sendo que todos os agendamentos são personalizados para cada uma das marcas participantes, conforme cruzamento entre ofertas e necessidades (matchmaking).

Participaram desta edição da ação as marcas Petite Jolie, Marina Mello, Suzana Santos, Renata Mello, Azillê, Pegada, Perlatto, Ferrucci, Bebecê, Alls, Penalty, GVD, Beira Rio Conforto, Activitta, BR Sport, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano, Modare Ultra Conforto, Le Fantymy, Werner, BSB, Zagga, CCR, Pisom, Kildare, Plugt, Prime Export, Tabita, Batatinha, Hinara Calçados, Gabriely Cardoso, Arezzo, Mark Shoes e Akazzo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

23/06/2021 0 Comentários 638 Visualizações
Business

Sustentabilidade na cadeia calçadista é pauta de webinar

Por Caren Souza 05/05/2021
Por Caren Souza

A sustentabilidade já não é um diferencial das empresas, é um conceito de primeira necessidade para a sobrevivência no mundo dos negócios. E é por isso que a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) se uniram para criar o programa Origem Sustentável, que, lançado em 2013, passa por uma atualização com o intuito de ser ainda mais assertivo na certificação da sustentabilidade. Para apresentar essa iniciativa, as entidades promovem, no próximo dia 12 de maio, um webinar voltado a gestores que desejam ter seus processos certificados nesta que é a única certificação do cadeia calçadista brasileira.

A sustentabilidade é a palavra de ordem no mundo empresarial.

Destacando que sustentabilidade não é um conceito apenas ambiental, mas que leva em consideração as dimensões econômica, social e cultural, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira frisa que a maior parte dos grandes grupos de investimentos internacionais já têm na sustentabilidade o centro estratégico para alocação de ativos. “As empresas que não investirem em sustentabilidade certamente ficarão para trás em um mundo cada vez mais competitivo, tanto no que diz respeito aos investimentos quanto ao comportamento do consumidor. Mas, além de trabalhar o conceito, é importante divulgá-lo. Por isso estamos reformulando o Origem Sustentável, que a única certificação de sustentabilidade da cadeia calçadista no Brasil”, comenta o dirigente.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, frisa que a sustentabilidade é vista como um dos pilares estratégicos da entidade que representa os fornecedores do setor calçadista nacional. “A sustentabilidade é a palavra de ordem no mundo empresarial, as empresas precisam mais do que nunca terem um propósito, os consumidores querem comprar produtos de marcas que trabalhem dentro de um capitalismo consciente, que são empresas que possuem uma razão de existir e geram lucros através das suas ações com uma preocupação em gerar valores para todas os seus stakeholders”, ressalta a superintendente, destacando a importância da união de todos os elos da cadeia coureiro-calçadista.

Origem Sustentável

O Programa, que já tem nomes como Vulcabras, Piccadilly, Bibi e Cipatex certificadas, e outras tantas gigantes brasileiras em processo de implementação, caso da Arezzo, Usaflex, Ramarim, Beira Rio e Bebecê, tem o objetivo de ser referência em negócios sustentáveis. Com auditorias credenciadas pela SGS e Senai, a certificação conta com quatro níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumpram o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%).

As inscrições para o webinar, exclusivo para empresas de calçados e componentes, estão disponíveis em https://lp.abicalcados.com.br/webinar-origem-sustentavel .

Fonte: Assessoria
05/05/2021 0 Comentários 549 Visualizações
Business

Fábricas de calçados perdem três mil postos em março, mas indústria fecha o trimestre com saldo positivo

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Depois de um primeiro bimestre positivo, com a criação de mais de 18 mil postos de trabalho no País, o setor calçadista registrou a perda de 3 mil vagas em março, encerrando o trimestre com saldo positivo de 15,6 mil empregos gerados. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Sem demanda, não existe milagre.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado não é surpresa, já que a primeira parte do ano sofreu com o abre e fecha do comércio, prejudicando as vendas no mercado interno. “Sem demanda, não existe milagre. Saudamos, neste momento difícil, a medida provisória para reedição do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda (BEm), que certamente irá aliviar, em parte, a perda de postos que devemos registrar até o final do primeiro semestre”, avalia o dirigente. A medida a que se refere permite a suspensão ou redução da jornada de trabalho como forma de manutenção de postos durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Ferreira projeta que a partir junho, com o avanço da vacinação em massa e a consequente abertura irrestrita do comércio, o setor deve registrar números melhores, encerrando o ano com incremento de 12% na produção e de 6% no emprego em relação a 2020. Atualmente gerando 263 mil postos diretos no Brasil, o setor ainda está 4,7% aquém do registro do mesmo período de 2020.

Estados

Registrando a perda de 484 postos em março, as fábricas calçadistas do Rio Grande do Sul são as que mais empregam no País. No acumulado do trimestre, as empresas gaúchas registraram a criação de 5,8 mil vagas, totalizando 81,44 mil postos diretos.

O segundo maior empregador do setor no Brasil é o Ceará. Em março, as fábricas cearenses registraram a perda de 862 postos, encerrando o trimestre com saldo positivo de 239 vagas. O Estado gera 59 mil postos de trabalho diretos no setor calçadista brasileiro.

O terceiro estado empregador do País é a Bahia, que com 30,57 mil empregos diretos registrou ganho de 179 postos em março e de 3,48 mil no acumulado do trimestre.

Fonte: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 617 Visualizações
Business

Governo acerta na reedição do BEm, avalia Abicalçados

Por Caren Souza 28/04/2021
Por Caren Souza

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) avalia como positiva a reedição do Benefício Emergencial (BEm), ferramenta que permite às empresas a redução ou suspensão do contrato de trabalho como forma de preservação de empregos diante dos impactos da Covid-19.

A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral.

Embora não tão ampla como a medida de 2020, a avaliação da entidade é de que o benefício irá “socorrer” a indústria neste momento de crise gerada pelo recrudescimento da Covid-19 e o fechamento do varejo em grandes centros de consumo nos meses de março e abril.

“A indústria calçadista sofreu um impacto muito significativo ao longo de 2020, acima da média da indústria de transformação em geral. Ao mesmo tempo que responde rapidamente aos estímulos da demanda, a indústria também vai precisar de políticas públicas que estimulem o setor”, avalia o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltando que, no pleito pela renovação do BEm, a Abicalçados teve apoio fundamental da Frente Parlamentar em defesa do setor coureiro-calçadista, presidida pelo deputado federal Lucas Redecker.

Conforme a Abicalçados, no ano passado a medida de suspensão ou redução da jornada de trabalho, com complementação de parte do salário por parte do Governo Federal, foi utilizada por quase 80% das indústrias calçadistas, ajudando a preservar empregos. ”Em 2020 perdemos mais de 21 mil postos, número que certamente seria ainda maior não fosse a possibilidade do BEm”, aponta Ferreira.Atualmente, o setor calçadista emprega diretamente mais de 265 mil pessoas.

Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 583 Visualizações
Produção
Business

Produção de calçados soma 763,7 milhões de pares

Por Gabrielle Pacheco 23/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Afetada pela pandemia da Covid-19, a produção de calçados despencou 18,4% em 2020, somando 763,7 milhões de pares, pior número registrado em 16 anos. A exportação de calçados seguiu o ritmo e caiu 18,6%, chegando a 93 milhões de pares embarcados, pior resultado em 30 anos. O reflexo dos registros foi uma queda significativa no emprego gerado pela atividade, que encerrou o ano passado 7,9% menor do que em 2019, somando 247,4 mil postos diretos no Brasil.

Também teremos projeções, por mais difíceis que elas sejam nesse cenário ainda muito incerto.

Esses e muitos outros números e análises micro e macroeconômicas estão disponíveis no Relatório Setorial Indústria de Calçados, que será lançado no próximo dia 15 de abril no evento Análise de Cenários (inscrições no link), realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

A coordenadora de Inteligência de Mercado da associação, Priscila Linck, destaca que a publicação traz dados detalhados do setor, desde produção até exportações por destino, empregos por região brasileira, utilização da capacidade instalada, entre outros. “Também teremos projeções, por mais difíceis que elas sejam nesse cenário ainda muito incerto”, destaca Priscila. O objetivo, segundo Priscila, é auxiliar empresas na adoção de estratégias para o longo do ano, de acordo com o comportamento do mercado no curto e médio prazos.

O Relatório Setorial cruza dados oficiais com ampla pesquisa realizada pela Abicalçados com empresas que respondem por 80% da produção do setor calçadista.

As inscrições são gratuitas por meio de preenchimento do formulário.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
23/03/2021 0 Comentários 636 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego

  • 3

    Divulgados os projetos que receberão R$ 3 milhões do Fundo Social 2026

  • 4

    Paleta Atlântida reúne público de 180 mil pessoas em celebração do churrasco à beira-mar

  • 5

    ”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de palestra no Sindilojas Vale Germânico

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO