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Indústria calçadista

Business

Suspensão de antidumping contra fios de poliéster terá impacto na cadeia do calçado

Por Amanda Krohn 22/08/2022
Por Amanda Krohn

A suspensão do antidumping contra fios de poliéster oriundos da China e da Índia, definida em reunião da Comissão de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), foi bem recebida pelos fabricantes de componentes e insumos para calçados. O pedido estava em análise solicitava a aplicação de uma sobretaxa para importação dos filamentos de 5% (China) e de 8% (Índia). Os materiais em questão são utilizados na fabricação de cabedais, forros e laminados sintéticos.

Segundo a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly, a possível aplicação de uma sobretaxa elevaria ainda mais os preços das matérias-primas produzidas a partir dos fios de poliéster. “Já estamos convivendo com aumentos nos preços desses produtos, por fatores macroeconômicos como a valorização do dólar e o elevado custo logístico internacional enfrentado por diferentes segmentos da indústria. A aplicação de mais uma taxa teria impacto na inflação na cadeia produtiva do calçado. A medida da Camex foi acertada, no sentido de que os insumos oriundos destes países continuarão a complementar a produção nacional para atender toda demanda do mercado interno sem aumento de custos, ainda mais neste momento de retomada econômica”, avalia.

Antidumping

O antidumping é uma ferramenta de Defesa Comercial prevista no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e que visa prevenir casos de dumping – quando determinado produto é exportado com um preço inferior ao praticado no mercado interno do país exportador. “A ferramenta é legítima quando existe materialidade e quando a produção nacional para atendimento da demanda, o que não é o caso dos fios de poliéster A aplicação de uma sobretaxa, neste caso, só implicaria em um aumento inflacionário para o setor e, consequentemente, para o consumidor final”, explica Silvana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2022 0 Comentários 579 Visualizações
Business

Assintecal divulga Programa Origem Sustentável na Nike Brasil

Por Amanda Krohn 15/08/2022
Por Amanda Krohn

Com o objetivo de divulgar o Programa Origem Sustentável, a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) esteve no escritório da Nike Brasil, em Novo Hamburgo/RS, na última quinta-feira (11). O encontro contou com a participação da equipe de Materiais da multinacional, inclusive de representantes do escritório de São Paulo , que participaram de forma remota. A conversa foi conduzida pela gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos.

Durante a ocasião, Aline ressaltou a importância da sustentabilidade na cadeia produtiva do calçado, destacando que a Nike já promove ações nesse sentido nos diversos países em que atua. “A Nike é consciente da importância da sustentabilidade e já a promove, mas além de ser sustentável é preciso comunicar o fato ao mercado. O Origem Sustentável é o único programa de certificação em ESG para a cadeia do calçado no mundo, por isso a importância dessa apresentação”, conta. Segundo a gestora, a equipe se mostrou bastante receptiva ao programa e destacou a relevância da certificação.

A Nike é consciente da importância da sustentabilidade e já a promove, mas além de ser sustentável é preciso comunicar o fato ao mercado. O Origem Sustentável é o único programa de certificação em ESG para a cadeia do calçado no mundo, por isso a importância dessa apresentação – gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos.

Programa

Levando em consideração as dimensões ambiental, econômica, social e cultural traduzidos em mais de 100 indicadores desenvolvidos em consonância com parâmetros internacionais de ESG, o Origem Sustentável tem o objetivo de certificar desde o fornecedores de componentes até os fabricantes de calçados, fechando o ciclo produtivo. Ao todo, são quatro os níveis de evolução: Bronze (para empresas que cumprem o mínimo de 20% a 30% dos indicadores propostos), Prata (40%), Ouro (60%) e Diamante (80%). As certificações são realizadas com auditorias externas SENAI, SGS, Intertek, Bureau Veritas e DNV. Atualmente, já estão certificadas e em processo de certificação mais de 80 fabricantes de materiais e calçados. Saiba mais no site do programa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/08/2022 0 Comentários 686 Visualizações
Business

Feira colombiana gera mais de US$ 2 milhões para empresas brasileiras

Por Amanda Krohn 10/08/2022
Por Amanda Krohn

A feira colombiana IFLS+EICI, ocorrida em Bogotá entre 1 e 4 de agosto, deve gerar mais de US$ 2,5 milhões em negócios realizados e alinhavados na participação para empresas brasileiras de componentes para calçados. A ida de 22 indústrias verde-amarelas foi apoiada pelo By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de incentivo às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, que acompanhou a delegação brasileira, destaca que a IFLS+EICI apresentou novidades em materiais e insumos para o setor calçadista que haviam sido lançados no INSPIRAMAIS, evento realizado pela entidade em julho. “Atributos de qualidade e sustentabilidade têm chamado cada vez mais a atenção do comprador latino-americano, que vem buscando alternativas ao fornecimento da Ásia em função do alto custo com os fretes internacionais. A questão da proximidade geográfica, certamente, ajuda, mas são os atributos qualitativos que mais chamam a atenção dos compradores”, avalia a superintendente, ressaltando que, no caso do comprador colombiano ainda existe a proximidade cultural que auxilia nos negócios. “Hoje podemos dizer que os materiais brasileiros são referência de moda para a indústria de calçados e bolsas da Colômbia, o quarto destino internacional dos nossos componentes no exterior e que, no primeiro semestre, importou 22% mais do que no mesmo período da pré-pandemia, em 2019”, conta Silvana.

A feira colombiana faz parte do projeto MPE Exportadora, que em parceria com o Sebrae, por meio da ação Integra Moda, prevê consultorias individuais para exportações, nas quais as participantes têm acesso a estudos de mercados potenciais, técnicas de precificação, análise de produtos, suporte para invoices e processos burocráticos em geral, culminando na participação em algumas das principais mostras do setor na América Latina. Participaram da IFLS+EICI as empresas Brisa, TNS, Zahonero, Formello, Monato, Injepol, Usicon, Free Saltos, Gelprene, Difer, Miroeva, Gradus, Wiva Bordados, Usitec, Maquetec, Alynis, Palagi, Polly Química, Compofran, Sud Leather, Bottero e Kidy.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2022 0 Comentários 547 Visualizações
Business

Lucro da Grendene cresce 98% no 2º trimestre de 2022

Por Amanda Krohn 09/08/2022
Por Amanda Krohn

No segundo trimestre de 2022, a Grendene alcançou lucro líquido de R$ 65,7 milhões, um crescimento 98% ante o mesmo período no ano passado. A receita bruta total saltou 46,5%, para R$ 641,4 milhões; enquanto o volume de pares vendidos alcançou 31,7 milhões, alta de 34,9%. As vendas ao mercado doméstico foram as principais responsáveis pelo resultado no trimestre. No Brasil, houve crescimento de 49,4% em receita bruta, para 498,6 milhões e de 32,2% em volumes de pares, para 24,3 milhões de pares, sempre na comparação dos mesmos três meses de 2021.

“A tática de incentivo ao sell in e sell out, iniciada ainda no primeiro trimestre deste ano, levou ao aumento da positivação e das vendas para todos os segmentos e canais de distribuição”, avalia o diretor de Relações com Investidores da Grendene Alceu lbuquerque. “Conseguimos confirmar nossas expectativas de um segundo trimestre forte. Mesmo diante de um cenário desafiador em todo o mundo, avançamos em nossa recuperação graças à boa estratégia comercial desenhada e ao empenho de nossas equipes”, Albuquerque.

No mercado externo, as exportações superaram em 37,4% a receita bruta do 2T21, totalizando R$142,8 milhões. Já o volume de pares embarcados cresceu 44,6% para 7,4 milhões. O EBIT recorrente (lucro antes dos juros e tributos) foi de R$11,0 milhões (alta de 67,6%), com uma margem de 2,1%; enquanto o EBITDA (lucro antes de juros, impostos e amortização cresceu 22,7% para R$35,8 milhões.

Conseguimos confirmar nossas expectativas de um segundo trimestre forte. Mesmo diante de um cenário desafiador em todo o mundo, avançamos em nossa recuperação graças à boa estratégia comercial desenhada e ao empenho de nossas equipes”  – diretor de Relações com Investidores da Grendene Alceu Albuquerque.

O sólido desempenho no segundo trimestre, com melhora mês após mês, compensou um início do ano mais fraco para a Grendene, permitindo encerrar o semestre com uma receita bruta de R$ 1,3 bilhão, ganho acumulado de 17,6% contra o mesmo período do ano passado. Já o volume de pares embarcados cresceu 2,5%, totalizando 60,3 milhões. A Companhia concluiu metade do ano com caixa líquido de R$ 1,7 bilhão e uma geração de caixa robusta de R$375 milhões, atestando seu bom controle dos ciclos operacional e financeiro.

Os resultados alcançados no primeiro semestre permitem à Grendene manter a visão otimista para o ano. “Embora estejamos cientes das inúmeras incertezas no curto prazo, estamos preparados para mais um período positivo e continuaremos perseguindo nossos objetivos de crescer receita, volume e expandir as margens”, encerra Albuquerque.

Receita bruta: R$641,4 milhões, +46,5%
Receita bruta de exportação: R$142,8 milhões, +37,4%
Volume de pares exportados: 7,4 milhões, +44,6%
Lucro líquido: R$65,7 milhões, +98%

Grendene Global Brands

No segundo trimestre, também foram registrados avanços na joint-venture com a 3G Radar para acesso ao mercado externo. A empresa recrutou uma equipe de profissionais de alto nível, instituiu sua governança da empresa, implantou novos sistemas de TI, concluiu a transição da operação logística da Grendene USA para o novo operador logístico, relançou o e-commerce da Melissa nos Estados Unidos, reestruturou o acordo de distribuição no Canada, assumiu as operações do distribuidor Melissa na China, entre inúmeros outros avanços.

Nos Estados Unidos, o e-commerce da Melissa manteve ritmo acelerado de crescimento observado desde que a GGB assumiu a gestão, avançando 150% versus o segundo trimestre de 2021 e 130% em relação aos primeiros seis meses do ano passado. Na China, apesar do processo de transição mais complexo e agravado pela política de “Covid zero”, a GGB estruturou o time local; refinou o posicionamento de Melissa no país para aumentar sua proximidade com as consumidoras locais, sem perder sua essência global; definiu o sortimento de produtos e o público-alvo, entre outras ações. Uma grande conquista, foi a relançamento, em junho, da loja da Melissa no Tmall, que apresentou receita liquida 66% superior à meta estipulada, mesmo vendendo um estoque limitado de produtos de coleções antigas e quebra de tamanho, em virtude da impossibilidade de receber produtos novos e de movimentar estoques.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

09/08/2022 0 Comentários 801 Visualizações
Business

Exportações de calçados cresceram 64,8% até julho

Por Amanda Krohn 08/08/2022
Por Amanda Krohn

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e julho, as exportações de calçados somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, que geraram US$ 763,4 milhões, incremento tanto em volume (+31,8%) quando em receita (64,8%) em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, quando foram embarcados 12 milhões de pares por US$ 111,84 milhões, o aumento é de 35,3% em pares e de 50,8% em receita na relação com o mesmo mês de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os mercados latinoamericanos têm sido determinantes para a dinâmica de crescimento das exportações brasileiras de calçados. “O Brasil tem se beneficiado, no cenário de encarecimento do frete marítimo internacional, da proximidade logística com o grupo de países, que vem importando mais do Brasil e menos da Ásia”, conta o executivo, ressaltando que, entre janeiro e julho, as exportações para países da América Latina cresceram 76,3% em valor, e 39,3% em volume em relação ao mesmo período do ano anterior, portanto acima da média geral. “O grupo de países representou 44% dos pares exportados pelo Brasil nos sete primeiros meses do ano. Entre os 10 principais destinos, sete são da América Latina”, avalia Ferreira.

Destinos

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos. Entre janeiro e julho, as exportações para lá somaram 13 milhões de pares, que geraram US$ 208,3 milhões, incrementos de 67,3% em volume e de 90,7% em receita na relação com o mesmo ínterim do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, foram embarcados para os Estados Unidos 1 milhão de pares por US$ 26,5 milhões, queda de 25% em volume e aumento de 24,9% em receita na relação com o mês sete de 2021.

Apesar da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) publicada no último dia 27 de junho alterando as condições de acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações, que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias, o país vizinho segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 10,2 milhões de pares, que geraram US$ 109,8 milhões, aumentos tanto em volume (+66,8%) quanto em receita (+91%) em relação ao intervalo correspondente de 2021. Segregando apenas o mês de julho, os embarques para a Argentina somaram 2 milhões de pares por US$ 19,13 milhões, aumentos de 94,2% em volume e de 105% em receita na relação com julho do ano passado. “Muito provavelmente eram negócios que já haviam sido realizados antes da resolução. Vamos aguardar os próximos meses para ter noção exata do efeito da medida. O certo é que o calçado brasileiro possui grande demanda naquele mercado”, explica Ferreira.

O terceiro destino do calçado brasileiro nos sete meses foi a França. No período, foram embarcados para lá 4,87 milhões, que geraram US$ 40,9 milhões, altas tanto em volume (+21,4%) quanto em receita (+19,6%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Em julho, as exportações para a França somaram 276,4 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 4 milhões, quedas de 57,7% em volume e de 34,3% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2021.

Estados

Respondendo por quase 47% do valor gerado pelas exportações de calçados brasileiros, o Rio Grande do Sul é o principal exportador do setor. Entre janeiro e julho, as fábricas gaúchas embarcaram 25,6 milhões de pares, que geraram US$ 357,63 milhões, incrementos tanto em volume (+55,2%) quanto em receita na comparação com o período correspondente de 2021. Segregando apenas o mês de julho, as exportações gaúchas somaram 3,94 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 58,23 milhões, altas de 60% e 64%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado.

O segundo estado exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 25,64 milhões de pares por US$ 158 milhões, incrementos de 28,3% em volume e de 42,2% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Somente no mês de julho, as fábricas cearenses embarcaram 3,15 milhões de pares por US$ 15 milhões, alta de 53,7% em volume e queda de 3,5% em receita ante o mesmo mês do ano passado.

Na terceira posição do ranking de exportadores aparece São Paulo. Entre janeiro e julho, as fábricas paulistas exportaram 6,2 milhões de pares por US$ 77,83 milhões, incrementos tanto em volume (+29%) quanto em receita (+57,8%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. No mês de julho, as exportações paulistas somaram 1,3 milhão de pares e US$ 12,9 milhões, altas de 139% e 109%, respectivamente, ante o mês sete de 2021.

Minas Gerais completa o ranking dos quatro primeiros exportadores brasileiros do setor. Entre janeiro e julho, as exportações mineiras somaram 8,15 milhões de pares e US$ 50 milhões, altas de 39% em volume e de 85,3% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Em julho, os embarques somaram 970,7 mil pares e US$ 7,52 milhões, incrementos de 12% e 81%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2021.

Importações

Entre janeiro e julho foram importados pelo Brasil mais de 17 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 204,23 milhões, altas de 26,4% em volume e de 9,8% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (4,5 milhões de pares e US$ 94,27 milhões, quedas de 13,3% e 10,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado), Indonésia (1,74 milhão de pares e US$ 35,4 milhões, altas de 5,7% e 16,3%, respectivamente) e China 8,33 milhões de pares e US$ 30,37 milhões, altas de 63% e 49,4%, respectivamente).

Em partes de calçados – cabedais, saltos, solados, palmilhas etc – as importações dos sete meses somaram US$ 7,66 milhões, 1,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens seguem sendo Paraguai, China e Vietnã.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2022 0 Comentários 498 Visualizações
Business

Assintecal leva empresas para participação na feira peruana Expo Detalles

Por Amanda Krohn 08/08/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) está levando 19 empresas do setor para a feira peruana Expo Detalles. Na capital Lima, a mostra acontece entre os dias 10 e 12 de agosto. A participação ocorre por meio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que o evento, que retorna após um hiato de três anos, atrai milhares de compradores internacionais da América Latina, mercado em crescimento para o setor de componentes brasileiros. “Atualmente, existe um interesse crescente dos importadores latinoamericanos no produto brasileiro em função da alta no preço dos fretes asiáticos. A proximidade geográfica tem feito com que muitos dos principais players daquele mercado importem mais do Brasil em detrimento da Ásia”, comenta. Segundo ele, no primeiro semestre, as empresas brasileiras de componentes exportaram o equivalente a US$ 214,3 milhões, 20% mais do que no mesmo período do ano passado, sendo o mercado da América Latina determinante para o resultado.

A feira peruana faz parte do projeto MPE Exportadora, que em parceria com o Sebrae, através da ação Integra Moda, prevê consultorias individuais para exportações, nas quais as participantes têm acesso a estudos de mercados potenciais, técnicas de precificação, análise de produtos, suporte para invoices e processos burocráticos em geral, culminando na participação em algumas das principais mostras do setor na América Latina. Participam da Expo Detalles as empresas Gradus, Injepol, Gelprene, Free Saltos, Usicon, Miroeva, Monato, Difer, Wiva Bordados, Usitec, Alyni’s, Palagi, Polly Química, Compofran, Sud Leather, Maquetec, Orisol, Formello e TNS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2022 0 Comentários 476 Visualizações
Business

Indústria calçadista gerou mais de 27 mil empregos no primeiro semestre

Por Amanda Krohn 03/08/2022
Por Amanda Krohn

Em recuperação desde o ano passado, a indústria calçadista brasileira gerou mais de 4 mil vagas em junho, somando a geração de 27,5 mil postos de trabalho no primeiro semestre do ano. Com isso, o setor encerrou junho com 293,75 mil pessoas empregadas diretamente na atividade, 73 mil pessoas a mais do que no mesmo período de 2020 e 46 mil a mais do que no mesmo mês do ano passado. O número aponta para um crescimento de 18,6% em relação ao mesmo intervalo de 2021 e uma recuperação plena das perdas provocadas pela crise desencadeada pela pandemia de Covid-19. Hoje a indústria calçadista emprega 5,4% mais do que em 2019. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a indústria calçadista está em recuperação. Segundo ele, no mercado doméstico, entre janeiro e maio, as vendas de calçados cresceram mais de 21% no comparativo com o mesmo período de 2021. Já nas exportações, no primeiro semestre, foram embarcados 75 milhões de pares, 31,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. “A indústria calçadista responde rapidamente aos estímulos da economia”, frisa.

Estados

Respondendo por 28% do total de empregos na atividade e sendo a principal empregadora da Indústria de Transformação do Estado, a indústria calçadista do Rio Grande do Sul vem em crescimento. Conforme os dados elaborados pela Abicalçados, entre janeiro e junho, o setor calçadista gaúcho criou 7,2 mil vagas, encerrando o mês passado com 83 mil pessoas empregadas na atividade, 15,7% mais do que no mesmo período de 2021.

Segundo estado que mais emprega na indústria calçadista, o Ceará gerou 3,63 mil postos no primeiro semestre, encerrando junho com 65 mil pessoas trabalhando na atividade, 13,3% mais do que no mesmo mês do ano passado. Assim como no Rio Grande do Sul, a indústria calçadista é a maior empregadora da Indústria de Transformação no Estado.

O terceiro estado que mais emprega no setor é a Bahia, que também possui na atividade a principl empregadora da Indústria de Transformação no Estado. No primeiro semestre, as fábricas baianas geraram mais de 5 mil postos, encerrando junho com 40,8 mil pessoas empregadas na atividade, 29,6% mais do que em junho de 2021.

Com crescimento de 28,7% no estoque de emprego em relação ao ano passado, São Paulo é o quarto maior empregador do setor calçadista nacional. No primeiro semestre, as fábricas paulistas geraram 5,4 mil vagas, encerrando o mês de junho com estoque de 34,25 mil empregos no setor.  A tabela completa pode ser conferida neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/08/2022 0 Comentários 942 Visualizações
Business

Empresas brasileiras de componentes para calçados participam de feira equatoriana

Por Amanda Krohn 27/07/2022
Por Amanda Krohn

De olho no aumento da demanda do Equador, 16 empresas brasileiras de componentes para a cadeia do couro e do calçado participaram da FICCE, feira de insumos e máquinas que ocorreu entre 14 e 16 de julho, na cidade equatoriana de Ambato. A participação gerou US$ 230 mil in loco e a expectativa de mais de US$ 1 milhão em negócios que ficaram alinhavados no evento, e teve o apoio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que o momento é bom para as exportações de componentes para couro e calçados, e que um dos mercados que mais cresce é justamente o latino-americano, presente com força no evento. “No primeiro semestre, as exportações de componentes geraram mais de US$ 214 milhões e estão 20% acima dos níveis registrados no mesmo período de 2021. No comparativo com a pré-pandemia esse valor é 18% maior. Estamos em um momento histórico para o setor e a crescente demanda latino-americana, que vem gradualmente substituindo as importações da Ásia, tem sido fundamental”, avalia. Segundo Ribas Júnior, as exportações do primeiro semestre para o Equador somaram US$ 1,16 milhão e estão 29% acima dos dados do mesmo período do ano passado. No comparativo com o primeiro semestre de 2019, o incremento é de 28%.

Sustentabilidade

Além de negócios, a feira equatoriana contou a promoção do Origem Sustentável, único programa do mundo a certificar ESG na cadeia coureiro-calçadista. “Os compradores internacionais estão cada vez mais interessados em componentes sustentáveis, não somente no produto, mas que carreguem isso a partir de todo o seu processo produtivo. O fato de termos uma certificação com parâmetros internacionais e com auditorias confiáveis nos traz uma importante vantagem competitiva”, avalia Ribas Júnior.

A feira equatoriana também faz parte do projeto MPE Exportadora, que em parceria com o Sebrae, por meio da ação Integra Moda, prevê consultorias individuais para exportações, nas quais as participantes têm acesso a estudos de mercados potenciais, técnicas de precificação, análise de produtos, suporte para invoices e processos burocráticos em geral e participação em algumas das principais feiras internacionais do setor de componentes.

A consultora do Sebrae, Giovana Della Pasqua, acompanhou a exposição e se surpreendeu com a grande demanda dos compradores latino-americanos, especialmente por produtos sustentáveis e tecnologia. “O mercado de calçados equatoriano é grande, mas ainda muito artesanal e carente de tecnologias. A procura por materiais e maquinários brasileiros foi intensa durante o evento”, avalia.

Participaram da FICCE, com o apoio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, as empresas Monato, Injepol, Usicon, Free Saltos, Gelprene, Difer, Miroeva, Gradus, Wiva Bordados, Usitec, Maquetec, Alynis, Palagi, Polly Química, Compofran e Sud Leather.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2022 0 Comentários 929 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados geraram US$ 214 milhões

Por Amanda Krohn 25/07/2022
Por Amanda Krohn

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, no semestre, as exportações de componentes para couro e calçados somaram US$ 214,3 milhões, 20% mais do que no mesmo período do ano passado. O número também aponta para uma ampla recuperação ante o período pré-pandemia, em 2019, quando as exportações do primeiro semestre somaram US$ 175 milhões (18% menos do que no ano corrente).

Ultrapassando a China como principal destino dos embarques de componentes para couro e calçados, a Argentina importou, no primeiro semestre, o equivalente a US$ 48,4 milhões, 56% mais do que no mesmo período do ano passado. A China foi o segundo destino do semestre, importando o equivalente a US$ 44,23 milhões em componentes, 2% mais do que no mesmo período do ano passado. Completando o ranking dos principais destinos aparece Portugal, para onde foram enviados o equivalente a US$ 30,9 milhões, 51% mais do que no mesmo ínterim de 2021.

Produção

Estados

O principal estado exportador do setor de componentes é o Rio Grande do Sul, de onde partiram o equivalente a US$ 116,83 milhões, 12% mais do que no mesmo período do ano passado. São Paulo vem na sequência, com US$ 23,25 milhões, 34% mais do que no primeiro semestre de 2021. O terceiro maior exportador do período foi a Bahia, de onde partiram o equivalente a US$ 19 milhões, 63% mais do que no ano passado.

Materiais

Os principais componentes exportados no primeiro semestre foram os produtos químicos para curtimento de couros (US$ 96,33 milhões, crescimento de 7% ante mesmo intervalo de 2021), cabedais (US$ 60 milhões, crescimento de 23%), produtos químicos para calçados/adesivos (US$ 23 milhões, crescimento de 27%) e solados (US$ 14,7 milhões, crescimento de 60%).

Projeto Comprador

O bom momento para as exportações de componentes para couro e calçados foi confirmado durante a realização da 26ª edição do INSPIRAMAIS, salão que lançou mais de mil materiais para as indústrias do setor em Porto Alegre/RS. O evento, realizado nos últimos dias 19 e 20 de julho, recebeu 38 compradores internacionais, a maior parte da América Latina, que somaram mais de US$ 12 milhões em negócios. O Projeto Comprador foi realizado pela Assintecal em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2022 0 Comentários 614 Visualizações
Business

Calçadistas voltam da Colômbia com mais de US$ 1,7 milhão em negócios

Por Amanda Krohn 20/07/2022
Por Amanda Krohn

Depois de mais de dois anos, a indústria calçadista brasileira retornou presencialmente à Colômbia para apresentar as coleções de primavera/verão para compradores deste mercado. Com o apoio do programa Brazilian Footwear, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil), 16 marcas participaram da Missão Comercial Colômbia, que ocorreu nas cidades de Bogotá e Medellín, entre os dias 11 e 15 de julho. No total, foram gerados mais de US$ 1,7 milhão em negócios, entre efetivados e alinhavados durante o evento.

As empresas participantes realizaram 98 contatos. Destes, 79 foram novos. A analista de Promoção Comercial e responsável pelo mercado colombiano na Abicalçados, Carla Giordani, destaca que a ação superou as expectativas. “Recebemos compradores qualificados e dispostos a fazerem negócios com a indústria brasileira. Ouvimos muito, tanto em Bogotá quanto em Medellín, que as coleções estavam incríveis. E, de fato, tivemos esse retorno em números. Se somarmos os valores negociados in loco e a expectativa para os próximos seis meses, a edição de julho de 2022 foi uma das melhores edições realizadas no mercado até o momento”, ressalta Carla.

Pela primeira vez presencialmente na Colômbia, a Opananken Antistress voltou para Franca/SP com dois pedidos fechados com entrega para outubro e outros três pedidos de amostra. O gerente de exportações da calçadista, Leandro Moscardini, elogia a qualidade dos importadores que visitaram as empresas. “Todos os compradores eram muito qualificados e passaram por todos. Conversamos, inclusive, com compradores que inicialmente não estavam marcados. O formato da ação, muito dinâmico, também favorece essa possibilidade de clientes extras, o que sempre surpreende.”

Também com o objetivo de abrir um novo mercado na América Latina, a Parô, de São João Batista/SC, participou pela primeira vez da ação. A diretora de exportação da empresa, Schirley Booz, destaca que a missão foi muito importante para a empresa entender o mercado e fazer bons contatos. “Já vamos deixar algumas amostras na Colômbia e dar andamento às negociações iniciadas. Identificamos que as três marcas da empresa têm entrada no mercado colombiano, o que é positivo”, frisa Schirley.

Ativações estratégicas

Além do showroom, a missão teve a realização de ativações de promoção de imagem, como o Photocall – evento de relacionamento com a imprensa local – e de seminário sobre o mercado colombiano. “Essas ações são estratégicas e importantes porque representam uma oportunidade de mostrarmos de forma prática como os calçados brasileiros se unem à moda local”, comenta Carla.

A Ferracini 24h, de Franca/SP, que já participou de outras edições da missão comercial, esteve na ação com o objetivo de voltar a trabalhar com o mercado da Colômbia. A gerente de comércio exterior da calçadista, Thânia Fileto, fala que a presença da marca foi muito importante porque eles já estavam conversando com alguns clientes. “E na missão foi o momento para podermos conversar presencialmente e concretizar as vendas. Tivemos reuniões com players importantes e estratégicos para a Ferracini”, diz Thânia, ao comentar que a empresa teve cinco pedidos de amostras e um pedido fechado para entrega no final do ano.

Participaram da missão comercial com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 Days, Activitta, Bebecê, Beira Rio, BR Sport, Ferracini 24h, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Parô Brasil, Paro Cool, Opananken Antistress, Uza Shoes, Vizzano e Zatz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2022 0 Comentários 514 Visualizações
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