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Indústria calçadista

Business

Bibi planeja suas operações internacionais deste ano

Por Marina Klein Telles 09/05/2023
Por Marina Klein Telles

Com experiência de mais de 50 anos com exportação de produtos, a Calçados Bibi iniciou em 2017 a expansão internacional com a abertura de lojas exclusivas, sendo a primeira localizada no Peru. De lá para cá, a empresa já conta com 19 operações distribuídas na América do Sul e Central, sendo que três delas foram abertas ao longo de 2022. Para este ano, a marca planeja implantar 10 novas unidades, que estarão concentradas na América Latina e uma na Europa. Até 2030, a Bibi possui como objetivo chegar a 100 lojas internacionais.

Presente em mais de 60 países, a Calçados Bibi exporta cerca de 22% dos 2,6 milhões de pares de calçados produzidos nas duas plantas fabris, localizadas no Rio Grande do Sul e na Bahia. Para ter sucesso na internacionalização de franquias, uma das estratégias da marca visa a escolha de parceiros comerciais de longa data, que já atuam via exportação de calçados nos países em que a marca mapeia sua expansão. Isto permite que a implantação de uma operação de loja seja mais assertiva, já que conta com uma base de conhecimento sobre o varejo local, sobre a marca e sobre o produto.

“Nosso objetivo é levar para os consumidores da América Latina e Europa a expertise de 15 anos de atuação da Bibi no varejo. Durante esses anos, conseguimos ampliar a presença da marca por todo o Brasil e, junto com os nossos parceiros internacionais, implantar operações da rede em outros países. Agora, a meta é expandir para outros centros comerciais nas regiões onde já operamos e chegar em países que só contam com lojas multimarcas, permitindo criar uma experiência diferenciada de consumo aos clientes Bibi”, comenta a presidente do Grupo, Andrea Kohlrausch.

A expectativa da marca é ingressar em El Salvador, Costa Rica, Paraguai e ampliar atuação no Equador e Peru. Além disso, a rede se prepara para abrir a primeira operação na Europa, mais precisamente em Portugal.

Sobre a Calçados Bibi

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Com o propósito de fazer o bem, um passinho por vez, a Bibi, fundada em 1949 e referência no mercado de calçados infantis, visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor.

Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2,6 milhões de pares/peças ao ano. Presente em mais de 60 países nos cinco continentes, no Brasil está em 3 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 150 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Cultural e Social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2023 0 Comentários 738 Visualizações
Business

Abicalçados: Quatro décadas ao lado do setor calçadista nacional

Por Marina Klein Telles 25/04/2023
Por Marina Klein Telles

Uma indústria calçadista gigante, formada por mais de 4 mil empresas que empregam, diretamente, mais de 300 mil pessoas que produzem mais de 840 milhões de pares todos os anos. Um cluster desenvolvido, onde se encontra todos os insumos para a fabricação de um dos melhores calçados do planeta, não poderia existir sem ter uma representação à altura.

Com as exportações de calçados tendo iniciado no final da década de 1960, o setor se ressentia de não ter uma organização que lutasse pelos seus interesses. Foi então que, em 1983, um grupo de 29 calçadistas gaúchos, cientes da necessidade de ter uma entidade que unisse o setor e fortalecesse seus pleitos junto aos poderes públicos, principalmente no fomento da exportação, criou a Associação das Indústrias de Calçados do Rio Grande do Sul (Adical).

Sete anos depois de sua criação, a Adical tornou-se nacional, sob o nome de Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Acompanhando o crescimento do setor, que no final dos anos 1980 chegou a exportar 170 milhões de pares, a entidade passou a agregar, em torno de si, empresas de diferentes portes, segmentos e polos calçadistas. Na cerimônia que tornou a entidade nacional também foi atualizado o artigo que trata da representação, antes regional: Representar a indústria de calçados do Brasil.

O objetivo, diante do desenvolvimento da atividade, era assegurar o crescimento do setor calçadista brasileiro, articulando com os diversos entes que compõem o cenário nacional, governos, ministérios, embaixadas etc. Na década de 1990, o Brasil vivia um ótimo momento para a exportação de calçados, o que não ocorria no mercado interno, que sofria com os efeitos da inflação. Apesar do bom momento, foi nos anos 1990 que a produção brasileira também passou a ser ameaçada pelo crescimento da China enquanto player calçadista. Em 1993, o Brasil bateu recorde, mantido até hoje, na exportação de calçados: mais de 200 milhões de pares.

Internacionalização e Defesa

Os anos 2000 foram intensos para o setor calçadista brasileiro. Foi exatamente no início da década que a Abicalçados e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) assinaram o primeiro convênio com o objetivo de criar um programa de apoio às exportações do setor que subsidiasse com recursos financeiros e desse suporte para empresas que desejavam iniciar ou até mesmo ampliar suas exportações. O primeiro convênio, que cobria o biênio 2001-2002 investiu mais de R$ 6,5 milhões em ações de promoção comercial para o calçado nacional no exterior, dando origem ao Brazilian Footwear.

A partir do convênio, a Abicalçados cresceu com intensidade, apoiando cada vez mais empresas não somente na sua internacionalização, mas na qualificação também no mercado doméstico. Passamos, em poucos anos, de 99 destinos para mais de 150 países, tornando o “Made in Brazil” conhecido no mundo todo.

A invasão de produtos chineses com valores muito abaixo dos praticados no mercado. Desta forma, a Abicalçados entrou com representação junto ao Governo Federal com o objetivo de criar medidas antidumping que freassem a invasão asiática. Após muita discussão, muitas reuniões em Brasília e um estudo do caso, a Abicalçados finalmente logrou uma medida, de forma provisória, que sobretaxou o calçado importado da China em US$ 12,47. Seis meses depois, e já comprovado o nefasto efeito da concorrência desleal na indústria nacional, o Governo Federal não somente renovou a medida como corrigiu o valor da sobretaxa para US$ 13,85.

Conforme dados tabulados pela Abicalçados, em 2008, a importação de calçados chineses foi equivalente a US$ 218,7 milhões, cerca de 70% do total importado. Após a aplicação do direito antidumping, definitivo em 2010, esse número caiu para US$ 54,9 milhões, uma retração de 75%.

Reinvenção

A década de 2020 marca a reinvenção da entidade, cada vez mais conectada e próxima aos calçadistas de todos os polos brasileiros onde existe produção de calçados. Por meio de seus dirigentes e equipe, a entidade faz questão de estar ao lado dos produtores, inclusive fisicamente, para entender as diferentes demandas e propor soluções. Uma das demandas que vinham sendo debatidas há alguns anos era a criação de uma feira de calçados que reunisse marcas de todos os polos calçadistas e empresas de todos os portes e nichos.

Lançada oficialmente em 2022, a Brazilian Footwear Show – BFSHOW – nasceu de uma demanda da indústria e do varejo de calçados visando a otimização de custos, transparência e o foco em negócios. A nova feira, que ocorrerá duas vezes ao ano, para lançar coleções de Primavera-Verão e Outono-Inverno, segue uma tendência internacional das maiores feiras setoriais, caso da Micam Milano, que é promovida pela associação de calçadistas italianos, a Assocalzaturifici.

A sustentabilidade também ganhou força nos anos 2020. Tema impulsionado pela pandemia de Covid-19, e a consciência da vulnerabilidade humana frente à natureza, as práticas ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) são, cada vez mais, uma exigência do consumidor. Diante do desafio, a Abicalçados, em conjunto com a Assintecal, vem reforçando a importância da certificação do Origem Sustentável, único programa de certificação de ESG da cadeia produtiva do calçado no mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2023 0 Comentários 580 Visualizações
Business

Origem Sustentável é destaque em evento colombiano

Por Marina Klein Telles 14/04/2023
Por Marina Klein Telles

Práticas sustentáveis e de ESG na indústria da moda e a sua crescente importância diante de um consumidor mais atento e exigente, foram tema de um debate realizado pela Câmara de Comércio de Bogotá, da Colômbia. Participaram do evento digital, em 12 de abril, o gestor de Projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Cristian Schlindwein; Maria Luiza Amaro, gerente de Marketing da Lycra Company para o Brasil e Colômbia; e Edwin Alvarado, co-fundador do Closeando, site de e-commerce de vestuário da Venezuela. 

Ressaltando a importância de construir, no mundo, cadeias produtivas de calçados efetivamente sustentáveis e atuar de acordo com os preceitos de ESG, Schlindwein falou sobre o Origem Sustentável, única certificação de sustentabilidade e ESG para empresas de calçados e seus fornecedores de insumos no mundo. “O Brasil é um grande player mundial, o maior produtor de calçados fora da Ásia, e assumimos o compromisso de guiar as empresas rumo a uma produção cada vez mais sustentável não somente na dimensão ambiental, mas também social, econômica e cultural”, comentou. 

Segundo Schlindwein, para evitar greenwashing – quando as empresas apresentam produtos ecologicamente corretos, mas sem ter um processo produtivo efetivamente sustentável, o Origem Sustentável conta com auditorias de órgãos independentes e de alta credibilidade. “A indústria calçadista brasileira é uma das mais sustentáveis do mundo, principalmente quando levamos em consideração os produtores asiáticos, os principais fabricantes de calçados do mundo. Porém, sabemos que existe um caminho a ser percorrido, não somente no incremento das iniciativas de sustentabilidade, mas também no que diz respeito à comunicação delas no Brasil e no exterior”, acrescentou. 

Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, o Origem Sustentável segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. Atualmente já são mais de 90 empresas de calçados e componentes participantes, dentre essas 45 já certificadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2023 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Produção de calçados deve crescer em 2023

Por Marina Klein Telles 11/04/2023
Por Marina Klein Telles

A produção de calçados, conforme projeção da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), deve crescer entre 1% e 1,7% em 2023, para um total entre 857 a 863 milhões de pares produzidos. Diferentemente de 2022, quando o aumento da produção (+3,6%) foi impulsionado pelas exportações, que cresceram mais de 45% em receita na relação com o ano anterior, o incremento ao longo do ano deve se dar pelo consumo doméstico. Essas e outras projeções serão comentadas na próxima Análise de Cenários, em 25 de abril.

A coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, ressalta que, para 2023, com a retomada da China após um período de muitas restrições em função da política de Covid Zero, e a inflação mundial em alta, a expectativa é de que as exportações brasileiras de calçados caiam em relação a 2022. “Desta forma, a expectativa é de que alcancemos um índice positivo na produção setorial, entre 1% e 1,7%, portanto acima das projeções de crescimento do PIB brasileiro, hoje em 0,9%”, projeta.

A Análise de Cenários, que prevê apresentações de Priscila e do professor e doutor em Economia Marcos Lélis, acontecerá de forma digital a partir das 15h30 do dia 25 de abril. Além das projeções de produção e exportação de calçados, o evento marca o lançamento do Relatório Setorial da Indústria de Calçados, que traz dados da atividade, análises e projeções setoriais e macroeconômicas para curto e médio prazos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2023 0 Comentários 716 Visualizações
Business

Brazillian Footwear deve gerar US$74 milhões no primeiro trimestre de 2023

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

As ações internacionais apoiadas pelo Brazilian Footwear deve gerar US$74 milhões para empresas brasileiras. O cálculo soma os resultados da Expo Riva Schuh (Itália), Missão Colômbia, Circuito de Promoção Comercial nos Estados Unidos – Playtime NY, Magic/Project Las Vegas, Atlanta Shoe Market e Magic NY e da Micam Milano (Itália). Todos os eventos foram realizados entre janeiro e fevereiro deste ano.

A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que os eventos uniram marcas de diferentes perfis. “O Brazilian Footwear, desde seu primeiro convênio, no ano 2000, tem como premissa apoiar as exportações brasileiras do setor, não somente no que diz respeito à promoção comercial e de imagem, mas também com o desenvolvimento da internacionalização na cultura das empresas”, avalia. 

No ano passado, somando todas as ações do Brazilian Footwear, foram gerados mais de US$116 milhões para as marcas brasileiras. Convertendo para a média do Real naquele ano, foram mais de R$600 milhões em negócios.

Brazilian Footwear

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Conheça nos sites brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 553 Visualizações
Business

Concentração de lojistas desperta desejo da indústria calçadista por feira em gramado daqui a 60 dias

Por Felipe Schwartzhaupt 12/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

Daqui a aproximadamente 60 dias a economia do setor calçadista brasileiro terá registrada a sua temperatura mais alta no primeiro termômetro do ano que irá mostrar o seu desempenho neste 2023. Só depois da 30º edição do SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, que acontece na serra gaúcha, de 22 a 24 de maio, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado, será possível aferir com precisão os índices de crescimento deste cluster. Embora esta seja a compreensão da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira, os sinais e depoimentos de empresários conduzem para este mesmo caminho.

“Estamos assistindo uma realidade que se repete praticamente de quatro em quatro anos, alterações na política econômica do país, com as posses de novos governos. Pois estamos agora exatamente neste período, espaço que antecede a nossa maior feira e vimos que existe o desejo em estabelecer uma relação positiva com os negócios em todos os setores da sociedade”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator.

Sua avaliação está amparada na opinião de Gabriel Quirino Ambrósio, Gerente de Marketing de Calçados Rafarillo, empresa com sede em Franca (SP). “Estamos confiantes na recuperação urgente do mercado e acreditamos num retorno mais acelerado à normalidade a partir da feira”, acentua.

Gestor de uma marca de calçados masculinos reconhecida em todo o território nacional, Ambrósio afirma que o SICC é uma das melhores feiras para a engrenagem da empresa. “Em Gramado, encaminhamos pedidos para duas datas importantes do nosso calendário anual: Dia dos Namorados e Dia dos Pais. Com o desempenho favorável nestas duas celebrações conseguimos definir positivamente o semestre e já projetar o ano”, diz ele.

Mas tudo isto se deve a concentração da elite do varejo nacional nos corredores da feira. “Este é a nossa maior preciosidade. Conseguimos trazer para o SICC todas as importantes redes brasileiras do varejo e também os profissionais de conglomerados menores que estão espelhados pelas cidades interiores de todos os nossos estados”, enfatiza Pletsch. E esta é a principal razão pela qual a marca Petite Jolie, com sede em Campo Bom , aposta na feira. “Nós conseguimos pulverizar nossos produtos pelo território nacional com vendas e atendimentos dentro da feira” enfatiza Fabrícia Venter, do Marketing da empresa pertencente ao grupo Aniger.

Com este mesmo olhar está a declaração de Mariza Dias, Diretora Criativa da marca Suzana Bissoli, com sede em São João Batista (SC). “Estou agora na Europa trabalhando, confirmando e pesquisando as tendências para desenvolver uma coleção bem assertiva e autêntica que é a cara da marca para encantar os lojistas que certamente vão estar concentrados nos três dias do SICC”, finaliza.

Promotora

A Merkator Feiras e Eventos tem a parceria das seguintes entidades: Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas.

Foto: Dinarci Borges/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2023 0 Comentários 685 Visualizações
Business

Fimec apresenta inovações e tendências ao setor coureiro-calçadista

Por Marina Klein Telles 09/03/2023
Por Marina Klein Telles

Em busca de novidades, negócios e conexões, milhares de profissionais do setor coureiro-calçadista já passaram pelos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo/RS, nos últimos dois dias. A 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) segue até amanhã (09), das 13 às 20 horas, apresentando inovações das diferentes etapas do processo calçadista, incluindo couros e peles, produtos químicos, componentes, máquinas e tecnologia.

Várias máquinas sairão da feira vendidas, o que é importante e mostra que o mercado continua aquecido, como já estava nos últimos dois anos.

O sucesso do público e a presença de estrangeiros nos dois dias de feira foram pontos destacados por Marcio Jung, diretor-presidente da Fenac, promotora da feira. “Eu me surpreendi com a quantidade de visitantes nos dois primeiros dias, pois já superamos o público final da última edição da Fimec, em 2022. Eu não tenho dúvidas que é a melhor feira dos últimos tempos!”, avaliou.

Expositores

Entre os mais de 350 expositores desta edição, está a Impex, que possui 30 anos de história e participa da Fimec desde o início da empresa. “Sempre mantivemos o mesmo espaço e até aumentamos. É a feira mais importante para nós, porque nosso foco é o setor calçadista”, contou Cesar Salomão Schaffer, diretor da marca.

Ao falar sobre o resultado dos dois primeiros dias, Schaffer explicou que está acima da expectativa. “Encontramos um público qualificado e tomador de decisão, tanto que já batemos a nossa meta aqui, fazendo bons negócios. Várias máquinas sairão da feira vendidas, o que é importante e mostra que o mercado continua aquecido, como já estava nos últimos dois anos”, avaliou.

Além de diversas marcas que apostam na Fimec como uma vitrine, o evento atrai visitantes de todo o mundo em busca de novos fornecedores e novidades do setor. “É uma feira internacional, marcada por estrangeiros, já que muitos idiomas estão sendo falados nos corredores e estandes da Fimec. Isso nos mostra que os visitantes estão querendo fazer negócios com o Brasil, levando maquinário e matéria-prima para expandir suas empresas”, diz Marcio Jung.

Entre os profissionais desta edição, está uma comitiva de 16 empresários do setor da cidade de Cúcuta, na Colômbia, em uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Social do município. O secretário Mauricio Fernando Aguas Sánchez e a representante Michell Carvajal explicaram que a comitiva é composta por empresários de diferentes áreas do setor calçadista. “Estamos aqui para seguir crescendo e posicionar Cúcuta como uma cidade referência no polo calçadista”, explicou Michell.

Os representantes ainda destacaram que a experiência dos empresários está sendo positiva e satisfatória, com a possibilidade de comprar produtos para mostrar em Cúcuta. Além disso, tem por objetivo conseguir gerar alianças comerciais diretas com fornecedores do setor, diferente do que ocorre na Colômbia, onde são parcerias através de intermediários comerciais. “É uma troca muito significativa, não somente para a cidade de Cúcuta, mas para a Colômbia e os países vizinhos, que também serão beneficiados”, avaliou o secretário Sánchez.

Último dia terá palestra com Roberto Argenta e espaços de experiência

Além dos tradicionais espaços da feira, na programação do último dia de Fimec, às 14 horas, está prevista a palestra O Segredo do Sucesso com o pré-lançamento do Programa LIDER, momento conduzido por Roberto Argenta, presidente da Calçados Beira Rio. A atividade é gratuita.

Serviço

Evento: 46ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes)
Data: 07 a 09 de março 2023
Horário: 13 às 20 horas
Local: Fenac | Av. Nações Unidas, 3825 – Bairro Ideal – Novo Hamburgo/RS, Brasil

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2023 0 Comentários 507 Visualizações
Business

Brasil e Argentina se unem para manutenção da TEC

Por Marina Klein Telles 09/03/2023
Por Marina Klein Telles

Representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e da Câmara da Indústria de Calçados da Argentina (CIC) estiveram reunidos na manhã do último dia 7 de março para debater o comércio bilateral do setor. O destaque da pauta foi a importância da manutenção da Tarifa Externa do Mercosul (TEC) para impedir uma possível “invasão” de produtos chineses nos dois países.

Não temos condições de competir em condições equânimes com um país que pratica dumping e não respeita as legislações trabalhistas e de sustentabilidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o encontro foi bastante produtivo. A Argentina, segundo ele, vem sofrendo com o aumento das importações de calçados, principalmente provenientes da China. Desde que a China flexibilizou a política de Covid Zero e voltou com apetite ao mercado, calçadistas vêm encontrando problemas.

Importação de calçados chineses pode conduzir a quebra do setor

Conforme dados elaborados pela Abicalçados, no ano passado entraram no Brasil quase US$ 50 milhões em calçados chineses, 34,6% a mais do que em 2021. Já na Argentina o resultado foi ainda mais preocupante, tendo entrado no país vizinho o equivalente a US$ 88,7 milhões em calçados provenientes da China, uma alta de 438% em relação a 2021. “O fim da TEC, hoje em 35% para calçados importados de países de fora do Mercosul, abriria o caminho para uma invasão chinesa nas prateleiras brasileiras e argentinas”, alerta Ferreira, ressaltando que não é uma questão de protecionismo e sim de defesa comercial.

O presidente-executivo reforça que a entrada indiscriminada de calçados asiáticos pode provocar uma quebra no setor, gerando uma onda de desemprego. “Não temos condições de competir em condições equânimes com um país que pratica dumping – preços para exportação abaixo dos praticados no mercado interno – e não respeita as legislações trabalhistas e de sustentabilidade”, acrescenta.

O encontro tratou sobre a importância crescente da sustentabilidade na cadeia produtiva do calçado. “Apresentamos o Origem Sustentável, único programa de certificação em ESG para a cadeia do calçado no mundo. Os colegas argentinos ressaltaram essa importância, até como forma de competir com os calçados asiáticos, que não possuem esse apelo que é uma exigência do consumidor em nível mundial”, conta o executivo da Abicalçados.

Participaram do encontro, além do presidente-executivo da Abicalçados, o presidente do Conselho Deliberativo e o gestor de Projetos da entidade, Caetano Bianco Neto e Cristian Schlindwein. Da CIC participaram Horacio Moschetto, Nestor Corbera e Damian Gravagna.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2023 0 Comentários 494 Visualizações
Business

Calçadistas reivindicam redução do ICMS de 4% para 3%

Por Amanda Krohn 24/02/2023
Por Amanda Krohn

Em reunião na Secretaria Estadual da Fazenda, nesta quinta-feira (23), calçadistas pediram ao sub-secretário da Receita, Ricardo Neves, a redução da alíquota de ICMS de 4% para 3%. O encontro teve as participações dos deputados estaduais Issur Koch e Joel Wilhelm, e entidades do setor. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, também participou do encontro. Sindicatos e lideranças calçadistas foram unânimes em afirmar que o Decreto 54.965, de 27 de dezembro de 2019, que garantiu benefícios fiscais para a indústria, não atendeu as necessidades, tendo baixa adesão por parte das empresas. No total, apenas 14 de um total de 1.792 empresas aderiram ao programa estadual.

Para Issur, que preside a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, há a necessidade de reavaliar o decreto. “Os números comprovam que o decreto não cumpriu seus objetivos. Revê-lo a partir da experiência exitosa de outros estados que têm alíquota menor que o Rio Grande do Sul, como Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo, por exemplo, pode representar a geração de mais postos de trabalho no Estado e o desenvolvimento de regiões que não conseguem atrair empresas”, argumentou.

O advogado trabalhista das entidades Valmor Biason afirmou que a mudança é necessária para recuperar o empresariado que migrou para outros locais. “A redução de 12% para 4% se deu com base no Crédito Presumido e não com redução de alíquota. Diante disso e das muitas restrições impostas pelo decreto, as empresas não foram beneficiadas”, explicou. “Se tivermos uma efetiva redução de alíquota para 3%, empresas que atualmente faturam por outros estados voltarão para o Rio Grande do Sul”, defendeu o advogado.

Para o presidente do Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs), Renato Klein, se o governo reduzir a alíquota, empresas que estão em outros estados irão reavaliar seus projetos de expansão. “Certamente isso ocorrerá. Não há porque uma indústria gaúcha se deslocar para outras regiões do País quando as condições de competitividade são as mesmas oferecidas pelo governo do Estado”, apontou.

Guerra fiscal

Para Haroldo Ferreira, da Abicalçados, o Rio Grande do Sul precisa ter condições de igualdade para competir com os demais estados. “A reunião foi frutífera neste sentido, pois aponta a preocupação dos deputados e também do governo no sentido de dar melhores condições de competitividade para a indústria calçadista gaúcha por meio da redução efetiva da alíquota de ICMS”, afirmou.  A indústria do RS é a que mais emprega no Brasil e vem perdendo postos para outros estados, principalmente do Nordeste, em função da guerra fiscal.

Ricardo Neves disse que o governo já estuda há alguns meses uma nova política tributária para o setor. “Está em nossa pauta e estamos fazendo estudos para apresentar ao governador. O objetivo é propor uma simplificação do sistema que potencialize o desenvolvimento do setor”, destacou. O sub-secretário comprometeu-se em apresentar em breve este estudo. “Vamos avaliar todos os impactos e vermos com o governador onde podemos avançar”, definiu. Neves disse, ainda, que a proposta será apresentada em Novo Hamburgo, em reunião com o setor produtivo. O presidente da ACI-NH, Diogo Leuck, já colocou a entidade à disposição para sediar o encontro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2023 0 Comentários 585 Visualizações
Business

Abicalçados aponta que setor calçadista criou 24,6 mil vagas em 2022

Por Amanda Krohn 07/02/2023
Por Amanda Krohn

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no ano passado, as indústrias calçadistas brasileiras criaram 24,6 mil postos de trabalho. Com isso, o setor encerrou 2022 empregando, diretamente, 296,4 mil pessoas, 9,1% mais do que em 2021 e o melhor resultado desde 2015. No comparativo com o período pré-pandemia, em 2019, o crescimento é de 11,4%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o nível de emprego cresceu em função do aumento da produção do setor, que encerrou 2022 com crescimento de 2,4%, para mais de 840 milhões de pares. “Apesar de uma leve retração nos últimos três meses do ano, 2022 foi bom para o setor principalmente para as exportações, que cresceram mais de 45% – em receita – na relação com 2021”, comenta. Segundo o executivo, para 2023, a expectativa é de que o setor siga crescendo, porém com índices mais tímidos. “Para este ano, a estimativa da Abicalçados é de um crescimento de 1,6% em produção, incremento que deve ser impulsionado pelo mercado doméstico”, acrescenta o dirigente.

Conforme a entidade, o maior empregador do setor no Brasil, o Rio Grande do Sul encerrou 2022 com 87 mil pessoas empregadas na atividade, 14,7% mais do que em 2021. O segundo empregador do ano foi o Ceará, com 64,4 mil postos, 11,2% mais do que no ano anterior. Na sequência apareceram a Bahia (42,65 mil empregos e crescimento de 19,5% ante 2021) e São Paulo (31,27 mil empregos e crescimento de 8,6%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/02/2023 0 Comentários 594 Visualizações
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