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Indústria calçadista

Business

Feira norte-americana deve gerar US$ 1,9 milhão para calçadistas

Por Marcel Vogt 06/10/2023
Por Marcel Vogt

A feira norte-americana Magic NY, realizada em Nova Iorque entre os dias 19 e 21 de setembro, deve gerar US$ 1,93 milhão para 11 marcas brasileiras presentes. Apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de fomento às exportações. As empresas comercializaram, in loco, 35 mil pares de calçados que geraram US$ 535 mil. Para os próximos seis meses, em negócios que ficaram alinhavados no evento, a estimativa é de vender mais 83 mil e gerar mais US$ 1,4 milhão.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, ressalta que o mercado norte-americano, apesar de estar importando menos calçados, é o segundo principal destino para as exportações brasileiras do setor. “Os Estados Unidos são, hoje, os maiores importadores de calçados do planeta, em valores. Apesar disso, o market share do calçado brasileiro é de pouco mais de 1%. A presença em feiras locais, de forma constante, é essencial para o posicionamento de marca e também para o melhor aproveitamento desse potencial”, comenta a analista.

O relatório da Abicalçados aponta, ainda, que as marcas receberam a visitação de grandes players dos Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Equador, Honduras, Porto Rico, Nigéria, entre outros. “Foram quase 160 contatos, mais da metade deles novos”, informa Paola. Além de compradores, as marcas brasileiras expositoras da Magic NY receberam a visita do presidente e da diretora da ApexBrasil, Jorge Viana e Ana Repezza, que destacaram a importância do apoio do Brazilian Footwear para a promoção internacional das marcas verde-amarelas.

A próxima edição da Magic NY será nos dias 20 a 22 de fevereiro de 2024.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2023 0 Comentários 491 Visualizações
Business

Abicalçados defende revogação da isenção para plataformas internacionais

Por Marcel Vogt 06/10/2023
Por Marcel Vogt

Com o objetivo de alertar a classe política sobre a importância de revogação da portaria governamental  (Portaria MF nº 612/2023) que isenta do pagamento de impostos remessas de plataformas internacionais de e-commerce para pessoas físicas no valor de até US$ 50, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participou, no dia 5, de audiência pública no Congresso Nacional.

Representando a entidade, a coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, ressaltou a preocupação da indústria calçadista nacional com a medida. “A Abicalçados vem alertando o Governo acerca dos impactos sociais e econômicos da portaria que isenta grandes empresas internacionais de pagar impostos para entrada de produtos no Brasil, justamente em uma faixa de até US$ 50, que afeta diretamente o calçado produzido no País e que paga todos os seus impostos”, disse.

Perda de 30 mil empregos

Segundo ela, levantamento realizado pela Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta que a isenção coloca em risco imediato mais de 30 mil postos de trabalho na indústria calçadista nacional. “Além da concorrência desleal com a indústria nacional, é preciso conscientizar o Governo e também a população que estamos apoiando uma produção que não respeita os direitos humanos e a sustentabilidade. Para dar um exemplo prático, as três principais origens das importações de calçados – China, Vietnã e Indonésia – ratificaram apenas 20 convenções da Organização Mundial do Comércio (OIT). O Brasil ratificou mais de uma centena. Os países asiáticos não ratificaram convenções que possuem impacto direto em setores intensivos em mão-de-obra, como é o caso da indústria calçadista, por exemplo”, comentou a advogada, ressaltando que sequer os três países ratificaram a Convenção que trata da fixação de salário mínimo.

Levantamento

Recente estudo realizado pela Abicalçados e levado às autoridades aponta que, somente as duas maiores plataformas de e-commerce internacionais atuantes no País, faturaram cerca de R$ 2 bilhões em 2022, 20% do valor total do varejo on-line de calçados no Brasil. “Esse valor deve quadruplicar nos próximos anos, especialmente diante da isenção das remessas até US$ 50”, alertou Suély.

O levantamento da entidade estima que a cada R$ 1 bilhão que a indústria calçadista nacional deixa de produzir – pela comercialização sem a devida isonomia tributária a qual as plataformas de comércio eletrônico deveriam estar submetidas –, o setor deixa de gerar 16,5 mil postos de trabalho de forma direta e indireta. “Ou seja, o faturamento somente das duas maiores plataformas internacionais de e-commerce coloca em risco imediato mais de 30 mil empregos no setor calçadista brasileiro”, frisou.

Na audiência, o deputado federal Zé Neto (PT-BA), que convidou a Abicalçados, destacou a importância da apresentação no sentido de conscientizar a classe política e a sociedade sobre a questão e se colocou como um defensor da revogação da medida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2023 0 Comentários 554 Visualizações
Business

Feiras nos Estados Unidos geram US$ 6,7 milhões para calçadistas

Por Marina Klein Telles 18/08/2023
Por Marina Klein Telles

As feiras norte-americanas Magic/Project Las Vegas e Atlanta Shoe Market, realizadas na primeira quinzena de agosto, geraram resultados importantes para as marcas calçadistas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). No total, entre negócios in loco e alinhavados nos eventos, devem ser comercializados 347,5 mil pares por US$ 6,7 milhões.

A primeira parada, de 13 marcas brasileiras, foi na Magic e Project Las Vegas, mostras que aconteceram paralelamente entre os dias 7 e 9 de agosto. Relatório da Abicalçados aponta que, nos eventos, somados negócios in loco e alinhavados, devem ser comercializados 147,5 mil pares por US$ 4,7 milhões, 42% mais do que na edição de 2022. No total, foram 122 contatos com mercados dos Estados Unidos e países da América Latina. Participaram das mostras as marcas Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano, Modare Ultraconforto, BR Sport, Actvitta, Pegada, Klin, Carrano, Savelli e Cristina Sabatini New York.

Atlanta

Na sequência, 17 marcas verde-amarelas viajaram até Atlanta, onde participaram da feira Atlanta Shoe Market, uma das feiras que mais cresce nos Estados Unidos. Conforme relatório da Abicalçados, entre negócios efetivados e alinhavados no evento, devem ser comercializados mais de 200 mil pares por US$ 2,14 milhões, 32% mais do que na mesma feira do ano passado. No total, foram registrados 210 contatos, principalmente com compradores norte-americanos e de países da América Latina.

A Schutz, marca de grande prestígio nos Estados Unidos, ficou satisfeita com a participação na Atlanta Shoe Market. Segundo a executiva de contas da empresa, Lisiele Silva, a feira atingiu as expectativas, tendo o estande recebido todos os clientes pré-agendados. “Além disso, também foi possível atendermos novos parceiros”, conta.

Participando pela primeira vez da Atlanta Shoe Market, a Savelli esteve no evento para conhecer as potencialidades do mercado. “A nossa presença na mostra é uma construção. No caso da região e da feira de Atlanta, notamos que existe a necessidade de um representante local para desenvolver um trabalho significativo e de longo prazo”, comenta a gerente de exportação da empresa, Bruna Pini. Segundo ela, a Savelli possui um projeto de inserção da marca no mercado norte-americano e a feira é uma opção alinhada com o perfil da marca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2023 0 Comentários 535 Visualizações
Business

Isenção fiscal coloca em risco 30 mil empregos

Por Marina Klein Telles 04/08/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) reporta preocupação com a portaria governamental (Portaria MF nº 612/2023) que isenta de pagamento de impostos remessas enviadas para pessoas físicas no valor de até US$ 50. Conforme levantamento realizado pela Inteligência de Mercado da entidade, a medida coloca em risco imediato mais de 30 mil postos de trabalho na indústria calçadista nacional.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, conta que o assunto já vem sendo tratado junto ao Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. “Alertamos o Governo sobre os impactos dessa medida, que isenta grandes empresas internacionais de pagar impostos para entrada de produtos no Brasil, justamente em uma faixa de até US$ 50, que afeta diretamente o calçado produzido no País”, destaca.

Segundo Ferreira, a continuidade da política coloca milhares de empresas em risco e não está em linha com as discussões de neo-industrialização propostas pelo Governo Federal. “Como iremos industrializar o país com a concorrência desleal? A indústria nacional seguirá pagando impostos como PIS, Cofins e IPI, enquanto o calçado estrangeiro entrará sem qualquer tributação. É uma medida que vai provocar a falência de empresas e precisa ser revogada”, alerta o executivo, ressaltando que a entidade não é contra as importações, mas que elas devem ter tratamento tributário isonômico em relação à indústria brasileira.

Levantamento

O estudo realizado pela Abicalçados levou em consideração os impactos provocados somente pelas duas maiores plataformas de e-commerce internacionais atuantes no País. Ambas faturaram, somente em vendas de calçados no Brasil, cerca de R$ 2 bilhões em 2022. O montante corresponde a quase 20% do valor total do varejo on-line de calçados no Brasil.

Conforme o levantamento, estima-se que a cada R$ 1 bilhão que a indústria calçadista nacional deixa de produzir – pela comercialização sem a devida isonomia tributária a qual as plataformas de comércio eletrônico deveriam estar submetidas –, o setor deixa de gerar 16,5 mil postos de trabalho de forma direta e indireta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2023 0 Comentários 465 Visualizações
Business

Couro predomina em calçados masculinos e laminado sintético nos femininos

Por Marina Klein Telles 25/07/2023
Por Marina Klein Telles

O uso do couro se destaca na fabricação de calçados masculinos, com índice de 46,24%, enquanto o laminado sintético de poliuretano se destaca na produção dos femininos, com 46,03% do total produzido. Os índices estão na 9ª edição do Estudo de Mapeamento dos Polos – Quantificação dos Materiais no Calçado, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A publicação, que tem como objetivo auxiliar calçadistas e fornecedores na adoção de estratégias comerciais, pode ser adquirida pelo e-mail inteligencia@assintecal.org.br. A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, explica que o material, coordenado pelo professor da pós-graduação de Economia da Unisinos e consultor setorial, Marcos Lélis, quantifica os materiais utilizados na confecção dos calçados montados em suas principais partes: cabedal, forro, solado, enfeites e adesivos.

“Os respondentes são integrantes de áreas técnicas, compras, produção ou direção geral das indústrias calçadistas. Esses profissionais caracterizam-se pelo conhecimento nos processos produtivos das empresas, seja por meio da participação direta ou contribuições na gestão”, conta Dilly. Segundo ela, foram ouvidas empresas dos principais polos calçadistas brasileiros que representam quase 60% da produção nacional do setor, o que permite uma margem de erro de 0,5% para cima ou para baixo. Já nos calçados infantis predomina a utilização de laminado sintético de PVC, enquanto nos calçados esportivos predominam os têxteis.

A publicação traz, ainda, detalhes sobre a fabricação de outras partes do calçado, como forros, solados, enfeites e adesivos utilizados, com análises de tendências nos usos de materiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2023 0 Comentários 421 Visualizações
Business

América Latina produz 1,5 bilhão de pares de calçados

Por Marina Klein Telles 20/07/2023
Por Marina Klein Telles

Segunda maior região produtora de calçados fora da Ásia, com mais de 1,5 bilhão de pares produzidos em 2022 (7% da produção mundial), a América Latina vem se notabilizando pela integração crescente entre as indústrias do setor. O fato ficou evidente durante a realização do Fórum Latino-Americano do Calçado, nos últimos dias 22 e 23 de junho, em Cúcuta/Colômbia. Na oportunidade, representantes das principais câmaras e associações de calçadistas do continente puderam trocar experiências, discutir pautas comuns e falar dos desafios do mercado mundial de calçados, especialmente diante da competição desleal com as produtoras asiáticas.

Brasil

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, que participou do fórum ao lado do presidente do Conselho, Caetano Bianco Neto, e do gestor de Projetos da entidade, Cristian Schlindwein, destaca que o encontro foi importante para estreitar laços da indústria da região. “Temos muitas pautas em comum, como a concorrência desleal com países asiáticos, o problema das plataformas digitais e a desestruturação do varejo, a sustentabilidade, entre outras. O encontro foi importante para as associações discutirem, em conjunto, formas de melhorar a competitividade da indústria calçadista no continente”, ressalta o dirigente. Representando a maior indústria da região, que produziu 849 milhões de pares no ano passado, dos quais 143 milhões foram exportados, Ferreira adianta que o próximo Fórum Latino-Americano do Calçado será realizado em maio de 2024, em São Paulo/SP.

Ferreira conta que um dos temas mais discutidos no evento foi a concorrência desleal com as indústrias asiáticas, principalmente da China. “Apesar de ser um problema comum nos países latino-americanos produtores de calçados, apenas Brasil, Argentina e Peru mantêm mecanismos de defesa antidumping contra o calçado importado da China”, ressalta o executivo, destacando que as indústrias atuam nos seus mercados para proteger sua produção, mas que nem sempre existe sensibilidade governamental.

No Fórum, o gestor de projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, apresentou o programa Origem Sustentável, o único a certificar empresas da cadeia produtiva do calçado com práticas ESG no mundo. “Mostramos o protagonismo brasileiro em sustentabilidade não somente na América Latina, mas no mundo. Temos uma indústria sustentável, nos pilares ambiental, econômico e social, e todas as condições de sermos referência internacional na produção de um calçado ecologicamente correto e produzido a partir de processos que respeitam os direitos humanos. As práticas ESG, além de sua relevância ambiental e social, podem trazer ganhos de competitividade, especialmente diante do calçado asiático, que não tem esses atributos cada vez mais relevantes para o consumidor internacional”, comentou o gestor, ressaltando que já são mais de 100 empresas certificadas ou em processo de certificação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2023 0 Comentários 480 Visualizações
Business

Exportações de calçados caíram em maio

Por Marina Klein Telles 15/06/2023
Por Marina Klein Telles

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em maio, foram embarcados 8,53 milhões de pares por US$ 98,2 milhões para o exterior. Os resultados são inferiores tanto em volume (-18,7%) quanto em receita (-5,6%) em relação ao mesmo mês de 2022. Já no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações somaram 57,29 milhões de pares e US$ 538,4 milhões, resultado 10,8% inferior em volume e estável em receita no comparativo com o período correspondente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado já era esperado pela entidade, diante da desvalorização do dólar – que torna o calçado brasileiro mais caro no exterior -, do desaquecimento da economia mundial e do incremento das exportações chinesas. “Nos últimos dois meses, as exportações de calçados chineses já aumentaram mais de 20%. Quando o maior player do mercado mundial, que somente até abril já exportou 2,8 bilhões de pares, retoma seu espaço, a tendência é que outros países produtores percam espaço”, avalia o executivo. O dólar também tem sido uma “pedra no calçado” brasileiro, já que com a moeda norte-americana em desvalorização ante o real a tendência é de um aumento no preço médio do par exportado pelo Brasil. “Por fim, temos o desaquecimento da economia internacional, principalmente dos Estados Unidos e países da Europa, grandes consumidores de calçados”, acrescenta.

Destinos

O principal destino do calçado brasileiro exportado nos primeiros cinco meses do ano foi a Argentina. Até maio, os hermanos importaram 6,58 milhões de pares verde-amarelos por US$ 106,6 milhões, queda de 3,6% em volume e incremento de 43% em receita ante o mesmo ínterim do ano passado.

O segundo destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos. Nos cinco meses, os norte-americanos importaram 4,56 milhões de pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 92 milhões, quedas tanto em volume (-54,7%) quanto em receita (-37%) em relação ao mesmo período de 2022.

Também registrando quedas nas importações de calçados brasileiros, a França aparece em terceiro no ranking dos destinos. Entre janeiro e maio, os franceses importaram 1,63 milhão de pares por US$ 25,7 milhões, quedas de 60% e 12,5%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

Estados

O maior exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e maio, as fábricas gaúchas embarcaram 15,86 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 235,26 milhões, quedas tanto em volume (-12,7%) quanto em receita (-4,4%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 18 milhões de pares por US$ 129 milhões, queda de 8,2% em volume e incremento de 6,7% em receita no comparativo com o mesmo intervalo de 2022.

Na sequência apareceram São Paulo (3,8 milhões de pares e US$ 52 milhões, quedas de 8,1% e 2,7%, respectivamente) e Bahia (1,93 milhão de pares e US$ 37,97 milhões, incrementos de 2,6% e 41,3%).

Na contramão

Na contramão dos resultados das exportações, as importações de calçados seguem em elevação. Entre janeiro e maio, entraram no Brasil 14,78 milhões de pares por US$ 188,4 milhões, altas tanto em volume (+3,9%) quanto em receita (+23,7%) em relação ao mesmo período de 2022. As principais origens seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (3,9 milhões de pares e US$ 89,4 milhões, incrementos de 21,7% e 30,1%, respectivamente, ante o mesmo período de 2022); Indonésia (1,74 milhão de pares e US$ 35,97 milhões, altas de 25,7% e 28%); e China (7,4 milhões de pares e US$ 24,3 milhões, quedas de 5% e 1,1%).

Em partes de calçados – cabedais, solados, saltos, palmilhas etc -, as importações até maio foram equivalentes a US$ 11,44 milhões, crescente de 15,6% ante 2022. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2023 0 Comentários 433 Visualizações
Business

Produção de calçados avança 2% no trimestre

Por Marcel Vogt 11/05/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), com base nos índices fornecidos pelo IBGE, apontam que a produção de calçados, no primeiro trimestre, avançou 2% em relação ao primeiro trimestre de 2022. O dado aponta para uma produção de 195 milhões de pares, ante 191,4 milhões no mesmo período do ano passado.

Apesar do dado positivo, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que as perspectivas são de dificuldades nos próximos meses. Segundo projeções da Inteligência de Mercado da Abicalçados, o setor pode registrar uma queda de 0,8% já no próximo trimestre, em relação ao primeiro. “São muitas as incertezas, principalmente em âmbito internacional. Por isso, neste momento de ainda muita insegurança, se faz urgente a renovação da desoneração da folha de pagamentos, que está em análise no Congresso Nacional”, diz. Ferreira ressalta que, caso a desoneração não prossiga para o próximo ano, serão colocados em risco mais de 30 mil empregos na atividade. “Com a demanda internacional em declínio e as incertezas no mercado doméstico, especialmente diante do endividamento recorde das famílias brasileiras, precisamos, ao menos, manter os empregos. Onerar a manutenção e a possível criação de vagas é pouco inteligente neste momento”, avalia o dirigente, ressaltando que a chamada de “reoneração” poderia agregar mais de R$ 550 milhões por ano em carga tributária extra para a indústria de calçados.

Atualmente, pelo mecanismo, o setor calçadista pode substituir a contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de pagamentos por 1,5% da sua receita bruta.

Projeções

Para 2023, conforme projeções da Abicalçados, a expectativa é de que a produção de calçados registre um incremento entre 1% e 1,7%, alcançando mais de 860 milhões de pares e ficando ainda muito aquém dos números pré-pandemia, em 2019, quando foi de 897 milhões de pares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2023 0 Comentários 496 Visualizações
Variedades

Walter Rodrigues apresenta inspirações em Gramado

Por Marcel Vogt 10/05/2023
Por Marcel Vogt

O Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC), que acontece nos próximos dias 22 a 24 de maio, no Serra Park, em Gramado, será palco de duas apresentações do estilista Walter Rodrigues, coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal). Nos eventos, que acontecem no primeiro e último dia do evento, às 10 horas, o estilista falará sobre a pesquisa Primal, que deu origem aos materiais apresentados na mais recente edição do Inspiramais, em janeiro. Além das apresentações, o estilista também está por trás de calçados e bolsas lançados no espaço Estação RS Moda, que passaram por uma curadoria do profissional.

Na apresentação, Rodrigues detalhará a pesquisa Primal adaptada para o varejo. “Será uma espécie de guia de compras para os varejistas que estarão no evento, tornando suas compras mais assertivas e embasadas na pesquisa apresentada no último Inspiramais”, adianta, acrescentando que, nas palestras, utilizará exemplos práticos de produtos desenvolvidos a partir de suas mentorias e que estarão expostos no espaço Estação RS Moda. “Mais do que a parte teórica da nossa pesquisa, queremos tangibilizar em produtos que estarão lá, expostos, facilitando o entendimento por parte dos varejistas”, comenta Rodrigues. A ação faz parte do Integra Moda, um projeto realizado pela Assintecal em parceria com o Sebrae Nacional com o objetivo de desenvolver a cadeia da moda nacional.

Pesquisa

A pesquisa Primal, que deu origem aos mais de mil materiais apresentados na mais recente edição do Inspiramais, trouxe muitas texturas, como couros e denin. Especificamente a moda masculina está muito baseada em um mix de referências de moda e comportamento. Outro ponto presente na pesquisa que será apresentada por Rodrigues é a sustentabilidade, apresentada em produtos rústicos em aspectos mais “crus”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2023 0 Comentários 625 Visualizações
Business

Assintecal busca estreitar laços com Argentina

Por Marcel Vogt 09/05/2023
Por Marcel Vogt

Principal mercado internacional dos componentes para couros e calçados produzidos no Brasil, a Argentina é destino de uma visita institucional da superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly. Entre os dias 9 a 11 de maio, a executiva estará em Buenos Aires para visitar a Exposición Internacional de Cueros, Materiales, Componentes, Tecnología y Moda para la Industria del Calzado y Afines – EXPOCAIPIC, principal feira da indústria de base da Argentina.

Além de conhecer o potencial da feira argentina, Silvana irá participar de reuniões com a Câmara da Indústria de Calçados de Buenos Aires, Câmara da Indústria de Calçados de Santa Fé, Câmara da Indústria de Calçados de Córdoba e Câmara da Indústria do Couro e Afins, além de visitar o setor de promoção comercial da embaixada da capital argentina. “O objetivo dos encontros com os parceiros argentinos é estreitar ainda mais a nossa relação comercial, conhecendo as necessidades da indústria local e apontando soluções que os fornecedores brasileiros podem trazer”, comenta, ressaltando que também serão abordadas formas de pressão junto ao governo local para reversão da medida do Banco Central da República Argentina (BCRA). que alterou as condições de acesso ao Mercado Único de Câmbio para pagamento de importações, o que vem atrasando os pagamentos das suas importações em 180 dias.

No primeiro trimestre do ano, conforme dados da Assintecal, a Argentina importou o equivalente a US$ 10,17 milhões em componentes brasileiros, uma queda de 101% em relação ao mesmo período de 2022. “O fato ocorre por dois motivos principais, a menor demanda da indústria local e também a dificuldade nos recebimentos”, conclui Silvana, frisando que um dos intuitos das reuniões é buscar soluções para o impasse comercial.

Sobre a Assintecal

Há quatro décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/05/2023 0 Comentários 606 Visualizações
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