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CidadesCultura

Índios aliam mapas à sabedoria Guarani para recuperar áreas

Por Gabrielle Pacheco 18/04/2018
Por Gabrielle Pacheco

Vinte e oito hectares de reconversão produtiva, 74 hectares de recuperação de áreas degradadas e mais de 3 mil hectares de conservação de biomas. Estes são alguns dos dados levantados por meio de georreferenciamento em nove aldeias guarani no Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do projeto AR, Água e Terra – Vida e Cultura Guarani, que há quatro anos realiza ações de recuperação e conservação ambiental em solos indígenas. O trabalho é coordenado pelo Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (IECAM) com o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental.

Os mapas de “uso da terra” auxiliam no manejo mais detalhado das áreas. Cada aldeia recebe o seu mapa. O levantamento serve de base para definição do trabalho, planejamento das ações e acompanhamento dos processos de reconversão produtiva, recuperação e conservação ambiental. Auxiliam, ainda, na realização de rotas e atividades de etnoturismo, fonte de renda para as aldeias. A familiaridade com essa ferramenta começa cedo. Eles também são utilizados nas escolas como material de apoio para atividades de Educação Ambiental, de forma interdisciplinar.

O histórico dos povos Guarani revela modos de vida tradicionalmente integrados aos ecossistemas florestais, por meio de um manejo sustentável, que permitia a extração de alimentos, medicamentos e matéria-prima para a construção das casas e para a confecção de utensílios, instrumentos e adornos.

Um dos problemas enfrentados pelas aldeias é que as áreas disponibilizadas, atualmente, nem sempre apresentam florestas, sendo algumas bastantes degradadas devido a monoculturas anteriores e outros sistemas de produção de grande impacto”, explica a bióloga Denise Wolf, presidente do IECAM. “O trabalho de recuperação ambiental é de grande importância para a manutenção dessa cultura”, conclui.

 “Hoje, depois que a mata cresceu, os animais estão voltando, já tem bugio, tatu, tem borboleta, pássaros. Temos erva-mate, frutas nativas. Assim, as pessoas ficam com mais saúde porque o espírito fica mais feliz”, comemora o cacique da Aldeia da Lomba do Pinheiro (Tekoá Anhetengua), José Cirilo.

 Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
18/04/2018 0 Comentários 489 Visualizações
Cidades

Solução para venda irregular de produtos indígenas em áreas urbanas

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Gramado vem tomando diversas medidas para solucionar a comercialização irregular de produtos em áreas públicas por parte da comunidade indígena. Na semana passada, uma comissão formada pelas Secretarias da Fazenda, da Cultura, da Cidadania e Assistência Social, e da Procuradoria reuniu-se com o agente em indigenismo da FUNAI de Porto Alegre, Maurício Sanches. O Prefeito em Exercício, Evandro Moschem, participou da reunião e determinou que, esgotados os meios para solucionar a situação de forma amigável, os produtos deveriam ser recolhidos e realocados para o espaço indígena localizado no Lago Negro. Ao assumir a gestão do Município, no último dia 31, Evandro entrou em contato por telefone com o prefeito João Alfredo Bertolucci, o Fedoca, solicitando aval para dar continuidade às ações relacionadas ao comércio ilegal dos índios.

Na última sexta-feira (2), membros da comissão da Prefeitura, acompanhados do agente Maurício Sanches, identificaram a área física na região do Lago Negro a ser utilizada pelos índios, em forma de rodízio de grupos e tribos, para comércio de artigos fabricados por eles. A comissão da administração municipal promoverá uma reunião com os representantes dos grupos indígenas que ocupam o local.
Posteriormente, no Centro de Gramado, a comissão e os agentes de fiscalização municipal negociaram três dias com os grupos indígenas para a retirada dos produtos das ruas da cidade. As abordagens para disciplinar e fazer cumprir as regras acordadas foram feitas por uma equipe devidamente treinada e orientada para trabalhar com o diálogo e a compreensão, procurando através da conciliação, acima de tudo, a solução dos problemas. A ação contou com o apoio da Brigada Militar e foi coordenada pelo Secretário Adjunto da Assistência Social, Ricardo Cazanova.

A prefeitura reafirma que não é contra a causa indígena, pelo contrário, busca o cumprimento da lei para que toda a comunidade de índios seja beneficiada, preservando os seus direitos e garantindo o desenvolvimento cultural e sustentável de um povo tão fundamental na história brasileira.

Fonte: Assessoria | Foto: Carlos Borges/Divulgação
06/02/2018 0 Comentários 498 Visualizações

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