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Cidades

Indicadores de segurança pública são apresentados na Câmara de Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 26/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo recebeu nesta quarta-feira (25) o comandante da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), capitão Gilson Borges Nunes, e a major Carine Reolon, para a apresentação de indicadores de segurança pública registrados no município. O convite foi feito pela vereadora Deza Guerreiro (PP), com o objetivo de promover o diálogo entre o legislativo e as forças de segurança.

Durante a sessão, o capitão Gilson apresentou dados extraídos do Sistema Avante, da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs), referentes ao período de janeiro a junho entre os anos de 2018 e 2025. Segundo os gráficos, houve redução nos índices de homicídio doloso, roubos e furtos de veículos, além de crimes contra pedestres, residências e estabelecimentos comerciais.

Queda nos índices de criminalidade

O número de homicídios dolosos caiu de 19 em 2018 para 9 em 2025. O índice inclui feminicídios, brigas de vizinhos e outros crimes com intencionalidade. Os roubos a pedestres tiveram redução de 87%, sendo o celular o item mais subtraído. Já os furtos de veículos caíram 56% no período analisado. Os furtos com arrombamento, que haviam aumentado em 2022, registraram queda de 45% em 2025 em relação a 2018. Os roubos a residências diminuíram 76% e os roubos a estabelecimentos comerciais, financeiros e de ensino apresentaram queda de 91%.

Segundo o capitão Gilson, Novo Hamburgo é dividido em três grandes áreas operacionais da Brigada Militar, o que permite uma atuação mais eficiente e coordenada com a Polícia Civil e a Guarda Municipal. “Estamos em constante troca de dados e informações que auxiliam na prevenção e resolução de crimes. É preciso apontar o quanto é fundamental que os cidadãos façam o registro de ocorrências das situações de criminalidade. Sem isso, não temos como saber o que está acontecendo. Precisamos dos dados para definir estratégias e resolver os casos”, afirmou o policial.

Repercussão entre os vereadores

Durante a sessão, os vereadores comentaram os dados apresentados. O vereador Felipe Kuhn Braun (PSDB) destacou a confiança na atuação da Brigada Militar e da Polícia Civil. Giovani Caju (PP) observou que a impressão de aumento da violência está relacionada à rapidez com que as informações circulam. O vereador relatou que seu estabelecimento comercial foi arrombado 17 vezes.

Juliano Souto (PP) defendeu melhores salários e equipamentos para os policiais. “Vocês são guerreiros. Muitos saem de casa para cumprir com o dever e acabam não voltando”, afirmou o parlamentar. A vereadora Professora Luciana Martins (PT) elogiou o trabalho da Patrulha Maria da Penha e da Rede Integrada Laço Lilás, além de destacar que os números positivos contrastam com a sensação de insegurança da população. A parlamentar também alertou que os salários dos policiais militares do estado ocupam a 18ª posição no ranking nacional.

O capitão Gilson respondeu que o policiamento ostensivo busca oferecer segurança à população, mas que as redes sociais dificultam essa percepção. A major Carine comentou sobre o reforço de 45 soldados estagiários e os bons resultados obtidos com o policiamento a pé em dezembro. “É uma modalidade que funciona muito bem”, comentou a policial.

O vereador Ito Luciano (Podemos) questionou sobre a eficácia das leis na manutenção de criminosos presos. A major respondeu que a questão é sistêmica, envolvendo interpretação e implementação, e não apenas legislação.

Uso de dados e reconhecimento nacional

A major Carine Reolon apresentou a estrutura de atuação da Brigada Militar em Novo Hamburgo e o uso de dados estatísticos por meio do programa Avante, que apoia a Gestão de Segurança Estratégica Governamental (GSEG). Segundo ela, reuniões semanais são realizadas com diversas instituições para acompanhar ações e definir estratégias. “Temos o compromisso de prestar contas à sociedade”, afirmou Carine.

A policial também relatou que os resultados positivos em relação à redução de roubos a pedestres foram apresentados no Palácio Piratini. A oficial apontou a evolução tecnológica como um fator importante, mencionando que, em 2018, ainda não se tinha o nível atual de acesso a redes sociais e aplicativos como o WhatsApp.

Sobre o aumento pontual no roubo de veículos em maio de 2025, Carine explicou que foi identificada uma quadrilha responsável pelos crimes e que, após a ação policial, o número de ocorrências caiu de 15 para apenas uma.

Segurança dos profissionais e apoio legislativo

A vereadora Daia Hanich (MDB), que é policial civil, relatou a insegurança enfrentada por profissionais da área. “Mesmo pertencendo a corporações diferentes, dividimos o mesmo medo: não saber se voltaremos para casa”, comentou a parlamentar, que também relatou episódios em que prendeu criminosos que foram soltos em menos de 24 horas.

O vereador Ricardo Ritter – Ica (MDB) criticou o sistema jurídico por permitir solturas rápidas, mesmo em casos como latrocínio. “Isso não significa falha da Brigada ou da Polícia Civil, mas sim a aplicação do modelo legal vigente”, ponderou Ica.

Também foi destacado o uso de sistema de identificação de veículos por características visuais, alimentado por câmeras adquiridas por cidadãos e comerciantes. A ferramenta, diferente das câmeras comuns de segurança, fortalece o trabalho de inteligência da Brigada Militar. O Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública (Consepro) foi citado como parceiro nas ações de segurança pública.

Os vereadores afirmaram compromisso em manter o diálogo com os órgãos de segurança e colaborar com políticas públicas voltadas à redução da criminalidade no município.

Foto: Moris Mozart Musskopf /CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2025 0 Comentários 241 Visualizações
Cidades

DGT apresenta melhorias na segurança pública de Novo Hamburgo em evento da CDL

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa de tecnologia em segurança DGT, de Estância Velha, apresentou nesta terça-feira (22) dados sobre a queda da criminalidade em Novo Hamburgo, o que ela avalia como resultado da implementação de suas soluções tecnológicas de segurança na cidade. A apresentação ocorreu durante a reunião-almoço da CDL Convida, promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Novo Hamburgo, que contou com a presença do prefeito eleito para 2025, Gustavo Finck (PP).

Durante o evento, o sócio-diretor da DGT, Lucas Arruda, exibiu gráficos que apontaram uma redução significativa nos índices de criminalidade em Novo Hamburgo entre 2019 e 2023, após a adoção de projetos de Smart City desenvolvidos pela empresa em 2020. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado, o número de homicídios diminuiu 38,46%, os roubos de veículos caíram 74,44%, e os furtos de veículos tiveram uma redução de 50,98%.

Arruda também destacou o Vision Safe Way, software da DGT projetado para prevenir furtos e roubos de veículos, integrando segurança e monitoramento em tempo real.

Prefeito eleito de Novo Hamburgo, Gustavo Finck, participou do evento

A DGT, fundada há 18 anos, é pioneira em videomonitoramento analítico em alta definição no Rio Grande do Sul e oferece soluções tecnológicas para mais de 200 cidades no Brasil. A empresa atua em videomonitoramento inteligente, cercamento eletrônico e sistemas de reconhecimento de veículos e placas, entre outros serviços para Smart Cities.

Fotos: Monique Tenorio/DGT/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 410 Visualizações
Business

Abicalçados lança sexta edição de relatório com dados do setor calçadista

Por Caren Souza 29/04/2021
Por Caren Souza

Pelo sexto ano consecutivo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) lança o Relatório Setorial da Indústria de Calçados. A publicação, que traz dados completos e analisados do setor, no Brasil e no mundo, é considerada a fonte oficial de pesquisas da atividade no Brasil.

Entre os dados apresentados está a produção mundial de calçados, que somou 18,1 bilhões de pares no ano passado, 19% menos do que em 2019. A queda do consumo mundial puxou o indicador, já que caiu 19,7% ante o ano anterior (para 16,6 bilhões de pares). Os principais produtores seguiram sendo os países asiáticos, China (52% de market share), Índia (13,6%) e Vietnã (7%). O Brasil é o quarto principal produtor mundial, com 4,2% de market share.

Brasil

Assim como no âmbito mundial, o setor calçadista brasileiro foi fortemente impactado pela pandemia do novo coronavírus, especialmente pelo fechamento do comércio, que responde por mais de 85% do total das vendas de calçados verde-amarelos.

No ano passado, as 5,6 mil empresas brasileiras de calçados fabricaram 763,7 milhões de pares, 18,4% menos do que em 2019. O resultado teve impacto determinante do comportamento do mercado interno, que despencou 18,6% (691 milhões de pares consumidos). Os principais estados produtores do Brasil foram: Ceará (203,9 milhões de pares, queda de 10,6% ante 2019); Rio Grande do Sul (161,8 milhões de pares, queda de 26,9% ante 2019); e Minas Gerais (122 milhões de pares, queda de 17,9% ante 2019).

O Relatório informa, ainda, que no ápice da pandemia, em maio e junho do ano passado, as fábricas de calçados chegaram a trabalhar com apenas 30% da capacidade instalada. Com a melhora no segundo semestre, o número melhorou, fechando o ano em 60,4%, número bem abaixo do registrado na Indústria de Transformação (76,4%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, explica que o setor calçadista brasileiro foi o mais afetado no âmbito da indústria nacional, especialmente pela sua forte dependência do mercado interno. Ele ressalta que, a partir da recuperação, advinda da vacinação contra a Covid-19, a expectativa é de um crescimento de 12% na produção em 2021. O crescimento deve ser impulsionado pelo incremento das exportações, que caíram 18,6% em volume no ano passado (para 93,8 milhões de pares). A expectativa é de que os embarques aumentem 13% e o consumo doméstico 7%. “Ainda assim encerraremos 2021 com produção e exportações menores do que as registradas em 2019, 8,5% e 8,2%, respectivamente”, projeta.

Empregos

A queda nos indicadores produtivos teve impacto nos empregos do setor calçadista. No ano passado, foram perdidos 21 mil postos de trabalho, com a atividade encerrando o ano empregando diretamente 247,4 mil pessoas (8% menos do que em 2019).

Entre os estados que mais empregam no Brasil, o Rio Grande do Sul (75,7 mil postos) perdeu 13,2% do seu estoque de emprego em relação a 2019. Já o Ceará, segundo maior empregador do setor no País (58,9 mil postos), fechou o ano empregando 5,2% mais do que em 2019. A previsão é de que, com a retomada gradual do setor em 2021, a atividade encerre o ano empregando 5,7% mais pessoas do que no ano passado. “Ainda assim não recuperaremos as perdas de 2020, encerrando com 2,7% menos postos de trabalho do que em 2019”, projeta o executivo.

Produtividade

Outro levantamento destaque no Relatório é o que mede a produtividade da indústria brasileira de calçados. “Os números evidenciam que os principais problemas de competitividade brasileira não são intramuros, mas dependem de fatores externos. A indústria faz a lição de casa”, avalia Ferreira.

Conforme o Relatório, no Brasil cada trabalhador produz 3.480 pares por ano, mais do que seus concorrentes diretos no cenário internacional (China 3.361 por trabalhador; Indonésia 1.991 por trabalhador; Índia 1.380 por trabalhador; e Vietnã 920 por trabalhador). “A indústria brasileira sofre com um custo de produção muito mais elevado do que outros países, especialmente no que diz respeito à carga tributária e à falta de políticas públicas de incentivo”, acrescenta Ferreira.

O Relatório Setorial da Indústria de Calçados tem o objetivo de auxiliar as empresas na tomada de decisões, contando com dados completos da atividade, projeções e análises para curto e médio prazos. O material pode ser baixado gratuitamente no site http://abicalcados.com.br/publicacoes/relatorio-setorial.

Fonte: Assessoria
29/04/2021 0 Comentários 572 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis é a segunda cidade mais rica do Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 12/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nova Petrópolis figura na segunda posição no Ranking de Municípios mais ricos do Rio Grande do Sul, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na terça-feira, 11. No Brasil, o Município ocupa a 23ª posição entre as cidades mais ricas, de acordo com avaliação nos critérios de renda média, declarantes e patrimônio líquido médio da população, além da renda média e patrimônio líquido médio dos declarantes. O levantamento da FGV Social foi baseado em um cálculo que considera os dados de rendimentos declarados no Imposto de Renda Pessoa Física divididos pelo total da população.

Para o prefeito de Nova Petrópolis, Regis Luiz Hahn, os índices alcançados por Nova Petrópolis demonstram que o Município evolui de maneira ordenada. “Se Nova Petrópolis aparece nesta posição privilegiada é porque crescemos de forma consciente. É gratificante podermos ver que, hoje, estamos nessa condição tão favorável, graças a um movimento coletivo que nos acompanha ao longo dos nossos 65 anos de história”, enfatiza o prefeito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2020 0 Comentários 842 Visualizações

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