Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Campeões do Crioulaço são definidos após 12 horas de disputa...
Vacaria sedia abertura oficial da Safra da Maçã 2026 em...
Festa da Uva começa a receber as primeiras uvas que...
Gramado recebe recursos do Plano Safra RS e de projeto...
Piccadilly inaugura quarta franquia no Rio Grande do Sul
Instituto do Câncer Infantil leva pacientes para visitarem a praia...
Magia da Páscoa deve valorizar a cultura germânica e ampliar...
Mercado projeta valorização dos imóveis novos a partir de 2026
Praça Cristal é inaugurada no bairro Três Marias em Esteio
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

indicadores econômicos

Business

Indicadores econômico-fiscais apontam estabilização dos níveis de perda em função da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 29/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os principais indicadores de comportamento econômico-fiscal do Rio Grande do Sul mostram uma tendência de estabilização nos níveis de perdas em virtude da pandemia de coronavírus, sempre comparados a períodos equivalentes de 2019.

A retração na última semana de análise, que engloba de 18 a 24 de abril, em média, seguiu os níveis verificados nas últimas duas semanas, com leve recuperação. As informações constam na quinta edição do Boletim Semanal da Receita Estadual sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS, disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados (portal de transparência da Receita Estadual).

“A emissão de Notas Eletrônicas, por exemplo, registrou queda de 9% na semana passada, sendo que nas duas semanas anteriores a diminuição havia sido de 11% e 13%, respectivamente”, informa Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

No acumulado do período analisado pelo Boletim, ou seja, entre 16 de março (primeiras medidas de quarentena no RS) e a última sexta-feira, 24, a redução é de 13%, representando uma diminuição do valor médio diário emitido de R$ 2,07 bilhões no período equivalente em 2019 para R$ 1,80 bilhão em 2020. Isso significa que cerca de R$ 270 milhões deixaram de ser movimentados, em operações registradas nas notas eletrônicas, a cada dia.

Os indicadores de desempenho acumulado nas vendas no varejo de curto prazo (14 dias) e médio (28 dias) também corroboram a visão de retomada gradual da atividade econômica, com quedas de 24% e 26% frente a períodos equivalentes de 2019, respectivamente. O mesmo comportamento é verificado na avaliação por região, conforme os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Corede), cujas perdas seguem demonstrando forte correlação com o nível de participação na produção industrial gaúcha.

Além disso, o volume de vendas dos combustíveis indicou quedas mais amenas. No acumulado do período, o etanol segue sendo o mais impactado (-61%), seguido pela gasolina comum (-32%) e pelo óleo diesel S-500 (-24%). O óleo diesel S-10 mostra-se estável. Somando os quatro combustíveis, a redução média é de 25%.

Em relação aos setores de atividades, o varejo segue sendo o mais afetado, com redução de 19% nas vendas desde o início da crise. A indústria, por sua vez, tem queda de 16%. O atacado, que obteve o melhor desempenho na última semana, caiu 2% no acumulado do período.

Quanto aos setores industriais, são verificadas expressivas variações positivas nas áreas da alimentação (arroz, aves e ovos, bovinos, leite, suínos e trigo). O destaque da última semana ficou por conta da indústria de bovinos (abate e industrialização) que pela primeira vez na série apresentou resultado positivo de dois dígitos (+19%). Por outro lado, as indústrias de produtos de limpeza, também de forma inédita, tiveram forte redução relativa nas vendas comparadas ao ano anterior, de -17%.

“Os resultados negativos mais expressivos da semana foram observados, novamente, nas indústrias de veículos, com -77%, e coureiro-calçadista, com -63%. Além disso, entre os setores que apresentam perdas relativas, como os de insumos, de bens de capital e os de bens de consumo duráveis e semiduráveis, a média das reduções estabilizou-se no patamar de 35%”, avalia Ricardo Neves.

Emissão de Notas Eletrônicas durante a Semana Santa

Uma novidade trazida na quinta edição do Boletim é a comparação das vendas no varejo no período da Páscoa. Analisando a emissão de notas eletrônicas durante a Semana Santa de 2019 e de 2020, houve queda de 29% no valor emitido, que passou de R$ 3,5 bilhões em 2019 para R$ 2,5 bilhões neste ano.

Vendas no varejo por Corede

O número de Coredes que se enquadra em cada faixa de perdas de médio prazo confirma a tendência de estabilização e recuperação das perdas. Além disso, de forma geral, o perfil das perdas de curto e médio prazos ainda demonstra forte correlação com o nível de participação dos Coredes na produção industrial do Rio Grande do Sul.

Os Coredes Metropolitano Delta do Jacuí, Vale do Rio dos Sinos, Sul, Produção e Serra, que respondem por 70% da produção industrial, se encontram no topo do ranking das maiores perdas, ao lado do Corede Hortênsias, cujo fraco desempenho está associado a outro fator, que é o impacto da Covid-19 sobre a atividade turística.

Vendas a varejo por categoria

No acumulado, o impacto da Covid-19 é positivo para as vendas a consumidor final de medicamentos e materiais hospitalares (+7%) e produtos de higiene e alimentos (+3%). Para os demais, entretanto, a queda continua brusca, totalizando redução de 44% no período. Somando as três categorias, a redução média é de 23%.

No Top 10 das mercadorias com maiores variações positivas do valor das vendas, ganham destaque produtos do setor de alimentos (como cereais, óleos, leite, carnes, frutas, hortícolas e peixes), da indústria química (como sabão para lavar roupa e álcool gel) e do setor farmacêutico.

As maiores variações negativas do valor das vendas constam itens relacionados a vestuário, com as maiores quedas percentuais (na ordem de 70% a 80%), e veículos, com as maiores quedas em valores. Também aparecem máquinas e aparelhos elétricos, móveis, calçados e bebidas alcoólicas.

Preços dos combustíveis

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados têm apresentado movimento de queda no período recente, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. A gasolina comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16 de março e passou ao patamar de R$ 3,95 no dia 24/4, última data de análise da última edição do Boletim.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2020 0 Comentários 437 Visualizações

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Campeões do Crioulaço são definidos após 12 horas de disputa em Vacaria

  • 3

    Vacaria sedia abertura oficial da Safra da Maçã 2026 em evento nacional no pomar da Rasip Agro

  • 4

    Festa da Uva começa a receber as primeiras uvas que serão distribuídas gratuitamente

  • 5

    Gramado recebe recursos do Plano Safra RS e de projeto produtivo

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO