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Moda e beleza

Egressa da Feevale é finalista em concurso de moda inclusiva

Por Gabrielle Pacheco 01/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A egressa do curso de Moda da Universidade Feevale, Kátia Cristina Kayser de Oliveira, está na final do 8º Prêmio Brasil Sul de Moda Inclusiva. O prêmio selecionou, entre projetos de toda a região Sul do Brasil, 20 estudantes para apresentarem suas coleções de moda inclusiva em um desfile que conhecerá o vencedor. O evento acontecerá dia em 27 novembro, às 19h, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis (SC) – mas podendo ser realizado de forma on-line, a depender da pandemia de Covid-19. O 8º Prêmio Brasil Sul de Moda Inclusiva é promovido pelo Instituto Nação Brasil, com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina (Senai-SC).

Kátia apresentará uma coleção pensada para cadeirantes, desenvolvida para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), enquanto acadêmica, no primeiro semestre deste ano. A inspiração veio com a convivência com seu afilhado, Guilherme Finotti, que possui paralisia cerebral. Finotti graduou-se em Sistemas para Internet e concluiu especialização em Engenharia de Software Aplicada para Dispositivos Móveis pela Feevale e, há cinco anos, trabalha na área de TI (tecnologia da informação) de um banco. “Esse trabalho exige, por vezes, uma roupa mais social, por isso, desenvolvi uma modelagem para atender ao segmento de moda inclusiva, a partir da identificação das dificuldades e necessidades que as pessoas com paralisia cerebral encontram ao vestir-se”, explica Kátia.

Dessa forma, foram produzidos dois looks. “Optei por fazer roupas para ocasiões que exigem um traje entre o casual e o formal, aplicando adaptações na modelagem plana masculina. Também utilizei tecidos com elastano, aviamentos adequados e, também, tecnologias como antimicrobianos e absorventes, tudo visando o melhor conforto, funcionalidade e vestibilidade do vestuário”, diz a egressa.

Para Kátia, é uma grande satisfação poder apresentar um trabalho em que consegue atender, mesmo que em parte, às necessidades apresentadas por pessoas com deficiência, ou com paralisia cerebral, que foi o foco de seu estudo. “De alguma forma, é como contribuir para que haja igualdade entre todas as pessoas. Cadeirantes ou andantes, todos têm o direito de vestir a roupa que desejarem, de se sentirem confortáveis, elegantes, pertencentes à sociedade que habitam”, completa a egressa, que foi orientada pela professora Regina Heidrich e criou a sua marca – Atelier Kátia Kayser – em uma disciplina na Instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2020 0 Comentários 513 Visualizações
Cidades

Snowland promove ação para pessoas com deficiência

Por Gabrielle Pacheco 06/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na última terça-feira (3), o parque Snowland recebeu cerca de 50 convidados especiais, entre deficientes visuais, auditivos, cadeirantes e autistas. A ação, promovida pela Associação dos Parques de Diversão do Brasil – Adibra e pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas – Sindepat, fez parte das comemorações pelo “Dia Nacional da Pessoa com Deficiência em Parques e Atrações Turísticas”.

Os convidados puderam vivenciar um dia inteiro de diversão na neve, brincar no Cinema 4D, ter aulas de esqui e snowboard e assistir a um show de patinação artística no gelo inclusiva. “Promover a inclusão para que todas as pessoas possam ter experiências na neve é um dos objetivos do Snowland. Queremos que a relação com a neve e o entretenimento no ambiente nevado seja para todos”, afirma o diretor executivo do Parque, Paulo Mentone.

“Promover a inclusão para que todas as pessoas possam ter experiências na neve é um dos objetivos do Snowland.”

O passeio no parque de neve contou com integrantes das entidades Aquarela Pro Autista e Associação dos Deficientes Visuais – Adeve, ambas de Erechim, e a Associação União Canela Gramado pelos Direitos dos Deficientes – Ação. O evento contou com apoio de parques e atrações de todo o Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2019 0 Comentários 1,K Visualizações
Cultura

Feira do Livro da inclusão inicia em Nova Petrópolis

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A abertura da 24ª Feira do Livro de Nova Petrópolis, ocorrida na noite de 8 de outubro, na Rua Coberta, celebrou as diferenças. Discursos marcados pela emoção, com destaque para o pronunciamento do patrono do evento, o autor cego André Werkhausen Boone, conferiram ainda mais significado para o lema da feira deste ano, “Não há limites para quem lê”.

A noite de abertura do evento literário contou com a presença do vice-prefeito de Nova Petrópolis, Charles Paetzinger, além de secretários Municipais, equipes do Departamento Municipal de Cultura, da Biblioteca Pública Municipal Prof.ª Elsa Hofstätter da Silva, soberanas do Folclore Alemão, vereadores, representantes de órgãos de segurança e comunidade.

A solenidade de abertura iniciou de forma emocionante, com morador da localidade de Nove Colônias, Lauri Altreider, que é cego, lendo uma passagem da Bílbia em braille. O secretário adjunto de Educação, Cultura e Desporto, Paulo Cesar Soares, homenageou o patrono da Feira do Livro, André Werkhausen Boone; o artista plástico Jefferson Hoffmann, que pinta com a boca, e o compositor e contador de histórias Gaudêncio Terra, que possui mobilidade reduzida, no palco do evento.

“Esses três talentos de Nova Petrópolis, que participam da Feira do Livro deste ano, são a prova de que a diferença faz toda a diferença. Eu aprendi muito com eles e tantas outras pessoas nesses dias que antecederam o evento, foi uma verdadeira lição de vida para mim. É com orgulho que podemos dizer que temos o primeiro patrono cego de evento cultural do Brasil. Tenham a certeza de que essa Feira do Livro será surpreendente e emocionante”, destacou o secretário adjunto de Educação, Cultura e Desporto, Paulo Cesar Soares.

“É com orgulho que podemos dizer que temos o primeiro patrono cego de evento cultural do Brasil.”

Para o patrono da 24ª Feira do Livro, André Werkhausen Boone, essa edição da Feira do Livro inaugura uma nova forma de se fazer eventos culturais. “É uma honra ser patrono dessa Feira do Livro, que tanto destaca o tema da inclusão. As lições que essa feira vai deixar serão imensas, principalmente no que diz respeito à forma de pensar um evento. Não vou mentir para vocês, não é fácil ser cego, mas conseguimos ter uma vida perfeitamente normal. Eventos como essa Feira do Livro facilitam e melhoram a nossa vida, por isso são tão importantes”, destacou.

O patrono será presença constante na Feira do Livro para conversar sobre sua obra biográfica SER André Werkhausen Boone, na qual relata as aventuras e desafios vividos pelos deficientes visuais no Brasil.

“Eventos como essa Feira do Livro facilitam e melhoram a nossa vida, por isso são tão importantes.”

De acordo com o secretário de Educação, Cultura e Desporto de Nova Petrópolis, Ricardo Lawrenz, Nova Petrópolis é um Município que possui “autores e artistas que merecem destaque e essa Feira do Livro foi pensada para ressaltar esses talentos, sob a ótica da inclusão. Nossa cidade tem uma característica cultural muito forte, além de termos iniciativas que desafiam o normal, que vão além. Elaboramos essa Feira do Livro com o objetivo de incluir e educar e ela já é um sucesso”, ressaltou Lawrenz.

Em seu discurso, o vice-prefeito Municipal, Charles Paetzinger, fez questão de citar a repercussão que a 24ª Feira do Livro de Nova Petrópolis está gerando por conta de seu tema inclusivo. “Estamos organizando uma Feira do Livro que é notícia a nível nacional. Isso é muito merecido, a temática é nobre e muito atual. Temos o primeiro patrono cego do país. Nos orgulha muito organizar um evento com essa característica, que atrai tanto o público infantil, quanto os inclusos. Nova Petrópolis está dando um grande exemplo para o Brasil”, pontuou o vice-prefeito.

Foto: Marcelo Moura/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/10/2019 0 Comentários 516 Visualizações
CulturaUncategorized

Feira do Livro de Nova Petrópolis terá atividades voltadas para a inclusão

Por Gabrielle Pacheco 05/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A programação da 24ª Feira do Livro de Nova Petrópolis, que possui o lema “Não há limites para quem lê”, está repleta de atrações artísticas e literárias que vão destacar a inclusão, tema do evento que ocorre de 8 a 13 de outubro na Rua Coberta.

Contos de histórias, espetáculos teatrais, Acampamento dos Leitores, Escritores do Amanhã, apresentações musicais, Salão de Artes Plásticas e Aventura Pronta, além de atividades lúdicas e do espetáculo “A Dança do Coração”.

Outra grande atração da 24ª Feira do Livro é o patrono André Werkhausen Boone, escritor cego de Nova Petrópolis que foi reconhecido pela Organização Nacional dos Cegos do Brasil (ONCB) como o primeiro patrono cego de um evento cultural do país.

O local

A Rua Coberta vai se transformar em um complexo montado para destacar a cultura e a literatura por cinco dias em Nova Petrópolis. No espaço haverá 12 estandes de livreiros e os visitantes terão à disposição uma Praça de Alimentação exclusiva.

As atrações artístico-culturais da Feira do Livro vão brilhar no palco instalado no centro da Rua Coberta, este ano construído no nível do solo para facilitar o acesso de artistas, escritores e convidado, além de ser mais convidativo ao público. Reforçando ainda mais o caráter de inclusão, o evento contará com um intérprete de libras em diversas atividades.

Uma novidade da edição 2019 do evento é a raspadinha premiada. Ao efetuar compras em qualquer um dos 12 estandes de livreiros da feira, o visitante receberá uma raspadinha temática do evento. Diversas raspadinhas estão premiadas com entradas gratuitas e descontos em ingressos para os Parques Acqua Lokos, Terra Mágica Florybal e Snowland, além de outros prêmios surpresa.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2019 0 Comentários 537 Visualizações
Cultura

Feira Livro de Nova Petrópolis terá primeiro patrono cego do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 25/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A 24ª Feira do Livro de Nova Petrópolis, lançada com o emblemático tema “Não há limites para quem lê”, vai apresentar uma inovação, o evento contará com o primeiro patrono cego do Brasil, o autor nova-petropolitano André Werkhausen Boone.

O escritor será o símbolo principal da feira, que será realizada de 8 a 13 de outubro, na Rua Coberta, e vai interagir com uma programação repleta de atividades desenvolvidas a partir da temática da inclusão. O patrono, que será presença constante na Feira do Livro, vai discutir detalhes de sua obra biográfica “SER André Werkhausen Boone”, na qual relata as aventuras e desafios vividos pelos deficientes visuais no Brasil.

Sobre o homenageado

Anunciado oficialmente em maio deste ano como patrono da Feira do Livro de Nova Petrópolis 2019, André Werkhausen Boone teve seu primeiro texto publicado aos 18 anos e é autor da autobiografia que será debatida na feira, a obra foi publicada em 2018. O autor, que completou 27 anos em agosto deste ano, também teve textos publicados nas coletâneas “Literarte” e “Diálogos”, além de ter participado na obra “Central Pinhalense” e figuardo como co-autor no livro “Histórias de Baixa Visão”, publicação que reúne crônicas escritas por 19 deficientes visuais e teve sua primeira edição lançada na versões escrita e braille em 2017.

O patrono consultou a Organização Nacional dos Cegos do Brasil (ONCB), sobre o pioneirismo de sua escolha como patrono com deficiência visual. O presidente da entidade, Antônio Muniz da Silva, respondeu via e-mail que “embora existam inúmeras pessoas cegas no Brasil que tiveram oportunidade de publicar livros de sua própria lavra, infelizmente, a ONCB, até o presente momento, não recebeu por parte de suas entidades afiliadas, nenhuma informação sobre a existência de algum cego que tenha sido patrono de feira de livro em nosso País”.

“Fiquei muito honrado com o convite para ser patrono da Feira do Livro da minha cidade natal. O fato de ser o primeiro patrono cego do Brasil foi uma surpresa para mim e me enche de orgulho. Minhas expectativas são as melhores possíveis, não escondo que estou muito ansioso para essa Feira do Livro. Espero que o meu caso sirva de exemplo para outras cidades e que possamos ter muitos outros patronos cegos de hoje em diante. Essa seria uma conquista de extrema importância quando o assunto é inclusão”, destacou o patronto, que vai lançar o audiobook da obra “SER André Werkhausen Boone” na Feira do Livro de Nova Petrópolis.

A importância da inclusão

Segundo o secretário de Educação, Cultura e Desporto de Nova Petrópolis, Ricardo Lawrenz, André foi escolhido como patrono da Feira do Livro por se destacar como autor e representar o tema da inclusão. “Teremos um patrono muito presente na Feira do Livro, que é talentoso e uma referência quando se fala em inclusão. O André tem muito a ensinar, a maneira como ele vence os desafios e encara a vida é inspiradora”, destacou Lawrenz.

O secretário adjunto de Educação, Cultura e Desporto, Paulo Cesar Soares, destaca que a Feira do Livro deste ano foi elaborada sob a ótica da inclusão por ser um assunto de extrema importância na sociedade. “Existem muitos desafios no dia-a-dia sobre os quais todos nós precisamos refletir. A 24ª Feira do Livro vai tratar disto. Várias ações foram pensadas para mostrar às pessoas o quanto devemos melhorar como sociedade. Quem visitar Nova Petrópolis este ano, vai encontrar os livros e se divertir como faz todo ano, mas, sairá daqui com uma lição de vida”, adiantou Soares.

Outras atrações

A Mostra de Artes Plásticas contará com o artista plástico Jeferson Hoffmann, que tem limitação de movimentos nos braços e pernas e é reconhecido por suas telas pintadas com a boca. O escritor e compositor Gaudêncio Terra, que possui mobilidade reduzida, será um dos contadores de histórias no evento. O Grupo de Danças Folclóricas Alemãs Edelstein vai reapresentar o espetáculo inclusivo “A Dança do Coração”, apresentação que contou com a participação de 11 convidados, entre eles, cegos, surdos, mudos, pessoas com síndrome de down e com deficiência física. O espetáculo emocionou o público do 47º Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis.

Na 3ª edição do projeto Escritores do Amanhã, estudantes de Nova Petrópolis vão produzir redações sobre o tema inclusão e aceitação, textos que serão publicados em um livro. O Acampamento dos Leitores, Bate-Papo com Escritores, Aventura Pronta, espetáculos artístico-culturais e contação de histórias, além de 12 estandes de livreiros e Praça de Alimentação, completam as atrações da Feira do Livro de Nova Petrópolis

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2019 0 Comentários 650 Visualizações
Cultura

Porto Alegre em Cena abre espaço para inclusão

Por Gabrielle Pacheco 09/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Criando espaço para inclusão, reflexão e difusão do fazer artístico, o Festival Porto Alegre em Cena abre suas portas pela primeira vez, no próximo domingo, 15 de setembro, para receber um espetáculo protagonizado por jovens com deficiência intelectual.

A peça “Todo Mundo Tem um Sonho – A Arte de Pertencer” é encenada por mais de 100 jovens com deficiência intelectual que fazem parte do Pertence, entidade que vem transformando vidas e construindo novas perspectivas para a pessoa com deficiência.

Com direção da atriz e encenadora Paula Carvalho, a montagem é uma emocionante obra poética e um divisor de águas para a causa da pessoa com deficiência. Há mais de 1 bilhão de pessoas com deficiência no mundo, e mesmo assim elas continuam praticamente invisíveis.

“O que queremos fazer através deste trabalho é dar luz à sombra. É dar o merecido espaço e reconhecimento para que a pessoa com deficiência possa exercer o seu direito. Rompendo barreiras, transformando vidas e construindo novas perspectivas sociais”, sintetizou Sara Zinger, presidente da entidade.

A apresentação promete levar ao palco do Theatro São Pedro elementos do circo, teatro, música e dança. Uma sensível obra poética constituída a partir do imaginário e das experiências dos próprios participantes. Geniane Pereira, produtora executiva da ação, afirma:

“Mais que um show de arte, inclusão e pertencimento, o espetáculo marca a conquista de um espaço na cultura para as pessoas com deficiência”.

O núcleo base para a criação deste espetáculo é o Grupo Fábrica de Sonhos, fundado pelo Pertence em parceria com as artistas Paula Carvalho e Bianca Bueno. Nele, os jovens encontraram um espaço para desenvolver as suas próprias virtudes e potencialidades.

Serviço

O quê: Todo Mundo Tem um Sonho – A Arte de Pertencer
Quando: 15 de setembro, às 18h
Onde: Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2019 0 Comentários 986 Visualizações
Cultura

Festival de Cinema traz documentário sobre inclusão

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Acessibilidade e inclusão são temas presentes na 47° edição do Festival de Cinema de Gramado. No início da semana, foi exibido em sessão especial no Palácio dos Festivais, o documentário Expedição 21 – Uma jornada pela Independência, que retrata a autonomia de pessoas com Síndrome de Down.

Dirigido por Alex Duarte, o longa conta a história de 18 jovens portadores de Síndrome de Down que tiveram a oportunidade e puderam de fato ter autonomia de viverem sozinhos. Duarte explica que o primeiro passo para essa independência é a imersão em uma sociedade completamente inclusiva.

“Nós tiramos eles do ambiente acolhedor de casa, dos pais superprotetores e colocamos eles numa residência, longe dos pais e também de uma sociedade que às vezes desautoriza essa galera. Então, nós criamos um local que apostava totalmente na capacidade de cada um deles e disso, então, nós conseguimos resultados muito efetivos na área da independência das pessoas com Síndrome de Down”, conta.

Duarte também explica que o Festival de Cinema de Gramado sempre abre portas para produções de cunho social, trazendo para a sociedade um contexto tão importante.

“O Festival de Cinema de Gramado tem esse viés social. Ele sempre traz propostas dentro da área de inclusão social e transforma na tela para que qualquer pessoa com qualquer tipo de deficiência possa assistir de fato e se entreter com aquilo que está vendo”, diz.

O médico neurologista Fernando Gomes também teve participação no documentário. Ele comenta que Expedição 21 demandou muito não só no aspecto emocional, mas também no intelectual, e que o cinema é uma forma de abordagem direta entre as pessoas.

“Nesse reality, a gente ultrapassa os muros da universidade quando a gente discute a inclusão social, o avanço desses próprios jovens com uma vida com mais significado e com muito mais inserção dentro da sociedade”, avalia.

Expedição 21 estreou no dia 17 de julho e mostra de fato os portadores de Síndrome de Down como protagonistas do longa e de suas próprias vidas.

Vinícius Streda, portador de Síndrome de Down e um dos atores do reality afirma que o Expedição 21 trouxe mais segurança para si mesmo, mudando a sua vida e provando, até para ele mesmo, que seria capaz de ser independente.

“Foi incrível e é um orgulho ter participado da Expedição 21. O longa busca dar mais autonomia e independência, e depois disso eu comecei a morar e viajar sozinho, pagando minha própria contas. O primeiro passo é quando a pessoa quer conquistar autonomia. Esse foi o processo que a expedição 21 trouxe, é você correr atrás do que quer para a sua vida e para o futuro”, relata.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2019 0 Comentários 541 Visualizações
Variedades

Nova Petrópolis recebe deficientes visuais para pedalada no dia 14 de abril

Por Gabrielle Pacheco 03/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Nova Petrópolis será cenário para inclusão no dia 14 de abril. Um grupo de pessoas com deficiência visual, convidados por André Werkhausen Boone, farão passeios de bicicleta dupla pelas ruas da cidade Jardim da Serra Gaúcha com seus condutores, com largada e chegada na Rua Coberta.

A atividade é gratuita e aberta ao público. Interessados podem fazer os passeios em conjunto com o grupo, basta vir de bike.

Inspirado no evento realizado em Porto Alegre, André Werkhausen Boone, reuniu órgãos para trazer a Pedalada para Nova Petrópolis. “A proposta do evento é reunir pessoas de diversos locais para aproveitar o evento e conhecer a cidade. Estamos impressionados com o número de participantes e isso é motivo de alegria”, destaca Boone.

O evento contará com a participação de 36 duplas, com deficientes visuais vindos de Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Pelotas, Sapucaia do Sul, Porto Alegre, Nova Petrópolis e São Paulo. Os condutores irão guiá-los pelo trajeto da Rua Coberta até a Vila Germânia, retornando à Rua Coberta, e também farão a descrição dos locais por onde passarão.

“A Pedalada no Jardim da Serra Gaúcha também é uma oportunidade para os munícipes entenderem um pouco mais sobre a deficiência visual e perceberem as diferenças que existem no mundo dos cegos e baixa visão. O importante é que todos se divirtam, porque, para mim, isso sim, é a verdadeira inclusão”, enfatiza André Werkhausen Boone.

A Pedalada no Jardim da Serra Gaúcha conta com o apoio do Pedal da Acergs, grupo de ciclismo vinculado à Associação de Cegos do Rio Grande do Sul, e da Prefeitura de Nova Petrópolis, por meio do Departamento Municipal de Desporto.

Mais informações sobre Nova Petrópolis pelo fone (54) 3281-8400 e no site do Município, www.novapetropolis.rs.gov.br.

Foto: Reproduão | Fonte: Assessoria
03/04/2019 0 Comentários 631 Visualizações
Variedades

Secretaria de Educação realiza 7ª Mostra Curta Inclusão e Diversidade

Por Gabrielle Pacheco 21/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Está marcada para os dias 22, 26 e 30 de novembro a 7ª Mostra Curta Inclusão e Diversidade, atividade promovida pela Secretaria de Educação (SMED) de Novo Hamburgo e que busca promover o debate sobre a valorização das diferenças. Neste ano, o evento apresentará 39 filmes curtas-metragens produzidos por alunos e professores de escolas municipais de Novo Hamburgo e cidades da região. As produções oferecem pelo menos um recurso de acessibilidade: Libras, legendas descritivas ou audiodescrição.

As sessões de exibição acontecem no turno da manhã no Salão de Atos da Universidade Feevale e contam com a presença dos jovens cineastas e da comunidade. Além disso, após a apresentação dos filmes, é promovido com debate que conta com a participação de profissionais do cinema, da comunicação e da educação. São convidados este ano o crítico de cinema Roger Lerina, a audiodescritora Mimi Aragón, o professor Thiago Mendes, o curador do Festival de Cinema de Gramado, Marcos Santuario, entre outros.

Foto: Assessoria | Fonte: Assessoria
21/11/2018 0 Comentários 465 Visualizações
Cultura

Oficina gratuita de português abre oportunidades para haitianos

Por Gabrielle Pacheco 02/10/2018
Por Gabrielle Pacheco

Um grupo de mais de 40 haitianos está participando de uma oficina especial do CIEE-RS para ensino da língua portuguesa. As três aulas semanais são resultado de uma rede de parceria e solidariedade reunindo o CIEE, a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), o Centro Humanístico Vida e o Clube de Mães Jardim da Colina. O objetivo comum é contribuir para que eles tenham mais condições de ingressar no mercado de trabalho.

Na aula inaugural da última quinta-feira (28), no Centro Vida, eles agradeceram a acolhida e manifestaram esperança de viver dias melhores. Marie, de apenas 10 anos e filha de uma das alunas, já consegue se comunicar em português e contou que sua mãe já foi professora, mas agora está disposta a exercer outra atividade.

O gestor de Programas Sociais do CIEE-RS, Marco Antônio Rödel, fez questão de cumprimentar cada um dos alunos haitianos e elogiou o esforço e o exemplo de superação. O diretor-presidente da FGTAS, Rogério Grade, destacou a importância das parcerias para oferecer novas condições para quem veio de tão longe em busca de novas oportunidades.

Além do ensino de português com a educadora social do CIEE Jarina Menezes, eles também recebem orientações sobre elaboração de currículo e postura em uma entrevista de emprego. Os haitianos moram no bairro Sarandi e têm entre 25 a 45 anos. Eles se comunicam em crioulo e francês e alguns falam também inglês e espanhol. Muitos vieram sozinhos e pretendem buscar a família depois de conseguirem alguma estabilidade financeira.

Entre os haitianos que estão aprendendo português há um jornalista, três professores, três engenheiros civis, uma enfermeira, um formado em Ciências Contábeis e um técnico em TI. Os demais têm o Ensino Médio e apenas uma participante não é alfabetizada.

Na confraternização de encerramento da aula inaugural teve bolo e Parabéns a você cantado em três idiomas – francês, inglês e português – para Marie Ketzer, que estava de aniversário.

Foto: Sérgio Martins/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/10/2018 0 Comentários 591 Visualizações
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