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inclusão

Cultura

Exibição de filme no cinema emociona comunidades indígenas em Gramado

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

Em 15 de junho, as comunidades indígenas de Canela foram agraciadas com um evento cinematográfico histórico. A parceria entre o Museu do Festival de Cinema de Gramado e o Canella Cineclube resultou em uma exibição memorável para aproximadamente 160 indígenas em Gramado, na serra gaúcha.

O Palácio dos Festivais foi o palco desse encontro marcante. A atmosfera culturalmente diversa e o ambiente emblemático proporcionaram o cenário perfeito para celebrar a sétima arte junto às comunidades indígenas. “Para’Í”, o filme escolhido para a ocasião, foi selecionado levando em consideração a temática indígena em uma tentativa de promover a identificação com os espectadores. Escrito e dirigido por Vinicius Toro, a obra aborda questões relevantes da cultura indígena e narra a história de Pará, uma jovem Guarani.

O sucesso do evento pode ser medido pela presença de cerca de 160 indígenas, representando a totalidade da população local, compreendendo duas comunidades Guarani e uma Kaingang, devidamente representadas pelos seus caciques: Marcelino Duarte, da aldeia Guarani Tekoa Kurity, Marcelo Cabral da aldeia Guarani Tekoa Yvyã Porã e Maurício Salvador, da aldeia Kaingang Kógūnh Mág. A diversidade cultural foi celebrada, proporcionando uma valiosa troca de conhecimentos e experiências entre os participantes deste evento histórico.

A iniciativa conjunta entre o Museu do Festival de Cinema de Gramado e o Canella Cineclube representa um marco na promoção da inclusão e diversidade cultural na região. O evento foi uma ação de um movimento contínuo do programa educativo do Museu do Festival de Cinema de Gramado, que visa ampliar o acesso ao cinema para as comunidades tradicionais, de zonas rurais, bairros periféricos e praça pública, estimulando produções de filmes que retratem suas realidades e perspectivas.

Para o Gerente Geral do Museu do Festival de Cinema de Gramado, Fernando Guerra: “Foi um momento de profunda conexão entre as comunidades indígenas e o mundo do cinema, em uma troca mútua. Ver o entusiasmo e a emoção estampados nos rostos daqueles que assistiram ao filme ‘Para’Í’ nos enche de gratidão e reafirma a importância destes espectadores estarem não só hoje, mas sempre nestes espaços.”

Ao aproximar o cinema das comunidades indígenas, o Museu do Festival de Cinema de Gramado reafirma a importância de valorizar e respeitar a pluralidade cultural, estimulando a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Localizado no andar superior do Palácio dos Festivais, o Museu está aberto diariamente das 10h às 21h e conta com a cafeteria Curta Café, oferecendo cardápio exclusivo e vista privilegiada da Avenida Borges de Medeiros e da Igreja São Pedro, duas das principais atrações turísticas da cidade.

Sempre lembrando que o Museu do Festival de Cinema de Gramado é mantido pela Gramado Parks, responsável por toda a concepção desde sua inauguração em 2016.

Sobre a Gramado Parks

Fundada em Gramado, na Serra Gaúcha, a Gramado Parks atua no segmento de hospitalidade e entretenimento. O grupo é responsável pelo desenvolvimento de empreendimentos inovadores como o Snowland, primeiro parque de neve indoor do país e Acquamotion, único parque aquático coberto termal da América do Sul, ambos em Gramado, e a Yup Star, roda-gigante localizada em dois diferentes destinos: Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu.

A empresa tem também três hotéis em Gramado (Bella Gramado, Exclusive Gramado e Buona Vitta Gramado), quatro restaurantes (DonaLira, Opiano, Don Milo e Signature), além de salas comerciais do conceito de multipropriedade no Rio de Janeiro, Gramado, Pernambuco e Foz do Iguaçu. Com mais de 1.800 funcionários, a Gramado Parks conta com sede em Gramado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 577 Visualizações
Cidades

I Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência é nesta quinta-feira

Por Marcel Vogt 13/06/2023
Por Marcel Vogt

O Município de Campo Bom sediará um importantíssimo e inédito debate nesta quinta-feira, 15. A “I Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência” vai promover espaço de diálogo e reflexão sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência. O evento será na Câmara de Vereadores, das 8h às 18h, e buscará incentivar a criação de propostas de políticas públicas. A se basear pelo número de inscritos, a expectativa é de que a conferência seja produtiva, afinal, 168 pessoas confirmaram participação antecipada.

Nosso objetivo é trabalhar por um município cada vez melhor para todos, mais acessível.

Para o prefeito Luciano Orsi, o alto número de inscrições mostra que o povo campo-bonense tem, sim, interesse em criar uma cidade cada vez mais inclusiva. “Nosso objetivo é trabalhar por um município cada vez melhor para todos, mais acessível, por isso é importante que não apenas as pessoas com deficiência participem, mas toda a população, a fim de que cada um entenda como pode ajudar a tornar isso possível”, observa.

 

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, será um momento de ampliação do debate. “As expectativas são as melhores e as maiores, pois instalamos o conselho da pessoa com deficiência faz pouco tempo e, agora, com a realização da primeira conferência, é hora de avançar ainda mais e criar políticas públicas cada vez mais inclusivas”, destaca.

 

O tema central da conferência é o “Cenário atual e futuro na implementação dos Direitos das Pessoas com Deficiência: Construindo um Brasil mais inclusivo”. Os eixos que vão guiar o debate já foram definidos: I. Estratégias para manter e aprimorar o controle social, assegurando a participação das pessoas com deficiência; II. Garantia do acesso às políticas públicas; III. Financiamento das políticas públicas; IV. Direito e acessibilidade e V. Desafios para comunicação universal.

 

A organização do evento é do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Compede, com apoio da Prefeitura. Quem quiser participar da conferência, mas ainda não se inscreveu, pode fazê-lo na quinta-feira, na Câmara de Vereadores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2023 0 Comentários 446 Visualizações
Ensino

iniciativa auxilia alunos com deficiência e necessidades educacionais.

Por Marcel Vogt 26/04/2023
Por Marcel Vogt

Convênio assinado com a Associação Pró-Ensino em Santa Cruz do Sul (Apesc) está permitindo, pelo segundo ano consecutivo, a seleção de estudantes universitários para estágio remunerado no Projeto Escola Inclusiva (PEI). A iniciativa da Administração Municipal garante acompanhamento no ambiente escolar para alunos com algum tipo de deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A escola é uma etapa importante da vida, e acolher essas pessoas da melhor forma possível, para que alcancem todo o seu potencial, será sempre alvo do nosso esforço e atenção.

A supervisora educacional da Secretaria Municipal de Educação, Mara Núbia Sandim, esclarece que os estagiários desempenham jornadas de quatro horas diárias, assessorando os professores na rotina da sala de aula e auxiliando os alunos em práticas cotidianas, como alimentação, locomoção e higiene.

Conforme Mara Núbia, a medida é destinada aos estudantes com deficiência ou TEA que precisam de acompanhamento mais individualizado. “O trabalho é definido de acordo com a necessidade e perfil dos alunos atendidos”, esclarece.

A responsabilidade do estagiário inclui, ainda, atuar na realização do desenvolvimento de atividades pedagógicas em sala de aula e no acompanhamento em demais atividades na escola (merenda e recreio, entre outras). “O estagiário acompanha algumas tarefas pedagógicas que o professor planeja e orienta, auxiliando os estudantes com deficiência no processo de interação social e aprendizagem”, explica Mara Núbia.

A prefeita Helena Hermany lembra que sua gestão está empenhada em implementar políticas inclusivas. No último dia 20, o Governo Municipal anunciou o Centro de Atendimento ao Autista. A estrutura deve entrar em funcionamento em 60 dias. “Temos uma preocupação genuína com essas crianças e jovens, com o seu desenvolvimento e sua inserção na sociedade. A escola é uma etapa importante da vida, e acolher essas pessoas da melhor forma possível, para que alcancem todo o seu potencial, será sempre alvo do nosso esforço e atenção”, ressalta.

O secretário de Educação, Wagner Machado, destaca que o projeto é um investimento da Administração Municipal em formação e educação. “Garantimos atendimento de excelência aos alunos da rede municipal e oportunidade ímpar de qualificação aos acadêmicos da Unisc, que certamente levarão para vida pessoal e profissional esta experiência”, afirma.

Dos 74 estagiários necessários na rede municipal de ensino, 71 já foram encaminhados às escolas. A Unisc, que é mantida pela Apesc, é responsável pela seleção, contratação e qualificação dos universitários que atuam no projeto. Além disso, também realiza reuniões pedagógicas periódicas para o acompanhamento do desenvolvimento das atividades dos estagiários junto às escolas.

As vagas têm sido preenchidas por estudantes dos cursos de licenciaturas e de Psicologia. A coordenadora do PEI, especialista em Educação Especial e mestre em Educação Carla Lavínia Pacheco da Rosa, elogia a parceria. “É uma grande iniciativa da municipalidade propor e implementar esse projeto com a universidade”, salienta.

Ela explica que a participação no projeto qualifica os estagiários para trabalharem com a temática da inclusão em suas futuras profissões.

A coordenadora pedagógica da Unisc na formação dos estagiários, educadora Especial e doutora em Educação, Cleidi Lovatto Pires, comenta que a comunidade em geral (estudantes, famílias e escolas) começa a conhecer melhor a proposta do trabalho. As avaliações com os públicos envolvidos no primeiro ano de projeto indicaram oportunidades de melhoria, principalmente, um retorno bastante positivo para a continuidade do trabalho. “Estamos pensando na criança e na formação dos futuros profissionais, para que possam atuar de forma qualificada”, explica.

Aluno do quinto semestre do curso de Psicologia da Unisc, João Medeiros, 20 anos, está atuando na E.M.E.F. Menino Deus. Ele acompanha um menino com Transtorno do Espectro Autista de oito anos, no primeiro ano do ensino fundamental.

Em sua terceira semana de atividades, ele está bastante entusiasmado com a experiência. “Estou aprendendo muito e vendo muitas situações que são abordadas nas disciplinas do curso”, relata. Além disso, João destaca como positivas as oportunidades de auxiliar a professora e interagir com o aluno. “Tem dias mais fáceis, outros mais difíceis. Mas é uma ação importante para oportunizar situações de aprendizagens significativas para o aluno em processo de inclusão”, avalia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2023 0 Comentários 714 Visualizações
Business

Ulfer Purificadores é pioneira na adesão ao projeto Empresa Inclusiva

Por Marcel Vogt 25/04/2023
Por Marcel Vogt

A Ulfer Purificadores de Água, de Santa Cruz do Sul, empresa pioneira na adesão ao projeto “Empresa Inclusiva”, iniciou a campanha para beneficiar as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na convenção regional realizada semana passada pela empresa no EC Avenida, os diretores apresentaram resultados da ação Ulfer pró-autismo, com a doação de um valor de R$ 5,5 mil, referente ao primeiro trimestre deste ano, e serão aplicadas em políticas públicas para autistas no município de Santa Cruz do Sul. O valor foi repassado à diretora de assuntos pró-Autismo do município de Santa Cruz do Sul, Adriele Vargas.

Estava pensando uma forma de auxiliar uma causa e quando o fizemos no EC Avenida, destinando um espaço especial para que os autistas pudessem assistir aos jogos do Gauchão, resolvi também fazer algo na Ulfer

Esta campanha abrange todas as unidades Ulfer RS Norte, permitindo a extensão da ação inovadora da empresa, que beneficiará mais pessoas com o projeto. O proprietário da Ulfer Santa Cruz do Sul e administrador regional da RS Norte, Jair Eich, destacou que esta iniciativa já vinha em mente há algum tempo. “Estava pensando uma forma de auxiliar uma causa e quando o fizemos no EC Avenida, destinando um espaço especial para que os autistas pudessem assistir aos jogos do Gauchão, resolvi também fazer algo na Ulfer”, disse Jair.

Como funciona
A cada venda de purificador ou refil da Ulfer vai resultar em algum valor financeiro que será repassado em benefício às pessoas com TEA. Parte dos recursos nas vendas da Ulfer será revertida para o projeto Empresa Inclusiva. O repasse deste recurso vai acontecer nas edições da Convenção da Ulfer.

“Vamos fazer a nossa parte comprando um purificador de água, que além de auxiliar numa vida mais saudável para toda a sua família, irá ajudar as pessoas autistas a ter uma vida muito melhor”, comentou Jair.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2023 0 Comentários 710 Visualizações
Cultura

4ª edição do Camping Acessível reuniu mais de mil pessoas

Por Marina Klein Telles 27/03/2023
Por Marina Klein Telles

Proporcionando a prática de atividades de aventura a pessoas com deficiência, o Camping Acessível reuniu mais de 1.000 pessoas em sua 4ª edição realizada no último sábado (25) em Três Coroas.

Segundo Gabriel Feiten, um dos idealizadores e organizadores do evento, o objetivo principal foi alcançado. “A gente sabe que a previsão de chuva e o reagendamento do evento podem ter diminuído o público, mas estamos felizes com todos os depoimentos que tivemos. Conseguimos proporcionar um dia diferente, de inclusão e alegria para todas essas pessoas”, contou ele.

Atleta paralímpico de handbike, Adriano dos Santos Monteiro, 48 anos, viajou de Canoas à Três Coroas com a família para participar do Camping Acessível. “É a primeira vez que vim no evento e estou apaixonado. É uma emoção que não tem explicação. É uma coisa que não tem preço poder ter praticado rafting”, afirmou.

Além de cadeirantes, como Adriano, pessoas com dificuldade de mobilidade, baixa ou nenhuma visibilidade e com deficiência intelectual puderam praticar rafting em botes adaptados e com o apoio de voluntários. Ao todo foram 31 botes totalizando em torno de 200 pessoas.

O rafting não foi a única atividade do dia, os participantes também puderam tomar banho no Rio Paranhana com cadeiras anfíbias, praticar arco e flecha, jogar bocha adaptada, badminton, stand up paddle e fazer trilhas. O evento contou ainda com música ao vivo e brinquedos adaptados para crianças com deficiência. O evento que iniciou às 8h30 da manhã e encerrou no fim da tarde contou com a participação de 120 voluntários. Todas as atividades eram gratuitas.

O ‘Camping Acessível’ é uma realização da Associação das Pessoas com Deficiências, Amigos e Familiares de Três Coroas – Apdaf e Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de Três Coroas. Apoio da Prefeitura de Três Coroas, Câmara Municipal de Três Coroas, Raft Adventure Park, Brasil Raft, Central Sul Raft, Eco Aventuras, Exxtreme.4, Parque das Laranjeiras, ONG Caminhadores RS, Associação Trescoroense de Arqueirismo, FADERS, Associação de Bombeiros Voluntários de Três Coroas, Fisio Run, Somos Um Só, MarKulino´s, Nei Ferreira, Grupo Escoteiros Paranhana e Moda Bilíngue.

Foto: Adriano de Oliveira/divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2023 0 Comentários 712 Visualizações
Business

Síndrome de Down: o desafio da inclusão no mercado de trabalho

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

Nas últimas décadas, os avanços médicos melhoraram a qualidade de vida dos indivíduos com Síndrome de Down e a longevidade desse grupo evoluiu de 35 para 60 anos. Essas pessoas também estão mais inseridas na sociedade, conquistando espaço inclusive no mercado de trabalho. No entanto, o desafio de assegurar plenos direitos a esse público ainda é enorme.

Por preconceito e falta de informação, muitos não são alfabetizados e a minoria consegue ser contratada. De acordo com o IBGE, enquanto 37% das pessoas com deficiência visual conseguem ser empregadas, no universo da deficiência mental (onde o Down está inserido), apenas 5,3% conquistam uma vaga de trabalho.

Neste 21 de março, Dia Internacional da Síndrome de Down, Ana Paula Barbosa, Psicopedagoga, especialista em Psicopedagogia Clínica e Coordenadora do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Brasília (CEUB), defende que além de garantir a inclusão no mercado de trabalho, é importante pensar na qualidade dessa ocupação.

“O artigo 34 do Estatuto da Pessoa com Deficiência define que ela tem direito ao trabalho da sua livre escolha em um ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidade com os demais funcionários. Entretanto, a grande questão é que muitas empresas desconhecem a importância de se adaptar às necessidades desse colaborador”, comenta Ana Paula.

“É preciso considerar o tempo de trabalho, conscientizar os colaboradores para que a pessoa com Down se sinta acolhida por todos. Pensar em qual seria a ocupação ideal e adaptar esse posto, tanto no aspecto físico quanto emocional, respeitando suas necessidades. Essa é uma questão para a qual a gente não vê as empresas muito capacitadas”, acrescenta a psicopedagoga.

A coordenadora do curso do CEUB ressalta os ganhos que a inclusão no trabalho proporciona às pessoas com Síndrome de Down. “É muito importante que elas se sintam inseridas e independentes. Elas desenvolvem um olhar diferente para si mesmas e uma consciência sobre sua própria existência na sociedade. Isso melhora, inclusive, a autoestima”, lembra Ana Paula.

Segunda ela o maior fator limitante acaba sendo a família da pessoa com down, que cerceia o acesso ao trabalho com receio do preconceito e da exclusão. “Por isso, as empresas precisam contar com equipes multidisciplinares que estejam preparadas para trabalhar também o necessário apoio da família”, diz.

Em contraposição às dificuldades, frisa a psicóloga, os benefícios da inclusão não alcançam somente as pessoas com a Síndrome de Down, mas a própria organização que ganha em credibilidade e diversidade, enriquecendo as relações de trabalho. Para mudar a realidade e garantir uma verdadeira inclusão das pessoas com deficiência, Ana Paula afirma ser fundamental investir em uma educação que forme profissionais e cidadãos mais preparados e capacitados para lidar com as diferenças.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 794 Visualizações
Ensino

IENH desenvolve projeto de inclusão por meio da tecnologia assistiva

Por Gabrielle Pacheco 03/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

Junto à pandemia, às máscaras e ao distanciamento social, a acessibilidade para pessoas surdas que utilizam a leitura labial para a comunicação ficou comprometida. Foi pensando em solucionar essa questão que a IENH, em conjunto com a colaboradora Deise Schroer, propôs o uso de tecnologia assistiva para os diálogos na Central de Atendimento da Unidade Fundação Evangélica.

No projeto Tecnologia assistiva para colaboradores surdos em tempos de pandemia: melhorias na comunicação com a Central de Atendimento da Unidade Fundação Evangélica da IENH, escrito e desenvolvido por Deise, um tablet com o aplicativo Hangouts foi a solução proposta para intermediar as conversas.

Coordenadora da Central de Atendimento, Daiani Arruda fala que “com a utilização das máscaras como principal e importante item de proteção contra a Covid-19, a comunicação por leitura labial ficou complicada e arriscada”. Por isso, surgiu a necessidade de “adaptar o atendimento no setor, promovendo uma comunicação inclusiva”. Ela conta, também, que o projeto foi iniciado após uma conversa com a Vice-Diretora de Ensino Superior e Educação Profissional Renata Roos, que sugeriu o uso de tecnologias como facilitadora da comunicação.

“Por ser surda e conhecer melhor as necessidades e formas de adaptação quanto às ferramentas de tecnologia assistiva, fui convidada a desenvolver o projeto. Em conversa com a equipe de Tecnologia da Informação e os envolvidos, os formatos foram estudados até encontrar a solução mais apropriada para o momento. A escolha do aplicativo Hangouts se deu pela viabilidade de acesso e layout da plataforma”, conta.

Para a colaboradora, “essa experiência é muito significativa por se tratar de um novo desafio em tempos de pandemia”. Ela complementa dizendo que “a Instituição sempre esteve à frente nesse quesito, demonstrando constante preocupação com a integração e a inclusão de portadores de deficiência, independentemente do tipo e grau de deficiência”.

Além disso, Deise comenta que o projeto também tem o objetivo de mostrar que há possibilidades e oportunidades viáveis para integrar e promover a inclusão de pessoas com deficiência. “Muitas vezes não há necessidade de investir em projetos caros e tecnologias mais avançadas para promover a inclusão e a comunicação entre pessoas ouvintes e surdos”, pontua.

Agradecimento

Mesmo com o projeto já implementado, a evolução no processo é constante. Deise diz que foi “muito gratificante” perceber o envolvimento de todos para o “bem-estar das pessoas, valorizando cada colaborador, os seus potenciais, limitações e na promoção de uma integração inclusiva”. Segundo ela, “as oportunidades concedidas dão motivação para melhorar” suas competências e habilidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/05/2021 0 Comentários 588 Visualizações
{reprograma}
Variedades

Startup lança programa gratuito para programadoras trans e negras

Por Eduarda Ferreira 29/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A falta de profissionais digitais qualificados para o desenvolvimento de tecnologias e a lacuna de vulnerabilidade social, econômica e de gênero são dois grandes desafios enfrentados no Brasil, de acordo com o relatório da BrazilLAB. Assim, buscando combater este cenário, a {reprograma}, startup social que ensina programação para mulheres transgênero e/ou negras, acaba de lançar o programa “Todas em Tech”, gratuito e com duração de 18 semanas, que vai contar com a participação de aproximadamente 2,4 mil mulheres em oficinas online.

A primeira edição do projeto conta com a parceria do BID Lab, laboratório de inovação do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento, e grandes empresas da área de tecnologia como, Creditas, Accenture, iFood e Facebook.  “Serão oferecidos cursos, online e gratuitos, de formação completa em front-end com foco no react, basicamente uma biblioteca do JavaScript de código aberto, e o back-end que tem como ponto central o node.js, aplicação que possibilita o processamento, renderização e execução de elementos escritos em linguagem”, explica a CEO da {reprograma}, Mariel Reyes Milk.

Etapas do programa

Para as interessadas, a primeira fase do processo seletivo, destinada a mulheres de qualquer região do Brasil, com preferência para negras e/ou transgênero, segue até a próxima sexta-feira (5). Assim, as inscrições podem ser realizadas pelo site https://reprograma.com.br/todas-tech/. Após a aprovação das alunas na primeira etapa, vão acontecer as oficinas de seleção online, com duração de um dia inteiro, no final de fevereiro.

Neste primeiro momento, as candidatas terão uma introdução a HTML e CSS e, como resultado do aprendizado, produzirão uma página pessoal para enviarem a recrutadores ou clientes. Assim, a segunda parte do processo envolve o preenchimento de 400 vagas, sendo que o percentual mínimo será de 55% para mulheres negras e 5% para mulheres trans, para participar dos bootcamps, os cursos online de back-end e front-end, que serão iniciados em março e têm duração de 18 semanas.

Cursos: back e front-end

No primeiro semestre de 2021 serão formadas duas turmas e ao longo dos dois anos de duração do programa vão ser estabelecidos 10 grupos, que terão a formação completa de programação. Assim, as aulas do curso de front-end acontecerão durante um sábado inteiro e a revisão do conteúdo vai ser às quartas-feiras à noite. Já as aulas do curso de back-end vão ser realizadas ao longo de um domingo inteiro, e a revisão será às quintas-feiras no período da noite.

Além disso, as alunas terão que realizar um exercício semanal obrigatório e atividades complementares, plantões para solucionar possíveis dúvidas estarão disponíveis para ajudar no desenvolvimento. No total serão quatro módulos, com projetos ao final de cada um, que serão ministrados pela ferramenta Zoom com as aulas ao vivo.

Tópicos abordados nos cursos:

  • Lógica de programação: sequência lógica para construir um programa, os tipos de dados utilizados, repetições, decisões e variáveis;
  • HTML e CSS: o primeiro item é utilizado para estruturar as regiões e conteúdos de um site, já o segundo se trata da parte de estética, como cores e fontes;
  • JavaScript: códigos escritos que realizam várias atividades, entre elas atualizar parte de uma página para acelerar a navegação, validar dados de um formulário até permitir usar jogos dentro do navegador;
  • Bibliotecas e Frameworks: agrupam códigos e ajudam a fazer seu trabalho mais rápido, também conhecido como react;
  • UX Design: com o nome de experiência do usuário, é uma área do conhecimento que envolve os fatores e princípios que influenciam positivamente a nossa percepção sobre um produto ou serviço digital;
  • Git & Github: é uma ferramenta de sistema de controle de versões que é utilizada principalmente no desenvolvimento de softwares.

Como material de apoio as alunas têm acesso ao sistema de repositório de exercícios e os conteúdos das aulas, por meio do Github e Google Classroom. Ao final do curso todas irão receber um certificado de conclusão.

Mercado de trabalho na área de T.I

Após a finalização do programa, a {reprograma} visa conectar as alunas formadas à área de tecnologia, para atuarem em grandes empresas do mercado, que também são parceiras do “Todas em tech”. Para isso, elas terão auxílio na montagem do currículo e portfólio.

O contato das alunas com as empresas é realizado por meio de uma feira de contratação, a Speed Hiring, e por sua plataforma de conexão entre programadoras e empregadores, que está em desenvolvimento. “Cerca de 82% das nossas alunas conseguem atuar na área de tecnologia em até seis meses depois da formação. Temos cases de participantes que não entendiam nada sobre tecnologia e, após a conclusão do curso, hoje estão em grandes empresas como, Itaú, IBM, iFood, entre outras grandes do mercado”, explica Reyes.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/01/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
livro
Cultura

Publicitário gaúcho lança livro sobre paternidade

Por Gabrielle Pacheco 18/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

“Se este livro puder mudar o comportamento de, pelo menos, um homem, a meta foi cumprida”, escreve a editora-executiva da Pais&Filhos, Andressa Simonini, no prefácio. Assim, foi com este objetivo inicial que o publicitário Beto Bigatti começou a escrever seus primeiros textos em 2016 no blog Pai Mala. “Sentia falta de homens falando de forma afetiva sobre paternidade”, destaca o pai do Gianluca, 15 anos, e do Stefano, 7 anos.

Com isso, nos últimos 4 anos, as palavras do Beto já ajudaram a mudar muita gente. Conforme  o autor, é através das redes sociais que ele propõe reflexões sobre o papel dos pais nas famílias, com textos pautados pela emoção. Além disso, esta é a tônica em todas as 156 páginas do livro “PAI MALA: relatos sinceros de afeto, vínculos e imperfeições que não estão nos manuais”, lançado na última semana.

Embaixador da Revista Pais&Filhos, Beto realiza palestras e bate-papos sobre inclusão e paternidade. Assim, os dois temas são presentes em seus testemunhos nos 13 capítulos que compõe o livro. Beto nasceu com uma deficiência física que tentou esconder a vida toda, até que a paternidade deu uma nova perspectiva para ele. Do amor pelos filhos surgiu o despertar de um novo homem e a vontade de compartilhar seus aprendizados para inspirar outros pais também. Dessa forma, o desejo é que mais famílias abracem o poder transformador da paternidade por meio de afeto, presença e limites.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/12/2020 0 Comentários 976 Visualizações
santander
Business

Santander inaugura central de atendimento em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Funcionários e colaboradores da Toquefale de Novo Hamburgo, empresa de teleatendimento do Santander Brasil, começaram a trabalhar em novas instalações. Assim, a unidade, que tem mais de 9.300 metros quadrados, passou por reformas e adaptação de sua estrutura para receber as pessoas recrutadas para os 2383 postos de atendimento dentro do plano de seleção – que vai gerar ao todo 4,5 mil empregos nas unidades de Campo Bom e Nova Hamburgo.

Para isso, o processo seletivo começou em agosto, com foco na atração de talentos diversos: Pessoas com deficiência (PCDs), profissionais acima de 50 anos, negros e negras. Além disso, parte do total de vagas são para trabalho presencial e não há limite de contratação para PCDs. Assim também a empresa implementará posições em sistema home based para PCDs – quando o funcionário trabalha de casa –, já que alguns profissionais podem ter desafios extras para chegar ao local de trabalho.

“As novas instalações foram totalmente adequadas para dar acessibilidade e conforto para PCDs e criar um ambiente acolhedor para todas as pessoas. Além disso, estamos desenvolvendo um piloto na Toquefale, baseado na representatividade. Assim, ter um ambiente com esta lógica era essencial para começarmos bem”, explica Luis Guilherme Bittencourt, diretor de atendimento do Santander. “Assim, a busca por profissionais de diferentes perfis, além de espelhar a formação da sociedade brasileira, apoia a promoção da diversidade e inclusão”, conclui.

Adquirida pelo banco em abril deste ano, a Toquefale está buscando pessoas para atuar no atendimento ao cliente e supervisão. Assim, os pré-requisitos são experiência profissional recente e conhecimento básico em informática. Todos os selecionados passarão por treinamento para desempenhar suas funções com excelência. Por fim, as operações em Novo Hamburgo e Campo Bom atendem clientes de forma 100% digital. As inscrições podem ser feitas pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2020 0 Comentários 841 Visualizações
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