A Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo ampliou o projeto Escolas Sementeiras para todas as escolas e espaços educativos da rede municipal de ensino. A iniciativa, criada em 2024 para fortalecer a Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER) e promover ações ligadas à diversidade e à equidade, passa agora a envolver toda a rede por meio de formações, encontros e atividades pedagógicas voltadas à valorização da história e cultura afro-brasileira e indígena, além da promoção da igualdade social.
O projeto foi iniciado em 2024 com a participação de 27 instituições, entre Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs). A proposta reúne escolas em um processo de aprendizagem coletiva e troca de experiências voltadas à formação cidadã e ao fortalecimento do conhecimento sobre diversidade cultural e social.
Com a ampliação, o projeto passa a alcançar todas as unidades da rede municipal. As atividades incluem encontros mensais presenciais e virtuais, visitas aos territórios das escolas, construção de acervos pedagógicos e integração das temáticas da ERER desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Novas ações
Neste ano, o projeto também contará com novas parcerias. Um convênio com a subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Novo Hamburgo permitirá a realização de formações em espaço cedido pela entidade. Outra iniciativa prevista é a criação do Clube do Livro Sementeiras, que convidará professores a lerem uma obra selecionada previamente para discussão nas reuniões mensais.
Entre as ações previstas estão ainda a estruturação da ERER na mantenedora, a criação de um grupo de trabalho intersetorial, revisão de documentos orientadores, construção de protocolo antirracista e realização de palestras e atividades voltadas à conscientização e proteção das mulheres.
Práticas pedagógicas
Durante os encontros formativos, representantes das escolas participam de estudos, reflexões e atividades práticas relacionadas às temáticas da diversidade, direitos humanos e equidade. A partir dessas formações, os educadores desenvolvem ações pedagógicas voltadas ao cotidiano escolar, alinhadas às legislações educacionais que tratam do ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.
Segundo o secretário municipal de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, a ampliação do projeto reforça o papel da escola pública no enfrentamento das desigualdades. “Quando a rede inteira assume o compromisso com a equidade e o respeito às diferenças, avançamos na construção de uma educação mais humana e democrática”, afirmou o titular da pasta, que acrescentou que a iniciativa dialoga com metas da secretaria voltadas à redução das desigualdades e à valorização das identidades. “Esse é um marco que consolida a iniciativa como uma política permanente de formação e transformação educacional no município”, concluiu da Silva.
De acordo com a gerente de Educação Inclusiva e Diversidade, Juliana Aparecida Bohn Bernardes, o crescimento do projeto reflete sua consolidação dentro da rede. “As Escolas Sementeiras demonstraram que a formação continuada e o diálogo entre as escolas fortalecem práticas pedagógicas mais conscientes e inclusivas”, apontou Juliana.
A assessora pedagógica Fernanda Oliveira informou que a nova etapa da iniciativa envolve toda a rede em ações integradas e continuadas, ampliando o alcance das atividades educativas relacionadas à diversidade.
Vivências nas escolas
Experiências registradas desde a implantação do projeto apontam mudanças nas práticas pedagógicas das escolas participantes. Na Escola Municipal de Educação Infantil Negrinho do Pastoreio, a diretora Mylena Paz Boll relatou que as trocas promovidas pela iniciativa contribuíram para ampliar o olhar pedagógico da equipe e estimular ações coletivas de combate ao racismo e à discriminação.
A expectativa da Smed é que as ações multiplicadas em cada escola fortaleçam uma cultura educacional baseada no respeito, quebrando ciclos de violência através do conhecimento e na valorização das diferenças, construindo uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou o secretário municipal de Educação, André Luís da Silva.

racismo. Idris e Sabrina se sentiram compelidos a somar suas vozes e, como um casal negro de grande visibilidade, falaram abertamente sobre a desigualdade global e compartilharam suas experiências de discriminação. Usando suas redes sociais como um veículo para pedir mudanças, o casal participou de bate-papo ao vivo no Instagram com uma das co-fundadoras do movimento Black Lives Matter, Opal Tometi. Eles não sabiam que Christian estava ouvindo naquele momento e, após a palestra, o designer expressou a eles o quão poderosa, comovente e esperançosa tinha sido aquela conversa.
design, e essa inspiração foi canalizada para co-criar uma coleção edificante de dois capítulos.
uma diferença inacreditável para aqueles dentro de suas comunidades. Cem por cento da renda obtida com esta coleção irá diretamente para cinco organizações sem fins lucrativos. A instituição de caridade de ajuda humanitária Be Rose apoia pessoas vulneráveis que precisam de assistência emergencial e capacita viúvas a cuidar de suas famílias por meio do agronegócio.