O deputado federal Marcel Van Hattem (NOVO) indicou R$ 50 mil em emendas para o combate à Covid-19 em Picada Café. O Município, através do prefeito Daniel Rückert, repassou esses recursos para o Hospital Nova Petrópolis. A casa de saúde do município mãe é a referência de Picada Café caso seja necessário a internação de um morador local para tratar o coronavírus.
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O Hospital Nova Petrópolis implementou uma ala específica para atendimento de pacientes com síndrome gripal e suspeita de Covid-19. A unidade dispõe de leitos para internação, com equipamentos hospitalares necessários para pacientes com Covid-19. A medida tem como objetivo evitar a disseminação do vírus dentro do hospital, que se prepara para um cenário de emergência mesmo sem o município ter confirmado casos de coronavírus entre os moradores. Na tarde da última quarta-feira, 1º, duas pessoas fizeram o teste e aguardavam a análise. Segundo boletim divulgado pela prefeitura, 66 pessoas são monitoradas na cidade, pois apresentam sintomas gripais mas não realizaram testes para a Covid-19.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Nesta terça-feira, 31 o diretor e o vice-diretor da Penitenciária Modulada Estadual de Osório (PMEO) realizaram a entrega de 134 lençóis fabricados com a mão de obra prisional. As roupas de cama foram destinadas ao Hospital São Vicente de Paulo, de Osório. As ações foram realizadas após um pedido de ajuda, por parte da administração do Hospital da Cidade.
Ao total, cinco presos que fazem parte do pavilhão de oficina prisional, na área de corte e costura trabalharam, voluntariamente, na confecção das peças, que durou aproximadamente três dias. A matéria prima é oriunda de doação do hospital.
O diretor da PMEO, Amadeus Júnior, destacou a importância do trabalho prisional revertido à comunidade. O vice-diretor, Paulo Becker, endossou a fala do diretor e colocou a Penitenciária à disposição para novas ações.
Na última semana, cinco apenadas do regime fechado do Presídio Estadual de Cruz Alta confeccionaram 17 jogos de lençóis, para o Hospital São Vicente de Paulo de Cruz Alta. Os materiais ficarão na área de internação dos pacientes acometidos pelo coronavírus.
Para a produção das peças, o hospital recebeu, através de uma doação anônima, 30 metros de tecido e, em seguida, entrou em contato com a casa prisional pedindo ajuda para confecção das roupas de cama. Após isso, cinco presas, que fizeram o curso de corte e costura no presídio, se disponibilizaram, de forma voluntária, para produzirem as peças em suas celas, no horário alternativo às oficinas prisionais que elas participam. Para tal ação, uma máquina de costura foi colocada em cada alojamento.
O diretor da unidade prisional, Frederico Alves, pontua que ações como esta são de extrema importância para a sociedade, tanto no quesito de auxiliar indiretamente a unidade de saúde no tratamento do vírus, bem como na inserção social das presas.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O governo do Rio Grande do Sul formalizou, na tarde desta terça-feira (4), o repasse de recursos provenientes da portaria do Ministério da Saúde 3.339, de dezembro de 2019. O evento de assinatura dos termos aditivos com hospitais filantrópicos e sem fins lucrativos, contratualizados diretamente com a Secretaria da Saúde, contou com a presença do governador Eduardo Leite, da secretária da Saúde, Arita Bergmann, e de representantes de hospitais filantrópicos.
No total, 163 instituições hospitalares contratualizadas com o estado serão beneficiadas com R$ 12,4 milhões (os valores variam de município para município). Nesta terça, porém, somente 149 termos aditivos foram assinados formalmente pelo governador e pela secretária Arita. Os outros 14 contratos serão assinados assim que passarem por todos os trâmites legais.
“Saúde é a principal demanda da população e, portanto, uma das prioridades da nossa gestão. Em respeito ao trabalho de cada um da área, e à saúde, determinamos o pagamento em dia do repasse mensal para que os programas, os leitos e o funcionamento dos hospitais não fossem prejudicados. Agradeço a todos que compartilham conosco a tarefa de fazer saúde pública. Sabemos que vidas não são números, e basta que uma se perca para que outras tantas sofram”, ponderou Leite.
“Sabemos que vidas não são números, e basta que uma se perca para que outras tantas sofram.”
Somando os municípios em gestão plena (nos quais os recursos não passam pelo estado, e são repassados diretamente às prefeituras), a portaria 3.339 prevê o total de R$ 24,7 milhões em parcela única, distribuídos entre 238 hospitais gaúchos. “A gestão da Saúde do estado está em contato permanente com o governo federal em busca de melhorias para nosso Rio Grande. Ressaltamos, ainda, a celeridade da nossa equipe em fazer a entrega das verbas aos hospitais”, celebrou Arita.
A portaria determina que recursos do Bloco de Custeio das Ações e Serviços Públicos de Saúde – Grupo de Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar, no valor de R$ 200 milhões, sejam disponibilizados aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, em parcela única. A verba será destinada a hospitais privados sem fins lucrativos que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante o evento, também foi anunciado o repasse de recursos de emendas parlamentares de comissão e individuais, no valor de R$ 23 milhões, aos hospitais gaúchos. Tanto o governador como a secretária Arita agradeceram os esforços empenhados pela bancada federal em garantir a verba. A partir desta quinta-feira, 6, os repasses começarão a ser realizados pelo Fundo Estadual de Saúde. Do valor das emendas, R$ 10 milhões estão disponíveis. Já os recursos viabilizados por meio da portaria 3.339 estão disponíveis na integralidade.
Foto: Itamar Aguiar/Divulgação | Fonte: Assessoria
Sorrisos preencheram salas e corredores do Hospital Municipal Lauro Réus, em Campo Bom, na manhã do sábado (23), durante a visita do grupo de voluntários Mensageiros da Alegria. Os corredores transbordaram uma energia única que tocou e aqueceu o coração de todos. O grupo tem 20 integrantes e já realiza ações como essa há 22 anos. Para Neli Formagini Braz, 67, que é uma das fundadoras, “estar no hospital foi pura emoção. Fazer este trabalho nos dá cada dia mais força”, relatou.
“Estar no hospital foi pura emoção. Fazer este trabalho nos dá cada dia mais força.”
Levando alegria a todos os setores, não foram só os pacientes que receberam uma dose extra de motivação. O prefeito Luciano Orsi, que foi prestigiar a ação, agradeceu pessoalmente pela iniciativa tão bem-vinda. Além dos pacientes, acompanhantes e a equipe de funcionários do Hospital também se contagiaram, cantando junto e trocando abraços afetuosos.
Foto: Jordana Fioravanti/Divulgação | Fonte: Assessoria
O Rio Grande do Sul é o terceiro estado do Brasil que mais congelou embriões em 2018. Foram mais de 7 mil – o que representa 8% do total nacional. No último ano, o país registrou um aumento de 18,7% nos procedimentos de reprodução humana assistida. Porém, a oferta não vem acompanhando a demanda crescente pelo serviço. Para atender casais que precisam desta “ajuda” para realizar o sonho de formar uma família, o Hospital Moinhos de Vento inaugurou nesta terça-feira (19) seu Centro de Fertilidade.
O Superintendente Executivo da instituição, Mohamed Parrini, ressaltou a novidade como mais um grande avanço do hospital, que busca ser referência nacional e internacional em todos os seus serviços. “Estamos aqui em nome de uma cidade, um estado mais protagonista. E este é um centro do nível das melhores clínicas de fertilidade do mundo”, destacou. Ele destacou que o centro reunirá grandes profissionais da área de reprodução assistida, aliados a uma estrutura de alta qualidade e equipamentos com tecnologia de ponta.
“Estamos aqui em nome de uma cidade, um estado mais protagonista.”
O presidente do Conselho de Administração, Eduardo Bier, salientou que ações como essa demonstram porquê a instituição foi reconhecida recentemente como o terceiro melhor hospital do Brasil e o 11º da América Latina. “Esse serviço é mais uma grande conquista que celebramos em 2019”, comemorou.
O Centro de Fertilidade
Instalado no quinto andar do Bloco B (rua Tiradentes, 333), o centro conta com 270 m² de área. São três consultórios, salas de exames de imagem, de cirurgia, dois boxes independentes de recuperação e três laboratórios – de reprodução assistida, de processamento de sêmen e de criopreservação. O investimento foi de R$ 5 milhões. A expectativa é realizar 20 ciclos de fertilização in vitro por mês, além do congelamento de óvulos e espermatozoides.
O Centro é coordenado pelos ginecologistas Eduardo Pandolfi Passos e Isabel Cristina Amaral de Almeida. Os médicos destacam dois grandes diferenciais que serão oferecidos: segurança na guarda de material congelado e atendimento integrado aos outros serviços do Hospital Moinhos de Vento. Segundo Passos, os três principais fatores para que as pessoas busquem esse tipo de atendimento são infertilidade, decisão das mulheres de adiar uma gestação e a necessidade de preservar os gametas em caso de pacientes que precisam se submeter a alguns tipos de tratamentos, como os oncológicos.
A procura também cresceu entre casais homoafetivos, que representam 10% do público do serviço. O Superintendente Médico, Luiz Nasi, também falou sobre os avanços conquistados pelo hospital este ano. “Estamos entregando um serviço com a marca daquilo que nos diferencia: a assistência integral ao paciente, tendo o indivíduo como centro de tudo o que fazemos”, afirmou. Segundo ele, no caso da reprodução assistida, a instituição trabalha “numa demanda da sociedade contemporânea, na perspectiva de construir novas famílias, novos núcleos afetivos, independentemente de suas escolhas”.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Em decisão recente, a Justiça determinou que um hospital da Região Metropolitana pague dívida milionária relacionada ao fornecimento de energia elétrica. Contratada em 2000, a empresa foi constituída com a única finalidade de abastecer a instituição, garantindo seu funcionamento adequado e seguro. Pertencente a um dos maiores grupos do setor no país, a organização deverá receber mais de R$ 15 milhões.
A companhia foi contratada para montar uma usina que atendesse à demanda de energia elétrica e térmica do hospital. Segundo os advogados que atuam no caso, Marcela Joelsons (foto) e Ricardo Makcemiuk, do escritório Scalzilli Althaus, a decisão resguarda os pacientes do hospital, o interesse público e o bem da vida. Também, garante que não seja imposta uma responsabilidade social sem limites a um ente particular que não possui as mesmas condições que a administração municipal – verdadeira responsável pela saúde dos cidadãos.
“Nenhuma instituição de saúde funciona sem energia, e um fornecedor não pode ser obrigado a prestar serviço sem receber o devido pagamento”, afirma Marcela Joelsons. De acordo com a advogada, a usina fornecia energia elétrica e térmica, incluindo água gelada para funcionamento do ar-condicionado, mantendo a temperatura hospitalar adequada. Ainda proporcionava, através de água quente, as condições para a esterilização do material hospitalar.
Devido à crise enfrentada pelo gestor e pelas fraudes comprovadas na administração do hospital no governo passado, a companhia não recebeu os pagamentos mensais. Sem o repasse, não conseguiu realizar as manutenções na usina – o que gerou sucateamento das máquinas, o risco de colapso e um perigo iminente à vida dos pacientes. Como o hospital era seu único cliente, a empresa não possuía mais condições de manter o fornecimento adequado da energia sem a quitação dos valores pendentes.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Um momento emocionante e marcante tomou conta dos pacientes do Hospital Lauro Reus na manhã desta segunda-feira (18), quando eles receberam uma visita mais que especial. Foi a égua Ofélia que chegou ao estacionamento do hospital trazendo alegria e descontração para os pacientes, familiares, acompanhantes e para a equipe de profissionais.
A ação fez parte do projeto de equoterapia, terapia auxiliada por animais (cavalos), com o objetivo de potencializar as habilidades físicas e mentais dos pacientes em tratamento, reduzir suas limitações, promovendo benefícios físicos e psicológicos. O projeto é uma parceria entre o Hospital Lauro Reus, por meio da Prefeitura e do gestor do hospital (Associação Beneficente São Miguel) e do Centro Hípico Manège Metzler, que fornece o animal para a terapia (que ocorre uma vez por mês), bem como o profissional responsável pelo animal. Essa foi a segunda ação de equoterapia realizada no hospital, que teve início em novembro.
“Eu estou encantada com a terapia oferecida aos paciente. Só o fato do meu pai estar ao ar livre, em outro ambiente, já achei muito bom. Sou muito grata por oferecerem essa terapia, pois achei muito lindo. Os pacientes e os acompanhantes estão encantados”, destacou Sandra Leite, que acompanha o pai que está acamado após sofrer um AVC.
“Eu estou encantada com a terapia oferecida aos paciente. Só o fato do meu pai estar ao ar livre, em outro ambiente, já achei muito bom.”
Segundo o prefeito Luciano Orsi, a equoterapia ajuda na recuperação, aumenta o estímulo motor e afetivo e é capaz de melhorar tanto a coordenação e o equilíbrio quanto o bem-estar do paciente. “Além disso, promove benefícios mentais, auxiliando na memória e no humor e contribuindo para a erradicação de pensamentos ruins, proporcionando autoestima e confiança para o paciente”, destaca Luciano.
A psicóloga do Hospital Lauro Reus, Fernanda Vanzella, que coordena o projeto, destaca que a terapia assistida por animais transforma o ambiente hospitalar e que diversos estudos comprovam que o contato com o animal proporciona momentos de alívio, alegria e ajuda na recuperação dos pacientes.
“Nós promovemos esse evento novamente pois foi um sucesso na primeira vez. São fundamentais essas terapias alternativas, para promover saúde, trazer momentos bons para os pacientes. Nós temos ainda musicoterapia, Hora do Conto, Dia do Sorriso, entre muitas outras ações neste sentido, para liberarem hormônios da felicidade, da alegria e para transformar o ambiente hospitalar”, explica.
Foto: Eder Zucolotto/Divulgação | Fonte: Assessoria
O Hospital Moinhos de Vento foi um dos destaques no ranking Melhores Empresas Para Trabalhar no Rio Grande do Sul na categoria organizações de Grande Porte. Neste ano, o Moinhos é a instituição hospitalar com melhor colocação no ranking. O levantamento, realizado pela consultoria americana Great Place to Work, em parceria com o Grupo RBS, traz os exemplos mais bem-sucedidos de relação entre empresas e seus funcionários.
“Este reconhecimento reforça a visão que temos para os próximos anos: atuar para ser o melhor hospital do Brasil em qualidade médico-assistencial. E nossos colaboradores são parte essencial desta missão”, destaca o CEO, Mohamed Parrini. O ranking, em sua sétima edição, também indica as organizações com as mais recomendadas práticas de gestão de pessoas, melhores ambientes de trabalho e exemplos de cultura organizacional.
A cerimônia de anúncio foi realizada na noite desta terça-feira (5), na Casa NXT, em Porto Alegre. O Superintendente Administrativo, Evandro Moraes, enfatiza que várias soluções pioneiras de sustentabilidade desenvolvidas pelo hospital passam pela ação conjunta dos colaboradores. “Para termos os melhores profissionais precisamos valorizar suas trajetórias e incentivá-los.”
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O Hospital Municipal de Novo Hamburgo teve mais uma etapa de sua renovação entregue hoje (17), com a inauguração da nova Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal foi inaugurada. A entrega foi feita pela prefeita Fátima Daudt. “Queria ter uma varinha de condão para reformar o hospital inteiro, mas, devido ao fluxo do hospital, precisamos ir por etapas. Gradativamente, estamos promovendo uma evolução na saúde, e a UTI Neonatal é mais um exemplo de nossa busca para o bem-estar de nossa população”, disse.
Gradativamente, estamos promovendo uma evolução na saúde, e a UTI Neonatal é mais um exemplo de nossa busca para o bem-estar de nossa população.
A unidade passa de 20 para 25 leitos, cinco a mais pelo projeto Canguru. Com isso, a UTI Neonatal do Hospital Municipal é a segunda do Estado – a outra é a Santa de Casa de Porto Alegre – a contar com espaço propício para um contato humanizado dos pais com seus filhos, até que estes possam receber alta hospitalar. Além disso, o pai e a mãe podem permanecer juntos 24 horas ao lado do bebê – antes era um de cada vez.
O secretário de Saúde, Naasom Luciano, ressaltou a importância da parceria com a Universidade Feevale para a finalização da obra e o funcionamento da unidade de saúde via SUS. “Nossa missão é transformar o hospital e estamos fazendo uma mudança da água para o vinho. Fazer saúde de qualidade e obras em um hospital de 228 leitos, mais de mil internações por mês e 100% SUS não é fácil, mas estamos mostrando um SUS que dá certo”, citou, acrescentando que 25 leitos é um número expressivo em comparação com cidades do mesmo porte de Novo Hamburgo que oferecem 10 ou 8 leitos.
Nossa UTI é de uma grandeza ímpar e conta com profissionais capacitados e habilitados para fazer a diferença.
O dr. Pierre Prunes, coordenador da UTI Neonatal do Hospital Municipal de Novo Hamburgo, comparou a Unidade a “um tesouro”. “O que temos aqui, em termos de equipamentos, nem mesmo hospitais privados de porte possuem, como bombas de infusão e os babypuffs, que proporcionam maior segurança na reanimação do bebê. Nossa UTI é de uma grandeza ímpar e conta com profissionais capacitados e habilitados para fazer a diferença e oferecer o que há de melhor para uma população de 21 municípios (ver abaixo), dos quais somos referência de gestação de alto risco desde o ano passado”, afirmou.
A UTI Neonatal, que integra a Rede Cegonha, é dividida em três unidades: Terapia Intensiva (10 leitos), Cuidado Intermediário Convencional (10 leitos) e Cuidado Intermediário Canguru (5 leitos). As unidades recebem recém-nascidos considerados de alto/médio risco, os quais necessitam, na maioria das vezes, aguardar recuperação nutricional e maturidade pulmonar ou neurológica. Os bebês que utilizam o espaço são de partos realizados no Hospital Municipal e também vindos de outras cidades, seguindo regulamentação e direcionamento da Central de Leitos do Estado.
Números
Localizado junto à Maternidade e ao Centro Obstétrico, o espaço possui 356,28 metros quadrados, 261% a mais que a área antiga, de 136,49 metros quadrados. O investimento foi de R$ 1.295.110,59, sendo R$ 818.780,00 do governo federal, R$ 208.179,09 dos cofres municipais e R$ 268.151,50 da Universidade Feevale, que repassou o valor para a aquisição de mobiliário, painéis de gases, sistema IT-Médico e instalações de telecom, elétrica e esperas de câmeras, que serão instaladas em breve.













