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Hospital Moinhos de Vento

Saúde

Banco de Sangue do Hospital Moinhos de Vento precisa de doadores

Por Jonathan da Silva 23/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Banco de Sangue do Hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre, está precisando de doações devido ao momento em que os estoques se encontram abaixo do ideal, em meio ao período de férias, com baixa especialmente de plaquetas, em razão da redução no número de doadores. A coleta é realizada pelo Serviço de Hemoterapia do Grupo Pulsa, sem necessidade de agendamento, em horários definidos ao longo da semana.

Com o aumento de viagens e a diminuição da disponibilidade de doadores neste período do ano, o Hospital Moinhos de Vento entrou em nível de atenção para os estoques de sangue. A instituição informa que a situação é mais sensível no que se refere às plaquetas, componente essencial para diversos tratamentos hospitalares.

Como funciona a coleta

O processo de doação é realizado pelo Serviço de Hemoterapia do Grupo Pulsa, de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 13h, e aos sábados, das 7h30min às 12h. Não há necessidade de agendamento prévio para realizar a doação.

A coleta ocorre no Bloco E do Hospital Moinhos de Vento, com acesso externo pela Rua Tiradentes, ao lado do estacionamento, com isenção do ticket no dia da doação. Para doar, é necessário apresentar um documento oficial de identificação com foto.

Serviço

  • Onde doar: Bloco E do Hospital Moinhos de Vento, Rua Tiradentes, 333, acesso externo ao lado do estacionamento
  • Que horário doar: segunda a sexta-feira, das 7h30min às 13h, e sábado, das 7h30min às 12h
  • Contato: (51) 3314-3072 ou WhatsApp (51) 99235-6964
  • Mais detalhes: hospitalmoinhos.org.br/institucional/o-hospital/doacao-de-sangue
Foto: Prostooleh/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Saúde

Estudo do Hospital Moinhos de Vento usa IA para prever risco de AVC

Por Jonathan da Silva 14/01/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo iniciado em janeiro de 2025 no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, usa inteligência artificial e angiotomografia computadorizada para identificar placas de gordura nas artérias carótidas com maior risco de se romper e causar acidente vascular cerebral. A iniciativa tem o objetivo de aprimorar a prevenção e orientar decisões de tratamento em pacientes com suspeita de AVC.

A pesquisa utiliza imagens de angiotomografia reprocessadas por um módulo de software chamado CT Plaque Analysis, que avalia a composição das placas nas carótidas do pescoço, diferenciando gordura, tecido fibroso e cálcio. Até então, o risco era medido principalmente pelo grau de estreitamento da artéria, e agora passa a considerar a composição da placa, se ela é mais rica em gordura ou em tecido fibroso ou cálcio.

Como funciona a pesquisa

O projeto prevê a análise de cerca de 100 pacientes que realizaram angiotomografia por suspeita de AVC. Além da composição das placas, os pesquisadores avaliam a relação entre o volume de gordura e o de tecido fibroso para criar um índice de vulnerabilidade que pode prever o risco de embolização cerebral. Os resultados finais devem ser apresentados no primeiro semestre de 2026.

Uso da IA nos procedimentos

Durante a pesquisa, pela primeira vez, a imagem gerada por inteligência artificial foi usada para escolher o tipo de stent implantado em um procedimento. Os achados foram confirmados em tempo real por ultrassom intravascular, exame realizado dentro da artéria. “Nem sempre a artéria mais estreita é a mais perigosa. Às vezes, uma placa menor, mas instável, pode se romper e causar um AVC”, ressalta o cirurgião vascular Alexandre Araújo Pereira, idealizador do estudo.

Tecnologia utilizada

O software utilizado foi desenvolvido pela Siemens Healthineers e aplica algoritmos de IA para identificar automaticamente o tipo de tecido dentro da placa com base nos diferentes tons captados pela tomografia, gerando uma imagem colorida e tridimensional da artéria. As análises são realizadas pela residente em radiologia Gabriela Carboni e pelo chefe do Serviço de Radiologia do Hospital Moinhos de Vento, Henrique Guerra. O objetivo inicial do estudo é descrever as características das placas para que o protocolo possa ser usado futuramente na prática clínica.

Estudo piloto

Em um estudo piloto, os dados do software foram usados para escolher o tipo de stent para um paciente de 72 anos que havia sofrido um AVC recente. O algoritmo analisou características da placa para indicar o modelo mais adequado, e o ultrassom intravascular confirmou durante o procedimento a correspondência entre o que a IA identificou e o que estava na artéria.

Resultados preliminares

As análises iniciais indicam que placas com maior proporção de núcleo lipídico e superfície irregular estão associadas à instabilidade. O estudo busca transformar essas informações em ferramentas para orientar tanto a indicação do tratamento quanto a forma como ele será realizado. “É um passo além da previsão de risco. Agora conseguimos usar a própria imagem gerada pela IA para guiar a estratégia terapêutica, personalizando o tratamento para cada paciente”, destacou Alexandre Araújo Pereira. Segundo o coordenador do estudo, o uso combinado de IA e ultrassom intravascular pode resultar em menos complicações e tratamentos mais direcionados. “O uso combinado de IA e ultrassom intravascular representa um novo paradigma na medicina vascular, unindo diagnóstico avançado e personalização terapêutica em um mesmo fluxo de cuidado”, complementou Pereira. “Ao usarmos a inteligência artificial para entender melhor o comportamento das placas nas carótidas, que podem causar AVCs graves, conseguimos prever e evitar o acidente antes que ele aconteça. É um exemplo concreto de como a inovação pode transformar a prevenção e o tratamento”, pontuou a chefe do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
14/01/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza cirurgia de alongamento ósseo inédita no RS

Por Jonathan da Silva 07/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre, realizou, no mês passado, a primeira cirurgia de alongamento ósseo no Rio Grande do Sul com o uso de uma haste motorizada totalmente interna, tecnologia recentemente liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procedimento marca a introdução no estado de uma alternativa ao método tradicional com fixadores externos, com o objetivo de tratar deformidades e discrepâncias no comprimento dos membros.

A cirurgia foi realizada em uma paciente de 14 anos diagnosticada com Osteocondromatose Múltipla Hereditária, condição genética caracterizada pela formação de tumores ósseos benignos que podem causar deformidades e alterações no crescimento. No caso atendido pelo hospital, a paciente apresentava encurtamento da tíbia direita associado a uma leve deformidade óssea.

Tecnologia utilizada

O procedimento envolveu a correção da deformidade e a implantação de uma haste de alongamento ósseo motorizada na tíbia. O dispositivo funciona por meio de um motor interno, permitindo o alongamento gradual do osso a partir de um controle externo que encosta na pele. O processo ocorre de forma progressiva e controlada ao longo do tempo, conforme o planejamento médico.

De acordo com o médico ortopedista Dr. Bruno Antunes, integrante do Serviço de Ortopedia do Hospital Moinhos de Vento e responsável pelo caso, a tecnologia representa uma mudança na forma como o alongamento ósseo é realizado. “Estamos falando de uma verdadeira revolução. Essa é a única haste desse tipo disponível no Brasil atualmente, e ela permite que todo o processo de alongamento seja feito internamente, sem estruturas externas, o que traz ganhos expressivos em conforto, segurança e qualidade de vida para o paciente”, afirmou Antunes.

Aplicação clínica

Segundo o médico, a haste possibilita o alongamento ósseo sem o uso de fixadores externos, tradicionalmente empregados nesses procedimentos. “A grande vantagem dessa haste é permitir o alongamento ósseo de forma totalmente interna, sem o uso de fixadores externos. O processo é controlado por um sistema de indução, semelhante a um carregador de celular, em que um transdutor posicionado sob a pele recebe energia de um controle externo e promove o alongamento de maneira gradual e precisa, conforme a prescrição médica. No caso desta paciente, conseguimos corrigir a deformidade e iniciar o alongamento com menor impacto na rotina, favorecendo a reabilitação e a adesão ao tratamento”, explicou Antunes.

Comparação com métodos tradicionais

Tradicionalmente, as cirurgias de alongamento ósseo utilizam fixadores externos que permanecem visíveis durante todo o tratamento. De acordo com o hospital, esses dispositivos podem causar limitações funcionais, desconforto, dor na inserção dos pinos e maior risco de infecções. Com a haste interna motorizada, esses fatores são reduzidos, uma vez que todo o sistema permanece implantado no interior do osso.

Referência em alta complexidade

Para o chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Moinhos de Vento, Dr. Carlos Roberto Galia, a realização da cirurgia inédita reforça a atuação da instituição em procedimentos de alta complexidade. “A incorporação dessa tecnologia demonstra nosso compromisso com a inovação e com a oferta de tratamentos de ponta, sempre com foco em melhores desfechos clínicos e na experiência do paciente”, ressaltou Galia.

Foto: Hospital Moinhos de Vento/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 130 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza primeira cirurgia cardíaca fetal

Por Jonathan da Silva 27/11/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento realizou sua primeira cirurgia cardíaca fetal no dia 29 de outubro, em Porto Alegre, para corrigir uma malformação congênita em um feto de 29 semanas diagnosticado com atresia de valva pulmonar. O procedimento inédito na instituição foi realizado por uma equipe multidisciplinar para evitar o comprometimento do desenvolvimento do lado direito do coração do feto.

A cirurgia foi conduzida por obstetras, cardiologistas intervencionistas e anestesista, incluindo os especialistas Eduardo Becker, coordenador do Serviço de Cirurgia Fetal, e João Mânica, coordenador de Cardiopatias Congênitas da Hemodinâmica. Também participaram Fábio Peralta, renomado cirurgião fetal, e Carlos Pedra, cardiologista, que vieram de São Paulo para a intervenção, além dos médicos Edson Cunha, Marcela Godoy, Marcos Tannhauser e Lívia Pauletto.

Diagnóstico e técnica cirúrgica

O coordenador do Serviço de Cirurgia Fetal, Eduardo Becker, explicou que o diagnóstico surgiu quando a gestante realizou o exame morfológico e foi identificada uma válvula pulmonar sem abertura. “Por via percutânea, no útero materno, foi possível introduzir uma agulha através da válvula fechada, permitindo a passagem de um catéter, o restabelecimento do fluxo na artéria pulmonar, o que levará ao desenvolvimento mais adequado do coração”, detalhou Becker. Caso não houvesse intervenção, a alteração poderia evoluir de forma grave, exigindo cirurgias complexas após o nascimento.

Evolução da paciente

Após a cirurgia e período de recuperação, a paciente apresentou boa evolução, com o ultrassom do coração do feto demonstrando que a válvula está aberta com fluxo contínuo. A gestante Jéssica Peruzzo relatou que “a equipe médica me acolheu com tanto cuidado que o medo inicial deu lugar à confiança. A operação foi um sucesso e trouxe à minha filha uma nova chance de vida, com melhores perspectivas e menor risco no futuro”.

Sou imensamente grata a todos os profissionais que tornaram isso possível e quero que outras mães saibam da importância dos exames cardíacos na gestação, pois o diagnóstico precoce pode sim salvar vidas — assim como salvou a da minha filha”, relatou Jéssica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/11/2025 0 Comentários 103 Visualizações
Projetos especiais

Campanha do Moinhos de Vento busca transformar o Natal de 3,5 mil crianças

Por Jonathan da Silva 13/11/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Moinhos Social, braço social do Hospital Moinhos de Vento, lançou recentemente a campanha “Uma carta pode mudar um Natal inteiro”, que busca atender os pedidos de 3,5 mil crianças de 18 instituições sociais de Porto Alegre neste fim de ano. A ação, iniciada em 2023, convida a comunidade a adotar cartas escritas por crianças com desejos natalinos ou a contribuir por meio de doações via Pix.

Desde a estreia do projeto, há dois anos, cerca de 6 mil crianças já foram beneficiadas graças ao engajamento de colaboradores, parceiros e voluntários. Os participantes podem escolher uma das cartas disponíveis e atender diretamente ao pedido da criança ou doar qualquer valor pela chave Pix natal.moinhos@hmv.org.br.

Segundo a superintendente de Estratégia e Mercado do Hospital Moinhos de Vento, Melina Schuch, a iniciativa é um convite à empatia e à solidariedade. “Nosso desejo é fazer muitas crianças felizes neste Natal. Entre os pedidos estão brinquedos, bicicletas, material escolar, chuteiras e roupas. Há muitas opções para quem quer ajudar e fazer parte dessa corrente de solidariedade”, afirmou Melina.

Propósito

O CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou que a campanha vai além da ação assistencial, reforçando o compromisso institucional com o cuidado integral às pessoas. “O Natal é um convite para olharmos para o outro e reconhecermos o poder transformador dos gestos simples. Essa iniciativa expressa o propósito do Moinhos de Vento de cuidar das pessoas e inspirar atitudes que gerem impacto positivo na sociedade”, pontuou Parrini.

Serviço

  • O quê: Campanha de Natal 2025: “Uma carta pode mudar um Natal inteiro”
  • Período de arrecadação: até 5 de dezembro
  • Como participar: escolha uma carta no site ou faça uma doação via Pix
  • Chave Pix: natal.moinhos@hmv.org.br
  • Locais de entrega: Hospital Moinhos de Vento – Av. Ramiro Barcelos, 910, Porto Alegre: Bloco A – térreo, Bloco B – térreo e sala do Instituto Moinhos Social, Bloco C – térreo
  • Acesso às cartas: script.google.com/a/macros/criterio.com.br/s/AKfycbwKHzI1jsZnFI1nqCS0O7D5jsqnVvqWcI_bTfi0RK_oe39Sr7r_BMe4GQram5NQhJ6QUA/exec
  • Mais detalhes: materiais.hospitalmoinhos.org.br/natal-2025
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/11/2025 0 Comentários 117 Visualizações
Saúde

Médica alerta para demora no tratamento de câncer de mama e falhas na rede pública

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

A análise da médica mastologista do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, Camile Stumpf, aponta que, apesar das garantias legais, pacientes com câncer de mama ainda enfrentam atrasos no início do tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). O alerta, realizado durante este mês especial de Outubro Rosa, destaca que a lentidão no acesso à terapia compromete o prognóstico e reforça a urgência de medidas efetivas em todo o país.

O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais incidente e letal entre as mulheres brasileiras. Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que o Brasil deve registrar mais de 70 mil novos casos apenas em 2025. A Lei nº 12.732/2012 determina que o tratamento seja iniciado em até 60 dias após o diagnóstico, mas, segundo Camile, essa garantia muitas vezes não se concretiza. “A paciente enfrenta não apenas a doença, mas um sistema de saúde que, muitas vezes, falha em acolher e garantir o que está previsto na legislação”, afirma a médica.

Entre os principais problemas estão falhas na regulação, falta de vagas em centros especializados e desinformação. “Isso compromete diretamente o prognóstico. O início precoce do tratamento aumenta significativamente as chances de cura, especialmente nos estágios iniciais da doença”, destaca Camile.

Desigualdade no acesso à reconstrução mamária

Outro ponto abordado pela médica é o direito à reconstrução mamária, garantido por lei às mulheres que passam por mastectomia. Segundo Camile, o procedimento, que pode ser realizado no mesmo ato cirúrgico ou em momento posterior, ainda encontra barreiras em diversas regiões. “Essa cirurgia não é apenas estética. Ela impacta profundamente a autoestima, a saúde mental e a forma como a mulher se reconstrói emocionalmente após o tratamento. Apesar disso, a oferta do procedimento ainda é irregular em diversas regiões do país”, explica a mastologista.

Casos crescem entre mulheres jovens

Embora a doença seja mais comum em mulheres com mais de 50 anos, há aumento expressivo entre pacientes mais jovens. Camile destaca que o rastreamento precisa considerar fatores de risco individuais e histórico familiar. “Mulheres com histórico familiar ou fatores de risco devem conversar com seus médicos sobre quando iniciar a vigilância. A detecção precoce é crucial, independentemente da idade”, orienta a médica.

Atendimento integral e humanizado

Para a médica, o cuidado com o câncer de mama vai além dos exames e das cirurgias. Envolve acesso à informação, suporte psicológico e respeito às decisões da paciente sobre seu tratamento. “Esses direitos não são favores. São garantias legais e éticas. Precisamos de uma abordagem mais humanizada e menos burocrática, que respeite a mulher como sujeito ativo em sua jornada”, afirma Camile.

Outubro Rosa e a importância da continuidade das ações

A especialista ressalta que o Outubro Rosa é um movimento importante de conscientização, mas lembra que o enfrentamento ao câncer de mama deve ocorrer durante todo o ano. “O câncer de mama não espera. As ações de rastreamento, diagnóstico precoce, suporte emocional e cumprimento da lei devem ser prioridade o ano todo — nas políticas públicas, nas escolas, nos ambientes de trabalho e nas comunidades”, defende Camile.

Quem é Camile Stumpf

A médica Camile Stumpf (Cremers 31477) é mastologista e ginecologista, mestre e doutora pela UFRGS, com pesquisa voltada à cirurgia oncoplástica e reconstrução mamária com lipoenxertia. Integra o corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, e é especialista em cirurgia plástica mamária. Em 2024, realizou fellowship na França, na Clinique Rhéna de Strasbourg, com o cirurgião Jean Marc Piat, referência mundial em reconstrução mamária.

Foto: Cris Moreira/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 231 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento completa 98 anos e inaugura Hospital do Coração

Por Jonathan da Silva 03/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento celebrou nesta quinta-feira (2) seus 98 anos de fundação em Porto Alegre, consolidando uma trajetória marcada por expansão de serviços e investimentos em inovação. Como parte desse movimento, em agosto deste ano a instituição inaugurou o Hospital do Coração, unidade voltada à cardiologia de alta complexidade que recebeu R$ 210 milhões em investimentos e se integra ao complexo hospitalar da instituição.

Ao longo de quase um século, o Moinhos de Vento acumulou posições de destaque em rankings nacionais e internacionais. Foi eleito pela revista Newsweek como um dos melhores hospitais do Brasil e do mundo e aparece entre os mais bem avaliados da América Latina nas áreas de Oncologia, Neurologia, Neurocirurgia e Cardiologia, segundo a IntelLat. Recentemente, a MIT Technology Review incluiu a instituição na lista das 20 empresas mais inovadoras do país, sendo o único hospital a integrar o ranking.

O CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, afirma que o aniversário simboliza a união entre tradição e reinvenção. “Cada ranking confirma que a nossa história de quase um século alia tradição e constante reinvenção. Estamos construindo o futuro da saúde a partir de Porto Alegre, unindo inovação, tecnologia e, acima de tudo, humanização no cuidado. A inauguração do Hospital do Coração é um exemplo concreto desse movimento, posicionando o Moinhos como referência em cardiologia de alta complexidade no Brasil e na América Latina”, destaca Parrini.

Estrutura de alta complexidade

Com mais de 6.500 m², o Hospital do Coração dispõe de 33 leitos de UTI especializados, 20 de internação, quatro salas de hemodinâmica de última geração e um heliponto para atendimento rápido de pacientes críticos de diferentes regiões do país. O projeto segue padrões internacionais LEED de sustentabilidade e mobilizou mais de 150 profissionais e 400 fornecedores durante sua execução.

A unidade atua de forma integrada ao Moinhos de Vento, oferecendo desde prevenção e diagnóstico precoce até tratamentos complexos. O modelo busca aliar tecnologia de ponta à humanização no cuidado, reforçando a posição do hospital como referência em cardiologia.

Compromisso social e educacional

Além da expansão estrutural, o Moinhos de Vento mantém ações sociais e de ensino por meio do Instituto Moinhos Social e do Proadi-SUS. Nessas iniciativas, a instituição contribui com a qualificação de equipes, o aprimoramento de linhas de atenção e a introdução de práticas inovadoras voltadas ao atendimento da população que depende do Sistema Único de Saúde.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2025 0 Comentários 230 Visualizações
Saúde

MIT coloca Hospital Moinhos de Vento entre as organizações mais inovadoras do Brasil

Por Jonathan da Silva 01/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento foi incluído pela MIT Technology Review Brasil entre as 20 organizações mais inovadoras do Brasil em 2025. O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (29), durante o evento EmTech 2025, em São Paulo. É a primeira vez que a instituição figura na lista, sendo também a única representante da área da saúde a receber a chancela Innovative Workplaces 2025.

O levantamento é promovido pela MIT Technology Review Brasil, plataforma de conteúdo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Criado em 2022, o estudo está em sua quarta edição e avalia companhias de diferentes portes e setores. Em 2025, cerca de 2 mil empresas foram analisadas, considerando critérios quantitativos e qualitativos, como exploração, experimentação, práticas de ESG e maturidade em inteligência artificial. A pesquisa inclui entrevistas com executivos e análise de indicadores de gestão, processos, marketing e produtos.

Representatividade do setor da saúde

A premiação foi recebida pela especialista em Inovação no Atrion – Centro de Inovação do Hospital Moinhos de Vento, Emely Siqueira Ortiz. Para a instituição, o reconhecimento reflete a trajetória recente de iniciativas voltadas à transformação do setor da saúde por meio da tecnologia e da pesquisa.

Para o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, o reconhecimento reforça a importância da inovação no setor. “Estar entre as empresas mais inovadoras do Brasil é um reconhecimento de que a saúde pode – e deve – ser transformada pela inovação. Esse resultado reforça nosso compromisso em desenvolver práticas assistenciais de excelência e soluções que impactem positivamente a vida das pessoas”, afirmou Parrini.

Iniciativas do hospital

Entre os projetos de destaque está o Atrion – Centro de Inovação em Saúde, inaugurado em 2021. O espaço conecta, incuba, acelera e investe em startups, empresas e pesquisadores em soluções para diagnóstico, monitoramento de pacientes, saúde digital, inteligência artificial e transformação dos processos hospitalares. O hospital também investe em pesquisa clínica, digitalização das jornadas do paciente e novas ferramentas que apoiam médicos e equipes na tomada de decisão.

Foto: MIT/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2025 0 Comentários 193 Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento e McMaster apresentam avanços em diagnóstico por imagem

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

Resultados inéditos de pesquisas do Hospital Moinhos de Vento e da McMaster University foram apresentados neste sábado (27), em Porto Alegre, durante o evento internacional “Insights em Radiologia: Explorando o Diagnóstico por Imagem e os Avanços da Tecnologia”. Os estudos mostraram alternativas que reduzem a necessidade de sedação em crianças em exames de ressonância magnética e o uso de inteligência artificial para acelerar o processo de diagnóstico.

Entre outubro de 2024 e março de 2025, pacientes de cinco a 15 anos participaram de um estudo sobre o uso de um sistema audiovisual durante exames de ressonância magnética. O resultado apontou que 100% dos exames tiveram qualidade diagnóstica sem necessidade de repetição. O tempo total do exame caiu de 146 minutos, quando realizado com anestesia geral, para 53 minutos com o novo recurso. O tempo médio de espera para agendamento também foi reduzido de 120 para 16 dias. Pacientes e familiares relataram altos índices de satisfação com a experiência.

Inteligência artificial na radiologia

Outro estudo em andamento testou a aplicação de inteligência artificial para acelerar a aquisição de imagens. Os testes clínicos indicaram redução de até 30% no tempo sem perda de qualidade diagnóstica. O ganho pode beneficiar milhares de pacientes ao ano e deve ser incorporado nos equipamentos do hospital nos próximos meses.

Cooperação internacional

O CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, destacou a importância da parceria para a saúde brasileira. “A colaboração com instituições de excelência como a McMaster amplia horizontes, aprofunda a produção científica e, sobretudo, garante aos nossos pacientes acesso ao que há de mais avançado em práticas médico-assistenciais e tecnologias. É assim que transformamos o cuidado em experiências ainda mais seguras, resolutivas e humanas”, afirmou Parrini.

A radiologista pediátrica do McMaster Children’s Hospital e professora associada na McMaster University, Nina Stein, ressaltou o impacto da cooperação. “A colaboração com o Hospital Moinhos de Vento superou as expectativas, gerando resultados significativos e impactantes para os pacientes, além de apoiar estudantes locais e impulsionar a pesquisa colaborativa”, pontuou Nina.

Consolidação da inovação no Brasil

A médica radiologista do Hospital Moinhos de Vento e coordenadora da iniciativa, Alice Schuch, avaliou que a parceria marca uma nova etapa para a instituição. “No Hospital Moinhos de Vento sempre procuramos realizar todos os nossos exames com excelência na qualidade. E a busca pelas melhores práticas faz com que estejamos sempre alinhados com a inovação. Essa parceria acadêmica com a McMaster nos permitiu desenvolver projetos que mostram como é possível construir ciência de ponta no Brasil, melhorar a experiência do paciente e gerar impacto real na prática clínica”, destacou Alice.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 203 Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento é o terceiro melhor hospital do Brasil no ranking IntelLat

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Hospital Moinhos de Vento foi classificado como o terceiro melhor hospital do Brasil e o sexto da América Latina no ranking da IntelLat, divulgado nesta terça-feira (23) em evento online. A pesquisa, que avalia desempenho clínico, qualidade assistencial, experiência do paciente e inovação em gestão da saúde, também destacou a instituição de Porto Alegre entre os melhores do continente em quatro especialidades médicas.

Na primeira edição do ranking que analisa setores específicos, o Moinhos de Vento obteve posições de destaque em áreas estratégicas: terceiro do Brasil e oitavo da América Latina em pediatria; terceiro do Brasil e quinto da América Latina em oncologia; segundo do Brasil e sexto da América Latina em ginecologia e obstetrícia; e terceiro do Brasil e sétimo da América Latina em cardiologia.

Segundo a IntelLat, o objetivo do levantamento é mapear e valorizar a excelência hospitalar em diversos países do continente, oferecendo uma das mais abrangentes avaliações independentes da região.

Compromisso com qualidade e inovação

Para o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parini, a presença no ranking consolida o trabalho contínuo da instituição. “Estar entre os melhores hospitais da América Latina, no ranking geral e em especialidades médicas estratégicas, reafirma o compromisso com a qualidade médico-assistencial e com a inovação em saúde. É um reconhecimento que reflete o trabalho diário de nossas equipes e a nossa busca permanente pela excelência”, afirmou Parini.

História do Hospital Moinhos

Fundado em 1927, o Hospital Moinhos de Vento foi o segundo do país a obter acreditação da Joint Commission International (JCI), sendo reacreditado pela oitava vez consecutiva em 2023. Atualmente, possui um dos parques robóticos multiplataforma mais diversificados da América Latina e é referência em práticas sustentáveis, sendo a primeira instituição do Brasil a implantar uma Central de Transformação de Resíduos em seu complexo.

O hospital é um dos seis de referência nacional segundo o Ministério da Saúde e o único fora do eixo São Paulo a integrar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Também já foi apontado como o melhor hospital da Região Sul e o quarto melhor do Brasil pela revista Newsweek, além de ser eleito a melhor empresa do país no segmento Saúde no Anuário Época Negócios.

Recentemente, conquistou outros reconhecimentos internacionais, como o terceiro lugar entre os melhores hospitais da América Latina e o segundo do Brasil pela Latam Business Conference, além de ter se destacado no ranking IntelLat em telemedicina e experiência do paciente.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 204 Visualizações
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