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home office

Business

Estudo aponta que jovens priorizam a flexibilidade do trabalho remoto

Por Marina Klein Telles 28/04/2025
Por Marina Klein Telles

Uma nova geração de trabalhadores está redefinindo o que significa sucesso profissional. Dados de uma pesquisa conduzida nas universidades de Nottingham, Sheffield e King’s College London, no Reino Unido, revelam que jovens – ao lado de mulheres e pessoas que vivem longe do local de trabalho – são os grupos que mais demonstram preferência pelo home office.

Mesmo cientes de que o crescimento salarial nessa modalidade pode ser até 7% mais lento do que no trabalho presencial, eles valorizam os benefícios não monetários. Profissões que permitem maior autonomia, como a de profissional de pesquisa online, jornalista, analista de TI e designer estão entre as mais desejadas.

O levantamento, conduzido por economistas, aponta que os britânicos estão dispostos a abrir mão de até 8,2% da renda para manter a possibilidade de trabalhar remotamente por dois ou três dias na semana. A justificativa está na flexibilidade de horários, economia com transporte e alimentação, além de maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

“Trabalhar de casa representa um aumento de benefícios sem, necessariamente, gerar desigualdade entre trabalhadores”, afirma Jesse Matheson, professor da Universidade de Sheffield.

Brasil também surfa na tendência

Além do Reino Unido, pesquisas feitas no Brasil também confirmam a tendência: 94% dos profissionais em regime remoto ou híbrido afirmam que suas vidas melhoraram com a adoção desse modelo. Os dados são de um levantamento de 2024 realizado pela em parceria pela FEA USP e FIA Business School.

A pesquisa ouviu mais de 1.300 profissionais de diversas áreas que atuam em home office ou regime híbrido. O foco foi entender aspectos como condições de trabalho, satisfação, desempenho, comprometimento e cultura organizacional.

Segundo o estudo, 88% dos entrevistados consideram que a qualidade do trabalho remoto é igual ou superior à do modelo presencial, e 91% afirmam que sua produtividade aumentou ou se manteve estável nesse formato. Cargos de entrada e de execução simples, como o de profissional de digitação, têm se beneficiado desse cenário.

A possibilidade de executar tarefas com autonomia e sem a necessidade de deslocamentos longos tem atraído jovens que buscam flexibilidade para estudar, cuidar da saúde ou conciliar com outras atividades. Além disso, esse tipo de ocupação exige apenas um computador e conexão estável com a internet, o que facilita o acesso de quem está começando no mercado.

A pesquisa também revelou que mais de 70% dos profissionais acreditam ter as mesmas oportunidades de crescimento que seus colegas presenciais, contrariando a ideia de que o trabalho remoto gera isolamento ou limita o desenvolvimento. Ainda assim, cerca de 60% reconhecem que falta valorização e reconhecimento por parte das empresas.

Desafios e oportunidades do home office

Apesar das vantagens, o modelo remoto ainda enfrenta resistência de setores mais tradicionais. Grandes empresas como Amazon e JP Morgan já exigem que seus funcionários estejam presencialmente no escritório durante a maior parte da semana. As justificativas são variadas: desde o impacto na produtividade até a dificuldade em manter o espírito colaborativo das equipes.

No entanto, especialistas argumentam que a produtividade em modelos híbridos é comparável à do trabalho totalmente presencial. Nicholas Bloom, economista da Universidade de Stanford, defende que permitir dois dias de trabalho remoto por semana pode ter valor equivalente a um aumento salarial de 8% na percepção do funcionário.

O trabalho remoto também transforma as economias locais. Quando um profissional passa a trabalhar de casa, tende a consumir mais nos arredores de sua residência, o que pode gerar novos empregos presenciais em cafeterias, mercados e serviços de bairro.

No Brasil, a adoção do home office foi acelerada pela pandemia, mas aparentemente veio para ficar. Segundo levantamento da KPMG, 61,82% das empresas já implementaram modelos híbridos ou flexíveis de forma permanente. Ainda que 33% das companhias tenham retornado ao regime 100% presencial, há espaço para evolução nas políticas que acolhem os trabalhadores remotos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2025 0 Comentários 687 Visualizações
Variedades

Costão do Santinho aposta em resort office

Por Milena Costa 24/06/2021
Por Milena Costa

Com a pandemia da Covid-19, muitas empresas optaram pelo home office e, segundo a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 30% dessas empresas pretendem manter o trabalho remoto pós-pandemia. Assim, o work of anywhere (trabalhe de qualquer lugar) tem se tornado tendência em resorts e hotéis em todo o mundo.

No Norte da Ilha de Santa Catarina, o Costão do Santinho vem se mostrando como uma boa opção para esse novo método de home office, com a possibilidade de trabalhar com uma bela vista para o mar e ainda poder curtir shows, exclusivos para hóspedes, ou um passeio pela praia ao fim do expediente. Além disso, a alimentação é inclusa na estadia, fazendo com que os hóspedes não precisem se preocupar com tarefas domésticas que acabam ocupando seu tempo.

O Costão oferece apartamentos espaçosos e conexão com a internet de boa qualidade, para que os trabalhos possam ser feitos sem interrupções técnicas. Com a impossibilidade de organizar eventos, as salas antes usadas para este fim também podem ser usadas pelos hóspedes para que possam trabalhar em um ambiente privativo, confortável e seguro.

“A possibilidade de trabalhar em qualquer lugar agora é real. Por isso, queremos proporcionar um lugar tranquilo, para que os pais possam exercer suas funções enquanto as crianças se divertem. O objetivo é que realmente se sintam em casa”

Mila Müller, gerente de Marketing do Costão, acredita que esse é um momento de mudança na hotelaria mundial e que as adequações no resort são de muita importância. “A possibilidade de trabalhar em qualquer lugar agora é real. Por isso, queremos proporcionar um lugar tranquilo, para que os pais possam exercer suas funções enquanto as crianças se divertem. O objetivo é que realmente se sintam em casa”, ressalta.

Foto: Costão do Santinho/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2021 0 Comentários 786 Visualizações
Variedades

Trabalho remoto amplia busca por qualificação profissional

Por Caren Souza 20/04/2021
Por Caren Souza

O home office, que se tornou realidade para muitos trabalhadores a partir de 2020, vem possibilitando também uma maior dedicação ao desenvolvimento profissional ou à conexão com outros aspectos da vida pessoal. “O tempo gasto antes em deslocamento e, em muitos casos, a pouca habilidade com o universo digital acabavam distanciando as pessoas de cursos de aperfeiçoamento, fundamentais para atualização profissional. Hoje já percebemos um novo comportamento”, explica o diretor da Escola Profissional Fundatec (EPF), Felipe Homem.

A estudante da EPF, Cristiane Pellense conta que nesse cenário digital a instituição prestou todo o suporte para que os alunos continuassem sua rotina de estudo. “No início estávamos todos receosos, pois ainda era uma novidade esse mundo totalmente digital, mas a Escola facilitou todo o nosso processo de adaptação. Desde o ensino das ferramentas para as aulas até simplificar os conteúdos, toda a equipe nos conduziu de forma que pudéssemos estudar e fazer as atividades de forma mais clara. Isso fez toda a diferença”, relembra.

O mesmo aconteceu na agenda de cursos de aperfeiçoamento online da EPF. Durante esse momento de crise, conforme destaca o diretor, a Escola investiu, inclusive, em formação com bolsas de estudo para profissionais e estudantes da área da saúde. “Estruturamos o curso de Aperfeiçoamento em Noções de Controle de Infecções com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento técnico destes profissionais neste momento”, ressalta.

Ele informa ainda que o benefício é voltado a Técnicos em Enfermagem, Enfermeiros e demais profissionais da área, com 50%, e estudantes regularmente matriculados em cursos da Saúde, com bolsa de estudo de 100%. Já os alunos do Curso Técnico em Enfermagem com matrícula ativa e egressos da EPF também recebem o serviço de forma pro bono. Para adquirir o benefício é necessário enviar a documentação comprobatória e solicitar o código pelo email secretaria.epf@fundatec.org.br.

Além deste, a EPF está com inscrições abertas para Cursos online de Aperfeiçoamento nas áreas de Administração, Informática, Produção de Conteúdo para Educação a Distância e TI (veja box abaixo), alguns também com bolsas de estudo e benefícios pela quarentena. “Os temas são bastante atuais e necessários para o mercado atual, a exemplo da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, pontua Felipe Homem. Para conhecer todas as formações disponíveis, basta acessar o site sympla.com.br/fundatec ou solicitar informações pelo WhatsApp (51)99953-3255.

Fonte: Assessoria
20/04/2021 0 Comentários 562 Visualizações
Business

Feevale e Sicredi oferecem linha de financiamento para equipamentos de home office

Por Caren Souza 09/04/2021
Por Caren Souza

As dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19 trouxeram novos desafios para comunidade acadêmica, com aulas e atividades sendo realizadas de forma remota. Para auxiliar alunos e professores a exercerem suas tarefas com mais qualidade e facilidade, a Universidade Feevale, a partir da iniciativa de seu Grupo de Tecnologias Educacionais, fechou uma parceria com a Sicredi Pioneira RS. Por meio do acordo, é oferecida uma linha de crédito exclusiva para a renovação ou aquisição de equipamentos tecnológicos para uso em home office.

A linha de crédito já está em vigor desde o início deste semestre e pode ser utilizada para o financiamento de equipamentos como notebooks, computadores, periféricos, hardwares, softwares, escrivaninhas, cadeiras, entre outros materiais necessários para o ensino e o trabalho remoto. O financiamento não possui um limite de crédito e conta com taxas mais acessíveis (1,89% a.m) e prazo de, até, 18 meses.

Para contratar ou saber mais informações sobre o financiamento, alunos e professores da Feevale podem entrar em contato com a Agência Sicredi no Câmpus II (ERS-239, 2755, Prédio 5 – 2º andar, Bairro Vila Nova, Novo Hamburgo), ou pelo telefone (51) 3586-8848.

Sobre o Grupo de Tecnologias Educacionais da Feevale

A Universidade Feevale conta com o Grupo de Tecnologias Educacionais, que atua na prospecção e inserção de tecnologias educacionais inovadoras. A iniciativa surgiu em meio à crescente presença da tecnologia e à necessidade de transformar o processo de aprendizagem, conectando-o às expectativas profissionais, sociais e econômicas. O grupo de trabalho, coordenado pela Diretoria de Inovação (Dinova), é composto por representantes de diversos segmentos da Feevale, incluindo a Universidade e a Escola de Aplicação.

Suas iniciativas tem o objetivo de promover a aprendizagem ativa, interativa e cooperativa, desenvolvendo as competências digitais de professores e estudantes, como estímulo à criação, cooperação e interação, fomentando processos de autoria docente e discente.

Fonte: Assessoria
09/04/2021 0 Comentários 1,K Visualizações
home office
Business

Brasileiros preferem trabalho presencial a home office

Por Eduarda Ferreira 01/02/2021
Por Eduarda Ferreira

Conforme uma pesquisa do portal imobiliário Imovelweb, os brasileiros preferem o trabalho presencial ao home office. O levantamento, que buscou entender a relação dos brasileiros com seus imóveis durante a pandemia, aponta que, entre os entrevistados empregados, 41% estão em uma empresa que aderiu parcialmente ao home office, 39% estão trabalhando presencialmente e 20% estão totalmente em home office. Quanto à preferência, 47% gostam mais de trabalhar em casa e 53% preferem o escritório.

De acordo com o levantamento, 84% dos participantes utilizaram o que já tinham em casa para ficar confortável durante a quarentena, enquanto 16% precisaram remodelar o imóvel. Entre os participantes da pesquisa, 40% contam que tiveram seus trabalhos afetados pelo isolamento social. Dessa forma, 71% estavam trabalhando e 29% estavam desempregados.

Mudança

De acordo com o estudo do Imovelweb, a quarentena impulsionou o desejo de mudar de casa para 57% das pessoas, sendo que 10% dos participantes já se mudaram durante a pandemia. Para 15%, questões econômicas impediram a mudança e 18% não pensam em se mudar.

Assim, 73% dos participantes que já mudaram de imóvel optaram por aluguel, enquanto 27% efetuaram uma compra. Mas entre os que ainda estão pensando em se mudar a situação é diferente: 77% pensam em comprar, enquanto 23% querem alugar. Para 76% dos que ainda não mudaram, o aumento de preços impactou no desejo de mudar de residência. Sobre a forma de pagamento, 48% querem pagar à vista, 48% pretendem financiar e 4% devem optar pelo consórcio.

De acordo com Angélica Quintela, gerente de marketing do Imovelweb, o isolamento fez com que muitas pessoas repensassem a relação com o imóvel. “É em casa que está o escritório, o lazer e o descanso para muitas pessoas. Assim, surge naturalmente o desejo por espaços mais amplos: um quintal, um jardim, um local para o escritório. Assim, essas demandas que não eram tão comuns antes, hoje fazem parte dos sonhos dos brasileiros”, explica.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/02/2021 0 Comentários 822 Visualizações
Business

Ambientes felizes geram mais produtividade

Por Gabrielle Pacheco 23/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Na Indústria 4.0, ambientes diversos, que oferecem flexibilidade e inclusão, são o diferencial para motivar as equipes, principalmente as formadas pelas novas gerações. Esta pode ser a síntese da palestra que a diretora de Recursos Humanos da SAP Labs Latin America, Adriana Kersting, apresentou nesta quinta-feira, 22, no Momento do Empreendedor realizado pela ACIST-SL nas suas redes sociais. Ela recebeu as boas-vindas do diretor de Segurança Pública da entidade, Davi Dalcin e da gerente executiva, Maiara Fangueiro. A unidade da SAP Labs foi instalada há 13 anos no Parque Tecnológico São Leopoldo, onde mantém 1.400 postos de trabalho.

Com foco nos resultados e metas, a empresa, segundo ela, cria ações para tornar o dia a dia mais leve, inclusivo e criativo, gerando mais produtividade e inovação. “Não somos uma empresa permissa. Ao contrário. As promoções, aumentos salariais e bônus são feitos sobre a performance”, destaca. E devido a esta carga de exigências, é que se torna necessário oferecer condições para que eles possam ser cumpridos de modo mais suave e inovador. A utilização do método Design Thinking é uma das ferramentas para a busca de soluções conjuntas para diversas situações. “Assim, oferecemos engajamento e poder às pessoas, pois a solução surgiu das suas ideias”.

Comunidades

A SAP atua também com programas de voluntariado. Juliana relata que foram criadas várias comunidades para o desenvolvimento de novos talentos. São formadas para estimular o público feminino a ingressar no ambiente tecnológico, por pessoas LGBTs e simpatizantes, profissionais com espectro autista e para a busca e retenção de talentos negros. “Se eu colocar em uma sala cinco desenvolvedores de softwares com perfil muito similar e incluir uma pessoa diferente neste grupo, os resultados também serão diferentes. Além do papel social, de inclusão, tenho a convicção que esta diversidade traz muita riqueza, criatividade e inovação para o time”.

Flexibilidade

Para Juliana, a pandemia ensinou a desafiar a estabilidade, a rotina e os rituais. “De uma hora para outra, fomos retirados de um ambiente e tivemos que nos readaptar, mostrando nossa capacidade de resiliência”, diz. E como cada pessoa tem um ritual e uma rotina, respeitar estas individualidades tornará o funcionário mais feliz, produtivo e saudável. Ela pontua que é preciso maturidade para o equilíbrio, mas que as novas gerações já estão adaptadas a este novo modelo. “Juntando a flexibilidade com a contratação de pessoas que tenham o mesmo propósito da empresa, o sucesso será ainda maior”.

Como retorno das iniciativas, o índice de satisfação dos funcionários é de 89%. Recentemente, conquistou prêmios como a melhor empresa para se trabalhar, como GPTW 2020 e Você S/A.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2020 0 Comentários 669 Visualizações
Business

Criatividade é força do arquiteto para dobrar o algoritmo

Por Gabrielle Pacheco 22/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio ao que muitos vêm chamando de uma nova revolução no mundo do trabalho, arquitetos e urbanistas têm em mãos condições de “dobrar” o algoritmo imposto pelo trabalho digital. Compartimentando o conhecimento dos profissionais e valendo-se meramente das questões técnicas que envolvem o trabalho, essas sentenças matemáticas mecanizam atribuições e precarizam a atividade na medida em que impõem condições pré-estabelecidas ao profissional. Em resumo, é um sistema em que o trabalhador só tem valor e/ou remuneração quando está a postos para entregar o que o mercado quer, quando ele quer por meio das ferramentas que ele impõe.

Por meio da criatividade que envolve o fazer da arquitetura, a economista do Dieese Lúcia Garcia, acredita ser possível superar os desafios dessa transformação que ganhou força com a pandemia de Covid-19 e atingiu a todos, até aqueles que acreditam estar imunes à ela. “O algoritmo não alcança a criatividade. O que está em campo é um trabalho que não é passível de ser reproduzido”, admitiu ela durante live do Fórum Saergs no Mundo do Trabalho, realizada nesta terça-feira (20). “O átomo do trabalho digital é o trabalho subordinado ao algoritmo, uma sentença matemática que contém a descrição do trabalho e das atividades. Opções binárias para reproduzir o trabalho por conta de simplificação. O algoritmo rouba a inteligência do trabalhador”, sacramentou.

Cética quanto à capacidade de reação frente à força do capital, ela indica que a união da categoria é vital para a sobrevivência do movimento sindical e dos próprios trabalhadores em um país doutrinado para ter um trabalho básico, empregados subordinados e entregar suas riquezas naturais. O processo, explicou ela, está alicerçado na transformação de um tempo em que as carreiras contavam com uma certa previsibilidade, se tinha direito a adoecer, de perder o emprego e ter um seguro, de se aposentar e de dispor de relações democráticas no debate sobre as condições de atuação e remuneração.

Com o trabalho digital, a tecnologia torna-se fundamental, uma lógica que não tem essa previsibilidade porque está ligada a uma demanda instável. “O ter emprego e ter remuneração está mais associado ao responder no momento e ser remunerado pelo resultado. Antigamente, se pagava pelo tempo de esforço, pelo tempo do cafezinho e do descanso. Nessa nova realidade, o trabalho está colado na instabilidade na demanda”.

A economista frisou que, apesar de um “governo cambaleante”, o Brasil conseguiu frear o avanço dessa precarização por alguns anos. “O Brasil perdeu em cinco anos os direitos que outras nações levaram 25. Agora, as pessoas acham que vai passar, que lavou tá novo, que fizeram uma burrada, mas que vamos voltar atrás. Mas não vão”. Com a velocidade que os direitos vêm sendo perdidos, alertou Lúcia, em breve, o sistema previdenciário nacional deve ruir, ação estimulada pela própria desnutrição do mercado de trabalho nacional, fonte base de alimentação dos fundos que sustentam a aposentadoria.

Contundente, ela defende a união dos profissionais para encontrar uma realidade alternativa. “Vamos ter que pensar em uma nova sociedade com outros direitos”. Uma das opções, analisou a economista, é a chamada cooperativa de plataforma, um modelo alternativo à uberização onde os profissionais detenham em mãos o poder de negociação de seu trabalho. Um caminho, indicou ela, é incentivar o diálogo incluindo o movimento estudantil. “A juventude tem que entender o que está passando. Eles são nossos líderes. A tarefa não é fácil. A mudança é pouco percebida. Se você não tem uma luneta boa, vai levar uma ‘bochada’ logo em seguida”, ironizou.

O impacto do trabalho digital também vem sendo assunto dentro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do RS (CAU/RS) desde o início da pandemia. Segundo o conselheiro Oritz Campos, a constatação, baseada em contatos recebidos de colegas, é que essa precarização já era realidade antes mesmo da chegada do coronavírus. “Muitos já estavam trabalhando em casa e usando o home office em função da precarização do trabalho”, citou durante o debate. O que ocorreu, alerta ele, foi que os contratos desapareceram, minguando o trabalho para arquitetos e urbanistas.

Apesar de as relações de trabalho serem parte das atuação dos sindicatos de Arquitetos e Urbanistas, Campos informou que o CAU dedica-se a garantir as atribuições em todas as esferas de atuação. Uma das ações nesse sentido é o plano de interiorização dos serviços do CAU que dialoga com as prefeituras municipais. Santa Maria e Pelotas já têm serviço instalado e, em breve, Caxias do Sul e Passo Fundo também terão. Campos ainda aproveitou a oportunidade para reforçar a pluralidade de atribuições exclusivas de arquitetos e urbanistas e traçou um paralelo sobre as linhas de ação das entidades que compõem o CEAU.

Conduzindo um debate que inovou nos conceitos e garantiu um fervilhar de ideias, a diretora do Saergs e mediadora da live, Denise Simões, conclamou os colegas e pensarem a Arquitetura e o Urbanismo como direito. “A gente não pode se afastar de compreender o momento que estamos. Precisamos fazer parte desse movimento, sermos protagonistas. Se é uma nova sociedade que está sendo construída, arquitetos e urbanistas precisam fazer parte disso”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/10/2020 0 Comentários 747 Visualizações
Variedades

Pesquisa aponta sobrecarga de trabalho durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia do novo coronavírus modificou a forma de trabalhar de muitos brasileiros. Para dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho neste período, uma pesquisa-intervenção mapeia o impacto da Covid-19 na rotina dos trabalhadores. Estão à frente do estudo os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

Até o momento, a pesquisa conta com cerca de 280 relatos de empregados, que estão desenvolvendo suas atividades presenciais ou remotas, e de desempregados. Deste universo, mais de mais de 81% são do sexo feminino e 18% masculino, sendo que 47,8% disseram que trabalham em casa durante a pandemia e 21,9% atuam na linha de frente e com contato com o público. As áreas de atuação com mais participação no estudo são saúde e educação, correspondente a 30,2% e 29,5% dos participantes.

De acordo com a professora Carmem Giongo, os resultados preliminares apontam para uma sobrecarga de trabalho, no qual há menos interação com os colegas e tempo para cuidar da saúde, e realização de mais atividades domésticas. “Eles estão trabalhando mais, realizando menos intervalos e mais atividades fora do horário de expediente, cumprindo as mesmas metas e prazo”, diz a professora da Feevale. “Recebem o mesmo suporte das pessoas que já recebiam antes, dormem a mesma quantidade de horas, comem mais e consomem a mesma quantidade de álcool e de outras drogas. Sentem-se mais cansados, tristes, preocupados e têm mais dificuldades de planejar o futuro”, complementa.

O grupo ainda está aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com os estudos. Para isso, eles devem responder a um questionário no Instagram @projethoscovid19. Os participantes podem relatar suas vivências e sentimentos por meio de áudios, textos ou fotografias, que podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752.

O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 593 Visualizações
Variedades

Pesquisadores fazem estudos na área da saúde do trabalhador

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores da área da saúde do trabalhador estão realizando uma pesquisa-intervenção que tem como objetivo dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho no contexto da pandemia do novo coronavírus. Estão à frente do projeto os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A pesquisa é voltada às pessoas maiores de 18 anos que estejam desempregadas ou trabalhando durante a pandemia, seja em trabalhos presenciais ou remotos. O grupo está aceitando a participação das pessoas que queiram contribuir com os estudos. Para isso, os voluntários devem responder a um questionário no link.

As pessoas ainda podem relatar suas vivências e sentimentos durante a pandemia do coronavírus. Os áudios, textos ou fotografias podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752. O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário, que também está disponível no perfil da pesquisa no Instagram: @projethoscovid19. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Variedades

Novo normal: 98% dos colaboradores da TIM querem manter a rotina de home office após pandemia

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Aumento de produtividade e engajamento, melhora na qualidade das interações de trabalho, treinamentos e comunicação eficazes são alguns destaques positivos da experiência dos colaboradores da TIM com o home office. Recente pesquisa realizada pela operadora sobre esse modelo de trabalho – adotado amplamente no mundo durante a pandemia de Covid-19 – mostra que 98% dos funcionários querem atuar de casa pelo menos uma vez por semana, mesmo em um cenário de normalidade; 90% adotariam a modalidade duas vezes por semana ou mais.

“Os indicadores reforçam a inovação e a agilidade presentes em nossa cultura organizacional e ressaltam que há uma oportunidade em relação ao smart working, algo que as empresas já estão avaliando no mundo pós-pandemia. A rotina flexível e digital da TIM nos permitiu implementar o home office em todo o Brasil com grande engajamento e espírito de coletividade, mesmo em um cenário desconhecido para todos. Seguiremos com o suporte necessário para que os colaboradores continuem no desafio de conciliar as atividades remotas com a rotina das famílias no isolamento social”, explica Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM Brasil.

O estudo revela uma melhora significativa na execução das atividades, fluxo de trabalho e planejamento das tarefas. Mesmo com o distanciamento social, as interações com a equipe direta são consideradas boas ou ótimas por 78%, assim como a disponibilidade da liderança imediata (90%). Qualidade de vida é destaque, com o fim das horas perdidas em engarrafamentos, economia, mais segurança, proximidade com a família e possibilidade de inserir outras atividades na rotina.

A visão dos líderes também é positiva: 96% dos gerentes e diretores afirmam que o engajamento de seus times se manteve, melhorou ou melhorou muito. As ferramentas de trabalho têm avaliação positiva e o suporte oferecido pela TIM para lidarem com esse período por meio de ações de aprendizagem e contato diário com os colaboradores foram reconhecidos como diferenciais: 79% destacam os treinamentos como bons ou ótimos e 93% consideram a comunicação eficaz.

Todos esses indicadores elevados refletem nas entregas: 72% dos colaboradores se sentem tão ou mais produtivos quanto antes. A pandemia, entretanto, faz com que 20% declarem algumas limitações, sendo o maior desafio conciliar trabalho e vida pessoal, incluindo a rotina com crianças. “Era um impacto esperado, mas, aliado aos demais indicadores, demonstra que o home office é uma aposta importante para o futuro, em um ambiente mais saudável, onde a rede de apoio volta a funcionar”, ressalta Maria Antonietta.

O estudo, respondido por mais de 5 mil funcionários, é base para o plano de retomada das atividades presenciais na TIM, que permanecerá 100% em home office até o final de agosto. São cerca de 7,5 mil colaboradores em trabalho remoto desde 20 de março, incluindo os profissionais do call center próprio e das centrais de monitoramento de rede. As equipes de campo atuam na manutenção da infraestrutura da empresa apoiadas por um rigoroso plano de contingência e mitigação de riscos. Em paralelo, a companhia iniciou o plano de reabertura gradual das lojas próprias em regiões que não possuem restrições governamentais, seguindo todas as orientações oficiais de prevenção a Covid-19. A TIM monitora a evolução do contágio e do contexto externo para avaliar os próximos passos, priorizando sempre a saúde e o bem-estar dos funcionários e dos clientes.

Sobre a TIM

A TIM segue com sua missão de conectar e cuidar de cada um para que todos possam fazer mais. Para isso, atua focada nos pilares estratégicos de oferta, infraestrutura, eficiência e experiência do cliente, com base em uma cultura interna de accountability e na mudança de processos e plataformas que permitam a transformação digital. A empresa é desde 2015 líder em cobertura 4G no País e referência nas tendências do mercado, em linha com a assinatura da marca: “A inovação não para”.

A companhia é a única do setor de telecomunicações a integrar o Novo Mercado da B3, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de estar há 12 anos seguidos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE): é a operadora por mais períodos consecutivos nesta carteira. Também é primeira empresa de telefonia reconhecida pela Controladoria-Geral da União (CGU) com o selo Pró-Ética, iniciativa que existe com o objetivo de promover um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 565 Visualizações
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