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história

Cultura

Seis décadas de história da educação em um clique

Por Caren Souza 18/03/2021
Por Caren Souza

Lançado pela Secretaria de Educação (SMED), o livro “Conselho Municipal de Educação de Novo Hamburgo: 6 décadas de história 1958-2018” está disponível em formato digital. A obra, publicada em dezembro do ano passado com tiragem física de 200 exemplares, poderá ser acessada gratuitamente a partir do site da SMED. O endereço para download do material é https://novohamburgo.rs.gov.br/smed/livro-conselho-municipal-educacao.

“Contar a história do conselho é, de certa forma, contar e valorizar a história da educação de Novo Hamburgo. Com a versão digital, esta importante obra estará disponível para professores, pesquisadores e demais interessados na área”, afirma a secretária de Educação, Maristela Guasselli, uma das idealizadoras do livro.

A publicação apresenta fatos da história do mais antigo conselho municipal de educação do Brasil, que neste ano completa 63 anos de atuação. Em mais de 160 páginas, a obra destaca cada uma das seis primeiras décadas de história do Conselho Municipal de Educação (CME) e os principais desafios enfrentados em cada período.

O livro foi produzido pela própria equipe da SMED e envolveu diferentes profissionais entre pesquisa, apresentação, revisão e projeto gráfico. O texto é assinado pelo professor e assessor Dionísio Felipe Hatzenberger que entrevistou ex-integrantes do Conselho e consultou documentos como livros, atas, resoluções e correspondências da entidade.

Fonte:  Assessoria
18/03/2021 0 Comentários 812 Visualizações
Variedades

Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) comemora 34 anos de história

Por Gabrielle Pacheco 15/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Fundada em 15 de julho de 1986, a SBGM é uma entidade civil, de caráter científico e normativo, sem fins lucrativos, composta em sua maioria por médicos, mas também por outros profissionais comprometidos com a prática da Genética Médica e na atenção de pacientes com doenças genéticas raras ou não. A missão da SBGM é desenvolver e sustentar iniciativas em genética médica e estabelecer o paradigma da medicina genômica através de declarações políticas e diretrizes baseadas em evidência, oferecer educação e ferramentas para os médicos geneticistas, profissionais da saúde e sociedade, além de trabalhar com os responsáveis políticos para apoiar a aplicação da genética na prática médica.

“O papel da SBGM foi fundamental na implantação e consolidação da Política Nacional de Atenção Integral à Pessoa com Doença Rara no Brasil. O fortalecimento dos serviços de referência também tem sido um destaque importante para promoção de um melhor diagnóstico, tratamento e maior qualidade de vida dos pacientes e familiares com Doenças Raras no Brasil”, afirma a presidente da SBGM, Têmis Maria Félix.

Durante a pandemia, a entidade está se reinventando. O Congresso Brasileiro de Genética Médica que ocorre anualmente aconteceria em maio desse ano e foi reagendado para 2021 em virtude da pandemia do coronavírus. Será a primeira vez na história, que o encontro não acontecerá. No entanto, como forma de compensar essa ausência, a SBGM organizou webinars semanais que estão acontecendo com foco na atualização e qualificação de profissionais da área. Para o público geral, acontecem lives também semanais abordando temas variados ligados a especialidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2020 0 Comentários 681 Visualizações
Variedades

Grupo SLC completa 75 anos e realiza maior investimento da sua história em transformação digital

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Grupo SLC completa 75 anos com uma trajetória que simboliza a força do empreendedorismo e do agronegócio brasileiro, e chega a 2020 realizando seu maior investimento em inovação, tecnologia e conectividade. Fundado em 1945, congrega duas empresas – a SLC Agrícola e a SLC Máquinas. A primeira, é uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, focada na produção de algodão, soja e milho. Presente em seis estados com 16 unidades de produção, além da Matriz em Porto Alegre, a empresa é conhecida pelo seu pioneirismo ao ter sido uma das primeiras do setor a ter ações negociadas em Bolsa de Valores no mundo, tornando-se referência no seu segmento. A SLC Máquinas é concessionário John Deere com 18 unidades, abrangendo 213 municípios no Rio Grande do Sul e tem como foco levar ao produtor tecnologia de ponta, para promover uma produção mais rentável. O Grupo SLC tem mais de 4 mil colaboradores e faturamento anual que já supera R$ 3 bilhões.

Entre os investimentos previstos estão aportes de R﹩ 70 milhões na SLC Máquinas no próximo quinquênio (2020 a 2024), sendo R$ 20 milhões somente neste ano, abrangendo a construção da nova sede, em Cruz Alta, o desenvolvimento e implantação do Centro de Suporte as Operações de Agricultura Digital, digitalização e novo modelo de negócios, ampliação do mix de produtos, consolidação de áreas e reconfiguração de lojas.

“A história da SLC está conectada com o desenvolvimento da agricultura brasileira. Nestes 75 anos, caminhamos lado a lado com a agricultura brasileira e trouxemos inovações que transformaram o setor em um dos mais tecnológicos e produtivos do mundo. Temos orgulho de tudo o que fizemos nestas mais de sete décadas e de nossa longa história. Hoje, atuamos em diversas frentes, com fazendas de soja, milho e algodão que quebram sucessivos recordes de produtividade, com concessionárias que oferecem os mais avançados equipamentos agrícolas da John Deere para o Rio Grande do Sul, além da produção de sementes. Neste marco de 75 anos, alguns dos nossos focos são os investimentos em inovação, tecnologia e conectividade no Brasil”, comenta Eduardo Logemann, presidente do Grupo SLC.

A história da companhia começou com uma serraria, um moinho de trigo e uma oficina mecânica, em 1945. As possibilidades de crescimento da empresa se apoiavam no avanço das lavouras no Estado. Dois anos depois, os fundadores Frederico Jorge Logemann e Balduíno Schneider (já com a família Ullmann entre os sócios) decidiram fabricar as próprias máquinas agrícolas (trilhadeiras, inicialmente), de acordo com as necessidades dos produtores de milho e soja da região. Na época, a agricultura brasileira era o principal meio de subsistência de grande parcela da população e parte fundamental da economia do Brasil. As fazendas produziam suas lavouras manualmente em um país que começava a sua história industrial.

Os sócios dedicaram duas décadas para a fabricação de trilhadeiras, trituradores de milho e ferramentas agrícolas. Então pensaram: por que não fabricar e vender uma variedade de máquinas agrícolas para facilitar o trabalho no campo?

Começa então em 1965 a trajetória de inovação com o lançamento da primeira colheitadeira automotriz do Brasil, feita na fábrica de Horizontina. Nos distantes anos 1960, eram poucos tratores e sem nenhuma tecnologia embarcada. A máquina logo chama atenção com seu motor a gasolina e os mesmos atributos dos caminhões que atravessavam o país transportando a produção agrícola brasileira.

Década de 1970. As colheitadeiras da SLC estão em muitas fazendas brasileiras e o mercado logo se abre para outras marcas de tratores. Entretanto, a liderança se mantém pela SLC com o lançamento da série 1000 de colheitadeiras. O protagonismo da SLC entra no radar dos executivos norte-americanos da John Deere que desejavam contribuir para transformar o mercado agrícola brasileiro. Assim, em 1979, é formada uma joint-venture com a John Deere e da fábrica de Horizontina começam a sair as mais modernas máquinas agrícolas do mundo nas cores verde e amarela, fortemente reconhecida no campo.

As fazendas mudam sua gestão no Brasil

Final da década de 1970. Os dirigentes da SLC levam seu jeito de gerenciar, permeado por inovação e gestão operacional, para dentro da porteira. Nasce a SLC Agrícola com três fazendas em solo gaúcho voltadas à produção de soja e milho. O ciclo de crescimento segue o curso da expansão da agricultura brasileira e, em 1980 é adquirida uma fazenda em Goiás e o algodão também entra no portfólio.

O DNA de empreendedorismo e inovação se manteve na gestão das fazendas. Assim, em 1988, é criada a primeira área experimental na Fazenda Pamplona, em Cristalina (GO). Dali, os vários conceitos da inovação agrícola passam a ser expandidos para as demais unidades agrícolas. Mais de três décadas depois, as áreas de pesquisa estão em 13 propriedades e as informações geradas fundamentam as estratégias para a elaboração dos planejamentos agrícolas das fazendas e norteiam as estratégias futuras da empresa.

Hoje, essa história que começou em 1945 é vivenciada diariamente por mais de 4 mil pessoas em 16 unidades produtivas, que estão em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão e Piauí, além da Matriz, em Porto Alegre (RS). O resultado da gestão altamente profissional é a produtividade batendo sucessivos recordes e o papel da SLC no desenvolvimento e protagonismo da agricultura brasileira.

Os principais diferenciais na gestão das fazendas são a otimização de custos, a eficiência do ciclo operacional, a total mecanização dos processos de plantio e de colheita, a utilização do sistema de rotação de culturas, o domínio da técnica do plantio direto, a experiência na correção da composição química do solo e na seleção de sementes e o domínio do pacote tecnológico de insumos, que permite máxima eficiência técnica.

Além disso, a conectividade, ponto fundamental para o uso da tecnologia nas lavouras, já chegou a cinco unidades produtivas, cobrindo uma área de aproximadamente 70 mil hectares com sinal de internet. A infraestrutura tecnológica com 4G também beneficia as comunidades locais, fornecedores e profissionais que circulam nas áreas próximas às unidades de produção. É a SLC desenvolvendo a agricultura, fomentando a economia local, a educação e as possibilidades para que as pessoas desbravem um novo mundo. Como foi feito em 1945, na então pequena gaúcha Horizontina.

“Muitas transformações aconteceram em nossos negócios. A forma dinâmica como alocamos nossos investimentos, a disciplina em fusões e aquisições, o controle obstinado dos custos e a busca permanente por aumento de produtividade são fatores importantes para o nosso sucesso até aqui”, avalia o Vice-presidente do Grupo SLC, Jorge Luiz Logemann.

Inovação para garantir liderança

O Grupos SLC acredita, ainda, que inovar e quebrar paradigmas é decisivo para a sustentabilidade do negócio e para a definição do futuro do agro. Por isso, conta com um programa de conexão com startups, o AgroExponencial, que busca no ecossistema empreendedor soluções para desafios mapeados pela SLC Agrícola não endereçados pela cadeia tradicional de fornecedores. O programa já está em sua segunda edição e, em 2019, o AgroExponencial teve resultados concretos com sete pilotos realizados e quatro soluções aprovadas para uso ampliado. O Ideias&Resultados é o Programa de intraempreendedorismo da empresa, que visa acelerar projetos com potencial de geração de valor valendo-se da cooperação entre os colaboradores.

SLC Máquinas, oferecendo soluções tecnológicas ao produtor

Com crescimento de seus negócios no Brasil, a John Deere, em 1999, adquire 100% dos ativos e a SLC passa a atuar como concessionário no Rio Grande do Sul. Hoje, a SLC Máquinas opera em 18 unidades no Estado, com sede em Horizontina e abrange 213 municípios. Por meio da empresa, os produtores gaúchos têm acesso às soluções tecnológicas oferecidas pelos equipamentos John Deere, além de um serviço diferenciado de pós-vendas e de atendimento ao cliente.

Na SLC Máquinas está tecnologia está inserida no cotidiano da empresa, por meio de ferramentas que promovem o aumento da produtividade e orientam o produtor no melhor aproveitamento do solo e dos insumos. A agricultura digital promove a redução do desperdício e dos custos. Graças aos equipamentos conectados o produtor ganha em eficiência operacional e, com isso, consegue realizar modificações que possam otimizar ainda mais seus resultados, para cada vez mais aumentar a eficiência de sua produtividade na lavoura.

Histórico Social

A história do Grupo SLC sempre esteve conectada com as cidades onde está inserido. Outro grande marco de 2020 foi a criação do Instituto SLC, braço social do Grupo SLC, que surge para centralizar as iniciativas sociais. O foco prioritário são ações ligadas à educação, mas sensível ao cenário de combate ao coronavírus no Brasil, a primeira iniciativa do Instituto SLC foi a doação de R﹩ 1,6 milhão a instituições de saúde para aquisição de equipamentos e insumos médicos. Dezenove cidades onde o Grupo SLC tem atuação foram beneficiadas pela medida.

Um olhar para o futuro

Segundo Eduardo Logemann, o futuro da agricultura brasileira é extremamente promissor. As lavouras de soja, milho e algodão deverão alcançar índices produtivos de maneira crescente. Hoje, a previsão de colheita anual é de 250 milhões de toneladas de grãos. E o Grupo SLC estará sempre alinhada ao desenvolvimento das lavouras: “O que podemos pensar sobre o futuro? Só temos perspectivas positivas. A agricultura brasileira continuará batendo recordes de produtividade. Os agricultores, cada vez, se capacitarão para usufruir de todas os benefícios tecnológicos. Nós estaremos ao lado do produtor, oferecendo soluções para que ele obtenha o máximo potencial produtivo, desenvolvendo novas variedades de grãos e aumentando a conectividade em nossas fazendas para que a comunidade local se desenvolva. A demanda por alimentos crescerá nos próximos anos, o Brasil se tornará cada vez mais protagonista no papel de alimentar o mundo de forma responsável. O trabalho precisará de mão de obra qualificada, e isso fará com que tenhamos mais jovens se mantendo no campo, além de gerar empregos e continuar ajudando a economia brasileira. Que os próximos 75 anos sejam tão frutíferos como foram estes primeiros 75 anos!”, finaliza Logemann.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 938 Visualizações
Cidades

História de Campo Bom é contada em websérie

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para marcar os 61 anos de emancipação político-administrativa de Campo Bom, comemorados em 6 de junho, a Divisão de Comunicação Social da Prefeitura lançou, na semana da cidade, uma websérie em três episódios mostrando como se formou o município que ao longo do tempo contou com aguerridos moradores que dedicaram seu suor ao desenvolvimento. O material conta com cenas de locais atrelados à origem e ao desenvolvimento do Município além de painéis do artista plástico Anderson Neves, fotos e documentos de época em uma costura entre o ontem e o hoje.

A websérie pode ser acessada no site e nas redes sociais da Prefeitura (Facebook, Instagram e YouTube). Os episódios contam a história que foi construída de mão em mão passando pelas fases Colonial, de Transição e Urbanização desde os campos até as indústrias, dos manufaturados à tecnologia de ponta. Entre índios, tropeiros e colonos se construiu a história de Campo Bom, um lugar que é orgulho de seus moradores, protagonistas de suas conquistas. E encerra em uma homenagem musical que pretende chegar ao coração de seus moradores como o aconchego de um abraço de gratidão a cada campo-bonense que é parte importante da história da cidade. A produção do material ocorreu em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

A websérie também está disponível no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Picada Café investe na preservação de sua história

Por Gabrielle Pacheco 28/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Quem não preserva sua história perde sua identidade. E cuidar da história requer, além do engajamento das pessoas, os espaços para tal. Documentos, especialmente, precisam de organização e cuidados contínuos, e Picada Café tem essa preocupação. Nessa linha de atuação, o município acabou de garantir recursos da ordem de R$ 895.609,00. para a construção do Arquivo Púbico Municipal. Essa edificação será anexa à Casa de Cultura Joaneta.

O projeto contempla ainda, além dessa construção de 145,51 m² quadrados, a revitalização da Praça Arthur Stumpf, de 971,27 m². O prefeito Daniel Rückert assinou na manhã dessa segunda-feira (27), na Caixa em Nova Petrópolis, o convênio que prevê a liberação dos recursos. Eles são oriundos do Ministério da Justiça. Esse complexo, que une a Casa de Cultura Joaneta, o Arquivo Público Municipal e a Praça Arthur Stumpf, é chamado de Sítio Histórico Holz Trocourt, uma homenagem ao primeiro professor da localidade de Joaneta, Anton Trocourt, e sua esposa, Katharina Holz Trocout.

“Esses recursos extras são os maiores de minha gestão em uma única liberação. Isso me deixa muito orgulhoso. Garantimos a preservação de nossas memórias para as futuras gerações”, destaca o prefeito Daniel Rückert. Ele assinou o convênio na presença do gerente da agência de Nova Petrópolis da Caixa, Francisco Gasperin Adams, e da coordenadora de convênios da Caixa de Caxias do Sul, Valéria Gazzola Auler. Passo seguinte é a Caixa analisar o projeto e liberar a municipalidade para lançar a licitação das obras. O município participa com R$ 20.000 como contrapartida.

Foto: Marco Dieder/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/01/2020 0 Comentários 651 Visualizações
Cidades

Diocese de Santa Cruz do Sul é homenageada pelos 60 anos

Por Gabrielle Pacheco 20/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Numa iniciativa do vereador Alberto João Heck foi realizada nesta segunda-feira (18) uma sessão solene em homenagem aos 60 anos de criação da Diocese de Santa Cruz do Sul. Estiveram presentes o bispo da Diocese, Dom Aloisio Dilli; Dieniffer Berté, representante do Conselho de Leigos da Diocese; a irmã Jurema Hammes, representando o Nucleo de Religiosos e o Pastor Marcio Trentini, representante do Diálogo Ecumênico.

A sessão foi conduzida pela presidente Bruna Molz. O vereador proponente, Alberto Heck fez a exposição histórica da entidade homenageada. A Diocese de Santa Cruz do Sul foi desmembrada da Diocese de Porto Alegre e criada pelo Papa João XXIII através da bula “Quandoquidem Servatores”, assinada em 20 de junho de 1959, como sufragânea da Arquidiocese de Porto Alegre. Em 13 de abril de 2011 a Diocese de Santa Cruz do Sul passa a pertencer à nova Arquidiocese de Santa Maria, com sede na cidade de Santa Maria, cujo Arcebispo é Dom Adelar Rubert.

Para seu primeiro Bispo foi designado o Monsenhor Alberto Frederico Etges, natural de Santa Cruz do Sul e nascido aos 11 de julho de 1910. A sagração episcopal de Monsenhor Alberto ocorreu em 25 de outubro de 1959, na Catedral Metropolitana de Porto Alegre. A solenidade de instalação oficial da diocese aconteceu no dia 15 de novembro de 1959, em Santa Cruz do Sul, sede da nova diocese. Calcula-se que estiveram presentes na solenidade mais de oito mil pessoas, além dos padres, bispos, o Arcebispo Dom Vicente Scherer e o Núncio Apostólico.

Na época, a nova diocese contava com 39 paróquias em 10 municípios. Sua extensão era de 14.910 km² e tinha uma população de 370 mil habitantes. Ao longo dos anos, diversas paróquias foram surgindo com a emancipação de alguns municípios, alterando a situação geográfica e demográfica da diocese. Atualmente, a Diocese de Santa Cruz do Sul abrange 40 municípios e conta com 51 paróquias, totalizando mais de mil comunidades constituídas.

Atualmente, o bispo Dom Aloisio Dilli está à frente da Diocese, sendo o quarto bispo. Em nome da Diocese de Santa Cruz do Sul, Dom Aloisio Dilli destacou a atuação ao longo dos 60 anos e ressaltou que é um desafio para os diocesanos manter um legado tão bonito que foi deixado pelos antepassados. “A igreja anda lado a lado com a história da nossa região e queremos agradecer o reconhecimento deixado pela Câmara de Vereadores neste momento especial”, destacou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/11/2019 0 Comentários 472 Visualizações
Cultura

22ª Hamburgerberg Fest divulga nova data do evento

Por Gabrielle Pacheco 23/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A primavera chuvosa está adiando a data da 22ª Hamburgerberg Fest! Um dos maiores festivais de artes integradas ao ar livre do Rio Grande do Sul, a festa não pode acontecer se a previsão do tempo envolver chuva.

“Agora, todas as atividades estão reagendadas para os dias 9 e 10 de novembro, sempre com o espírito de celebração da nossa história, arte e cultura.”

“Infelizmente, todos os centros de pesquisa meteorológica que pesquisamos apontam para muita chuva no próximo domingo, que seria o de realização do evento. O fato de ser ao ar livre é um grande atrativo da Hamburgerberg Fest, mas causa também esses imprevistos. Agora, todas as atividades estão reagendadas para os dias 9 e 10 de novembro, sempre com o espírito de celebração da nossa história, arte e cultura”, afirma a produtora executiva Luana Khodja.

A programação fica mantida. São exposições artísticas, de artesanato, brechós, antiguidades e vinil, áreas de gastronomia e museus abertos. A festa terá também detalhes muito especiais, como o percurso das casas históricas e o esperado cinema de rua, com trilha executada ao vivo. No Jardim das Artes, uma mostra especial de esculturas sob curadoria de Ariadne Decker reúne os artistas Anelise Bredow, Caé Braga, Eduardo Rick Martins, Magna Sperb, Marcelo Lenko e Nelsi Dreger.

Cerveja ao vivo

Uma das novidades da 22ª Hamburgerberg Fest é o Früshtück, no ambiente histórico da Casa Schmitt-Presser. Entre as opções do cardápio, pão com linguiça, cuca recheada, baguete de porco com cebola caramelizada e apfelstrudel. Quem se interessa pela produção de cerveja artesanal também pode aprender sobre o assunto no evento. No espaço da Cervejaria Sideral, haverá demonstração ao vivo do processo de produção da bebida. A atividade acontece no sábado, das 12h às 18h.

“A festa e o bairro são celebrados através da arquitetura, da arte e da cultura.”

A programação musical, um dos pontos altos da festa, inclui, entre vários artistas, a banda Funkalister, diversas bandas convidadas e, ainda, grupos identificados com a origem da região, como a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, a Caxias Ensemble Orchestra, o conjunto instrumental Blaska, a bandinha típica alemã Quebra-galho e grupos de dança folclórica alemã.

O palco de toda essa atividade é o Centro Histórico de Hamburgo Velho, parte da história do Vale do Sinos que ficou guardada e preservada. Em 2015, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “A festa e o bairro são celebrados através da arquitetura, da arte e da cultura. São elementos que geram uma inquietação criativa e nos motivam a preservar todo esse acervo material e imaterial para as futuras gerações”, destaca Ângelo Reinheimer, curador da Fundação Scheffel e coordenador geral do evento.

Serviço

O quê: 22ª Hamburgerberg Fest
Quando: 9 e 10/11, a partir das 10h
Onde: Centro Histórico de Hamburgo Velho, Novo Hamburgo
Quanto: Entrada franca

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2019 0 Comentários 878 Visualizações
Cultura

22ª Hamburgerberg Fest é adiada

Por Gabrielle Pacheco 01/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A previsão de chuva neste final de semana vai aumentar a espera pela 22ª Hamburgerberg Fest. Inicialmente prevista para os dias 5 e 6 de outubro, o evento agora tem nova data: 26 e 27 de outubro. Toda a programação está mantida, reunindo história, arte e cultura em uma grande celebração que harmoniza o passado e o presente, interage com a comunidade e promove a integração entre várias vertentes culturais.

O evento acontece no Centro Histórico de Hamburgo Velho, onde parte da história do Vale do Sinos ficou guardada e preservada. Em 2015,o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O mix cultural da Hamburgerberg Fest reúne música, dança, gastronomia, exposições artísticas, artesanato, percurso das casas históricas, cinema de rua e muitas outras atrações. O Biergarten, neste ano, estará no Jardim do Coreto, em frente à Fundação Scheffel. E entre os atrativos típicos da gastronomia alemã, haverá o Frühstück.

O Museu de Arte Scheffel e a Casa Schmitt-Presser estarão abertos para visitação. A programação musical oferece diversos estilos (Blues, rock, jazz), além da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo, a Caxias Ensamble Orchestra, o conjunto instrumental Blaska, a bandinha típica alemã Quebra-galho e grupos de dança folclórica alemã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2019 0 Comentários 571 Visualizações
Cultura

Porto Alegre ganha novo espaço cultural

Por Gabrielle Pacheco 21/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A capital gaúcha tem um novo endereço cultural, o número 263 da rua Santa Terezinha, no bairro Farroupilha. É nele que a Unimed Federação/RS inaugura, dia 25 de junho – em cerimônia para colaboradores -, a Casa Memória e Cultura.

A data escolhida também marca o 47º aniversário da Federação. A visitação para público acontece a partir do dia 26 (quarta-feira).

Construída nos anos 30, e tombada pela Equipe do Patrimônio Artístico e Histórico do Município de Porto Alegre (Epahc), a residência foi transformada com a proposta de preservar, manter e difundir a história do cooperativismo médico.

A obra, que durou seis meses, obedeceu aos parâmetros próprios para restauração, e foi assinada pelo arquiteto Walter Schindel.

Além da exposição permanente sobre cooperativismo médico, que ocupa as salas do térreo, a Casa Memória e Cultura tem no segundo pavimento: sala multifuncional, espaço para exposições temporárias, palestras, oficinas e ações educativas.

Conforme o supervisor do Núcleo Memória e Cultura Unimed Federação/RS, Everton Quevedo, a ideia do espaço é capitanear ações culturais voltadas aos colaboradores e à comunidade, “a primeira mostra convidada é assinada pelo médico e artista plástico Paulo Favalli, ‘Homo Machina nos 500 anos pós Leonardo da Vinci’, uma homenagem aos 500 anos da morte de Leonardo Da Vinci, celebrados em 2019”.

Nilson Luiz May, presidente da Unimed Federação/RS, destaca que, com a abertura da Casa Memória e Cultura, o sistema vive uma nova etapa.

“Estamos fortalecendo e valorizando nossa história. Realizamos um processo de pesquisa que exigiu esforço grandioso que resultou na nossa exposição permanente do cooperativismo médico, com documentos, registros, atas e fotos, catalogados de acordo com os processos mais atuais de arquivamento físico e eletrônico. A proposta é que se seja um espaço vivo para memória e para pesquisa”, explica May.

Foto: Claudenir Munhoz/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2019 0 Comentários 487 Visualizações
Cultura

Curso sobre mulheres na fotografia

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Começa no dia 15 de maio, quarta-feira, no Instituto Ling, o curso Mulheres na Fotografia, com a fotógrafa e jornalista Renata Stoduto.

Em dois encontros, o curso aborda a importância da produção feminina ao longo destes dois séculos de história da fotografia, apresentando profissionais reconhecidas, como Julia Margaret Cameron (1815-1879), Dorothea Lange (1895-1965), Berenice Abbott (1898-1991), Diane Arbus (1923-1981) e Annie Leibovitz (1949), além de outras fotógrafas descobertas recentemente, como Vivian Maier (1926-2009) e Lee Miller (1907-1977).

Renata Stoduto é fotógrafa profissional desde a década de 1990. Formada em Jornalismo pela UFRGS, é especialista em Poéticas Visuais (Feevale) e Mestre em Comunicação pela PUCRS. Foi professora de fotografia nas graduações de Comunicação Social da UFRGS, da ESPM Sul e na graduação em Fotografia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Rio Grande do Sul e foi contemplada, em 2009, com o prêmio Salão do Jovem Artista (regional Porto Alegre).

Em 2014, foi selecionada com a série Amores Líquidos para os festivais internacionais Paraty em Foco e Cabo Verde. Tem atuado, principalmente, na fotografia publicitária, fotografia de arquitetura, retratos, artes e história da fotografia.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/05/2019 0 Comentários 598 Visualizações
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