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Hanseníase

Saúde

São Leopoldo retoma programa de controle da hanseníase

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal da Saúde de São Leopoldo anunciou, nesta quarta-feira (5), a retomada do programa municipal de controle da hanseníase, após um período de dez anos sem a política ativa no município. O planejamento das ações foi discutido em reunião entre a secretária-adjunta da Saúde, Lisiane Machado Bitencourt da Silva, e a coordenadora estadual da Política de Controle da Hanseníase, Márcia Lira.

O programa prevê a realização de visitas a pacientes, reavaliação de casos e acompanhamento de contatos (pessoas que estiveram em convivência com pacientes diagnosticados). Além disso, a Secretaria pretende implementar um programa de educação permanente para capacitação de profissionais da saúde no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da doença. “A hanseníase tem cura e o tratamento é oferecido pelo SUS gratuitamente”, afirmou Lisiane Bitencourt.

A coordenadora estadual, Márcia Lira, destacou que o governo estadual busca ampliar a identificação de casos por meio da busca ativa de pacientes e seus contatos domiciliares. “A Secretaria Estadual da Saúde/RS está ajustando o estado ao novo protocolo da hanseníase, com capacitações planejadas para abranger a Atenção Básica, preparando a rede para atender os pacientes de forma integral, diagnosticando e referenciando à Atenção Especializada quando preciso”, explicou a representante do estado.

Dados e impacto da doença

Entre 2015 e 2023, São Leopoldo registrou 31 casos da doença, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). A enfermeira da Vigilância em Saúde, Patrícia Vitória Pires, destacou a importância do diagnóstico precoce. “Os casos notificados de São Leopoldo podem não parecer tantos, mas a grande maioria já vem com um grau elevado de incapacidade e isto é muito impactante na vida das pessoas”, pontuou Patrícia.

Também participaram da reunião a diretora de Atenção Básica da Secretaria da Saúde, Samanta Seibel, e a diretora da Média Complexidade, Karine Santos.

Atendimento e sintomas

O atendimento a pacientes com suspeita de hanseníase é realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Os principais sintomas incluem manchas na pele com perda de sensibilidade, formigamento, dormência em braços e pernas, nervos engrossados e doloridos, feridas que não cicatrizam, perda de força muscular e áreas ressecadas da pele com queda de pelos.

Foto: Vanessa Bueno/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 269 Visualizações
Saúde

Janeiro Roxo conscientiza a população sobre a Hanseníase

Por Stephany Foscarini 29/01/2022
Por Stephany Foscarini

Ao contrário do que muitos pensam, a Hanseníase não foi erradicada, sendo o Brasil o 2º país com maior número de casos da doença no mundo, ficando atrás somente da Índia. O médico da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, explica que a doença é infectocontagiosa e transmitida por um bacilo (um tipo de bactéria) conhecido por Micobacterium leprae.

“A transmissão dá-se, principalmente, pelo contato interpessoal, através de gotículas respiratórias eliminadas por pessoas contaminadas. Entretanto, para que ocorra a transmissão da hanseníase, é necessário um contato prolongado com o doente, geralmente meses ou até anos, sendo mais frequente entre os moradores de uma mesma casa. Além disso, já se sabe que 95% das pessoas tem imunidade natural contra a doença e jamais vão adoecer”, explica.

O bacilo da hanseníase ataca, preferencialmente, a pele e os nervos periféricos dos doentes, de forma lenta e progressiva, podendo causar deformidades e incapacidades, por vezes, irreversíveis, principalmente nas mãos, pés e olhos. Essas incapacidades podem causar consequências ainda piores nas vidas dos pacientes, como discriminação e o consequente isolamento social.

Geralmente, o sintoma inicial da doença é uma ou poucas manchas com cor mais clara que a pele ou ligeiramente avermelhadas, com perda de sensibilidade, principalmente, térmica, ou seja, se colocarmos gelo no local da mancha, não é percebida a sensação de frio. Com a evolução da doença, muitas outras lesões na pele podem surgir como múltiplas manchas com perda de sensibilidade e “caroços” pelo corpo e na face. Não é incomum nesta fase, os pacientes apresentarem queimaduras nas mãos ao cozinharem e alegarem que não haviam percebido o ocorrido. Da mesma forma, eles deixam cair no chão com mais frequência utensílios domésticos, como panelas e copos.

O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico, mas podem ser necessários exames complementares. O tratamento da hanseníase é realizado com o uso de antibióticos por 6 a 12 meses, dependendo de cada caso. O tratamento é curativo e as deformidades e incapacidades graves relacionadas à doença são evitadas se a mesma for tratada nos estágios iniciais. Já nos primeiros dias de tratamento o paciente deixa de transmitir a doença. Todo o tratamento da hanseníase é fornecido gratuitamente pelo SUS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2022 0 Comentários 401 Visualizações
Saúde

Cresce o número de casos de hanseníase no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 24/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A queda progressiva registrada entre 2003 e 2016 nos casos de hanseníase no Brasil foi interrompida no último relatório sobre a doença divulgado pelo Ministério da Saúde. Segundo os dados levantados, em 2017 e 2018 o Brasil apresentou um aumento de 26.875 para 28.660 novos registros da doença. Essa foi a primeira vez em 13 anos que os números cresceram. Para o médico dermatologista e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, as razões para esse crescimento são complexas e passam por diversos fatores.

“É extremamente complicado atribuir somente um motivo para o aumento de casos. A queda dos índices, muitas vezes, acaba provocando um certo negligenciamento em relação à doença. Com isso, para-se de investir em seu controle, a mídia diminuí o ritmo de divulgação de informações e, em alguns casos, os próprios médicos (sem o treinamento adequado) não conseguem diagnosticar precocemente”, salientou. Segundo Rodrigo Vettorato, esses novos números só reforçam a necessidade de campanhas de conscientização e prevenção à doença.

“Investir em ações que busquem informar a população é imprescindível. Quanto mais cedo se descobre a doença, mais tranquilo é o tratamento e menor a chance de sequelas. O grande problema da hanseníase é o diagnóstico tardio, quando o paciente já apresenta deformidades ou incapacidades sensitivo-motoras”, explica o médico.

“Investir em ações que busquem informar a população é imprescindível.”

O Janeiro Roxo é dedicado a conscientização e prevenção da hanseníase, que é uma doença contagiosa causada pela transmissão do Bacilo de Hansen, através da respiração. Ela se manifesta de diversas formas, como através de lesões na pele, ausência de sensibilidade à dor e ao tato em qualquer parte do corpo. O Brasil registra 12% dos casos da doença em todo o mundo, contabilizando 15 ocorrências a cada 100 mil habitantes. Por isso, a hanseníase é caso de saúde pública e tem tratamento gratuito em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/01/2020 0 Comentários 561 Visualizações

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