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grãos

Business

Porto do Rio Grande tem crescimento de 6% nas movimentações

Por Marina Klein Telles 26/06/2023
Por Marina Klein Telles

A movimentação de granéis sólidos foi destaque no período de janeiro a maio deste ano nos portos públicos do Rio Grande do Sul, atingindo mais dez milhões de toneladas. Os resultados foram divulgados na manhã da última quinta-feira (22) pela Portos RS, a partir de dados coletados e compilados pelo setor de estatística da Empresa Pública.

O Porto do Rio Grande apresentou crescimento de 6,04% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 15.833.814 toneladas. Ao longo desses cinco meses, passaram pelo cais público e pelos terminais privados do distrito industrial 1.280 embarcações, total que engloba navios mercantes e barcaças.

A lista de mercadorias com variação positiva das movimentações é puxada pela soja em grão, com aumento de 88,64%, seguida pela ureia (32,91%), pelo fosfato (31,56%), pelo farelo de soja (19,05%) e pelo cloreto de potássio (11,44%). O fluxo de contêineres também apresentou aumento de 10,21% e atingiu 244.649 unidades.

Com relação à origem das importações, a Argentina segue na liderança, com 456.247 toneladas. Ela é acompanhada pela China (398.655t), Canadá (283.904t), Marrocos (236.153t), Arábia Saudita (233.202t), Estados Unidos (227.933t), Rússia (207.704t), Peru (173.901), Alemanha (135.049t) e Argélia (132.602t), nessa ordem.

Quanto ao destino das exportações, a China é a primeira colocada com 2.032.401 toneladas movimentadas. A lista é seguida pela Indonésia (765.623t), Vietnã (434.679t), Portugal (397.950t), Estados Unidos (391.559t), Arábia Saudita (358.601t), Marrocos (336.021t), Espanha (281.470t), México (230.155t) e Tailândia (229.936t).

Porto de Pelotas

O Porto de Pelotas recebeu, ao longo desse período, 214 embarcações, todas elas barcaças utilizadas para o transporte de mercadorias na hidrovia da Lagoa dos Patos. No total, foram 520.554 toneladas, divididas entre 436.732 toneladas de toras de madeira e outras 83.822 toneladas de clínquer, o cimento em sua fase bruta de fabricação.

Porto de Porto Alegre

De janeiro a maio de 2023, passaram pelo Porto de Porto Alegre 52 embarcações, transportando mercadorias e insumos considerados importantes para a economia. Nesse período, foram 216.082 toneladas de insumos para a produção de fertilizantes, 36.854 toneladas de cevada, 28.577 toneladas de sebo bovino, 7.703 toneladas de trigo e outras 219 toneladas de carga geral.

Granéis sólidos no topo das movimentações

Entre as principais movimentações dos portos públicos gaúchos nos cinco primeiros meses do ano estão os granéis sólidos, que atingiram 10.058.915 toneladas. No Porto do Rio Grande, foram 9.714.454 toneladas, em Pelotas 83.822 toneladas e em Porto Alegre 260.639 toneladas. Na sequência, aparecem as cargas gerais, com 4.445.461 toneladas, e granel líquido, com 1.702.476 toneladas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2023 0 Comentários 489 Visualizações
ovos
Business

Mercado de ovos: instável, mas promissor

Por Gabrielle Pacheco 14/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em 2020, o setor de ovos viveu oscilações em curto intervalo de tempo. Com isso,  os preços dos produtos alcançaram níveis históricos, rentabilizando os produtores. No entanto, em outros momentos, o restabelecimento dos antigos valores trouxe dificuldades para quem depende do milho e da soja — commodities que vêm registrando forte alta e têm um peso significativo na produção.

Os efeitos devastadores da pandemia alcançaram o Brasil a partir de março. Porém, o aumento nos custos para o enfrentamento do “novo normal” foi compensado pelo crescimento do consumo de ovos ainda no fim do primeiro trimestre. Assim, segundo o Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA),  Ricardo Santin, o monitoramento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) chegou a registrar elevação acima de 30% no valor da caixa de 30 dúzias de ovos.

Entretanto, enquanto o preço e a oferta de ovos voltavam à normalidade, os valores dos grãos começaram a decolar. O milho, por exemplo, alcançou R$ 80 por saca. Em algumas praças, o patamar dobrou em um ano. Com grãos em estoque, alguns produtores conseguiram mitigar esses efeitos. Outros sofreram com a margem apertada, e o aumento nos custos chegou ao bolso do consumidor.

Expectativas para o setor

A boa notícia é que os indicadores não apontam para retrações neste ano. O consumo per capita deverá superar 250 unidades — acima da média mundial de 230. Projeções preliminares indicam que a produção fechará 2020 com 54 bilhões de unidades. Rio Grande do Sul e Espírito Santo reforçaram seu espaço no mercado, que tem São Paulo na liderança. O RS está em quinto lugar no ranking, respondendo por 8% da produção nacional. Nesse contexto, destacam-se dois municípios: Salvador do Sul e Farroupilha.

As exportações de ovos também devem melhorar. Com a retomada das viagens internacionais, a previsão é de que os negócios com os Emirados Árabes, nosso maior mercado, incremente suas compras — já que o turismo é um dos principais fatores de demanda do produto brasileiro. Além disso, o México abriu as portas para nossos ovos processados. Falta apenas a publicação do Certificado Sanitário Internacional (CSI), pelo Brasil, para que tenhamos acesso ao mercado com o maior consumo per capita do planeta.

Com isso, a expectativa é que 2021 seja um ano menos complexo. Entretanto, neste “novo normal”, precisamos ter a capacidade de adaptação a um quadro dinâmico e com custos não sazonais. Os indicadores apontam para grãos com valores sustentados no próximo ano, o que garantiria uma certa previsibilidade. Assim, nesse cenário complexo, o produtor que fizer um planejamento atento às mudanças no mercado estará preparado para se ajustar às novas demandas.

Foto: Divulgação | Texto: Ricardo Santin
14/12/2020 0 Comentários 556 Visualizações
Afubra
Business

Afubra inova com instalação de unidade de grãos

Por Gabrielle Pacheco 27/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) tem como objetivo incentivar a diversificação, bem como garantir a segurança de seu associado e do Sistema Mutualista. Assim, no fim da década de 1950, criou-se o Departamento de Fomento Agropecuário que, a partir de 1994, tornou-se a Agro-Comercial Afubra Ltda, para também incentivar novas cadeias produtivas. “A Afubra sempre procura planejar ações e atividades que tragam benefícios aos seus associados; que ofereçam caminhos, com segurança, para a diversificação das propriedades rurais”, enfatiza Benício Albano Werner, presidente da Afubra.

Além disso, a Agro-Comercial Afubra Ltda., com a comercialização de insumos agrícolas de qualidade para diversas culturas e sua equipe que presta assistência técnica a campo, também busca oferecer caminhos para a diversificação das propriedades rurais. Para isso dá mais um passo com a construção de uma unidade de recebimento de grãos, observando o comportamento do agronegócio que no Brasil está vivendo seu melhor momento, apesar da pandemia da Covid-19.

Mercado de grãos

O mercado de grãos, nos últimos anos, vem batendo recordes de produção e de exportação. Segundo previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos está estimada em 268,7 milhões de toneladas, superando em cerca de 11 milhões de toneladas a última safra. O milho, por exemplo, tem colheita prevista para atingir 105,2 milhões de toneladas (aumento de 2,6% sobre a safra anterior). Já no mercado da soja a estimativa de produção é ainda mais otimista, podendo chegar a um aumento de 7,1% em relação à última safra. A expectativa é que, nesta safra, o plantio de cereais ocupe cerca de 66,8 milhões de hectares. Estes números mostram a importância da diversificação na propriedade, seja ela para consumo próprio ou para agregar renda.

“A expansão do mercado de grãos mostra que eles são uma boa alternativa de diversificação das propriedades rurais, independentemente de serem pequenas ou grandes, em área. Por isso, a Afubra, abre mais um ramo de atividade, trazendo benefícios, tanto para a entidade como para os associados e clientes”, explica Romeu Schneider, diretor-presidente da Agro-Comercial Afubra Ltda.

A obra da unidade de grãos está sendo realizada pela empresa Kepler Weber, contratada por ter a melhor proposta, na propriedade agrícola anexa ao Parque da Expoagro Afubra, localizada no município de Rio Pardo/RS. A unidade pretende atender associados e clientes das regiões da Matriz (Santa Cruz do Sul) e das filiais de Venâncio Aires, Candelária e Cachoeira do Sul. Com a concretização do Projeto estuda-se a expansão da atividade para filiais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2020 0 Comentários 618 Visualizações
Business

Safra de grãos 2020 deve bater recorde de toneladas

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, apontam que a safra nacional de grãos de 2020 deve bater o recorde de 240,9 milhões de toneladas. As estimativas iniciais preveem uma redução de 7,5% na produção do milho e um crescimento de 6,7% na produção da soja. Entre os cinco produtos de maior peso na safra, são esperados três recuos na produção.

Em relação à segunda safra do milho, a queda esperada é de 9,8%, enquanto para a primeira safra do grão espera-se um recuo de 0,8%. Sobre a primeira safra do feijão, espera-se uma redução de 0,3%. As variações positivas serão do algodão, com alta de 2,0%; arroz, com elevação se 1% e soja, com salto de 6,7%. Já para este ano, a safra nacional deve atingir 240,8 milhões de toneladas, sendo maior que o recorde de 2017, com 2,4 milhões de toneladas a mais produzidas.

O aumento foi puxado pelo milho, que deve alcançar uma produção recorde de 100,2 milhões em 2019, o que representa um aumento de 23,2% frente a 2018. O algodão também deve bater um recorde da série história do IBGE. Na safra deste ano, a produção deve chegar a 6,9 toneladas, um aumento de 39,8% na relação com o ano anterior. Porém, a produção de soja e o arroz diminuiu.

A estimativa aponta para uma colheita de 113,2 milhões de toneladas do grão em 2019, o que representa uma retração de 4% em relação ao ano passado. Já o arroz teve queda na produção por consequência da redução de 9,5% na área plantada e de 12% na área a ser colhida. Com isto, estima-se uma produção de 10,3 milhões de toneladas, um recuo de 12% em relação ao ano passado. O levantamento aponta também que, neste ano, a área a ser colhida deve ser de 63,2 milhões de hectares, o que representa um crescimento de 3,7% frente à área colhida em 2018.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 518 Visualizações

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