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governo do RS

Variedades

Governo entrega mais de 11 mil cestas básicas a populações vulneráveis

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para ajudar as populações que mais sofrem com a pandemia da Covid-19, o governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), entregará mais de 11 mil cestas básicas para indígenas, quilombolas, comunidades LGBT e povos de terreiro (pessoas, em sua maioria de origem afro-brasileira, ligadas às comunidades religiosas de matrizes africanas) do Rio Grande do Sul. O valor do investimento é de R$ 1,315 milhão, fruto de recursos próprios da pasta e também de destinação do Fundo de Defesa do Consumidor.

“Além de termos distribuído kits de alimentos para nossos alunos da rede estadual, queremos ajudar as populações que mais sofrem com a pandemia da Covid-19”, reforçou o governador Eduardo Leite, ao anunciar a medida durante transmissão ao vivo pela internet nesta terça-feira, 12.

O início do transporte dos materiais ocorreu nesta terça, em parceria com Exército, Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Fundação Nacional do Índio (Funai), Emater/RS e Defesa Civil. A primeira carga, de 2.160 cestas básicas, foi carregada no Atacadão RS, em Gravataí, destinada para a comunidade indígena da região de Tenente Portela e de Osório. Ao todo, mais de 280 toneladas de alimentos serão levadas para as quatro populações, em todas as regiões do Estado.

“O governo do Rio Grande do Sul tem o compromisso de estar próximo de quem é afetado pela pandemia. Precisamos garantir que as populações mais vulneráveis consigam atravessar esse período sem passar fome”, ressalta o secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Catarina Paladini.

Para garantir a segurança sanitária dos kits, a Secretaria Estadual da Saúde forneceu os materiais necessários para a higienização das cestas. Diversas prefeituras, por meio das suas secretarias de Assistência Social, contribuíram para o desenvolvimento do projeto.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2020 0 Comentários 420 Visualizações
Variedades

Agricultura apresenta dados e caminhos para Estado ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os próximos passos para o Rio Grande do Sul ser declarado zona livre de aftosa sem vacinação foram apresentados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) nesta quinta-feira, 7. A pasta também informou os resultados preliminares da campanha antecipada de vacinação contra a febre aftosa, realizada de 16 de março a 24 de abril.

Neste ano, os pecuaristas gaúchos vacinaram 90,1% do rebanho de 11.254.305 de animais, de um total de 12.492.170 de bovinos e bubalinos. Os dados ainda estão sendo computados pela Seapdr e serão finalizados até 29 de maio. “O percentual de 85% já é considerado satisfatório, e a cobertura vacinal deve ser maior”, afirmou o secretário Covatti Filho, durante transmissão por rede social na manhã desta quinta, 7.

Conforme o secretário, a decisão pela suspensão da vacinação contra a febre aftosa depende do trabalho técnico do Departamento de Defesa Agropecuária para implementar e manter as ações de controle da enfermidade, da anuência do Ministério da Agricultura por meio de auditorias, do interesse e comprometimento dos setores produtivos no processo e da articulação política – Executivo e Legislativo – para a sustentabilidade do programa. “Estamos preparando a secretaria para a mudança de status sanitário. Queremos tornar o Estado livre de aftosa, livre de vacina e livre para crescer e abrir mercados mais exigentes e que remuneram melhor”, ressaltou Covatti.

Evolução do status sanitário

Neste mês de maio, se inicia a contagem de um ano da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) para a certificação. Logo após, em agosto, o Ministério da Agricultura fará a supervisão de acompanhamento do plano de ação e marcará nova auditoria para setembro. Em seguida, o ministério deve realizar nova auditoria e encaminhar pedido para deliberação da OIE, em outubro. Daqui a um ano, em maio de 2021, a OIE pode reconhecer o Rio Grande do Sul como Estado livre de aftosa sem vacinação

Medidas do Estado

O Estado já apresentou o plano estratégico e os projetos técnicos e de planejamento para defesa de sanidade animal, com vigilância ativa, análise de rede e cuidados com a fronteira. De acordo com o secretário, a mudança de status sanitário será uma decisão técnica, não política. “Estamos trabalhando tecnicamente em consonância com entidades representativas do setor e órgãos governamentais e de fiscalização. Todas as decisões serão com base em análises técnicas”, garantiu Covatti.

A Seapdr elaborou plano de ação para atender as ações apontadas em relatório final de auditoria do Ministério da Agricultura. O plano contém 18 medidas, a maioria envolvendo correções de procedimentos como preenchimento de documentos e relatórios.

Os dois principais apontamentos dizem respeito à contratação de 150 auxiliares administrativos para ampliar o quadro de pessoal e de fiscalização, além da compra de cem veículos, sendo 72 pelo Estado e 28 pelo governo federal. Segundo o secretário adjunto da Seapdr, Luiz Fernando Rodriguez Junior, o Estado deve atender as medidas dentro do prazo estipulado, que é em agosto deste ano.

A Seapdr também publicou instrução normativa proibindo venda e aplicação da vacina e impedindo o ingresso de animais vacinados no Estado nos próximos 12 meses. O prazo para digitação e envio dos relatórios oficiais da campanha de vacinação termina em maio.

Conforme a Seapdr, o custo anual estimado para a vacinação contra a febre aftosa é de R$ 228 milhões, considerando custos de vacina, logística, mão de obra e perda de peso dos animais – 20 milhões de cabeças, em duas etapas de vacinação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 780 Visualizações
Variedades

Com alta na participação feminina, força de trabalho do RS atinge maior patamar da história em 2019

Por Gabrielle Pacheco 28/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com 6,169 milhões de pessoas, a força de trabalho (FT) do Rio Grande do Sul registrou, no quarto trimestre de 2019, o maior patamar da história. O número representa acréscimo de 146 mil pessoas empregadas ou em busca de emprego no Estado na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Estes são alguns dos apontamentos do Boletim de Trabalho, divulgado nesta terça-feira, 28, pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag).

Elaborado pelos pesquisadores Guilherme Xavier Sobrinho e Raul Bastos, o documento é produzido com foco no Rio Grande do Sul a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O Boletim mostra que a Taxa de Participação na Força de Trabalho (TPFT) nos últimos três meses do ano passado chegou a 64,6% dos habitantes com 14 anos ou mais, somente 0,3 ponto percentual abaixo do nível máximo da série histórica, registrado no primeiro trimestre de 2017, e 1,2 ponto percentual acima do quarto trimestre de 2018.

A TPFT indica a porcentagem de pessoas em idade de trabalhar (14 anos ou mais) que estão empregadas ou em busca ativa de trabalho em relação ao número total de pessoas.

Entre as mulheres, a Taxa de Participação na Força de Trabalho chegou a 57,3%, ante 55% do último trimestre de 2018, alcançando o maior índice da história. O crescimento da participação das mulheres na força de trabalho foi registrado em todas as faixas etárias analisadas.

Entre os homens, a Taxa de Participação na Força de Trabalho permaneceu estável no quarto trimestre de 2019 (72,5% ante 72,6% no mesmo período de 2018). Por idade, a participação masculina apresentou oscilação positiva entre jovens (15 a 29 anos) e adultos (30 a 44 anos). Na faixa entre 45 a 59 anos, foi constatada redução e os com 60 anos ou mais permaneceram no mesmo patamar de 2018.

“O ano de 2019 registrou um processo de recuperação lenta na economia do país. Este movimento levou a uma maior participação no mercado de trabalho, evolução que foi captada na pesquisa”, destaca o pesquisador Raul Bastos.

Ocupação, desocupação e rendimentos

Em uma trajetória de recuperação, o nível de ocupação – que é percentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar – alcançou 60% da população ativa do Estado no quarto trimestre de 2019, alta de 1,5% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

De acordo com a pesquisa, 5,728 milhões de gaúchos estavam ocupados no final de 2019, o maior número da série histórica da Pnad Contínua. Em termos percentuais, o nível de ocupação ainda fica atrás do nível máximo da série, no quarto trimestre de 2013, quando chegou a 61,3%.

Novamente, o nível de ocupação das mulheres foi o que apresentou maior avanço, passando de 50% no final de 2108 para 52,3% em 2019. Entre os homens, o percentual da população ocupada ficou estável (68,4% em 2019 ante 68,2% em 2018).

A taxa de desemprego no Rio Grande do Sul encerrou 2019 representando 7,1% da população economicamente ativa, estável na comparação com o ano anterior, quando ficou em 7,4%. Em números absolutos, 441 mil gaúchos estavam desocupados no final do ano passado, ante 448 mil na mesma situação no quarto trimestre de 2018.

A queda na desocupação é registrada em praticamente todas as faixas etárias de ambos os sexos, com exceção dos homens entre 45 e 59 anos (passou de 3,2% para 3,5%) e as mulheres de 15 a 29 anos (de 17% para 17,6%). Na comparação com os homens da mesma faixa etária, as mulheres de 15 a 29 anos também enfrentam a situação mais adversa em termos de desocupação, já que a taxa de desocupação entre a população masculina foi de 11,7%, uma diferença de 5,9 pontos percentuais entre os sexos.

Outro destaque do Boletim de Trabalho mostra o peso relativo dos jovens na parcela de desocupados no Estado. Entre os homens, a população de 15 a 29 anos representou 56,7% do total de desocupados, e entre as mulheres chegou a 52,6% do total.

Quanto ao rendimento das pessoas ocupadas no Rio Grande do Sul, o valor médio mensal ficou praticamente estável quando comparado com o mesmo período de 2018, em R$ 2.507, alta de 1,5% e acima do registrado no Brasil (R$ 2.261).

No quarto trimestre de 2019, o valor médio da hora trabalhada apresentou variação positiva de 1,9% para homens e 2,2% para as mulheres. A diferença entre o rendimento de homens e mulheres se manteve praticamente estável, passando de 16% para 15,8% entre o final de 2018 e 2019.

“O que estes dados do Boletim nos mostram é um quadro de estabilidade na taxa de desocupação no Estado, causada pelo ingresso de pessoas na força de trabalho e o acréscimo no contingente de ocupados em ritmos semelhantes e, também, a desigualdade de gênero, que é especialmente acentuada na desocupação entre as mulheres jovens”, avalia Bastos.

Evolução do emprego formal 

Os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) da Secretaria do Trabalho, vinculada ao Ministério da Economia, apontam que entre 2004 e 2018 o número de empregos formais no Rio Grande do Sul acumulou crescimento de 32,2%, chegando a 2,9 milhões de vínculos de trabalho. Ao final do período analisado, foram 707 mil empregos a mais registrados no Estado, número que já contabiliza a perda de 209 mil vínculos registrados desde o ponto máximo da série, em 2014.

Ao longo de 15 anos analisados, o setor de Serviços foi o que apresentou maior variação no contingente de empregos (+63%), seguido do Comércio (+54,4%) e da construção civil (+41,1%).

Por faixa etária, a maior variação percentual na criação de empregos formais foi constatada na população com 65 anos ou mais (+254,8%). Apesar da maior taxa de avanço, a faixa representa apenas 1,5% do total de empregados formais gaúchos. O maior número de vínculos ficou com a população entre 30 a 39 anos, com 857.935 empregos, alta de 38,7% entre 2004 e 2018. O número de vínculos de vagas formais para os mais jovens (18 a 24 anos) viu a participação no todo cair 5,5% e representou em 2018 14,2% dos empregos, ante 19,7% em 2004.

A administração pública é o setor com a maior participação de pessoas com 50 anos ou mais (32,5% do total) e a menor participação de jovens até 24 anos (2,8%). A agricultura vem em seguida (25% e 13,4%) e o comércio é o setor com maior participação de jovens no total de empregados (25,7%).

Ainda de acordo com o Boletim, o ganho médio dos trabalhadores formais gaúchos avança consideravelmente conforme a faixa etária. Enquanto os empregados entre 18 e 24 anos recebem 52% do salário médio geral, quem tem entre 30 e 39 anos conta com vencimentos pouco acima da média (102,1%), percentual que segue crescendo até a faixa dos trabalhadores com 65 anos ou mais, que recebem 145% do salário médio.

“De forma geral, os dados da Rais nos permitem constatar um envelhecimento dos contingentes empregados, com a redução de participação dos mais jovens e incremento do estrato mais experiente”, destaca o pesquisador Guilherme Xavier Sobrinho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2020 0 Comentários 424 Visualizações
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