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Business

Atividade econômica é mais impactada na região metropolitana e na Serra, aponta Boletim da Receita

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A quarta edição do Boletim Semanal da Receita Estadual sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS do Estado apresenta como novidades uma análise dos efeitos por região do Rio Grande do Sul e novos indicadores de variação das vendas em curto prazo (14 dias) e médio prazo (28 dias). A finalidade é permitir uma visão regionalizada da crise sob a óptica das informações econômico-fiscais, bem como apurar a tendência do comportamento da economia, ou seja, se há expectativa de agravamento ou recuperação no desempenho. O Boletim, publicado na quarta-feira, 22, considera o período entre 16 de março e 17 de abril, está disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados, portal de transparência da Receita Estadual.

A avaliação por região é feita considerando a evolução do total de vendas a varejo no âmbito dos 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Corede) existentes no Rio Grande do Sul. A análise mostra que o patamar individual das quedas está associado ao nível de participação de cada unidade na produção industrial do Estado, tanto que as maiores reduções estão concentradas nos Coredes próximos da região metropolitana e da Serra.

Em termos relativos, o Corede Hortênsias, que abrange os municípios de Gramado e Canela, por exemplo, é o que apresenta as maiores reduções no nível de atividade econômica (-45% no acumulado dos últimos 28 dias e -43% nos últimos 14 dias). “Essa constatação reforça outras análises que indicam que o setor de turismo é um dos mais afetados pela crise”, afirma Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

A avaliação do desempenho acumulado de curto e de médio prazo (14 e 28 dias, respectivamente), ratifica a tendência de retomada gradual da atividade econômica revelada por outros indicadores, como a evolução semanal do valor das operações registradas dos documentos fiscais eletrônicos, do volume de combustíveis consumido e da atividade industrial.

Após registrar queda de 29% em 6 de abril (pior desempenho) o indicador de curto prazo estava em -25% no dia 17 de abril (última data de análise do Boletim), tendo superado o indicador de médio prazo, que está em -27%, no dia 15. “O fato do indicador de curto prazo estar melhor que o indicador de médio prazo demonstra esse cenário de redução do nível das quedas, embora ainda muito significativas”, pondera Ricardo Neves.

A avaliação desses indicadores por Coredes, no mesmo sentido, permite inferir que o comportamento de reação da atividade econômica foi observado em todas as unidades, com exceção do Corede Sul (composto por municípios como Pelotas e Rio Grande), que apresenta redução de 27% tanto no curto como no médio prazo.

Emissão de Notas Eletrônicas

Deppois de crescer 15,1% na primeira semana após as medidas de quarentena (16/3 a 20/3), possivelmente refletindo a preocupação da sociedade em estocar determinados produtos essenciais, a emissão de Notas Eletrônicas registrou quedas bruscas nas semanas seguintes, reflexo da diminuição do consumo em razão do isolamento social e das restrições de circulação, com ápice na semana de 28 de março a 3 de abril (-31,5%) e tendência de recuperação nas semanas de 4 a 10 de abril (-10,6%) e 11 a 17 de abril (-13,1%), comparando a períodos equivalentes de 2019.

No acumulado do intervalo (16 de março a 17 de abril), a redução média é de 18,8%, representando diminuição do valor médio diário emitido de R$ 2,14 bilhões no período equivalente em 2019 para R$ 1,74 bilhão em 2020, ou seja, cerca de R$ 400 milhões deixaram de ser movimentados, em operações registradas nas notas eletrônicas, a cada dia.

Consumo de combustíveis

As vendas de combustíveis no RS tamém estão melhorando o desempenho nas duas últimas semanas. No acumulado do período (16 de março a 17 de abril), o combustível com maior queda no volume de vendas segue sendo o etanol (-57,7%), seguido pela gasolina comum (-27,3%) e pelo óleo diesel S-500 (-19,2%). O óleo diesel S-10, por sua vez, apresenta avanço acumulado de 8%.

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados têm apresentado movimento de queda no período recente, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. A gasolina comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16 de março e passou ao patamar de R$ 4,07 no dia 17 de abril, última data de análise do Boletim.

Vendas a varejo

No acumulado, o impacto da Covid-19 é positivo para as vendas a consumidor final de medicamentos e materiais hospitalares (+11,4%) e produtos de higiene e alimentos (+2,8%). Para os demais produtos, entretanto, a queda continua brusca, totalizando redução de 45,6% no período. Somando as três categorias, a redução média chega a 24,1%.

No top 10 das mercadorias com maiores variações positivas do valor das vendas, ganham destaque produtos do setor de alimentos (como cereais, óleos, leite, carnes, frutas, hortícolas e peixes), da indústria química (como sabão para lavar roupa e álcool em gel) e do setor farmacêutico.

Nas maiores variações negativas do valor das vendas constam itens relacionados a vestuário, com as maiores quedas percentuais (na ordem de 80%), e veículos, com as maiores quedas em valores. Também aparecem máquinas e aparelhos elétricos, móveis, calçados e bebidas alcoólicas.

Visão por setores de atividade

Na última semana (11 a 17 de abril), a exemplo do que ocorrera nas três semanas anteriores, houve queda nos níveis de atividade da Indústria (-17%), do Atacado (-22%) e do Varejo (-28%). Essas reduções são significativas especialmente para o setor atacadista, que apresentou o pior resultado semanal desde o início da crise da Covid-19.

Visão por setores industriais

No acumulado, os setores da área de alimentação (arroz, aves e ovos, bovinos, leite, suínos e trigo) e de produtos de limpeza mantêm desempenho positivo. Os demais setores ainda apresentam reduções expressivas no nível de atividade, situando-se, em média, no patamar de 36%, pouco abaixo do observado até a semana anterior (-39%). As maiores quedas ocorrem nos setores Coureiro-Calçadista, Móveis, Têxteis e Confecção, Metalurgia e Veículos.

Arrecadação de ICMS

Após registrar desempenho positivo no início do ano, como resultado de uma série de medidas adotadas pelo fisco, sobretudo relacionadas à agenda Receita 2030, que consiste em 30 iniciativas para modernização da administração tributária gaúcha, a arrecadação do ICMS começou a sofrer os impactos da Covid-19.

Os efeitos se iniciaram no fim de março, ainda timidamente, fechando o mês com queda de 0,5%. Nos primeiros 15 dias de abril, entretanto, a repercussão foi acentuada, com redução de 16,5% frente ao mesmo período do ano passado. Dessa forma, o desempenho acumulado do ano (1° de janeiro a 15 de abril) passou a ser de -0,2% (até o fechamento de março era de +3,4%).

Em relação à análise por Grupo Especializado Setorial (GES), apenas sete segmentos apresentam crescimento no acumulado do ano e nove registram queda. No fechamento parcial de abril, por exemplo, apenas dois setores registram desempenho positivo, ratificando as demais análises do Boletim: Agronegócio (34,1%) e Produtos Médicos e Cosméticos (20,7%).

A expectativa é que os impactos sejam ainda maiores no restante do mês de abril, cuja análise consolidada será publicada na edição nº 6 do Boletim (em 6 de maio). O impacto total da pandemia tende a variar conforme a evolução da crise e os respectivos mecanismos de combate ao vírus.​ Além da repercussão na arrecadação de ICMS, analisadas neste Boletim, também são estimadas quedas na arrecadação de IPVA e de ITCD.​

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2020 0 Comentários 424 Visualizações
Saúde

Governo compra 1,9 milhão de máscaras para profissionais de saúde e segurança

Por Gabrielle Pacheco 23/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais de 1,9 milhão de máscaras e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) foram comprados pelo governo do Estado para profissionais da rede de saúde pública, servidores da segurança e agentes penitenciários, que atuam na linha de frente do enfrentamento à Covid-19. A aquisição totaliza o valor de R$ 16,3 milhões.

Na área da saúde, a finalidade é criar um estoque regulador para ser distribuído aos hospitais e municípios, via coordenadorias regionais, como uma reserva de emergência. A distribuição dos materiais começará logo que os fornecedores fizerem a entrega dos materiais adquiridos durante pregão eletrônico realizado na segunda-feira, 20.

Além das máscaras de proteção, fazem parte da compra luvas, óculos de segurança, álcool gel, aventais, capas de sapatos e toucas descartáveis.

A Secretaria da Saúde (SES) já distribuiu, desde o início da pandemia, mais de 872 mil unidades de máscaras protetoras e 1,1 milhão de luvas de procedimento látex, EPIs que foram recebidos do Ministério da Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/04/2020 0 Comentários 499 Visualizações
Variedades

Comando Rodoviário recebe 35 novas viaturas do governo

Por Gabrielle Pacheco 17/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em cerimônia restrita para evitar aglomeração, como recomendado neste momento de pandemia de Covid-19, o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) recebeu, na tarde desta quinta-feira, 16, 35 novas viaturas do governo do Estado. Com investimento de R$ 4,5 milhões, elas foram compradas por meio de convênio entre a Secretaria de Logística e Transportes (Selt), o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e a Brigada Militar.

Os 23 veículos Chevrolet S10 e as 12 motocicletas Yamaha XT1200 Super Teneré, entregues na sede do CRBM na capital, já estão com os equipamentos de proteção contra o coronavírus, com luvas, álcool em gel e máscaras de proteção facial. Além disso, os motociclistas receberam kits completos de proteção individual com novos capacetes, caneleiras, cotoveleiras, botas e luvas para inverno e verão.

Com 40 grupos divididos em todas as regiões do Estado, o CRBM tem a responsabilidade de realizar o policiamento rodoviário em 11,5 mil quilômetros de estradas. A distribuição das novas viaturas ocorreu de acordo com estudo prévio de necessidade de renovação da frota, substituindo modelos antigos para diminuir o custo na manutenção. Além disso, obedece ao critério de atendimento aos municípios elencados no programa RS Seguro, da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

O 1° Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, com sede em Passo Fundo, receberá sete viaturas, e 2° Batalhão Rodoviário, com sede em Cachoeira do Sul, oito picapes, assim como o e 3° Batalhão Rodoviário de Garibaldi. As 12 motocicletas serão utilizadas pelos policiais militares do Pelotão de Motos do CRBM.

O Daer e a Selt têm um convênio com a SSP e a BM, por meio do qual o CRBM faz a fiscalização e segurança nas rodovias estaduais. Nesse convênio, todo o custeio e o investimento são realizados através do orçamento do Daer.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2020 0 Comentários 430 Visualizações
Saúde

Estado recebe mais 37,7 mil testes rápidos para detecção de coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado recebeu na tarde desta quarta-feira, 15, mais um lote com 37,7 mil testes rápidos antígenos para identificação de novos casos de coronavírus. Eles serão destinados aos hospitais gaúchos. Esse tipo de teste pode ser feito a partir do terceiro dia da presença dos sintomas em pacientes que estiverem internados em leito clínico ou de UTI na rede de saúde. Ele serve para agilizar o processo de diagnóstico e também para testar profissionais de saúde que atuam em hospitais. Feito por meio da coleta de amostra de secreção respiratória, se o resultado der negativo, precisa seguir para análise do Laboratório Central do Estado (Lacen) para fazer o exame RT-PCR.

Outro teste rápido, também utilizado, é o de anticorpos que verifica a presença do vírus em até dez dias depois da ocorrência dos sintomas. Para a realização, é necessária a coleta de apenas uma gota de sangue, e o resultado fica pronto em até 20 minutos. Ele detecta a presença de anticorpos (IgG e IgM), que são defesas produzidas pelo corpo humano contra o coronavírus.

Testes de biologia molecular

Além dos testes rápidos, o Laboratório Central do Estado (Lacen) e outros privados credenciados permanecem realizando os testes de biologia molecular, que tem uma tecnologia capaz de identificar o coronavírus em pacientes logo no início da doença. Essa modalidade é usada para diagnosticar casos graves em internados com a Covid-19 e em profissionais de hospitais que estiverem em atendimento direto dos pacientes com síndrome respiratória aguda grave.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, informou que para a realização desses testes as parcerias com a área acadêmica estão em ampliação. O governo já conta com a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) para realização dos testes de biologia molecular, também chamados de RT-PCR, mais preciso com relação ao diagnóstico da Covid-19.

Com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que já foi celebrado um termo de cooperação, a expectativa é de se chegar à realização de 500 exames no início, podendo aumentar à medida que houver mais insumos. Arita afirmou que a perspectiva é ter um laboratório parceiro em cada uma das macrorregiões do Estado para a realização de exames RT-PCR.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 395 Visualizações
Variedades

Leite anuncia prorrogação do decreto de restrição até 30 de abril

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governador Eduardo Leite realizou na tarde desta quarta-feira, 15, mais uma transmissão ao vivo onde detalhou as estratégias do governo no enfrentamento do novo coronavírus até então e anunciou a manutenção do decreto de restrição até o próximo dia 30. A flexibilização deve acontecer a partir de então, com base no que for apurado em uma nova fase da pesquisa realizada pela UFPEL. Até lá, cidades de fora da região metropolitana e Serra Gaúcha, que concentram a menor parte dos casos, podem decidir sobre a abertura do comércio local.

Panorama

O governador começou a transmissão apresentando o panorama do novo coronavírus. Os dados apresentados mostram que O Brasil apresenta um cenário parecido, do ponto de vista de como o vírus se apresenta, com a Europa e os EUA e diferente dos países asiáticos. O Rio Grande do Sul também segue uma trajetória menos intensa na propagação da Covid-19 em relação a outros estados do Brasil, como SP e RJ.  O RS também ocupa o 3º lugar na lista dos estados com menor número de casos em relação à população total. Segundo Leite, o Estado também tem a terceira menor taxa de letalidade entre os estados selecionados pela pesquisa.

Segundo o governador, os dados positivos são possíveis devido à adesão da população aos hábitos de prevenção como higiene e isolamento social. Todos os indicadores apresentados estão disponíveis no site, atualizado em tempo real quanto ao número de casos e mortes no Estado, além dos dados por município.

“Uma crise sem precedentes, não apenas de saúde pública”.

Leite também agradeceu aos gaúchos pela aceitação da imposição do isolamento social, que deu tempo para que o governo pudesse estruturar o sistema de saúde. Com os dados apresentados, segundo Leite, é possível perceber que as decisões até então foram acertadas.

O estudo da UFPEL

Foram divulgados na transmissão os primeiros resultados do estudo inovador realizado pela UFPEL, em parceria com outras universidades em todo o RS. Foram aplicados testes na população de 9 cidades gaúchas, mapeando se as pessoas testadas já desenvolveram anticorpos à doença. A pesquisa deve servir como base para todas as decisões que serão tomadas a partir de agora.

Segundo as projeções, a cada 500 infectados, somente 65 são notificados. Para cada caso notificado, em cada uma das 9 cidades pesquisadas, existiam outros 4 não notificados. o que compactua com a ideia de que a grande maioria de pacientes não desenvolve sintomas e não procura o sistema de saúde. Desta forma, devem existir mais de  5,6 mil infectados no RS. Sobre o distanciamento social, os apontamentos foram de que 20% das pessoas continuam saindo de casa normalmente. 60% tem saído de casa somente em necessidades essenciais.

“Estamos preparando o estado para entrar em uma fase de distanciamento controlado”.

A decisão do governo, segundo o governador, é de seguir preparando os sistemas de saúde com base nos apontamentos das pesquisas e manter o decreto de restrição em vigor. A migração para um modelo de distanciamento controlado, mais flexível, deve acontecer após a consolidação de novos dados até o próximo dia 30.

Foto: Divulgação
15/04/2020 0 Comentários 453 Visualizações
Saúde

Governo do Estado lança o Observatório Covid-19 para reunir informações sobre o novo coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Observatório Covid-19, que integra o projeto Observatório da Inovação, foi lançado nesta terça-feira, 14, pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict). A página centralizará na internet as principais informações divulgadas e mapeadas pela Sict em relação ao novo coronavírus, como as cartas do comitê científico gaúcho, as lives do secretário Luís Lamb com especialistas e editais, financiamentos ou linhas de crédito em andamento para incentivo ao combate à Covid-19. Também estarão disponíveis os mapeamentos de iniciativas em universidades, ambientes de inovação e startups, além da plataforma de projetos do Inova RS.

A ação foi realizada em caráter emergencial, antes do lançamento do Observatório de Inovação, a fim de organizar sistematicamente o material levantado e contribuir para a criação de medidas e iniciativas que atenuem o impacto da atual pandemia. “A partir do acompanhamento e divulgação realizados pelo Observatório, podemos fomentar a construção de políticas públicas baseadas em evidências e tornar a secretaria uma referência em dados”, afirma Lamb.

Observatório de Inovação

O projeto busca identificar e disponibilizar informações sobre o mapeamento do ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul de maneira organizada, com o propósito de subsidiar novas iniciativas e a tomada de decisão por parte do poder público e privado, empresas, instituições de ciência e tecnologia e sociedade em geral. Tem por objetivo o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e repositório sobre os principais conteúdos pertinentes à área de inovação, ciência e tecnologia, bem como estudos e relatórios relacionados aos demais projetos da SICT.

Para conferir o Observatório Covid-19, clique aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/04/2020 0 Comentários 617 Visualizações
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Governador aguarda resultados de pesquisa de amostragem rápida para definir situação do comércio

Por Gabrielle Pacheco 14/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a proximidade do fim do prazo determinado para a restrição do comércio no Estado, o governador Eduardo Leite informou, na transmissão ao vivo desta segunda-feira, 13, que aguarda dados técnicos para embasar as próximas decisões, que devem ser anunciadas na quarta-feira (15).

Entre sábado, 11, e segunda, 13, foram aplicados 4,5 mil testes rápidos em pessoas residentes em diversas regiões, de modo aleatório. A pesquisa do Estado, em parceria com cinco universidades federais, pretende aplicar 18 mil testes rápidos e, assim, determinar a prevalência do coronavírus no território gaúcho. A primeira leva de resultados será entregue ao Executivo entre os dias 14 e 15 de abril.

“Tendo os resultados dessa pesquisa, poderemos apresentá-los publicamente e utilizá-los como subsídio para decisões. Nossa política é baseada nas evidências científicas, e nossas decisões serão tomadas com base no resultado dessa pesquisa, nas recomendações do Comitê Científico e no sistema que implementamos com dados de internações hospitalares”, afirmou Leite.

O governador fez um apelo à população para que, tomando todos os cuidados, receba os pesquisadores que, por vezes, estarão acompanhados pela Brigada Militar ou pela Guarda Municipal.

Na quinta-feira, 9, o governo do Estado decretou a obrigatoriedade, por parte de hospitais das redes pública e privada, de registro de taxa de ocupação, número de respiradores e de pacientes internados com suspeita ou confirmação de coronavírus. Até o momento, 180 dos cerca de 300 hospitais já preencheram esses dados.

Novidades sobre as especificações de restrições ao comércio no Estado serão anunciadas na quarta-feira (15), quanto todos esses resultados e informações estiverem à disposição do Executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2020 0 Comentários 390 Visualizações
Saúde

Estado recebe R$ 260,8 milhões de recurso extra do Ministério da Saúde

Por Gabrielle Pacheco 14/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Na transmissão ao vivo direto do Gabinete de Crise no Centro Administrativo Fernando Ferrari, na capital, o governador Eduardo Leite anunciou, nesta segunda-feira, 13, o repasse de R$ 260,8 milhões em recurso extra, do Ministério da Saúde, para enfrentamento da Covid-19.

Desse total, R$ 79,4 milhões ficarão com o Estado e R$ 181,4 milhões serão repassados às prefeituras. “No Estado, será incremento à média e alta complexidade, e nos municípios, em piso de atenção básica (PAB) e de média e alta complexidade. Por isso, precisamos contar com as parcerias das cidades para garantir o atendimento a toda a população”, explicou o governador.

A verba liberada pelo Ministério da Saúde serve, de acordo com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, como uma espécie de 13º. “Os recursos serão enviados para municípios em gestão plena, para municípios que só recebem o MAC (média e alta complexidade) junto como PAB e para outros que só recebem o PAB. Os R$ 79,4 milhões que ficarão sob gestão estadual serão direcionados a hospitais contratualizados pelo Estado”, detalhou. Dos R$ 181,4 milhões enviados às prefeituras, R$ 161,7 milhões serão para MAC e R$ 19,7 milhões, para PAB.

Na manhã desta segunda, 13, a secretária Arita se reuniu com o presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS), Diego Espíndola, e com a diretoria do conselho.

“O recurso deve ser aplicado prioritariamente para complementar a rede assistencial. Dividiremos a responsabilidade da compra de leitos da rede privada com municípios de gestão plena”, detalhou Arita.

Por exemplo, as três cidades com mais casos confirmados – Porto Alegre, Caxias do Sul e Bagé – receberão, respectivamente, R$ 64,5 milhões, R$ 10,2 milhões e R$ 1,36 milhão. “Dentro do plano de contingenciamento, manteremos o funcionamento daquilo que é necessário e ampliaremos a capacidade instalada”, explicou a secretária.

O Estado prevê, como plano de aplicação dos R$ 79,4 milhões, a compra de equipamento de proteção individual (EPIs) para estoque regulador e contratos de novas UTIs e de leitos privados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2020 0 Comentários 541 Visualizações
Business

Quase metade da força de trabalho do RS pode sofrer impactos da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 13/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Mais de 2,6 milhões de gaúchos que formam as categorias consideradas economicamente as mais vulneráveis, em torno de de 43% da força de trabalho do Rio Grande do Sul, estão diretamente sujeitos a impactos das medidas de isolamento social necessárias para conter o avanço da Covid-19.

Desse contingente de empregados informais, desocupados e trabalhadores por conta própria, a estimativa é de que 598 mil pessoas estariam aptas, pelos ganhos que tinham antes pandemia, a receber as três parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 por mês do governo federal.

Essas projeções fazem parte de um estudo elaborado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) com o propósito de monitorar os efeitos do vírus sobre a atividade econômica no RS e oferecer subsídios às decisões do governo do Estado.

Desenvolvido por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), o trabalho indica que, dos grupos considerados como economicamente vulneráveis, os trabalhadores por conta própria que não contribuem para a previdência e os empregados sem carteira assinada têm o menor salário mediano: R$ 1.000. Isso significa, conforme o levantamento junto aos dados mais recentes da Pnad Contínua do IBGE, que a ajuda de R$ 600 compensaria entre 30% e 60% do rendimento mediano dos trabalhadores informais no Estado.

Além dos 239 mil beneficiários do bolsa-família, o estudo projeta cerca de outros 359 mil gaúchos poderão atender os requisitos que ficaram estabelecidos no programa federal, entre eles ser maior de 18 anos e renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo.

Esse contingente de vulneráveis economicamente aptos aos R$ 600 estaria dividido entre 86 mil de informais, 129 mil que trabalham por conta própria e 144 mil desocupados.

Antes da pandemia, força de trabalho do RS estava no seu maior patamar desde o início da série histórica, em 2012: um universo de 6,169 milhões de pessoas. A taxa de participação na força de trabalho, por sua vez, estava em 64,6% da população, muito próximo do atingido no ponto máximo da série (1º trimestre de 2017).

“Todos os indicadores nos mostram que a economia gaúcha vinha numa linha de recuperação da forte recessão que o país sofreu partir de 2015, mas que agora terá um forte revés por conta dessa situação que vem abalando todos os centros econômicos do mundo”, disse a secretária de Planejamento, Leany Lemos, que coordena o Comitê de Análise de Dados sobre os impactos e os principais desafios diante da pandemia.

O Comitê foi instituído pelo governador Eduardo Leite com a finalidade de reunir uma série de dados sobre diferentes áreas para orientar as ações prioritárias.

Por conta das características do perfil demográfico, o estudo também buscou informações sobre a faixa da população com mais de 60 anos de idade, considerada a de maior risco para a Covid-19.

Entre os idosos, 35,2% dos homens fazem parte da força de trabalho, frente a 17,6% das mulheres. A pesquisa apontou ainda, entre toda a População em Idade Ativa (PIA), há 72,5% de homens e 57,3% de mulheres.

Pequenas empresas

Houve também a preocupação em verificar o panorama das pequenas empresas em atividade no RS e as primeiras medidas de socorro da União para aliviar o baque no fluxo de caixa. Dos 212.450 estabelecimentos considerados, 68% estão no regime de tributação do Simples Nacional, sendo responsável por um terço dos empregos formais no Estado. Para 71% das empresas do Simples o número de funcionários fica entre um a quatro postos de trabalho.

“São empregos vulneráveis que, mesmo em curto prazo, podem ser destruídos na ausência de políticas públicas adequadas”, alerta o estudo. A atividade de comércio representa 45% das empresas. Mesmo com a alternativa de migrar para as vendas pela internet (e-commerce), o isolamento imposto pela quarentena representa perdas importantes.

O trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores Pedro Zuanazzi e Raul Bastos, que integra o DEE/Seplag, e contou com a participação do professor do Programa de Pós-Graduação da Unisinos, Guilherme Stein.

A equipe fez um alerta que todos os cenários são ainda de uma realidade de pré-crise do coronavírus e que ainda é cedo para dimensionar o tamanho do impacto sobre as pessoas mais vulneráveis.

“É preciso também avaliar quais serão os efeitos da crise para as grandes empresas e naqueles não classificados como economicamente vulneráveis”, ponderou Zuanazzi. Entre os próximos passos, acrescentam os pesquisadores, será importante acompanhar a evolução das demissões (pedidos de seguro-desemprego) por região e como irá se comportar a adesão aos programas de auxílio do governo federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2020 0 Comentários 471 Visualizações
Variedades

Eduardo Leite reduzirá o próprio salário em 30% nos próximos três meses

Por Gabrielle Pacheco 13/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ciente de que muitas pessoas serão afetadas economicamente pelas medidas de segurança quanto à propagação do coronavírus, o governador Eduardo Leite anunciou, na manhã da última sexta-feira, 10, em transmissão ao vivo, que reduzirá a própria remuneração em 30% pelos próximos três meses.

“A atividade econômica se reduz e isso vai impor dificuldades para muitas pessoas, que terão seus negócios prejudicados e seus empregos afetados. Não considero justo que aqueles que servem à população fiquem imunes a essas dificuldades. Não se trata de demagogia, é uma questão objetiva. A sociedade está pagando com o custo econômico da sua própria atividade, e estamos todos em uma mesma situação que impõe medidas de sacríficos pessoais”, esclareceu Leite.

A medida acompanha a própria queda de arrecadação do Estado. A Secretaria da Fazenda projeta, para o mês de abril, queda de 30% a 35% na arrecadação, tendência que deve se estender pelos meses de maio e de junho. Na quinta-feira, 9, o governador expôs esse cenário aos deputados estaduais e os chefes dos Poderes, dando transparência sobre o assunto ao avisar que, possivelmente, a queda na receita do Estado impactará negativamente no repasse dos duodécimos.

Na administração econômica, há um princípio de irredutibilidade de salários. Por isso, o chefe do Executivo não pode determinar a redução do salário de servidores. No entanto, recomentou que o secretariado tome a mesma atitude, de modo a dar o exemplo como gestores públicos. Os valores serão devolvidos ao caixa do Estado e poderão ser utilizados em ações de combate ao coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2020 0 Comentários 489 Visualizações
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