Mais vistas
23ª Expoagro Afubra: Produtores contam suas histórias de superação e...
Prêmio Exportação RS: Noko Química é agraciada com premiação da...
SindiTabaco orienta para uso de produtos recomendados na cultura do...
Paulo Guedes palestra na abertura do Salão Internacional de Avicultura...
Hamburgueria porto-alegrense aposta em novo formato
Prefeitura de Santa Cruz entrega primeira etapa do projeto de...
Projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania inicia novo ciclo no...
Pacientes oncológicos devem ser prioridade na vacinação contra Covid-19
40 anos do Programa Genético Uvas do Brasil
Projeto gaúcho lançado durante enchentes quer levar o RS ao...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

governo do estado

Variedades

Governo entra com ação contra a União no STF para impedir cobrança em duplicidade pela Receita Federal

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado ingressou com uma ação com pedido de liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir cobrança em duplicidade para Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Para reforçar a urgência do pedido, o governador Eduardo Leite, o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, se reuniram, por videoconferência, nesta terça-feira, 2, com o ministro Gilmar Mendes.

A Ação Cível Originária (ACO) nº 3404 foi protocolada pela PGE na noite da segunda-feira, 1º, e distribuída por sorteio a Mendes nesta terça.

“Além da cobrança indevida e que acarretaria prejuízos financeiros ao Estado, tememos uma série de consequências que a União pode nos impor, incluindo o corte de repasses. Isso seria extremamente prejudicial ao Estado especialmente agora, em meio ao combate ao coronavírus, e da grave crise fiscal que foi agravada pela pandemia”, destacou Leite na reunião com o ministro.

De acordo com o entendimento do governo, o Estado já repassa o valor destinado ao pagamento dos benefícios previdenciários dos servidores (cobertura de insuficiências financeiras e cota patronal das contribuições previdenciárias) pelo Instituto de Previdência do Estado (IPERGS). Portanto, a cobrança também via administração direta do Tesouro Estadual seria indevida, porque seria uma cobrança em duplicidade, já que o IPE é uma autarquia do Executivo.

A tributação exigida do Estado pela Receita Federal envolve R$ 820 milhões de pagamento do Pasep dos últimos cinco anos, mais 75% de multa sobre esse valor – o que somaria em torno de R$ 1,4 bilhão.

Além de ter de quitar esses valores, caso seja efetivada a determinação da Receita Federal, o Rio Grande do Sul teria de passar a pagar essa contribuição previdenciária de forma duplicada (via IPE e Tesouro) e perderia os parcelamentos em vigor, de R$ 350 milhões, e as chamadas transferências voluntárias da União, que são os recursos financeiros repassados pela União aos Estados e municípios em decorrência da celebração de convênios, acordos, ajustes ou outros instrumentos.

“Nós consideramos que temos elementos sólidos para anular a conclusão da Receita Federal, mas pedimos que, enquanto houver esse debate jurídico, que a liminar seja deferida para que não tenhamos de pagar os valores agora e evitemos as sanções, que são muito graves”, reforçou Costa ao ministro.

Gilmar Mendes afirmou que o processo chegou nesta terça-feira, 2, ao seu gabinete e que “passará a examiná-lo” imediatamente.

“Agradeço que prontamente tenha atendido à nossa demanda nessa audiência virtualmente para que pudéssemos externar a nossa preocupação, nossa angústia”, concluiu o governador.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 717 Visualizações
Variedades

Desburocratização da liberação de sistemas especiais de pagamento simplifica obrigações de contribuintes

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Receita Estadual implementou mudanças para garantir a desburocratização na prestação de dois importantes serviços relacionados a sistemas especiais de pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Com a medida – possibilitada pelo Decreto 54.844/2019, válido desde outubro do ano passado –, ficaram dispensadas as exigências de garantias e de apresentação de documentos para liberação desses sistemas em dois casos, simplificando também o processo de apuração do imposto para os contribuintes abrangidos.

A primeira situação está relacionada à liberação do sistema especial de pagamento para os transportadores de cargas, sendo aplicada na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual de cargas. Com isso, o transportador inscrito no Cadastro Geral de Contribuintes (CGC/TE) fica autorizado a efetuar o pagamento do ICMS decorrente dessas prestações no prazo diferenciado previsto no Regulamento do ICMS.

O outro caso é referente à antecipação do recolhimento do imposto no recebimento de mercadoria de outra unidade da federação, no tocante à diferença de carga tributária. Com isso, o estabelecimento comercial fica autorizado a não efetuar o pagamento do ICMS relativo à diferença de carga tributária previsto no Regulamento do ICMS, em operações cuja alíquota, na operação interestadual, seja superior a 4%. A diferença de carga tributária é a diferença nas cargas da operação interna e da operação interestadual no recebimento de mercadorias, não sujeitas à substituição tributária, de outra unidade da federação com destino à industrialização ou comercialização.

Segundo o subsecretário adjunto da Receita Estadual, Edson André Moura, a novidade era um pleito antigo de muitos contribuintes, principalmente das transportadoras, e tem proporcionado resultados positivos, servindo inclusive de inspiração para novas medidas. “Estamos eliminando algumas burocracias que não são mais necessárias e, com isso, melhorando os serviços prestados e simplificando as obrigações. Novas ações semelhantes já estão em andamento”, salienta.

A simplificação das obrigações tributárias dos contribuintes é uma das atuais prioridades da Receita Estadual, estando inserida no contexto da agenda Receita 2030, que consiste em 30 iniciativas para modernizar a administração tributária gaúcha. Também são esperados como resultado a transformação digital do fisco, a melhoria do ambiente de negócios, a redução de custos e o aumento da arrecadação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 636 Visualizações
Variedades

Novo vídeo sobre o Distanciamento Controlado mostra retorno de atividades em CFCs

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O retorno das atividades nos Centros de Formação de Condutores (CFCs) é o tema do episódio 8 da série especial sobre o distanciamento controlado no Rio Grande do Sul. Todos as reportagens estão disponíveis no canal do governo do Estado no YouTube.

No RS, os estabelecimentos responsáveis pelo processo de habilitação podem funcionar em todas as bandeiras. Nas cores amarela (risco baixo) e laranja (risco médio), o teto de operação é de 75% dos trabalhadores. Na vermelha (rico alto), o número de atendentes não pode passar de 50%. E na preta (risco altíssimo), apenas 25% podem trabalhar.

A Portaria 178, do DetranRS, autoriza os CFCs a oferecerem o curso de formação para a primeira habilitação na modalidade remota e estabelece as regras a serem cumpridas. As aulas práticas também estão de volta, mas com uma série de exigências de higienização nos veículos. Todos os detalhes que envolvem o processo de obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) podem ser conferidos nesse episódio.

Além de trazer exemplos de empreendedores que estão retomando suas atividades, os vídeos buscam esclarecer as regras e os protocolos que devem ser seguidos em cada setor econômico, de acordo com a cor de bandeira correspondente ao grau de risco de contaminação pela Covid-19.

Foto: DetranRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 520 Visualizações
Saúde

Força-tarefa da Secretaria da Saúde garante repasse emergencial de R$ 22,8 milhões a hospitais filantrópicos

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria da Saúde (SES) realizou uma força-tarefa na semana passada para garantir o repasse emergencial no valor total de R$ 22,8 milhões a 60 hospitais filantrópicos gaúchos, com recursos provenientes do Ministério da Saúde.

O governo federal anunciou os valores a partir da Lei 13.995/2020 e da Portaria MS 1.393. Porém, para que as instituições sob gestão estadual possam recebê-los, foi necessária a elaboração de um convênio com cada um dos 60 hospitais beneficiados.

Na manhã desta segunda-feira, 1º, ocorreu a assinatura do primeiro convênio, com o Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, de Cruz Alta. Os outros 59 documentos deverão ser assinados digitalmente pelos hospitais. Uma vez assinado o convênio, em poucos dias o dinheiro fica disponível para a gestão hospitalar.

“Tínhamos um tempo exíguo para realizar um instrumento jurídico, no caso convênio, para garantir que os hospitais recebam esse dinheiro tão importante nesses tempos de epidemia”, explicou a secretária-adjunta da Saúde, Aglaé Regina da Silva. “Fazer um convênio, mesmo que simplificado, não é tarefa fácil. É necessário juntar uma série de documentos. Nós estamos no meio de uma grande guerra: contra o coronavírus”, finalizou.

A força-tarefa envolveu diversos setores da SES, entre eles Departamento Administrativo, Departamento de Assistência Hospitalar e Ambulatorial, Assessoria Técnica de Planejamento, Assessoria Jurídica, Fundo Estadual de Saúde e as Coordenadorias Regionais da Saúde.

Assinatura dos convênios

O primeiro convênio, assinado nesta segunda-feira, garantirá o repasse de recursos extras no valor de R$ 770 mil ao Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, de Cruz Alta, para o combate ao coronavírus. Na ocasião, ainda foi assinado o termo aditivo com o São Vicente de Paulo para custear 10 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) enquanto o hospital não recebe habilitação do Ministério da Saúde e recursos de emendas parlamentares federais e estaduais, no total de R$ 1,5 milhão.

Assinaram os documentos a secretária da Saúde, Arita Bergmann, e o médico Sérgio Ruffini, por parte do hospital.

Mais recursos para o Estado

A Portaria MS 1.393 definiu, em uma primeira parcela, o repasse de R$ 49,4 milhões para 108 hospitais filantrópicos gaúchos (60 sob gestão estadual e 48 dos municípios). Desse valor, R$ 22,8 milhões serão repassados aos 60 hospitais sob gestão estadual. O restante, R$ 26,6 milhões, será destinado aos hospitais de municípios em gestão plena, que não necessitam firmar convênio com o Estado para receber a verba.

A segunda parcela será definida em uma nova portaria do ministério e levará em conta critérios epidemiológicos de disseminação do vírus, conforme informações divulgadas em 22 de maio.

Os recursos emergenciais são provenientes do governo federal e servem para o enfrentamento da Covid-19. Deverão ser aplicados na aquisição de medicamentos, suprimentos, insumos, produtos e equipamentos hospitalares. Também podem ser utilizados em pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos de terapia intensiva e na contratação e no pagamento dos profissionais de saúde necessários para atender à demanda adicional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 652 Visualizações
Variedades

Leite empossa novos secretários

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Anunciada na sexta-feira, 29, a primeira reforma administrativa no secretariado foi efetivada nesta segunda-feira, 1°, com a posse de dois novos secretários: Rodrigo Lorenzoni (Desenvolvimento Econômico e Turismo) e Mauro Luciano Hauschild (Justiça, Cidadania e Direitos Humanos).

A terceira mudança envolve a integração da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria de Governança e Gestão Estratégica (SGGE), que ficará a cargo do já titular da SGGE, Claudio Gastal. O ato simbólico de posse foi conduzido pelo governador Eduardo Leite no gabinete das duas pastas, que ficam no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), na capital.

“Fiz questão de vir pessoalmente, no gabinete que cada um de vocês vai assumir, para marcar o início de trabalho e dar as boas-vindas”, afirmou Leite.

Procurador federal e ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Luciano Hauschild assumiu oficialmente a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) no lugar de Catarina Paladini, que estava em agenda externa e não pode estar presente.

“É uma secretaria muito importante e, infelizmente, se tornará ainda mais relevante por conta da crise agravada pela pandemia de coronavírus. Com certeza, teu conhecimento e tua experiência serão fundamentais”, disse o governador.

Leite também ressaltou a contribuição dada por Paladini na condução da pasta nos primeiros 17 meses de gestão, à frente das fundações de Proteção Especial (FPE), Acessibilidade e Inclusão (Faders) e de Atendimento Sócio Educativo (Fase), além do trabalho com públicos vulneráveis. O ex-secretário deixou o cargo para se dedicar às eleições de 2020.

“Sei que os desafios são imensos, mas nosso esforço também será, principalmente o voltado às políticas públicas aos mais vulneráveis. Mesmo com poucos recursos, vamos buscar otimizá-los para entregar bons resultados para a população”, afirmou Hauschild.

Na sequência, o governador foi até a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), que será exercida por Rodrigo Lorenzoni, no lugar de Rubens Bender, que a ocupava interinamente. O novo secretário assume com o compromisso de intensificar o planejamento das estratégias de promoção de desenvolvimento no Estado e também terá a tarefa de preparar a separação das áreas de Desenvolvimento Econômico e Turismo.

Depois da separação, cuja data de finalização não está definida, Lorenzoni – que já foi secretário de Articulação e Apoio aos Municípios no início da atual gestão e, como deputado, colaborou na aprovação da Reforma RS na Assembleia Legislativa – comandará a pasta do Turismo.

“Costumo dizer que nunca deixei o governo, apenas troquei de sala, porque sempre trabalhei em prol dos projetos do governo. Assumo, agora, com esse desafio inicial de desmembramento, ao lado do secretário Bender, para em seguida focarmos nas medidas de desenvolvimento econômico e turismo do nosso RS”, ressaltou Lorenzoni.

O governador agradeceu pelo trabalho desenvolvido por Bender e disse que a divisão das pastas é justamente para que as ações possam ser mais direcionadas e efetivas, já que o setor será fundamental no período da retomada econômica pós-pandemia.

Rodrigo Lorenzoni

É médico-veterinário e concorreu ao cargo de deputado estadual pelo Democratas na eleição de 2018, ficando como primeiro suplente da coligação DEM-PSL. É pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com extensão na School of Business Administration da Universidade de Miami (EUA). Foi diretor de Incentivo ao Desenvolvimento da Metroplan e presidiu o Conselho Regional de Medicina Veterinária. Foi secretário de Articulação e Apoio aos Municípios do governo do Estado entre janeiro e março de 2019 e exerceu o mandato de deputado estadual até fevereiro de 2020.

Mauro Luciano Hauschild

Formado em Direito e Matemática, é mestre em Gestão de Sistemas de Seguridade Social (2014). É procurador federal licenciado (Advocacia-Geral da União). Foi ministro interino da Previdência Social (2012) e presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entre 2011 e 2012. Tem experiência na administração pública federal, tendo atuado como advogado-geral adjunto da União (2009) e chefe de gabinete de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) entre 2009 e 2011.

Mais mudanças

No comando da SGGE, Claudio Gastal está acumulando, desde esta segunda-feira, 1°, também a Seplag. Leany Lemos deixou o comando da pasta para ocupar uma das diretorias do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Como o Rio Grande do Sul será o próximo Estado a exercer a presidência rotativa da instituição, Leany será presidente e irá se tornar a primeira mulher à frente do banco.

Gastal já vinha liderando ações de gestão para o enfrentamento da pandemia, além de coordenar o processo de Monitoramento Estratégico, o movimento de governo digital do Executivo, e o Descomplica RS, projeto de desburocratização e estímulo ao empreendedorismo no Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 523 Visualizações
Variedades

Governança retoma os ciclos de acompanhamento dos projetos estratégicos da gestão

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Secretaria de Governança e Gestão Estratégica (SGGE) retomou a rotina de reuniões de acompanhamento estratégico com todas as secretarias do Executivo. Este ciclo é uma reavaliação do portfólio de projetos e das metas pactuadas para o Acordo de Resultados 2020, que consiste no acompanhamento das demandas definidas como estratégicas para serem executadas pelo governo, em frente aos novos desafios trazidos pelo coronavírus e a estiagem que afeta o Estado.

Em parceria com a Secretaria da Fazenda, foram analisados todos os 231 projetos já definidos. Os novos que serão inseridos no processo estão em avaliação até o fim desse mês. “Temos um olhar instantâneo. A Covid-19, estiagem, desenvolvimento econômico e a retomada das aulas são algumas das principais preocupações da população e do governo. Por isso, estamos promovendo essa evolução da estratégia, com enfoque em pautas prioritárias”, explica a secretária adjunta de Governança e Gestão Estratégica, Izabel Matte.

Após a definição, as demandas continuarão a ser monitoradas pela SGGE ao longo do ano, atualizando o status das ações. A pasta também oferece suporte à gestão dos projetos. Segundo o secretário Cláudio Gastal, a finalidade é melhorar os serviços prestados à população por meio de medidas como simplificação administrativa, modernização da gestão pública e integração dos serviços públicos, especialmente aqueles que podem ser prestados por meio eletrônico. Outros tópicos importantes são a retomada da economia e da competitividade.

“Projetos estratégicos são as demandas transformadoras, as mais significativas da gestão. São essas que estamos validando com cada secretaria. Esse acompanhamento é fundamental para efetivar as entregas que a sociedade espera de nós”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 480 Visualizações
Variedades

Cerca de 21 mil servidores civis poderão migrar para a Previdência Complementar com Benefício Especial

Por Gabrielle Pacheco 02/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Para consolidar a implementação de todas as etapas da reforma da Previdência no Rio Grande do Sul e atender a um compromisso das mesas de diálogo com servidores, o governo do Estado está construindo um projeto de lei complementar instituindo um Benefício Especial.

Discutida com deputados estaduais, representantes da União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública e chefes de Poderes durante esta segunda-feira, 1°, a proposta assegura ao servidor que optar por migrar do Regime Próprio para o Regime de Previdência Complementar o ressarcimento da contribuição previdenciária feita acima do teto do INSS.

“A implantação do Benefício Especial é uma continuidade da Reforma RS, a maior reforma estrutural feita no Brasil, e atende a um compromisso que firmamos com os servidores. O objetivo da medida é incentivar a migração dos servidores civis, que assim o desejarem, para o Regime de Previdência Complementar (RPC). Com isso, realizando mudanças profundas envolvendo todos os Poderes, buscamos o equilíbrio da gestão financeira do Estado”, disse o governador Eduardo Leite durante apresentação à imprensa, também nesta segunda-feira (1°/6).

A modalidade oferecida não engloba militares (ativos ou inativos) por não existir regime de previdência complementar aplicável a tais servidores. Quanto aos civis, não altera nada para os servidores já inativos, para aqueles que entraram no serviço público a partir de agosto de 2016 (pois já estão sujeitos ao teto do Regime Geral de Previdência Social – RGPS), nem para os servidores com remuneração atual abaixo do teto do RGPS.

Dessa forma, o Benefício Especial é voltado aos civis de todos os Poderes, entrantes antes de agosto de 2016, que recebam remuneração acima de R$ 6.101,06 e que estejam na ativa. Projeções da Secretaria da Fazenda indicam um público-alvo de cerca de 21 mil servidores.

A migração para o novo regime reduz os valores a serem futuramente pagos em aposentadorias e pensões pelos fundos previdenciários (Financeiro e de Capitalização), e é benéfica para o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema em longo prazo.

Porém, no curto prazo, esse efeito positivo não é observado, já que, em relação ao grupo de servidores que migrarem, há redução imediata de arrecadação da contribuição previdenciária, bem como da respectiva cota patronal, que passam a incidir somente sobre o teto do RGPS. Para mitigar esse impacto imediato, o Executivo também está propondo a reestruturação dos fundos de previdência dos servidores civis.

“A reestruturação permite que se evite esse impacto financeiro alto em curto prazo, sendo especialmente relevante neste momento em que estamos sendo impactados pelos efeitos da pandemia de coronavírus”, afirmou o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso.

Leite ressaltou que a proposta apresentada ainda é preliminar e que o governo está aberto a receber sugestões de parlamentares, de representante de entidades e demais Poderes.

“Queremos construir juntos a melhor solução, pensando sempre em promover mudanças para o futuro. Esse é nosso compromisso. Queremos deixar um legado”, afirmou o governador.

Lei Complementar aprovada em dezembro prevê Benefício Especial

Em dezembro de 2019, com a aprovação de Lei Complementar da Reforma da Previdência Civil no Rio Grande do Sul, ficou prevista a apresentação, pelo Executivo, de projeto de lei dispondo sobre a instituição de Benefício Especial para incentivar a migração ao Regime de Previdência Complementar, criado em lei estadual em 2015.

A inclusão desse item na lei foi um compromisso do governo com entidades representativas de servidores, agregando à reforma do Estado uma possibilidade que já existe na União, cujo regime de Previdência Complementar é de 2013 e conta com Benefício Especial para os que desejam migrar.

Para esse grupo de servidores que ganham acima de R$ 6.101,06, a migração é uma alternativa para que possam decidir qual regime previdenciário é mais vantajoso, conforme sua remuneração, tempo de contribuição e perfil de planejamento financeiro, tendo em vista que a Previdência Complementar conta com aportes do servidor e aportes patronais, gerando uma reserva individual e capitalizada no nome do servidor, aumentando, ainda, o conjunto de servidores que poderá valer-se do Plano gerido pela RS-Prev para complementar a aposentadoria.

Para os servidores vinculados ao Regime de Previdência Complementar, as novas alíquotas progressivas do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) incidirão sobre cada faixa de remuneração até o valor do teto do RGPS (hoje de R$ 6.101,06), sendo que a alíquota máxima que incide até esse valor é de 14% (alíquota máxima efetiva de 11,69%). Esse mesmo teto se aplica aos benefícios futuros de aposentadoria e pensão, que continuarão sendo pagos pelo fundo de previdência ao qual o servidor esteja vinculado (Fundo Financeiro ou Fundoprev/Civil).

No RPPS vigente, para quem não está vinculado ao Regime de Previdência Complementar, as alíquotas de contribuição ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) vão até 22% sobre o total do salário de contribuição (alíquota máxima efetiva de 16,78%). O servidor se aposenta com integralidade ou média dos salários de contribuição, dependendo da data que ingressou no serviço público (data de corte em dezembro de 2003).

Assim, quem está no regime de integralidade ou de média e optar pela Previdência Complementar passará a receber, quando de sua aposentadoria, o teto do INSS e, por meio do Benefício Especial, terá a garantia de uma compensação, no futuro, por suas contribuições no regime anterior.

Ou seja, no modelo proposto no RS, todas as contribuições feitas a mais até a data da migração, que excedem o teto do RGPS, serão corrigidas e revertidas em favor do servidor, quando da aposentadoria.

Quanto ao cômputo do Benefício Especial, o grupo de trabalho constituído especificamente para esse tema, com técnicos da Secretaria da Fazenda, Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e IPE Prev, propôs que o Benefício Especial a que o servidor terá direito é correspondente ao somatório de todos os excessos de contribuição previdenciária ocorridos desde março/2006 ou da data do seu ingresso no serviço público estadual, se posterior àquela, até a data da migração para o RPC/RS pelo servidor, corrigidos pelo IPCA. A partir daí, esse montante apurado (Benefício Especial) será reajustado pelo índice adotado para os benefícios do RGPS e assim, sucessivamente, ano a ano até a cessação do pagamento.

Em síntese, caso o servidor opte pela adesão ao RPC, há três efeitos

O primeiro é a redução imediata do desconto da contribuição previdenciária, que resultará em aumento de sua renda líquida mensal em seus contracheques. O segundo é o recebimento de compensação sob a forma de Benefício Especial a partir da aposentadoria. Por fim, há a alteração do pagamento previsto de sua aposentadoria passando a estar limitado ao teto do RGPS.

O servidor optante passa a ter também a possibilidade de complementar sua aposentadoria contribuindo à parte para a RS-Prev (na qual tem a vantagem de ter também a contribuição do Estado, limitada a 7,5%) ou qualquer plano privado, sob sua escolha (neste caso, sem a contrapartida do Estado).

A possibilidade de adesão ao Regime de Previdência Complementar, que está válida até 19 de agosto de 2020, será estendida por mais três anos a partir da lei que instituir o pagamento do Benefício Especial.

Reestruturação de fundos de previdência civis ajuda a viabilizar Benefício Especial

Em cenários estimados pelo grupo de trabalho técnico, que combinam diferentes níveis de migração variando de 10% a 100% dos servidores do público-alvo, o aumento dos gastos líquidos poderia ir de R$ 205 milhões a R$ 728 milhões a valor presente, no acumulado dos seis primeiros anos, valores extremamente elevados dada a situação fiscal, especialmente com a pandemia.

Adicionalmente, como a criação da Previdência Complementar (2016) foi posterior à criação do fundo de capitalização Fundoprev/Civil (2011), este fundo tem um grupo de servidores com regimes de benefícios heterogêneos, por incluir tanto aqueles cuja aposentadoria se dá pela média de salários de contribuição, sem vinculação com o teto do RGPS (entrantes entre 2011 e 2016), como outro grupo cuja aposentadoria já está limitada ao teto do RGPS (entrantes após agosto de 2016).

Dessa forma, tanto para mitigar o alto custo financeiro de transição com a oferta incentivada de migração com a previsão do Benefício Especial ao longo dos próximos anos, como para alinhar a data de corte do Fundoprev Civil com a data da opção obrigatória pela previdência complementar (agosto de 2016), está sendo proposta a reestruturação dos fundos de previdência dos servidores civis. Pela proposta, haverá transferência dos servidores civis com data de ingresso entre 18/7/2011 e 18/8/2016 do Fundoprev/Civil para o Fundo Financeiro, com correspondente transferência proporcional do Patrimônio Líquido.

As novas contribuições previdenciárias desses servidores (estimadas em R$ 134 milhões anuais), bem como as patronais, incluindo as acumuladas desde 2011 (estimadas em cerca de R$ 1,8 bilhão no fechamento de dezembro de 2019), passariam a compor ativos do Fundo Financeiro para pagamento das despesas previdenciárias de sua massa geral de servidores, devendo-se ressaltar que não irão para o Tesouro e nem serão depositadas no caixa único do Estado. Esses recursos permanecem vinculados ao pagamento de aposentadorias e pensões.

Com a mudança, ficam mantidos o regime e os fundos de capitalização tanto para os militares que ingressaram a partir de 18/7/2011 (vinculados ao Fundoprev/Militar) como para os civis que ingressaram após 18/8/2016 (Fundoprev/Civil). Importante destacar que as mudanças não afetam nenhuma regra do Plano RS Futuro, plano de benefícios da RS-Prev, fundação privada com a finalidade de administrar e executar planos de benefícios de caráter previdenciário complementar.

Pela proposta, serão realocados do Fundoprev/Civil para o Fundo Financeiro 17 mil vínculos, sendo 14 mil do Poder Executivo e cerca de 3 mil de outros Poderes e órgãos autônomos. Essa transferência do Fundoprev/Civil para o Fundo Financeiro não causará qualquer alteração na forma de cálculo de seus benefícios, aposentadorias ou pensões, nem nas suas contribuições previdenciárias presentes ou futuras, inexistindo qualquer impacto nos rendimentos brutos e líquidos desses servidores, seja enquanto ativos ou após sua aposentadoria.

Efeito combinado da proposta dependerá da migração

A proposta combinada da oferta de migração para o Regime de Previdência Complementar com o Benefício Especial e uma reestruturação dos fundos de previdência civil resultará em um maior equilíbrio financeiro e atuarial, em diferentes cenários de adesão, com impactos positivos a valor presente ao longo de 60 anos estimados entre R$ 16 bilhões e R$ 38 bilhões.

É mantido como está o fundo de capitalização tanto para civis entrantes após agosto de 2016 (mesma data de corte da previdência complementar obrigatória) como para militares (entrantes após 2011).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2020 0 Comentários 480 Visualizações
Variedades

Governador discute com União Gaúcha proposta de migração para Previdência Complementar com Benefício Especial

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de se reunir com deputados estaduais da base aliada, o governador Eduardo Leite discutiu, com representantes da União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, a proposta de incentivo à migração para a Previdência Complementar com um Benefício Especial e a reestruturação de fundos civis. A conversa ocorreu via videoconferência na manhã desta segunda-feira, 1º.

Antes de detalhar a proposta do Executivo, que busca incentivar servidores civis que estão em outro regime previdenciário a migrarem para o Regime de Previdência Complementar (RPC), o governador e o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, apresentaram um panorama das finanças gaúchas. Foram mencionadas ações feitas desde o início de 2019 na busca pelo reequilíbrio fiscal do Estado, cuja situação vinha melhorando e foi impactada pela crise provocada pela pandemia de coronavírus.

“Quando tivemos reuniões e conversamos sobre a reforma da Previdência, no ano passado, estabelecemos o compromisso de encaminhar a proposta em até 180 dias. É uma continuidade da reforma, um atendimento ao compromisso e uma evolução da reforma complementar de 2015”, explicou o governador.

De acordo com a Lei 15.429, de 2019 (reforma da Previdência), o prazo de 180 dias para que o Executivo apresente um projeto de lei complementar sobre a criação de um Benefício Especial se encerra neste mês de junho.

A proposta apresentada pelo governo é voltada aos servidores civis ativos de todos os Poderes, que ingressaram antes de agosto de 2016 e que recebem remuneração acima do teto do INSS, atualmente de R$ 6.101,06. Quem optar pela Previdência Complementar passará a receber, quando da aposentadoria, o teto do INSS e, por meio do Benefício Especial, terá a garantia de uma compensação, no futuro, por suas contribuições no regime anterior.

Como a migração para o novo regime reduz os valores a serem futuramente pagos em aposentadorias e pensões pelos fundos previdenciários (Financeiro e de Capitalização), é benéfica para o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema em longo prazo. Porém, no curto prazo, esse efeito positivo não é observado, já que, em relação ao grupo de servidores que migrarem, há redução imediata de arrecadação da contribuição previdenciária, bem como da respectiva cota patronal, que passam a incidir somente sobre o teto do RGPS.

Para mitigar esse impacto imediato, o Executivo também está propondo a reestruturação dos fundos de previdência dos servidores civis. “O Benefício Especial é uma continuidade da reforma e é vantajoso a longo prazo, mas traz gastos fiscais nos primeiros anos, motivo pelo qual apresentarmos a reestruturação dos fundos”, detalhou Leite. Em 21 de março, a proposta de Benefício Especial também foi apresentada ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

A União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública representa mais de 25 entidades. Por parte da União Gaúcha, participaram o presidente, desembargador Cláudio Martinewsk, e o secretário-geral Filipe Leiria, além do presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Orlando Faccini Neto.

Por parte do Executivo, também participaram o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, os secretários da Casa Civil, Otomar Vivian, e de Governança e Gestão Estratégica, Claudio Gastal, o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e o presidente do IPE Prev, José Guilherme Kliemann.

Mais detalhes

Às 16h desta segunda-feira, 1°, o governador vai conversar com a imprensa, por videoconferência, para detalhar a proposta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2020 0 Comentários 538 Visualizações
Variedades

Governo do Estado anuncia mudanças no secretariado

Por Gabrielle Pacheco 01/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Governo do Estado anunciou na última sexta-feira, 29, a primeira reforma administrativa no secretariado desde o início da gestão de Eduardo Leite. A mudança envolve três secretarias.

A secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, deixa o comando da pasta e será indicada para ocupar uma das diretorias do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Como o Rio Grande do Sul será o próximo Estado a exercer a presidência rotativa da instituição, Leany será presidente e irá se tornar a primeira mulher à frente do banco.

Uma das idealizadoras do modelo de Distanciamento Controlado adotado pelo Rio Grande Sul para enfrentar a pandemia da Covid-19, Leany seguirá na coordenação do Comitê de Dados e participando do Gabinete de Crise que gerencia as ações contra a doença, ocupando um cargo de assessoria do Gabinete do Governador até a aprovação do seu nome para a diretoria do banco.

O governador Eduardo Leite salientou a importância estratégica que o BRDE terá nas políticas de reestruturação econômica pós-Covid e lembrou o papel fundamental desempenhado por Leany na condução da reforma administrativa e previdenciária do Estado e nas ações de enfrentamento da pandemia até aqui.

A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria de Governança e Gestão Estratégica (SGGE) serão integradas. A nova pasta terá a condução de Claudio Gastal, atual secretário da SGGE. No comando da SGGE, Gastal já vinha liderando ações de gestão para o enfrentamento da pandemia, além de coordenar o processo de Monitoramento Estratégico, o movimento de governo digital do Executivo e o Descomplica RS, projeto de desburocratização e estímulo ao empreendedorismo no Estado.

A segunda mudança ocorre na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, que será exercida por Rodrigo Lorenzoni, no lugar de Rubens Bender, que a ocupava interinamente. O novo secretário assume com o compromisso de intensificar o planejamento das estratégias de promoção de desenvolvimento no Estado e também terá a tarefa de preparar a separação das áreas de Desenvolvimento Econômico e Turismo.

Depois da separação, cuja data de finalização não está definida, Lorenzoni – que já foi secretário de Articulação e Apoio aos Municípios no início da atual gestão e, como deputado, colaborou na aprovação da Reforma RS na Assembleia Legislativa – comandará a pasta do Turismo.

Conforme o governador Eduardo Leite, o setor também será fundamental no período da retomada econômica, e o novo secretário terá a missão de apoiar a valorização do Rio Grande do Sul como um destino turístico seguro.

A terceira mudança envolve a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). Catarina Paladini deixa o cargo a seu pedido. Ele vai se dedicar às eleições de 2020. Quem assume a pasta é Mauro Luciano Hauschild, procurador federal e ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O governador ressaltou a contribuição dada por Paladini na condução da pasta nos primeiros 17 meses de gestão. “Agradeço o olhar sensível e o empenho no desenvolvimento de todas as políticas da pasta”, disse Leite, ao se referir a Paladini.

Rodrigo Lorenzoni (Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo)

É médico-veterinário e concorreu ao cargo de deputado estadual pelo Democratas na eleição de 2018, ficando como primeiro suplente da coligação DEM-PSL. É pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com extensão na School of Business Administration da Universidade de Miami (EUA). Foi diretor de Incentivo ao Desenvolvimento da Metroplan e presidiu o Conselho Regional de Medicina Veterinária. Foi secretário de Articulação e Apoio aos Municípios do Governo do Estado entre janeiro e março de 2019 e exerceu o mandato de deputado estadual até fevereiro de 2020.

Mauro Luciano Hauschild (Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos)

Formado em Direito e Matemática, é mestre em Gestão de Sistemas de Seguridade Social (2014). É procurador federal licenciado (Advocacia-Geral da União). Foi ministro interino da Previdência Social (2012) e presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entre 2011 e 2012. Tem experiência na administração pública federal, tendo atuado como advogado-geral adjunto da União (2009) e chefe de gabinete de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) entre 2009 e 2011.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2020 0 Comentários 535 Visualizações
Variedades

RS aguarda liberação de auxílio financeiro federal

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul aguarda para os próximos dez dias a liberação da primeira de quatro parcelas, no valor de R$ 487 milhões cada, do auxílio emergencial para compensar as perdas de arrecadação devido à Covid-19, anunciou o governador Eduardo Leite durante a transmissão pelas redes sociais desta quinta-feira, 28.

Depois de passar duas vezes pela Câmara e outras duas pelo Senado, o projeto que estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (Lei Complementar 173/2020) foi sancionado na noite de quarta-feira, 27, pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Essa demora no repasse gera um desencaixe ainda maior no nosso fluxo de caixa. Quando recebermos a primeira parcela, de quase R$ 500 milhões desta ajuda, já teremos perdido mais de R$ 1,2 bilhão do que ficaria no caixa do Estado”, avaliou Leite.

Esse “desencaixe de fluxo” compromete o pagamento de compromissos do governo, entre eles a folha do funcionalismo público. A opção do Estado tem sido priorizar os compromissos na área da saúde, especialmente devido à pandemia, mas sem deixar os demais de lado.

Nesse sentido, durante a transmissão ao vivo, o governador anunciou que, devido a uma revisão no fluxo de caixa do Tesouro, será possível quitar mais uma parcela dos salários dos servidores na sexta-feira, 29.

“O auxílio federal não é suficiente diante das perdas que já tivemos e das que teremos, mas não deixaremos de fazer todo o esforço pra atender aos compromissos do Estado”, frisou Leite.

O secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, ressaltou que, além das perdas brutas de R$ 689 milhões em abril e de encerrar maio com queda na arrecadação de R$ 880 milhões, incluindo as parcelas pertencentes aos municípios, a projeção é de que em junho haja mais retração, estimada entre R$ 700 milhões e R$ 750 milhões.

“As perdas de arrecadação são muito expressivas e não afetam só a nós, o Estado, mas a todas as prefeituras, o que prejudica a gestão em todos os níveis. Por isso, quanto mais rápido o recurso chegar, melhor será para todos nós”, reforçou Cardoso.

Recursos

O governo estadual receberá R$ 1,95 bilhão divididos em quatro parcelas mensais de recursos livres e outros R$ 260 milhões, também em quatro parcelas, para uso específico em saúde e assistência social. Tais montantes serão exclusivos para o Tesouro Estadual, uma vez que as prefeituras também receberão diretamente auxílio federal, repartidos conforme a população.

Além do auxílio financeiro, o projeto suspende o pagamento da dívida com a União até dezembro deste ano, medida que não beneficia o Rio Grande do Sul, que em 2017 obteve uma decisão judicial para interromper o desembolso de recursos para esse fim. O Estado também poderá buscar renegociação de dívidas com o sistema financeiro, suspendendo o pagamento das prestações em 2020. Dívidas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal representam cerca de R$ 14 milhões por mês.

O projeto estabelece, ainda, alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em situações de calamidade pública e restrições para aumentos nas despesas de pessoal até o fim de 2021.

O presidente sancionou o projeto com quatro vetos: exceções que tinham sido inseridas pelo Congresso para aumentos salariais do funcionalismo até o fim de 2021, possibilidade de suspensão unilateral do pagamento de dívidas com bancos e organismos internacionais garantidas pela União, extensão de prazos de validade de concursos públicos e prazos de refinanciamento de contribuições previdenciárias de municípios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2020 0 Comentários 538 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    23ª Expoagro Afubra: Produtores contam suas histórias de superação e inovação no campo

  • 2

    Prêmio Exportação RS: Noko Química é agraciada com premiação da ADVB-RS

  • 3

    SindiTabaco orienta para uso de produtos recomendados na cultura do tabaco

  • 4

    Paulo Guedes palestra na abertura do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura

  • 5

    Hamburgueria porto-alegrense aposta em novo formato

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO