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governo do estado

Política

Governador Leite visita Centro Administrativo e projeta reabertura para dia 15 de julho

Por Jonathan da Silva 08/07/2024
Por Jonathan da Silva

Em visita técnica ao Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff) na tarde da quinta-feira (4), o governador Eduardo Leite (PSDB) anunciou que o governo estadual projeta a reabertura do prédio para o dia 15 de julho. O local foi atingido pela enchente de maio e sofreu danos em diversas áreas, como nos elevadores, na estrutura elétrica e hidráulica.

Ao lado da secretária estadual de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans, Leite ressaltou o esforço da administração para recuperar as condições de utilização do Caff, onde trabalham cerca de 5 mil servidores públicos. “É um trabalho intenso e em diversas frentes. Estamos investindo quase R$ 10 milhões para garantir que os servidores possam retornar com segurança e conforto ao seu local de trabalho”, afirmou o governador.

A reabertura do Centro Administrativo será realizada de forma gradual, em um cronograma que ainda está em definição pelo Governo do Estado. A intenção divulgada é de não sobrecarregar a estrutura do prédio, que seguirá recebendo reparos durante as próximas semanas.

Foto: Jürgen Mayrhofer/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2024 0 Comentários 417 Visualizações
Política

Em Caxias, vice-governador defende acesso facilitado a crédito para setores produtivos gaúchos

Por Jonathan da Silva 02/07/2024
Por Jonathan da Silva

O vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza (MDB), participou nesta segunda-feira (1°) de uma reunião-almoço promovida pela Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul. No evento, que teve a presença de cerca de 150 empreendedores e lideranças regionais, Souza defendeu a desburocratização e o acesso irrestrito a crédito junto ao Governo Federal para os setores produtivos do estado.

O vice-governador afirmou que a queda do faturamento poderia ser usada como referência para simplificar o acesso a programas e créditos. “Não se pode usar como referência para concessão de linhas de crédito a mancha no território atingido diretamente pela enchente, critério que está sendo usado hoje. É preciso oferecer para o estado inteiro, até mesmo para as cidades em que as águas não chegaram, pois elas também estão sofrendo severamente com os impactos”, argumentou Souza.

Diagnóstico e soluções

Gabriel Souza também apresentou o diagnóstico que estima o impacto de R$ 55 bi a R$ 80 bi no Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho em 2024 em função da catástrofe climática. Apenas o fechamento do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, pode gerrar um impacto de R$ 2,5 bi a R$ 3,2 bi no PIB do estado.

Souza esteve em reunião promovida pela CIC Caxias do Sul com cerca de 150 empreendedores

Para a questão logística, o vice-governador destacou os recentes investimentos do estado em aeroportos regionais anunciados pelo governador Eduardo Leite (PSDB). Foram destinados R$ 14 milhões para o aeroporto de Caxias do Sul e R$ 9 milhões para o de Torres. Além disso, o relatório de uma consultoria sobre a ampliação para utilização destes equipamentos deverá ser entregue ainda nesta semana.

O presidente da CIC Caxias, Celestino Oscar Loro, ressaltou pontos em comum da pauta de reivindicações dos empresários gaúchos, como o fortalecimento da infraestrutura. “Os aeroportos são essenciais para a sobrevivência da economia de diferentes setores, assim como a ampliação de medidas associadas aos impostos que desonerem o setor produtivo, o acesso e a oferta abundante de crédito, para que possamos restabelecer a economia gaúcha”, pontuou Loro.

Fotos: Rodrigo Ziebell/Ascom GVG/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2024 0 Comentários 370 Visualizações
Ensino

Governo estadual destina R$ 5,3 milhões para mobiliário de escolas atingidas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 01/07/2024
Por Jonathan da Silva

O governo estadual gaúcho anunciou um novo investimento de R$ 5,3 milhões para a substituição de móveis nas escolas estaduais atingidas pelas enchentes de abril e maio. Do montante, R$ 5,1 milhões terão como destino a compra de conjuntos de mesa e cadeiras para alunos e professores, enquanto cerca de R$ 200 mil serão direcionados para itens específicos como gaveteiros, quadros magnéticos brancos e mesas de diretor. A medida é parte do Plano Rio Grande de recuperação do estado.

Serão adquiridos 5.640 conjuntos de mesa e cadeira para alunos, em diferentes tamanhos, 686 conjuntos de mesa e cadeira para professores, 69 mesas adaptadas para pessoas com deficiência física, 61 balcões de pia, 21 bancos altos em aço carbono, 142 banquetas em aço, 94 mesas de reunião para as salas administrativas, 14 gaveteiros, 347 quadros magnéticos brancos, 177 chaleiras elétricas e 9 mesas de diretor.

As 124 escolas contempladas pela medida atendem mais de 45 mil alunos da rede estadual de ensino, localizadas nos municípios de Agudo, Arambaré, Arroio do Meio, Bento Gonçalves, Cachoeira do Sul, Cachoeirinha, Candelária, Canoas, Capela de Santana, Caxias do Sul, Cerro Branco, Colinas, Cruz Alta, Eldorado do Sul, Encantado, Esteio, Estrela, Feliz, Flores da Cunha, Forquetinha, General Câmara, Guaíba, Igrejinha, Júlio de Castilhos, Lajeado, Lindolfo Collor, Maratá, Montenegro, Muçum, Novo Hamburgo, Palmares do Sul, Parobé, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo, Santa Maria, São Francisco de Paula, São Jerônimo, São José do Norte, São Leopoldo, São Sebastião do Caí, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquara, Torres, Três Coroas, Triunfo, Venâncio Aires e Viamão.

Técnicos da Secretaria da Educação (Seduc) e da Secretaria de Obras Públicas (SOP) estão conduzindo a avaliação estrutural e o desenvolvimento de projetos para a recomposição das instituições de ensino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Política

Câmara Temática da Agricultura se reúne para ouvir as demandas do setor

Por Marina Klein Telles 28/06/2024
Por Marina Klein Telles

A primeira reunião da Câmara Temática da Agricultura do Conselho do Plano Rio Grande foi realizada nesta quinta-feira (27/6) com o intuito de ouvir e organizar as demandas dos setores produtivos, bem como promover a discussão do tema e o encaminhamento para os órgãos competentes. Um canal de comunicação será estabelecido para troca de informações de forma permanente entre representantes do setor e o Executivo.

O encontro contou com a participação do vice-governador Gabriel Souza e dos líderes do eixo da Agricultura, que são os titulares da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Clair Kuhn, e da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Ronaldo Santini, além de representantes de entidades e organizações ligadas ao setor.

“Precisamos ter condições de retomar a economia do Rio Grande do Sul e as Câmaras Temáticas do Conselho do Plano Rio Grande são os espaços mais adequados para aprofundarmos e entendermos as demandas de cada setor, bem como monitorarmos projetos e prazos”, esclareceu o vice-governador no primeiro encontro.

O secretário-executivo Paulo Salerno apresentou o fluxo de trabalho do Conselho e destacou a importância da participação dos representantes dos setores. “Este modelo de governança prevê a contribuição de todos para que possamos trabalhar em conjunto e garantirmos encaminhamentos mais efetivos para as principais necessidades de cada área”, disse.

Demandas

Entre as principais demandas e desafios citados pelos porta-vozes das entidades, estão os impactos no solo, na cadeia leiteira e de grãos, na logística de produtos e insumos e no acesso a crédito rural. Também foi pontuada a necessidade de crédito e anistia de dívidas via governo federal. Um grupo de mensagens será criado para repasse de orientações, calendário das próximas reuniões e outras informações referentes ao tema.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2024 0 Comentários 400 Visualizações
Variedades

Governo participa de workshop sobre reconstrução do RS

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

O governo do Estado está participando de um workshop sobre a reconstrução do Rio Grande do Sul promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), pelo Banco Mundial e pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), em Porto Alegre. A atividade começou na terça (25) e segue até esta quinta-feira (27), na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no campus do Vale.

Um grupo técnico do governo está subsidiando as organizações internacionais com dados atualizados da crise meteorológica no Estado. “O termo mais recorrente na reconstrução do Rio Grande do Sul é a cooperação. Precisamos redesenhar nossas cidades, e uma parceria com organizações internacionais e multilaterais será fundamental nesse sentido”, disse o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi.

A agenda conta com cerca de 30 profissionais – incluindo governos federal, estadual e municipais, além de universidades – para mapear estratégias a fim de fortalecer o sistema de controle de inundações. Um dos objetivos do workshop é organizar diferentes visões e perspectivas para planejar aperfeiçoamentos nos sistemas e projetos de proteção.

“As reuniões de trabalho têm sido muito proveitosas. Nossa missão é contribuir com as administrações em nível federal, estadual e municipal para mapear perdas e danos causados pela enchente. Assim, poderemos ajudar na realização de projetos que minimizem os impactos de eventos meteorológicos futuros”, explicou o especialista em gestão de riscos de desastres do BID, Gines Suarez.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 296 Visualizações
Business

Governo gaúcho propõe novas medidas para beneficiar empresas afetadas pelas enchentes

Por Jonathan da Silva 27/06/2024
Por Jonathan da Silva

Oito novas medidas em auxílio às empresas afetadas pelas enchentes foram anunciadas pelo Governo do Estado nesta segunda-feira (24). As iniciativas, que fazem parte do Plano Rio Grande, foram apresentadas pelo governador Eduardo Leite (PSDB) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS). Das medidas, seis ainda dependem de aprovação na Assembleia ou no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Em função disso, ainda podem sofrer modificações.

A maior catástrofe climática da história do Rio Grande do Sul atingiu 95% dos municípios do estado e tem potencial de se tornar também o maior da história recente do Brasil em termos de impactos econômicos. A arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) projetada antes das inundações era de R$ 6,74 bilhões para o período entre 1º de maio e 18 de junho. Na prática, no entanto, foram arrecadados R$ 5,16 bilhões, o que representa uma queda de R$ 1,58 bilhão, equivalente a 23,4%.

Detalhamento das medidas

Alterações no ITCD

O governo estadual propõe uma nova isenção de Imposto sobre a Transmissão “Causa Mortis” e Doação (ITCD) exclusiva para atingidos pelas enchentes. O objetivo é não haver cobrança de imposto sobre doações destinadas a ações de resposta, recuperação e reconstrução nas áreas afetadas em abril e maio de 2024.

O valor total das doações não poderá ultrapassar R$ 100 mil para pessoas físicas. Já para pessoas jurídicas, de qualquer porte, não será prevista limitação, mas as empresas precisarão comprovar que foram afetadas pela catástrofe. A ideia do governo é de que a isenção apenas seja aceita em áreas atingidas e dentro do período de calamidade, considerado até dezembro de 2024. A medida vale para as chamadas “vaquinhas” ou para sucessivas doações para o mesmo destinatário, mas não abrange artigos supérfluos, ações, imóveis, joias e direitos hereditários. A iniciativa está sendo construída com a Assembleia Legislativa. Deste modo, precisará de aprovação dos deputados para que entre em vigor.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para novos projetos

O Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) é um instrumento de parceria com a iniciativa privada que tem o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico. O programa não libera recursos financeiros para os empreendimentos, que são apoiados por meio do financiamento parcial do ICMS incremental mensal devido gerado a partir de sua operação.

O ICMS incremental é o valor do imposto devido nas vendas dos produtos fabricados que seja acima da média que a empresa tinha antes do projeto.

Uma das novas propostas do governo é reduzir para zero o valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental de estabelecimentos atingidos. A mudança abrange estabelecimentos afetados que forem dar andamento a novos projetos, como novas aquisições e investimentos. Dessa forma, todo o imposto devido passaria a ser considerado incremental, portanto, sempre haveria aumento na comparação entre antigos e novos projetos.

Para que sejam beneficiadas, as empresas deverão comprovar que foram prejudicadas pelas chuvas de abril e maio. Contribuintes de todos os portes podem ser apoiados pelo Fundopem/RS, desde que cumpram os requisitos do programa. Para que o novo regramento seja colocado em prática, é necessária a aprovação de convênio no Confaz.

Ampliação do incentivo do Fundopem/RS para projetos em andamento

Da mesma forma que a anterior, a medida prevê a diminuição do valor da base utilizada para fins de cálculo do ICMS incremental dos estabelecimentos atingidos, mas em relação a projetos já em andamento. A redução seria feita até o patamar necessário para que o imposto seja considerado incremental. A mudança possibilita a continuidade no programa para os contribuintes afetados, já que em muitos casos as empresas poderiam ter faturamento mais baixo nas próximas apurações, o que inviabilizaria sua permanência no Fundopem/RS.

O impacto da medida é de R$ 120 milhões, considerando os projetos em andamento no programa. Pela proposta, as empresas deverão comprovar que foram afetadas pelos eventos meteorológicos de abril e maio. Assim como na medida anterior, é necessária a aprovação de convênio no Confaz para que o novo regramento seja colocado em prática.

Redução do prazo de apropriação dos créditos do ativo permanente

A ação está relacionada à compra de mercadorias destinadas ao ativo permanente, composto por bens duráveis e necessários às operações das empresas, como máquinas, equipamentos e veículos. Atualmente, o crédito de ICMS referente a essas transações é apropriado à razão de 1/48 por mês. Dessa forma, os contribuintes demoram quatro anos para recuperar o crédito fiscal a que têm direito.

Com a proposta do Piratini, a apropriação passa a ser à razão de 1/12 por mês, em até doze meses, por estabelecimentos que comprovarem terem sido atingidos pela catástrofe climática. A medida também vale para novos investimentos anteriores a maio que não tenham sido perdidos ou deteriorados e que possuam mais de 12 parcelas pendentes. Com isso, o governo prevê a antecipação do crédito fiscal, permitindo a recuperação do fluxo financeiro das empresas.

A mudança não traz impacto direto aos cofres públicos, já que prevê apenas alterações no fluxo de caixa. Ainda assim, também é necessário passar pelo Confaz para que seja colocada em prática.

Crédito presumido para aquisição de máquinas e de equipamentos

Com impacto de R$ 100 milhões, a proposta do Piratini é de concessão de crédito presumido de ICMS em montante igual a até 20% do valor das aquisições de máquinas e de equipamentos. A medida abrange compras feitas entre maio e dezembro de 2024 para a recomposição do ativo permanente por estabelecimentos localizados em municípios em situação de calamidade pública ou de emergência. O objetivo é reduzir os gastos dos contribuintes para a recuperação dos bens necessários à retomada de suas atividades. Para que passe a valer, a mudança também precisa de autorização do Confaz.

Isenção na aquisição de veículos por locadoras

A medida prevê a isenção de ICMS nas compras feitas por locadoras de veículos para a recomposição dos que foram inutilizados em função das enchentes. Nesse caso, o benefício será limitado ao número de veículos que foram baixados definitivamente no Detran-RS. O governo projeta impacto de R$ 6 milhões aos cofres públicos. Para que a concessão do benefício possa entrar em vigor, também faz-se necessária aprovação de convênio no Confaz.

Flexibilização do programa de parcelamento

O governo planeja a flexibilização de requisitos obrigatórios previstos na legislação tributária para que as empresas possam aderir ao parcelamento em 60 vezes de débitos de ICMS, estejam eles inscritos em dívida ativa ou não.  A medida já deve estar disponível em breve, inclusive para contribuintes que não conseguirem honrar os pagamentos do imposto com vencimento do fato gerador até 28 de junho. Uma instrução normativa deve ser publicada nos próximos dias.

A flexibilização prevê ainda a dispensa de garantias e da entrada mínima de 6%. Para que as empresas possam ser beneficiadas, deverão fazer a adesão até 13 de dezembro de 2024. A implementação dos benefícios depende de publicação de normativas pelo estado.

Transação tributária

A Receita Estadual e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) estão promovendo estudos sobre uma possível implantação da transação tributária, já prevista no Convênio 2010/23 do Confaz. O instrumento extingue o litígio tributário mediante concessões do fisco e dos contribuintes. Para que a medida seja colocada em prática, é preciso que haja a edição de decretos estaduais. Estudos buscam definir como seriam a regulamentação e a operacionalização.

Foto: Paul Loh/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 619 Visualizações
Política

Leite promove diálogo entre entidades empresariais e governo federal

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

O governador Eduardo Leite promoveu, no início da tarde da quarta-feira (26), mais uma reunião entre representantes de entidades empresariais gaúchas e o ministro de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta. O encontro, que ocorreu no Palácio Piratini, em Porto Alegre, teve como objetivo buscar soluções para problemas econômicos decorrentes das enchentes.

Participaram da reunião representantes da Associação Gaúcha de Supermercado (Agas), da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), da Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Sistema Fecomércio-RS, além dos secretários estaduais da Casa Civil, Artur Lemos; da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi; de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans; da Fazenda, Pricilla Santana; de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo; e de Comunicação, Tânia Moreira.

As autoridades discutiram, principalmente, a necessidade de ajustes na iniciativa do governo federal de manutenção do emprego e da renda – o Programa Emergencial de Apoio Financeiro para trabalhadores – e na operacionalização de linhas de crédito para empresas atingidas. As entidades reivindicam a ampliação do prazo para acesso ao Apoio Financeiro e a flexibilização tanto das regras para esse apoio quanto das normas para obtenção de financiamentos pelos empreendimentos afetados.

“O programa de manutenção de emprego e renda não está se revelando suficiente para abarcar as necessidades do Estado, pois impõe uma série de regras que estão limitando o seu acesso. O que observamos é que o programa dispõe de um orçamento que vai ficar sem uso devido a tantas exigências”, avaliou Leite.

Dentre as obrigações impostas às empresas para acessar o Apoio Financeiro, as entidades questionam, por exemplo, a exigência da declaração de redução do faturamento e da capacidade de operação do estabelecimento. Reivindicam também a dilação do prazo para que os empreendimentos possam aderir ao programa, que se encerra nesta quarta (26/6).

Até a tarde desta quarta, cerca de 10 mil empresas gaúchas se cadastraram no programa, que vai pagar duas parcelas no valor de um salário mínimo para trabalhadores de negócios afetados pelo desastre.

Em relação aos financiamentos, Leite disse que os critérios estabelecidos acabam deixando de fora muitos empreendimentos que necessitam do benefício. “Entendemos que o governo federal deve editar uma medida provisória para flexibilizar as normas de acesso ao crédito junto aos bancos, ajudando empresas que têm dificuldade de acessar essas linhas a conseguirem os financiamentos e manterem suas operações”, disse.

Para o governador, as reuniões têm sido produtivas e levarão a bons resultados. “Esta é mais uma rodada importante, focada nesses dois pontos críticos, e esperamos que haja respostas efetivas por parte do governo federal em breve. Precisamos muito do apoio da União. Muitas ações já foram encaminhadas, mas são necessários ajustes em algumas políticas públicas”, pontuou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 319 Visualizações
Projetos especiais

Governo e entidades da causa animal discutem melhorias no programa de incentivo à adoção de animais

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

Com o objetivo de debater o projeto de incentivo à adoção de animais domésticos abrigados após as enchentes, o governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza se reuniram com representantes e profissionais da causa animal na quarta-feira (26). Foram discutidas sugestões para o aprimoramento do projeto, que inicialmente previa o pagamento de valores para os cuidados com animais que fossem adotados.

Leite iniciou a reunião assegurando aos participantes que o governo está empenhado em resolver a situação dos animais resgatados das enchentes, com medidas como a castração e a microchipagem, já em andamento, e feiras de adoção. “A nossa preocupação é oferecer uma solução melhor para esses animais que hoje estão acolhidos em abrigos, em condições que não são as ideais. Apresentamos uma primeira solução e recebemos os apontamentos da sociedade e das entidades ligadas à causa sobre situações indesejáveis para os animais que o projeto poderia gerar. Vamos melhorar o programa, ouvindo aqueles que são ligados à causa. O importante é que andemos juntos na direção não apenas de oferecer condições de carinho e cuidado para os animais nos abrigos, mas também para desenhar o melhor projeto para incentivar a adoção garantindo o bem-estar dos animais sem dar chance para comportamentos oportunistas. Com bom diálogo, chegaremos lá”, enfatizou.

O vice-governador afirmou que o debate com entidades da causa animal é importante para construir alternativas. “Estabelecemos um importante canal de diálogo junto às entidades representativas. Queremos viabilizar proteção e lares que promovam bem-estar e qualidade de vida para os animais, considerando também a grande escala que temos atualmente nos abrigos e a necessidade de ações rápidas”, pontuou Gabriel.

Os representantes das entidades e organizações de bem-estar animal expuseram suas ideias e opiniões sobre o projeto em construção, além de sugerir aprimoramentos.

O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), Mauro Antônio Corrêa Moreira, ressaltou que é fundamental pensar nos próximos passos. “Tivemos avanços significativos nas políticas públicas, como a microchipagem e a castração, que são passos importantes no caminho da adoção, mas precisamos pensar no que é necessário fazer a seguir”, afirmou. “Agradecemos ao governo do Estado por possibilitar que fosse discutido, de forma clara e ampla, a adoção e o pós-adoção dos animais em abrigos, pontuando vários fatores que são importantes nesse processo”, afirmou a representante do Grupo de Resposta a Animais em Desastres, Carla Sassi.

Com as sugestões apresentadas, a equipe técnica do governo vai trabalhar de forma integrada com as entidades e encaminhar novas soluções para a causa animal.

Foto: Jürgen Mayrhofer/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 305 Visualizações
Cidades

Prefeito de São Leopoldo participa de Assembleia Geral da Granpal

Por Jonathan da Silva 25/06/2024
Por Jonathan da Silva

O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT), esteve presente na Assembleia Geral Ordinária da Associação dos Municípios da Região Metropolitana (Granpal) nesta segunda-feira (24), na sede da Famurs em Porto Alegre. Dentre os assuntos abordados pelos gestores, o chefe do executivo leopoldense demonstrou maior preocupação com três relacionados à retomada de crescimento das cidades: a recuperação do Sistema de Proteção Contra Cheias, a habitação popular e os benefícios concedidos pelo Governo do Estado às pessoas atingidas pela enchente de maio.

Em relação ao Sistema de Proteção, Vanazzi questionou a necessidade de definir quem fará a execução e administração das obras. Sobre a habitação, o prefeito, juntamente com os outros municípios da Granpal, quer definir com o Governo Federal um programa de reconstrução. “Que não seja somente para garantir novas moradias por ser um valor elevado e não ter condições de beneficiar todas as famílias. A nossa tese é que haja um processo de conceder um valor a cada família ou a possibilidade de financiamento com alguma carência”, pontuou o chefe do executivo leopoldense.

Também esteve em pauta no encontro os dois benefícios concedidos pelo Governo do Estado: o Pix SOS RS e o Volta Por Cima, em que os municípios tiveram que assumir o ônus de fazer e gerir o cadastramento das famílias através do Cadastro Único (CadÚnico), o que tem, de acordo com Vanazzi, dificultado a forma de acessar os benefícios. As prefeituras pedem a desburocratização ou uma forma de facilitar o acesso. “Houve uma fala generalizada dos prefeitos da complexidade que é isso e das poucas pessoas que serão beneficiadas, colocando a responsabilidade nos prefeitos, algo que não somos nós que definimos. Não é um problema do Cadastro Único, é um problema dos recursos disponibilizados e as poucas pessoas que serão beneficiadas. Muita gente que está se inscrevendo não vai receber os benefícios do Governo do Estado”, destaca o prefeito.

Para Vanazzi, é importante se ressaltar que a culpa não é das prefeituras. “Os recursos que o estado arrecadou através do Pix em doações das pessoas já não existe mais. Em São Leopoldo, por exemplo, cerca de 2.300 famílias receberam e nada mais do que isso, e as famílias continuam se cadastrando com a expectativa que irão receber e não vão porque acabou o dinheiro”, pondera o prefeito, informando também que a Granpal fará um comunicado oficial ao Governo do Estado.

Foto: Estevan Benacchi/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2024 0 Comentários 351 Visualizações
Variedades

South Summit Brazil é novo parceiro do Catálogo de Soluções para Desastres Climáticos

Por Jonathan da Silva 24/06/2024
Por Jonathan da Silva

O South Summit Brazil (SSB) se tornou parceiro da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) do Rio Grande do Sul no Catálogo de Soluções para Desastres Climáticos. Com isso, o SSB passa a disponibilizar um formulário próprio, o SOSouth Global Call for Solutions, e a fazer a curadoria de propostas quando elas são submetidas. Na sequência, a Sict as integra na base de dados.

O Catálogo de Soluções é direcionado às iniciativas promovidas pelo ecossistema de inovação com potencial para auxiliar na prevenção e na mitigação de danos resultantes de desastres climáticos. Disponível no Observatório da Inovação RS, no site da Sict, o painel é abastecido todos os dias com propostas nacionais e internacionais. Nesta segunda-feira (24), 265 soluções de 232 instituições já estão disponíveis para consulta. Interessados em colaborar podem acessar os formulários da Sict em português e inglês.

De acordo com o diretor de Ambientes de Inovação da Sict, Everaldo Daronco, a secretaria foi procurada pelo South Summit para a parceria. “Eles irão identificar as soluções inovadoras do ecossistema das startups, principalmente tecnologias internacionais e com horizonte de longo prazo. Vamos trabalhar com iniciativas que possam ser desenvolvidas e aplicadas no Rio Grande do Sul no campo das soluções para as mudanças climáticas em diferentes segmentos. Nosso objetivo é realizar a conexão das soluções inovadoras com as prefeituras e com o ecossistema de inovação”, explica Daronco.

A fundadora e presidente do South Summit, María Benjumea, destaca que desde a primeira edição do evento no Brasil, em 2022, sente-se conectada com o Rio Grande do Sul. “Ao ver nossa segunda casa enfrentando o desafio mais severo e complexo da sua história, precisamos agir rapidamente para oferecer toda nossa ajuda. Uma das formas que encontramos foi impulsionar a busca por soluções inovadoras que possam apoiar o processo de reconstrução do Estado, dando luz a ação liderada pela Sict. Através do SOSouth – Global Call for Solutions, estamos ampliando a divulgação na nossa rede global em busca de mais soluções para auxiliar o querido Rio Grande do Sul”, comenta María.

Próxima etapa 

A próxima etapa da inciativa Catálogo de Soluções é a conexão com as prefeituras. A Secretaria e parceiros estão fazendo a curadoria das propostas que serão apresentadas aos municípios, utilizando um formato piloto que está sendo testado com gestores de inovação e tecnologia (GITs) do programa Startup Lab e com a Rede RS Startup, nas oito regiões do Inova RS. O foco é aproximar as soluções e as prefeituras interessadas através de rodadas de conexão, que devem começar nos próximos dias.

Além do SSB, são parceiros da Sict na ação a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), a Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), a Associação Gaúcha de Startups (AGS), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o GovTech Lab.

Foto: Lauro Alves/Secom/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2024 0 Comentários 444 Visualizações
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