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gestação

Ensino

Universidade Feevale inaugura o Espaço Família

Por Marina Klein Telles 07/08/2023
Por Marina Klein Telles

A Universidade Feevale inaugurou nesta sexta-feira, 4, o Espaço Família. Localizado na sala 008 do prédio Bicolor, no Câmpus II (ERS-239, 2755, bairro Vila Nova, Novo Hamburgo), o ambiente conta com sala de amamentação, fraldário e área kids. Na ocasião, a professora do curso de Enfermagem, Lisara Carneiro Schacker, ministrou a oficina Cuidados na amamentação e técnicas de desengasgo de bebês. A atividade foi realizada por meio do programa Mãe-bebê: da gestação ao primeiro ano de vida, em apoio à campanha Agosto Dourado, mês de incentivo ao aleitamento materno.

O Espaço Família funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 21h30min, e aos sábados, das 8h30min às 17h30min. A sala de amamentação e o fraldário são de uso exclusivo para amamentação e troca de fraldas; já a área kids é um local de recreação destinado às crianças, que devem estar acompanhadas de responsáveis. Os usuários devem zelar pela ordem do local e pela conservação de todos os móveis, utensílios e brinquedos nele contidos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2023 0 Comentários 411 Visualizações
Saúde

Estudo revela que gestação na adolescência caiu 49,8% nos últimos 20 anos no RS

Por Ester Ellwanger 30/09/2021
Por Ester Ellwanger

Estudo realizado pela ginecologista Dra. Denise Leite Maia Monteiro, secretária da Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Infanto Puberal da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) aponta queda de 49,8% nos índices de gravidezes adolescentes no Rio Grande do Sul, nos últimos 20 anos. A pesquisa analisou o número de nascidos vivos (NV) e a Taxa de Fecundidade por Idade Específica (TIEF) de meninas de 15 a 19 anos, entre o período compreendido entre os anos 2000 e 2019. No primeiro ano observado, a gestação juvenil atingiu 72,1 meninas em cada mil. Em 2019, esse índice caiu para 36,2 em cada mil. A especialista aponta que apesar da importante evolução, o cenário da gestação adolescente continua preocupante.

Entre os estados brasileiros, a redução média foi de 40,7% no número de nascidos vivos de mães adolescentes. Cada estado, contudo apresentou uma realidade distinta – variando de -17,4%, no estado maranhense, a -56,1% no Distrito Federal. “A proporção de nascidos vivos de mães adolescentes do Sudeste e Sul são as menores do País, o que demonstra tendência inversamente proporcional ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)”, comenta especialista.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), as regiões Sudeste e Sul apresentam os maiores IDH do país (0,80), seguidas do Centro-Oeste (0,79), Norte (0,73) e Nordeste (0,71). De acordo com o DataSUS/Sinasc, a cada dia ocorram cerca de 1150 nascimentos de filhos de adolescentes.


A especialista da Febrasgo explica que a gravidez na adolescência está associada à evasão escolar, maior perpetuação da pobreza gerando impactos pessoais e sociais. Na esfera da saúde, “a gravidez precoce acarreta inúmeras consequências para a adolescente e o recém-nascido. As complicações gestacionais e no parto representam a principal causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos mundialmente, pois existe maior risco de eclâmpsia, endometrite puerperal, infecções sistêmicas e prematuridade, segundo a Organização Mundial da Saúde. Ainda há consequências sociais e econômicas como rejeição ou violência e interrupção dos estudos, comprometendo o futuro dessas jovens”.

 

1. World Health Organization (WHO). Adolescent pregnancy. January, 2020. [cited 2021Feb08]. Available from: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/adolescent-pregnancy.
2. Trends in teenage pregnancy in Brazil in the last 20 years (2000-2019). Rev Assoc Med Bras, 2021, in press.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

30/09/2021 0 Comentários 870 Visualizações
Saúde

Trombofilias e gestação

Por Gabrielle Pacheco 13/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Trombofilias são condições associadas ao aumento do risco de doenças tromboembólicas como trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Também se associam a aumento do risco de eventos adversos na concepção e gestação como falhas de implantação, abortamentos de repetição, pré-eclâmpsia, restrição do crescimento fetal e morte fetal intra-útero.

Podem ser classificadas como adquiridas (síndrome do anticorpo antifosolípide – SAAF – secundárias à obesidade, doenças oncológicas, imobilização prolongada dentre outras) ou hereditárias (decorrentes de distúrbios genéticos).

As trombofilias hereditárias mais comuns são a mutação do fator V Leiden e a mutação do gene da protrombina, que juntas representam 50% a 60% dos casos em caucasianos. As deficiências de proteína S, proteína C e antitrombina são responsáveis pela maioria dos casos restantes.

A pesquisa de trombofilias de rotina não é recomendada a todas as pacientes, apenas para aquelas que possuem fatores de risco como: falhas prévias em fertilização in vitro, abortamentos recorrentes, morte fetal intra-útero ou evento tromboembólico prévio.

A interpretação dos achados deve ser cautelosa e individualizada. Em posse dos resultados dos exames e da história da paciente, o médico avaliará a necessidade de tratamento. Podem ser empregadas medicações como aspirina, enoxaparina e outros anticoagulantes a fim de favorecer a implantação e a evolução gestacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Talita Colombo, ginecologista do Fertilitat

 

13/04/2020 0 Comentários 465 Visualizações
Cidades

Grupo Laço Materno promove encontros para gestantes

Por Gabrielle Pacheco 05/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Mais um encontro do Grupo Laço Materno foi promovido na Secretaria Municipal de Saúde (Posto 24 horas) direcionado a gestantes do município de Taquara. Todos os meses, profissionais das áreas de Nutrição, Assistência Social, Enfermagem, Psicologia e Fonoaudiologia elaboram o momento para esclarecer dúvidas, oferecer dicas e acompanhar mais de perto a gestação das mamães, um acolhimento além do pré-natal. O próximo encontro ocorre no dia 13 de agosto, às 13h30min, integrando a II Semana do Bebê, que ocorre de 12 a 17 de agosto.

No terceiro encontro do Laço Materno as mamães assistiram ao vídeo sobre o livro “Virando Gente – A História do Nascimento Psíquico”, das autoras Ivanise Fontes, Maísa Roxo, Maria Cândida S. Soares e Sara Kislanov. O enredo descreve o ponto de vista de um bebê sobre sua trajetória para nascer psiquicamente.

O bebê personagem conta a história de suas sensações desde o útero da mãe, até cerca de 1 ano, mostrando as experiências corporais necessárias para desenvolver a consciência de si mesmo; a partir dessas experiências construirá a diferença entre ele e o mundo que o circunda.

As técnicas também trataram sobre o desenvolvimento da visão do bebê, a importância do colo, a dificuldade das primeiras semanas após o parto, a necessidade dos amigos e familiares respeitarem o espaço dos pais nos primeiros dias com o bebê não fazendo visitas inoportunas, a importância da amamentação, etc. Todas as participantes tiveram a oportunidade de sugerir temas e assuntos para os próximos encontros e deixar uma mensagem ou uma memória na caixinha de lembranças e recordações do grupo.

O Laço Materno é promovido pela Administração Municipal, através das secretarias municipais de Saúde e de Desenvolvimento Social e Habitação e os programas Primeira Infância Melhor e Criança Feliz. O grupo é gratuito e aberto a todas as gestantes do município de Taquara, que estão ou não fazendo o pré-natal no SUS. Interessadas podem direcionar-se à secretaria para registrar a intenção em participar ou comparecerem na próxima reunião.

Em todos os encontros, as mamães são acompanhadas pelas profissionais Maria Cândida Nunes Peres (enfermeira), Bruna Saurin (fonoaudióloga), Leidi Daiana Flesch (psicóloga), Bruna Detoni (psicóloga), Fabíola Andriola (nutricionista) e Vládia Lurene Henz (assistente social) e pelas visitadoras e monitoras do PIM e do Criança Feliz.

Foto: Magda Rabie/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2019 0 Comentários 495 Visualizações
Moda e beleza

Versatilidade e estilo em roupas para as mamães

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Durante o período de gestação e amamentação, muitas mães vivem o dilema de escolher roupas que sejam além de funcionais, bonitas e confortáveis. Foi com essa dúvida na hora de escolher peças para as primeiras saídas para o pediatra ou para visitar a família, que fez com que as sócias Silvana Piccinini Loss e Luciana Dalfollo Ferreira Termignoni transformassem uma ideia pessoal em negócio.

As sócias Silvana e Luciana | Foto: Divulgação

Após o nascimento das filhas, Giulia e Ana Maria, ambas com 3 anos e 3 meses, as amigas, formadas em arquitetura, buscaram por modelos que suprissem essa demanda. Como não encontraram, optaram pelo desenvolvimento, cada uma a seu estilo, com o auxílio de uma costureira parceira.

A ideia, que resultou em sucesso entre as amigas, motivou o nascimento Love Milk Roupas para Amamentação, em 2015, no formato de loja online especializada na criação e confecção de modelos para gestantes e mamães.

 

A aceitação no mercado nos surpreendeu, tendo peças enviadas inclusive para o exterior”, comenta Silvana. “Tivemos um crescimento expressivo neste início de ano, num comparativo ao mesmo quadrimestre do ano passado, alavancamos 350% o número de pedidos e quadruplicamos o faturamento da empresa. Com isso, nossa expectativa é manter este crescimento durante este ano e expandir a marca para novos canais de venda”, conta Luciana.

Focada em ajudar a vestir as novas mamães nesse momento tão importante que é a amamentação, a Love Milk Roupas para Amamentação oferece modelagens e combinações versáteis para o período da gestação e para a fase da amamentação, e as mesmas roupas podem continuar a ser aproveitadas na composição de looks durante o restante da maternidade. Aliada à proposta de versatilidade, foi desenvolvida também a linha Tal Mãe Tal Filha/Filho, que combina estampas e modelos dos looks.

Recém lançada, a nova coleção de Outono/Inverno 2018 ampliou a linha de blusões e vestidos da marca e apresenta também alguns modelos estampados, incluindo a estampa xadrez Príncipe de Gales para deixar as mamães e futuras mamães alinhadas com as tendências do mundo fashion.

A coleção completa pode ser conferida no

Foto: Natália Pegorer/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2018 0 Comentários 552 Visualizações

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