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foodtechs

Variedades

Especialistas do Sebrae destacam aposta do RS em agritechs e foodtechs

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul vem consolidando um ecossistema de inovação em alimentos por meio de agritechs e foodtechs, que conectam o campo ao consumo final. O movimento, que envolve startups, indústrias e centros de pesquisa, foi destacado por especialistas do Sebrae RS ao apontar como a diversidade produtiva do estado e o investimento em tecnologia são fatores decisivos para agregar valor e competir em mercados nacionais e internacionais.

Segundo o gerente de competitividade setorial do Sebrae RS, Augusto Martinenco, o estado se diferencia pela variedade de culturas. “Enquanto outros estados concentram a produção em poucos itens, nós atuamos com grãos, leite, pecuária de corte, horticultura, dentre outros. Isso nos permite olhar cada vez mais para produtos premium, capazes de competir pela diferenciação e não apenas pela escala”, explicou Martinenco.

Para o dirigente, a modernização agroindustrial é o caminho para manter a competitividade. “Se não temos a mesma capacidade de produção em larga escala de outros estados, precisamos apostar em tecnologia, modernização e criação de novos produtos. É isso que nos permite competir em mercados nacionais e internacionais tão acirrados como o de alimentos e bebidas”, reforçou Martinenco.

Transformação do setor de alimentos

De acordo com a gerente regional do Sebrae nos Vales do Taquari e do Rio Pardo, Liane Portantiolo Klein, as foodtechs representam uma mudança estrutural. “Uma foodtech não apenas produz ou vende comida. Ela transforma a forma como o alimento é criado, distribuído, consumido e até descartado. Isso impacta diretamente os hábitos de consumo e fortalece todo o ecossistema de alimentos”, afirmou Liane.

Entre os exemplos citados pela gerente estão a Bioplix, deep tech da UFRGS criada em 2021, que desenvolve revestimentos comestíveis biodegradáveis para prolongar a vida útil de frutas, legumes e verduras, e a Weecaps, incubada na UFSM, que utiliza microencapsulação de ingredientes bioativos, como probióticos e vitaminas, para gerar alimentos funcionais com valor nutricional agregado.

Desafios e oportunidades

Apesar do crescimento do setor, ainda existem barreiras a serem superadas, como a regulação, o acesso a investimentos e a necessidade de maior integração com grandes indústrias. “Nosso estado tem terreno fértil para bioinsumos, rastreabilidade e cadeias mais sustentáveis, mas é preciso ampliar as pontes entre startups, empresas tradicionais e mercado consumidor”, apontou Liane Klein.

O especialista em mercado de alimentos e bebidas do Sebrae RS, Roger Klafke, destacou que a cadeia pode ser compreendida em sete etapas — da produção primária ao descarte. “Cada uma delas representa uma chance de reduzir desperdício, agregar valor e aproximar produtores e consumidores”, comentou Klafke.

Casos práticos de inovação

O especialista também mencionou os pilares que sustentam o setor: agricultura, ciência e transformação dos alimentos, logística e distribuição, e tecnologia aplicada ao consumo e à saúde. “Mais do que startups isoladas, falamos de um ecossistema em que pesquisa, ciência e mercado trabalham juntos para levar alimentos de qualidade, sustentáveis e inovadores até a mesa do consumidor”, acrescentou Klafke.

Um dos exemplos é a Hortti, plataforma digital que conecta produtores e varejistas de hortifrúti com soluções em logística, rastreabilidade e gestão de pedidos. Para Klafke, o case demonstra como o estado une pesquisa e inovação para criar alternativas práticas em toda a cadeia agroalimentar.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 233 Visualizações
Variedades

Soluções em tecnologia no agronegócio são debatidas na Expointer

Por Marina Klein Telles 31/08/2023
Por Marina Klein Telles

Oportunidades para foodtechs (tecnologias de alimentos) e utilização de inteligência artificial no agronegócio foram temas debatidos no palco do RS Innovation Agro na terça-feira (29), em uma programação com curadoria da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict). Os especialistas de dois painéis – mediados pelo gestor de Inovação e Tecnologia (GIT) do Inova RS da região Central, Claudir Padia – foram unânimes em afirmar que o agronegócio possui potencialidades na difusão de tecnologia no Brasil, mas precisa, cada vez mais, conhecer a realidade do produtor rural na ponta para desenvolver soluções efetivas que se disseminem por toda a cadeia. O palco do RS Innovation Agro integra a 46ª Expointer, em Esteio.

No painel “Agrofood connect: desafios de conexão no agro”, o coordenador de projetos da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai (URI) no campus Santiago, Higor Freitas Machado, apresentou resultados do projeto “Rastreabilidade e Autenticidade do Mel do Vale do Jaguari”, que teve aporte de edital do programa Inova RS, da Sict. Machado salientou a união da quádrupla hélice regional (universidades, empresas, governo e sociedade civil) em prol do mesmo objetivo, o que possibilitou mapear toda a cadeia da apicultura da região e gerar valor aos produtores rurais.

Ele alertou, porém, que algumas barreiras persistem na extensão dos benefícios de pesquisa aos agricultores. Entre elas, a linguagem. “Termos americanizados são difíceis para o produtor rural, lá no campo, entender. É preciso facilitar a comunicação”, alertou. O gerente regional da Emater/Ascar na região Central, Guilherme Passamani, reforçou a importância de uma linguagem simples. “Além disso, outro ponto é entender o problema que queremos saciar e buscar desenvolver tecnologias pra isso”, explicou.

A CEO da startup WeeCaps, Thaiane Marques da Silva, que é incubada na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), afirmou ser fundamental a pesquisa das “dores” do agricultor. “Temos de olhar mais para o mercado e para o que ele está pedindo”, frisou. Em relação às foodtechs, ela afirmou que a regulamentação é um empecilho na formulação de soluções mais ágeis. “Nós, que trabalhamos com microcápsulas, não temos legislação ainda para isso. Escalar o produto também é uma barreira para o desenvolvimento de tecnologias”, pontuou.

Foto: Cândida Schaedler/divulgação | Fonte: Assessoria
31/08/2023 0 Comentários 402 Visualizações
Business

Foodtechs comandam revolução na indústria alimentícia

Por Marcel Vogt 16/08/2023
Por Marcel Vogt

As foodtechs estão transformando hábitos alimentares e de consumo a partir de novas soluções tecnológicas. Estas startups inovam com o uso de ferramentas como Internet das Coisas (IoT), Big Data e Inteligência Artificial (IA) para trazer novas perspectivas ao ramo da alimentação. Já experimentou a proteína vegetal de laboratório ou saborosos microgreens cultivados em uma fazenda urbana vertical? Essas são algumas das “invenções” sustentáveis e saudáveis que, em breve, devem se tornar tão comuns quanto o feijão com arroz nosso de cada dia.

A gaúcha Cellva, que desenvolve e produz gordura de porco por meio da cultura de células, é um exemplo de inovação neste segmento. “Este produto possui uma eficiência no custeio, gerando muita competitividade. Além disso, é igual ou superior à gordura convencional (animal), que é a melhor gordura que temos para a indústria”, explica Sérgio Pinto, fundador da Cellva, que tem sede em Porto Alegre. Pioneira no Brasil no desenvolvimento da tecnologia de carne cultivada, a foodtech é uma das empresas que estará presente no 1º Foodtech Summit, no próximo dia 17/08, no Auditório do Sicredi de Lajeado (Av. Piraí, 97).  As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site  https://bit.ly/44PvZrL.

“O Vale do Taquari é uma das regiões mais efervescentes da cadeia produtiva de alimentos e bebidas do Rio Grande do Sul, sendo reconhecida como ‘Vale dos Alimentos’. É muito promissora no que diz respeito ao futuro do setor no Estado. Na região também estamos desenvolvendo um projeto-piloto chamado Ecostrator Foodtech e, por isso, decidimos levar o evento para lá”, explica o coordenador da área de A&B do Sebrae RS, Roger Scherer Klafke.

O encontro também terá como foco o fenômeno das foodtechs e os desafios na inovação para as indústrias de A&B, conectando todos os elos envolvidos no setor, desde o agronegócio, indústrias, agroindústrias e varejo. “A ideia é justamente mostrar as possibilidades de negócios que existem no desenvolvimento de produtos inovadores e com alto valor agregado para contemplar toda a cadeia produtiva do segmento”, comenta Klafke.

Alimento com tecnologia

O avanço tecnológico aplicado ao setor está mudando a forma como produzimos, distribuímos, vendemos e consumimos alimentos, contribuindo de forma decisiva para a segurança alimentar e para o surgimento de novas alternativas nutricionais voltadas para a saúde e para a sustentabilidade. A comida com tecnologia impacta desde a modernização da indústria agroalimentar, passa pelos processos de conservação até o modo como os alimentos chegam à nossa mesa.

São muitas as tendências nesta área, a começar pela agricultura. No campo, a biotecnologia, a robótica agrícola e o uso de tecnologias como sensores, drones e inteligência artificial ajudam a otimizar a produção, monitorar o crescimento das plantas, melhorar a irrigação e reduzir o uso de pesticidas e fertilizantes.

A inovação chega também às etapas de processamento e conservação de alimentos, em que o uso de técnicas inovadoras de esterilização e embalagens inteligentes ampliam a vida útil dos produtos. No segmento da logística, aplicativos e plataformas digitais facilitam a entrega de alimentos, permitindo que as pessoas peçam comida online e recebam os produtos em casa, de forma mais rápida e eficiente.

Carne cultivada em laboratório

Os alimentos alternativos são uma das tendências que mais chamam a atenção, pois mexem diretamente com hábitos, costumes e desafiam paladares mais tradicionais. Entre os destaques nesta área estão a pesquisa e o desenvolvimento de soluções de origem vegetal e celular para a produção de carne, laticínios e outros produtos de origem animal, como os já citados hambúrgueres à base de plantas e carnes cultivadas em laboratório.

Há, ainda, a utilização de dados e algoritmos com aplicação na nutrição personalizada e o desenvolvimento de soluções para reduzir o desperdício de alimentos, promover a agricultura sustentável e minimizar o impacto ambiental da indústria alimentícia.

Foto: Juan Gasparin/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2023 0 Comentários 528 Visualizações
Business

Foodtechs comandam revolução na indústria alimentícia

Por Marina Klein Telles 10/08/2023
Por Marina Klein Telles

As foodtechs estão transformando hábitos alimentares e de consumo a partir de novas soluções tecnológicas. Estas startups inovam com o uso de ferramentas como Internet das Coisas (IoT), Big Data e Inteligência Artificial (IA) para trazer novas perspectivas ao ramo da alimentação. Já experimentou a proteína vegetal de laboratório ou saborosos microgreens cultivados em uma fazenda urbana vertical? Essas são algumas das “invenções” sustentáveis e saudáveis que, em breve, devem se tornar tão comuns quanto o feijão com arroz nosso de cada dia.

A gaúcha Cellva, que desenvolve e produz gordura de porco por meio da cultura de células, é um exemplo de inovação neste segmento. “Este produto possui uma eficiência no custeio, gerando muita competitividade. Além disso, é igual ou superior à gordura convencional (animal), que é a melhor gordura que temos para a indústria”, explica Sérgio Pinto, fundador da Cellva, que tem sede em Porto Alegre.

Pioneira no Brasil no desenvolvimento da tecnologia de carne cultivada, a foodtech é uma das empresas que estará presente no 1º Foodtech Summit, no próximo dia 17/08, no Auditório do Sicredi de Lajeado (Av. Piraí, 97). As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site https://bit.ly/44PvZrL. “O Vale do Taquari é uma das regiões mais efervescentes da cadeia produtiva de alimentos e bebidas do Rio Grande do Sul, sendo reconhecida como ‘Vale dos Alimentos’. É muito promissora no que diz respeito ao futuro do setor no Estado. Na região também estamos desenvolvendo um projeto-piloto chamado Ecostrator Foodtech e, por isso, decidimos levar o evento para lá”, explica o coordenador da área de A&B do Sebrae RS, Roger Scherer Klafke.

O encontro também terá como foco o fenômeno das foodtechs e os desafios na inovação para as indústrias de A&B, conectando todos os elos envolvidos no setor, desde o agronegócio, indústrias, agroindústrias e varejo.

Alimento com tecnologia

O avanço tecnológico aplicado ao setor está mudando a forma como produzimos, distribuímos, vendemos e consumimos alimentos, contribuindo de forma decisiva para a segurança alimentar e para o surgimento de novas alternativas nutricionais voltadas para a saúde e para a sustentabilidade. A comida com tecnologia impacta desde a modernização da indústria agroalimentar, passa pelos processos de conservação até o modo como os alimentos chegam à nossa mesa.

São muitas as tendências nesta área, a começar pela agricultura. No campo, a biotecnologia, a robótica agrícola e o uso de tecnologias como sensores, drones e inteligência artificial ajudam a otimizar a produção, monitorar o crescimento das plantas, melhorar a irrigação e reduzir o uso de pesticidas e fertilizantes.

Carne cultivada em laboratório

Os alimentos alternativos são uma das tendências que mais chamam a atenção, pois mexem diretamente com hábitos, costumes e desafiam paladares mais tradicionais. Entre os destaques nesta área estão a pesquisa e o desenvolvimento de soluções de origem vegetal e celular para a produção de carne, laticínios e outros produtos de origem animal, como os já citados hambúrgueres à base de plantas e carnes cultivadas em laboratório.

Há, ainda, a utilização de dados e algoritmos com aplicação na nutrição personalizada e o desenvolvimento de soluções para reduzir o desperdício de alimentos, promover a agricultura sustentável e minimizar o impacto ambiental da indústria alimentícia. Todos esses temas vão ganhar o palco do Foodtech Summit. Na programação, estão previstos painéis como “Ecossistema de apoio às Foodtech do RS”, “Tecnologia para resultados” e “Transformando a Indústria Alimentícia”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2023 0 Comentários 629 Visualizações

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