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fim de ano

Variedades

5 dicas de como driblar o cansaço e ansiedade do fim de ano

Por Ester Ellwanger 19/12/2021
Por Ester Ellwanger

A poucos dias para o fim do ano, é tempo também de descansar, sair da rotina, viajar, celebrar a vida e trocar presentes com quem se tem afeto. E todo o cansaço de um ano tão desafiador, que foi 2021, faz com que as pessoas se desliguem das atividades que envolvem o seu lado profissional, o que pode ser um risco para seus objetivos. Algumas empresas têm o famoso “recesso de final de ano”, trata-se de um período de 5 a 10 dias que envolve o descanso aos colaboradores. Outros negócios funcionarão no esquema de plantão em que os funcionários se alternam nos dias de trabalho entre o natal e ano novo.

Seja lá qual for o modelo de trabalho neste mês de dezembro, trata-se de um mês desafiador. Já que os profissionais estão preocupados com a entrega final de resultados do ano que se encerra, com o fechamento do balanço da empresa, com as festas de final de ano, com as férias dos filhos, etc.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil lidera o ranking mundial de pessoas com ansiedade, com quase 19 milhões de pessoas com a doença. Vale ressaltar que esses índices, apesar de terem aumentado por conta da pandemia, são muito parecidos com os do período anterior ao surgimento da Covid-19. E essa ansiedade tende a aumentar, ainda mais, neste último mês do ano. Afinal, entre o que será cozinhado na festa de natal, e todo o trabalho que precisa ser entregue, antes de encerrar o ano, a mente dos brasileiros tornam-se inquietas. E esse cenário pode favorecer o aumento do estresse e levar a prejuízos na carreira profissional em 2022.

“Uma das técnicas que o profissional pode usar, neste último mês do ano, é o Mindfulness. Trata-se do ato de se manter no presente, ou seja, ter foco na atividade laboral que está desenvolvendo. Não é errado pensar no planejamento das festas e/ou o que fará no recesso de trabalho. Mas, é necessário delimitar um horário para esse planejamento pessoal, de lazer e atividades que não envolvam o trabalho de fato. Desde que o indivíduo planeje a sua rotina do mês, a chance de conter os imprevistos é maior”, Jefferson Vendrametto, Diretor do Centro Brasileiro de Cursos – Cebrac, e especialista em carreiras.

Para ajudar a você, a vencer a ansiedade deste final de ano e planejar o seu 2022, Vendrametto lista 5 dicas para planejar o seu final de ano.

Comece pelas atividades mais difíceis

Para que seja possível programar os caminhos do novo ano, é importante que você consiga entregar um bom trabalho neste mês. Não adianta pensar em 2022, quando, no último mês é quando entregamos os resultados finais no trabalho. Por isso, comece com as atividades laborais mais intrincadas e após cumpri-las, siga para as operacionais. Dará uma sensação de tranquilidade, no dia a dia, quando você notar que já cumpriu com as atividades mais difíceis e o dia fluirá melhor.

 

Crie um plano de ação para 2022

Para programar um novo ano, é importante que você reconheça e liste seus objetivos profissionais, aonde quer chegar e o porquê. A principal função das metas é ter um norte. Quando uma pessoa sabe o que quer, ela se torna mais comprometida com o plano de ação que irá criar e com todas as metas estabelecidas. Estruturar um plano de ação estratégico é um desafio para muita gente. Afinal, muitas questões precisam ser consideradas durante o planejamento, incluindo as tarefas a serem realizadas, data de início e fim para cada meta, quais os possíveis caminhos e adversidades que encontrará durante o processo e tudo que precisa priorizar para que o objetivo seja alcançado. Estabeleça todos os degraus e quanto tempo levará para chegar no final. Com calma, estratégia e inteligência, você conseguirá criar o melhor cenário para essa realização.

 

Estabeleça prazos para a vida pessoal e profissional

Estabelecendo prazos, você fica ciente de quais são as suas tarefas e de quanto tempo vai demorar para completá-las. Isso ajuda a organizar o processo e a manter tudo funcionando conforme o planejamento, sendo até mais fácil identificar possíveis falhas. Com isso, vai conseguir visualizar a realização dos seus objetivos e as progressões de médio e curto prazo. E o mais importante: sempre tenha as metas pessoais alinhadas aos profissionais.

Se prepare

Visualizando seu futuro, analise quais preparações devem ser feitas, quais qualificações deverá buscar e todas as mudanças de comportamento necessárias. Considere se qualificar para se preparar tecnicamente para as funções e atribuições profissionais desejadas. Buscar uma nova posição dentro do mercado de trabalho cada vez mais exigente requer uma boa preparação.

Divida as responsabilidades

Envolva os seus amigos e familiares nos preparativos das festas de final de ano. Compartilhe no trabalho atividades que possam ser executadas em conjunto. Lembrem-se: não precisamos dar conta de tudo sozinhos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/12/2021 0 Comentários 625 Visualizações
Variedades

Seis dicas para quem vai viajar de avião neste fim de ano

Por Stephany Foscarini 18/12/2021
Por Stephany Foscarini

Verão chegando, é hora de arrumar as malas para muitas pessoas que vão viajar de avião para curtir as férias, o Natal ou o Réveillon junto a familiares e amigos. Mesmo com a pandemia da Covid-19 sob controle, ainda é preciso tomar certos cuidados, como o uso indispensável de máscara – especialmente as mais seguras, como a N95 ou a PFF2 ou as máscaras cirúrgicas – que têm capacidade maior de filtragem do ar, a fim de evitar o risco de contaminação pelo coronavírus.

Além disso, outras orientações são necessárias, já que as viagens aéreas costumam causar incômodos, como a sensação de “ouvido tampado” e zumbido. Para quem usa aparelho auditivo, o desconforto pode ser ainda maior. Por isso, a fonoaudióloga Rafaella Cardoso, especialista em Audiologia e Vendas na Telex Soluções Auditivas, dá algumas dicas para tornar o momento da viagem o mais confortável possível.

1- “Desentupir o ouvido”

Durante o voo, os velhos truques de bocejar, engolir saliva e mastigar chiclete ajudam a ‘desentupir o ouvido”. Uma dica é fazer esses movimentos para que a trompa de eustáquio se abra e feche. Dessa forma, é possível manter o equilíbrio da pressão do ar entre os dois lados da membrana do tímpano, aliviando o incômodo e um possível zumbido.

2 – Assento ideal

Quem tem problemas de audição deve escolher um assento na lateral do avião oposto à orelha com melhor escuta. Por exemplo, caso ouça melhor com a orelha direita, o ideal é optar por um lugar na janela da fileira esquerda. Dessa forma, será mais fácil ouvir as recomendações e serviços dos comissários de bordo.

3 – Uso de aparelhos auditivos

Para quem faz uso de aparelho auditivo, o uso pode ser normal e somente retirá-los caso sinta algum desconforto, incômodo ou dores devido à rápida mudança de altitude, com o avião em geral atingindo entre 10 e 12 mil metros. Com os aparelhos auditivos em uso, será possível compreender as orientações dos comissários de bordo.

4 – Quem tem aparelho auditivo com bluetooth

Você pode manter os aparelhos ligados quando passar pela segurança, durante o voo, a decolagem e a aterrissagem. No entanto, se o aparelho auditivo possuir tecnologia bluetooth, você deverá selecionar o modo avião do mesmo, ao embarcar na aeronave.

5 – Longe dos motores

Se for possível, escolha assentos no avião que ficam longe dos motores. Por mais que os aviões mais modernos sejam silenciosos, as áreas próximas aos motores ainda são barulhentas.

6 – Desumidificador e baterias

“Na hora de viajar, outro cuidado importante para quem usa aparelho auditivo é não esquecer de levar o desumidificador e um bom estoque de baterias para seus aparelhos auditivos, a fim de garantir uma audição adequada durante toda a viagem”, aconselha a fonoaudióloga da Telex.

Quanto ao risco de contaminação pelo coronavírus, os aviões, pelo menos, levam uma vantagem em relação a outros tipos de transporte. Eles possuem os poderosos filtros HEPA (High Efficiency Particulate Air), que auxiliam na renovação do ar; e o sistema de refrigeração forçada, que são capazes de inativar o vírus da Covid-19.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/12/2021 0 Comentários 895 Visualizações
Gastronomia

Cuidados na escolha do vinho para as festas de fim de ano

Por Stephany Foscarini 15/12/2021
Por Stephany Foscarini

A compra de vinho nesta época do ano é uma tradição para a maioria das famílias brasileiras. Por essa razão, o consumidor deve dar atenção à escolha da bebida, a fim de levar para casa o produto que atenda à expectativa. Assim, evita-se a compra de um vinho que seja fruto de contrabando ou até mesmo falsificado, que poderá até causar danos à saúde. Para evitar esses transtornos a primeira recomendação é observar atentamente no rótulo dos vinhos, a identidade e as informações sobre a origem do produto (nacionais) ou do importador, principalmente se o consumidor for comprar esse tipo de produto fora de estabelecimentos autorizados a comercializá-lo.

O alerta vem de Juliano Simioni, auditor fiscal federal agropecuário (affa), Chefe do Serviço de Inspeção de produtos de Origem vegetal – Sipov, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Santa Catarina. “Se um vinho importado não trouxer as informações de rotulagem também na língua portuguesa e não houver a indicação do estabelecimento importador, bem como do seu número de registro junto ao Mapa, é um forte indicativo de que o produto é clandestino, originário de contrabando. Nesse caso, não há garantia de qualidade da bebida”. Os vinhos regularmente importados passam pela fiscalização da Vigilância Agropecuária do Ministério, sendo analisados para confirmar padrões de identidade e qualidade da bebida.

No caso dos vinhos produzidos no Brasil, Juliano orienta que também se observe no rótulo, o número do registro do produto concedido pelo Mapa e o nome da vinícola que produziu o vinho. Conforme a legislação de vinhos e bebidas no Brasil, todos os estabelecimentos que produzem bebidas devem ser registrados no Ministério e no rótulo deve constar o número desse registro. Se não constar, o consumidor pode estar adquirindo um produto clandestino, em que não há garantias quanto à segurança e qualidade do produto para consumo, pois não passou pelo controle dos auditores fiscais federais agropecuários, explica Juliano, que há 13 anos inspeciona estabelecimentos de vinhos e bebidas quanto às condições sanitárias e tecnológicas.

Os estabelecimentos que produzem, padronizam e engarrafam os vinhos são inspecionados e fiscalizados frequentemente em todo o país. De acordo com Simioni, esse trabalho é realizado seguindo procedimentos padronizados de inspeção das unidades industriais. “Além disso, hoje dispomos de métodos analíticos para combate de fraudes”. Uma das fraudes mais comuns em vinhos era a diluição do mosto de uvas (sumo de uvas frescas utilizado antes do processo de fermentação) com a adição de água e açúcar (de cana) com o objetivo de aumentar o volume final de vinho produzido. Outras análises também são realizadas para garantir a segurança do vinho que chega aos consumidores brasileiros. Como exemplo, no ano de 2020, foi realizada uma ampla operação de análises de resíduos de agrotóxicos e de micotoxinas (Ocratoxina-A) em vinhos nacionais e importados. Nestes parâmetros foi constatada a conformidade em 100% dos vinhos analisados.

Contrabando

Impulsionado pela elevação do dólar, pelo fechamento das fronteiras em função da pandemia ou por outros fatores socioeconômicos, as constatações de contrabandos de vinhos aumentaram durante nesse período, segundo informa Simioni. “Ficou evidente durante esses dois anos o aumento desse tipo de contravenção, principalmente na região de fronteira, caso de Santa Catarina com a Argentina, de onde vem a maioria desses produtos clandestinos. Há, inclusive, rótulos caríssimos que entram no Brasil desta forma”, afirma. Esse período também coincide com o aumento considerável do consumo de vinho no Brasil. De acordo com o estudo desenvolvido pela Ideal Consulting, 2020 foi o ano em que o brasileiro mais bebeu vinho, com alta de 26% no consumo, comparado a 2019. Foram 2,68 litros por pessoa maior de 18 anos.

“Falsos vinhos coloniais”

No Brasil há uma legislação específica para a produção de “vinhos coloniais”. O vinho colonial é aquele produzido por agricultores familiares, de acordo com as características culturais, históricas e sociais da vitivinicultura (Lei 12.959/2014). Os estabelecimentos que se enquadram nesta modalidade também são registrados no MAPA e a rotulagem contém todas as informações.

Contudo, frequentemente a fiscalização se depara com falsos vinhos coloniais, que são apresentados no mercado informal apenas com uma etiqueta de identificação. “Alertamos não consumir estes produtos, pois são falsos coloniais. Tais produtos são um risco à saúde, porque não há qualquer controle sanitário e quase sempre são fraudados”. O auditor também esclarece que estes produtos não são produzidos por agricultores familiares. Explica que esse tipo de produto é oriundo de estabelecimentos clandestinos, que se aproveitam da preferência do consumidor pelos vinhos coloniais. “A gente combate, mas eles insistem”, afirma Simioni.

Há um preço mínimo para cada tipo de vinho. E se estiver sendo vendido abaixo desse patamar, o consumidor tem que desconfiar”.

O cenário de fraudes e clandestinidade pode ser alimentado pelo próprio consumidor, sem saber. A busca por preços tentadores, que não condizem com o praticado no mercado e com a qualidade e procedência do vinho pode levar as pessoas a adquirir vinhos falsificados, com misturas e outras adulterações. “Há um preço mínimo para cada tipo de vinho. E se estiver sendo vendido abaixo desse patamar, o consumidor tem que desconfiar”, alerta.

O auditor fiscal federal agropecuário também está participando da elaboração de cartilha do Anffa Sindical (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários) para orientar o consumidor a conhecer melhor a composição dos vinhos e assim evitar a compra desses produtos falsificados e clandestinos. Ensina ainda a harmonizar a bebida com alguns pratos.

Entre as várias informações sobre o tema, o material esclarece uma dúvida muito comum quando se fala em espumantes. Explica que os espumantes também são vinhos. E que conforme a legislação brasileira, espumante é uma bebida em que as borbulhas (gás carbônico) ocorrem devido a uma segunda fermentação da bebida, podendo ocorrer em garrafas, método conhecido como Champenoise/tradicional; ou em grandes recipientes, chamado método Chaussepied/Charmad. As classificações dos espumantes, conforme o teor de açúcar, também são informadas na cartilha.

Os espumantes podem ser brancos, rosé e até mesmo tinto. Mas essa última é mais incomum. Segundo a cartilha, há ainda outro tipo de vinho espumante no Brasil que conta com muitos admiradores por ser menos alcoólico, mais aromático e doce, tudo isso naturalmente. Trata-se do vinho moscato espumante ou moscatel espumante. No Moscatel o gás provém da fermentação e tem no mínimo 20 gramas de açúcar. Há ainda outros produtos espumantes gaseificados que são populares, principalmente no final de ano. Alguns exemplos são a sidra, o filtrado doce, o vinho gaseificado e o frisante. Nesse caso, o importante é saber discernir se está comprando um vinho espumante ou uma bebida gaseificada.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/12/2021 0 Comentários 691 Visualizações
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