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Política

Entidades apontam risco fiscal como fator central para alta da Taxa Selic

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A elevação da taxa Selic para 12,25% ao ano, anunciada na quarta-feira (11) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, foi analisada por entidades empresariais como uma resposta à deterioração das expectativas de inflação e à condução da política fiscal. Tanto a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) quanto a Fecomércio-RS destacaram o impacto do cenário fiscal e cambial na decisão.

De acordo com o presidente da Fiergs, Claudio Bier, o aumento dos juros reflete a preocupação com a inflação projetada para 2025 e 2026. “A decisão do Banco Central de aumentar os juros para 12,25% reflete a maneira como o Executivo tem conduzido a política fiscal neste ano. O pacote de redução de gastos apresentado pelo Governo Federal não é suficiente para estabilizar a dívida pública, que atualmente chega a cerca de 80% do PIB brasileiro. Essa atitude refletiu na elevação das expectativas de inflação e gerou fortes impactos na taxa de câmbio, que atingiu suas máximas históricas”, afirmou o presidente da entidade.

Presidente da Fiergs, Claudio Bier

Bier avaliou que o movimento foi necessário para manter a credibilidade da política monetária e a estabilidade econômica no médio e longo prazos, mas ressaltou que a medida apresenta desafios para o setor produtivo. “Essa medida traz desafios significativos para as indústrias e os pequenos negócios, que já enfrentam elevadas pressões de custos”, concluiu o dirigente.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, também destacou o impacto do contexto fiscal e externo na decisão do Copom. “No ambiente externo, tanto os dados de atividade nos EUA quanto os resultados da eleição apontam para um cenário à frente com mais inflação, o que acaba contratando taxas de juros mais altas, com reflexos sobre a cotação da moeda americana. No âmbito interno, a insuficiência do pacote fiscal em endereçar uma viabilização estrutural do arcabouço fiscal, somado ao anúncio de isenção do imposto de renda para pessoas com renda mensal de até R$ 5 mil, tornaram claro que não existe um compromisso genuíno com o equilíbrio fiscal”, explicou Bohn.

Presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn

Segundo o dirigente da federação, a pressão inflacionária e a deterioração da curva de juros exigiram uma resposta da política monetária. “Enquanto o fiscal não fizer a sua parte, a política monetária vai ter esse gosto cada vez mais amargo. O Brasil já deveria ter aprendido a lição de que finanças públicas desequilibradas cobram, cedo ou tarde, o seu preço. A conta está chegando”, concluiu Bohn.

As duas entidades concordaram que, embora a elevação da Selic busque conter as pressões inflacionárias e preservar a credibilidade econômica, o aumento impõe desafios adicionais ao setor produtivo, já impactado por altos custos financeiros.

Fotos: Freepik, Dudu Leal e Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 318 Visualizações
Business

Fiergs avalia que acordo Mercosul-UE pode beneficiar indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 09/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) demonstrou otimismo com o anúncio do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, realizado na sexta-feira (6). O presidente da Fiergs, Claudio Bier, destacou as possíveis vantagens para a economia brasileira e para a indústria gaúcha, especialmente no aumento do fluxo de comércio e investimentos entre as duas regiões.

A concretização do acordo é um passo importante para o futuro da economia do Brasil e do Rio Grande do Sul. Poderá nos trazer crescimento do fluxo de comércio e de investimentos, maior inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, aumento da diversificação econômica e fortalecimento do Mercosul”, afirmou Claudio Bier.

O dirigente, no entanto, ressaltou que o processo ainda depende da aprovação dos dois blocos, incluindo o Conselho da União Europeia, para sua implementação total.

Benefícios para a indústria gaúcha

Entre os setores que podem se beneficiar diretamente, Bier destacou a indústria alimentícia, que deve ter maior acesso ao mercado europeu. O acordo prevê a isenção de 82% das importações agrícolas do Mercosul e tarifas preferenciais para 97% dos produtos. “De uma maneira geral, o acordo é benéfico para o Rio Grande do Sul. No entanto, segmentos como Máquinas e Equipamentos, Equipamentos Elétricos e Bebidas enfrentarão maior concorrência do mercado europeu, exigindo competitividade em qualidade e preços médios”, observou o dirigente.

Segundo Bier, o acordo também abre possibilidades para o crescimento de setores como celulose, soja, carnes, tabaco, couro, calçados, móveis e máquinas agrícolas. Além disso, o dirigente mencionou benefícios como a redução de barreiras tarifárias e não-tarifárias, maior segurança jurídica para transações comerciais e o impacto positivo no comércio e em negociações internacionais futuras.

Comércio com a União Europeia

Em 2023, o Rio Grande do Sul foi o sexto estado brasileiro que mais exportou para a União Europeia e o sétimo que mais importou do bloco. A União Europeia foi o segundo principal destino das exportações gaúchas, representando 13,4% do total, e a terceira principal origem das importações, com 12%.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2024 0 Comentários 291 Visualizações
Business

Fiergs projeta crescimento de 4,1% no PIB gaúcho em 2024

Por Jonathan da Silva 04/12/2024
Por Jonathan da Silva

O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul deve crescer 4,1% em 2024, superando a média nacional de 3,2%, de acordo com projeções divulgadas pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta terça-feira (3). Apesar dos impactos das enchentes ocorridas no primeiro semestre, o estado apresentou resiliência econômica, com destaque para a recuperação agrícola e industrial.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, destacou a superação dos desafios enfrentados ao longo do ano. “Foi um ano difícil, mas estamos superando e avançando após a catástrofe provocada pela enchente no primeiro semestre. Nosso otimismo é baseado em fatos e dados, o estado vai crescer acima da média do Brasil em 2025, com a boa safra e investimentos que virão”, afirmou o dirigente.

Presidente da Fiergs, Claudio Bier

Para 2025, a entidade prevê um crescimento de 3,3% no PIB estadual, ante 2,1% no cenário nacional. A produção industrial no Rio Grande do Sul deve registrar alta de 3,2%, impulsionada pela recuperação pós-enchente e pela colheita de uma boa safra.

Desempenho econômico de 2024

Baggio

Segundo o economista-chefe da Fiergs, Giovani Baggio, a recuperação industrial foi impulsionada pela demanda em segmentos como móveis, material de construção e eletrodomésticos. “Tivemos diversos segmentos bastante demandados, o que movimentou a nossa indústria”, explicou Baggio. Dados do primeiro semestre mostram crescimento de 5,4% no PIB estadual, com destaque para a agropecuária (37,6%), serviços (2,7%) e um leve aumento na indústria (0,2%).

No setor empresarial, o Índice de Confiança do Empresário Industrial subiu de 51,1 pontos em outubro para 53,4 pontos em novembro. Segundo a Fiergs, cerca de dois terços dos empresários gaúchos pretendem investir nos próximos seis meses, embora o otimismo esteja mais relacionado à perspectiva de suas empresas do que à economia nacional.

Contexto nacional e global

O crescimento econômico brasileiro, estimado em 3,2% para 2024, foi impulsionado por setores como indústria e serviços. Para 2025, a previsão é de desaceleração, com o PIB nacional avançando 2,1%.

No cenário global, a economia apresentou sinais de estabilização, com desaceleração da inflação e ajustes de preços. No entanto, a Fiergs alerta para desafios relacionados aos preços de commodities e tensões comerciais internacionais.

Alerta sobre inflação e política fiscal

Apesar das perspectivas positivas, a Fiergs chama a atenção para a inflação acumulada de 4,8% em 12 meses até outubro, acima da meta do Banco Central. A entidade também alerta para as incertezas fiscais e afirma a necessidade de comprometimento do Governo Federal com o equilíbrio das contas públicas. A taxa Selic, que deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano, pode atingir 13% em 2025.

O relatório completo da Fiergs está disponível no site do Observatório da Indústria RS, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/balanco-economico-e-perspectivas.

Fotos: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Variedades

Fórum IEL de Inovação aborda desafios e oportunidades em tempos de adversidade

Por Jonathan da Silva 03/12/2024
Por Jonathan da Silva

O 10º Fórum IEL de Inovação, foi realizado nesta segunda-feira (2) na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, e discutiu o tema “Serendipidade: Inovação e Resiliência em Tempos de Adversidade”. O evento, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), integra um esforço do Sistema Fiergs para fomentar uma cultura de inovação acessível às indústrias do estado, que enfrenta os impactos do maior desastre climático de sua história.

Durante a abertura, o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, destacou a importância de modernizar estruturas e incentivar a inovação, especialmente entre as pequenas indústrias. “Noventa e cinco por cento das nossas indústrias têm menos de 50 funcionários. Precisamos mostrar que a inovação é possível e manter nossos talentos no estado. Isso é um compromisso com o futuro da economia e com o fortalecimento da indústria como motor de desenvolvimento”, afirmou Bier.

Entre os palestrantes, a empresária Sônia Hess, fundadora da marca Dudalina, falou sobre o impacto do propósito e pertencimento na inovação. “Cuidar de gente sempre foi a minha maior missão. O mundo só mudará quando o feminino de homens e mulheres, que acolhem, cuidam e protegem, se sobressair”, declarou Sônia, que também enfatizou a importância do vínculo humano na escolha de sua equipe, priorizando a conexão pessoal mais do que a formação acadêmica.

O engenheiro e conselheiro empresarial Celso Ienaga abordou como as empresas podem se preparar para o futuro, enfatizando a necessidade de focar na essência dos negócios e utilizar a tecnologia para potencializá-la. “Olhar o essencial, o que realmente faz a diferença, e utilizar a tecnologia para potencializar isso, é o grande desafio para o futuro”, afirmou Ienaga.

O evento também marcou o lançamento do edital do Programa Cientista na Indústria, uma parceria entre o IEL-RS e a Fapergs. O programa busca inserir pesquisadores com mestrado e doutorado na indústria para promover inovação e ampliar a interação entre o setor produtivo e o meio acadêmico.

Outros destaques incluíram painéis sobre hubs de inovação, parques tecnológicos e startups, além de palestras de especialistas como Daniel Leipnitz, que abordou ecossistemas de inovação, e Marcelo Elias, que falou sobre protagonismo e adaptabilidade em cenários de mudança. O encerramento ficou por conta de Caíto Maia, criador da Chilli Beans, que participou virtualmente com a palestra “Construindo uma Marca de Sucesso – Abordagens de Empreendedorismo para Potencializar Negócios”.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2024 0 Comentários 461 Visualizações
Variedades

Presidente da Fiergs se reúne com sindicatos no Centro das Indústrias em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 26/11/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, foi recebido por lideranças sindicais patronais de diversos segmentos na segunda-feira (18), no Centro das Indústrias, em São Leopoldo. Durante o encontro, foram discutidas estratégias para o fortalecimento da indústria e ações conjuntas em benefício das empresas representadas.

Bier destacou a importância da união após as eleições na Fiergs. “Somos uma indústria forte e precisamos ouvir e delegar para avançarmos. Estamos atuando de forma propositiva, apresentando possíveis soluções, inclusive para o Governo do Estado”, afirmou o presidente da federação.

Entre as novidades apresentadas, Bier mencionou a contratação de um CEO para a Fiergs, o primeiro no país a atuar nesse modelo dentro de uma federação. “Esse profissional será responsável por modernizar e dinamizar a entidade, beneficiando as entidades que representamos”, explicou presidente.

Apoio dos sindicatos e demandas em destaque

O presidente do Sindimetal RS, Sergio Galera, reforçou o papel da Fiergs na articulação de demandas importantes. “Dependemos da Fiergs para várias questões e defendemos a união de esforços para conciliar interesses comuns e avançar como entidade”, ressaltou Galera, que também destacou o trabalho da Câmara Temática da Indústria de São Leopoldo e a importância de qualificar a mão de obra com o apoio do Senai.

O presidente do Sinborsul, Sergio Patzlaff, agradeceu o suporte financeiro da Fiergs para viabilizar a participação de empresas na Mercopar, em Caxias do Sul. “Esse apoio foi fundamental para retomarmos a viabilidade do estande coletivo, permitindo um custo mais acessível às empresas”, afirmou Patzlaff.

O presidente do Sinduscom Vales, Rodrigo Weissheimer, ressaltou que o encontro reforça a união entre os sindicatos e a Fiergs. “Essa articulação é essencial para avançar em novas demandas e projetos em benefício das empresas”, pontuou Weissheimer.

O presidente do Sinmaqsinos, Marlos Schmidt, destacou a necessidade de fortalecer o engajamento associativo. “Precisamos interagir cada vez mais com a federação para oferecer um retorno atualizado às empresas que representamos. Conte conosco para melhorar a indústria”, pontuou Schmidt.

Participação e confraternização

O evento contou com a presença de representantes de várias entidades, incluindo Alexandre Isoppo, Ana Krahe, Ana Paula Werlang, Anelise Gehlen, Carolina Rossato, Gilberto Brocco, Gisele Garcez, Herberto Henrique Fleck Júnior, Patrícia Manica, Sergio Luiz Ferandin, Valmir Pizzutti e outros.

Após as discussões, os participantes foram recebidos com um jantar preparado pelo presidente do Sinborsul, Sergio Patzlaff, encerrando a noite com uma confraternização entre os presentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2024 0 Comentários 353 Visualizações
Business

Evento Diálogos da MEI em Porto Alegre discute caminhos para a indústria verde e resiliente

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

O evento Diálogos da MEI – Mobilização Empresarial pela Inovação reuniu lideranças na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quarta-feira (6), em Porto Alegre, para debater estratégias de transição da indústria para modelos sustentáveis e resilientes. Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Fiergs, o encontro abordou o tema “Construção de uma Indústria Verde e Resiliente”.

O diretor do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia da Fiergs, Marcus Coester, destacou o papel do evento como “um fórum empresarial com o desafio imenso de trazer conhecimento e valor agregado para dentro de nossas empresas”. Já o superintendente de Projetos de Inovação da CNI, Carlos Bork, explicou que a escolha do Rio Grande do Sul para a retomada presencial do evento após as enchentes busca dialogar sobre medidas que possam minimizar catástrofes climáticas. Bork ressaltou a importância de decisões que contemplem aspectos culturais, tecnológicos, ambientais e sociais. “Essa é nossa principal missão: o que deixar para as próximas gerações”, salientou o superintendente.

Durante o painel sobre oportunidades da transição energética no Brasil, o coordenador da MEI e vice-presidente da Siemens Energy Brasil, André Clark, reforçou que a discussão climática deixou de ser um tema exclusivamente ambiental e se tornou político. Clark destacou o Brasil como uma potência em alternativas energéticas e apontou a transição energética como um campo de grande potencial econômico.

Clark também apresentou a MEI, movimento coordenado pela CNI desde 2008 que visa disseminar a inovação entre empresas brasileiras e fortalecer políticas públicas em ciência e tecnologia. A MEI conta com mais de 500 empresas, apoiando iniciativas como a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O evento contou com dois painéis. No primeiro, intitulado “Inovação sustentável como vetor de competitividade”, participaram o diretor de operações da Marcopolo, Luciano Resner, o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Tupy, André Ferrarese, e o executivo de inovação de emissões zero da Embraer, Vinicius Di Nucci Pereira. Resner citou as iniciativas da Marcopolo, como a operação de ônibus elétricos em Porto Alegre e a produção de veículos movidos a bioetano e hidrogênio verde.

No segundo painel, “Como o ecossistema de inovação pode apoiar a jornada das empresas rumo à economia verde”, a presidente da Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), Daniela Eckert, e outros especialistas abordaram o papel de centros de inovação no apoio às empresas. O painel foi mediado por pelo também coordenador do Citec, Marcus Coester.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 282 Visualizações
Business

Entidades alertam para impacto do aumento da taxa Selic na indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 07/11/2024
Por Jonathan da Silva

O recente aumento da taxa Selic para 11,25% ao ano, promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, gerou preocupações entre a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) e da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), que alertaram sobre os desafios impostos ao setor produtivo e ao mercado no estado. O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que a medida cria obstáculos adicionais para a indústria gaúcha, enquanto o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou os impactos econômicos da alta de juros em um cenário interno e externo ainda incerto.

Segundo Bier, a elevação da taxa representa um obstáculo adicional para o setor produtivo, que já enfrenta custos elevados decorrentes da instabilidade cambial e das dificuldades na retomada econômica após os danos causados pelas enchentes. “O aumento dos juros é uma medida para reduzir a inflação e estabilizar as expectativas, mas não aprovamos esta alta, que é muito prejudicial ao setor industrial”, enfatizou o presidente da entidade.

O dirigente da Fiergs destacou ainda que o compromisso com o novo arcabouço fiscal e uma diminuição das incertezas no cenário internacional podem, no futuro, viabilizar uma política monetária menos restritiva.

Bohn, contextualizou a elevação dos juros diante de um cenário econômico complexo. “Esta alta já havia sido antecipada. Hoje seguimos com um cenário de atividade econômica nacional ainda muito resiliente e um mercado de trabalho que surpreende na geração de vagas. Essa conjuntura ajuda a explicar o porquê do lado da inflação não ter havido melhoras desde a última reunião,” comentou o presidente da federação.

O líder da Fecomércio também mencionou incertezas quanto ao controle de gastos pelo governo, a condução da política monetária sob nova presidência do Banco Central e impactos internacionais como as eleições americanas e a situação econômica da China. “O aumento de 0,50 p.p., além de diminuir o ímpeto de demanda, reduzindo a inflação corrente, busca contribuir para a reancoragem das expectativas, via ganho de credibilidade. Mas isso vem a um custo alto… Esse aumento da taxa de juros tem um impacto relevante sobre famílias e empresas, especialmente no caso do Rio Grande do Sul que ainda luta para se reconstruir”, afirmou Bohn.

Os representantes reforçam a necessidade de medidas adicionais para mitigar os impactos dos juros elevados e facilitar uma recuperação econômica sustentável no estado.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/11/2024 0 Comentários 323 Visualizações
Variedades

Encontro da Fiergs/Ciergs no SindiTabaco aborda retomada econômica do estado

Por Jonathan da Silva 28/10/2024
Por Jonathan da Silva

Representantes regionais da Federação e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs) reuniram-se na sexta-feira (25), na sede do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), em Santa Cruz do Sul, para discutir a recuperação econômica do estado, apresentar indicadores e projetar o cenário para 2025. O encontro contou com a presença do presidente da Fiergs/Ciergs, Claudio Bier, e do vice-presidente regional do Ciegs, Júlio Carlos Cardoso Kirchhof.

Durante o evento, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou o acolhimento dos representantes regionais pela nova diretoria do sindicato. “É uma grande honra para a nova diretoria do SindiTabaco, já em nossa primeira semana de atuação, receber os representantes de importantes segmentos industriais e empresariais da região”, afirmou Thesing, que apresentou o documento ‘Assunto controverso, contraponto necessário’, voltado a temas relacionados ao setor de tabaco.

O presidente da Fiergs/Ciergs, Claudio Bier, ressaltou o papel da federação na busca por soluções para desafios locais e mencionou a importância da interiorização da entidade. “Uma das funções da Fiergs é chegar onde estão as questões e, por esse motivo, um dos objetivos da FIERGS é a interiorização. Esse é um momento de alegria, mas também de reflexão com a crise climática que desafiou a todos”, afirmou Bier. Ele também destacou a relevância do trabalho realizado pelo ex-presidente do SindiTabaco e atual diretor da FIERGS, Iro Schünke.

O encontro seguiu com uma palestra do economista-chefe da Fiergs, Giovani Baggio, que apresentou uma análise da situação econômica atual e traçou previsões para 2025. Segundo Baggio, a enchente em maio teve um impacto significativo na indústria, especialmente na de transformação, que registrou uma queda de 26% na produção em comparação ao mês anterior, de acordo com dados do IBGE. No entanto, o setor agrícola foi menos afetado, com a maior parte da safra de verão já colhida e a safra de inverno ainda não plantada. “A primeira projeção da Conab é positiva para safra de grãos 2024/2025 e pode ser recorde, superando as 38 milhões de toneladas”, apontou Baggio.

Baggio mencionou ainda a necessidade de resolver alguns gargalos para que a economia gaúcha continue a crescer, como os problemas na educação, a dívida pública e o déficit previdenciário. Ele destacou a importância de investimentos em irrigação para lidar com as secas, além de uma política de desenvolvimento mais moderna que envolva a colaboração entre setor público e privado. “Levando em conta o nível de otimismo e de intenção de investimento por parte dos empresários, podemos esperar uma melhora nos próximos meses, mas o futuro da economia gaúcha passa pela resolução de alguns gargalos específicos”, explicou o economista.

A reunião das lideranças regionais foi concluída com uma confraternização no estande do SindiTabaco dentro do Parque da 39ª Oktoberfest de Santa Cruz do Sul.

Exportações impulsionam economia do Rio Grande do Sul

Um levantamento da Fiergs apontou que as exportações da indústria de transformação no Rio Grande do Sul cresceram 23,2% em setembro, comparado ao mesmo mês de 2023. O crescimento foi puxado principalmente pelos setores de tabaco (50,2%), alimentos (13,8%) e máquinas e equipamentos (61,2%). O setor de tabaco, em particular, registrou exportações de US$ 274,6 milhões, aumento de US$ 91,8 milhões em relação ao ano anterior, impulsionado tanto pelo aumento nas quantidades exportadas quanto pelos preços.

Claudio Bier observou que o desempenho positivo das exportações de tabaco refletiu a demanda global, mesmo com as dificuldades logísticas causadas pelas enchentes. “Percebemos que, mesmo no período mais crítico das enchentes, as empresas conseguiram escoar o seu produto para o porto e os embarques ocorreram em linha com anos anteriores”, comentou o economista Baggio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2024 0 Comentários 381 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta queda na confiança do empresário industrial gaúcho

Por Jonathan da Silva 25/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) caiu em outubro. A pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quinta-feira (24) indica que o índice passou de 52 pontos em setembro para 51,1 pontos em outubro, após dois meses de alta, mantendo-se abaixo da média histórica de 53,6 pontos. Apesar da queda, o resultado permanece acima de 50 pontos, indicando um leve otimismo no setor.

De acordo com o presidente da Fiergs, Claudio Bier, a redução da confiança está relacionada às expectativas dos empresários para os próximos seis meses. “O retorno do ciclo de aperto monetário, com aumento da taxa Selic, foi possivelmente o fator responsável pela diminuição desse sentimento, embora as expectativas negativas em relação à economia doméstica já estivessem presentes desde o final de 2022, devido à incerteza quanto à sustentabilidade das contas públicas”, afirmou Bier.

O presidente também destacou que o nível de confiança do setor industrial não deve se alterar de forma significativa enquanto a incerteza sobre a condução da política fiscal persistir. Ele projeta um ritmo de crescimento moderado para a atividade industrial no estado.

O levantamento aponta que o Índice de Expectativas, que reflete a visão para os próximos seis meses, caiu 1,4 ponto, registrando 52,7 em outubro. Embora o número permaneça acima de 50, sugerindo otimismo, o sentimento positivo entre os empresários foi menor do que em setembro.

O Índice de Condições Atuais, outro componente do ICEI-RS, permaneceu praticamente estável, subindo apenas 0,1 ponto, alcançando 48 pontos em outubro. Esse valor, abaixo de 50 pontos, indica que os empresários ainda percebem uma piora nas condições atuais dos negócios. O indicador sobre a economia brasileira subiu ligeiramente de 43,2 para 43,6 pontos, enquanto a avaliação das condições da própria empresa oscilou de 50,2 para 50,1 pontos.

A pesquisa, realizada entre 1º e 10 de outubro, contou com a participação de 159 empresas, sendo 36 pequenas, 57 médias e 66 grandes. Entre os entrevistados, 31,4% dos empresários percebem uma piora no cenário econômico brasileiro, enquanto apenas 8,8% relatam uma melhora. Para a maioria, 59,8%, não houve alteração.

O Índice de Expectativas das Próprias Empresas também registrou queda, passando de 57,8 para 55,8 pontos em outubro. Já o Índice de Expectativas para a Economia Brasileira permaneceu praticamente inalterado em relação a setembro, com 46,5 pontos. A maioria dos empresários (63,5%) não espera mudanças no cenário econômico nacional nos próximos seis meses, enquanto 22,6% se declararam pessimistas e 13,8% otimistas.

A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, disponível no link observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2024 0 Comentários 290 Visualizações
Business

Brasil e Cazaquistão discutem ampliação da relação comercial

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

Brasil e Cazaquistão discutiram a ampliação de sua relação comercial durante a 3ª Reunião do Comitê Empresarial entre os dois países, realizada nesta quinta-feira (10) na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O encontro destacou o potencial de crescimento nas trocas comerciais entre as duas nações, que já possuem parcerias importantes em setores como energia sustentável, transporte, fertilizantes e indústria alimentícia.

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, presente no evento, destacou a posição estratégica de seu país como um importante corredor de exportação entre a Ásia e a Europa, por onde passam 80% do transporte terrestre entre os dois continentes. “Muitos itens exportados da China para a Europa passam pelo nosso país. O Brasil tem grande potencial para explorar essa oportunidade”, afirmou Nussupov, sugerindo que o Cazaquistão pode se tornar um intermediário no comércio entre China, Europa e Brasil.

O evento foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Fiergs e o Centro de Indústria e Exportação do Cazaquistão (QazIndustry). O vice-presidente executivo da CNI, Gilberto Porcello Petry, enfatizou que a relação comercial com o Cazaquistão é promissora, especialmente para o Rio Grande do Sul. “Nosso intuito é fortalecer a cooperação e ampliar as potencialidades de negócios bilaterais com o Cazaquistão”, pontuou Petry.

O embaixador do Brasil no Cazaquistão, Marcel Biato, que participou de forma online, reforçou a importância do Brasil como parceiro nas novas fronteiras diplomáticas do Cazaquistão. Ele mencionou iniciativas já em andamento, como a produção de soja com tecnologia brasileira, além da atuação de empresas como a WEG, que desenvolve projetos de energias renováveis e hidrogênio verde no país.

Em 2023, a corrente de comércio entre Brasil e Cazaquistão superou os US$ 121 milhões, embora tenha registrado uma queda de mais de 36% em comparação ao ano anterior. No entanto, a corrente entre o Cazaquistão e o Rio Grande do Sul aumentou 137%, atingindo US$ 9,6 milhões no mesmo período. O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, afirmou que as localizações estratégicas do estado e do Cazaquistão, assim como as semelhanças econômicas, oferecem grandes oportunidades para avanços, especialmente em tecnologia e inovação.

Além de empresários e autoridades dos dois países, o encontro contou com a participação do vice-presidente do Conselho de Administração JSC da QazIndustry, Alibek Shakimov, e do deputado federal Lucas Redecker (PSDB), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara dos Deputados. Representantes de empresas brasileiras que já atuam no Cazaquistão também compartilharam suas experiências durante o evento.

Ao final da reunião, foram assinados memorandos de cooperação entre empresas brasileiras e cazaques nas áreas de cultivo de soja e processamento de carne de frango. Também foi firmado um acordo de irmandade entre o Rio Grande do Sul e a região de Almaty, além da ata da 3ª Reunião do Comitê Empresarial. Além disso, o embaixador Nussupov participou de uma reunião com o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Reunião entre Nussupov e Bier

Fotos: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 404 Visualizações
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