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Business

Sondagem da Fiergs aponta queda na produção da indústria gaúcha em junho

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

A produção da indústria no Rio Grande do Sul caiu em junho, influenciada pela baixa demanda interna e pelas altas taxas de juros, segundo a pesquisa Sondagem Industrial divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Sistema Fiergs. O índice de produção atingiu 45 pontos, abaixo da linha de 50 – que separa crescimento de retração – e da média histórica para o mês, de 46,8 pontos.

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, os empresários apontaram que a fraca atividade no mercado doméstico e o elevado custo do crédito continuam sendo os principais entraves para o setor. “O momento é preocupante. As taxas de juros elevadas e a instabilidade nas relações comerciais com os Estados Unidos deixam o setor em alerta”, afirmou o dirigente.

Nível de emprego também cai

O nível de emprego também registrou retração, ficando em 48,9 pontos, embora a queda tenha sido menos acentuada do que a média histórica de 47 pontos para junho. A utilização da capacidade instalada passou de 69% em maio para 70% em junho, mas segue abaixo do considerado normal para o período. Os estoques aumentaram pelo terceiro mês consecutivo, permanecendo acima do nível planejado pelas empresas, que também relataram insatisfação com a situação financeira e as margens de lucro.

Expectativas são de otimismo moderado

Apesar do cenário considerado negativo, a pesquisa indicou uma leve melhora nas expectativas dos industriais quanto à demanda e ao emprego. A intenção de investir também avançou no mês. O levantamento captou apenas parcialmente os efeitos do anúncio feito em 9 de julho pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a aplicação de tarifas de 50% a produtos brasileiros, já que a coleta de dados foi encerrada no dia 10.

A sondagem

A Sondagem Industrial ouviu 153 indústrias gaúchas, sendo 39 pequenas, 55 médias e 59 grandes. A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria RS, em observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 188 Visualizações
Política

Fiergs alerta para impacto bilionário de tarifa dos EUA sobre exportações gaúchas

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou preocupação com a confirmação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, medida anunciada pelo governo estadunidense em 9 de julho e assinada nesta semana pelo presidente Donald Trump. Segundo a entidade, presidida por Claudio Bier, a nova taxação pode causar perdas de até R$ 1,9 bilhão no PIB do Rio Grande do Sul e atingir diretamente 1.100 indústrias gaúchas, que empregam mais de 145 mil trabalhadores.

Desde o anúncio da medida, a Fiergs realizou reuniões com autoridades estaduais e federais em Porto Alegre e Brasília, apresentando estudos e documentos para expressar a apreensão do setor industrial com os impactos da decisão. Em comunicado, a entidade afirmou que “todas as frentes possíveis de diálogo foram abertas”, mas não foi possível reverter a aplicação da tarifa.

Medidas mitigatórias e reivindicações

Com o cenário confirmado, a Fiergs passou a priorizar ações para reduzir os impactos sobre as empresas afetadas. Uma das medidas já asseguradas é a liberação de uma linha de crédito de R$ 100 milhões pelo BRDE, iniciativa do governo estadual. A entidade, no entanto, considera o valor insuficiente e reivindica a liberação de créditos de ICMS Exportação, além de outras medidas tributárias, trabalhistas e de crédito por parte do governo federal.

Preocupação com impactos econômicos

A Fiergs também defende a manutenção da serenidade nas relações entre os governos brasileiro e estadunidense para evitar agravamento da situação. De acordo com a entidade, a tarifa já resulta em cancelamento de encomendas, suspensão de embarques, negócios desfeitos, desaceleração da produção e concessão de férias emergenciais em empresas do estado.

O Sistema Fiergs informou que seguirá buscando alternativas e negociações em defesa da indústria gaúcha e das cadeias produtivas afetadas pela nova tarifa.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 229 Visualizações
Projetos especiais

Jornada de Sucessão Empresarial terá primeira edição no Rio Grande do Sul em agosto

Por Jonathan da Silva 29/07/2025
Por Jonathan da Silva
O ChatGPT disse:

A Jornada de Sucessão Empresarial será realizada pela primeira vez no Rio Grande do Sul no dia 13 de agosto, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O programa, desenvolvido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Nacional, tem como objetivo preparar empresas familiares para a continuidade de seus negócios, promovendo governança, liderança e planejamento sucessório. As inscrições para a primeira etapa, chamada Embarque, são gratuitas e podem ser feitas até 8 de agosto.

O projeto é uma parceria do IEL Nacional com o Movimento Novos Líderes Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Cambridge Family Enterprise Group e a Academia de Negócios da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). No estado gaúcho, a iniciativa é liderada pelo Sistema Fiergs, por meio do IEL-RS e do Conselho de Desenvolvimento de Lideranças (Conlider).

Segundo o vice-presidente da Fiergs e coordenador do Conlider, Ubiratã Rezler, a ação busca combater as dificuldades de sucessão enfrentadas por empresas familiares no país. “Mais de 90% das empresas no Brasil têm origem familiar. Dessas, apenas 30% conseguem alcançar uma segunda geração, e somente 5% chegarão a uma terceira. Isso ocorre por falta de governança, conflitos internos ou talentos que não são aproveitados. O nosso objetivo é que as gerações possam passar pelas empresas, mas que o negócio permaneça vivo e em franco crescimento”, afirmou Rezler.

Inscrições e valores

Os participantes podem aderir à programação completa da Jornada antes ou após a etapa inicial, desde que tenham participado do Embarque. Para adesões após essa primeira atividade, o prazo vai até 10 de setembro. Empresas com dois representantes terão investimento de R$ 8 mil e, com apenas um representante, R$ 6,5 mil, com subsídio do IEL-RS. São esperadas pequenas e médias indústrias familiares do estado, em diferentes estágios do processo sucessório.

A gerente técnica do IEL-RS, Bruna Hermes, destacou a importância de preparar sucessores para evitar descontinuidades na gestão. “Cerca de 108 mil empresas industriais no Brasil possuem ao menos um sócio com 61 anos ou mais. Por outro lado, 27,9% dos sócios industriais têm entre 21 e 40 anos, sendo considerados novos líderes. A iminente saída desses líderes seniores exige planejamento e ação para evitar rupturas na gestão e na operação das empresas”, pontuou Bruna.

Dados do estudo “Empreendedorismo Industrial: O Perfil dos Novos Líderes”, elaborado pelo IEL Nacional e pelo Observatório Nacional da Indústria, apontam que empresas com novos líderes tiveram crescimento de 8,1% no emprego formal entre 2022 e 2023, contra 3% daquelas sem renovação. “Esses dados indicam que a renovação das lideranças contribui para um maior dinamismo e a capacidade de geração de empregos”, complementou Bruna.

Liderando para o futuro

O evento contará com a participação da empresa Docile, de Lajeado, que compartilhará experiências em educação executiva, inovação, sustentabilidade competitiva e sucessão como pilar de continuidade. O debate pretende contribuir para a formação de líderes industriais mais resilientes e preparados para os desafios futuros.

Mais detalhes e inscrições podem ser feitas no site ielrs.org.br/jornada-de-sucessao-empresarial.

Foto: Artur Safronov/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2025 0 Comentários 253 Visualizações
Projetos especiais

Programa Base é lançado no RS para impulsionar startups científicas na indústria

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Programa Base foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (16), no Instituto Caldeira, em Porto Alegre, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de startups deep tech voltadas à criação de tecnologias baseadas em pesquisa científica. A iniciativa é promovida nacionalmente pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), em parceria com o Sistema Fiergs e a Numerik, e contemplará 180 projetos – sendo 150 vagas para empresas e 30 bolsas para pesquisadores – com inscrições abertas até o dia 31 de julho.

O projeto foi apresentado como estratégico para o futuro da indústria gaúcha, integrando o trabalho do Sistema Fiergs de priorizar a inovação industrial. Segundo o gerente da Divisão de Inovação e Tecnologia do Senai-RS, Victor Gomes, a iniciativa “não apenas apoia startups, mas também incentiva a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e setor industrial, promovendo um ambiente de inovação que pode resultar em soluções impactantes para problemas reais do mercado”.

Dividido em quatro fases, o Base permite a entrada gratuita de empresas e pesquisadores na etapa mais adequada às suas necessidades, desde que cumpram os critérios estabelecidos no regulamento disponível no formulário de inscrição.

Pesquisa como base

A gerente de Redes de Inovação da Embrapii, Paula Nadai, explicou que o Base é o primeiro programa do gênero no estado voltado exclusivamente para startups deep tech, caracterizadas por atuarem na fronteira do conhecimento. “Quem aderir pesquisará o futuro da indústria, coisas que ainda não existem. Então, também é sobre competência, mentes prontas para atuar em locais ainda não explorados”, afirmou Paula.

Casos de referência

Durante o evento de lançamento, o painel “Deep Tech: mais que um hype, uma revolução”, mediado pela jornalista do Grupo RBS, Giane Guerra, apresentou experiências de empresas que já atuam nesse modelo. A Falker, inicialmente uma startup tradicional, se tornou pioneira em tecnologias para agricultura de precisão, diagnóstico do solo, adubação e irrigação, com base em ciência e pesquisa. “Na inovação, não adianta procurar caminhos que já deram certo. Precisamos estar preparados para errar e criar os nossos próprios caminhos. Copiando, a inovação perde seu sentido”, comentou Marcio Albuquerque, CEO da empresa.

Outro exemplo foi a TideSat, criada na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que desenvolveu uma tecnologia própria de monitoramento do nível de corpos hídricos, com base em refletometria. A empresa ganhou destaque por acompanhar com precisão o nível das águas do Lago Guaíba durante a enchente de 2024.

Mais detalhes

As inscrições e mais detalhes sobre o Programa Base podem ser acessadas no site conteudos.senairs.org.br/programa-base.

Foto: Caroline Eberhardt/Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 295 Visualizações
Projetos especiais

Fiergs lança plataforma com dados do comércio Brasil-EUA

Por Jonathan da Silva 16/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou nesta quarta-feira (16) uma plataforma digital que reúne dados detalhados sobre o comércio exterior entre o Brasil, o Rio Grande do Sul e os Estados Unidos. O objetivo, segundo a entidade, é facilitar o acesso de empresas e setores produtivos a informações sobre exportações e importações em um momento de incerteza comercial, marcado pelo anúncio do governo norte-americano de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

A página de business intelligence (BI) foi desenvolvida pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Gerex) e pode ser acessada gratuitamente em bit.ly/BIFIERGS.

Análise por segmento e período

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, a nova funcionalidade oferece recursos que contribuem para o planejamento empresarial. “É uma ferramenta que auxilia na tomada de decisões neste momento de tanta incerteza comercial entre os dois países”, afirma o dirigente.

A plataforma permite filtrar dados por período, estado, segmento produtivo e produto, além de selecionar o ano de análise a partir de 2017. Os usuários podem consultar volumes e valores de exportações e importações, assim como identificar o grau de exposição econômica ao mercado norte-americano.

Estados Unidos como parceiro estratégico

Os Estados Unidos foram, em 2024, o segundo principal destino das exportações do Rio Grande do Sul, que somaram mais de US$ 1,8 bilhão. Entre os principais produtos enviados ao mercado norte-americano estão tabaco, pasta de madeira, armas e munições e calçados.

Além da página exclusiva sobre a relação comercial com os EUA, a plataforma disponibiliza dados do comércio exterior com outros países, permitindo comparações e análises ampliadas para o setor produtivo.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/07/2025 0 Comentários 279 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta setores da indústria gaúcha mais afetados pelo tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 14/07/2025
Por Jonathan da Silva

O anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (REP), de impor tarifas de importação de 50% a produtos brasileiros a partir de 1º de agosto deve impactar diretamente a indústria de transformação do Rio Grande do Sul segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (11) pela Unidade de Estudos Econômicos e pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior do Sistema Fiergs. A pesquisa aponta que, em 2024, os EUA receberam 11,2% das exportações totais do setor industrial gaúcho, com destaque para produtos de metal, que tiveram 46% de seus embarques destinados ao mercado norte-americano.

Entre os setores mais sensíveis às novas tarifas estão minerais não metálicos, com 44,4% das vendas externas direcionadas aos EUA; máquinas e materiais elétricos, com 42,5%; e madeira, com 30,1%. O estudo detalha que, especificamente em produtos de metal, armas e munições concentram 85,9% da produção exportada para o território norte-americano. Já no segmento de máquinas e materiais elétricos, transformadores e indutores têm 79,3% da produção voltada aos EUA.

Empregos e receita

Em 2024, as atividades industriais gaúchas mais dependentes do mercado norte-americano geraram receita de US$ 1,2 bilhão e sustentaram 145,4 mil postos de trabalho, correspondendo a 21,2% dos empregos do setor de transformação no estado. Outros segmentos com participação relevante nas vendas aos EUA são couro e calçados, móveis e veículos automotores. Por outro lado, a indústria de alimentos – que lidera as exportações do Rio Grande do Sul – apresenta menor dependência em relação ao destino norte-americano.

Posicionamento da entidade

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, defendeu o diálogo como caminho para reduzir os impactos da medida. “A solução para esse impasse deve passar por negociação e mediação, evitando prejuízos maiores para as economias envolvidas”, afirmou o dirigente.

Mais detalhes da pesquisa podem ser conferidos no site oficial do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/importancia-dos-estados-unidos-para-a-economia-gaucha.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
14/07/2025 0 Comentários 436 Visualizações
Business

Sistema Fiergs reúne cônsules para ampliar internacionalização da indústria gaúcha

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs recebeu nesta segunda-feira (7), em Porto Alegre, representantes consulares para discutir ações que fortaleçam a presença das indústrias do Rio Grande do Sul no mercado internacional. A reunião-almoço teve como foco a criação de estratégias de intercâmbio e a ampliação de parcerias, em um momento em que o Brasil avança em acordos comerciais, como o tratado de livre comércio do Mercosul com a EFTA – bloco formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, agradeceu o apoio de diversos países à reconstrução do estado após as enchentes de 2024. “A representação consular e diplomática tem um papel fundamental na construção de pontes entre nações. São vocês que levam ao mundo as oportunidades que surgem em nosso estado. O Rio Grande do Sul vive um momento de reconstrução. A crise climática colocou todos nós à prova. Quero expressar nosso profundo agradecimento pelo apoio recebido por meio das representações consulares aqui presentes”, comentou Bier.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Rio Grande do Sul é o sétimo maior exportador do Brasil, com 3.254 empresas atuando no comércio exterior.

Propostas e articulação

O presidente da Associação do Corpo Consular do Rio Grande do Sul (Accers) e cônsul-honorário da França, Roner Guerra Fabris, afirmou que o encontro buscou abrir caminhos para novos negócios. “Nosso objetivo é mostrar um panorama econômico do nosso estado, estreitar relações e criar estímulos para posicionar o Rio Grande do Sul em uma posição cada vez melhor dentro do Brasil”, ressaltou Fabris.

Entre as sugestões dos cônsules estão a realização de eventos de inovação, intercâmbio de talentos na indústria e organização de comitivas comerciais voltadas ao estado.

O diretor do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Ciergs) e coordenador do Conselho de Comércio Exterior (Concex), Aderbal Lima, recebeu as propostas e indicou que elas serão analisadas. “Queremos promover o intercâmbio entre os talentos e a indústria. É por meio dessas pessoas que teremos mais competitividade, com mentes mais abertas e globais. Vocês podem ser peças importantes na conexão entre empresas e pessoas”, pontuou Lima.

Potencial de expansão comercial

Durante a apresentação, o gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior e dos Conselhos Temáticos do Sistema Fiergs, Luciano D’Andrea, destacou que os novos acordos comerciais podem ampliar o acesso do Brasil a mercados preferenciais. “O Brasil pode ampliar o acesso a mercados preferenciais, chegando a quase 32% assim que com os acordos com a União Europeia e a EFTA”, destacou D’Andrea. Atualmente, o percentual de acesso preferencial é de 8%.

O economista-chefe do Sistema Fiergs, Giovani Baggio, ressaltou o peso do comércio exterior para o estado. “Temos uma economia fortemente voltada para o comércio internacional, com um fluxo intenso. O Rio Grande do Sul é um dos estados onde a indústria tem a maior parcela da receita proveniente das exportações”, detalhou Baggio.

Lideranças presentes no encontro

Participaram do encontro o presidente da Accers e cônsul-honorário da França, Roner Guerra Fabris; o vice-presidente da Accers e cônsul-honorário da Grã-Bretanha, Ricardo Sondermann; o cônsul-honorário da Guatemala, Fernando Carlos Schuch Filho; o cônsul-honorário da Suíça, Martin Haeberlin; o cônsul-honorário do Equador, Fernando Francisco Quintana Díaz; a cônsul-honorária da Bélgica, Katia Pinheiro; o cônsul-geral honorário das Filipinas, Somchai Ansuj; a embaixadora e cônsul-geral do Uruguai, Marión Blanco Espino; e o cônsul-geral da Alemanha, Marc Oliver Bogdahn.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 0 Comentários 256 Visualizações
Variedades

Encontro da Jornada Nacional de Inovação no RS debate retenção de talentos

Por Jonathan da Silva 07/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Jornada Nacional de Inovação da Indústria realizou seu segundo encontro no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (4), reunindo representantes do setor no Tecnopuc, em Porto Alegre. Durante a abertura, o coordenador do Conselho de Inovação e Tecnologia (Citec) e diretor da Fiergs, Marcus Coester, afirmou que um dos pilares da gestão do presidente da Federação, Claudio Bier, é reter e atrair talentos para o estado.

O Rio Grande do Sul é um fornecedor de grandes prodígios, porém, que geram valor em outros lugares. Um dos pilares da gestão do presidente Claudio Bier é a retenção e atração de talentos, então estamos trabalhando para não só reverter esse cenário, mas também atrair novos cérebros ao estado. Sem mentes, inovação e tecnologia não teremos um futuro para as próximas gerações”, destacou Marcus Coester, que representou Claudio Bier no encontro.

Transição digital e ecológica

O projeto, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), conta no estado com a parceria do Sistema Fiergs. A iniciativa percorre todos os estados brasileiros e se prepara para o 11º Congresso de Inovação, previsto para março de 2026, em São Paulo.

O superintendente de Projetos de Inovação da CNI, Carlos Bork, ressaltou a escolha de universidades como ponto de partida da caravana. “Essa caravana tinha que começar dentro de duas universidades, pois aqui estão as pessoas que podem fazer a diferença. Talentos que utilizam da criatividade para desenvolverem soluções de grande impacto na nossa economia”, afirmou Bork durante o painel sobre o desafio da transição ecológica e digital no Rio Grande do Sul.

Conexão entre conhecimento e indústria

A secretária estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Simone Stülp, destacou o papel das pessoas no processo de transformação. “Quando falamos de inovação, nos referimos às pessoas que se envolvem nesses processos, nos cérebros que se dedicam a projetos inovadores e a transformações que possam tocar a sociedade. É algo que possui o poder de remodelar a forma de nos relacionarmos como cidadãos, com as nossas regiões e cidades”, ressaltou Simone.

O secretário de Inovação de Porto Alegre, Luiz Carlos Pinto, reforçou a necessidade de financiamento para pesquisas. “Logo, o financiamento de pesquisas relacionadas aos clusters locais é essencial para mudar uma matriz econômica”, enfatizou Pinto.

Programação

O gerente de Tecnologia e Inovação da General Motors América do Sul, Carlos Sakuramoto, apresentou a palestra Inovação & Setor Automotivo: um novo propósito, abordando experiências sobre reciclabilidade, eficiência energética e redução de emissões de carbono.

No encerramento, ocorreram pitches das empresas de tecnologia Ensilica, Blue Nano, DB Random, Vent e Regenera, com a apresentação de projetos, além de dois workshops simultâneos, um sobre acesso a iniciativas de fomento à inovação e outro sobre gestão da inovação.

Próximos encontros

Após passar por São Leopoldo e Porto Alegre, a Jornada Nacional de Inovação terá mais duas etapas no Rio Grande do Sul: em Caxias do Sul, no TecnoUCS, no dia 5 de agosto, e em Passo Fundo, no Instituto Aliança, no dia 12 de agosto. Depois, o projeto seguirá para as demais regiões do país.

Mais detalhes podem ser obtidos no Núcleo de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) pelo e-mail inovacaors@ielrs.org.br ou pelo telefone (51) 99348-3474.

Foto: Leonardo Dalla Porta/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2025 0 Comentários 233 Visualizações
Projetos especiais

Sesi e Ministério do Trabalho lançam programa de EJA profissionalizante no RS

Por Jonathan da Silva 04/07/2025
Por Jonathan da Silva

Até 3,5 mil vagas gratuitas para Educação de Jovens e Adultos (EJA) com foco no mercado de trabalho serão oferecidas no Rio Grande do Sul a partir da próxima terça-feira, 8 de julho, com o lançamento do programa SEJA Pro+ Trabalho e Emprego. A iniciativa, promovida pelo Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (CN-Sesi), pelo Departamento Nacional do Sesi (DN-Sesi) e pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), conta com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Sistema Fiergs. A cerimônia de lançamento será realizada às 10h30min, na sede da Federação das Indústrias do Estado, em Porto Alegre.

O projeto é voltado a jovens entre 18 e 29 anos que não concluíram a educação básica e que desejam retornar aos estudos com uma formação voltada ao mercado profissional. No estado, as aulas acontecerão em 11 municípios ainda não divulgados pelas entidades organizadoras.

Mescla entre educação básica e qualificação profissional

Segundo o Sesi, a metodologia da EJA aplicada no programa combina educação básica com qualificação profissional, tendo como ponto de partida os saberes prévios dos alunos. Os conteúdos educacionais são integrados com formação técnica alinhada às demandas da indústria.

A proposta do SEJA Pro+ é oferecer uma alternativa de desenvolvimento pessoal e profissional para jovens que interromperam os estudos, com vistas a melhorar suas condições de inserção no mundo do trabalho.

O lançamento estadual contará com a presença de representantes das entidades parceiras e de autoridades ligadas ao setor da educação e do trabalho.

Serviço

  • O quê: Lançamento do programa SEJA Pro+ no Rio Grande do Sul
  • Quando: Terça-feira, 8 de julho, às 10h30min
  • Onde: Sede da Fiergs (Avenida Assis Brasil, 8787, Porto Alegre)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
04/07/2025 0 Comentários 424 Visualizações
Variedades

Fiergs propõe redução da tarifa de distribuição do gás natural no RS

Por Jonathan da Silva 04/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) apresentou à Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs) uma proposta para reduzir a tarifa de distribuição do gás natural no estado de R$ 0,5041 para R$ 0,3541 por metro cúbico. A medida, segundo a entidade, busca tornar o custo do insumo mais competitivo e aliviar o impacto sobre a indústria gaúcha, que hoje responde por mais de 70% do consumo.

A proposta da Fiergs contrasta com os valores em discussão na revisão tarifária anual. A Agergs sinalizou uma tarifa de R$ 0,6081, enquanto a Sulgás, concessionária que detém o monopólio da distribuição, propôs R$ 0,6705. De acordo com a federação, a diferença entre a proposta da entidade e o valor indicado pela agência reguladora representa um custo adicional de R$ 183,13 milhões aos consumidores gaúchos.

Estudo com oito argumentos técnicos

Para embasar o pedido de redução, a Fiergs elaborou um estudo contendo oito pontos principais. Entre eles está a necessidade de considerar 100% do volume real de gás distribuído no cálculo dos ajustes, em vez dos 80% utilizados atualmente. O vice-presidente e coordenador do Conselho de Infraestrutura (Coinfra) do Sistema Fiergs, Ricardo Portella, explica que essa prática torna o metro cúbico mais caro. “Estamos discutindo a tarifa de distribuição porque há problemas metodológicos que acabaram empurrando o preço para cima nos últimos anos. Isso precisa ser corrigido porque tem impacto na competitividade industrial”, afirma Portella.

O estudo também defende auditorias sobre os investimentos e uma revisão dos custos operacionais projetados pela Sulgás, além do respeito à taxa contratual de remuneração, considerando o custo real da dívida sem dupla cobrança.

Críticas ao plano de investimentos e à oferta de gás

O plano de investimentos da Sulgás, apresentado em audiência pública na Assembleia Legislativa (ALRS), foi questionado pela Fiergs, que apontou uma desconexão entre os projetos e a realidade da oferta do insumo no estado. Segundo Portella, a oferta de gás natural está estagnada em cerca de 2 milhões de metros cúbicos por dia, sem perspectiva de crescimento. “Não adianta investir para supostamente aumentar a base de usuários se a oferta de gás natural no estado está estagnada”, ressalta o coordenador do Coinfra.

Para Portella, a prioridade deve ser articular soluções que aumentem a disponibilidade do insumo, como a conexão com a Argentina, possibilidade que vem sendo discutida com o governo federal. “O certo é que, enquanto não houver uma opção real de aumento na oferta do gás, os investimentos da empresa que detém o monopólio serão desconectados da realidade e acabarão onerando os usuários”, ressalta o dirigente.

Contrato vigente desde 1994

A Sulgás opera com contrato firmado em 1994, válido por 50 anos, que assegura remuneração baseada na Margem de Distribuição Média, incluindo taxa anual de 20% sobre o capital investido atualizado, custos operacionais, imposto de renda, overhead de 20% e depreciação. A Fiergs reconhece que o contrato deve ser cumprido, mas defende sua revisão como uma das medidas para conter os custos do gás no Rio Grande do Sul.

Foto: Fanjianhua/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
04/07/2025 0 Comentários 320 Visualizações
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