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Business

Pesquisa feita pelo FIERGS indica aumento de confiança no setor industrial

Por Milena Costa 25/05/2021
Por Milena Costa

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS), pesquisa divulgada nessa segunda-feira (24) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), chegou a 60,3 pontos este mês, elevação de 2,3 pontos em relação a abril, o que indica a presença de confiança no setor. Quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminado é o otimismo. Em abril e maio, o ICEI-RS recuperou 6,2 pontos dos 8,7 perdidos em março.

“A indústria gaúcha recuperou, nos últimos dois meses, grande parte da confiança perdida em março. Naquele momento, além do agravamento da pandemia e das consequentes medidas de restrição de parte das atividades de comércio e serviços, o setor era impactado por intensos aumentos de preços e pela falta de insumos e matérias-primas”, explica o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O ICEI-RS vai de zero a 100 e é composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas. Em maio, todos os seus componentes tiveram elevação. O Índice de Condições Atuais subiu de 51,3, em abril, para 54,2 pontos. O de Condições Atuais da Economia Brasileira pulou de uma avaliação negativa de 44,4 pontos para a neutralidade (50) no mesmo período. Em maio, os percentuais de empresários gaúchos que perceberam melhora e piora na economia brasileira foram similares: 28,4% e 26,3%, respectivamente. Mas para a maioria (45,3%), as condições não mudaram. A melhora nas condições atuais também foi percebida em relação à própria empresa, com o índice crescendo 1,7 ponto em relação a abril, para 56,4.

Expectativas

O otimismo entre os empresários consultados aumentou para os próximos seis meses. O Índice de Expectativas se distanciou da marca divisória dos 50 pontos: de 61,3, em abril, para 63,4, em maio. O mesmo sentimento predomina com a economia brasileira entre 45,8% dos empresários, ante um percentual de pessimistas bem menor, 10,5%. Isso se reflete nos 59,3 pontos alcançados pelo Índice de Expectativas com a Economia Brasileira, quatro acima de abril. Subiu também o otimismo com relação ao futuro da empresa, com o Índice de Expectativa passando de 64,2 para 65,4 pontos, refletindo, segundo o presidente da FIERGS, o alívio na crise sanitária e a perspectiva de retomada da economia e no fornecimento de matérias-primas.
A pesquisa foi realizada entre 3 e 12 de maio, com 191 empresas, sendo 36 pequenas, 61 médias e 94 grandes. Acompanhe os resultados completos em https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/indice-de-confianca-do-empresario-industrial#.

Fonte: Assessoria
25/05/2021 0 Comentários 732 Visualizações
indústria gaúcha
Business

Indústria gaúcha retoma nível de atividade anterior ao da pandemia

Por Eduarda Ferreira 19/01/2021
Por Eduarda Ferreira

A atividade da indústria gaúcha retornou ao nível anterior ao da pandemia, revela o Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) divulgado nessa segunda-feira (18) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Conforme a pesquisa, o nível da indústria gaúcha cresceu 1,8%, em novembro, se comparado a outubro de 2020. Assim, essa foi a sétima taxa positiva seguida, período em que acumulou alta de 33,6%, levando o índice a superar o patamar de fevereiro (+1,5%).

Entretanto, conforme o presidente da  Fiergs, apesar de positivo, o resultado não significa a recomposição total das perdas.  “Poucos setores e nenhum dos indicadores escaparão de uma queda em 2020”, afirma Gilberto Porcello Petry.

Todos os componentes do IDI-RS registraram crescimento em novembro na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal. Assim, o destaque fica para as compras industriais (7,6%) e o faturamento real (3,2%). Além disso, vale ressaltar o sexto avanço seguido do emprego, com 1%. A utilização da capacidade instalada – UCI subiu 0,3 ponto percentual no período, atingindo 81,9% de grau médio.

Outros comparativos

Na comparação com novembro de 2019, a atividade industrial gaúcha também subiu, 4,7%, desacelerando a queda acumulada em 2020 de -7,6% em outubro para -6,5% em novembro. Assim, já nos 11 primeiros meses de 2020, todos os seis componentes do IDI-RS caíram se comparados com igual período de 2019: faturamento real (-5,9%), horas trabalhadas na produção (-7,4%), emprego (-2,2%), massa salarial real (-9,5%) e compras Industriais (-8,8%). A UCI recuou 5,3 pontos percentuais, atingindo média do ano de 2020 de 76,9%.

Dos 16 setores pesquisados, 11 registraram queda da atividade industrial no acumulado do ano. Os impactos negativos vieram especialmente dos setores de Veículos automotores, com -19,3%, e Couros e calçados, -20,6%. Além disso, em menor intensidade também se destacaram Máquinas e equipamentos (-3,6%) e Químicos e refino de petróleo (-3,8%). Por outro lado, as expansões mais significativas foram de Alimentos, aumento de 4,1%, e Produtos de metal, 5%.

Expectativas

Para os próximos meses, a pesquisa da Fiergs aponta para expectativa positiva, amparada nos juros baixos, na expansão do emprego, na elevada confiança empresarial e nos baixos níveis de estoques. Por outro lado, são incertos os impactos no setor do fim do auxílio emergencial, além de um quadro de desemprego ainda elevado, a incerteza com relação à pandemia, o agravamento da situação fiscal do país e aumentos de preços e a escassez de insumos e matérias-primas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/01/2021 0 Comentários 630 Visualizações
industrial
Business

Produção industrial gaúcha começa o último trimestre em ritmo intenso

Por Gabrielle Pacheco 27/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial RS de outubro, divulgada nessa quinta-feira (26) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra a atividade no setor ainda muito aquecida, com elevação da produção e na geração de emprego, além de baixos níveis de ociosidade e de estoques. Dessa forma, as expectativas dos empresários permanecem positivas, aumentando a disposição em investir. “A necessidade de repor estoques é um fator positivo para a produção industrial, que tem crescido de forma constante nos últimos meses”, acrescenta o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Conforme a pesquisa, os índices variam de zero a cem pontos e permanecem positivos no levantamento de outubro. Além disso, a produção industrial gaúcha cresceu pelo quinto mês consecutivo, alcançando 61,2 pontos, enquanto o emprego subiu pela quarta vez, com 57,8 pontos. Assim, os índices indicam uma elevação expressiva e são superiores às médias históricas do mês (de 54,1 e 49,4 pontos, respectivamente), mostrando um desempenho superior ao sugerido pela sazonalidade.

A aceleração da atividade industrial em outubro se confirma também pela UCI, que aumentou de 74%, em setembro, para 77%, somando 4,5 pontos percentuais acima da média histórica do mês. Com a sexta alta seguida, o grau médio da UCI não apenas superou o anterior ao da pandemia como é o maior desde agosto de 2011 (78%). Além disso, o índice de UCI em relação ao usual, que utiliza o critério de pontos, também cresceu pelo sexto mês, alcançando 55,2, o maior valor desde março de 2010 (56,1 pontos). Nesse caso, valores superiores a 50 indicam que os empresários consideram a UCI acima do normal para o mês.

Mesmo com o forte aumento da produção, os estoques de produtos finais continuaram caindo e em níveis abaixo do esperado pelas empresas em outubro. No mês, o índice de evolução atingiu 44,6 pontos e o índice de estoques em relação ao planejado, 42,9 pontos. Abaixo dos 50 pontos, indicam queda em relação ao mês anterior e estoques abaixo do planejado pelas empresas. A necessidade de repor esses estoques é um fator positivo para a produção industrial futura.

Expectativas do setor

Com exceção das exportações, cujo índice cresceu 0,6 ponto (para 55,7) ante outubro na pesquisa realizada entre 3 e 12 de novembro, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses recuaram na Sondagem Industrial. Entretanto, continuam bem acima dos 50 pontos: a demanda caiu 1,2 ponto (para 62,5), compras de matérias¬primas, 1,3 (para 61,6) e emprego, também 1,3 ponto (para 56).

Por fim, o índice de intenção de investimentos para os próximos seis meses atingiu 60,8 pontos, 2,7 acima de outubro, o que não era tão grande desde março de 2014 (62,4 pontos). A pesquisa foi realizada com 198 empresas sendo 43 pequenas, 58 médias e 97 de grande porte, e está disponível em: https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/sondagem-industrial.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/11/2020 0 Comentários 666 Visualizações
industrial
Business

Confiança do industrial gaúcho continua em patamar elevado

Por Gabrielle Pacheco 18/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

O otimismo do industrial gaúcho com relação à economia brasileira e à própria empresa continua em patamar elevado, revela o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta quarta-feira (18). Assim, o índice atingiu 65,1 pontos em novembro, nível muito próximo de outubro, 64,9 pontos, e de setembro, 65,2 pontos. “Após a recuperação entre junho e setembro, a estabilização do ICEI mostra que os industriais gaúchos ainda avaliam favoravelmente o cenário atual, com a retomada acelerada da atividade do setor nos últimos meses, apesar de uma leve piora nas expectativas. Entretanto, essa retomada precisa ser um pouco relativizada em função da base de comparação muito baixa”, diz o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

O ICEI-RS varia de 0 a 100 pontos, sendo 50 pontos a marca divisória entre a presença e a ausência. Nesse sentido, o valor obtido em novembro revela que o nível de confiança é alto na indústria gaúcha. “Isso indica a manutenção do processo de recuperação em curso, com perspectivas positivas para os investimentos, o emprego e a atividade industrial no Rio Grande do Sul nos próximos meses”, destaca o presidente da FIERGS.

O Índice de Condições Atuais alcançou 62,9 pontos, um aumento de 2,2 com relação a outubro, praticamente igualando a máxima histórica de abril de 2010 (63). A percepção de melhora nunca esteve tão disseminada entre os empresários gaúchos. No mês, 53,5% e 60,6% percebem isso, respectivamente, nas condições da economia brasileira e das empresas. Com isso, o Índice de Condições Atuais da Economia Brasileira cresceu para 59,4 pontos em novembro, contra 56,7 em outubro. Já o Índice de Condições das Empresas atingiu o seu recorde histórico: 64,6 pontos, ante os 62,7 de outubro.

EXPECTATIVAS

Mesmo tendo recuado pelo segundo mês, as expectativas dos empresários para os próximos seis meses permanecem otimistas. Em novembro, o Índice de Expectativas registrou 66,2 pontos, 0,8  a menos em relação a outubro. Entretanto, os entrevistados pela pesquisa têm sentimentos muito positivos com relação à economia brasileira: o índice ficou praticamente estável em 62,3 pontos (62,2 em outubro). O Índice de Expectativas com relação à Empresa, em 68,2 pontos, também reflete uma visão otimista, apesar da queda em relação aos 69,4 pontos de outubro. Em novembro, 55,1% dos empresários gaúchos estão esperançosos com o futuro da economia brasileira (8,5% pessimistas), enquanto 70,7%, com o futuro da própria empresa (apenas 3,5%, pessimistas).

A pesquisa consultou 198 empresas, 43 pequenas, 58 médias e 97 grandes, entre 3 e 12 de novembro. Mais informações em https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/indice-de-confianca-do-empresario-industrial.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/11/2020 0 Comentários 558 Visualizações
Variedades

XII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria vai acontecer online

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O XII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria vai acontecer neste ano de forma online. A programação começa na sexta-feira, 18 de setembro, com a solenidade de abertura gravada com mensagens dos organizadores e autoridades às 7h45min. No período da manhã as palestras tratam a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), Distúrbios do comportamento, pneumonias e tuberculose. Durante a tarde, a pauta traz os riscos dos alimentos ultraprocessados, tratamento da icterícia neonatal, fórmulas infantis, doenças crônicas não transmissíveis do adulto, distúrbios do sono e dificuldades alimentares. Encerrando a programação do dia, os palestrantes falam do manejo da dor, bronquiolite, importância da “golden hour” no atendimento de urgências e infecção no trato urinário.

No sábado (19) a programação inicia com aula sobre Otites de repetição, imunidade, alta do alojamento conjunto, corticoterapia tópica, autismo e vacinas. Para as 12h30min está prevista apresentação de Temas Livres selecionados. O encerramento acontece às 13h.

“Uma vez que estamos todos vivendo um momento de grandes dúvidas e indefinições, a Diretoria da SPRS entende o atual caráter de exceção causado pela pandemia da Covid-19, e, respeitando as recomendações do Ministério da Saúde, adequamos o tradicional formato presencial do Congresso Gaúcho de Pediatria para transmissões online. Com isso, mantemos intocado o compromisso de não interromper a nossa tradicional oferta de atualização médica, ao mesmo tempo que asseguramos a segurança e a saúde de nossos participantes, palestrantes e patrocinadores”, afirma o presidente da SPRS, Sérgio Luis Amantéa.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Gilberto Porcello Petry renova mandato na FIERGS

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ao renovar seu mandato frente à Federação e o Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS/CIERGS), o presidente Gilberto Porcello Petry disse que continua otimista, apesar do momento difícil pelo qual o Brasil passa em função da pandemia do coronavírus. Junto com Gilberto Petry tomaram posse também as novas diretorias da FIERGS e do CIERGS em cerimônia realizada virtualmente nesta segunda-feira, 20. O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, foi um dos diretores empossados para a gestão 2020/2023 da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Schünke faz parte da diretoria da FIERGS desde 2008.

Seguindo os protocolos de segurança em saúde, apenas Petry e os vice-presidentes estiveram na sede da FIERGS para a cerimônia, que contou com as participações por vídeo do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade; e do governador Eduardo Leite. Petry reiterou ser a indústria defensora do equilíbrio entre o isolamento social e uma dinâmica estável das atividades econômicas durante a crise do coronavírus.

“Caso o isolamento perdure por mais tempo, ao final da crise vamos apenas recolher os fragmentos de empresas e de empregos, em meio a um formidável colapso econômico com brutal redução da receita fiscal.”

O presidente da FIERGS, porém, vê estímulos para o Brasil continuar a avançar, como o novo marco legal do saneamento aprovado pelo Congresso Nacional, e a já pautada reforma tributária. “Mas mais dois temas precisam fazer parte do debate nacional: a esquecida Reforma Administrativa, e a essencial Reforma Política”, frisou.

Petry agradeceu a quem aceitou integrar as Diretorias da FIERGS e do CIERGS ao seu lado para a gestão 2020/2023. “Tive a distinção de ser reeleito para presidir as entidades nos próximos três anos. Agradeço a confiança depositada no meu nome pelas votações unânimes dos Sindicatos industriais e dos associados do Centro das Indústrias presentes no pleito em 9 de junho. Quero conclamar os meus companheiros a prosseguirmos, por mais três anos, dando continuidade, com muito orgulho, ao trabalho realizado, que apesar da pandemia está em um bom nível de desenvolvimento e equilibrado financeiramente”, disse.

As novas diretorias: FIERGS

Presidente: Gilberto Porcello Petry

Vice-Presidentes: Arildo Bennech Oliveira, Cezar Luiz Müller, Cláudio Affonso Amoretti Bier,
Gilberto Ribeiro, José Alfredo Laborda Knorr e Ricardo Lins Portella Nunes

Diretores: Adair Angelo Niquetti, Alexandre Bittencourt De Carli, Amadeu Pedrosa Fernandes, Antonio Mary Ulrich, Aquiles Dal Molin Junior, Airton Zoch Viñas, Carla Carnevali Gomes, Darcio Klaus, Delorges Antonio Horta Duarte, Élio Jorge Coradini Filho, Ervino Ivo Renner, Gerson Albano Haas, Gilberto Brocco, Gilberto Pedrucci, Hernane Kaminski Cauduro, Iro Schünke, Joni Alberto Matte, Jorge Romeu Ritter, José Augusto Peter Vaniel, José Zagonel, Juarez José Piva, Júlio Carlos Cardoso Kirchhof, Marlos Davi Schmidt, Nelson Eggers, Nerison Antônio Paveglio, Newton Mario Battastini, Norberto Luiz Pasqualotto, Renato Klein, Ricardo Coelho Michelon, Ricardo José Wirth, Roberto Rene Machemer, Roque Noschang, Serafim Gabriel Quissini, Sérgio Bolzan Panerai, Sérgio de Bortoli Galera, Ubirajara Terra, Volnei Luiz Sebben e Walter Rudi Christmann

Conselho Fiscal: Gelson de Oliveira, Reomar Angelo Slaviero, Silvio Colombo, Gilberto Luiz Bortoluzzi, João Altair dos Santos e José Roberto Fraga Goulart

Delegados CNI: Gilberto Porcello Petry, Gilberto Ribeiro, André Meyer da Silva, José Antonio Fernandes Martins

CIERGS

Presidente: Gilberto Porcello Petry

Vice-Presidentes: André Bier Gerdau Johannpeter, José Agnelo Seger, Marcos Odorico Oderich, Maristela Cusin Longhi, Mauro Gilberto Bellini e Thômaz Nunnenkam

Vice-Presidentes Regionais: Alexandre Guerra, Celso Theisen, Flavio Haas, Iraní Tadeu Cioccari, Jaime Lorandi, Jairo Alberto Zandoná, Mauricio Harger, Otto Trost, Tiburcio Aristeu Grings, Torquato Ribeiro Pontes Netto

Diretores: Ademar de Gasperi, Aderbal Fernandes Lima, Adriano Tollens Cauduro, Alfeu Strapasson, Angelo Garbarski, Aristides Inácio Vogt, Arlindo Paludo, Claudino João José Simon, Cláudio Guenther, Daniel Martin Ely, Daniela Aesse Kraemer, Edilson Luiz Deitos, Edson D’Arrigo, Erasmo Carlos Battistella, Felipe Fuga Roso, Fernando José Ruschel Justo, Geraldo José Alexandrini, Guilherme Scozziero Neto, Ivânio Angelo Arioli, Jaime Bellicanta, Jorge Luiz Buneder, José Carlos Estefenon, José Luis Korman Tenenbaum, Júlio Eggers, Julio Ricardo Mottin Neto, Luiz Felipe Schiavon ,Paola Maria Vianna Reginatto, Rafael Gustavo Araujo Ribeiro, Rodrigo Holler Petry, Rui Mendonça, Vittório Antônio da Silva Ardizzone, Volker Lübke e Walter Rauen de Souza

Conselho Fiscal: Carlos Weinschenck de Faria, José Luiz Bozzetto, Lindonor Peruzzo, Lisandro Rocha dos Santos, Oscar Alberto Raabe e Marcus Coester

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2020 0 Comentários 607 Visualizações
Business

Atividade Industrial começa o ano em alta no RS

Por Gabrielle Pacheco 09/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) divulgou nesta segunda-feira, 9, O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS). O estudo revela que a atividade no setor começou o ano em alta, depois de três quedas consecutivas. Em janeiro, subiu 3,3% na comparação com o mês anterior, com ajuste sazonal, no maior aumento mensal desde janeiro de 2010 (menor apenas que junho de 2018 devido à recuperação da greve dos caminhoneiros). Mesmo assim, o IDI-RS somente recuperou parte das perdas recentes, que desde maio do ano passado chegaram a 5,9%, e seu patamar em janeiro de 2020 é similar ao do quinto mês de 2019.

Com exceção da massa salarial real, que caiu 2,2%, foi muito positivo o desempenho mensal de todos os componentes do IDI-RS: faturamento real subiu 7,7%, horas trabalhadas na produção, 7,4%; compras industriais, 4,7%; emprego, 0,3%. O melhor nível de atividade da indústria se reflete também com o crescimento da Utilização da Capacidade Instalada (UCI), que atingiu 82,6% após subir 3,7 pontos percentuais em janeiro.

Se na relação com dezembro de 2019 o IDI-RS revela expansão superior a 3% em janeiro, a análise comparativa com o mesmo mês do ano passado obtém um resultado bem diferente, não evitando a sétima queda (a quarta consecutiva) em oito meses: -1,6%. Com isso, a atividade industrial gaúcha voltou a ficar negativa pela primeira vez desde setembro de 2017 no acumulado em 12 meses: -0,2%.

Entre os componentes, ante janeiro de 2019, as influências para o resultado negativo vieram do faturamento real (-5,3%), das compras industriais (-4,2%), do emprego (-0,4%) e da massa salarial real (-0,2%). Apenas as horas trabalhadas na produção (+0,4%) e a UCI (+0,4 pontos percentuais) começaram o ano crescendo.

Ainda em termos anualizados, 11 dos 17 setores pesquisados cresceram. Porém, as reduções de setores importantes como Tabaco (-30,4%), Químicos e derivados de petróleo (-5,7%) e Máquinas e Equipamentos (-1,1%) determinaram o dado negativo agregado. Já as altas vieram de Couros e calçados (8,2%), Produtos de metal (5,5%) e Borracha e plásticos (2,8%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2020 0 Comentários 365 Visualizações
Business

Pesquisa revela atividade industrial em alta

Por Gabrielle Pacheco 12/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial do Rio Grande do Sul, elaborada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), aponta atividade industrial em alta e mostra otimismo do setor para os próximos seis meses. O índice de produção em novembro registrou 54,5 pontos, 2,9 abaixo de outubro. O resultado, com valor acima dos 50 pontos, significa que a alta foi menos intensa que a de outubro, mas ocorreu num mês cuja tendência é de estabilidade. O emprego, que historicamente tende a cair na passagem de outubro para novembro, cresceu, após seis meses consecutivos de queda: 51,4 pontos.

Outro indicador que apresentou o mesmo comportamento foi a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), alcançando 74,0% em novembro (um ponto percentual acima de outubro), para uma média histórica de 71,9% no mês. O indicador de UCI (Efetiva em Relação ao Usual), aos 49,6 pontos, não ficava tão próxima do nível normal (50 pontos) desde abril de 2013. “Apesar do crescimento menor da produção em novembro comparado a outubro, os empresários continuam com uma expectativa positiva para o primeiro semestre de 2020, projetando uma melhora no mercado interno”, afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

“…os empresários continuam com uma expectativa positiva para o primeiro semestre de 2020, projetando uma melhora no mercado interno”.

A Sondagem de novembro também mostrou a redução de estoques de produtos finais, mesmo com a alta atípica da produção. Na maior parte do ano mostrando acúmulo indesejado, o índice de estoques em relação ao planejado ficou em 47,2 pontos. Abaixo de 50, denota estoques menores do que o planejado pelas empresas, sugerindo uma demanda acima da esperada em novembro.
Na opinião dos empresários gaúchos, a expansão da atividade da indústria gaúcha deve continuar no primeiro semestre de 2020.

De fato, todos os índices de expectativas permaneceram acima dos 50 pontos em dezembro e, com exceção das exportações (52,6 pontos), cresceram em relação a novembro. Os empresários projetam crescimento da demanda (58,6), das compras de matérias-primas (56,2) e do emprego (53,6). Nesse cenário, a intenção de investir foi a maior desde janeiro de 2019. Com três crescimentos seguidos, o índice de intenção de investir nos próximos seis meses alcançou, em dezembro, 58,2 pontos, bem acima da média histórica (49,1). O índice varia de zero (nenhuma empresa pretende) a 100 pontos (todas pretendem). Quanto maior o índice, maior a intenção. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (9).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/01/2020 0 Comentários 579 Visualizações
Business

Exportações industriais caem em novembro

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ao totalizarem US$ 923 milhões em novembro, o que representa um recuo de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, as exportações da indústria do Rio Grande do Sul seguem praticamente estagnadas em 2019. A análise por setores de atividades econômicas mostra que, dos 23 segmentos da indústria de transformação que registraram algum embarque no mês passado, 19 tiveram queda sob a base de comparação mensal.

“No acumulado do ano até novembro, as exportações industriais mostraram um avanço pequeno, de apenas 1,2%, se comparadas com o mesmo período de 2018”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry, explicando que o resultado ainda é consequência da desaceleração sincronizada da economia mundial e das crises econômicas de parceiros regionais, como a Argentina.

“No acumulado do ano até novembro, as exportações industriais mostraram um avanço pequeno, de apenas 1,2%, se comparadas com o mesmo período de 2018.”

Em novembro, os setores de Tabaco (-35,4%), Químicos (-18,6%) e Veículos automotores, reboques e carrocerias (-17,4%), foram os que mais contribuíram negativamente para a queda nas exportações industriais gaúchas. Tabaco sentiu o impacto de antecipações de embarques feitas em setembro e outubro. Os produtos químicos respondem à queda verificada no grupo de Produtos químicos orgânicos (-18,4%), como adubos e fertilizantes, enquanto os números do grupo de veículos automotores ainda são reflexos da crise argentina.

Quem sente menos os impactos da crise é o setor de Alimentos, com mais uma alta significativa, em conformidade com resultados anteriores: 38,6%, configurando o sétimo crescimento consecutivo sob a comparação mensal. O grupo de Carne de frango in natura (+119%) mais do que dobrou, enquanto os embarques de Carne de suíno (+88,3%) e Carne de boi in natura (+52,1%) aumentaram, porém menos do que na análise do mês de outubro, em decorrência de uma leve queda nos embarques para China.

No acumulado dos 11 primeiros meses de 2019, as exportações industriais acumularam US$ 11,2 bilhões. Entre os três principais países compradores de produtos gaúchos, houve queda de exportações para China (-12%) e Argentina (-38,4%), enquanto aumentaram os embarques para os Estados Unidos (+12,9%). Pelo lado das importações, o Estado adquiriu US$ 809 milhões em mercadorias, com retração de 22,2% ante novembro do ano passado.

Por sua vez, no acumulado do ano até novembro, o Rio Grande do Sul importou US$ 9,2 bilhões, queda de 11,1% em comparação com igual período de 2018. Todas as grandes categorias econômicas apresentaram retração perante a novembro de 2018: Bens intermediários (-26,1%), Bens de capital (-14,3%), Combustíveis e lubrificantes (-13,8%) e Bens de Consumo (-20,3%). Destaque para o recuo de Bens Intermediários, puxado fortemente pela redução do consumo de Insumos industriais elaborados (-23,8%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/12/2019 0 Comentários 497 Visualizações
Business

Fiergs apresenta perspectivas para 2020

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Estado terá um crescimento de PIB de 2,6% em 2019, superior ao do País (aumentará 1,1%), mas que será reduzido para 1,8% no próximo ano, prevê a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), que apresentou, nesta terça-feira (3), o seu Balanço 2019 e Perspectivas 2020. “O ano de 2019 foi de o Brasil começar a arrumar a casa, esperava-se mais rapidamente, mas não foi porque em uma democracia sempre se depende do parlamento, que anda mais devagar do que a economia”, disse o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, ressaltando que em 2020 o Produto Interno Bruto Brasileiro deverá chegar a 2%, de acordo com a estimativa da entidade.

Segundo o que a Fiergs apresentou em entrevista coletiva, dois fatores principais contribuíram para o resultado da economia gaúcha em 2019: a elevada produtividade da colheita de grãos em relação à safra de 2018 (incremento de 6,1%, enquanto a brasileira foi de 3,8%) e o bom desempenho da Indústria de Transformação no primeiro semestre, com forte crescimento, puxado pelo desempenho da fabricação de veículos automotores (+21%). O presidente da Fiergs vê o empresário brasileiro mais otimista com o futuro da economia e das empresas, e isso deverá se refletir com a abertura de novas vagas em 2020.

“Nossa previsão é a de criar 38 mil empregos no Rio Grande do Sul. Como empresários, temos a função de criar emprego, juntamente com o governo”, salientou.

O economista-chefe da Fiergs, André Nunes de Nunes, destacou que mesmo completando o terceiro ano consecutivo de crescimento, as economias do Brasil e do Rio Grande do Sul no final de 2019 ainda operam muito aquém do período pré-crise, com a produção física industrial do Estado mais de 14% abaixo do pico. Mas o economista vê perspectivas positivas a partir do ano que vem. “Se para a economia global o melhor já passou, tendo em vista a aproximação do fim de um longo ciclo de crescimento, no caso do Brasil, o pior já passou”, afirmou ele, observando que o menor avanço do PIB gaúcho para 2020 em relação ao Brasil se explica porque o Estado partirá de uma base de crescimento mais elevada.

Já o desempenho nacional, embora houvesse a expectativa de retomada mais vigorosa no início de 2019, foi influenciado por diferentes fatores: a queda da demanda externa, especialmente da Argentina, o patamar das taxas de juros ainda alto e insuficiente para estimular a economia, e a incerteza em relação à aprovação da Reforma da Previdência, promulgada apenas em novembro. Além disso, o desempenho da indústria nacional foi afetado também pela queda na Indústria extrativa (-9,8%) em função do desastre de Brumadinho.

Para 2020, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul projeta três cenários: No cenário base, o crescimento esperado de 2% para o PIB terá como principal vetor a continuidade do processo de expansão do mercado consumidor interno. A melhora na confiança dos consumidores – impactados pela liberação de recursos do FGTS – e a evolução positiva do mercado de trabalho, bem como as taxas de juros e inflação baixas, proporcionam as condições para a aceleração do crescimento no próximo ano. Para o Rio Grande do Sul, a estimativa é de 1,8% de elevação do Produto Interno Bruto.

Já o cenário superior conta com a contribuição do setor externo para o crescimento. Mesmo com uma taxa de câmbio mais favorável ao exportador, a retração na demanda externa tem afetado o desempenho das exportações. Nesse quadro, o PIB brasileiro subiria 3% e o do RS, 2,9%. As previsões para o cenário inferior, por sua vez, contemplam para 2020 um crescimento menor do que o esperado na demanda interna e piora na demanda externa, resultando em 1,4% de aumento de PIB nacional e 0,9% no gaúcho.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2019 0 Comentários 437 Visualizações
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