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Variedades

Feevale lança novo modelo de aprendizado para línguas estrangeiras

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o crescimento exponencial de novas tecnologias, o Idiomas Feevale, em parceria com a University of Oxford, lança um novo modelo de ensino para línguas estrangeiras, o Idiomas On-live. Focada no que existe de mais inovador para o aprendizado do aluno, a Universidade Feevale buscou um método diferenciado para revolucionar o modo como os estudantes aprendem e passou a utilizar o formato tecnológico da Oxford.

Por meio do modelo sincrônico, os alunos conseguirão construir e aprimorar suas habilidades comunicativas, por meio de uma plataforma virtual e um e-book, editado pela Oxford. Esse novo modelo possibilita a interação, ao vivo, com o professor, que estará disponível para conduzir a aula, esclarecer dúvidas e auxiliar no processo de aprendizagem. O livro on-line foi elaborado para que o estudante consiga desenvolver as quatro habilidades linguísticas: reading (ler), writing (escrever), listening (ouvir) e speaking (falar).

O English On-live, modalidade ofertada para língua inglesa, está organizado em três módulos: básico, pré-intermediário e intermediário. O certificado é emitido ao final de cada um dos módulos e a Feevale, segue o Quadro Comum Europeu de Referências para Línguas, que é um padrão internacionalmente reconhecido para a descrição do nível de proficiência em um idioma. Além disso, há, também, cursos on-line para pessoas com mais de 50 anos, de Inglês e Alemão.

“Esse curso tem relevância fundamental para os alunos que se identificam com as tecnologias e que gostariam de estudar a língua no seu próprio espaço, no conforto do lar, de acordo com sua agenda de horários. É um curso vinculado à tecnologia e à comodidade do aluno”, declara a coordenadora do Idiomas Feevale, Vera Flores. Segundo ela, a abordagem comunicativa, que já é tradicional nas aulas presenciais, se mantém, pois o aprendizado transcorre em uma sala virtual na qual professor e aluno interagem, ao modo que faziam na sala física. As inscrições podem ser realizadas pelo site. Mais informações sobre o novo modelo de ensino podem ser acessadas no mesmo endereço.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 606 Visualizações
Variedades

Iniciativa da Escola de Aplicação faz estudante viajar e conhecer outras culturas sem sair de casa

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em tempos onde as possibilidades de viajar são remotas, em virtude da pandemia de coronavírus, a Escola de Aplicação Feevale encontrou uma maneira para estimular os estudantes a conhecerem outros lugares do mundo, sem que seja preciso sair de casa. Cinco professores da Instituição idealizaram o projeto Arrumando as Malas, que tem como objetivo fazer com que os alunos conheçam diversidades ambientais e culturais, ampliem a sua visão de mundo e reflitam sobre as consequências das intervenções humanas no planeta. A iniciativa é voltada aos estudantes da 1ª etapa do quarto ciclo da Escola, que conversam com brasileiros que já viajaram para diferentes lugares do mundo, por conta da sua profissão, e com nativos de outros países.

O primeiro convidado a participar do Arrumando as Malas foi o árbitro de futebol Anderson Daronco, que possui escudo Fifa. No encontro virtual, que aconteceu no dia 10 de junho, os estudantes conheceram um pouco mais sobre a profissão do entrevistado. No bate-papo, Daronco contou sobre as suas experiências no apito, as diferentes culturas que conheceu e os fatos engraçados que ocorreram nas suas viagens para o Catar e Arábia Saudita (na Ásia), Argentina, Paraguai, Peru e Equador (na América do Sul). Na ocasião, ele também falou como se prepara para apitar jogos em climas e temperaturas diferentes, sobre a necessidade de falar outro idioma, como inglês e espanhol, e como está enfrentando a quarentena, já que os campeonatos estão paralisados e não há partidas para apitar.

Segundo as alunas Amanda Linck e Manuela Greven, a conversa com o Daronco foi muito produtiva, sendo possível saber algumas curiosidades sobre o futebol, a vida e a rotina de um árbitro. “O que mais gostei foi do Daronco respondendo nossas perguntas com uma grande liberdade e simpatia e de quando falou sobre o perrengue que já passou na profissão”, revela Amanda. “Pude aprender um pouco sobre algumas culturas diferentes, como é caso de os uruguaios serem bem receptivos”, diz Manuela.

Preparação para as próximas entrevistas

A segunda entrevistada do projeto foi a acadêmica de Jornalismo e estagiária da Agência Experimental de Comunicação (Agecom) da Universidade Feevale, Mariana Giacomet. Na conversa realizada no dia 19 de junho, Mariana auxiliou na qualificação das perguntas que os estudantes irão elaborar nas próximas entrevistas, que vão ser realizadas com o moçambicano, Ângelo Martins Muganiua Francisco, na próxima quarta-feira, 24, e com o casal de brasileiros radicados em Berlin, na Alemanha, Ana Backes e Eduardo Vieira, no dia 3 de julho.

Na conversa, Mariana falou da influência do pai, Rodrigo Giacomet, na escolha da sua graduação, e mostrou a importância de haver uma preparação para fazer uma entrevista, que é preciso saber quem é o entrevistado, a pauta e como deve ser a postura e o vocabulário do entrevistador. Também deu dicas para os alunos evitarem perguntas longas e cuidar o que os colegas estão perguntando, para não repetir o questionamento.

Após a apresentação, foi a vez dos estudantes questionarem a acadêmica sobre diversos temas, como qual a área que vai se especializar dentro da profissão, se já tinha passado por uma saia justa durante alguma entrevista, quantas já tinha realizado, se havia entrevistado algum famoso e qual a entrevista com maior repercussão. A futura jornalista, que foi aluna da Escola de Aplicação, respondeu que está o tempo toda conectada às notícias relacionadas à Covid-19, contou que tem realizado entrevistas on-line com pessoas que estão fora do país. Para Mariana, a entrevista que teve grande repercussão e que o entrevistado que se surpreendeu positivamente com uma de suas perguntas sobre o coronavírus foi com o pesquisador e professor do mestrado em Virologia da Feevale, Fernando Spilki.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 467 Visualizações
Variedades

Professor da Feevale será palestrante na Open Bioeconomy Week 2020

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Open Bioeconomy Week 2020 – Semana Aberta de Bioeconomia – apresentará, nos dias 29 e 30 de setembro, as inovações de pesquisa, tendências e futuro da bioeconomia, através da digitalização e utilização de dados. A conferência, que será realizada no formato virtual, tem como foco principal destacar a mudança de paradigma que a digitalização pode trazer no campo da bioeconomia.

O evento reunirá acadêmicos, pesquisadores e empreendedores para discutir e entender o papel e o impacto que a digitalização pode causar no desenvolvimento da bioeconomia, rumo a um futuro sustentável. Um dos conferencistas será o pesquisador Fernando Spilki, presidente da Sociedade Brasileira de Virologia e professor do mestrado em Virologia da Universidade Feevale.

O comitê organizador da conferência, que conta com apoio do Conselho Regional de Häme, é composto pela Häme University of Applied Sciences (Hamk), instituição parceira da Universidade Feevale, e por diversas organizações de pesquisa e inovação. Entre os assuntos que serão debatidos estão: coletas de dados; medições e sensores; inteligência artificial e IoT; utilização de dados; e interfaces e tecnologias abertas na utilização dos dados de bioeconomia.

Saiba mais

A chamada para resumos de trabalhos já está aberta e as propostas devem ser enviadas para bioeconomyweek@hamk.fi até 31 de julho. Mais informações podem ser obtidas pelo site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Saúde

Pesquisa mapeia circulação do coronavírus no esgoto de Porto Alegre e Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores estão monitorando, através de análise molecular, a ocorrência e a quantificação do SARS-CoV-2 em águas brutas e residuais no Rio Grande do Sul. O objetivo dos estudos, inéditos no Estado, é intensificar a vigilância epidemiológica do coronavírus em efluentes e mananciais e dar suporte às autoridades de saúde, ao longo da pandemia. Isso aumentará a compreensão da dinâmica viral e auxiliará na tomada de decisão das medidas de prevenção, além de fornecer elementos que contribuam para a investigação da hipótese de transmissão fecal-oral ou fecal-respiratória.

O projeto, desenvolvido a partir de um convênio firmado entre a Universidade Feevale e o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), teve início em Porto Alegre e na Região Metropolitana, mas a previsão é reproduzir os estudos em outros pontos do Estado. As amostras analisadas na pesquisa Plano de monitoramento de Covid-19 no ambiente são de ponto de captação de água bruta, corpo hídrico altamente impactado por esgoto doméstico, afluente e efluente de esgoto sanitário e efluente hospitalar. As coletas são realizadas pelos órgãos municipais e estaduais envolvidos na pesquisa e os testes ocorrem no Laboratório de Microbiologia Molecular da Feevale.

Segundo Caroline Rigotto, professora do mestrado em Virologia da Feevale e coordenadora do projeto, ao lado de Aline Campos, chefe da Divisão Vigilância Ambiental em Saúde do CEVS, a ideia é estender o monitoramento por 10 meses, permitindo acompanhar a ocorrência e a distribuição do vírus ao longo da pandemia e das diferentes sazonalidades. “São esperados desdobramentos em estudos genômicos e de modelagem matemática ambiental para diagnóstico coletivo”, afirma Caroline.

Primeiros resultados

A pesquisa teve início em 11 de maio e, na semana passada, ocorreu a terceira rodada de análises moleculares para detecção do coronavírus em amostras de águas residuais e superficiais coletadas em Porto Alegre. Nesta semana, está prevista a coleta em Novo Hamburgo.

Até o momento, foram analisadas 29 amostras coletadas em 10 pontos de coleta, distribuídos em duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), duas Estações de Bombeamento de Esgoto (EBE), um manancial altamente impactado e quatro hospitais. Também foram incluídas duas amostras coletadas em uma Estação de Tratamento de Água (ETA). Dessas 29 amostras analisadas, cinco apresentaram resultados positivos (17%). As amostras positivas foram coletadas em uma EBE, uma ETE e um hospital.

A pesquisadora Caroline Rigotto lembra que esses resultados são preliminares, mas destaca que, quando comparados os dados entre as três primeiras semanas de coleta, é possível observar um aumento do percentual de amostras positivas. “Importante ressaltar que, em 11 de maio, Porto Alegre contava com 644 casos de Covid-19 e, em 3 de junho, com 1.367. Nesse sentido, é possível inferir que a presença do vírus no esgoto sanitário apresentou comportamento de crescimento, acompanhando a epidemia na região”, salienta.

No ponto de monitoramento da Estação de Bombeamento de Esgoto (EBE) Baronesa do Gravataí houve a presença do vírus em 100% das amostras de esgoto bruto nas duas coletas realizadas. Já a maior porcentagem de amostras positivas ocorreu nos pontos de monitoramento na Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) São João/Navegantes, que corresponde à segunda unidade de esgotos de Porto Alegre em termos de capacidade de tratamento. Nas amostras analisadas em pontos de monitoramento dos efluentes de estabelecimentos hospitalares, por sua vez, verificou-se um resultado positivo na terceira semana de coleta.

Amostragem e processamento

A coleta de amostras é realizada por uma equipe colaborativa interinstitucional, composta, nesta primeira etapa, por técnicos do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), do Departamento Municipal de Água e Esgotos (DMAE) de Porto Alegre, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade de Porto Alegre e da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo.

Em Porto Alegre, foram selecionados pontos estratégicos de coletas nos Sistemas de Esgotamento Sanitário (SES) que representassem a maior parte da população: Navegantes, Ponta da Cadeia e Salso. Neste último encontra-se a maior unidade de tratamento de esgoto do Rio Grande do Sul: a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Serraria, que integra as SES Ponta da Cadeia, Cavalhada, Zona Sul e Salso. Também foram selecionados quatro hospitais de grande porte – públicos e privados – que recebem pacientes com Covid-19.

Conforme a pesquisadora Caroline Rigotto, a coleta de amostras (simples ou composta de 24 horas) é realizada em frascos de vidro estéreis e armazenadas a 4°C durante ou após a amostragem. Os frascos contendo as amostras são transportados em caixa com gelo para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e, em seguida, ao Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale, onde o material é analisado. São avaliados parâmetros físico-químicos e, após, as amostras passam por uma etapa de concentração viral, seguida por extração do RNA viral e posterior transcrição reversa para a quantificação da Reação em Cadeia pela Polimerase em tempo real (RT-qPCR).

Posteriormente, estudos genômicos por meio do sequenciamento do genoma completo das amostras positivas serão realizados no Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CDCT/CEVS), permitindo a comparação com genoma de amostras clínicas de pacientes. O Laboratório de Virologia do Instituto de Ciências Básicas da Saúde da UFRGS também contribuirá nas análises moleculares e nos estudos genômicos do vírus ambiental.

Já a Fiocruz-RJ realizará o isolamento viral, pesquisando a viabilidade e eventual infectividade do vírus presente nas amostras ambientais. Em posse de dados que permitam uma análise estatisticamente representativa, técnicos do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH/UFRGS) realizarão estudos, de modo a contribuir na avaliação do impacto das intervenções adotadas e estudos de modelagem ambiental.

Caroline Rigotto ressalta que o grupo já está trabalhando no projeto de expansão da pesquisa. “Estamos pensando em pontos estratégicos, como comunidades em vulnerabilidade social e com déficit de esgotamento sanitário e, futuramente, deveremos monitorar escolas também”, afirma a professora da Universidade Feevale, acrescentando que a epidemiologia baseada em esgoto é uma ferramenta que foi bem aceita e, provavelmente, se estenderá a médio e longo prazo, auxiliando no monitoramento e antecedendo surtos isolados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 466 Visualizações
Variedades

Feevale Techpark realiza o segundo Pitch Day on-line

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Estão abertas as inscrições para o segundo Pitch Day on-line da Universidade Feevale. Desenvolvido pela Diretoria de Inovação da Instituição, por meio do Feevale Techpark, o evento acontecerá no dia 18 de julho, a partir das 9 horas. Para participar do processo seletivo, é necessário que a proposta tenha potencial tecnológico e se encaixe em uma das cinco áreas de atuação do parque tecnológico: Tecnologia da Informação e Comunicação; Indústria Criativa; Materiais e Nanotecnologia; Ciências da Saúde e Biotecnologia; e Ciências Ambientais e Energias Renováveis. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 15 de julho, pelo site.

No Pitch Day, os empreendedores apresentam seus trabalhos para uma banca avaliadora, que selecionará projetos que ganharão um período de pré-incubação no Feevale Techpark. A premiação consiste em 12 semanas de imersão nas áreas de gestão, onde as empresas irão alinhar a sua metodologia de trabalho, contar com assessorias, participar de bancas de incubação e ter seus planos de negócios finalizados. Além de conseguir visualizar o negócio, os empreendedores terão acesso a toda infraestrutura do parque, havendo, ainda, suporte gerencial e possibilidade de parcerias com outras empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Variedades

Pesquisadores fazem estudos na área da saúde do trabalhador

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores da área da saúde do trabalhador estão realizando uma pesquisa-intervenção que tem como objetivo dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho no contexto da pandemia do novo coronavírus. Estão à frente do projeto os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A pesquisa é voltada às pessoas maiores de 18 anos que estejam desempregadas ou trabalhando durante a pandemia, seja em trabalhos presenciais ou remotos. O grupo está aceitando a participação das pessoas que queiram contribuir com os estudos. Para isso, os voluntários devem responder a um questionário no link.

As pessoas ainda podem relatar suas vivências e sentimentos durante a pandemia do coronavírus. Os áudios, textos ou fotografias podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752. O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário, que também está disponível no perfil da pesquisa no Instagram: @projethoscovid19. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 511 Visualizações
feevale
Variedades

Universidade Feevale promove encontros virtuais a fim de orientar pais em tempos de pandemia

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social da Universidade Feevale, Intervenções Neuropsicológicas no Contexto Escolar, promove, dias 25 de junho e 2 de julho, dois encontros virtuais a fim de orientar pais de crianças em idade escolar durante a pandemia de Covid-19. Com a temática “Como estimular as habilidades executivas e emocionais em crianças em tempos de pandemia? – Orientação e dicas para pais e responsáveis”, os eventos são gratuitos e abertos à comunidade. Para participar das atividades, que acontecem na plataforma Blackboard, é necessário preencher formulário de inscrição disponível no site, para receber o link de acesso. Saiba mais sobre cada um dos encontros:

25 de junho, às 18h – Encontro 1: Estimulando as habilidades de organização, controle inibitório e flexibilidade cognitiva em crianças em tempo de pandemia, com a professora do curso de Psicologia da Feevale, Caroline de Oliveira Cardoso

2 de julho, às 18h – Encontro 2: Estimulando a regulação emocional em crianças em tempo de pandemia, com o professor do curso de Psicologia da Feevale, Rodrigo Giacobo Serra

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 539 Visualizações
Variedades

Projeto gaúcho estreia em um dos maiores festivais internacionais de animação

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Jardim da Rua 13, projeto de longa-metragem de animação de três produtoras gaúchas com parceria da TV Feevale estreia, neste mês, em um dos maiores eventos da animação mundial, o Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, em sua área de mercado, o International Animation Film Market (Mifa). O evento, sediado na França, segue até o dia de 30 de junho, em ambiente virtual por conta da pandemia de Covid-19. O Jardim da Rua 13 faz sua estreia em busca de parceiros estratégicos para distribuição global, novas janelas e fundos de financiamento para sua realização.

Dirigido pela doutoranda em Processos e Manifestações Culturais da Feevale, Daniela Israel, o longa-metragem é uma coprodução entre Brasil, por meio das produtoras Bactéria Filmes, Druzina Content e Armazém, e Uruguai, a partir da Circular Media. O projeto conta com a parceria da Universidade Feevale, por meio da Produtora TV Feevale, a partir de convênio de cooperação tecnológica firmado em 2019. É uma aventura musical de 52 minutos para crianças de 6 a 9 anos, em estágio de pré-produção, que tem 80% de seu financiamento levantado.

De acordo com o coordenador da Produtora TV Feevale e professor do curso de Produção Audiovisual da Feevale, Francisco Machado Pereira, é importante atuar como parte exibidora de um projeto que será divulgado nacional e internacionalmente, tanto para a Instituição, como para o curso de Produção Audiovisual. “Esse convênio proporciona uma triangulação entre o mercado, a Universidade e os acadêmicos, que poderão participar do projeto, futuramente. Para nós, como produtora, esta é uma primeira parceria, que abrirá portas para que outras nesse molde sejam feitas, a fim de que possamos ser um canal exibidor de conteúdo nacional de qualidade”, afirma

Em 2018, o projeto participou de um laboratório dentro do AnimaForum, durante o AnimaMundi. No mesmo ano, participou do Animation! Training Sessions, programação que integrou o evento VentanaSur, em Buenos Aires, Argentina. Em 2019, durante o Gramado Film Market do 47º Festival de Cinema de Gramado, as produtoras brasileiras conheceram a Circular Media, do Uruguai, que passou a integrar a equipe do projeto. Ainda em 2019, o projeto foi contemplado por meio do edital de Coprodução Internacional, via Fundo Setorial Audiovisual /Agência Nacional do Cinema/Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (FSA/Ancine/BRDE), garantindo parte do orçamento para sua realização. Agora, em 2020, o projeto destaca-se no estande V.003 em Annecy, pertencente à Druzina Content.

O Jardim da Rua 13 conta a história da pequena órfã Aranha, que quer acabar com a carreira musical de Rosa para se tornar a única estrela no jardim. Dias antes do Festival da Primavera, ela cria um plano que causa confusão, ameaçando a música para sempre. Arrependida, ela precisa salvar o festival com a ajuda daqueles a quem prejudicou. Daniela Israel, que também é produtora executiva da Bactéria Filmes, conta que sua estreia como diretora é uma homenagem à cultura popular e à diversidade que constituem o povo brasileiro. “Em tempos nos quais imperam discursos negativos sobre o Brasil, destacar a beleza da brasilidade é imprescindível para ampliar os laços afetivos das crianças com seu próprio país, para que possam vivenciá-lo com orgulho no momento presente e possam projetá-lo com ânimo e esperança no futuro”, afirma.

O longa-metragem é uma criação da gaúcha Viviane Juguero que, também, é roteirista do filme. Dramaturga, pesquisadora, atriz e cantora, com mais de 25 anos de experiência na criação e desenvolvimento de obras voltadas para a temática negra e o folclore brasileiro, é uma das autoras estudadas no curso do Itaú Cultural Dramaturgia Negra: a palavra viva. “Crianças negras e pardas são a maior população infantil do Brasil. Como elas podem se sentir identificadas em um ambiente artístico em que dificilmente estão representadas? E as outras crianças, que também precisam crescer cercadas pela diversidade para perceber a beleza de diferentes pessoas e culturas? Bem, o público de O Jardim da Rua 13 terá essa oportunidade”, enfatiza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 711 Visualizações
Variedades

Encontro internacional debate a indústria criativa

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mestrado em Indústria Criativa da Universidade Feevale realizará encontros internacionais de indústrias criativas. O primeiro deles acontecerá neste sábado, 20, às 10h, abordando o tema Pesquisas, reflexões e ações durante a pandemia. O evento é on-line, gratuito e aberto ao público, podendo ser acessado no site.

Participarão deste primeiro encontro três pesquisadores: Carme Silva-Dominguez, coordenadora do mestrado em Serviços Culturais da Universidade de Santiago de Compostela (Espanha); Karina Poli, pesquisadora visitante do Network Creative and Cultural Economy Research na Queen Mary University of London (Inglaterra); e Luís Teixeira, coordenador do mestrado em Gestão de Indústria Criativa da Universidade Católica Portuguesa (Portugal). A abertura ficará a cargo do pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, João Alcione Sganderla Figueiredo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 606 Visualizações
Saúde

Feevale acelera análise de pesquisas relacionadas à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Comitê de Ética e Pesquisa (CEP) da Universidade Feevale tem trabalhado para acelerar a análise de pesquisas sobre o coronavírus. Uma força-tarefa foi criada para que os trabalhos relacionados à Covid-19 estejam aprovados em até uma semana. Durante a pandemia, as reuniões do CEP, que são mensais, passaram a acontecer virtualmente. Mesmo a distância, os encontros mantêm os cuidados éticos, o sigilo e a confidencialidade das informações, como sugere a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) do Ministério da Saúde.

Conforme a coordenadora do CEP, Ranieli Gehlen Zapelini, as pesquisas relacionadas ao tema ganharam fluxo mais rápido devido ao seu caráter de emergência, o que fez o comitê realizar reuniões extraordinárias. “Estamos com uma força-tarefa para agilizar esse processo. Um projeto de pesquisa normal demora até 30 dias para a emissão do parecer; já para as pesquisas relacionadas à Covid-19 temos o prazo máximo de sete dias”, afirma. “Até o momento, aprovamos cinco projetos de pesquisa referente à Covid-19, os quais, na sua maioria, envolvem pesquisadores da Feevale em alguma etapa dos estudos”, complementa.

Ainda segundo Ranieli, os critérios analisados são específicos, dependendo do estudo, do delineamento do estudo (ensaio clínico e estudo de caso, entre outros) e do grau de risco dos participantes envolvidos (se o risco é baixo, médio ou alto). “De forma geral, verificamos os princípios éticos, de autonomia, beneficência, não maleficência e justiça, respeitando sempre a autonomia do participante da pesquisa, privacidade e confidencialidade das informações coletadas”, destaca.

Nas reuniões, o CEP emite as propostas, pareceres de aprovada, não aprovada, pendente (que necessita de correções ou mais esclarecimentos), suspensa ou retirada. Diferente de um projeto de pesquisa normal, que possui um membro relator e um membro revisor, que estudam e apresentam o projeto nos encontros do CEP, nas pesquisas do coronavírus são cinco membros relatores e um revisor para cada proposta que é apresentada e discutida.

Entre os participantes da comissão está a docente Andreia Henzel, responsável técnica pelo IBEx Feevale – Inovação em Biotério de Experimentação – e coordenadora da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA). Para ela, as descobertas da ciência, paralelo ao progresso das pesquisas científicas, no âmbito terapêutico, vacinal, estudos pré-clínicos, epidemiológicos e testes de diagnósticos, têm sido fundamentais para o enfrentamento da pandemia. “Para que a pesquisa avance sem comprometer questões de vulnerabilidade social, cultural, religiosa e moral da sociedade, os aspectos éticos relacionados ao cenário atual são fundamentalmente necessários no julgamento.  Dessa forma, as comissões de ética, como o CEP da Feevale, têm contribuído para que a pesquisa progrida no campo social, humanitário e científico, sem neglicenciar o viés ético”, enfatiza.

Sobre o CEP Feevale

O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Feevale é um colegiado interdisciplinar e independente, composto por representantes dos Institutos Acadêmicos, Associação Pró-Ensino Superior em Novo Hamburgo (Aspeur), Reitoria, Pró-reitorias e comunidade. É vinculado nacionalmente à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e tem por objetivo pronunciar-se, em relação aos aspectos éticos, sobre os trabalhos de pesquisa da Universidade Feevale e de instituições indicadas pela Conep, encaminhados ao CEP, e que envolvam seres humanos. Visa, com isso, criar uma política concreta sobre as investigações propostas na Instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/06/2020 0 Comentários 408 Visualizações
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