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Ensino

Aluno da IENH é finalista da 21ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia

Por Amanda Krohn 02/02/2023
Por Amanda Krohn

O mês de março nem começou e já tem compromisso na agenda: o aluno Caetano Persch Cardoso, da IENH, Unidade Fundação Evangélica, apresentará o projeto de pesquisa Desenvolvimento de um Biopolímero para a Substituição da Borracha Sintética na 21ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia. Orientado pela Professora Fernanda Kohlrausch e coorientado pela Professora Anelise Raddatz, Caetano foi um dos duzentos selecionados para a etapa presencial. O projeto foi desenvolvido na disciplina de Iniciação Científica, do Novo Ensino Médio.

Em janeiro, o estudante foi avaliado em fase semifinal. Ao todo, 500 pesquisas participaram da seleção. A lista com os finalistas foi divulgada no dia 31 de janeiro. Este é o 10° ano consecutivo em que a IENH é selecionada para participar da Febrace por meio de estudantes que se destacam na Feira de Ciências da Instituição.

A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) é um programa de talentos em ciências e engenharia que estimula a cultura científica, o saber investigativo, a inovação e o empreendedorismo em jovens e educadores da educação básica e técnica do Brasil. Desde 2003, a Febrace realiza uma grande mostra de projetos científicos e tecnológicos, na Universidade de São Paulo, que reúne estudantes de todo o Brasil. A feira tem descoberto novos talentos e gerado oportunidades. Sua
história é composta por alunos, professores, pais e escolas que juntos mostram à sociedade brasileira que aprendem a aprender, que podem querer e que podem fazer.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2023 0 Comentários 339 Visualizações
Ensino

Estudantes do Rio Grande do Sul se destacam na Febrace 2022

Por Stephany Foscarini 16/03/2022
Por Stephany Foscarini

Um app para medir pressão arterial, um absorvente menstrual ecologicamente correto e de baixo custo, e um sistema que ajuda a locomoção de pessoas com paralisia cerebral. Esses são alguns dos projetos de destaque, desenvolvidos por estudantes do Rio Grande do Sul, em exposição na 20ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), que acontece até o dia 26 de março pela Plataforma Febrace Virtual. Neste ano, são 497 projetos finalistas, desenvolvidos por estudantes do ensino fundamental, médio e técnico de 333 escolas de todo o Brasil.

De Osório, o destaque é o projeto das estudantes Camily Pereira dos Santos e Laura Nedel Drebes, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, campus de Osório. Para ajudar a diminuir o problema da pobreza menstrual, elas desenvolveram um absorvente de baixíssimo custo e ecologicamente correto. Em resumo: o algodão foi substituído por resíduos da agroindústria (fibra do caule da bananeira e do açaí de juçara), o bioplástico que envolve o absorvente foi feito com resíduos de cápsulas de medicamentos da indústria nutracêutica) e o invólucro foi feito de retalhos de tecidos das costureiras locais.

O produto final tem poder de absorção muito maior, segundo Camily, e é 95% mais barato do que o comercial (R$ 0,02 a unidade), já incluídos os custos diretos e indiretos da fabricação. “Não queremos parar por aí, nossa meta é criar uma cooperativa para a produção do absorvente”, diz ela.

De Novo Hamburgo, são dois projetos. Um é dos estudantes Vítor Daniel Duarte e Davi Schneider, da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha. Eles desenvolveram um dispositivo que facilita a locomoção de crianças com paralisia cerebral. Este equipamento é composto por sensor, microcontrolador, eletroestimulador e eletrodos que, posicionados na perna do indivíduo, geram pulsos que estimulam os músculos e o movimento das pernas.

O sensor detecta o momento exato em que a perna movimenta para dar um passo, acionando o eletroestimulador que, por meio de eletrodos, estimula os músculos deixando o pé numa posição de 90 graus. Dessa forma temos uma caminhada mais próxima do ideal”.

Vítor explica: “Crianças com paralisia cerebral, classificadas com grau 1, 2 e 3, enfrentam grande dificuldade para levantar a perna. Os músculos não trabalham o suficiente para que possam dar um passo firme”, conta. “O sensor detecta o momento exato em que a perna movimenta para dar um passo, acionando o eletroestimulador que, por meio de eletrodos, estimula os músculos deixando o pé numa posição de 90 graus. Dessa forma temos uma caminhada mais próxima do ideal”, acrescenta.

O outro é um projeto de aplicativo para monitorar a pressão arterial, que faz a medição de um jeito bem inovador: ao mirar o leitor da câmera do celular para o dedo, o sistema “lê” as nuances de luz emitidas pelo sangue na pulsação cardíaca. A partir daí, uma rede neural estima a pressão. Tudo em apenas 20 segundos. Os estudantes Vladimir Simões da Luz Junior e Marcos Augusto Flôres, da mesma instituição (Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha), já validaram a eficiência do invento comparando os resultados com os de um medidor convencional. Margem de acerto? Mais de 95%.

Na Febrace, todos os projetos serão julgados por professores universitários e especialistas, que farão a avaliação em teleconferências fechadas. Os autores dos melhores projetos, nas diversas categorias, ganharão troféus, medalhas, bolsas e estágios, num total aproximado de 300 prêmios e oportunidades no Brasil e no exterior. Também serão selecionados nove projetos para a Regeneron ISEF — a maior feira internacional de ciências do mundo que acontece em maio, nos EUA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2022 0 Comentários 733 Visualizações
Variedades

Brasileiro cria conservante natural que substitui agrotóxico

Por Gabrielle Pacheco 20/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A safra brasileira de laranjas é a maior do mundo desde 1980, quando o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e, hoje, são produzidas aproximadamente 245 milhões de caixas todos os anos.

Até hoje, essa grande produção demandava a utilização de agrotóxicos para conservação, substância conhecida pelos inúmeros malefícios causados ao meio ambiente e à saúde humana – segundo estimativas da Fiocruz, em 2017 aproximadamente 700 mil pessoas podem ter sido vítimas diretas dos agrotóxicos no Brasil.

Foi pensando nisso que o estudante do 1º ano do Ensino Médio do Colégio Gabriela Mistral, em Palotina (PR), João Pedro Silvestre Armani, decidiu procurar meios melhores e menos tóxicos de conservar frutos. Como na cidade em que mora a produção de camarões é grande e o descarte da carapaça de camarão de maneira inadequada também contamina o meio ambiente, o estudante resolveu unir as duas necessidades.

“Eu utilizei a carapaça de camarão, que é descartada, extraí o biopolímero chamado quitina e transformei em quitosana. A partir disso, formei uma solução de quitosana e cera de abelha para realizar testes de conservação nas frutas”, explica João Pedro.

No total, foram 150 laranjas analisadas com seis tratamentos diferentes – e a mostra com a solução criada pelo estudante foi a que obteve o melhor resultado, sobrevivendo mais de 50 dias em temperatura ambiente sem sinais de desgaste no fruto.

“Desse modo, encontrei uma forma de substituir os agrotóxicos, ao mesmo tempo em que evitamos o descarte da carapaça dos camarões”, comemora.

O projeto, intitulado “Revestimentos comestíveis na pós colheita de laranja” foi realizado durante o ano de 2018 no Colégio Gabriela Mistral, conveniado ao Sistema Positivo de Ensino, e contou com a orientação da professora Carlise Debastiani e co-orientação da diretora Lucilda Rumilda Fries Binsfeld.

Sendo vencedor da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, da USP), o trabalho ganhou vaga para a Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel, realizada anualmente nos Estados Unidos, onde conquistou o 3º lugar mundial da competição.

A Intel ISEF é a maior feira para estudantes que ainda não chegaram ao nível universitário. Participaram do evento projetos de 70 nações e territórios diferentes de todo o mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2019 0 Comentários 691 Visualizações
Variedades

Estudantes da IENH levam projeto sobre plástico biodegradável para a 17ª FEBRACE, na USP

Por Gabrielle Pacheco 15/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

O projeto de pesquisa “PBio Derm: Plástico Biodegradável à base de substâncias naturais cicatrizantes para uso dermatológico em escoriações e lesões superficiais de pele” vai levar as alunas da 2ª série do Ensino Médio da IENH – Unidade Fundação Evangélica – Fernanda Noschang da Rocha Colcete e Victória da Silva Panozzo para um novo destino.

Na segunda-feira, dia 18 de março, em conjunto com a Professora Orientadora – Anelise Raddatz, elas embarcarão para São Paulo, onde participarão da 17ª Feira Brasileira de Ciência e Engenharia – FEBRACE.

Foi na Feira de Ciências da IENH que as estudantes conquistaram o credenciamento para a FEBRACE, que ocorre na USP, nos dias 19 a 21 de março.

Fernanda e Victória contam que na pesquisa estudaram uma forma diferente de aplicação do plástico biodegradável. Assim, buscando incentivar a produção do plástico biodegradável, pensaram na hipótese de aplicação dermatológica, servindo como curativo natural.

“Para produzir o plástico, nós fizemos diversos testes e acrescentamos as substâncias naturais que auxiliam na cicatrização. O curativo que criamos possui propriedades analgésicas, anti-inflamatórios, antibacterianas e cicatrizantes. Desta forma, além de proteger como o curativo adesivo faz, o nosso também atua no tratamento. Ele é uma alternativa ecológica para curativos adesivos, gases, ataduras e também filmes plásticos utilizados em pós-tatuagem”, relatam as estudantes orientadas pelos Professores Anelise Raddatz e Matheus Lehnen.

Muito contentes e ansiosas – é dessa forma que as alunas aguardam a maior feira de ciências pré-universitária do Brasil. “A cada feira que participamos, recebemos sugestões e melhoramos a nossa pesquisa. Toda essa experiência que estamos adquirindo é muito legal! É uma oportunidade maravilhosa que a escola nos oferece”, destaca Fernanda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/03/2019 0 Comentários 707 Visualizações

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