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FCDL-RS

Business

FCDL-RS: uma trajetória de lutas e conquistas para o varejo gaúcho

Por Milena Costa 08/07/2021
Por Milena Costa

Neste 8 de julho, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS completa 49 anos de história em favor do associativismo e na defesa dos interesses dos lojistas gaúchos. São 49 anos de comprometimento com o varejo, com a geração de emprego e renda, com o desenvolvimento e avanços.

Inúmeras ações em favor dos lojistas destacam-se nesta trajetória. Em 2006, a FCDL-RS teve papel fundamental na regulamentação do Simples Gaúcho, modalidade de tributação instituída pelo então governador Germano Rigotto, que ampliou a faixa de isenção de ICMS e alterou alíquotas em relação ao faturamento das microempresas, beneficiando mais de 300 mil MPEs no estado. Em 2007 a FCDL-RS foi fundadora do Comitê Estadual de Combate à Pirataria, para evitar que o comércio ilegal traga prejuízos aos comerciantes formalmente estabelecidos e aos consumidores.

Em 2008, outra grande conquista da FCDL-RS. A sanção, de parte da então governadora Yeda Crusius, da lei que viabiliza empresas com faturamento anual de até R$ 240 mil a isenção do ICMS, beneficiando mais de 220 mil pequenos negócios. Como reconhecimento a este trabalho decisivo, o presidente da Federação, Vitor Augusto Koch, representou as entidades empresariais do RS no ato de sanção.

Outra luta liderada pela FCDL-RS foi a regulamentação das feiras itinerantes, em 2010, através de Emenda Constitucional promulgada pela Assembleia Legislativa gaúcha em março daquele ano, criando mecanismos de proteção ao comércio estabelecido em cada município.

O ano de 2011 marcou a presença da FCDL-RS à frente do Conselho Deliberativo do SEBRAE/RS, com a eleição de seu presidente, Vitor Augusto Koch, para exercer a presidência da entidade de apoio aos pequenos negócios durante quatro anos. Nova vitória foi celebrada em 2013, com participação decisiva da FCDL-RS no programa Em Dia, lançado pelo então governador Tarso Genro, que permitiu a regularização de débitos fiscais vencidos até 31 de julho daquele ano com descontos e benefícios para que milhares de empresas pudessem quitar seus débitos. Contemplava o parcelamento de dívidas do ICMS em dez anos, sem juros, correção monetária e multa para todos os devedores do tributo.

Em 2020 e 2021, a FCDL-RS é a voz forte do setor empresarial gaúcho contra as restrições que causaram imensos prejuízos para os lojistas gaúchos no período de pandemia da Covid-19, defendendo o direito ao trabalho.

A FCDL-RS trabalha, também, pelo bem-estar de todos os gaúchos, oferecendo opções nas áreas da saúde, em parceria com o CCG Saúde, e com uma das maiores empresas mundiais de telemedicina, a ShareCare. Na educação, atua em conjunto com a Inove Cursos Online, uma das maiores plataformas de EAD do país, pela disseminação de cursos online que abrangem diversas áreas do conhecimento. Ainda investe no desenvolvimento da cultura da Qualidade, através do Programa QComércio, o maior e melhor programa empresarial do Brasil de gestão pela qualidade.

Olhando forte para o futuro, a FCDL-RS trabalha na construção de um novo planejamento estratégico, em parceria com a Key Jump, empresa especializada em inteligência, estratégia e branding.

“Queremos estar cada vez mais conectados com os novos tempos, utilizando conceitos e visões inovadoras que o mercado disponibiliza”.

“Queremos estar cada vez mais conectados com os novos tempos, utilizando conceitos e visões inovadoras que o mercado disponibiliza. Conhecimento, qualidade, visão estratégica, sustentabilidade financeira das CDLs afiliadas, inovação, senso coletivo e um associativismo forte são as premissas deste novo posicionamento da Federação para os próximos anos”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS salienta que o futuro do varejo mostra que as lojas físicas, diversas vezes apontadas como à beira da extinção por causa do comércio online, voltarão a ser exaltadas como o grande ponto de experiências entre marcas e consumidores no mundo pós-pandemia.

‘O comércio físico e o digital terão uma interação muito maior daqui para frente”

“O novo consumidor que vai emergir deste momento e se direcionar para as lojas físicas, vai querer um atendimento personalizado e soluções customizadas, afastando o sentimento de massificação. O comércio físico e o digital terão uma interação muito maior daqui para frente”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

Esta é a história da FCDL-RS. Trabalhar forte pela facilitação da atividade varejista, pelo estímulo à geração de emprego e renda e pelo aumento do poder de consumo da população. Pés no chão, olhos no futuro e espírito de parceria!

Foto: FCDL-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2021 0 Comentários 606 Visualizações
Business

Vendas do varejo gaúcho podem ter crescimento no segundo semestre

Por Milena Costa 01/07/2021
Por Milena Costa

O segundo semestre de 2021 promete trazer resultados mais positivos para as vendas varejistas gaúchas. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS observa que o atual cenário do varejo já demonstra um gradual avanço da aquisição de produtos pela população, incrementado por fatores como a nova rodada do auxílio emergencial disponibilizada pelo Governo Federal, o aumento da circulação de consumidores e o pagamento do 13º salário para os aposentados e pensionistas do INSS.

“Os últimos indicadores apresentados pelo IBGE, mostrando a recuperação do setor, nos permite acreditar em um crescimento do consumo”

Os últimos indicadores apresentados pelo IBGE, mostrando a recuperação do setor, nos permite acreditar em um crescimento do consumo, ao final de 2021, na ordem de 4% a 4,2% , na comparação com 2020. É um percentual considerável diante das grandes dificuldades que os comerciantes, especialmente os do Rio Grande do Sul, estão enfrentando desde março do último ano com as medidas restritivas de combate à pandemia da Covid-19 – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O presidente destaca que o auxílio emergencial e o 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS ajudaram a aumentar o poder de compra da população, que direciona boa parte destes recursos recebidos ao comércio. Além disso, como o varejo é muito dependente da compra presencial, a maior circulação de consumidores, respeitando os protocolos de saúde e devidamente vacinados, é um fator que, certamente, vai ajudar a alavancar as vendas nos próximos meses.

“Outro fator importante para ampliar as vendas…é a chegada do inverno, que vai levar as pessoas a buscarem roupas e sapatos mais quentes para enfrentar as baixas temperaturas”.

Esse maior fluxo de consumidores foi percebido no Dia dos Namorados, a mais recente data comemorativa, que teve um resultado positivo para os lojistas gaúchos, com o volume de vendas sendo 15% superior ao registrado na mesma data em 2020. Outro fator importante para ampliar as vendas, especialmente dos segmentos de vestuário e calçados, extremamente afetados pelas restrições, é a chegada do inverno, que vai levar as pessoas a buscarem roupas e sapatos mais quentes para enfrentar as baixas temperaturas – enfatiza Vitor Augusto Koch.

Outros fatores que poderão contribuir para que as vendas cresçam no segundo semestre de 2021 são a ampliação da vacinação dos gaúchos e brasileiros, garantindo maior imunidade ao vírus da Covid-19, e as datas comemorativas que ocorrem nos próximos seis meses, como o Dia dos Pais, o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2021 0 Comentários 634 Visualizações
Business

Vendas do varejo gaúcho podem ter crescimento nesta semana

Por Milena Costa 08/06/2021
Por Milena Costa

O Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, deve ser mais uma data que irá movimentar de forma positiva o comércio gaúcho. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS avalia que o crescimento das vendas para a data deve ser até 15% superior ao volume registrado em 2020. A expectativa é que a comercialização de produtos injete cerca de R$135 milhões no comércio estadual.

Além do desejo de presentear a namorada ou namorado, a boa perspectiva leva em conta que neste ano, até o momento, os lojistas estão com seus estabelecimentos abertos e atendendo seus clientes de forma presencial, o que amplia o contato direto com o consumidor e permite uma experiência de compra única e personalizada.

“Acreditamos em um bom potencial de consumo para o Dia dos Namorados. Além de todo o romantismo da data, há o fato de que cada integrante do casal compra, no mínimo, um presente”

“Acreditamos em um bom potencial de consumo para o Dia dos Namorados. Além de todo o romantismo da data, há o fato de que cada integrante do casal compra, no mínimo, um presente. Assim, mesmo gastando menos por causa da diminuição de renda, avaliamos que o ticket médio deve ser, na média, em torno de R$300 por casal” ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

No que diz respeito aos presentes preferidos pelos casais enamorados, os artigos de vestuário, calçados, perfumes, cosméticos, flores e eletroeletrônicos, nesta ordem, são os que devem liderar as vendas.

“A boa notícia, em especial para os segmentos de vestuário e calçados, que registram os maiores prejuízos com as restrições impostas ao comércio desde março de 2020, é que cerca de 60% das vendas para a data deverão se concentrar nestes artigos, vindo, a seguir, perfumes e cosméticos com 19%. Ou seja, representarão um alívio importante nas finanças de muitas lojas” avalia Vitor Augusto Koch.

A exemplo das últimas datas comemorativas, também no Dia dos Namorados os consumidores deverão optar por quitar à vista o que comprarem, uma vez que os juros do cartão de crédito e do cheque especial continuam elevados. No que se refere a pagamento em prestações, a melhor alternativa de crédito ao consumidor é o parcelamento da própria loja.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2021 0 Comentários 592 Visualizações
Variedades

Para FCDL-RS, novo modelo de gestão da pandemia traz avanço aos setores produtivos

Por Caren Souza 17/05/2021
Por Caren Souza

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), considera bom o novo modelo de monitoramento e gestão da pandemia, denominado Sistema 3As – Aviso, Alerta e Ação – que substituirá o distanciamento controlado, anunciado pelo governo estadual nesta sexta-feira (14) e que entrou em vigor no domingo (16).

Neste momento, conciliar os cuidados com a saúde e limitar o mínimo possível a economia são ações que podem ajudar o Rio Grande do Sul a retomar seu crescimento e evitar agravamento da crise social que o estado vive.

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, avalia que o principal aspecto do novo modelo é a ampliação do poder de decisão das regiões e dos municípios na definição dos protocolos de saúde a serem seguidos pelos setores produtivos e pela população. Além disso, a possibilidade do comércio ter horário ampliado para trabalhar, podendo receber mais clientes sem risco de aglomeração, também é outro ponto positivo.

“No nosso entendimento, os prefeitos são os entes públicos que melhor conhecem a realidade de seus municípios. Nos parece que o governo estadual acerta em ampliar a participação desses gestores na definição de como cada cidade e cada região vai administrar o controle da pandemia”, destaca o presidente da FCDL-RS.

Também é importante, segundo ele, que o Executivo estadual siga municiando o a sociedade com os indicadores da doença e que oriente e gerencie os momentos de maior dificuldade do seu controle que, eventualmente, venham a ocorrer. “O fundamental é que os setores produtivos possam continuar em atividade, mesmo em momentos mais delicados, respeitando os protocolos estabelecidos para cada atividade”, Koch.

O dirigente enfatiza que a FCDL-RS seguirá trabalhando de forma colaborativa com o governo estadual e os prefeitos, orientando, de maneira firme, os lojistas gaúchos para que continuem cumprindo com todo rigor os protocolos estabelecidos, como o uso de máscara, a disponibilização de álcool em gel e a observação do distanciamento dentro das lojas.

“Neste momento, conciliar os cuidados com a saúde e limitar o mínimo possível a economia são ações que podem ajudar o Rio Grande do Sul a retomar seu crescimento e evitar agravamento da crise social que o estado vive”, afirma Koch.

No novo sistema anunciado pelo Governo do Estado, a população, atividades e municípios serão regrados por dois tipos de protocolos: os gerais e os de atividades. Os protocolos gerais serão definidos pelo governo estadual e devem ser seguidos obrigatoriamente por toda a população, em todas as atividades e em todos os municípios.

Além dos protocolos gerais, o Estado definirá protocolos de atividades, que serão divididos entre obrigatórios e variáveis. Os protocolos de atividades obrigatórios são específicos e devem ser seguidos para cada atividade, em todos os municípios. Por exemplo, o Estado pode determinar que, em restaurantes, seja mantida a distância mínima de dois metros entre mesas e grupos.

Os protocolos de atividades variáveis por região serão propostos pelo Estado como padrão para cada atividade, considerando o risco e o quadro atual da pandemia no Rio Grande do Sul. Essas regras poderão ser ajustadas por uma região para adequá-las à realidade de cada uma, desde que no mínimo dois terços dos municípios da região concordem com elas. Esses protocolos complementarão o regramento das atividades, e é sobre esse conjunto de protocolos que as regiões poderão atuar.

Fonte: Assessoria
17/05/2021 0 Comentários 545 Visualizações
Business

FCDL-RS encaminha proposta de retorno das atividades econômicas

Por Gabrielle Pacheco 10/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) e Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) afiliadas encaminharam ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gabriel Souza (MDB), uma proposta de protocolo que viabilize o funcionamento dos estabelecimentos mesmo com a bandeira preta no Rio Grande do Sul.

A proposta surgiu após reunião online entre lideranças empresariais gaúchas e o presidente da ALRS, realizada na segunda-feira (8), da qual o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou. “São propostas que estamos tentando viabilizar junto ao Governo do Estado, contando com o apoio do presidente da ALRS, deputado Gabriel Souza. O comércio e todos os setores produtivos precisam retomar sua atividade, pois é somente desta forma que podem gerar emprego, renda e honrar seus compromissos”, afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

A ideia é entregar a proposta ao governador Eduardo Leite, buscando sensibilizar o Chefe do Executivo gaúcho sobre as grandes dificuldades que o setor produtivo do Rio Grande do Sul está enfrentando, com centenas de empresas fechando suas portas em definitivo e milhares de postos de trabalho sendo extintos. A proposta busca viabilizar, especialmente, que as micro e pequenas empresas, as mais afetadas por não poderem exercer sua atividade, tenham condições de trabalhar. Além disso, é proposta a obediência rígida dos protocolos de saúde estabelecidos pelas autoridades, sob pena de multa expressiva de acordo com o faturamento e até a cassação do alvará.

Ainda, a observação do distanciamento físico nas lojas, com espaço mínimo de 2m2 por pessoa ocupando a área de circulação do estabelecimento comercial, incluindo colaboradores e clientes. A proposta inclui, também, o controle rígido de entrada de clientes. Em caso de superlotação, o gestor da empresa fica obrigado a limitar a entrada de clientes, ou buscar apoio de forças policiais para não exceder os limites estabelecidos.

Na reunião realizada na segunda-feira, o presidente da Assembleia Legislativa destacou que é solidário com a pauta dos empreendedores, que estão passando terríveis dificuldades com os seus negócios e se comprometeu a fazer uma interlocução com o Governo do Estado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/03/2021 0 Comentários 484 Visualizações
FCDL-RS
Business

FCDL-RS projeta crescimento das vendas no Natal 2020

Por Gabrielle Pacheco 21/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Conforme a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, o Natal de 2020 traz uma boa expectativa para o varejo gaúcho. Assim, a entidade estima que a data deverá ter um volume de vendas semelhante ao de 2019, mas o faturamento deve ser entre 10% e 12% maior do que o registrado no último ano.

Dessa forma, o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, ressalta que o crescimento do faturamento é uma boa notícia, embora seja necessário descontar a inflação e a carga de aumento que alguns produtos tiveram, em razão da valorização do dólar e a consequente queda do real.  “Ainda assim, a perspectiva de crescimento é um alívio para os lojistas, que enfrentaram duros obstáculos ao longo de 2020, com quedas expressivas nas vendas durante quase 9”, destaca Koch. “Existe o fator emocional do Natal e a questão das pessoas ainda não poderem se reunir a pleno com seus familiares e amigos. Portanto, o presente acabará tendo maior relevância para demonstrar afeto e carinho”, acrescenta.

Flexibilização de restrições no comércio

Na avaliação do presidente da FCDL-RS, a possibilidade do comércio poder trabalhar com maior flexibilização de horários neste período natalino vai ajudar os lojistas a venderem mais. Entretanto, em função das dificuldades trazidas pela pandemia, o valor médio dos presentes no Natal 2020 deverá ser menor do que em 2019, ficando na casa dos R$ 140. “No que diz respeito aos produtos mais procurados para presentear, acreditamos que aqueles tradicionais, como roupas, brinquedos, calçados e produtos de beleza e perfumaria devem continuar tendo a preferência dos consumidores”, enfatiza.

Além disso, conforme o presidente da entidade, é necessário que os lojistas sigam à risca todos os protocolos de prevenção a Covid-19 determinados pelas autoridades. “O uso obrigatório de máscara para colaboradores e clientes, a disponibilização de álcool em gel e o distanciamento físico dentro dos estabelecimentos são indispensáveis.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/12/2020 0 Comentários 662 Visualizações
alíquotas do ICMS
Variedades

FCDL-RS é contra a manutenção das atuais alíquotas do ICMS

Por Gabrielle Pacheco 14/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um pacote de alterações tributárias encaminhado pelo governo estadual do Rio Grande do Sul à Assembleia Legislativa deve ser votado nesta semana. Dessa forma, o ponto que propõe a prorrogação das atuais alíquotas do ICMS, que vigoram desde o início de 2016, recebe forte oposição da FCDL-RS.

Conforme o presidente da entidade, Vitor Augusto Koch, o Estado tem há quatro anos uma das mais elevadas alíquotas de ICMS do país. “A proposta de manutenção da alíquota geral do ICMS em 18%, por mais um ano, e para combustíveis, energia e telecomunicações em 30%, por mais 4 anos, vai continuar penalizando toda a sociedade gaúcha”, afirma. “Quando a majoração entrou em vigor em 2016, foi dito a plenos pulmões que vigoraria até o final de 2018. O que aconteceu em 2018? Foram prorrogadas até o final de 2020. Agora, não é possível que isso continue”, acrescenta Koch.

Além disso, o presidente da FCDL-RS destaca que entre 2010 e 2019 a arrecadação gaúcha de ICMS aumentou 28,35% em termos reais, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu apenas 8,5% no mesmo período. Assim, a renda estadual aumentou 3,3 vezes mais do que a riqueza da população do Rio Grande do Sul.

Corte de custos da administração pública

Segundo Koch, o argumento do governo estadual, de que caso as alíquotas não sejam mantidas haverá perda de arrecadação para o Fundo de Participação dos Municípios, é uma estratégia que visa convencer os prefeitos a pressionarem os deputados estaduais a votarem em favor da manutenção de impostos altos. “Se tal manobra tiver sucesso, será lamentável e evidenciará a qualidade precária de nossos políticos. Ainda resta esperança de que isto não ocorra”, enfatiza. “Prorrogar o ICMS elevado levará os consumidores, as famílias a perderem o seu já reduzido poder de compra e os empresários a buscarem alternativas fora do Rio Grande do Sul para priorizarem seus investimentos”, lembra Vitor Augusto Koch.

Para o presidente da FCDL-RS é importante que os deputados estaduais não aprovem a renovação das alíquotas, uma vez que empresas e cidadãos já chegaram ao seu limite no que refere ao pagamento de tributos, sem ter o devido retorno do serviço público. “Como defendemos há muito tempo, a administração pública gaúcha precisa cortar custos de maneira efetiva. Exemplo: privatização de estatais deficitárias e o fechamento de repartições sem utilidade prioritária. Se há imposições, que sejam alteradas com reformas administrativas”, Acrescenta. “Temos a convicção de que mantendo a máquina pública do jeito que ela está e seguindo com impostos altíssimos o Rio Grande do Sul não conseguirá se reerguer economicamente”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/12/2020 0 Comentários 636 Visualizações
Convenção Estadual Lojista
Business

Retomada dos negócios foi a pauta da 51ª Convenção Estadual Lojista

Por Gabrielle Pacheco 07/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

A FCDL-RS realizou neste domingo (06) a 51ª Convenção Estadual Lojista, em formato virtual e com transmissão online pelo Facebook e pelo YouTube da Federação. Assim, o evento reuniu palestrantes do Governo Federal, Governo do Estado do RS e, também, que atuam em diversas áreas da economia, da comunicação e do empreendedorismo para mostrar como é possível a retomada dos negócios a partir de 2021.

Na abertura do evento, o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, lembrou que a edição deste ano da Convenção teve o formato modificado para preservar a vida de todos os envolvidos no encontro. “Neste evento, compartilhamos informações e conhecimento para a construção de novo modelo, onde poderemos gerar oportunidades, riquezas e empregos”, afirmou Koch.

Além disso, o presidente destacou que o comércio é um dos maiores geradores de emprego e renda do país. Entretanto, este enfrentou uma série de obstáculos ao longo de 2020, em função do combate à pandemia da Covid-19. “Os lojistas, com seriedade e comprometimento, seguiram e seguem todos os protocolos determinados pelas autoridades da saúde, garantindo a segurança de seu patrimônio maior, o cliente”, enfatizou o presidente da entidade.

Medidas frente à pandemia de Covid-19

O primeiro palestrante do dia foi o Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, que falou sobre as ações do Governo Federal neste atípico ano de 2020, buscando conciliar o combate à Covid-19 e a manutenção da economia do país. Assim, Onix salientou que o grande foco do Governo Federal foi buscar dotar todo o país das condições adequadas para atender os brasileiros acometidos pela Covid-19, além de apoiar os empreendedores e os cidadãos de baixa renda, com iniciativas como concessão de crédito para empresas e o auxílio emergencial. “Desde o início da pandemia o presidente da República, Jair Bolsonaro, já dizia que era importante conciliar saúde e economia”, destacou.

Além disso, o CEO do Projeto de Redução do Custo Brasil, Jorge Luiz de Lima, foi o segundo palestrante e falou sobre a proposta do Governo Federal em buscar reduzir o chamado Custo Brasil em R$ 1,5 trilhão até março de 2020, atendendo as demandas de todos os setores da economia brasileira para atingir essa audaciosa meta. Assim, o projeto atua na intermediação de propostas capazes de combater entraves estruturais, burocráticos e econômicos que encarecem e inviabilizam novos investimentos, além de comprometerem o ambiente de negócios. “Trata-se realmente de um projeto ousado, que visa executar uma nova metodologia de análise e governança para avaliar e priorizar as propostas com os maiores potenciais de melhora no ambiente de negócios e na competitividade brasileira”, afirmou Jorge Luiz de Lima.

Cenários para o RS

Coube ao secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rodrigo Lorenzoni, falar sobre os projetos do Governo do Rio Grande do Sul para o próximo ano. Desta forma, o secretário destacou que o governo segue muito focado na desburocratização, com o desafio de trabalhar para que o RS possa ter o melhor ambiente de negócios. Para ele, este desafio ficou ainda mais potencializado com a pandemia. “É bom lembrar que os bancos e agências vinculadas ao governo estão alinhadas com o plano que visa o fomento da economia gaúcha no pós-pandemia. Seja o Badesul, seja o BRDE, no sentido de contribuir linhas que possam auxiliar os mais diversos setores da nossa economia, com recursos principalmente para capital de giro das empresas que neste momento estão muito sofridas com a baixa da movimentação econômica”, enfatizou Lorenzoni.

Além disso, conforme Lorenzoni, o governo trabalha para promover a geração de investimentos no Estado e consequentemente emprego e renda. “Existem linhas especificas para o segmento do turismo, da agropecuária, inovação e tecnologia. Enfim estamos buscando que as atividades econômicas possam operar, mesmo com a pandemia, com a devida segurança, e trabalhando com a iniciativa privada para construir os protocolos para os mais diversos segmentos, garantindo a retomada da economia”, disse.

Comunicação, empreendedorismo, economia: como será o 2021 nessas áreas

Para o publicitário Zeca Honorato, ficou a responsabilidade de falar sobre a nova forma de comunicação, gerada pelos tempos atuais. Segundo ele, as empresas vão precisar se comunicar de forma cada vez mais direta e assertiva, sempre respeitando os parâmetros que o público e o mercado estão estabelecendo. Assim, quem desrespeitar essa regra, corre o risco de ser repudiado.

O CEO da Start Up James Tip, Guilherme Masseroni, mostrou como é importante o ser humano buscar colocar em prática as ideias que tem, estudando-as de maneira a efetivá-las com sabedoria e coerência. Para ele, ideias podem ser complementares e não únicas.

Além disso, o empreendedorismo feminino foi abordado pela jornalista Sabrina Thomazi. Na palestra “O XX da Questão – Peculiaridades do Empreendedorismo Feminino”, Sabrina apontou aspectos da fisiologia e da psicologia da mulher, que somados ao contexto social, fazem com que elas tenham peculiaridades nas decisões de carreira e nos negócios.

Futuro do varejo gaúcho

O economista e consultor de Economia da FCDL-RS, Eduardo Starosta, fez uma projeção do cenário do varejo gaúcho para 2021. Assim, mostrando o que os lojistas podem esperar no próximo ano, com a expectativa de melhora do atual quadro do Estado. Para ele, em 2021, as vendas do varejo poderão ter um aumento da ordem de 5% a 7%. Fatores que podem contribuir para isso, são o Governo do Estado assumir uma política mais agressiva para atrair investimentos estratégicos; não existir o aumento da carga fiscal, uma vez que a capacidade contributiva gaúcha está esgotada, e a reforma do setor público na direção da redução de seu tamanho.

A empresária e líder coach, Nubiana Oliveira, abordou os desafios do comércio neste momento de incertezas e deu dicas para que os lojistas apliquem nos seus negócios. Por fim, o CEO do Instituto Cada Vez Melhor, Daniel Müller, integrou, motivou e sensibilizou os convencionais com a palestra “Mudando atitudes, superando desafios”, na qual estimula a formação de equipes unidas e comprometidas com os empreendimentos onde atuam.

Realizada pela FCDL-RS, a 51ª Convenção Estadual Lojista contou com o apoio da Federação Israelita do RS, LIDE RS – Grupo de Líderes Empresariais, Transforma RS, CCG Saúde, Rede Plaza de Hotéis e SEBRAE/RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2020 0 Comentários 579 Visualizações
varejo
Business

FCDL-RS projeta queda de 4,36% nas vendas do varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 03/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pandemia do Coronavírus frustrou as expectativas de um 2020 positivo para o varejo gaúcho. O que se previa no início do ano, com a SELIC em queda e o emprego em rápida recuperação, era uma expansão anual das vendas ao redor de 8%. Porém, as medidas de isolamento social e o grande período em que as lojas estiveram fechadas, determinou a reversão desta projeção, fazendo com que exista queda de 4,36% nas vendas do varejo do Rio Grande do Sul na comparação com 2019.

Este foi um dos indicadores que a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, apontou em entrevista coletiva concedida pelo presidente Vitor Augusto Koch e pelo consultor de Economia, Eduardo Starosta, nesta quinta-feira (03). Além disso, a federação anunciou o balanço deste ano e o que projeta para o varejo gaúcho em 2021. Durante a entrevista, Starosta lembrou que o efeito da pandemia nas vendas varejistas no RS começou a ser sentido em março, tendo sua fase mais aguda em abril, quando houve queda recorde de 27,08% na comparação com o mesmo período de 2019.

Desempenho das vendas

Além disso, entre março e agosto, foram registradas sucessivas retrações nas vendas, com a lenta e gradual recuperação do comércio voltando a acontecer a partir de setembro, enquanto que no Brasil os percentuais positivos já eram registrados desde julho. A defasagem gaúcha se atribui ao período mais longo de manutenção das medidas de isolamento social, incluindo o fechamento dos estabelecimentos comerciais.

Para ele, o desempenho das vendas do varejo gaúcho por gênero de atividade teve um determinante principal em 2020, quem pôde e quem não teve permissão para abrir as lojas nos períodos mais radicais do isolamento social. “Isto explica o crescimento dos supermercados (alta de 6,9%), lojas de material de construção (12,21%) e produtos farmacêuticos (2,03%). A exceção foram os postos de combustíveis, que mesmo permanecendo abertos, tiveram queda de vendas (-9,88%) em função da paralisação geral da mobilidade em várias atividades profissionais e no turismo”, salientou Eduardo Starosta.

Em relação aos estabelecimentos que tiveram que fechar, o maior impacto real foi no ramo de vestuário e calçados (queda de -29,70%), seguido por veículos (-20,83%) e informática/escritório (-16,44%). A retração do ramo de livros e similares também tem razões estruturais, como o avanço da leitura eletrônica. “Um dado importante é que as vendas do varejo gaúcho ainda estão 5,07% abaixo do registrado em 2014, último ano em que o país não enfrentou recessão, no período entre 2015 e 2017” lembrou Eduardo Starosta.

O emprego no comércio

Em relação aos indicadores de emprego, o comércio varejista registrou uma queda mais aguda do que outros segmentos em 2020. O ano deve encerrar com um déficit na ordem de 13 mil postos de trabalho, número que reflete uma pequena recuperação a partir de agosto, uma vez que em julho chegou a existir uma perda de 35 mil vagas.

Já o mercado de trabalho geral do Rio Grande do Sul deve finalizar este ano com cerca de 50 mil empregos a menos do que em 2019.

O PIB e a inflação

As projeções da FCDL-RS para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020 apontam uma queda de 4,53%, enquanto que o PIB gaúcho deve ter redução de 6,09% Já o PIB do comércio em nível nacional deve cair 0,79% e no estado, vai registrar queda de 3,60%.

Em relação a inflação, apesar da brasileira e da Região Metropolitana de Porto Alegre fecharem em patamares abaixo da maioria dos anos anteriores, é preocupante a aceleração de preços iniciada especialmente a partir de setembro de 2020, com foco central nos alimentos.

– Isso se explica muito em função do incremento dos preços dos gêneros alimentícios em março e abril, quando os supermercados concentraram o consumo brasileiro. E, depois, com a retomada da economia e o consequente aumento do consumo, seguiu-se nova alta de preços. A pressão dos alimentos na inflação deve começar a descer nos próximos meses. Nos parece que a principal preocupação a partir de 2021 será a capacidade do governo federal girar a dívida pública, extremamente inflada pelas recentes políticas sociais para combater o empobrecimento por conta da pandemia enfatizou Starosta.

Cenários para 2021

No decorrer de 2019 e de 2020 foram melhoradas importantes condições estruturais no Brasil, com a redução da SELIC, a reforma da Previdência, o avanço na desburocratização, entre outros aspectos. Isso já teria impacto positivo para quebrar a inércia de vários anos de estagnação e recessão, mas a pandemia da Covid-19 acabou impedindo uma performance econômica melhor do Brasil e do Rio Grande do Sul neste ano.

Para 2021, a forma como será tratado o enfrentamento ao Coronavírus também será fundamental para o definir o crescimento nacional e estadual. No que diz respeito ao Brasil, os pontos favoráveis para crescimento em 2021 são a tendência da SELIC continuar estável, a melhora do Brasil como fornecedor global de produtos agrícolas e agroindustriais, o que impacta positivamente na geração de emprego e renda, além das reformas estruturais internas que devem avançar de maneira a ampliar a liberdade econômica e diminuir o peso do Estado. Por fim, a retomada do emprego deve continuar acelerada no próximo ano, com reflexos positivos no consumo e na produção.

Expectativa para 2021

Para a FCDL-RS, em 2021 a expectativa é que o PIB brasileiro possa crescer entre 4% e 6,5%, além de um incremento na faixa de 4,5% a 75 das vendas do varejo. A Federação considera que esse cenário positivo pode se consumar caso sejam adotadas algumas medidas como o contínuo uso dos bancos públicos para reduzir o custo financeiro aos bons pagadores. Aumento da competitividade bancária; a redução da informalidade, de forma a aumentar a base contributiva da economia e promover a isonomia competitiva nas atividades produtivas; a sustentação de um câmbio realista, que alavanque as exportações nacionais e que não torne as importações proibitivas; o aumento da atratividade brasileira aos investimentos produtivos externos e uma nova e efetiva política industrial que priorize a inovação; a desoneração fiscal em paralelo a ações de redução do custeio da máquina pública e desburocratização.

Já para o Rio Grande do Sul, é possível esperar um cenário favorável para a exportação, o que se reflete no crescimento da balança comercial estadual, além da previsão de um aumento da safra agrícola. Também é possível antever uma retomada do consumo interno e a recuperação da empregabilidade no estado.

A expectativa para o RS é que o PIB cresça entre 4,5% e 7% e as vendas do varejo possam ter um aumento da ordem de 5% a 7% no próximo ano. Fatores que podem contribuir para isso, são o Governo do Estado assumir uma política mais agressiva para atrair investimentos estratégicos; não existir o aumento da carga fiscal, uma vez que a capacidade contributiva gaúcha está esgotada, e a reforma do setor público na direção da redução de seu tamanho.

Restrições e combate à Covid-19

No encerramento da entrevista, o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, voltou a destacar o trabalho que a Federação realizou ao longo de 2020 no sentido de permitir a liberdade da atividade comercial. Lembrou que a entidade, durante todo o período das rígidas restrições impostas aos lojistas gaúchos, buscou dialogar com as autoridades estaduais e municipais no sentido de reverter esse quadro, uma vez que os prejuízos econômicos que as medidas tomadas causariam eram previstos. “Sempre pontuamos que o varejo não era o disseminador da Covid-19. Desde o início da pandemia nós orientamos os lojistas para seguirem todos os protocolos determinados pelas autoridades de saúde. Houve um grande investimento em vários equipamentos determinados, como máscaras, álcool em gel, termômetros para medição da temperatura corporal e, por fim, os varejistas tiveram suas portas fechadas por quase 210 dias em muitas regiões do Rio Grande do Sul”, salientou.

Segundo o presidente da entidade, as restrições contribuíram muito para ao números que a economia e o varejo gaúcho apresentaram em 2020. “Neste momento que vivemos um crescimento dos indicadores de incidência da Covid-19, nos parece que o governo estadual está tomando medidas mais sensatas, não impedindo os comerciantes de trabalharem, ainda que com horários reduzidos. Todos nós, lojistas, precisamos trabalhar, pois a maioria, quase 90% das lojas são de micro e pequeno porte e dependem das vendas para sobreviver”, lembrou Vitor Augusto Koch.

Por fim, o presidente da FCDL-RS reforço a posição contrária da entidade em relação a qualquer proposta que reajuste a carga tributária do Rio Grande do Sul. Salientou que a Federação é contra a prorrogação da manutenção da alíquota geral do ICMS em 18% e das alíquotas de combustíveis, energia elétrica e telecomunicações em 30%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2020 0 Comentários 563 Visualizações
Convenção Estadual
Business

51ª Convenção Estadual Lojista acontece no próximo domingo

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS acredita em perspectivas melhores para 2021, entendendo que irá acontecer a retomada dos negócios. Para ajudar nesse processo, neste domingo, 6, acontece a 51ª Convenção Estadual Lojista, em formato virtual, a partir das 9h.

“Estamos adaptando a convenção e, desta forma, vamos realizá-la em formato virtual. Assim, através da transmissão das palestras pelo YouTube e Facebook da FCDL-RS, iremos permitir que os convencionais possam assistir a programação em suas casas ou no seu local de trabalho. Para isso, contamos com um time de palestrantes do mais alto nível, que mostrarão como retomar os negócios do varejo em meio ao cenário de tantos obstáculos e incertezas que 2020 nos trouxe”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Assim, integram o grupo de palestrantes da Convenção Estadual Lojista nomes como o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rodrigo Lorenzoni; o CEO do Projeto de Redução do Custo Brasil, Jorge Luiz de Lima; o publicitário e especialista em Marketing Empresarial, Zeca Honorato; a empresária e líder coach, Nubiana Oliveira; o CEO do Instituto Cada Vez Melhor, Daniel Müller; a jornalista Sabrina Thomazi; o economista Eduardo Starosta e o CEO da Start Up James Tip, Guilherme Masseroni.

Segundo a FCDL-RS, a 51ª Convenção Estadual Lojista é em uma oportunidade ímpar para os lojistas gaúchos conhecerem novos caminhos que garantam a sustentabilidade e o desenvolvimento de seus empreendimentos. Além disso, quem se inscrever, de forma totalmente gratuita, para assistir ao evento, vai concorrer a uma série de prêmios. Para isso, basta acessar o site https://fcdl-rs.com.br.

Por fim, são apoiadores da 51a Convenção Estadual Lojista a Federação Israelita do Rio Grande do Sul; o Transforma RS; o LIDE RS – Grupo de Líderes Empresariais; o CCG Saúde, a Rede Plaza de Hotéis e o Sebrae/RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/12/2020 0 Comentários 703 Visualizações
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