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Saldo positivo na criação de empregos mostra poder de reação do comércio gaúcho

Por Ester Ellwanger 30/06/2022
Por Ester Ellwanger

Em maio, pelo terceiro mês consecutivo neste ano, o comércio gaúcho registrou saldo positivos na geração de novos postos de trabalho, de acordo com o mais recente levantamento realizado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado no dia 28/06. Foram mais 1.726 novos empregos criados no quinto mês de 2022.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, esse cenário reforça a observação de que o setor, de forma gradual, está reagindo após dois anos de inúmeras provações causadas pela pandemia da Covid-19 e as restrições que ela originou.

“Todo o incremento na geração de empregos é muito positiva. Ainda mais no comércio, pois é uma demonstração de que as vendas também estão retomadas, de que a confiança dos lojistas cresce, mesmo com algumas instabilidades que observamos em nível nacional e mundial. Com vendas e confiança em alta, a busca por novos colaboradores também se acelera. Portanto, o incremento do mercado de trabalho deve ser saudado, na medida em que fortalece o círculo virtuoso da economia, colocando mais pessoas em condições de ter sua renda e, por consequëncia, resgatar seu poder de consumo”, salienta Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que alguns fatores contribuíram para essa tendência de alta nas contratações do comércio, como a liberação do saque extraordinário do FGTS até R$ 1 mil, a antecipação do 13o salário para aposentados e pensionistas do INSS e o pagamento do Auxílio Brasil.

“São iniciativas que injetaram mais recursos na economia, permitindo o incremento do consumo e a demanda por mais colaboradores nas lojas”, avalia o presidente da FCDL-RS.

Vitor Augusto Koch enfatiza, ainda, a expectativa positiva para os próximos meses em relação a criação de mais novos postos de trabalho no comércio. O segundo semestre, tradicionalmente, é um período onde as vendas crescem de forma substancial, alavancadas por datas como Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday, Natal. Neste 2022, ainda teremos a Copa do Mundo em novembro e dezembro, mais um fator que pode gerar mais vendas.

“Mais vendas significam mais oportunidades de emprego no comércio. Outro detalhe importante é que a contratação de colaboradores temporários também é costumeira no segundo semestre, especialmente a partir de outubro. Precisamos melhorar para ter um saldo ainda mais positivo no comércio? Sim, mas diante de tudo o que foi vivido pelos lojistas gaúchos em 2020 e 2021, a retomada de indicadores positivos de empregabilidade é uma boa notícia”, conclui.

De maneira geral, o Rio Grande do Sul registrou em maio a criação de 4.275 empregos formais, resultado de um total de 116.037 admissões e 111.762 desligamentos. No acumulado do ano, há um saldo de 66.738 novos postos de trabalho.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

30/06/2022 0 Comentários 540 Visualizações
Business

FCDL-RS observa que comércio pode crescer no segundo semestre

Por Ester Ellwanger 29/06/2022
Por Ester Ellwanger

Em maio, pelo terceiro mês consecutivo neste ano, o comércio gaúcho registrou saldo positivos na geração de novos postos de trabalho, de acordo com o mais recente levantamento realizado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado no dia 28/06. Foram mais 1.726 novos empregos criados no quinto mês de 2022.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, esse cenário reforça a observação de que o setor, de forma gradual, está reagindo após dois anos de inúmeras provações causadas pela pandemia da Covid-19 e as restrições que ela originou.

 “Todo o incremento na geração de empregos é muito positiva. Ainda mais no comércio, pois é uma demonstração de que as vendas também estão retomadas, de que a confiança dos lojistas cresce, mesmo com algumas instabilidades que observamos em nível nacional e mundial. Com vendas e confiança em alta, a busca por novos colaboradores também se acelera. Portanto, o incremento do mercado de trabalho deve ser saudado, na medida em que fortalece o círculo virtuoso da economia, colocando mais pessoas em condições de ter sua renda e, por consequência, resgatar seu poder de consumo”, salienta Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que alguns fatores contribuíram para essa tendência de alta nas contratações do comércio, como a liberação do saque extraordinário do FGTS até R$ 1 mil, a antecipação do 13o salário para aposentados e pensionistas do INSS e o pagamento do Auxílio Brasil.

“São iniciativas que injetaram mais recursos na economia, permitindo o incremento do consumo e a demanda por mais colaboradores nas lojas”, avalia o presidente da FCDL-RS.

Vitor Augusto Koch enfatiza, ainda, a expectativa positiva para os próximos meses em relação a criação de mais novos postos de trabalho no comércio. O segundo semestre, tradicionalmente, é um período onde as vendas crescem de forma substancial, alavancadas por datas como Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday, Natal. Neste 2022, ainda teremos a Copa do Mundo em novembro e dezembro, mais um fator que pode gerar mais vendas.

 “Mais vendas significam mais oportunidades de emprego no comércio. Outro detalhe importante é que a contratação de colaboradores temporários também é costumeira no segundo semestre, especialmente a partir de outubro. Precisamos melhorar para ter um saldo ainda mais positivo no comércio? Sim, mas diante de tudo o que foi vivido pelos lojistas gaúchos em 2020 e 2021, a retomada de indicadores positivos de empregabilidade é uma boa notícia”, conclui.

De maneira geral, o Rio Grande do Sul registrou em maio a criação de 4.275 empregos formais, resultado de um total de 116.037 admissões e 111.762 desligamentos. No acumulado do ano, há um saldo de 66.738 novos postos de trabalho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

29/06/2022 0 Comentários 601 Visualizações
Business

FCDL-RS projeta injeção de cerca de R$ 350 milhões no comércio estadual com o Dia dos Namorados

Por Ester Ellwanger 03/06/2022
Por Ester Ellwanger

O Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, é uma das dez datas mais importantes do comércio brasileiro e, tradicionalmente, gera a perspectiva de boas vendas para os lojistas gaúchos.

Em 2022, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS projeta que a data mais romântica do ano possa ter um volume de vendas até 12% superior a 2021, injetando recursos no comércio estadual que podem chegar a casa dos R$ 350 milhões.

“O Dia dos Namorados tem um bom potencial de vendas para o comércio. Além de todo o romantismo da data, há o fator de que cada integrante do casal compra, no mínimo, um presente. Assim, mesmo gastando menos por causa da diminuição do poder de consumo que afeta boa parte da população, avaliamos que o ticket médio deve ser, na média, em torno de R$ 280,00 por casal”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Os presentes mais procurados pelos casais enamorados devem ser os que lideram o ranking de compras da data há alguns anos, como artigos de vestuário, calçados, perfumes, cosméticos, flores e eletroeletrônico nesta ordem de preferência.

“Nos primeiros meses deste ano, mesmo precisando enfrentar alguns obstáculos como a inflação e a alta taxa de juros, percebemos um otimismo maior dos lojistas gaúchos, a partir da reabertura plena do comércio. O cenário atual é bem mais favorável do que tínhamos no mesmo período de 2021 e as datas comemorativas ajudam a acelerar a recuperação da economia. E isso favorece mais emprego, maior geração de renda e aumento do número de consumidores”, avalia Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que no Dia dos Namorados além do comércio o setor de serviços também é impulsionado, em especial empreendimentos como restaurantes e estéticas, entre outros. E acredita que os consumidores seguirão a tradição de fazer as compras na última hora, ou seja, vão buscar os presentes, com maior intensidade, nos dias 10 e 11 de junho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

03/06/2022 0 Comentários 752 Visualizações
Business

FCDL-RS projeta o segundo semestre mantendo a reação das vendas do comércio gaúcho

Por Stephany Foscarini 13/05/2022
Por Stephany Foscarini

De forma gradual, o comércio varejista está reagindo após dois anos de inúmeras provações causadas pela pandemia da Covid-19 e as restrições que ela originou. A mais recente Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE, mostrou dados animadores para o Rio Grande do Sul. O crescimento de 1,6% do volume de vendas em março deste ano na comparação com fevereiro, registrando o terceiro mês seguido de alta, e o aumento de 10,9% em relação a março de 2021. O resultado do terceiro mês deste ano fez o comércio varejista gaúcho registrar alta de 6,7% no acumulado em 12 meses. Isso possibilita a projeção do segundo semestre com resultados mais positivos para o setor.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, observa que um dos fatores para essa boa expectativa é o incremento do mercado de trabalho, gerando renda para pessoas que até pouco tempo estavam desempregadas.

Mais renda para as famílias significa o aumento de consumidores no mercado. E isso é fundamental para que o comércio amplie suas vendas. Ainda existe um longo caminho para o varejo recuperar as perdas que teve desde março de 2022, porém para que isso aconteça é importante termos uma desaceleração de preços e redução da taxa de juros. Forte pressão nos preços e juro básico elevado não ajuda o comércio”.

“Mais renda para as famílias significa o aumento de consumidores no mercado. E isso é fundamental para que o comércio amplie suas vendas. Ainda existe um longo caminho para o varejo recuperar as perdas que teve desde março de 2022, porém para que isso aconteça é importante termos uma desaceleração de preços e redução da taxa de juros. Forte pressão nos preços e juro básico elevado não ajuda o comércio”, lembra Koch.

Embora o cenário atual no que se refere a inflação não esteja favorável, o presidente da FCDL-RS acredita que os preços do varejo se estabilizarão ao longo do ano. Para ele, é preciso que comerciantes e fornecedores cheguem a um denominador para viabilizar preços que caibam no orçamento dos consumidores.

A tendência é que o processo inflacionário dos preços do varejo ceda nos próximos meses. O comércio precisa desta estabilização para manter o viés de alta das vendas”.

“A tendência é que o processo inflacionário dos preços do varejo ceda nos próximos meses. O comércio precisa desta estabilização para manter o viés de alta das vendas. Já vemos que medidas como a redução do IPI, o corte da alíquota do imposto de importação de vários produtos alimentícios, o saque extraordinário do FGTS, o adiantamento do 13o salário do INSS, os repasses do Auxílio Brasil colocaram mais dinheiro em circulação no mercado. Ainda assim, é preciso revigorar a capacidade de geração de emprego no país e no RS para ampliar o poder de consumo das pessoas”, avalia o presidente.

Para o dirigente, internamente é necessário um forte empenho na realização das reformas estruturais e o ajuste das contas públicas para minimizar a elevação da taxa de juros no país. No que diz respeito aos fatores externos, a solução imediata do conflito entre Rússia e Ucrânia e a retomada do controle da pandemia na China seriam os cenários ideais para possibilitar meses mais tranquilos para o comércio brasileiro e gaúcho.

Mesmo com todos esses condicionantes, o presidente da FCDL-RS ressalta que a retomada da maior circulação de pessoas nas lojas favorece a expectativa de incremento das vendas no segundo semestre. Ele lembra que o varejo, em especial o de pequeno porte é muito dependente da compra presencial.

Outro fator importante para ampliar as vendas, especialmente dos segmentos de vestuário e calçados, é a chegada do inverno, que vai levar as pessoas a buscarem roupas e sapatos mais quentes para enfrentar as baixas temperaturas”.

“Outro fator importante para ampliar as vendas, especialmente dos segmentos de vestuário e calçados, é a chegada do inverno, que vai levar as pessoas a buscarem roupas e sapatos mais quentes para enfrentar as baixas temperaturas. Temos ainda, datas comemorativas importantes no segundo semestre, como o Dia dos Pais, o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal”, conclui Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2022 0 Comentários 515 Visualizações
Business

Cadastro Positivo muda o cenário da concessão de crédito no Brasil

Por Stephany Foscarini 26/04/2022
Por Stephany Foscarini

Pesquisa divulgada recentemente pela Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), comprova o potencial de inclusão financeira do Cadastro Positivo e como ele pode mudar a realidade de quem busca por crédito.

– O estudo da ANBC demonstra o quanto utilizar o Cadastro Positivo democratiza a concessão de crédito no Brasil, potencializando o ingresso no mercado de crédito para consumidores e empresas que até então não eram visíveis neste cenário – avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Hoje, próximo a completar três anos de vigência em seu modelo de adesão automática, o Cadastro Positivo conta com 62% da população brasileira em seu banco de dados. Somente após a sua entrada em vigor, em julho de 2019, foram incluídos na base de dados cerca de 4 milhões de pessoas e empresas.

– Observem que ao firmar parceria com a Quod, o melhor e mais inovador birô de crédito do Brasil, que baseia sua análise de concessão de crédito em soluções do Cadastro Positivo, muito além do simples consta e nada consta, a FCDL-RS já antevia esse novo momento do mercado. No Rio Grande do Sul, através desta parceria, as empresas de todos os setores econômicos ganharam uma ferramenta fundamental para vender mais, com maior segurança e com menor risco de inadimplência. Ter acesso a informações de pessoas e empreendimentos que até então eram praticamente invisíveis, traz mais consistência para quem concede e para quem busca crédito – ressalta Vitor Augusto Koch.

Outro aspecto importante destacado pelo presidente da FCDL-RS é que quem participa do Cadastro Positivo ganha condições melhores para realizar empréstimos e financiamentos, por exemplo. Além disso, as micro e pequenas empresas, que muitas vezes não possuem uma estrutura de análise de concessão de crédito tão forte, passaram a ter nas informações do Cadastro Positivo melhores condições de avaliar o histórico de seus clientes.

Cadastro Positivo é mais justo do que o simples consta e nada consta”.

– Uma nota de crédito expressiva certamente vai resultar em condições melhores para quem toma empréstimos e financiamentos, pois vai facilitar a capacidade de pagamento e, por consequência, reduzir a possibilidade de inadimplência. O caminho é esse, viabilizar que as pessoas tenham acesso ao mercado econômico através de uma criteriosa análise de sua condição financeira e não bloqueá-las porque, eventualmente, não conseguiram quitar algum débito. Por isso, o Cadastro Positivo é mais justo do que o simples consta e nada consta – avalia Vitor Augusto Koch.

São Paulo, com 75% da população; Rio de Janeiro, com 72% e Distrito Federal, com 71%, são as unidades federativas com maior participação na base de informações do Cadastro Positivo. O Rio Grande do Sul aparece em quarto lugar neste ranking, com 67,79% da população inserida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/04/2022 0 Comentários 824 Visualizações
Business

Vendas do varejo gaúcho podem crescer com nova injeção de recursos na economia

Por Ester Ellwanger 19/04/2022
Por Ester Ellwanger

O saque extraordinário do FGTS, cuja retirada pelos trabalhadores começa nesta quarta-feira, 20 de abril, e o adiantamento do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS, com pagamento em duas parcelas no final de abril e final de maio, são duas medidas importantes que devem injetar recursos financeiros expressivos na economia do país e do Rio Grande do Sul. E, por consequência, trarão novo fôlego para o comércio tanto em nível nacional quanto estadual.

Para a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, uma nova perspectiva para os lojistas gaúchos se abre com mais esse dinheiro circulando no mercado.

“São medidas extremamente assertivas do Governo Federal, que trazem uma injeção expressiva de recursos na economia e geram expectativa de incremento das vendas varejistas gaúchas. Estimamos que o saque do FGTS de até R$ 1 mil, que deve beneficiar cerca de 3 milhões de trabalhadores no estado, possa injetar cerca de R$ 2 bilhões e 100 milhões na economia estadual. Já o adiantamento do 13o salário beneficia 2,2 milhões de aposentados e pensionistas aqui no RS e pode movimentar cerca de R$ 4 bilhões e 800 milhões no mercado”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra, ainda, que boa parte destes recursos, cerca de 45%, devem ser destinar ao consumo e o restante utilizado para quitar débitos e recuperar crédito, além de uma pequena parcela ser colocada em aplicações financeiras.

“Quando a população ganha mais poder de compra isso acaba se refletindo no aumento das vendas. Mesmo quem não comprar agora e resolver suas pendências financeiras vai ter o seu acesso ao crédito retomado rapidamente e vai ter possibilidade de consumir com maior frequência em curto espaço de tempo. Estamos muito próximos da chegada do inverno e esse reforço financeiro, somado a chegada dos dias mais frios pode ter um reflexo positivo, por exemplo, nas vendas do chamado setor mole (vestuário e calçados)”,– pontua Vitor Augusto Koch.

Com essa boa perspectiva, é importante que os lojistas estejam preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas. Além disso, é bom estarem cientes de que boa parte dos consumidores deverá optar por fazer compras à vista ou utilizando o crediário próprio das lojas.

Os aposentados também devem planejar a melhor estratégia para utilizarem os recursos oriundos da antecipação do 13º salário, seja renegociando dívidas ou efetuando novas compras. A principal delas é observar sua capacidade de pagamento mensal, para não criar débitos que não podem ser quitados futuramente. E, também, lembrar que com esta antecipação, o pagamento no final do ano não será efetuado.

Essas orientações também valem para os trabalhadores que realizarem o saque do FGTS.

No Brasil, a projeção do Ministério da Economia é de que cerca de R$ 57 bilhões sejam injetados na economia nacional com a antecipação do 13o salário do INSS, beneficiando cerca de 32 milhões de aposentados e pensionistas. Já o saque extraordinário do FGTS está disponível para 42 milhões de trabalhadores e pode injetar até R$ 30 bilhões na economia do país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

19/04/2022 0 Comentários 675 Visualizações
Business

Palestra com o professor Francisco Lumertz inicia celebração dos 50 anos da FCDL-RS

Por Stephany Foscarini 07/04/2022
Por Stephany Foscarini

Nesse 2022, quando celebra seu cinquentenário, a FCDL-RS segue sua missão de fortalecer o comércio, os lojistas e a economia do Rio Grande do Sul. A inovação em movimento é o caminho escolhido pela Federação para concretizar esse objetivo.

Para gerar conhecimento e experiências positivas, ao longo deste ano a FCDL-RS vai realizar eventos especiais apresentados por profissionais renomados e de altíssima qualidade.

– A primeira grande atração a integrar essa celebração será um dos maiores nomes do Brasil nas áreas de Negociação, Liderança, Desenvolvimento de Equipes e Negócios, o professor e Mestre em Administração Estratégica e diretor da Selcon Consultores, Francisco Lumertz – destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Francisco Lumertz ministrará palestra aberta a todos os interessados no dia 12 de abril (terça-feira), a partir das 20h, através do canal da FCDL-RS no YouTube. Ele vai trazer, com certeza, muitas novidades que farão a diferença no impulsionamento dos negócios dos lojistas do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/04/2022 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Palestra com o professor Francisco Lumertz inicia celebração dos 50 anos da FCDL-RS

Por Ester Ellwanger 05/04/2022
Por Ester Ellwanger

Nesse 2022, quando celebra seu cinquentenário, a FCDL-RS segue sua missão de fortalecer o comércio, os lojistas e a economia do Rio Grande do Sul. A inovação em movimento é o caminho escolhido pela Federação para concretizar esse objetivo.

Para gerar conhecimento e experiências positivas, ao longo deste ano a FCDL-RS vai realizar eventos especiais apresentados por profissionais renomados e de altíssima qualidade.

“A primeira grande atração a integrar essa celebração será um dos maiores nomes do Brasil nas áreas de Negociação, Liderança, Desenvolvimento de Equipes e Negócios, o professor e Mestre em Administração Estratégica e diretor da Selcon Consultores, Francisco Lumertz”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Francisco Lumertz vai ministrar palestra aberta a todos os interessados no dia 12 de abril (terça-feira), a partir das 20h, através do canal da FCDL-RS no YouTube. Ele vai trazer, com certeza, muitas novidades que farão a diferença no impulsionamento dos negócios dos lojistas do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

05/04/2022 0 Comentários 583 Visualizações
Business

Conflito no Leste Europeu traz reflexos preocupantes para o varejo

Por Ester Ellwanger 16/03/2022
Por Ester Ellwanger

Uma longa duração do conflito entre Rússia e Ucrânia, no Leste Europeu, pode trazer impactos negativos para o varejo brasileiro nos próximos meses. A crise entre os dois países já provocou um grande aumento dos preços do petróleo em nível mundial e, por consequência, a elevação dos valores dos combustíveis no Brasil.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, avalia que o conflito amplia a pressão inflacionária no planeta, que já vinha crescendo em função das medidas tomadas pelos países contra a pandemia da Covid-19, que abalaram a economia mundial nos últimos dois anos.

No Brasil, a elevação dos combustíveis acaba por afetar praticamente toda a cadeia produtiva que depende quase que exclusivamente do transporte rodoviário para se movimentar.

“Os reflexos dessa crise terão impacto mais amplo em setores como o varejo de combustíveis e de alimentos, que devem ter seus preços mais elevados em breve. A gasolina e o diesel já subiram há poucos dias e isso encarece o frete. Por consequência, os preços de alimentos e de outros produtos também devem subir e isso não é uma notícia boa. Ainda mais em um momento no qual o país tenta se recuperar do baque que a economia sofreu em função da pandemia”, argumenta Vitor Augusto Koch.

A pressão inflacionária no país deve se refletir, também, na elevação da taxa de juros básicos da economia, o que não é uma medida adequada para o setor produtivo, já que as atividades mais dependentes do crédito são afetadas negativamente neste cenário.

Um exemplo disso é a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que demonstra as pressões de custo sofridas por todos os segmentos do varejo. Nos últimos doze meses, os produtos comercializados pelo varejo foram reajustados em 12,7%, enquanto que no atacado o avanço foi de 25,4% no mesmo período, o que se reflete em um repasse de quase 50% aos preços finais aos consumidores.

“Esse cenário amplia a ansiedade de todos os comerciantes pelo anúncio de medidas, de parte do Governo Federal, para impulsionar a economia do país. A expectativa da liberação de recursos do FGTS para a população, beneficiando cerca de 30 milhões de pessoas, com previsão de injetar R$ 30 bilhões na economia, e do pagamento antecipado do 13º salário para mais de 36 milhões de aposentados e pensionistas do INSS, representando um incremento de mais R$ 56 bilhões no mercado, certamente, irão ajudar a reaquecer o consumo”, avalia Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, ainda, que se somarmos a essas medidas outras iniciativas já em vigor, como a redução de 25% do IPI e a nova lei que determina alíquota única de ICMS para combustíveis em todo o país, podemos projetar uma rápida retomada econômica e ter um ano melhor para todos que fomentam o círculo virtuoso da economia brasileira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2022 0 Comentários 434 Visualizações
Business

Menos feriados em dias úteis, melhor desempenho do comércio

Por Stephany Foscarini 17/02/2022
Por Stephany Foscarini

Após um 2021 com quase uma dezena de feriados acontecendo em dias úteis, o que interferiu bastante no desempenho do comércio no Brasil e no Rio Grande do Sul, no ano de 2022 esse fator deve ter menor impacto na atividade comercial.

Neste ano, são sete os feriados que transcorrem em dias úteis, o que ajuda a reduzir as perdas do comércio por não abrir as portas. O custo econômico dos feriados para a economia do país não é desprezível. Pelo contrário, é grande e prejudica bastante a competitividade brasileira no contexto internacional.

“Um calendário recheado de períodos de interrupção da produção e restrição à atividade comercial causa prejuízos para a indústria e para o comércio. No varejo gaúcho, por exemplo, cada dia parado representa perda de quase R$180 milhões. Então, apenas com os 10 feriados em dias úteis do ano passado, o prejuízo foi de aproximadamente R$1,8 bilhão. Em nível nacional as perdas ultrapassaram a casa dos R$22 bilhões no varejo”, alerta o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que a Federação defende a alteração da disposição dos feriados nacionais, colocando-os apenas nas segundas-feiras, com exceção do Natal e Ano Novo. O presidente da FCDL-RS ressalta que esta ideia já foi colocada em prática na década de 80 do século passado e obteve bons resultados.

Feriados na terça, quarta, quinta-feira, nós entendemos que são prejudiciais tanto para o comércio quanto para a indústria. Acabam tendo um efeito desmobilizante ao setor produtivo por materializar os “feriadões”. E o faturamento perdido não se recupera no outro dia”.

“Feriados na terça, quarta, quinta-feira, nós entendemos que são prejudiciais tanto para o comércio quanto para a indústria. Acabam tendo um efeito desmobilizante ao setor produtivo por materializar os ‘feriadões’. E o faturamento perdido não se recupera no outro dia. Além disso, embora uma grande quantidade de feriados em dias úteis pareça atraente para os trabalhadores, vale lembrar que as perdas financeiras das empresas prejudicam a sustentabilidade delas e podem acabar prejudicando os indicadores de empregabilidade”, avalia Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS diz, ainda, que a recuperação econômica e a melhoria da competitividade do país passa pela mobilização de todos os setores da sociedade. A diminuição do Custo Brasil, por exemplo, é uma condição fundamental para o Brasil ter melhores condições de competir com outros países que batalham, diariamente, por parcelas do comércio mundial. Racionalizar a ocorrência dos feriados pode ser uma maneira de aumentar o ganho de produtividade da nação e ajudar o país a galgar posições no ranking mundial de produtividade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 549 Visualizações
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