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FCDL-RS

Variedades

FCDL-RS se manifesta quanto à possibilidade de aumento do ICMS da gasolina

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

A possibilidade do ICMS da gasolina subir dos atuais 17% para valor unificado de impostos em todo o território nacional, majorando custos, afetará ainda mais a já combalida renda dos gaúchos.

Esta é a análise da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS sobre a expectativa de uma decisão do STF em relação a essencialidade da gasolina, que poderá elevar os custos sobre este produto, criando um valor fixo de cobrança de tributo por litro.

“A FCDL-RS é contrária a qualquer possibilidade de retomada de alíquotas maiores do imposto, como está sendo defendido pelo Governo do Estado. A sociedade em geral não pode mais conviver com esse tipo de situação. Aumento de impostos diminui a renda das famílias e retrai o consumo. Precisamos de gestão que administre os recursos disponíveis do Estado de maneira eficiente, sem apelar para a tradicional forma de aumentar impostos e custos”, afirma o presidente da Federação, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que a gasolina deve ser considerada, sim, como um insumo essencial, na medida em que o seu preço elevado afeta toda a cadeia produtiva e faz o custo dos demais produtos consumidos pela população aumentarem. “A nossa sociedade já convive com a inflação crescendo mensalmente, com elevadas taxas de juros que dificultam a tomada de crédito e uma carga tributária elevadíssima. Pagar mais tributos pela gasolina vai onerar, ainda mais, o bolso dos gaúchos e isso terá reflexos danosos para todos os setores econômicos, em especial o comércio”, finaliza Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 572 Visualizações
Business

FCDL RS projeta incremento de 30% nas vendas do Carnaval em relação a 2022

Por Amanda Krohn 13/02/2023
Por Amanda Krohn

Depois de dois anos sem as festividades do carnaval, a celebração carnavalesca retorna em 2023, aumentando as oportunidades de boas vendas para o comércio gaúcho. A expectativa é de que blocos e foliões tragam grande movimentação na economia como um todo, em especial para os setores do comércio e turismo. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL RS) acredita em um incremento de até 30% na comercialização de produtos na comparação com carnaval 2022, quando várias restrições de circulação estavam impostas à população.

As lojas especializadas em artigos de decoração e fantasias devem puxar o incremento nas vendas do comércio. Outros setores que serão beneficiados com o feriado prolongado entre 18 e 21 de fevereiro serão os de hospedagem e de alimentação. Na avaliação da FCDL-RS, as lojas especializadas em artigos típicos dos festejos carnavalescos poderão dobrar suas vendas nesse período, na comparação com outros períodos do ano. Hotéis, pousadas, agências de viagens e restaurantes, também têm seu faturamento ampliado durante o carnaval, especialmente nas cidades litorâneas do Rio Grande do Sul.

O presidente da FCDL RS, Vitor Augusto Koch destaca que os eventos festivos tendem a incentivar a compra de roupas e acessórios para as atividades. “A retomada do carnaval em sua plenitude anima os lojistas, pois é uma festividade que estimula e movimenta o comércio. Um fenômeno que sempre teve grande influência nas vendas do período, os blocos carnavalescos, estará de volta às ruas e aos clubes”, afirma. “Isso deve reforçar a venda de adereços, fantasias, chapéus, fitas, camisetas, bermudas, shorts e sandálias”, continua.

Para incrementar as vendas nesse período, a FCDL-RS recomenda que os lojistas realizem liquidações e promoções, especialmente os que atuam no litoral, onde se prevê uma grande presença de foliões. Essas ações podem contribuir, também, para a diminuição do excesso de produtos em estoque. O consumo nos dias que antecedem o feriado e durante o carnaval, ainda de acordo com a FCDL RS, deve ficar concentrado em restaurantes e bares, supermercados, vestuário com roupas leves, bijuterias, calçados e farmácias, especialmente cosméticos. O preço médio das compras pode ficar na casa dos R$160,00.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2023 0 Comentários 589 Visualizações
Business

FCDL RS dá recomendações para economizar na compra de materiais escolares

Por Amanda Krohn 06/02/2023
Por Amanda Krohn

Faltando poucos dias para o início de mais um ano letivo no estado, os pais estão pesquisando no comércio gaúcho as condições para poder suprir a demanda de material escolar de seus filhos. Esse comportamento, de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL RS), é sentido pelos comerciantes há algum tempo, mostrando que o preço é o fator decisivo no momento da compra de artigos como cadernos, lápis e mochilas, entre outros.
Quem aproveitou o início do ano e efetuou a compra do material dos filhos obteve uma boa economia no orçamento familiar, uma vez que as remessas mais recentes de produtos adquiridas pelos lojistas vieram com reajustes, que podem chegar até 15% na comparação com o ano de 2022.

A elevação é maior em produtos importados como mochilas e estojos, por causa da variação cambial. Cadernos e outros produtos de papel também tiveram preços majorados. O presidente da FCDL RS, Vitor Augusto Koch, explica o que deve ser levado em conta na hora das compras. “O começo do ano é um período atípico, onde as famílias enfrentam obrigações tributárias como IPVA e IPTU e precisam, também, adquirir o material escolar de seus filhos. Por isso, é importante que elas observem alguns detalhes na hora de comprar os artigos escolares”, ressalta. “Por exemplo, não há necessidade de se fazer estoque dos produtos, uma vez que muitos deles acabam tendo o preço reduzido a partir de março, a exemplo que acontece em qualquer ramo do comércio após a alta sazonal de consumo”, acrescenta.

Uma dica importante para os pais das crianças em idade escolar é que busquem fazer a maior parte das compras sem a presença dos filhos, que muitas vezes não entendem as dificuldades financeiras da família e pedem por cadernos e mochilas com personagens da moda, que, geralmente, são mais caros. Um artigo sem ilustração pode custar até 75% mais barato.
“Como existe a necessidade do investimento no material escolar, que é um item básico, os pais estão procurando por artigos mais econômicos e que tenham, ao mesmo tempo, maior durabilidade”, afirma o presidente.

Vitor Augusto Koch orienta o estabelecimento de outros critérios no momento da compra. “Outro detalhe fundamental para eles observarem é quanto a qualidade do material, verificando se possuem a certificação obrigatória do Inmetro”, exemplifica. O dirigente também dá dicas para o aumento do lucro dos comerciantes. “Para os lojistas venderem mais, a recomendação é a oferta de descontos para pagamentos à vista, o que garante um fluxo de caixa maior nesse início de ano”, destaca. “Ainda que o aumento nos itens possa retrair o consumo, a necessidade dos pais adquirirem o material escolar leva os estabelecimentos que atuam nesse segmento a estimarem um crescimento nas vendas de até 20% na comparação com 2022”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2023 0 Comentários 628 Visualizações
Business

Liquidações ajudam lojistas a vender mais em janeiro e fevereiro

Por Amanda Krohn 24/01/2023
Por Amanda Krohn

Ao longo dos últimos anos, os meses de janeiro e fevereiro estão se caracterizando pela prática de liquidações do comércio na maior parte do Brasil. Esta estratégia permite aos lojistas liquidarem os estoques remanescentes do final do ano e, também, pode gerar vendas mais consistentes em um período que se caracteriza por menor consumo, especialmente nas cidades onde as férias acabam reduzindo o número de clientes nas lojas.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL RS), Vitor Augusto Koch, explica que os descontos atraem o público devido a outros encargos que tendem a aparecer neste período. “Nos dois primeiros meses do ano existe uma concorrência muito forte das férias e de outros compromissos financeiros típicos do período, como IPTU, IPVA e despesas escolares, o que compromete boa parte da renda das famílias”, afirma.  O dirigente lembra, ainda, que estas ações promocionais ajudam o comerciante a girar seu estoque, ajustando os níveis de produtos à disposição, além de reforçar o caixa do estabelecimento.

O dirigente ainda orienta sobre como planejar as liquidações com base no comportamento dos clientes. “Com a elevada taxa de juros do Brasil, existe menos dinheiro circulante no mercado. Os consumidores também estão mais criteriosos na hora de escolher e comprar o que precisam”, alerta. “Desta forma, o lojista que ofertar descontos percebíveis e personalizar o atendimento, promovendo uma experiência de compra única aos seus clientes, tem maiores chances de incrementar suas vendas”, prossegue.

As liquidações em janeiro e fevereiro, tradicionalmente o período de menor movimento nas lojas, tem possibilitado uma participação maior desses dois meses no volume comercializado pelo comércio gaúcho ao longo do ano. Até 2013, os dois meses representavam cerca de 14% do volume, índice que subiu para cerca de 18% em 2022. Outras recomendações da FCDL são evitar o anúncio de desconto com cartazes. Em vez disso, a entidade aconselha entrar em contato com os clientes, , seja por telefone, e-mail ou rede social, o que pode fazer com que ele vá até a loja e faça uma compra, mesmo se não estiver planejando gastar. Além disso, a estratégia pode fazer com que a notícia se espalhe e outros clientes sejam atraídos.

A entidade ainda orienta que mudanças de layout constantes na loja podem fazer a diferença e chamar mais atenção, mesmo que os produtos sejam os mesmos. O vendedor também é aconselhado a sempre deixar os produtos facilmente alcançáveis, para que o cliente possa tocar e ver de perto, despertando interesse. Por fim, é necessário atender sempre com exclusividade, de forma completa, conversando com o cliente e atendendo a suas necessidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2023 0 Comentários 640 Visualizações
Business

Veraneio 2023 deve incrementar vendas no litoral gaúcho

Por Amanda Krohn 04/01/2023
Por Amanda Krohn

A temporada de verão deve ser de grande movimento no litoral gaúcho, especialmente nos meses de janeiro e fevereiro, quando acontece o Carnaval 2023. Com um cenário de maior controle da pandemia e a expectativa do incremento do turismo interno, os lojistas das cidades litorâneas podem esperar uma forte presença de consumidores e aumentarem suas vendas. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul  (FCDL-RS) estima que as vendas do comércio no litoral gaúcho sejam ampliadas de forma consistente no veraneio 2023, podendo ter um crescimento de até 15% na comparação com o mesmo período de 2022, quando ainda existiam restrições à circulação dos veranistas.

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, pontua que diferentes aspectos interferem no faturamento. “Existem fatores que devem estimular viagens internas pelas nossas praias. Um deles é a alta do dólar, que freia o turismo externo e acaba levando mais veranistas ao nosso litoral”, avalia. “As projeções de hotéis lotados, de dias quentes e propícios a estar na praia devem contribuir para que os gaúchos se voltem mais ao consumo nesse período. Por isso, é importante que os lojistas estejam preparados para dar conta de uma demanda crescente”,  acrescenta.

O dirigente lembra que bares, restaurantes, supermercados e lojas com vestuário leve, acessórios, calçados e produtos farmacêuticos devem concentrar a maior procura de parte dos consumidores. Ainda assim, mesmo os estabelecimentos que comercializam bens de maior valor agregado podem ter suas vendas ampliadas nesse período quando a população litorânea quase triplica. “A perspectiva de muitas pessoas passando suas férias no nosso litoral, com picos de movimento aos finais de semana é grande. Depois de 3 anos de restrições, existe a vontade de sair, de visitar as praias e aproveitar alguns dias de descanso. Viajar para outros destinos no Brasil e no exterior está caro e isso, certamente, vai intensificar o turismo local”, lembra Vitor Augusto Koch.

Outro aspecto que o veraneio gaúcho favorece é o crescimento da procura por mão-de-obra. Com a expectativa de incremento das vendas, os comerciantes projetam contratar mais trabalhadores temporários, buscando ampliar suas equipes, algo que não aconteceu em 2022.  “Como o quadro de empregados de muitas empresas está reduzido, resultado ainda da pandemia, existe espaço para a contratação de colaboradores temporários, que podem vir a ser efetivados após esse período. O momento no litoral é de busca por trabalhadores temporários”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/01/2023 0 Comentários 721 Visualizações
Business

FCDL-RS projeta vendas superiores a R$ 5,4 bilhões para o comércio gaúcho no Natal

Por Amanda Krohn 13/12/2022
Por Amanda Krohn

O comércio gaúcho terá o melhor Natal dos últimos três anos em volume de vendas neste 2022, de acordo com estimativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS). A expectativa é que a data tenha um incremento de até 10% na comparação com 2021 e movimente, no setor, cerca de R$ 5,4 bilhões. Isso traz aumento de comercialização de produtos após dois anos de perdas na data.

Para o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, a projeção se dá devido a diversos fatores. “Contribuem para essa boa expectativa fatores como a normalização da circulação dos consumidores nas lojas, a evolução dos indicadores de empregos, com mais pessoas trabalhando e obtendo renda, o pagamento do 13º salário para funcionários públicos e da iniciativa privada e a desaceleração da inflação, que deve fechar 2022 abaixo de 6,5%”, explica o dirigente. “Um aspecto fundamental que favorece o consumo é a desoneração das alíquotas de ICMS, que reduziu custos e preços de forma geral no Rio Grande do Sul. Esperamos que isso seja mantido para o próximo ano e que não aconteça aumento das alíquotas do tributo”, continua.

O dirigente salienta que as vendas poderiam ser ainda maiores caso o crédito não estivesse encarecido e as famílias tivessem menor comprometimento de sua renda com dívidas. Isso acaba inibindo o consumo de bens com maior valor agregado e direciona as compras para artigos mais populares. Em função desses fatores, a expectativa é que o valor médio dos presentes no Natal 2021 deva ficar na casa dos R$ 180,00. Os produtos mais procurados devem ser aqueles que tradicionalmente são buscados pelos consumidores, como roupas, calçados, produtos de beleza e perfumaria para os adultos e brinquedos para as crianças. Hiper e supermercados também devem ter bom movimento, em função das celebrações familiares.

Dicas importantes

Para os lojistas aproveitarem essa expectativa positiva e venderem mais neste Natal, o presidente da FCDL-RS dá algumas dicas importantes. Entre elas, estão as decorações festivas no estabelecimento. “É fundamental que os lojistas estimulem o clima natalino, fazendo uma decoração que atraia os clientes. Vale o investimento em adornos de Natal bem chamativos, pois isso ajuda a despertar o interesse do consumidor”, destaca. “Mesmo no site ou redes sociais, também é possível utilizar itens que remetam ao período”, continua.

Outro ponto defendido pelo dirigente é a aposta na experiência do consumidor. “Deve-se buscar propiciar ao consumidor a melhor experiência de compra possível. Isso pode acontecer de diversas maneiras, desde o atendimento em horário estendido até o oferecimento de brindes”, exemplifica. “Hoje, a boa experiência do consumidor é uma das maiores responsáveis pela fidelização de clientes”, acrescenta. Além disso, promoções criativas, atendimento ágil e atenção às redes sociais também estão entre as recomendações. “Por fim, disponibilizar opções de pagamento que se adaptem ao bolso do consumidor. Atualmente, há possibilidade de fazer pagamentos até pelo WhatsApp. Fundamental, ainda, disponibilizar as máquinas de cartão de crédito e débito e o Pix”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/12/2022 0 Comentários 490 Visualizações
Business

Comércio gaúcho se prepara para os desafios de 2023

Por Amanda Krohn 07/12/2022
Por Amanda Krohn

Validando a projeção feita pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) e Escola de Negócios da PUCRS, em dezembro de 2021, o ano de 2022 trouxe bons motivos para o comércio gaúcho celebrar. A análise produzida neste ano, apresentada em entrevista coletiva concedida pelo presidente Vitor Augusto Koch e pelo economista e professor da Escola de Negócios da PUCRS, Gustavo Inácio de Moraes, mostrou o balanço positivo de 2022 e apontou caminhos para o comércio gaúcho em 2023.

Os diferentes segmentos do setor tiveram um desempenho muito positivo, fechando o ano com um incremento de 5% na comparação com o ano anterior. “Ficamos muito satisfeitos em observar que a projeção realizada ao final de 2021 se concretizou. Acreditávamos em um crescimento acima de 2% para a economia do país e isso ocorreu. A força criativa de todos os atores envolvidos na propulsão da roda econômica brasileira foi fundamental para podermos, hoje, celebrar indicadores positivos”, avaliou o presidente Vitor Augusto Koch. O dirigente destacou o desempenho positivo dos diferentes segmentos que compõem o comércio gaúcho, especialmente aqueles que trabalham com produtos de menor valor agregado.

“Aconteceu um crescimento heterogêneo do nosso comércio. Quem atua com artigos mais populares teve benefícios maiores com a retomada econômica. Já os setores que dependem do parcelamento ou comercializam produtos mais sofisticados tiveram um pouco mais de dificuldades, porém, também registraram bom desempenho neste ano”, afirmou Vitor Augusto Koch.

Enquanto o comércio geral deve crescer cerca de 5% neste ano, o comércio ampliado, que inclui a venda de veículos e material de construção, deve registrar incremento de 3%. A análise da FCDL-RS e da Escola de Negócios da PUCRS mostra que isso se deve às dificuldades impostas pelo aumento da taxa de juros e a retomada do emprego acontecendo em posições com menor remuneração. “Mantida a tendência de crescimento do emprego e a estabilidade desses postos de trabalho, além da redução da taxa de juros, a tendência é que o consumo de produtos duráveis e de maior valor agregado cresça em 2023 “, lembrou o presidente da FCDL-RS.

Força econômica

Neste ano, a economia do Rio Grande do Sul teve o seu maior crescimento desde 2012, permitindo que a produção e a comercialização se expandissem. “O crescimento de 2022 seguiu a trajetória do ano passado, que estava condicionado à recuperação dos períodos de restrições impostas no combate à pandemia. Um fator que entendemos fundamental para isso, foi a redução do ICMS, o que beneficiou a atividade econômica, na medida em que os preços de combustíveis, energia e telecomunicações tiveram uma queda considerável. Isso mostra que deve ser incentivado o equilíbrio das contas públicas, especialmente com redução responsável de impostos”, enfatizou Gustavo Inácio de Moraes.

No que se refere ao ICMS, o presidente Vitor Augusto Koch voltou a reafirmar a posição firme e contrária da FCDL-RS a qualquer possibilidade de retomada de alíquotas maiores do imposto, como está sendo ventilado a partir de um possível acordo de Estados e União que permita alíquotas maiores de ICMS para gasolina e base maior para cálculo do imposto para energia. “De forma alguma somos favoráveis a elevação das alíquotas do ICMS. Precisamos de gestão pública responsável e que administre os recursos do Estado de maneira eficiente, sem apelar para a tradicional forma de aumentar impostos. A sociedade em geral não pode mais conviver com esse tipo de situação. Aumento de alíquotas de impostos diminui a renda das famílias e retrai o consumo”, ponderou Vitor Augusto Koch.

Cautela para 2023

Projetando o próximo ano, a recomendação se resume em uma palavra: cautela. A pressão da inflação, o adiamento de uma queda da taxa de juros, o estado da economia internacional e as indefinições sobre o financiamento dos programas sociais criam esse cenário de estratégias de negócios cuidadosas e com ações mais defensivas para 2023.

A perspectiva é que o crescimento econômico possa se desacelerar em 2023, no Brasil e no mundo. O nosso país, provavelmente, terá dificuldades para manter o ritmo apresentado em 2021 e 2022, apresentando um ambiente semelhante ao de 2019, quando teve crescimento econômico de apenas 1%.Finalmente, há uma expectativa de recessão nos países centrais que pode desacelerar a geração de renda na economia brasileira.

O Brasil ainda convive com a manutenção da pressão inflacionária, uma vez que as reduções apresentadas se concentraram em comunicações e transportes, demonstrando um comportamento superior a dois dígitos, na variação de 12 meses, nos segmentos de alimentação e bebidas e também de vestuário. “É importante que aconteça deflação nesses segmentos, que mexem de forma intensa com o orçamento do consumidor, afetando o planejamento das famílias e dos empreendedores do comércio”, lembrou o presidente Vitor Augusto Koch.

Para o professor Gustavo Inácio de Moraes não existem, ainda, sinais de que a inflação possa ceder de forma consistente no primeiro semestre do ano. Logo, o comércio gaúcho deveria se preparar para um cenário ainda com juros altos e comportamento inflacionário. Embora exista a necessidade da adoção de cautela, há, também, oportunidades interessantes em vários segmentos do comércio.

Como ainda persiste o clima de indefinição nas dimensões da política monetária, em aspectos como juros e inflação, estratégias de antecipação da formação de estoques e o cuidado com a gestão de aprovação de crédito assumem papel central para um bom resultado dos lojistas. A íntegra da apresentação da FCDL-RS pode ser conferida no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2022 0 Comentários 720 Visualizações
Business

Pagamento do 13º salário movimenta o comércio nesse final de ano

Por Amanda Krohn 21/11/2022
Por Amanda Krohn

A chegada do final do ano representa o ingresso de recursos oriundos do pagamento do 13º salário para funcionários de empresas públicas e privadas na economia gaúcha. Isso traz boas perspectivas de incremento do consumo, movimentando o comércio e animando os lojistas do Rio Grande do Sul, conforme o presidente da Federação das Câmaras de Dirigente Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch.

O dirigente explica que o motivo da estimativa se dá, em partes, a promoções do comércio referentes a datas sazonais que coincidem com o pagamento do benefício. “O 13º salário chega em um momento no qual temos eventos favoráveis a expansão do consumo, como a Black Friday, a Copa do Mundo e o Natal. Esse dinheiro extra que os trabalhadores vão receber pode ajudá-los tanto no pagamento de dívidas, o que permite a eles regularizar sua situação de crédito, quanto investirem na aquisição de produtos”, explica Koch. “Isso, sem dúvida, traz um alento para o comércio”, continua.

De acordo com estimativa do Dieese, o 13º salário deve injetar cerca de R$ 16 bilhões na economia gaúcha neste final de ano. Quase 6 milhões de pessoas receberão o benefício, criado há 60 anos. No País, o rendimento adicional vai movimentar R$ 249,8 bilhões na economia e beneficiar 85,5 milhões de brasileiros. Importante lembrar que os aposentados e pensionistas do INSS não estão inclusos nestes indicadores por já terem recebido o salário extra na metade deste ano. E os servidores estaduais gaúchos já receberam a primeira parcela em outubro e receberão a segunda agora em novembro.
O 13º salário é pago em duas parcelas, sendo a primeira até 30 de novembro e a segunda até 20 de dezembro. Os descontos de Imposto de Renda e de INSS ocorrem na segunda parcela, que, portanto, vem com valor menor.

Para o presidente da FCDL-RS mais dinheiro na praça representa mercado aquecido e movimento maior para o comércio, o que amplia as chances de um expressivo crescimento das vendas. Apesar de muitas pessoas que recebem o 13º salário usarem parte do dinheiro para quitar dívidas, o que é importantíssimo na medida em que ajuda a regularizar a situação de crédito do consumidor, há uma parcela significativa dos recursos que se destinam ao consumo.

Para Koch, o 13º salário é essencial para estimular o lucro. “Como ajuda a girar a economia neste período, o 13º salário se tornou fundamental para incrementar as vendas do comércio. Então, mais uma vez os colegas lojistas precisam estar preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas”, conclui o dirigente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2022 0 Comentários 531 Visualizações
Business

FCDL-RS aponta que feriados em dias úteis devem prejudicar o comércio em 2023

Por Amanda Krohn 16/11/2022
Por Amanda Krohn

A incidência de muitos feriados em dias úteis no ano de 2023 deve interferir, negativamente, no desempenho do comércio no Brasil e no Rio Grande do Sul. No caso da atividade comercial gaúcha, cada dia parado representa uma perda de quase R$ 185 milhões. O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, explica que a interrupção da produção e atividade comercial causam prejuízos ao comércio e à indústria.

Conforme o dirigente, o impacto pode chegar a cerca de R$ 2 bilhões. “O próximo ano, no Rio Grande do Sul, terá 11 feriados em dias úteis, sendo 8 nacionais, um estadual (20 de setembro) e dois municipais (em cidades que celebram o Dia de Nossa Senhora dos Navegantes e de Corpus Christi)”, alerta Koch. “Portanto, o impacto na atividade comercial gaúcha pode chegar a cerca de R$ 2 bilhões”, acrescenta. Vitor Koch lembra que a Federação defende a alteração da disposição dos feriados nacionais, colocando-os apenas nas segundas-feiras, com exceção do Natal e ano novo. O presidente da FCDL-RS ressalta que esta ideia já foi colocada em prática na década de 80 do século passado e obteve bons resultados.

“Feriados na terça, quarta, quinta-feira, entendemos que são prejudiciais tanto para o comércio quanto para a indústria. Acabam tento um efeito desmobilizante ao setor produtivo por materializar os feriadões. E o faturamento perdido não se recupera no outro dia”, argumenta. “Além disso, embora uma grande quantidade de feriados em dias úteis pareça atraente para os trabalhadores, vale lembrar que as perdas financeiras das empresas prejudicam a sustentabilidade delas e podem acabar prejudicando os indicadores de empregabilidade”, continua.

O presidente da entidade diz, ainda, que a recuperação econômica e a melhoria da competitividade do país passa pela mobilização de todos os setores da sociedade. A diminuição do Custo Brasil, por exemplo, é uma condição fundamental para o Brasil ter melhores condições de competir com outros países que batalham, diariamente, por parcelas do comércio mundial. Para ele, racionalizar a ocorrência dos feriados pode ser uma maneira de aumentar o ganho de produtividade da nação e ajudar o país a galgar posições no ranking mundial de produtividade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/11/2022 0 Comentários 692 Visualizações
Business

FCDL-RS apoia proposta de aumento do teto do Simples Nacional para MEI de micro e pequenas empresas

Por Amanda Krohn 08/11/2022
Por Amanda Krohn

A Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) está mobilizada junto a parlamentares gaúchos para que seja aprovado o parecer final do PLP 108/2021, que trata do aumento do teto do MEI das micro e pequenas empresas do Simples Nacional. O tema será colocado em pauta na Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 8. A iniciativa é da FCS — Frente Parlamentar de Comércio, Serviços e Empreendedorismo, que está empenhada em aprovar o texto do relator do projeto, o deputado Darci de Matos (PSD-SC).

O projeto propõe o aumento do limite do teto de faturamento anual de R$ 81 mil para R$ 144,9 mil para os microempreendedores individuais com até dois empregados, de R$ 360 mil para R$ 869 mil para as microempresas, e de R$ 4,8 milhões para R$ 8,6 milhões para as empresas de pequeno porte. O presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner afirma que a iniciativa se faz essencial para o setor. “Para nós, lojistas, é vital que isso aconteça uma vez que o teto da empresa Simples está defasado há muito tempo e precisamos mudar essa realidade”, defende.

Para nós, lojistas, é vital que isso aconteça uma vez que o teto da empresa Simples está defasado há muito tempo e precisamos mudar essa realidade

A Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul apoia a iniciativa de forma conjunta com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Para o presidente da entidade nacional, José César da Costa, essa é uma demanda que beneficia não só milhares de empresas, mas o país como um todo. “Hoje, a CNDL não tem dúvidas que lutar por uma tabela mais justa é, acima de tudo, uma ação estratégica de desenvolvimento econômico e social do Brasil”, opina.

O presidente da CNDL lembra que o teto do Simples não é reajustado desde 2006 e que o cenário econômico exige uma correção na tabela. “Depois de uma série de crises, os custos para o empresário aumentaram e o dinheiro foi corroído por uma inflação que alcançou os dois dígitos”, diz. “Hoje, os valores estipulados na tabela do Simples estão bem abaixo da realidade e a correção é fundamental para fomentar o crescimento das micro e pequenas empresas e a geração de empregos formais”, diz. A reunião com os empresários, entidades e parlamentares vai acontecer às 17h no Plenário 2 da Câmara dos Deputados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/11/2022 0 Comentários 459 Visualizações
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