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fauna

Cidades

Brigada Militar resgata dois filhotes de jaguatirica no interior de Seberi

Por Jonathan da Silva 13/04/2026
Por Jonathan da Silva

A Brigada Militar de Seberi resgatou dois filhotes de jaguatirica (Leopardus pardalis) neste sábado (11), após um agricultor encontrar os animais em uma vala aberta nas proximidades de sua lavoura, no interior do município. Os filhotes apresentavam sinais de debilidade física e vocalizavam intensamente. A espécie é classificada como vulnerável no Rio Grande do Sul.

Segundo o relato do agricultor, ele optou por deixar os filhotes no local por cerca de dois dias, na expectativa de que a mãe retornasse para recolhê-los — comportamento comum em felídeos silvestres. Como a fêmea não voltou, o resgate foi acionado. Os policiais militares realizaram o recolhimento dos animais, que foram encaminhados a um Centro de Reabilitação de Fauna Silvestre para posterior reinserção em seu habitat natural.

O que é a jaguatirica

A jaguatirica é um felídeo de médio porte, de hábitos predominantemente noturnos e solitários, fortemente associado a áreas com elevada cobertura vegetal. Conforme registros científicos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o estado representa o limite sul da distribuição geográfica da espécie, com ocorrência concentrada sobretudo no bioma Mata Atlântica, na porção norte do estado.

Ainda de acordo com a UFRGS e a lista oficial de fauna ameaçada do Rio Grande do Sul, a jaguatirica é classificada como espécie vulnerável em nível estadual, em razão da perda e fragmentação de habitats, atropelamentos e conflitos com atividades humanas.

Foto: Policiais Militares do 3º BPAmb BM/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Cidades

Sete aves mantidas em cativeiro são apreendidas no bairro Canudos

Por Jonathan da Silva 03/03/2026
Por Jonathan da Silva

Sete aves silvestres foram apreendidas no bairro Canudos, em Novo Hamburgo, nesta segunda-feira (2), pela Diretoria de Proteção Ambiental (DPA), vinculada à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU) do município. A apreensão ocorreu em uma residência na Rua Ademar Ogênio Grin após denúncia anônima sobre manutenção irregular de animais em cativeiro.

Durante a operação, as equipes recolheram três canários-da-terra (Sicalis flaveola), três trinca-ferros (Saltator similis) e um papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva). Os animais foram encaminhados ao Parcão, onde passaram por avaliação inicial para posterior soltura.

Espécies apreendidas

De acordo com o biólogo Carlos Normann, o trinca-ferro é uma das aves silvestres mais conhecidas do país e valorizada pelo canto. “O canário-da-terra também é apreciado pela vocalização característica, embora criadores apontem diferenças no canto entre exemplares de diferentes regiões do Brasil. Ambas as espécies são frequentemente encontradas em situações de cativeiro irregular”, afirmou Normann.

O papagaio-verdadeiro, espécie nativa brasileira conhecida pela capacidade de imitar sons e pela longevidade, também foi localizado no imóvel. Conforme avaliação preliminar, o animal tem aproximadamente 20 anos de idade. A espécie pode viver entre 70 e 80 anos.

Próximos passos

Como nenhuma das aves consta nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção, será aplicada multa administrativa de R$ 500 por exemplar mantido irregularmente, totalizando R$ 3,5 mil, conforme a legislação ambiental vigente.

O papagaio será encaminhado ao Ibama, onde passará por processo de readaptação antes de eventual retorno à natureza. “Ele pode estar a vida inteira em cativeiro. Por isso, todo o cuidado para fazer a soltura”, destacou o biólogo Carlos Normann. Os demais pássaros deverão ser devolvidos ao habitat natural nos próximos dias, após avaliação técnica das condições de soltura.

Denúncias

A DPA disponibiliza o telefone (51) 3097-1990 para resgate de animais silvestres em horário comercial. O plantão funciona de quinta-feira a domingo, sendo na quinta e sexta-feira das 19h às 23h, e aos sábados e domingos das 12h às 23h, pelo número (51) 99645-7266, exclusivo para ligações.

Foto: Weslei Fillmann/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2026 0 Comentários 133 Visualizações
Cidades

Campo Bom instala passarelas aéreas para bugios

Por Jonathan da Silva 12/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom instalou, no início desta semana, duas passarelas aéreas no bairro Quatro Colônias Norte para reduzir acidentes com bugios-ruivos (Alouatta guariba) na rede elétrica, após aumento de ocorrências com mortes de primatas na região, situação que preocupa moradores e ambientalistas. A medida foi executada pela Secretaria Municipal de Obras, por solicitação da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, com o objetivo de criar rotas seguras de travessia e diminuir o risco de contato dos animais com a fiação.

As estruturas foram colocadas em pontos que concentram maior número de registros de acidentes. De acordo com a administração municipal, as passarelas buscam oferecer alternativas de deslocamento aos primatas entre fragmentos de mata, reduzindo a exposição às redes de média e alta tensão que cruzam áreas utilizadas como corredores naturais.

Registros de mortes

Entre 2018 e 2025, houve crescimento nos registros de óbitos de bugios-ruivos, especialmente de fêmeas, tendo a eletrocussão como principal causa. Somente em 2025, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente recebeu cinco relatos de bugios eletrocutados. O problema é apontado como recorrente em áreas rurais, onde a rede elétrica atravessa trechos de vegetação.

Período reprodutivo

As ocorrências tendem a aumentar durante o período reprodutivo da espécie. Nessa fase, as fêmeas ampliam as áreas de deslocamento em busca de alimentos como flores e frutos, o que eleva o risco de contato com a fiação elétrica. Há registros de casos em que fêmeas morreram carregando filhotes, que também sofreram ferimentos ou não resistiram à descarga.

Casos de resgate

Entre 2018 e 2025, foram contabilizados três resgates de filhotes de bugios-ruivos em situações relacionadas à eletrocussão. “Uma fêmea de bugio-ruivo morreu após sofrer uma descarga elétrica, enquanto seu filhote, encontrado junto da mãe morta, sobreviveu mas precisou de cuidados especializados”, relatou a secretária municipal do Meio Ambiente de Campo Bom, Ana Luiza Orsi.

Justificativa da medida

O secretário municipal de Obras e Planejamento campo-bonense, Pedro Paulo Gomes, afirmou que a falta de isolamento adequado nas redes elétricas representa risco à fauna silvestre e resulta em mortes de animais. Segundo ele, a administração municipal optou pela instalação das passarelas como forma de reduzir os impactos sobre a espécie.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/02/2026 0 Comentários 163 Visualizações
Cidades

Prefeitura de Novo Hamburgo resgata falcão-peregrino no bairro Ideal

Por Jonathan da Silva 13/01/2026
Por Jonathan da Silva

Um falcão-peregrino foi resgatado neste domingo (11), no bairro Ideal, em Novo Hamburgo, durante o plantão da Diretoria de Proteção Ambiental do município. O resgate ocorreu após uma solicitação de atendimento, já que o animal apresentava ferimento por tiro de arma de fogo na asa direita, o que o impediu de voar e motivou o encaminhamento para cuidados especializados. A ave foi recolhida pela equipe da Prefeitura e levado para a sede da Diretoria de Proteção Ambiental, no Parcão, de onde será transferido ainda nesta semana para uma clínica de reabilitação de animais silvestres em Porto Alegre.

O falcão-peregrino é uma ave migratória presente em praticamente todo o planeta, com exceção da Antártica. De acordo com o biólogo da Diretoria de Proteção Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Carlos Normann, a espécie se desloca entre hemisférios durante o ano. “A espécie se reproduz no hemisfério norte e, durante o período de inverno rigoroso dessas regiões, migra para áreas mais quentes, como o Brasil, onde passa o verão. Essas migrações podem alcançar cerca de 11 mil quilômetros de distância entre um hemisfério e outro”, afirmou Normann.

Características do animal

Segundo o biólogo da Diretoria de Proteção Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, a alimentação do falcão-peregrino é baseada principalmente em outras aves. “A alimentação do falcão-peregrino é baseada principalmente em outras aves, especialmente pombos, que são abatidos em pleno voo por meio de mergulhos em alta velocidade”, destacou Normann. O especialista também ressaltou que a espécie captura caturritas, aves aquáticas, morcegos e outros animais voadores. No Brasil, o falcão-peregrino não se reproduz, sendo que os exemplares que aparecem no país geralmente vêm de regiões como o Canadá ou o norte dos Estados Unidos.

O falcão-peregrino já esteve ameaçado de extinção em razão do uso do pesticida DDT, que afetava a reprodução da espécie. Com a proibição e a moratória do produto, a população conseguiu se recuperar, conforme informado pela Diretoria de Proteção Ambiental.

Importância do falcão-peregrino

De acordo com o biólogo da Diretoria de Proteção Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Carlos Normann, o falcão-peregrino é utilizado na falcoaria e atua no controle de aves em aeroportos, evitando colisões entre pássaros e aeronaves. Ele também destacou que, em ambientes urbanos, a espécie caça pombos e outras aves, contribuindo para o controle dessas populações. O falcão-peregrino não representa ameaça aos seres humanos.

Contatos

O serviço da Diretoria de Proteção Ambiental para resgate de animais silvestres pode ser acionado pelo telefone (51) 3097-1990 em horário comercial. O telefone de plantão funciona de quinta a domingo, sendo que na quinta e sexta-feira o atendimento ocorre das 19h às 23h, e aos sábados e domingos, das 12h às 23h, pelo número (51) 99645-7266, apenas para ligações.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2026 0 Comentários 219 Visualizações
Cidades

Capivaras são reconduzidas à área de preservação em Canela

Por Jonathan da Silva 09/01/2026
Por Jonathan da Silva

Duas capivaras, uma fêmea e um macho, foram localizadas na manhã desta quinta-feira (8) na Rua Dona Carlinda, em frente à Prefeitura, no Centro de Canela. Os animais foram reconduzidos ao seu habitat natural por equipes da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, com apoio de outros órgãos. A ação ocorreu após os bichos serem encontrados circulando pela área urbana, o que motivou o acionamento das equipes para garantir a segurança dos próprios animais e das pessoas que transitavam pelo local.

Ao identificar as capivaras no Centro de Canela, técnicos da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo atuaram com o apoio da Secretaria de Trânsito, Transportes e Fiscalização, da Patram da Brigada Militar e do Corpo de Bombeiros para realizar o manejo. Os animais foram levados de volta à Área de Preservação Permanente situada no bairro Suzana, considerada o habitat natural da espécie no município.

Procedimentos adotados na captura

Para a contenção, os técnicos do Meio Ambiente Alékos e Thais Mumbach, com o apoio do secretário de Trânsito, Ariel Buss, utilizaram uma rede no local da captura para evitar que as capivaras fugissem para a pista de circulação de veículos. Também foi colocada uma venda nos olhos dos animais, com o objetivo de reduzir o estresse causado pela movimentação de pessoas no entorno. A equipe manteve o controle até a chegada do transporte da Patram e do Corpo de Bombeiros, que contou com o auxílio do tenente Ritter para conduzir os animais de volta à área de preservação.

Apuração sobre o deslocamento

O biólogo da Secretaria de Meio Ambiente, Alékos Elefthérios Dinas de Siqueira, informou que será feita uma investigação para identificar o motivo do deslocamento dos animais para a área central do município. “Acreditamos que elas saíram de lá em função da chuva”, comentou Siqueira.

Características das capivaras

As capivaras são mamíferos roedores e a espécie é considerada o maior roedor do mundo. Elas possuem hábitos semi-aquáticos e são encontradas em áreas úmidas, como a Área de Preservação Permanente do bairro Suzana. A alimentação é composta principalmente por gramíneas, plantas ciliares e plantas aquáticas.

Orientação à população

Apesar de apresentarem um temperamento calmo e estarem adaptadas à coexistência com o meio urbano, a orientação é que as pessoas evitem se aproximar das capivaras para prevenir acidentes provocados pelo instinto dos animais.

Foto: Adriana Rabassa/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2026 0 Comentários 178 Visualizações
Cidades

Gramado instala novas placas para proteger fauna silvestre

Por Jonathan da Silva 11/11/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado instalou 16 novas placas de sinalização em áreas de risco para atropelamentos de animais silvestres. A ação, realizada na semana passada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) com apoio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos, tem o objetivo de alertar motoristas sobre a presença e a travessia de espécies da fauna local em pontos estratégicos do município serrano.

As sinalizações foram posicionadas com base em dados de monitoramento contínuo realizado pela SMMA, que identificou locais com maior incidência de circulação de animais como quatis, tatus e graxains. O mapeamento busca orientar medidas que auxiliem na preservação da biodiversidade e na conscientização da população sobre a importância da convivência harmoniosa com a fauna silvestre.

Educação ambiental e segurança viária

De acordo com a secretária interina do Meio Ambiente de Gramado, Karen Núbia, a iniciativa tem caráter educativo e preventivo. “A ação se caracteriza como uma importante medida mitigatória e de educação ambiental para reduzir o risco de atropelamentos da fauna silvestre, os quais ameaçam a biodiversidade local”, afirmou Karen.

A Prefeitura reforça o pedido para que os motoristas redobrem a atenção ao trafegar pelas áreas sinalizadas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2025 0 Comentários 218 Visualizações
Cidades

Brigada Militar e Ibama combatem pesca ilegal no litoral gaúcho

Por Jonathan da Silva 29/10/2025
Por Jonathan da Silva

A Brigada Militar, em parceria com o Ibama, está realizando a Operação Makaira, voltada à fiscalização e combate à pesca ilegal de espinhel pelágico no litoral gaúcho, desde o dia 23 de outubro . A ação busca coibir irregularidades em uma modalidade que exige controle rigoroso, por envolver espécies como atuns, espadarte e tubarões, e garantir o cumprimento das medidas de mitigação determinadas por acordos internacionais de proteção à fauna marinha.

Durante as abordagens, uma embarcação que realizava cruzeiro de pesca entre 6 e 25 de outubro foi autuada por pescar por mais de 18 horas em horário diurno, o que é proibido nesse tipo de atividade. Nesse período, a pesca deve ocorrer exclusivamente à noite, a fim de proteger aves marinhas. Também foi constatada fraude no Mapa de Bordo, documento usado para registrar as operações e monitorar a pesca, configurando tentativa de ocultar práticas ilegais.

Apreensões e destino do pescado

Ao todo, foram apreendidas 14 toneladas de pescado, das quais 88% correspondem a tubarão-azul. Mais de oito toneladas do material foram destinadas ao Programa SESC Mesa Brasil, que repassa alimentos a entidades beneficentes e contribui para o combate à insegurança alimentar. Dois mestres de pesca foram presos em flagrante pelos crimes de pesca proibida e falsidade ideológica, sendo encaminhados à Polícia Federal para os devidos procedimentos legais.

Proteção da fauna marinha

A operação também fiscaliza o cumprimento das medidas previstas pelo Acordo Internacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis (Acap), do qual o Brasil é signatário. As exigências incluem o controle do horário de lançamento dos espinhéis, o regime de lastro e o uso da toriline, uma linha espanta-pássaros que evita o aprisionamento acidental de aves durante a pesca.

Foto: 3ª Cipam/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2025 0 Comentários 207 Visualizações
Cidades

Doado a Canela, Parque do Palácio preserva história dos Campos de Cima da Serra

Por Jonathan da Silva 15/10/2025
Por Jonathan da Silva

Após mediação da Prefeitura de Canela junto ao Governo do Estado, a Assembleia Legislativa aprovou, há cerca de um mês, a doação do terreno onde está localizado o Parque do Palácio ao município. Com nove hectares, o espaço é considerado o último remanescente urbano significativo dos Campos de Cima da Serra e da Mata de Araucárias, abrigando fauna silvestre e vegetação de regeneração lenta — ecossistemas cada vez mais raros nas áreas urbanas.

O parque ocupa parte de um terreno estadual de 23 hectares que inclui também o Palácio das Hortênsias, casa de veraneio do governador. A área foi cedida a Canela em 1999, após reivindicação da comunidade e intermediação do então secretário estadual de Turismo, Milton Zuanazzi, para se transformar em um parque urbano destinado ao lazer e à prática de atividades físicas.

Valor ecológico

Com o passar dos anos, ambientalistas passaram a reconhecer o valor ecológico do local. “É o único parque linear urbano que existe em Canela e possui uma função biológica importantíssima de ser um reservatório e captar água da chuva, com potencial de impedir alagamentos como os que vimos no Rio Grande do Sul em 2024. Ter esse remanescente, um dos últimos núcleos dos Campos de Cima da Serra em zona urbana, é ter uma joia”, destacou o biólogo e secretário-adjunto de Meio Ambiente, Esthalin Moreira.

O secretário de Meio Ambiente e biólogo, Carlos Frozi, compara o espaço ao Parque da Redenção, em Porto Alegre. “Temos um centro urbano pulsante e um refúgio ainda ecologicamente equilibrado no centro da cidade. Poucas cidades têm essa possibilidade, e Canela é privilegiada”, pontuou Frozi.

Fauna diversa

O Parque do Palácio também abriga uma rica fauna, incluindo espécies ameaçadas de extinção, como o papagaio-charão, a gralha-azul, o papagaio-de-peito-roxo e o grimpeiro. Há ainda registros de puma, além de diversas aves migratórias que utilizam a área como corredor natural. “Temos espécies que ficam pelos capinzais, como o coleiro, e outras que habitam as partes mais altas, como o tucano-de-bico-verde e o grimpeiro, associado à copa das Araucárias”, explicou Frozi.

O projeto de revitalização

O projeto de revitalização do Parque prevê trilhas, ciclovia, bicicletário, mirantes e áreas de lazer e esportes, além de melhorias na iluminação e segurança. O plano também contempla o uso do espaço como ambiente de educação ambiental. “Imagine uma aula de biologia em meio ao Parque, tendo à disposição dois ecossistemas e uma imensidão de plantas e animais. Seria um grande incentivo para o cuidado com o meio ambiente”, observou Esthalin Moreira.

A proposta é que o programa Ecocidadania, da Prefeitura de Canela, promova atividades educativas e visitas escolares no local, estimulando a preservação ambiental e a valorização desse patrimônio natural dentro da área urbana do município.

Foto: Izaque Santos/Prefeitura de Canela/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2025 0 Comentários 227 Visualizações
Cidades

Tucano é resgatado em Lomba Grande

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

Um tucano-de-bico-verde foi resgatado pela Direção de Proteção Ambiental (DPA) da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMADU) de Novo Hamburgo na manhã desta sexta-feira (22), no bairro Lomba Grande. A ave adulta foi encontrada caída no chão por um morador da Estrada dos Winter, na localidade de Morro dos Bois, que acionou a Prefeitura.

De acordo com o biólogo da DPA, Carlos Normann, o tucano apresentava boas condições de saúde e provavelmente colidiu contra algum objeto antes de ser localizado. O animal será encaminhado para avaliação veterinária, receberá tratamento e, posteriormente, será devolvido à natureza. “Ele é o tucano mais comum aqui no estado e aparece com frequência. É um animal onívoro, ou seja, ele come frutas e pequenos répteis e insetos”, explicou Normann.

Importância ecológica

Segundo o biólogo, a espécie desempenha um papel essencial no equilíbrio ambiental. “É um animal importante porque é um espalhador de sementes e também limita a população de certas aves que, pela falta de um predador mais agressivo (como gaviões e falcões), pode ter crescimento maior. Então, pelo fato dele ser um animal que ataca ninhos, o pessoal pensa que é ‘malvado’, mas o tucano faz o papel dele na natureza”, destacou Normann.

Orientação à comunidade

O biólogo reforçou que aves silvestres não são animais de estimação e orientou a população a acionar os órgãos ambientais sempre que encontrar exemplares fora de seu habitat. Em Novo Hamburgo, o serviço pode ser contatado pelo telefone (51) 3097-1990 em horário comercial. Para emergências, há o plantão disponível de quinta a domingo: nas quintas e sextas-feiras, das 19h às 23h, e aos sábados e domingos, das 12h às 23h, pelo número (51) 99645-7266, somente para ligações.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 313 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo resgata 150 animais silvestres em um ano

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

Cerca de 150 animais silvestres foram resgatados em Novo Hamburgo nos últimos 12 meses, segundo a Diretoria de Proteção Animal (DPA) da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SMMADU). Os atendimentos envolveram situações de confinamento ilegal, abandono ou entrada dos animais em áreas urbanas. Somente em 2025, já foram mais de 60 ocorrências.

De acordo com o biólogo da DPA, Carlos Normann, os animais resgatados são encontrados em diferentes circunstâncias. “Alguns caem de ninhos, são deixados pelos pais, atropelados ou colidem com edificações, como gaviões e falcões”, explica Normann. Os casos mais frequentes envolvem aves, tartarugas e gambás.

A DPA aponta que, com a expansão urbana, aumentam os episódios de fauna silvestre acessando terrenos e residências. Desta forma, tem sido cada vez mais comum a construção de ninhos de pássaros em prédios e postes, a presença de gambás em forros e lixeiras, e o aparecimento de ouriços, corujas, falcões e capivaras nas proximidades das casas.

Cuidados e orientações

O biólogo alerta para os riscos ao tentar lidar com os animais por conta própria. “É importante lembrar que os animais não estão habituados à convivência com humanos, podendo reagir de maneira inesperada”, afirma Normann. Quando for possível fazer a captura sem causar ferimentos, a orientação é encaminhar o animal à sede da DPA, localizada no Parcão. Caso contrário, a recomendação é acionar a equipe de Proteção Ambiental.

Normann ainda orienta que o transporte dos animais, principalmente filhotes de aves, deve ser feito de forma segura, protegida e aquecida. Em casos de lesões, os animais são tratados e depois reintegrados ao ambiente natural.

Denúncias de cativeiro ilegal

A DPA também atende denúncias de fauna silvestre mantida ilegalmente. Durante os dias úteis, os relatos podem ser feitos pelo telefone (51) 3097-1990. De quinta a domingo, à noite e nos fins de semana, o contato deve ser pelo número (51) 99645-7266.

Segundo a legislação, a multa para quem mantém um animal silvestre em cativeiro é de R$ 500 por exemplar, valor que pode ser multiplicado por dez em caso de espécies ameaçadas de extinção, como o papagaio-charão, conforme a Lei 9.605/1998 e o Decreto Federal 6.514/2008. Agentes municipais são enviados ao local denunciado, notificam os responsáveis e recolhem os animais.

Foto: DPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 280 Visualizações
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