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exposição

Cultura

Cultura senegalesa em destaque na Galeria Mario Quintana

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Desde ontem, segunda-feira, a Galeria Mario Quintana, espaço cultural localizado na Estação Mercado da Trensurb, recebe a exposição Magal de Touba, do fotógrafo Leonardo Savaris.

O Magal de Touba é uma festa religiosa típica do Senegal que homenageia o líder islâmico Cheik Ahmadou Bamba e é celebrada simultaneamente em diversas partes do mundo, nos locais para onde senegaleses emigraram.

Savaris fez registros da festa em Porto Alegre, que recebeu centenas de imigrantes senegaleses. O evento é marcado por confraternizações, orações e cânticos, e também tem por objetivo ampliar os laços entre os imigrantes do Senegal e os brasileiros, assim como divulgar sua cultura no local.

Esse é o caminho que se busca traçar com a realização da exposição, promovida pela Trensurb em parceria com o Sesc-RS com o objetivo de divulgar o trabalho fotográfico e também a cultura senegalesa inserida no contexto de Porto Alegre.

A cidade se atravessa e cria atritos entre as vivências individuais e coletivas; os diversos modos de pensar, criar, consumir, viver, coexistir. Pensando a partir do mosaico que é a cidade, o Sesc Centro criou uma programação que transversa linguagens e propõe diálogos entre as singularidades que partilham o mesmo espaço: Porto Alegre. E essa exposição vai ao encontro desse pensamento. Magal de Touba permanece na Galeria Mario Quintana até 31 de maio.

Serviço

O quê: exposição fotográfica Magal de Touba, de Leonardo Savaris;
Quando: de 11 de março a 31 de maio, todos os dias, das 5h às 23h20;
Onde: Galeria Mario Quintana, localizada no túnel de acesso às plataformas da Estação Mercado da Trensurb;
Quanto: R$ 3,30 (tarifa unitária do metrô); a partir de 13 de março, R$ 4,20;

Foto: Leonardo Savaris/ Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2019 0 Comentários 596 Visualizações
CulturaVariedades

Projeto Arte para Todos Delphus recebe Sérgio Barcellos

Por Gabrielle Pacheco 09/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após enorme sucesso das edições 2018, a Delphus Galeria promove a primeira edição de 2019 do projeto Arte para Todos Delphus, com o artista Sérgio Barcellos. Barcellos é o quarto nome a ter mostra individual e promover live paintings no local, com entrada franca. A iniciativa pretende aproximar o público do ambiente da galeria e dos artistas.

“Esta é uma oportunidade para todos os interessados em acompanhar o processo de criação do artista”, afirma a diretora da galeria, Salete Salvador. “Entender como funciona o trabalho artístico, poder assistir o preparo de uma tela, é uma oportunidade que poucas pessoas têm e é uma maneira de entender mais sobre arte”, conta.

Com curadoria da italiana Rita Raimondi, a mostra contará com telas pintadas sobre lona em tinta acrílica e técnica de oxidação que utiliza ferro, cobre ou bronze em pó ou pastas metálicas produzidas pelo próprio artista, que ele intitula como “Oxidação Pigmentada”. A paleta de cores de tinta acrílica é alcançada através de misturas de cores primárias, intimamente conectadas com o estado de espírito e identidade do artista, que também produz stains naturais a base de chás, cafés e outros pigmentos.

“Oxidação pigmentada é o termo que Sérgio Barcellos cria e define a sua arte, pois usualmente acrescenta pigmentos na oxidação, compondo uma harmoniosa e intencional simbiose – ora sobrepostos, ora justapostos e até mesmo distante um do outro”, revela Rita.

Designer gráfico e signmaker, Bacharel em Design na PUC-RJ, Sérgio Barcellos mostrou interesse no mundo da arte aos doze anos de idade, quando iniciou os estudos de técnicas de pintura à óleo, pintando telas figurativas e paisagens em Brasília. Na faculdade estudou várias técnicas de desenho, observando-se maior aptidão nas técnicas de carvão e nanquim.

Todas as peças do artista disponíveis na galeria estarão com valores e condições especiais: “acreditamos que facilitando as condições de compra também estamos construindo uma ponte de acessibilidade à arte”, declara Salete. Para as compras à vista, as obras estarão com 10% de desconto e também poderão ser parceladas em até 10 vezes sem juros.

Serviço

O quê: Live Painting
Quando: sábado, 16/03, das 11h às 15h
Onde: Delphus Galeria – Av. Cristóvão Colombo, 1093, Porto Alegre.

Sobre a Delphus Galeria

A Delphus Galeria, espaço especializado em molduras e obras de arte, foi lançada em 1974, na cidade de Porto Alegre, tendo, desde o princípio, seu diferencial no atendimento atencioso e especializado.
Desde abril de 2017, Salete Salvador, atuante em galerias de arte há 20 anos, assume a nova direção e propõe-se a manter a qualidade dos produtos e serviços oferecidos e conhecidos nesses 45 anos de mercado, inovando com diferentes matérias-primas, processos de emoldurações e, principalmente, trazendo novos artistas, acompanhando as tendências do mercado.

A galeria oferece obras de mais de 100 artistas plásticos de diversas localidades do Brasil, nos estilos clássico, moderno e contemporâneo. Na Delphus é possível encontrar pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e reproduções (nacionais e importadas), com uma variedade de estilos e tamanhos que atende às mais diferentes necessidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/03/2019 0 Comentários 733 Visualizações
CidadesCultura

Exposição inédita de Pablo Picasso chega à Uruguai

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

No dia 29 de março estreia no Uruguai uma das maiores exposições de obras do gênio da arte moderna provenientes dos Museus Picasso de Paris e Barcelona. Os uruguaios e visitantes poderão conferir mais de 40 peças inéditas expostas no “Museo Nacional de Artes Visuales”, em Montevidéu. A última vez em que o museu recebeu uma exposição do artista foi em 1973, quando chegou à capital a sua mostra de gravuras.

A megaexposição chega ao país no âmbito do programa Picasso para o mundo, no qual o Uruguai é o único país latino-americano a receber as pinturas e esculturas de Pablo, que retornarão à França no início de julho.

A iniciativa, que partiu de Laurent Le Bon – presidente do “Musée National Picasso” sob a curadoria de Emannuel Guigon – diretor do Museu Picasso de Barcelona e patrocínio da embaixada da França no país, apresentará 42 obras de diversos períodos da carreira do gênio, sendo 26 pinturas, sete esculturas, quatro cerâmicas, três desenhos, uma aquarela, uma gravura e três fotografias.

Dentre os trabalhos destacam-se:
• Buste (étde pour Les demoiselles d´Avignon) primavera 1907;
• Bouteille d´anis del Mono et compotier avec grappe de raisin, otoño de 1915;
• Le Baiser, verano 1925;
• Téte de femme 1931-1932;
• Téte de femme 1931-1932;
• Buste de femme au chapeau, 9 de junio de 1941;
• Céramique chouette 30 de diciembre de 1949;
• Las Meninas (maría Agustina Sarmiento), Cannes, 9 de octubre de 1957;
• Musicien.

“O Uruguai ressoa na obra de Pablo Picasso através da figura de Joaquín Torres García, pintor uruguaio radicado em Barcelona desde 1882 e que frequentava os mesmos lugares e os mesmos círculos artísticos de Picasso”, explica Laurent Le Bon. Picasso, no Uruguai, será de grande atração para toda a região.

Serviço

O quê: exposição inédita de Pablo Picasso no Uruguai;
Quando: de 29/3 a 30/6, de terça a domingo, das 10h às 20h;
Onde: Tomás Giribaldi 2283, Parque Rodó, Montevidéu
Quanto: $U 250.

Mais informações no link: http://mnav.gub.uy/cms.php

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2019 0 Comentários 839 Visualizações
Cultura

Exposição celebra pioneiros do design de calçados de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 25/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Três dos principais designers de calçados de Novo Hamburgo são celebrados na exposição Legados e memórias: Museu Nacional do Calçado, que comemora os 20 anos de fundação da instituição e os 50 anos da Universidade Feevale.

A mostra, que tem curadoria de Ida Helena Thön, inaugura com um coquetel para convidados na noite de 27 de fevereiro. No dia seguinte, a mostra abre para o público, apresentando peças que dimensionam o trabalho de Ruy Chaves, José Maria Carrasco Menna e Carlos Gilberto Simon.

O Museu Nacional do Calçado (MNC) conserva a memória da atividade coureiro-calçadista do país. Ida, que coordena o museu, explica que a mostra foi concebida para evidenciar por meio de calçados, fotografias e troféus a importância que o trio de criadores tem na história do setor coureiro-calçadista do Vale do Sinos. Ao mesmo tempo, o pioneirismo deles é associado ao da Feevale, que há meio século impactou os processos educacionais da região.

Na década de 1960, Chaves, Simon e Carrasco estabeleceram um novo patamar de qualidade e refinamento. “Antes deles, só se produziam peças pretas e marrons, além de brancas para as noivas”, lembra Ida.

Chaves (1911-1998) foi o primeiro estilista de calçados de Novo Hamburgo. Estabeleceu parâmetros inéditos de criatividade a partir da fábrica batizada com o nome dele. Não produzia em larga escala, pois seu foco era mais refinado. Muito celebrado, primeiras-damas e artistas, como Hebe Camargo, escolhiam suas peças.

Carrasco (1924-2008), natural da Espanha, chegou ao Brasil com 28 anos e tornou-se um dos grandes nomes do design de calçados. Em 1954, passou a viver em Novo Hamburgo. Em 1958, desenvolveu o primeiro calçado de plástico injetado do mundo. Também idealizou a primeira esteira industrial para produção de calçados do Brasil.

Simon (1942), natural de São Leopoldo, era um estilista com experiência internacional e se tornou grande incentivador da fundação do museu, tanto que foi a primeira pessoa a doar peças para o acervo da instituição. Sua trajetória começou em 1967 na empresa Czarina, da qual foi sócio e estilista.

Serviço

O quê: exposição Legados e memórias: Museu Nacional do Calçado;
Quando: a partir de 28/02, de segunda a sexta-feira, das 9h15 às 12h e das 13h30 às 18h, e sábado, das 9h às 12h;
Onde: Universidade Feevale – Câmpus I (Av. Maurício Cardoso, 510 – bairro Hamburgo Velho, Novo Hamburgo)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2019 0 Comentários 703 Visualizações
Cultura

Exposição “Nada Explícito” recebe intervenção do projeto “Teia Implícita”

Por Gabrielle Pacheco 18/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A exposição “Nada Explícito”, de Ali do Espírito Santo, recebe na quinta-feira, 21, a intervenção da objetinstalação “Teia Implícita”. A curadora da mostra e idealizadora do projeto, Paola Zordan, irá enlaçar os pontos da teia e receber o público para uma conversa sobre o fazer artístico, criação de superfícies e seus desdobramentos pedagógicos.

Aberta ao público, a intervenção acontece das 16h às 18h, na Galeria Augusto Meyer, no 3° andar da Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre.

A exposição “Nada Explícito” reúne trabalhos de pesquisa atual em imagem de Ali do Espírito Santo. A mostra é composta por séries de fotografias realizadas entre os anos de 2013 e 2018. Através da imagem em suportes variados, o artista coloca em prática o que denomina de “exercício de futurologia encantada” e lança um olhar crítico sobre a relação com as imagens no mundo contemporâneo, a qual crê estar permeada pelo racionalismo e a funcionalidade.

Aberta até 10 de março, a exposição pode ser visitada de terça a sexta, das 09h às 18h; sábados, domingos e feriados das 12h às 18h.

Serviço

O quê: Intervenção Teia Implícita na mostra Nada Explícito.
Quando: 21 de fevereiro, quinta-feira, das 16h às 18h.
Onde: Instituto Estadual de Artes Visuais – 3° andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Galeria Augusto Meyer) – Porto Alegre.
Quanto: entrada franca e aberta ao público.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/02/2019 0 Comentários 505 Visualizações
Cultura

Professora Lurdi Blauth participa de exposição na França

Por Gabrielle Pacheco 30/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A professora e pesquisadora de Artes Visuais e do programa de pós-graduação em Processos e Manifestações Culturais da Universidade Feevale, Lurdi Blauth, participa da exposição La taille d’épargne – Métamorphose du vide, em La Celle Saint-Cloud, na França. A mostra pode ser visitada até o dia 17 de fevereiro, nos salões de exposição da prefeitura.

A exibição conta com 18 participantes da Graver Maintenant, associação de artistas que utilizam a gravura como suporte, mais quatro artistas convidados, entre eles Lurdi, que é doutora em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pela Art Plastique – Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne).

A mostra contém obras, instalações e livros de artista que revelam perspectivas contemporâneas sobre a relação entre o cheio e o vazio, seja na própria imagem ou em torno dela. A professora Lurdi, que atua na produção artística nas áreas da gravura, fotografia, arte digital e instalação, participa da exposição com o trabalho Transbordamentos II, que conta com 25 módulos de xilogravuras de 40×60 cm cada, os quais totalizam 200x300cm.

A curadoria da mostra é de Dominique Moindraut, Ana Sartori, Pascale Simonet e Jean Villeroux. Mais informações podem ser obtidas no site https://spip.gravermaintenant.com.

Foto: Lurdi Blauth | Fonte: Assessoria
30/01/2019 0 Comentários 771 Visualizações
Cultura

Exposição Desconstruções e Articulações é prorrogada até 10 de março

Por Gabrielle Pacheco 29/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quem ainda não teve a oportunidade de visitar a exposição Desconstruções e Articulações assinada por Marcos Amaro tem até o dia 10 de março para apreciar as 12 obras em exibição no espaço central do MARGS. Pela primeira vez em Porto Alegre, a mostra itinerante, que já percorreu os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, apresenta trabalhos de médio e grande porte produzidos a partir de resíduos aeronáuticos.

As obras remetem, muitas vezes, às suas memórias como forma de preservar a sua história. Filho do comandante Rolim Amaro, o artista adota como inspiração para esta série as carcaças de aviões. “A minha obra parte de uma profundidade existencial extensa e complexa. Tem a ver com esse processo de significados históricos que eu vivo, procurando o meu passado e a minha história. E atualizar essas potências para o momento presente. A minha expressão plástica é um reflexo disso”, explica Marcos Amaro.

“Os fragmentos incorporados e reordenados por ele trazem registros de seus significados anteriores como, por exemplo, um pedaço de tecido ou uma camisa, nos remetem aos personagens ocultos que as utilizou. Ou ainda, partes de uma porta de garagem, sugerem o passar do tempo (energias armazenadas) e vivências acumuladas. São, portanto, sinais de vida que ainda palpitam nos objetos descartados aparentemente sem nenhum valor. Ao incorporá-los à sua obra, o artista afere a eles um novo pulsar de vida e agrega expressiva e renovada força poética”, diz o curador Fábio Magalhães, que tem na sua trajetória os cargos de curador-chefe do MASP, diretor da Pinacoteca do Estado São Paulo, presidente da Fundação Memorial da América Latina e ex-secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Cultura de SP, entre outras atividades.

O artista

Marcos Amaro (1984) é artista plástico brasileiro representado pela Luis Maluf Art Gallery (São Paulo). Estudou filosofia – base intelectual fundamental no processo de pesquisa que antecede a produção artística. Desenvolve suas obras, predominantemente, com objetos aeronáuticos de grande e média proporção. A matéria em estado bruto, a descontextualização, o precário e a desconstrução são as características do seu pensamento poético. É o Presidente da Fundação Marcos Amaro, que abriga sua coleção particular em uma antiga fábrica têxtil em Itu (SP), acessibilizando-o ao público. É membro do Conselho do Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (Mube), Instituto de Arte Contemporânea (IAC) e do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS).

Serviço

O quê: Exposição MARCOS AMARO – DESCONSTRUÇÕES E ARTICULAÇÕES
Quando: Até o dia 10 de março de 2019
Onde: Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Praça da Alfândega, s/n – Centro Histórico, 32272311 – Porto Alegre)
Quanto: Gratuito

*O Museu não possui estacionamento

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2019 0 Comentários 495 Visualizações
Cultura

Museu Julio de Castilhos completa 116 anos com recital de piano e visita noturna

Por Gabrielle Pacheco 24/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

No dia 30 de janeiro, o Museu Julio de Castilhos, o mais antigo do Estado, completa 116 anos. Para celebrar a data, será realizada uma visita guiada às salas expositivas e ao famoso quarto do ex-governador e um recital de piano com Antonio Augusto Medeiros Albuquerque. A entrada é gratuita.

Durante a visita noturna, o público conhecer o acervo distribuído em salas de exposição permanente, classificadas de acordo com o tema:

Revolução Farroupilha

Mostra de peças ligadas ao conflito que ocorreu no século XIX no estado, compreendendo retratos de líderes da Revolução como Bento Gonçalves e David Canabarro, além de armas e objetos de uso pessoal da época.

Sala Missioneira

Com alguns raros exemplares de estátuas missioneiras do século XVIII e que constituem as primeiras doações recebidas pelo museu, destacam-se as esculturas de São Francisco Xavier e de Nossa Senhora da Conceição, além de sinos e bancos que pertenceram a capelas jesuíticas.

Sala Indígena

Enfoca aspectos das atividades sociais e culturais dos grupos indígenas que habitaram o Rio Grande do Sul, exibindo armas, cerâmicas, artesanato e instrumentos de trabalho de diversas etnias, como os caingangues e guaranis.
Gabinete e quarto de Júlio de Castilhos – Há peças utilizadas pelo ex-governador durante sua trajetória política, em que se destacam o mobiliário pertencente ao seu antigo quarto de dormir e do seu local de trabalho, além de retratos pessoais e familiares, textos e informações biográficas.

Pátio dos Canhões Farroupilhas

Integrado em 2003 aos espaços de exposição e remodelado em 2007, o Pátio dos Canhões Farroupilhas mostra ao público canhões que pertenceram à esquadra de Giuseppe Garibaldi e que, por longo tempo, jaziam no fundo do arroio Santa Izabel, em Camaquã, onde foi travada uma das batalhas da Revolução. Os canhões foram recuperados em 1926 e doados à instituição.

História preservada

O antigo casarão onde viveu e morreu Julio de Castilhos foi transformado em museu em 1903. Tempos depois, a casa ao lado foi agregada, aumentando o espaço em que podem ser vistas verdadeiras raridades, como armas, lanças, espadas e outros objetos da Revolução Farroupilha. O prédio está impregnado pela trajetória dos farrapos, da arte produzida pelos índios guaranis e pela história do Rio Grande do Sul. Lá estão o retrato pintado a óleo de Gomes Jardim, a máscara mortuária de Júlio de Castilhos, além de móveis e do próprio prédio, cujas paredes exalam a história de uma época.

Composto por cerca de dez mil peças, o acervo possui as seguintes catalogações: armaria, arquitetura, arreios, arte náutica, bandeiras, bibliografia, condecorações, documentos, escravatura, etnologia, filatelia, indumentária, instrumentos musicais e de trabalho, máquinas, medalhas, mobiliário, objetos decorativos e de uso pessoal, utensílios domésticos e até viaturas, como a cadeira de arruar, meio de transporte dos mais abastados na época do Brasil Império.

Quem desejar abraçar o Museu Julio de Castilhos e apoiá-lo em 2019, pode se inscrever na Associação de Amigos, que no dia 30 presenteará os novos associados com livros sobre a paisagem cultural gaúcha.

Serviço

O quê: 116 anos do Museu Julio de Castilhos
Quando: 30 de Janeiro | Quarta-feira | 18h30min
Onde: Museu Julio de Castilhos (Rua Duque de Caxias, 1205 – Centro Histórico)
Quanto: Entrada gratuita

Informações pelo telefone (51) 3212.9035 ou pelo e-mail [email protected]

Foto: Divulgação/Roberta Amaral | Fonte: Assessoria
24/01/2019 0 Comentários 574 Visualizações
Cultura

Fundação Iberê Camargo abre mostra da artista britânica Cecily Brown

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Fundação Iberê Camargo recebe no dia 26 de janeiro a exposição Se o paraíso fosse assim tão bom, da artista britânica Cecily Brown, um dos nomes de maior destaque na pintura contemporânea mundial. A abertura ocorre às 14 horas e a mostra pode ser visitada até o dia 17 de março, no terceiro andar. A entrada é gratuita.

Com curadoria de Paulo Miyada, a exposição reúne um conjunto de obras que especula sobre a ideia de paraíso. Para isso, traça diálogos com a história da arte, em contato com artistas tão diversos quanto Hieronymus Bosch, Michelangelo Buonarroti, Jan Brueghel e Peter Paul Rubens.

Cecily emergiu nos anos 90 e, atualmente, é uma das pintoras mais celebradas internacionalmente. As 16 pinturas e os oito desenhos selecionados pela artista representam a frequente reflexão sobre um assunto que a tem fascinado: o paraíso.

As obras são repletas de cor e movimento; faces – animais e humanas – espreitam os espectadores por entre véus de cor; figuras exploram o espaço pictórico e recusam-se à imobilização e fixação. Tudo está movimento, nada está assentado.

Para o curador, “Seus aspectos associáveis ao inferno (dinamismo, choque e confusão) seriam talvez bem-vindos para os cidadãos do presente, tão apaixonados pelo espetáculo de gratuidade e destruição que desfila nas velhas e nas novas mídias dia após dia, minuto a minuto”.

Sobre a artista

Cecily Brown nasceu em Londres em 1969. Seu trabalho figura em coleções públicas como Solomon R. Guggenheim Museum, Nova York; Whitney Museum of American Art, Nova York; MFA, Boston; Tate Gallery, Londres; Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, D.C.; e National Gallery of Art, Washington, D.C..

As suas principais exposições individuais incluem mostras em museus como Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington, D.C. (2002); Macro, Roma (2003); Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri (2004); Museum of Modern Art, Oxford (2005); Kunsthalle Mannheim (2005–06); Des Moines Art Center, Iowa (2006); Museum of Fine Arts, Boston (2006–07); Deichtorhallen, Hamburgo (2009); Kestner Gesellschaft, Hanôver (2010, itinerante para GEM, Museum of Contemporary Art, Haia); e Galleria d’Arte Moderna e Contemporanea, Turim (2014).

A artista também realizou inúmeras exposições individuais em galerias, incluindo Gagosian Gallery, Maccarone Gallery, Victoria Miro, CFA, Kukje Gallery, entre outras. Cecily Brown vive e trabalha em Nova York.

Serviço

O quê: Exposição Se o paraíso fosse assim tão bom
Artista: Cecily Brown
Onde: Fundação Iberê Camargo, 3º andar – Avenida Padre Cacique, 2000
Período de exibição: de 26 de janeiro a 17 de março
Classificação indicativa: Livre
Quanto: Gratuito

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2019 0 Comentários 766 Visualizações
Cultura

Casa de Cultura inaugura exposição de fotos sobre pontos de vista diferentes da realidade

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) inaugura na quinta-feira (17) a exposição fotográfica A interpretação subjetiva da realidade, de Claudia Candido e Ana Sotoriva. Com curadoria do também fotógrafo Jorge Aguiar, a mostra abre às 18h, no Laboratório de Fotografia da CCMQ. A entrada é gratuita.

Neste trabalho Claudia, que atualmente reside em Paris, e Ana Sotoriva, em Camboriú, dedicam-se a olhar seu entorno e traduzi-los, apresentando realidades distintas sobre o mesmo tema. Sob suas lentes, é a luz que lhes servem de tradução.

“O que consiste em realidade ou o que entendemos por real? Como nos relacionamos com o que nos cerca? O que cada uma percebe daquilo que está ao seu redor? Sons, cores, proporções, ruas, becos, construções, edificações, confusão, harmonia, diferenças, semelhanças, coletivo, individual, único, diverso, multidão, solidão, cheio, vazio, …”, provoca Aguiar.

Serviço

O quê: Exposição fotográfica A interpretação subjetiva da realidade
Artistas: Ana Sotoriva e Claudia Candido
Curadoria: Jorge Aguiar
Onde: Laboratório de Fotografia da Casa de Cultura Mario Quintana – 3º andar (Rua dos Andradas, 736)
Quando: 17 de janeiro | Quinta-feira | 18h
Visitação: de 18 de janeiro a 17 de fevereiro | Terça a sexta, das 9h às 21h, e sábados, domingos e feriados, do meio-dia às 21h.
Quanto: Entrada gratuita

Foto: Divulgação/Ana Sotoriva | Fonte: Assessoria
15/01/2019 0 Comentários 547 Visualizações
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