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Cidades

Lançada programação do Festival da Primavera

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cidade Jardim da Serra Gaúcha espera turistas e visitantes para o Festival da Primavera – Frühlingsfest, de 20 a 29 de setembro, com uma programação repleta de atrações musicais, teatro, minioficinas, desfiles e muito mais. O evento será realizado das 10h às 19h, na Rua Coberta e Praça das Flores, com entrada franca.

Em 2019, o Festival da Primavera – Frühlingsfest contará com mais de 30 espaços de exposição e comercialização durante os dez dias de programação. O maior evento de paisagismo e flores do sul do Brasil oferece aos visitantes diversos tipos de flores, artigos para jardins e artesanatos para aquisição e também proporciona excelentes oportunidades de negócios.

Durante o Festival da Primavera serão realizadas 16 minioficinas. Manejo de Abelhas sem Ferrão; Desenvolvendo o Jardinismo; Conheça o Mundo das Suculentas; Sustentabilidade para Jardins Residenciais; Aromaterapia no dia a dia – Uso na prática de alguns dos principais óleos essenciais; Oficina de Compostagem e Hortas Urbanas; Aprendendo sobre as Plantas e a Saúde da Mulher; As plantas que curam; Viver sustentável – Relato de Experiência; minioficina de fotografia; Cuidando das plantas para Cuidar de Você e Yoga e a conexão com a natureza serão as temáticas das minioficinas que ocorrem durante o evento.

A musicalidade presente em Nova Petrópolis também é evidenciada no Frühlingsfest. As atrações culturais prometem dar o tom ao encantador cenário ornamentado pelos profissionais que participam do evento na Rua Coberta.

UrbanoCampo; Orquestra de Sopros de Picada Café; Alcido Kogler Sax Acústico; Grupo Serra e Fronteira; Estribo de Prata; Gerson Müller; Oendel e Sílvio; Miguel Fontana; Acústico Leebe; Orquestra Juvenil Municipal de Nova Petrópolis e Orquestra Municipal de Nova Petrópolis são as atrações musicais previstas na programação do evento.

A Borboleta, a Joaninha, a Abelha, o Louva-a-deus e o Grilo irão contar a história da chegada da estação mais florida do ano no espetáculo teatral “A Chegada da Primavera”. A apresentação da peça será realizada em sete oportunidades, nos fins de semana do evento.

A Parada das Flores é uma das grandes atrações do Festival da Primavera. O desfile temático em que toda a beleza das flores é evidenciada ocorre dia 21 de setembro, sábado. O amor pelo Rio Grande do Sul terá momento exclusivo na programação do Festival da Primavera em 2019.

No dia 20 de setembro, data da Revolução Farroupilha, às 10h, será realizado o tradicional Desfile Farroupilha na Avenida 15 de Novembro. Após, haverá almoço no CTG Pousada da Serra. Os trajetos percorrem a Avenida 15 de Novembro.

A Caminhada da Primavera irá reunir os participantes no Ninho das Águias no dia 29 de setembro, domingo, às 8h30min, para um trajeto de 12 km de nível médio em torno do atrativo turístico. Estradas e trilhas levarão os caminhantes por emocionantes paisagens até o ponto de partida onde poderão desfrutar de um delicioso lanche orgânico em uma vista panorâmica de 270º da Região e do Vale do Caí.

Serviço

O quê: 9ª Festival da Primavera – Frühlingsfest
Quando: de 20 a 29 de setembro, das 10h às 19h
Onde: Rua Coberta e Praça das Flores – Nova Petrópolis
Quanto: entrada franca

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2019 0 Comentários 569 Visualizações
Cultura

AHRS lembra 40 anos da Lei da Anistia

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Arquivo Histórico do Rio Grande do sul (AHRS) abre oficialmente na terça-feira, 27, no Memorial do RS, a exposição “Anistia: um passado presente?”, que marca os 40 anos da promulgação da Lei da Anistia, de 1979.

Na inauguração haverá uma palestra com a professora Mariana Joffily, da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). Nos quatro primeiros dias da mostra, que recebe público até o dia 29 de setembro, ocorre um seminário sobre o assunto, também com entrada franca.

Serão exibidos 25 banners, fotografias de Ricardo Chaves e documentos originais do AHRS e do Museu da Comunicação Hipólito José da Costa (Musecom), com destaque para o Arquivo do Movimento Feminino pela Anistia/RS, fundado em 1975.

Visitas mediadas para escolas e grupos podem ser agendadas pelo email: [email protected], com horários disponíveis de terça a sexta-feira, entre 10h e 16h.

Lei da Anistia

A lei nº. 6.683, de 28 de agosto de 1979, marcou um ponto de inflexão nos rumos da ditadura brasileira. Foi um movimento de muitas disputas e tensões, iniciado bem antes da sua votação pelo Congresso Nacional. A partir do processo de “abertura” da ditadura, iniciaram-se os embates mais contundentes, com destacados movimentos de pressão e atuação.

Uma das vitórias obtidas com a Lei da Anistia foi a volta dos brasileiros que estavam no exílio. Apesar de todas as restrições, e de estar bem longe do que se almejava, a Anistia marcou uma vitória para a oposição e um avanço na luta contra a ditadura.

Porém, a maior derrota em relação à Lei de Anistia foi a noção de perdão estendida aos agentes de Estado implicados em qualquer ato criminoso no cumprimento de suas “funções”. Assim, nenhum militar, policial ou servidor público pode vir a ser julgado, condenado e penalizado por crimes cometidos durante o período da ditadura brasileira.

Serviço

O quê: exposição “Anistia: um passado presente?”
Quando: de 27 de agosto a 30 de setembro
Onde: Memorial do RS (Rua Sete de Setembro, 1020 – Praça da Alfândega, Centro Histórico/Porto Alegre)
Quanto: entrada franca

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/08/2019 0 Comentários 673 Visualizações
Cultura

Mostra artística leva nativismo e acessibilidade à 42ª Expointer

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Expointer será palco da inauguração de um novo espaço cultural. A Mostra Estância da Arte: Cultura e Tradição na Expointer trará telas do artista hamburguense Marciano Schmitz, que atua como pintor, escultor e professor. A abertura será no dia 24 de agosto, no Pavilhão Internacional do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil (Peeab), em Esteio.

São 20 quadros que nos convidam à uma viagem ao regional, tangenciados pela riqueza cultural contemporânea do Rio Grande do Sul neste que é o maior evento agropecuário a céu aberto da América Latina. Baseado principalmente na releitura de Simões Lopes Neto e nos poemas de Jaime Caetano Braun, o artista retrata, com tinta a óleo, o mundo rural e campeiro com uma boa dose de romantismo e bucolismo da vida do gaúcho e do nativismo.

As cenas dão luz aos valores do homem simples, que, por vezes, protagonizava eventos heroicos nas revoluções românticas e idealísticas do nosso passado recente.

“O gaúcho é um cara simples, andarilho, despojado. É um sujeito multifacetado que tem um cavalo e, quando muito, um cachorro”, afirma Schmitz.

Junto com as pinturas, textos da escritora Simone Saueressig serão expostos, criados exclusivamente para a Exposição. Os escritos – acompanhados de audiodescrição disponíveis para deficientes visuais – narram com maestria as cenas cotidianas caracterizadas por Schmitz.

Arte para todos

Além de layout e rampa acessível para cadeirantes e presença de intérpretes de libras para deficientes auditivos, o público ainda poderá interagir com o pintor através de três edições do Chimarrão com o Artista. O bate-papo sobre as obras e sobre o processo de criação das telas ocorre no domingo, 25, e segunda-feira, 26, a partir das 14 horas, e quarta-feira, 28, a partir das 9 horas.

Visitas guiadas com monitores também estão programadas até o dia 1º de setembro, último dia da feira. Elas ocorrem diariamente, das 8h às 20h30.

Foto: Alex Glaser/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2019 0 Comentários 823 Visualizações
Cultura

Três artistas do RS disputam Prêmio Marcantonio Vilaça

Por Gabrielle Pacheco 14/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul tem três finalistas na 7ª edição do Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça, considerado o mais importante e tradicional das artes visuais no País. Os artistas Eduardo Haesbaert, Ismael Monticell e Letícia Ramos disputam com mais 27 nomes a premiação e terão seus trabalhos expostos em uma mostra no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB Faap), a partir do dia 13 de setembro.

Serão anunciados cinco vencedores durante cerimônia em 12 de setembro. Eles receberão uma bolsa de trabalho no valor de R$ 50.000,00 e serão acompanhados por um curador de arte durante um ano. Além disso, terão suas obras apresentadas em exposições itinerantes em cinco capitais brasileiras.

Paralelamente à exposição dos 30 finalistas, serão exibidas obras de mais 11 artistas do Projeto Arte e Indústria, que nesta edição presta homenagem a Anna Bella Geiger e reúne nomes como Brígida Baltar, Carlos Mélo, Cristina Canale, Frida Baranek, Karin Lambrecht, Leda Catunda, Nelly Gutmacher, Paola Junqueira, Rosângela Rennó e Walmor Correa.

Considerado o mais tradicional e relevante das artes visuais do Brasil, o Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça recebeu 687 inscrições de 24 Estados e do Distrito Federal. O júri – composto pelos curadores Ana Avelar, Bernardo Mosqueira, Clarissa Diniz, Gabriela Motta, Josué Mattos e Marcus Lontra, e pela artista Rochelle Costi – selecionou 30 finalistas de gerações e trajetórias diversas, contemplando tanto artistas consagrados quanto emergentes.

“O prêmio busca identificar, premiar e promover trajetórias artísticas, independente da faixa etária. Contemplamos tanto jovens, que possuem trajetória expressiva nas suas regiões e precisam desse prêmio para desenvolver suas carreiras, quanto artistas mais experientes e conhecidos, que merecem o reconhecimento nacional proporcionado pela premiação”, comenta o curador Marcus Lontra.

Esta edição da premiação foi pautada pela proposta curatorial de trazer à luz o protagonismo feminino em todas as suas instâncias, incluindo a do júri, que levou a proposta como premissa para a seleção dos 30 finalistas. “A presença feminina é enorme na arte brasileira e pode ser percebida com muita clareza, especialmente na passagem do moderno para o contemporâneo; porém, nem sempre há o reconhecimento devido. Como o prêmio tem abrangência nacional, deve refletir, dentro do possível, as características da produção artística brasileira”, comenta o curador.

Serviço

O quê: Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas
Quando: 13 de setembro a 6 de outubro de 2019
Onde: Museu de Arte Brasileira – Fundação Armando Alvares Penteado (Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – São Paulo – SP)
Quanto: entrada franca

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/08/2019 0 Comentários 888 Visualizações
Cultura

Casa das Artes recebe exposição de Ariadne Decker

Por Gabrielle Pacheco 08/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na próxima terça-feira, dia 13, às 19h, a Casa das Artes (Avenida Primeiro de Março, Nº 59 – Centro) inaugura a sexta exposição do Edital de Ocupação do Funcultura, lançado em 2018, que prevê uma mostra por mês, até o final de dezembro.

A exposição intitulada “Happy Hour”, da artista visual Ariadne Decker, é gratuita e ficará aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, até o dia 31 de agosto.

Com realização da Secretaria Municipal da Cultura, a mostra retrata um ambiente de bar, em um happy hour, de 1995. A obra exposta foi encomendada em 1994, pelo proprietário de um conhecido bar de Novo Hamburgo, e foi inaugurada no ano seguinte, onde ficou por quase 3 anos.

O projeto composto por 11 telas de grandes dimensões, que formam um políptico, integram a mostra de “uma obra só”. A comunidade hamburguense e visitantes estão convidados a reviver os anos 90 por meio das 50 figuras retratadas nos painéis da artista.

Mais informações sobre a exposição pelo e-mail [email protected], ou pelo telefone 35932013.

Serviço

O quê: exposição Happy Hour, de Ariadne Decker
Quando: de 13 a 31 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Onde: Casa das Artes de Novo Hamburgo (Avenida Primeiro de Março, Nº 59 – Centro)
Quanto: gratuito

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2019 0 Comentários 523 Visualizações
Cultura

Grupo de Bagé ganha exposição na Fundação Iberê

Por Gabrielle Pacheco 07/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Fundação Iberê vai homenagear o Grupo de Bagé com uma exposição a partir de 30 de novembro. De agosto até a abertura da mostra, serão realizadas diversas atividades gratuitas sobre a história de um dos grupos artísticos relevantes do país, formado por quatro jovens que tinham a necessidade de expressar seus traços e pensamentos sobre o mundo e a própria vida: Carlos Scliar, Danúbio Gonçalves, Glauco Rodrigues e Glênio Bianchetti.

No dia 10 de agosto (sábado), será exibido o documentário “Grupo de Bagé”, de Zeca Brito, seguido de bate-papo com o diretor e o cineasta e historiador da arte Giordano Gio. O longa-metragem destaca a trajetória e o legado dos pintores e gravadores gaúchos Carlos Scliar (1920–2001), Danúbio Gonçalves (1925–2019), Glauco Rodrigues (1929–2004) e Glênio Bianchetti (1928–2014), nomes de frente de um movimento artístico surgido nos anos 1940 que alcançou projeção nacional com trabalhos abordando temáticas realistas e de denúncia social.

O documentário conta com depoimentos de teóricos como Néstor García Canclini e Nicolas Bourriaud e de artistas plásticos que incluem Anico Herskovits e Cildo Meireles, entre outros, que investigam a trajetória do grupo. “Buscamos recuperar e compreender os elementos que estabeleceram as condições para que os jovens artistas alcançassem uma identidade estética própria e, cada um a sua maneira, conduzissem os ideais e as características artísticas e políticas do grupo que criaram”, destaca o diretor.

Da fronteira para o mundo

Tudo começou em 1945, quando Glênio ganhou as primeiras tintas a óleo, as mesmas com que Glauco pintou seu primeiro quadro: “Moinho ao Pôr do Sol”. Em visita a Bagé e à casa do amigo escritor Pedro Wayne, o pintor José Moraes não só se encantou com o trabalho dos guris, como ministrou aulas de pintura a óleo e os influenciou a arte moderna europeia relativa às primeiras décadas do século XX.

Neste mesmo ano, o artista Carlos Scliar reuniu-se ao grupo, e, em 1948, foi a vez de Danúbio Gonçalves, que estudava no Rio de Janeiro, conhecia a Europa e já havia exposto em Bagé com temática social. Juntos eles criaram o Ateliê Coletivo de Artes Plásticas, onde passavam horas estudando formas humanas, mergulhando fundo nos livros de arte e desenhando paisagens. Influenciados por Scliar, eles se dedicaram à gravura. E foi por meio dela que os quatro se popularizaram, exatamente como preconiza esse tipo de método que possibilita a reprodução das obras.

Também por influência de Scliar, então militante do Partido Comunista, passaram a retratar a vida dos trabalhadores das estâncias gaúchas. Os artistas visavam uma arte voltada para o social, com uma finalidade focada no homem. Uma arte com função social e democrática, sempre pronta para denunciar as mazelas políticas e sociais, batendo direto no conceito da arte pela arte, visando uma arte dirigida ao ser humano.

O Grupo de Bagé serviu de estímulo para que surgissem vários clubes de gravura pelo país nos anos de 1950 e de 1960. A gravura foi e continua sendo uma das expressões artísticas de destaque no panorama das artes plásticas do Brasil e no exterior.

Serviço

O quê: Exibição do documentário “Grupo de Bagé”
Quando: 10 de agosto, sábado, às 16h
Onde: auditório da Fundação Iberê
Quanto: entrada franca

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2019 0 Comentários 811 Visualizações
Cultura

Exposição Le Petit Pôa ilustra patrimônios culturais

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Nesta terça-feira, dia 23, o Espaço Cultural Albano Hartz (Calçadão Osvaldo Cruz – Centro) recebe a exposição Le Petit Pôa, do hamburguense Tupax. A mostra, gratuita, promete um intercâmbio entre Novo Hamburgo e Porto Alegre, em que o fio condutor é o patrimônio histórico. A exposição Le Petit Pôa apresenta cerca de 26 ilustrações de patrimônios culturais, pontos turísticos e de lugares pitorescos que celebram os 247 anos da capital gaúcha.

O desenho de Tupax alcançou identificação estética própria, tendo como referência o design escandinavo, criado no século XX e proveniente dos países nórdicos. Tal estilo preza pela simplicidade e funcionalidade das cores pastéis, pela luminosidade das cenas e minimalismo das linhas. “A série Le Petit Pôa reúne 40 ilustrações da cidade, compartilhadas em postais e reproduções pelos quatro cantos do mundo”, afirma o artista.

A atividade que é uma realização da Secretaria Municipal da Cultura e conta com a parceria da Galeria Ecarta e da Fundação Ecarta, fica aberta para visitação até 6 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h e sábado, das 9h às 12h.

O artista

Publicitário e designer, foi com o codinome Tupax que surgiu o artista e sua popular série de ilustrações Le Petit PôA. Em 2017, a marca Le Petit PôA ganhou as prateleiras das lojas do Grupo Zaffari, aplicada em canecas de porcelana. Entre 2014-2016, a marca percorreu feiras da capital, como Parada Gráfica, Papeleira, Me Gusta, Junção Makers e Open Feira de Design.

Atuou também na criação para as marcas Dakota, Tok, Unisinos, Olvebra, Colégio Anchieta, Stemmer, Souza Cruz, Renner, Casa Rima, Cohre, Nike e Kimberly-Clark. Coordenou e projetou o site para Cerveja Coruja, que rendeu o prêmio Bornancini de melhor projeto web do RS pelo estúdio Box3 design.

Serviço

O quê: exposição Le Petit Pôa, de Tupax;
Quando: de 23 de julho a 3 de setembro;
Onde: Espaço Cultural Albano Hartz (Calçadão Osvaldo Cruz, Centro – Novo Hamburgo);
Quanto: entrada gratuita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 576 Visualizações
Cidades

Mostra de Carros Antigos de Estância Velha é no domingo

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

É neste domingo, 21, o dia para os apaixonados por carros se deleitarem com a 3ª Mostra de Carros Antigos de Estância Velha. Os arredores da Praça 1º de Maio serão tomados pelas máquinas que fizeram parte da história.

As bandas Acústico Rockfeller e Paradox são atrações confirmadas, assim como feira de artesanato, praça de alimentação e brinquedos infláveis para as crianças. Segundo o chefe de Turismo, Gilmar Pereira, “em caso de chuva torrencial”, o evento será cancelado.

Os interessados em expor carros ou bicicletas podem se inscrever até o dia do evento. Devem procurar o Departamento de Turismo, no receptivo turístico do município. Ele fica na Praça 1º de Maio e o atendimento acontece de segunda a quinta-feira, das 13h às 17h e em sextas-feiras das 8h às 11h. Outras informações pelo telefone (51) 3561-5076.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 660 Visualizações
Cultura

Últimos dias para ver a exposição Museu, de Daniel Senise

Por Gabrielle Pacheco 07/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A exposição Museu, do artista carioca Daniel Senise, pode ser conferida com entrada franca no Instituto Ling até o dia 13 de julho, com visitação de segunda a sexta, das 10h30min às 22h; e sábados, das 10h30min às 20h.

Em cartaz no local desde o início de abril, Museu reúne um conjunto de nove obras recentes: seis pinturas em grandes formatos e três trabalhos em papel, criados entre 2017 e 2019. São monotipias que retratam salões de importantes museus ao redor do mundo – como a National Gallery (Londres), a Frick Collection (Nova Iorque), o Rijksmuseum (Amsterdã) e o Museu Nacional de Belas Artes (RJ) –, e aquarelas que reproduzem a padronagem dos pisos de madeira de instituições culturais, como o Museu de Arte Antiga de Lisboa.

Ao longo dos seus mais de 30 anos de atividade trabalhando nos limites da figuração na pintura, Daniel Senise é considerado um dos maiores expoentes da chamada “Geração 80” e se afirma como um nome importante na cena internacional contemporânea.

Para a curadora Daniela Name, nessa exposição Senise reinveste na questão fundamental de sua obra: a ênfase no ausente. As telas representam os espaços vazios dos museus, vestígios e fragmentos que evocam a memória desses locais.

“O conjunto de obras reunidas em Museu evidencia como a imagem latente – ela que não está – atinge uma força radical ao ser sequestrada dos espaços arquitetônicos e simbólicos que foram concebidos para guardá-las. Ela é talvez mais presente em sua ausência do que seria em sua representação”, afirma Daniela em seu texto curatorial.

Serviço

O quê: Exposição Museu, de Daniel Senise;
Quando: até 13 de julho, de segunda a sexta, das 10h30min às 22h; e sábados, das 10h30min às 20h;
Onde: Galeria do Instituto Ling (Rua João Caetano, 440 – Três Figueiras – Porto Alegre/RS)
Quanto: entrada franca.

Foto: Maciel Goelzer/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2019 0 Comentários 461 Visualizações
Cultura

Galeria Xico Stockinger recebe exposição fotográfica

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Galeria Xico Stockinger, na Estação Rodoviária da Trensurb, recebeu ato de inauguração da exposição fotográfica Cultura Viraliza: Circo e Cidade na tarde de terça-feira (2). Na ocasião, estiveram presentes fotógrafos do coletivo Câmeras Passeadeiras, responsáveis pela produção das imagens da mostra.

Os registros são de intervenções circenses nas ruas de Porto Alegre, comemorativas ao aniversário da capital e ao Dia Nacional do Circo, realizadas em março pela Associação de Circo numa ação proposta pelo Sesc-RS.

Coordenadora de projetos do coletivo, a fotógrafa Lidiane Bach participou das diversas etapas da ação, em todos os sete dias de intervenções.

“Fomos passeando pela cidade, a procura de espaços em que pudéssemos interagir com um grande público e começamos a registrar a intervenção e a interação do público”, relata Bach.

Há quatro anos no coletivo, Vitor Hugo Oliveira emociona-se ao falar do projeto e da importância de se retratar a arte em meio ao cenário urbano. “A pessoa que vê e se agrada, na hora você percebe no sorriso dela a satisfação”, afirma. Ele também enfatiza a diversidade e o alcance do trabalho do circo, capaz de tocar tanto crianças quanto adultos. Vitor destaca também o quão importante é que a Trensurb apoie projetos artísticos diversificados, ampliando assim seu papel social.

Agente de cultura da unidade Centro (de Porto Alegre) do Sesc-RS, Rodrigo Vrech foi um dos organizadores da ação registrada na exposição. Vrech vê nela uma oportunidade, para aqueles que não puderam acompanhar as intervenções nas ruas, de admirar o trabalho por meio das imagens capturadas pelos fotógrafos colaboradores. “Nesta exposição, há um desdobramento dessa ação, que é a ação do circo na cidade, a trazer um registro para ser contemplado”, afirma Vrech. Ele também elogia o Coletivo, apontando seu estilo heterogêneo e diversificado de fotografar.

Usuário do metrô e um dos artistas retratados nas imagens, Alexsandro Pinto da Silva admira-se na foto do painel e se vê representado pela Trensurb. “A área artística, a parte do circo, movimenta muito a cidade, tem muitos espaços e a maioria das pessoas não tem acesso”, diz. Ele também destaca a importância de se expor trabalhos culturais, como o do circo, dentro de um ambiente como o metrô, com grande circulação de pessoas, e assim promover a visibilidade de sua arte.

Serviço

O quê: exposição fotográfica Cultura Viraliza: Circo e Cidade, do coletivo Câmeras Passeadeiras
Quando: até 27 de setembro, todos os dias, das 5h às 23h20
Onde: Galeria Xico Stockinger, no túnel de acesso à plataforma da Estação Rodoviária da Trensurb.
Quanto: R$ 4,20.

Foto: Luana de Oliveira/Trensurb

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2019 0 Comentários 812 Visualizações
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